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	<title>Arquivo de Tecnologia - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Arquivo de Tecnologia - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Desafios da parentalidade na era digital</title>
		<link>https://simplyflow.pt/desafios-da-parentalidade-na-era-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Inês Afonso Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 05:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Era digital]]></category>
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		<category><![CDATA[Inês Afonso Marques]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de ter nascido numa era digital, isso não é sinónimo de que o seu filho tenha nascido com a capacidade de autorregulação.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/desafios-da-parentalidade-na-era-digital/">Desafios da parentalidade na era digital</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O seu filho nasceu na era digital. É um facto. O acesso a dispositivos eletrónicos é inevitável. Alguns dados recentes referem que 53% das crianças entre os oito e os doze anos têm o seu próprio <em>tablet</em> e 24% o seu próprio <em>smartphone. </em>67% dos adolescentes têm o seu próprio <em>smartphone. </em>Gostando-se mais ou menos, a tecnologia, nas suas múltiplas formas, faz parte da realidade de todos nós. Na parentalidade, esta realidade é acompanhada por desafios.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A boa notícia é que é possível promover uma utilização segura e positiva da tecnologia no seio das famílias, transformando desafios em oportunidades e não em riscos.</strong></h2>



<p>Logo à partida, há duas ideias essenciais que quero partilhar consigo:</p>



<p>1. Faz o que eu faço, não o que eu digo. Comece por ser o exemplo da relação que gostava que o seu filho tivesse com a tecnologia. De nada servirá pedir-lhe que não use o telemóvel durante as refeições se, sistematicamente, utilizar o seu telemóvel nessas situações ou que não utilize o telemóvel nas viagens de carro, quando o vê a si a fazer isso constantemente.</p>



<p>2. Quem bem aprende, cedo começa. Ou seja, qualquer que seja a idade do seu filho ou o tipo de tecnologia em causa, à medida que vai dando acesso a dispositivos eletrónicos é essencial que crie mecanismos para esse acesso ser seguro e positivo. Um uso desregrado, onde impera a autogestão, por norma, dá sempre mau resultado. Por isso, não parta do princípio que, quando dá acesso ao seu filho ao mundo digital, ele sabe o que é suposto fazer.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tecnologia: um valioso recurso ou uma permanente dor de cabeça?</strong></h2>



<p>Comunicar, brincar, aprender e distrair são quatro verbos a que um telemóvel, uma consola, um computador ou uma televisão podem estar positivamente ligados. Contudo, para que esse elo seja mesmo positivo há aspetos que não podem ser ignorados: informação, função, tempo, qualidade e monitorização. Neles reside em grande medida a diferença entre tecnologia ser um valioso recurso e transformar-se numa permanente dor de cabeça.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Há coisas que não deixa o seu filho fazer sozinho por considerar que ele ainda não tem responsabilidade suficiente para o fazer. Fará sentido deixá-lo à deriva pelos mundos digitais?&nbsp;</strong></h2>



<p>Verifico tanta superproteção em áreas em que as crianças beneficiariam de maior autonomia e assisto, com receio, confesso, a um excesso de confiança nas crianças e adolescentes (no início da adolescência) quanto ao uso que fazem das tecnologias. Efetivamente, por especificidades do neurodesenvolvimento o seu filho não será capaz de &#8211; de forma ágil &#8211; parar, controlar impulsos, antecipar consequências, discernir o adequado do não adequado. E por isso, a supervisão é essencial.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Supervisão não é controlo. Proibir não costuma ser a melhor forma de assegurar segurança. Em vez de interditar, eduque para a responsabilidade, de acordo com a idade (e maturidade) do seu filho.&nbsp;</strong></h2>



<p>As boas notícias não apagam os riscos e estes estão à espreita. O assunto é sério e os perigos são reais. Apesar de ter nascido numa era digital, isso não é sinónimo de que o seu filho tenha nascido com a capacidade de autorregulação. Não faz sentido deixá-lo em autogestão na relação que faz com a tecnologia. Da mesma forma que o ajuda a controlar, por exemplo, a quantidade de doces que consome, também faz sentido interferir e regular o consumo de tecnologia.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância da qualidade das interações com os dispositivos eletrónicos</strong></h2>



<p>Embora seja tentador definir limites de horas que se revelem seguros e saudáveis para o uso de tecnologia na família, vários grupos de especialistas acreditam agora que as recomendações focadas em quantidade de tempo deixam de ser as mais úteis. A Academia Americana de Pediatria, mais recentemente, tem apostado, nas suas recomendações, em realçar a importância da qualidade das interações com os dispositivos eletrónicos e não dar destaque à dimensão quantidade de tempo. Apesar disso, o recurso à tecnologia nunca deverá impedir o movimento, as <a href="https://simplyflow.pt/brincar-e-um-direito-das-criancas-todos-os-dias-do-ano/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">brincadeiras</a> criativas, as interações cara a cara, a aprendizagem “pondo a mão na massa”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Independentemente da idade, quando abrir a porta da tecnologia ao seu filho&#8230;</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Explique-lhe as regras básicas de etiqueta a adotar no mundo virtual;</li>



<li>Na escolha de jogos, aplicações e programas, respeite sempre as idades recomendadas. Acontece, por exemplo, que o filme aparentemente mais inócuo pode esconder estímulos que, em idades para o qual não é recomendado, podem desencadear medos e <a href="https://simplyflow.pt/como-criar-criancas-seguras-e-felizes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inseguranças</a>;</li>



<li>Recorra a pequenos acordos (ou contratos) em que ficam explicitadas todas as regras que façam sentido no seio da vossa família. «O quê? Quando? Onde? E como?» São perguntas que vos orientarão na reflexão de aspetos relevantes de navegação nesta era onde tudo parece encaixar no digital;</li>



<li>Para estimular a capacidade de autorregulação, utilizem despertadores ou ativem limites de tempo;</li>



<li>Ecrãs antes de dormir: não! A exposição à luz azul emitida pelos ecrãs perto da hora de deitar e adormecer pode inibir a produção da melatonina. Enquanto este tipo de luz parece estar associado a vigilância e foco durante o dia, a exposição a ela ao final do dia pode pregar uma partida ao cérebro, levando-o a interpretar que ainda é dia e, portanto, deixando-o ativo em vez de sonolento;</li>



<li>Promova relações reais, <em>offline</em>;</li>



<li>Estimule atividades sem ecrãs. Garanto-lhe que, se se predispuser a jogar um jogo tradicional ou de tabuleiro com o seu filho, ele vai alinhar;</li>



<li>Investigue estratégias e aplicações que permitem a utilização de controlos parentais, quer em termos de tempo, como de limitação de conteúdos. Como exemplo de uma dor de cabeça que pode surgir quando não existe nenhum tipo de controlo, digo-lhe que há crianças que acedem a conteúdos de pornografia nos seus telemóveis. Crianças! Escusado será dizer que a pornografia é uma temática que, quando acedida de forma precoce e descontextualizada, pode criar diversos mal-entendidos e visões enviesadas da realidade;</li>



<li>Abaixo o sedentarismo. Tecnologia em casa e todos a mexer, porque a tecnologia não pode ser um entrave à prática de atividade física.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Resumindo…</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-FkcMt' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não é necessário olhar para a <a href="https://simplyflow.pt/como-gerir-o-uso-da-tecnologia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tecnologia</a> como algo a abolir. Foque-se em ensinar hábitos saudáveis que o seu filho levará para a vida;</li>



<li>Ensine desde cedo. Explique que os dispositivos eletrónicos não são brinquedos. Aborde as potencialidades e também os riscos que um uso desregrado pode esconder. Respeitando sempre a capacidade de compreensão inerente à idade do seu filho, realce aspetos essenciais sobre regras de etiqueta no mundo virtual e revisite as mesmas à medida que ele vai crescendo, adaptando às novas necessidades;</li>



<li>Seja flexível. As exceções não fazem a regra. Ou seja, um tempo de tecnologia acima do habitual num determinado dia, na sequência de um trabalho escolar, de uma viagem de avião mais longa, de uma conversa por videochamada com um familiar com quem não se fala há muito tempo não será problemático;</li>



<li>Na associação ecrãs e sono seja rígido. Pelo menos 30 minutos antes de dormir todos os ecrãs devem ser desligados;</li>



<li>Não confunda monitorização com invasão de privacidade;</li>



<li>Informe e informe-se. Ajude o seu filho a tomar boas decisões, a discernir a veracidade ou segurança de certas notícias ou programas, a filtrar a informação que partilha. E como a velocidade da evolução tecnológica é estonteante, procure manter-se informado sobre o que está «na moda».</li>
</ul>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-FkcMt' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Menos ecrãs, mais vida!</title>
		<link>https://simplyflow.pt/menos-ecras-mais-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mónica Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jan 2025 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Ecrãs]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Menos ecrãs mais vidas]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Mónica Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Telemóveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Somos seres sociais, de afectos, de ligações, com vontade de pertencer. O mundo virtual pode dar a sensação de cumprir estas necessidades, mas é pouco real.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/menos-ecras-mais-vida/">Menos ecrãs, mais vida!</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na azáfama diária em que vivemos, um dia paramos e percebemos que não dedicamos o tempo necessário ao que nos faz bem e é importante. Deixamos de escutar ativamente, de olhar para o outro, vivemos distraídos no mundo virtual e totalmente abstraídos da realidade.</p>



<p>Acabamos por passar os dias numa rapidez incansável, entre tarefas familiares, pessoais e o trabalho que tantas vezes nos consome além do horário laboral. As solicitações não param: trabalho, atividades extracurriculares dos miúdos, entra no carro, sai do carro, chega a casa&#8230; São tempos tão acelerados que até saborear uma refeição se torna um desafio.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A dependência do smartphone</strong></h2>



<p>Quer queiramos quer não, fomos invadidos pela necessidade constante de estar conectados, e muitos caem na tentação de ver o telemóvel até na hora da refeição, mesmo que acompanhados. Este pequeno “microcomputador de bolso” concentra tudo: mensagens do chefe, promoções, notícias, redes sociais, jogos&#8230; Uma infinidade de estímulos e solicitações que nos dispersam, comprometendo o aqui e agora.</p>



<p>Ao privilegiarmos os equipamentos eletrónicos em detrimento das relações humanas, a mente hiperestimulada não descansa. Instala-se o cansaço, a dispersão, o vício normalizado. <strong>Será este aparelho, que nos aproxima de tudo e nos distancia de tanto, assim tão inteligente?</strong></p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-AFw50' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os perigos para crianças e jovens</strong></h2>



<p>Os estudos falam por si e as nossas experiências pessoais enquanto adultos provam a nossa dependência dos <em>smartphones</em> e, não obstante o desenvolvimento cerebral completo nesta fase de vida, todos reconhecemos a dificuldade de controlar o vício.&nbsp;</p>



<p>No caso das crianças e jovens, torna-se ainda mais assustador que tenham o seu dia, as suas interações, os seus momentos de brincadeira e socialização invadidos por notificações, mensagens de <em>Whatsapp</em>, <em>TikTok</em>, fotografias, publicações, jogos online e/ou até pornografia! Sem capacidade de autorregulação, vêem-se reféns deste aparelho, deixando para trás atividades muito mais ativas, interessantes e relevantes ao nível do relacionamento humano essencial.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A pressa em publicar, responder ou jogar transforma-se numa prioridade ilusória.&nbsp;</strong></h2>



<p>Mais do que um sorriso, um abraço ou expressar emoções cara-a-cara, o que é urgente é ser rápido a responder, a publicar, a jogar e a não perder informação para conseguir estar a par de tudo – uma ilusão tão longe da verdade. Este cenário poderia ser evitado ao utilizar-se um telemóvel simples, sem acesso a internet e aplicações, o chamado <em>dumbphone</em>, que serve apenas para fazer e receber chamadas e SMS,<strong> e que satisfaz as necessidades básicas de comunicação entre a família e a criança.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O impacto nas escolas</strong></h2>



<p>Nas escolas o desfocar da realidade que o uso de <em>smartphone</em> promove, leva as crianças a preferirem a sua companhia ao invés da companhia dos seus amigos.&nbsp;</p>



<p>Nós, todos, somos seres sociais, de afectos, de ligações, com vontade de pertencer. O mundo virtual pode dar a sensação de cumprir estas necessidades, mas é pouco real. A empatia não se alcança atrás dos ecrãs e é fundamental a sua prática nas escolas.&nbsp;</p>



<p>Foi pela defesa do direito a brincar e socializar de forma saudável, pela redução do <em>ciberbullyi</em>ng, para garantir a privacidade das crianças e jovens (no caso de filmagens sem consentimento) e pela proteção contra conteúdos impróprios que, em Maio de 2023, decidi criar a petição <strong>“</strong><a href="https://peticaopublica.com/?pi=PT116223" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Viver o Recreio Escolar sem Ecrãs de <em>Smartphones</em></strong></a><strong>”</strong>, tendo tido como testemunhas as crianças e as famílias que reclamavam esses direitos. A ideia de escolas livres de <em>smartphones</em> começou a ser debatida a nível nacional, com o apoio de várias famílias, professores, pediatras e psicólogos. A conclusão foi unânime: <strong>os <em>smartphones</em> trazem mais desvantagens do que benefícios no contexto escolar</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O Movimento Menos Ecrãs, Mais Vida</strong></h2>



<p>No âmbito do Movimento que co-fundei, em Janeiro de 2024, com outras três mães professoras, defendemos que as escolas devem ser espaços livres de <em>smartphones</em>. Não somos contra a tecnologia, aliás somos a favor do uso de recursos tecnológicos, mas acreditamos que há alternativas mais saudáveis, como, por exemplo, usar computadores nas aulas e não smartphones, e utilizar os livros físicos e não manuais digitais.</p>



<p>Além disso, o uso de ecrãs como <em>smartphones</em> e <em>tablets</em> em escolas com <a href="https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT118968" target="_blank" rel="noreferrer noopener">manuais digitais</a> pode exceder as <a href="https://l.facebook.com/l.php?u=https%3A%2F%2Fneuropediatria.pt%2Fwp-content%2Fuploads%2FRecomendacoes-SPNP-ecras-e-tecnologia-digital-2.pdf%3Ffbclid%3DIwZXh0bgNhZW0CMTAAAR1kkDH6-En4qgJBiVcdbcnMu9HyEQzXrAq-Ti60ciez2tQ80XNciHRkVhc_aem_mkEng-zELGCXE_c_Mb2B7w&amp;h=AT3BUvfxO7eXqqiAzpOry_6opwZtdxhG1caLreCKGKQ2SZJQf7omLAA91WdDfId61Le-LqqQh0cHwycSrBdA8rNk-z5akvFOT7rLX7vnkhb2i7pduOHvESxxIoBCdYHTIdpiYLzgpDajHWIDcgKk&amp;__tn__=-UK-R&amp;c[0]=AT3LfCbMsMi-Kmtp0gK-aFpxyISZHTNg0UG_yPB18vfppYIlnl5rFJDECWutaBDiqrD9uCetNSahvvJ4FUi92yrcKi9IAklOz9MPs13oRPt-PBmk9qYuI98kmkgsWziMM8JaEMSxNtZRPe6PnXwL3eJFJ0TFFna_Xzcj8CeNK1TGRRblX5Ae_VyCY8DynlCeR4WmcldaBC2apxNpUjKoF-mwoA" target="_blank" rel="noreferrer noopener">recomendações</a> da <a href="https://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.neuropediatria.pt%2F%3Ffbclid%3DIwZXh0bgNhZW0CMTAAAR21AbvYQIgXrXaYWtDJ0GLse_PcLMEZGF6dy3fSiaE83DbRKop_FbxQ0Hg_aem_4ZekcYMmW6Az4TqSzVfz5Q&amp;h=AT2eaG1Jaotz9YHemcP9vVhMhYI7IFswmEvZLNpe4C12BGuZqqFsCtskGMxdLTia0v54c7alXK6tqzsMjvbF_jfWlcihmvBCNtCOTUFFZK69SCkcFkYRoka_y6212L2yjMnG6SwE9vkfIXSBHSKz0A" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sociedade Portuguesa de Neuropediatria</a>, pondo em causa a saúde das crianças e jovens.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Escola: um espaço seguro e saudável</strong></h2>



<p>Se a escola deve promover campanhas de sensibilização? Sim!&nbsp;</p>



<p>Se pode alertar para os perigos da internet? Sim!&nbsp;</p>



<p>Se deve ensinar a fazer pesquisas em computadores? Sim!&nbsp;</p>



<p>Se os <em>smartphones</em> devem fazer parte do espaço escolar? Não!&nbsp;</p>



<p>A escola não deve fazer parte do <a href="https://simplyflow.pt/as-consequencias-da-adicao-as-tecnologias/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">problema</a>, mas ser um local seguro onde está garantida a privacidade das crianças e jovens, onde se promove o seu bem-estar físico mental e social e onde podem brincar, socializar e aprender livres de dependências digitais. Esse é um direito das crianças e dos jovens, e um dever das escolas.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-AFw50' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div><br></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ecrãs e Crianças: Como proteger o desenvolvimento dos mais pequenos</title>
		<link>https://simplyflow.pt/ecras-e-criancas-como-proteger-o-desenvolvimento-dos-mais-pequenos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Proença dos Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Dec 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Ecrãs]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Proença dos Santos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, os ecrãs fazem parte da nossa rotina, mas será que conhecemos os impactos que têm nas crianças?</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/ecras-e-criancas-como-proteger-o-desenvolvimento-dos-mais-pequenos/">Ecrãs e Crianças: Como proteger o desenvolvimento dos mais pequenos</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, os ecrãs fazem parte da nossa rotina, mas será que conhecemos os impactos que têm nas crianças? A <a href="https://neuropediatria.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sociedade Portuguesa de Neuropediatria</a> (SPN) lançou um alerta: <strong>os dispositivos digitais, como telemóveis e tablets, devem ser usados com extrema moderação</strong> nas idades mais jovens. Afinal, o uso excessivo pode prejudicar o neurodesenvolvimento, o comportamento e até as competências sociais e físicas dos mais pequenos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os perigos de um “entretenimento fácil”</strong></h2>



<p>Enquanto neuropediatra e membro da Direção da SPN, tenho assistido na minha prática clínica que os ecrãs táteis, ao contrário da televisão ou dos primeiros computadores, criam uma exposição contínua a estímulos. As crianças levam o telemóvel para todo o lado: no carro, à mesa do restaurante ou até a caminho da escola. Isso compromete o desenvolvimento neurológico, porque estão habituadas a uma &#8216;dopamina fácil&#8217; e não aprendem a lidar com o aborrecimento, frustração ou a lutar para conquistar objetivos mais difíceis.</p>



<p>Este impacto estende-se a todas as áreas do Neurodesenvolvimento infantil:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Desenvolvimento motor:</strong> Crianças que passam muito tempo em ecrãs podem ter dificuldades em tarefas motoras simples como jogar à bola, andar de bicicleta, escrever, recortar ou pintar;</li>



<li><strong>Linguagem:</strong> Em vez de aprenderem a comunicar com os pais e colegas, muitas crianças reproduzem palavras em inglês ou brasileiro, retiradas de vídeos ou aplicações. Estas alterações acentuam traços de isolamento social e dificultam o estabelecimento de vínculos e criação de empatia;</li>



<li><strong>Comportamento:</strong> Os pais que recorrem ao tablet para gerir birras acabam por reforçar a incapacidade de lidar com frustrações, algo essencial para o desenvolvimento emocional, perdendo a necessária figura de autoridade.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Recomendações da SPN: Menos é mais</strong></h2>



<p>A <a href="https://neuropediatria.pt/wp-content/uploads/Recomendacoes-SPNP-ecras-e-tecnologia-digital-2.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SPN deixa orientações claras baseadas na revisão da literatura para ajudar as famílias a regular o uso de tecnologia nas diferentes idades</a>:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-FRwKT' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Até aos 3 anos:</strong> Evitar completamente os ecrãs, com exceção de videochamadas. Televisão limitada a 30 minutos por dia;</li>



<li><strong>Dos 4 aos 6 anos:</strong> Máximo de 30 minutos diários, sempre sob supervisão de um adulto;</li>



<li><strong>Dos 7 aos 11 anos:</strong> Não mais do que uma hora por dia, com controlo parental. Reforçar atividades saudáveis como exercício físico e leitura;</li>



<li><strong>Dos 12 aos 18 anos:</strong> O tempo de ecrã pode aumentar gradualmente, mas nunca ultrapassando duas horas diárias até aos 15 anos, ou três horas entre os 16 e os 18 anos.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>À mesa, sem ecrãs</strong></h2>



<p>Um momento especial como as refeições deve ser partilhado, não passado a olhar para um telemóvel. <em>“A mesa é um espaço de interação social, onde se criam memórias e partilhas. Quando damos um tablet a uma criança, estamos a excluí-la desses momentos.”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cuidar hoje, proteger o futuro</strong></h2>



<p>Assim, sublinhamos que <strong>limitar o uso de ecrãs não é apenas uma medida de proteção imediata, mas, sim, um investimento no futuro das crianças</strong>. Tal como já olhamos com repulsa para práticas que eram comuns há 50 anos, como dar álcool às crianças, daqui a algumas décadas, o uso excessivo de dispositivos digitais será visto com os mesmos olhos.</p>



<p>O aumento da prevalência e gravidade de patologias como a Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção, Autismo, Dificuldades de aprendizagem, alterações de comportamento está estreitamente relacionada com a utilização destas tecnologias.</p>



<p>Cuidar das crianças significa ajudá-las a desenvolverem-se de forma equilibrada e saudável. Afinal, o melhor presente que lhes podemos dar é a possibilidade de explorarem o mundo com as suas próprias mãos e imaginação.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-FRwKT' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<title>Estratégias para sobreviver neste novo mundo tecnológico</title>
		<link>https://simplyflow.pt/estrategias-para-sobreviver-neste-novo-mundo-tecnologico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia Pinote Bernardes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Sep 2023 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[novas tecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Sónia Pinote Bernardes]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A velocidade com que as novas tecnologias nos rodeiam força-nos de forma inconsciente a estar, a ser e a fazer. O excesso de informação produz uma fome de saber e de múltiplos estímulos que exigem de cada um novas estratégias de autorregulação.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quantos dias acorda já com vários pensamentos e preocupações? Tem o hábito de pegar no telemóvel mesmo antes de se levantar da cama? Tem consciência do que sente ao ver e ouvir tudo o que recebe de informações de marcas, vidas privadas e percursos profissionais? Teremos consciência do impacto de todos estes conteúdos na nossa saúde mental? Consegue perceber a tristeza? A alegria? A satisfação e/ou a insatisfação? O rancor? A empatia? A ansiedade que podem causar?</strong> </p>



<p>Nas suas rotinas, quando sai de casa, está mais ligada/o ao mundo exterior ou consegue parar e organizar o seu dia? É uma pessoa que mantém a sua atenção no passado, no futuro ou consegue viver no seu presente?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como se sente com as novas tecnologias? A emergência da inteligência artificial? Já parou para pensar? São uma ameaça ou um desafio?&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>Face a estas questões não existem respostas certas, “receitas únicas” para o </strong><a href="https://simplyflow.pt/o-stress-existe-o-problema-e-como-lidamos-com-ele/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>bem-estar</strong></a><strong> de cada um, permita-se a ler as próximas linhas, retire o que lhe fizer sentido e encontre “o seu tamanho” para se adaptar a este novo mundo.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O mundo está diferente. A rapidez com que se vive parece diferente.&nbsp;</strong></h2>



<p>Só quando nos permitimos parar, ou como a Fátima reforça no título do seu livro “<a href="https://www.wook.pt/livro/simply-flow-atreve-te-a-abrandar-fatima-lopes/28427053" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Atreve-te a abrandar</a>”, é que nos apercebemos da velocidade com que estamos a viver atualmente. Um mundo em constante mudança, imprevisível que afeta as nossas vidas sem darmos conta, que <strong>requer estratégias cognitivas e comportamentais para nos adaptarmos de forma saudável</strong>.</p>



<p>Parece algo recente, mas não, desde 1990 que existe o conceito “VUCA” forjado para cenários de guerra de grande imprevisibilidade, no final da guerra fria. Este acrónimo surge das várias estratégias que as forças armadas adquiriram perante a Volatility (Volatilidade), Uncertainty (incerteza), complexity (complexidade) e ambiguity (ambiguidade) das forças inimigas. Na nossa vida podemos estar perante um cenário semelhante sem nos darmos conta.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A velocidade com que as novas tecnologias nos rodeiam força-nos de forma inconsciente a estar, a ser e a fazer. O excesso de informação produz uma fome de saber e de múltiplos estímulos que exigem de cada um novas estratégias de autorregulação.</strong></h2>



<p>Surge neste contexto digital, acelerado pela pandemia, um novo acrónimo BANI, criado por um antropólogo norte-americano Jamais Cascio. Perante tantas mudanças esta sigla refere-se ao novo mundo. Brittle (Frágil), Anxious (Ansioso), Nonlinear (não linear) e Incomprehensible (incompreensível).</p>



<p>Como psicóloga, alerto para a <strong>necessidade de cada um trabalhar uma nova consciência sobre este “novo mundo” e deste modo tornar mais fácil o processo de adaptação</strong>.</p>



<p>A qualquer momento, a ansiedade surge como uma emoção normal e que, cada vez mais, deve ser respeitada e gerida como tal. A necessidade de <strong>planear</strong> a curto/médio prazo perante a incerteza e a <strong>forma como gerimos a informação e a literacia </strong>podem ser grandes ferramentas a ter no bolso. Ou seja, para sobreviver ao novo dia-a-dia podemos, em primeiro lugar, <strong>aumentar o nível de autoconsciência individual e relacional</strong>. Num segundo momento, podemos <strong>treinar a nossa atitude perante os problemas</strong> e encarar os mesmos como desafios e não como ameaças. Finalmente, não ter medo perante o incerto e atrevermo-nos a experimentar, treinando assim a <strong>agilidade</strong> e a <strong>flexibilidade mental e comportamental</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-center is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong><em>Não tenhas medo e sorri para a vida te sorrir.”</em></strong></p>
</blockquote>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-u8HwC' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Perante estas mudanças, <strong>a minha proposta é aprender sem medos</strong>. Nunca foi tão necessário <strong>não recear errar</strong>! Tentem e voltem a tentar sem medo de serem julgados e criticados.<strong> Ao errar podemos ter consciência do que não queremos e que o caminho a levar não é aquele … não existe problema em recuar ou mudar de direção.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É preciso encontrar harmonia neste novo mundo.&nbsp;</strong></h2>



<p>Sugiro também <strong>investir no conhecimento tecnológico</strong>, não ter receio, aqui falo para as pessoas para quem as novas tecnologias ainda causam algum medo e assustam. Dou como exemplo os robots de cozinha. Não substituem os tachos e as panelas das avós, mas são uma ajuda, numa atualidade onde as prioridades são diferentes. Isto não significa que as refeições sejam piores ou melhores, são simplesmente formas diferentes de chegar ao mesmo resultado.<strong> Sejamos honestos, complicámos as nossas vidas e ao mesmo tempo desenvolvemos instrumentos e ferramentas para a simplificar. E tudo com o mesmo objetivo: encontrar harmonia neste novo mundo.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estar preparado para o inesperado é fundamental.&nbsp;</strong></h2>



<p>Já pensaram que não controlamos a vida e nunca a controlámos? Neste novo mundo,esteja preparado para o inesperado. Para tal, <strong>quanto melhor estivermos organizados nas nossas vidas, melhor nos vamos adaptar ao imprevisível.</strong> Mas, é preciso ter em atenção que<strong> organização não significa controlo, mas, sim, planeamento</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Contribuir para o bem-estar coletivo.&nbsp;</strong></h2>



<p>Outra estratégia que considero de excelência é estarmos em colaboração uns com os outros, construir redes sociais, relações sólidas, cultivar a família e amigos. É necessário estar em conexão com quem nos identificamos e gerar mais valor individual ao criar laços fortes com quem criamos empatia. <strong>Apesar de todos sermos diferentes todos podemos contribuir para o bem-estar coletivo.</strong> Aceitar esta diversidade também pode ser algo a trabalhar neste novo cenário de maior globalização.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Neste novo mundo, não deixe de se colocar em primeiro lugar.&nbsp;</strong></h2>



<p>Faça um planeamento da sua vida, pense no que quer atingir, com foco e determinação, foque-se nos seus valores, nas suas crenças. <strong>Esta consciência pode ser das estratégias mais importantes para não perder o rumo neste mundo onde parece não existir limites e regras para o amanhã</strong>.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-u8HwC' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<title>Educar para um uso da tecnologia mais positivo, construtivo e saudável</title>
		<link>https://simplyflow.pt/educar-para-um-uso-da-tecnologia-mais-positivo-construtivo-e-saudavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bárbara Ramos Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jun 2023 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Bárbara Ramos Dias]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Ecrãs]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este é um tema sobre o qual as opiniões se dividem. Afinal, devemos educar com ou sem tecnologia? Como em tudo na vida, há sempre vantagens e desvantagens para ambas as opções. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Este é um tema sobre o qual as opiniões se dividem. Afinal, devemos educar com ou sem tecnologia? Como em tudo na vida, há sempre vantagens e desvantagens para ambas as opções. Vejamos quais. </strong></p>



<p>Uns são a favor do uso da tecnologia e vêm-na como um forma de culturização, outros consideram-na uma fonte de discórdia e de ausência de convívio familiar e social. A Associação Americana Pediátrica, em 2014, defendeu que as <strong>crianças com menos de 2 anos não devem ter qualquer&nbsp; contato com nenhum aparelho eletrónico</strong>. E <strong>as com mais de 2 anos devem ter no máximo 2h</strong> de contato diário. O que está longe de ser a realidade em Portugal e no mundo inteiro!</p>



<p>A mesma organização diz que essas crianças correm maior risco de ser obesas agressivas e consumistas. A verdade é que ficam muito mais agressivos com os pais, passam horas em frente ao ecrã, isolam-se e até deixam de sair de casa. Há ainda estudos que indicam que <strong>o uso abusivo da tecnologia</strong> <strong>causa alterações cerebrais a nível da inteligência não verbal, bem como perda de memória espacial.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas será assim? Será que existe mesmo uma relação de causa-efeito?</strong></h2>



<p>O ideal é que possam usar as novas tecnologias porque elas fazem parte da nossa evolução e da nossa vida atual. No entanto, é importante que seja com conta, peso e medida. O que é que isto quer dizer? Que o uso da tecnologia deve ser intercalado com outras atividades que os mantenham afastados dos ecrãs, tal como, por exemplo, saltar à corda, desenhar, correr, surfar, ir ao parque, andar de patins, jogar às cartas, jogar a jogos de tabuleiro com os pais, etc.. E, como nunca é demais reforçar, atividades em família, além de serem divertidas, consolidam a relação de confiança entre todos os membros desse clã familiar.&nbsp;</p>



<p><strong>Uma curiosidade, que tenho reparado em consultório, é que o QI dos adolescentes está mais elevado em relação à média do que na nossa geração.</strong> Na nossa geração a média seria entre o intervalo 90/100, agora é no intervalo 120/130 para um grande número de adolescentes. O que quer dizer que a nível cognitivo trará algum desembaraço cerebral.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O engraçado é que não queremos que passem tantas horas agarrados aos ecrãs, mas a verdade é que a culpa é nossa!&#8230;</strong></h2>



<p>Não gosto muito de culpabilizações, nem de rótulos, mas vejamos: <strong>eles gritam e nós, como estamos cansados, damos o tablet para se entreterem; eles não comem e nós colocamos o tablet à frente para que comam tudo; para evitar birras no restaurante colocamos logo o tablet na sua frente</strong>… Na <a href="https://simplyflow.pt/guia-de-confinamento-para-pais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pandemia</a>, as novas tecnologias foram a solução para que muitos pais conseguissem trabalhar. Então, eles aprenderam o que nós ensinámos. E agora o que fazer? <strong>Relembrar como é bom desenhar, correr, rir, jogar cartas, passear, saborear a natureza, brincar na rua, saltar etc.</strong></p>



<p>Ensinamos os miúdos a usar bem os talheres, a terem as ditas regras de etiqueta, a atravessar a estrada, <strong>temos também de os&nbsp; ensinar a usar a Internet em segurança, com limites e regras muito bem definidas</strong>. Alertando para todos os perigos e dando alternativas aos jogos, aos vídeos do YouTube, ao scroll infinito no TikTok.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O problema não são as redes sociais ou os ecrãs, o desafio é o uso ou abuso que permitimos que as nossas crianças façam deles.&nbsp;</strong></h2>



<p>Sempre que essa utilização é excessiva existem inúmeras competências, habilidades e vivências essenciais para o saudável desenvolvimento da criança, que ficarão altamente comprometidas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual o impacto do uso excessivo de redes sociais nas crianças?&nbsp;</strong></h2>



<p>O abuso de redes sociais por parte das crianças e dos jovens, podem influenciar diretamente o seu dia-a-dia. Aqui ficam alguns exemplos do que lhes é “roubado” pelo uso excessivo das tecnologias:&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Tempo para brincar;</li>



<li>Diminuição do rendimento escolar;</li>



<li>Qualidade do <a href="https://simplyflow.pt/o-que-fazer-para-que-o-meu-filho-se-deite-cedo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sono</a>;</li>



<li>Novas experiências;</li>



<li>Criatividade e imaginação;</li>



<li>Tempo com a família e amigos;</li>



<li>Contacto&nbsp;com&nbsp;a&nbsp;Natureza;</li>



<li>Estímulos sensoriais e motores;</li>



<li>Capacidade de foco e concentração;</li>



<li>Oportunidade de lidar com frustrações;</li>



<li>Habilidades socioemocionais.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>10 Sinais de alerta para dependência dos ecrãs</strong></h2>



<p>É muito importante que os pais estejam alerta e consigam identificar os sinais do abuso de tecnologia:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-HrTO2' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Alteração no sono;</li>



<li>Mudanças de humor repentinas;</li>



<li>Ansiedade e preocupação constante;</li>



<li>Exponencial agressividade;</li>



<li>Desinteresse noutras atividades;</li>



<li>Queda do rendimento escolar;</li>



<li>Impaciência exacerbada;</li>



<li>Irritabilidade constante e agitação interna;</li>



<li>Alteração comportamento geral;</li>



<li>Alteração na alimentação (não comem para não parar o que estão a fazer).<strong>&nbsp;</strong></li>
</ol>



<p>Então, como podem os pais fazer frente à dependência das novas tecnologias?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3 Dicas para não existir abuso de tecnologias:</strong></h2>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Se eles são o nosso espelho e se queremos que não abusem, temos de ser os primeiros a não o fazer</strong>;</li>



<li><strong>Definam as regras em conjunto e estabeleçam </strong><a href="https://www.facebook.com/barbararamosdias.pt/posts/pfbid02zY6CwhSZ1e1Mo3Z6GaMtfEHKxYM5goCECuqirXSXJeVwtzzFR3yqasT4g5ceea2Ml" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>incentivos</strong></a> (não financeiros, com atividades, jogos para fazerem em família);</li>



<li>Sejam firmes, é natural que eles testem os limites, também já tivemos a idade deles e fizemos o mesmo. <strong>Cabe-nos ser firmes, manter regras e limites, sempre com muito amor e pepitas de alegria</strong>.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A verdade é que muitos pais têm medo de tirar os telemóveis aos filhos. Mas, isso não deverá acontecer, pois eles sentem as nossas inseguranças!</strong></h2>



<p>Ser mãe/pai chato é <strong>saber dizer “não” ao abuso de redes sociais</strong>.</p>



<p>Alguns pais dizem-me coisas como: “Ela vai morrer sem telemóvel”; “Se lhe tiro o telemóvel, ele agarra-o com força e fica agressivo”. Mas após serem firmes, o comportamento dos miúdos muda. E aparecem os pais a dizer: “Obrigada, nunca pensei que ele sobrevivesse sem telefone. Afinal os adolescentes conseguem viver sem tecnologia, vou avisar os outros pais”.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É possível viver sem tablet, telefone, playstation, e jogos! Pelo menos umas férias ou umas horas.&nbsp;</strong></h2>



<p>Por outro lado, os miúdos partilham comigo que no início foi difícil. Só lhes apetecia partir tudo (como acontece na ressaca de outra qualquer dependência). Mas, <strong>com o passar do tempo, voltaram a fazer coisas que já não faziam há muito tempo como: passear com a família, desenhar, ler, jogar jogos de tabuleiro, fazer puzzles, brincar com os mais novos, escrever</strong>, etc.. E os pais ainda partilham que <strong>os miúdos voltam a ser mais companheiros, brincalhões, voltam a partilhar mais tempo com a família e a serem mais amigos, doces, meigos e sem agressividade</strong>. Parece até que recuperaram os abraços e beijinhos dos filhos, o que é tão bonito.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Proibir não é solução!&nbsp;</strong></h2>



<p>Lembra-se que o fruto proibido é o mais apetecido! Então, opte por dar o exemplo. Partilhe com o(s) seu(s) filho(s) as histórias da sua adolescência. Conte-lhe o que fazia na altura, quais as atividades a que se dedicava. É também importante reforçar que <strong>cada família tem as suas regras</strong>, as suas vivências, a sua cultura, e, por isso, não há certo nem errado. <strong>Tudo está certo! Estamos sempre a aprender.</strong> Se errarmos, não faz mal, temos a vida toda para aprender a fazer cada vez melhor.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-HrTO2' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<item>
		<title>O futuro ao virar da esquina</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-futuro-ao-virar-da-esquina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2022 14:45:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[Automação residencial]]></category>
		<category><![CDATA[Domótica]]></category>
		<category><![CDATA[fátima lopes]]></category>
		<category><![CDATA[ONLY - Smart Buildings]]></category>
		<category><![CDATA[Smart Home]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para a minha casa, que tem uma instalação elétrica convencional, foram-me apresentadas soluções que me agradaram e foi assim que a domótica entrou na vida da minha família.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-futuro-ao-virar-da-esquina/">O futuro ao virar da esquina</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Sempre acreditei que a tecnologia deveria ser usada em prol do nosso bem-estar, na sustentabilidade e na eficiência energética, contribuindo assim para um planeta mais saudável. Foi em conversa com um amigo, conhecedor das melhores soluções tecnológicas, que conheci uma marca de produção 100% nacional, da qual vale a pena falar.&nbsp;</strong></p>



<p>Enquanto trocávamos ideias sobre decoração e remodelação de casas, surgiu em conversa a marca ONLY &#8211; Smart Buildings. Isto porque o meu objetivo sempre foi aumentar o conforto e a segurança da minha casa, dois aspectos cada vez mais fundamentais para grande parte das famílias no pós-pandemia. Assim, após algumas pesquisas, foi na marca ONLY &#8211; Smart Buildings que encontrei exatamente aquilo que procurava. Como privilegio as marcas nacionais, a decisão foi fácil.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7219-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-18365" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7219-1024x683.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7219-300x200.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7219-768x512.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7219-1536x1024.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7219-460x307.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7219-160x107.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7219-320x213.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7219-480x320.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7219-640x427.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7219-960x640.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7219-1120x746.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7219.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Para além de assegurar a versatilidade a nível de design, a ONLY permite também uma eficiência energética, que muito valorizo, indo ao encontro da minha preocupação com as&nbsp; questões de poupança e protecção do ambiente.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Desde o primeiro contato com as soluções ONLY que senti que era exatamente aquilo que eu queria para a minha casa.</strong></h2>



<p>Situada em Braga, a ONLY é a materialização tecnológica dos edifícios inteligentes do futuro, através de soluções integradas de automação, de última geração. Uma marca que assenta em valores como a sustentabilidade económica, ambiental e social. Para a minha casa, que tem uma instalação elétrica convencional, foram-me apresentadas soluções que me agradaram e foi assim que a domótica entrou na vida da minha família.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7407-1024x683.jpg" alt="ONLY - Smart Buildings" class="wp-image-18364" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7407-1024x683.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7407-300x200.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7407-768x512.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7407-1536x1024.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7407-460x307.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7407-160x107.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7407-320x213.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7407-480x320.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7407-640x427.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7407-960x640.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7407-1120x746.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7407.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Soluções de automação para edifícios inteligentes, com produção 100% nacional&nbsp;</strong></h2>



<p>As soluções ONLY que tenho em casa controlam toda a iluminação nos diversos compartimentos, o sistema de áudio e a climatização. Ou seja, posso criar cenários para acender ou apagar as luzes a uma hora específica, ligar ou desligar a música ambiente em determinadas zonas da casa e ainda aquecer no Inverno ou arrefecer no Verão a casa, controlando a temperatura que pretendo. Resumindo, quando chego a casa, tenho o ambiente que desejo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Já comprovei que a domótica nos permite executar tarefas muito simples de forma automatizada, minimizando erros e desperdícios!</strong></h2>



<p>Optei por escolher painéis personalizados para algumas zonas da casa porque facilitam a leitura da ação, tanto para mim, como para familiares e convidados. No entanto, também escolhi painéis Wave, onde sei exatamente que gestos tenho que fazer com as mãos, para desencadear as ações que pretendo.&nbsp;</p>



<p>Sendo eu apaixonada por cozinhar, os painéis Wave são fabulosos porque me permitem interagir sem ser necessário o contacto físico. Ou seja, é através da forma como movemos as mãos em frente do painel que desencadeia a ação: acenar para cima, para baixo, para a esquerda ou para a direita. É realmente muito prático para zonas particularmente sujeitas à propagação de sujidade e/ou bactérias, como acontecia com os interruptores tradicionais, nas cozinhas e nas casas de banho.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7507-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-18362" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7507-1024x683.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7507-300x200.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7507-768x512.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7507-1536x1024.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7507-460x307.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7507-160x107.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7507-320x213.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7507-480x320.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7507-640x427.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7507-960x640.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7507-1120x746.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7507.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7484-Edit-1024x683.jpg" alt="ONLY - Smart Buildings" class="wp-image-18363" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7484-Edit-1024x683.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7484-Edit-300x200.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7484-Edit-768x512.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7484-Edit-1536x1024.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7484-Edit-460x307.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7484-Edit-160x107.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7484-Edit-320x213.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7484-Edit-480x320.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7484-Edit-640x427.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7484-Edit-960x640.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7484-Edit-1120x746.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7484-Edit.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Automação residencial &#8211; Atuar sem toque</strong></h2>



<p>Cada gesto pode resultar numa ação simples como: desligar todos os sistemas de iluminação, abrir todas as persianas com apenas um gesto, ou uma ação mais elaborada como controlar o volume de som de um espaço, rodando a ponta do indicador na frente do ONLY Wave.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Já adorava chegar a casa, mas agora é melhor ainda!</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-8cv1R' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Vivo sempre numa roda viva de trabalho e viagens e a vida acaba por se tornar complicada para gerir à distância tudo o que pretendo. Graças à ONLY, consigo ter plena noção de como está a minha casa e de como a vou encontrar quando regressar. Mesmo estando fora, tenho acesso a tudo o que acontece em minha casa, em tempo real e consigo controlá-la através do telemóvel.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7534-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-18361" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7534-1024x683.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7534-300x200.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7534-768x512.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7534-1536x1024.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7534-460x307.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7534-160x107.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7534-320x213.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7534-480x320.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7534-640x427.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7534-960x640.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7534-1120x746.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/09/O34A7534.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Reinventar a tecnologia de automação tendo em conta a pegada ecológica</strong></h2>



<p>As casas do futuro deverão passar a reunir a comodidade e sustentabilidade com as tendências tecnológicas, visto que, num futuro breve, os painéis solares e a automação residencial farão parte de uma grande parte das casas portuguesas. Por isso, o foco da ONLY está agora voltado para a redução da pegada ecológica, com o investimento em energia solar, respeitando os princípios da eficiência energética solar e da economia circular e garantindo recursos para as próximas gerações. O que era resíduo passa a ser recurso, diminuindo o impacto ambiental, na otimização da conceção de um produto, também ele sustentável, pela sua fiabilidade e durabilidade.&nbsp;</p>



<p class="has-small-font-size"><strong>Notas: </strong></p>



<p class="has-small-font-size">&#8211; Texto patrocinado por <a href="https://www.only-smartbuildings.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ONLY Smart Buildings</a></p>



<p class="has-small-font-size">&#8211; Fotografias por Adriano Ferreira Borges </p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-8cv1R' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>A tecnologia no fomento da leitura nas crianças</title>
		<link>https://simplyflow.pt/a-tecnologia-no-fomento-da-leitura-nas-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Viegas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Dec 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LAZER]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Viegas]]></category>
		<category><![CDATA[audiobooks]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Ebooks]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já pensou que em vez de estar no telemóvel a consumir passivamente conteúdo maioritariamente desinteressante nas redes sociais podia estar na mesma no telemóvel mas a consumir um livro extremamente interessante?</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/a-tecnologia-no-fomento-da-leitura-nas-criancas/">A tecnologia no fomento da leitura nas crianças</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A tecnologia é presença constante no nosso quotidiano. Telemóvel e computador, mesmo que portátil ou </strong><strong><em>tablet</em></strong><strong>, tornaram-se instrumentos indispensáveis à nossa rotina. Por muito que queiramos reduzir a nossa exposição aos ecrãs e optar por um minimalismo digital, é certo e sabido que mais tarde ou mais cedo estamos lá caídos. Então, se assim é, porque não tornar a tecnologia nossa aliada?</strong></p>



<p>Pô-la de parte é recusar a evolução do tempo. Aceitemos que veio para ficar e que a tendência é estar cada vez mais presente no nosso dia-a-dia. Sirvamo-nos dela em nosso proveito (e não permitamos o contrário).</p>



<p>Já pensou que em vez de estar no telemóvel a consumir passivamente conteúdo maioritariamente desinteressante nas redes sociais podia estar na mesma no telemóvel mas a consumir um livro extremamente interessante?&nbsp; «Ó, Ana, eu ainda sou do tempo em que os livros eram em papel», oiço-o a argumentar. «Pois», respondo-lhe eu, «e isso é recusar a evolução do tempo».</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tal como tudo evolui, também o livro e, consequentemente, as experiências de leitura evoluem.</strong></h2>



<p>O livro nunca deixou e nunca deixará de ser em papel. Aliás, tenho para mim que continuará a ser o formato mais vendido (em circunstâncias normais).</p>



<p>Não obstante, a existência de um formato tradicional de sucesso não é impedimento para o surgimento de novos formatos, os quais <strong>acompanham a evolução tecnológica e dão resposta às novas necessidades dos leitores atuais.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os </strong><strong><em>ebooks</em></strong><strong> e os </strong><strong><em>audiobooks</em></strong><strong> são disso exemplo.</strong></h2>



<p><strong>Um </strong><strong><em>ebook</em></strong><strong> é um livro digital, que pode ser lido num </strong><strong><em>e-reader</em></strong>, um leitor de livros digitais, como o Kindle ou o Kobo, <strong>ou num telemóvel, </strong><strong><em>tablet</em></strong><strong>, portátil ou </strong><strong><em>desktop</em></strong> através de uma aplicação para leitura de livros digitais, com a Kindle ou a Kobo Books, entre muitas outras.&nbsp;</p>



<p>O processo é muito simples. Basta comprar o <em>ebook</em> e abri-lo diretamente no <em>e-reader</em> ou na aplicação. Depois, é pegar numa caneca de chá fumegante e numa manta quentinha e recostar-se a ler. Simples, certo?</p>



<p>Já <strong>o </strong><strong><em>audiobook</em></strong><strong> é um livro em áudio, que pode ser ouvido em qualquer telemóvel, ipod, computador ou mesmo rádio (inclusive o do carro)</strong>, seja diretamente, seja através de uma aplicação, seja através de um dispositivo externo.</p>



<p>Aqui, o processo é igualmente fácil. Basta comprar o <em>audiobook</em> e abri-lo ou diretamente ou através de uma aplicação, tanto no telemóvel como no computador. Também pode ouvi-lo inserindo uma <em>pen drive</em> ou cabo USB no rádio. Em seguida, é dar uma caminhada relaxante ou conduzir descontraidamente enquanto ouve a narração da história, muitas vezes pela voz do próprio autor. Fácil, não é?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sabe aquela pausa que pede uma cusquice nas redes sociais? Esqueça. Leia o <em>ebook</em>. Oiça o <em>audiobook</em>. </strong></h2>



<p>Não tem a desculpa de se ter esquecido do livro em casa. Ele (e outros tantos) anda sempre consigo e não pesa nada.</p>



<p><strong>Se tem 10 minutos para andar nas redes sociais, tem 10 minutos para ler.</strong> Como o vai fazer (em papel, no ecrã, em áudio) é que fica ao seu critério.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O mesmo se aplica às nossas crianças.</strong></h2>



<p>Lembra-se de eu ter referido que por muito que tentemos não andar agarrados à tecnologia, acabamos sempre lá? Pois é, e <strong>as nossas crianças estão a ver-nos</strong>. E como somos o seu exemplo, <strong>querem ser como nós</strong>. Por isso, <strong>imitam-nos</strong>. 1 + 1 = 2.</p>



<p>Se andamos sempre com o telemóvel nas mãos, vão querer pegar no nosso telemóvel. Se estamos sempre em frente ao computador, vão querer ver o que aparece no ecrã. Se andamos sempre de fones nos ouvidos, vão querer metê-los nos seus ouvidos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A fórmula é a mesma. Tornemos a tecnologia nossa aliada. </strong></h2>



<p>De nada serve proibi-la e estar constantemente a usá-la à sua frente. A cartada «eu sou adulto e já posso; tu és criança e ainda não podes» não pode ser usada indiscriminadamente. Isso só nos descredibilizaria.</p>



<p>Sejamos inteligentes!</p>



<p>Já que as nossas crianças querem pegar no nosso telemóvel ou <em>tablet</em> para ver as coisas a mexer enquanto deslizam os dedos pelo ecrã, <strong>porque não abrir um <em>ebook</em>, ler em conjunto, fazer <em>zoom</em> nas imagens, escrever anotações virtuais, consultar o significado de palavras e deixar que vejam as páginas virar virtualmente enquanto tocam nos cantos do ecrã?</strong></p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-SbjX8' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Se as nossas crianças querem experimentar os nossos fones, <strong>porque não pôr a soar um </strong><strong><em>audiobook</em></strong><strong> com as luzes apagadas</strong>, para imaginar em conjunto as feições das personagens, as características dos espaços, o desenrolar dos acontecimentos? <strong>E que tal ouvir um </strong><strong><em>audiobook</em></strong><strong> no carro ou nos transportes públicos, por exemplo a caminho da escola ou num passeio em família</strong>, comentando o que está a acontecer?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estas diferentes experiências de leitura são bastante dinâmicas! Uma não suplanta a outra; antes, complementam-se.</strong></h2>



<p>Tal como nada substitui o papel, também nada substitui o ecrã ou o som. O surgimento de diferentes formatos do livro é simplesmente a leitura a acompanhar a evolução tecnológica e as novas necessidades dos leitores atuais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sirvamo-nos, então, da tecnologia em nosso proveito e usemo-la para incentivar o hábito da leitura junto das nossas crianças!</strong></h2>



<p>Para o ajudar nesta missão, decidi dar-lhe um incentivo adicional! Aproveite 20% de desconto em TODOS os <em>ebooks</em> e áudio livros da livraria <em>online</em> <a href="https://calonodedo.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Calo no Dedo</a>! Como? Basta ir à livraria, comprar tantos <em>ebooks</em> e áudio livros quantos quiser e introduzir o código «tecnologiaaliada» no <em>checkout,</em> até às 23:59 GMT do dia 12/12. Depois, ficam disponíveis na sua área membro e é só lê-los ou ouvi-los como preferir.</p>



<p><strong>Chegou o momento de tornar a tecnologia na sua aliada no fomento da <a href="https://simplyflow.pt/como-pode-a-leitura-fomentar-a-saude-mental-de-criancas-e-jovens/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">leitura</a> junto das suas crianças!</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-SbjX8' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como gerir o uso da tecnologia?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-gerir-o-uso-da-tecnologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Inês Afonso Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Mar 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[confinamento]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Inês Afonso Marques]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Abaixo as amas tecnológicas! Em contexto de pandemia, com escola em casa, pais em teletrabalho e dever de confinamento, esta afirmação pode parecer uma miragem. Não tem de ser e eu explico-lhe porquê.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Abaixo as amas tecnológicas! Em contexto de pandemia, com escola em casa, pais em teletrabalho e dever de confinamento, esta afirmação pode parecer uma miragem. Não tem de ser e eu explico-lhe porquê.</strong></p>



<p>Por defeito, as recomendações a propósito do tempo de ecrãs por faixa etária são:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>abaixo dos 18 meses </strong>&#8211; limitar ao máximo o uso de monitores;</li><li><strong>entre os 18 e os 24 meses</strong> &#8211; escolher programas de elevada qualidade educativa e acompanhar os filhos para os ajudar a compreender aquilo que estão a visualizar;</li><li><strong>dos 2 aos 5 anos</strong> – não exceder 1 hora por dia, devendo haver o acompanhamento dos pais para possibilitar uma melhor compreensão dos conteúdos visualizados e uma adequada transposição para o mundo real;</li><li><strong>a partir dos 6 anos </strong>&#8211; limites consistentes quanto aos períodos de uso de tecnologia e quanto ao tipo de tecnologia usada.</li></ul>



<p>Como pode constatar, <strong>os ecrãs não são uma espécie com quem o contato é desaconselhado, com exceção das crianças mais pequenas</strong>. Aquilo que se pretende sempre é que haja <strong>um doseamento do uso, ajustado às idades e às necessidades das crianças</strong>.&nbsp;</p>



<p>O recurso à tecnologia, seja o computador, a televisão ou uma consola, por exemplo, pode funcionar como:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>um meio de aprendizagem, favorecendo a curiosidade e a descoberta;</li><li>uma forma de comunicação e aproximação (o uso que lhe temos dado, nos últimos meses, reforçando que distanciamento físico não é sinónimo de isolamento ou distanciamento emocional, comprova a sua utilidade neste capítulo);</li><li>uma forma de entretenimento (sabe-lhe bem um filme, de caneca de chá na mão e mantinha no sofá?);</li><li>uma forma de diversão (pais e filhos podem divertir-se enquanto jogam).</li></ul>



<p>Portanto, <strong>a tecnologia não constitui por si só, necessariamente, um problema</strong>. A questão reside na <strong>relação</strong> que com ela se estabelece, no <strong>tempo</strong> que se lhe dedica, na <strong>função</strong> que cumpre.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando é que começa a surgir o problema?</strong></h2>



<p><strong>Quando a tecnologia deixa de ser uma forma de qualquer coisa e passa a ser a única forma dessa qualquer coisa. </strong>As crianças podem aprender com recurso a conteúdos digitais, mas também precisam de ler, de ensaiar, de fazer experiências, de explorar o contexto, de usar os cinco sentidos para se descobrirem e descobrirem o mundo. As crianças podem comunicar por videochamada ou por email e SMS, mas precisam invariavelmente do toque e da proximidade física. As crianças e as famílias podem entreter-se e divertir-se com filmes e jogos na televisão, no computador e nas consolas, mas necessitam indubitavelmente de muitos outros estímulos, muitas outras brincadeiras e formas de estreitar laços em família.&nbsp;</p>



<p>O problema continua a crescer quando a tecnologia está tão presente na vida das crianças, adolescentes e família que o <strong>sedentarismo</strong> entra pela porta de casa; <strong>quando o movimento e a atividade física deixam de ser uma realidade</strong>. A propósito de atividade física, pela importância de que se reveste para o bem-estar global do ser humano, a <a href="https://www.aap.org/en-us/Pages/Default.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Academia Americana de Pediatria</a> divulgou recentemente um conjunto de recomendações associadas ao tempo de movimento a fomentar diariamente, por faixa etária:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>crianças até aos 3 anos</strong>: movimento físico várias vezes ao dia, através de brincadeiras interativas no chão;</li><li><strong>crianças entre os 3 e os 5 anos</strong>: 3 ou mais horas de atividade física todos os dias;</li><li><strong>entre os 6 e os 17 anos</strong>: uma hora de atividade diária.</li></ul>



<p><strong>O problema continua a crescer quando a tecnologia se transforma numa ama que hipnotiza crianças e que assegura aos pais que o barulho, a desarrumação e a sujidade não passam nas suas casas. </strong>Contudo, contextos com esta dinâmica aparentemente mais caótica são o reflexo de crianças envolvidas nas suas brincadeiras, a estimular a sua curiosidade, a aprender, a crescerem mais felizes e resilientes. <strong>Tudo se limpa e tudo se arruma.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“O meu filho não gosta de fazer mais nada.”</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-r7bDa' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Há também um mito que costuma entrar na equação desta relação com a tecnologia: “O meu filho não gosta de fazer mais nada”. <strong>É mito. </strong>As crianças e os adolescentes gostam de outras coisas: ler, desenhar, fazer teatros, jogar jogos de tabuleiro, fazer experiências, fazer construções, criar trabalhos manuais, dançar, cantar e ginasticar (quem é da minha geração neste momento, lembrou-se da Rua Sésamo), cozinhar. E reparem que estou a falar de atividades que tendencialmente fazemos dentro de casa; portanto, ajustadas ao nosso contexto mais atual. <strong>O não gostar ou não querer fazer mais nada, muitas vezes, decorre de não terem acesso a outros estímulos e, algumas vezes, à inacessibilidade da companhia dos pais para essas outras aventuras.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Abaixo as amas tecnológicas!</strong></h2>



<p>Um jogo de tabuleiro, em alternativa ao digital, é uma excelente plataforma para o desenvolvimento global da criança: nas dimensões cognitiva, emocional, social e também motora. Mas em casa é particularmente pela dimensão social que as crianças anseiam o jogo de tabuleiro, pela possibilidade de interação com os irmãos e os pais. Os jogos de tabuleiro implicam a partilha de regras entre todos os participantes, havendo diversos benefícios do ponto de vista social, como a capacidade de comunicar verbalmente, partilhar, esperar a vez, e apreciar a interação com outras pessoas. Este tipo de jogos constitui ainda uma oportunidade de aprender a respeitar e ajudar o adversário. Na dimensão emocional as potencialidades são imensas: o contacto com o orgulho e a felicidade da vitória, mas também com a frustração e zanga da derrota; a empatia pelo adversário e aquilo que ele por oposição a si, está a sentir. É precisamente por estes momentos de partilha e interação social, enquanto se divertem em jogos que as estimulam, que as crianças adoram jogos de tabuleiro.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas, posto isto, os jogos digitais devem ficar escondidos no fundo de uma gaveta?&nbsp;</strong></h2>



<p>Os jogos digitais permitem a estimulação de todas as competências cognitivas dos jogos de tabuleiro, mas com outras variáveis aliciantes. As crianças ficam fascinadas com a qualidade gráfica e com o realismo das imagens e dos sons, sentindo-se em quase permanente desafio. Onde tendencialmente “perdem”? Na vertente social. Isto porque os videojogos podem ser tendencialmente isolantes, limitam a (verdadeira) interação social dos mais novos e podem tornar-se viciantes. Eles adoram os jogos de tabuleiro exatamente porque estes permitem a presença e a interação com os adultos de referência. Assim, se houver bom senso nas escolhas dos jogos e no tempo de jogo, estes não precisam de ser enfiados no fundo da gaveta.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sujidade, barulho e desarrumação &#8211; Os pesadelos dos pais</strong></h2>



<p><em>“A minha mãe não me deixa fazer experiências porque acha que vou deixar tudo sujo.” “O meu pai diz que não tem paciência para jogar dominó, monopólio ou xadrez. Também não gosta dos meus puzzles, nem dos meus legos.” “Os meus pais nunca querem ver os teatros que preparo com a minha irmã e quando nos pomos a dançar dizem sempre para pararmos, porque a música os incomoda e porque os nossos saltos fazem barulho.”</em></p>



<p><strong>Se fizer as pazes com estes três aspetos – sujidade, barulho e desarrumação – seguramente poderá proporcionar mais alternativas para que o seu filho não passe tantas horas em frente aos ecrãs.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Palavra de ordem: presença.</strong></h2>



<p>Por fim,<strong> lembre-se de que o seu filho precisa da sua presença</strong>. Enquanto passam tempo de qualidade juntos, partilhando algumas <a href="https://simplyflow.pt/brincar-e-um-direito-das-criancas-todos-os-dias-do-ano/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">brincadeiras</a>, conhece melhor o seu filho, estreita laços emocionais com ele, e ajuda-o a desenvolver competências motoras, sociais, emocionais e cognitivas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas, afinal, como gerir o uso da tecnologia?</strong></h2>



<p>Mas e no presente, considerando a experiência muito particular que vivenciamos há cerca de um ano, como gerir o uso da tecnologia? Tudo o que escrevi até agora continua válido. Torna-se é essencial acrescentar uma aliada muito relevante: <strong>flexibilidade.</strong></p>



<p><strong>E flexibilidade porquê?</strong> Porque as famílias têm menos possibilidade de passar tempo no exterior, ao ar livre, ou noutros contextos como museus, bibliotecas, casas de familiares e/ou amigos, o que diminui o leque de alternativas para ocupar o tempo livre. Porque a escola de muitas crianças acontece em frente a um ecrã &#8211; o que esgota, logo à partida, o tempo de tecnologia considerado ajustado. Porque os pais estão em teletrabalho e também eles têm maior dificuldade em ser um modelo do uso da tecnologia (parecendo incongruente pedir aos filhos para desligarem os ecrãs, quando os pais estão em frente de um, mesmo que em registo de trabalho). Porque a produtividade dos pais em teletrabalho é seguramente menor. Porque do ponto de vista emocional é natural as emoções colocarem desafios adicionais (por exemplo, com a manifestação de irritabilidade e impaciência).&nbsp;</p>



<p><strong>Flexibilidade porque uma grande parte do nosso mundo e do nosso quotidiano se encontra de momento dentro do ecrã do computador (trabalho, escola, socialização, lazer, compras&#8230;) e, portanto, as regras do “antigamente” precisam de ser revistas e temporariamente flexibilizadas.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dicas para pais em teletrabalho e crianças com a escola em casa:</strong></h2>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Defina de forma consistente o seu horário de trabalho</strong> (e, se for possível, antecipe o seu horário de início para aproveitar o momento em que a sua “casa” ainda está a dormir, pois poderá aumentar a sua produtividade e diminuir o tempo que o seu filho o vê em frente ao computador);</li><li><strong>Programe várias pequenas pausas ao longo do dia que lhe permitam dar atenção plena aos seus filhos</strong>, mesmo que por vários períodos de apenas 10/15 minutos. Isso vai mantê-los mais tranquilos e mais satisfeitos.</li></ul>



<p></div>
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		<title>Serão as tecnologias amigas das crianças?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/serao-as-tecnologias-amigas-das-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hugo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Aug 2018 08:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatria]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje em dia vivemos rodeados de tecnologia e essa é a realidade em que as nossas&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Hoje em dia vivemos rodeados de tecnologia e essa é a realidade em que as nossas crianças nascem, crescem e se vão desenvolvendo. Por esse motivo, é fundamental tentar perceber de que forma se pode usufruir desse contacto, sem sofrer os (possíveis) prejuízos do seu uso abusivo.</span></p>
<p><b>Actualmente, o contacto das crianças com os chamados “ecrãs” (televisão, tablet, computador, smartphone) começa desde muito cedo. No entanto, é importante realçar que por volta dos 2 anos de idade, o cérebro atinge cerca de 80% do tamanho do adulto e aos 3 anos esse valor chega aos 90%, motivo pelo qual é fácil perceber que esse é um período crítico em que se deve tentar proporcionar às crianças os melhores e mais diversificados estímulos.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com base nessa preocupação, nos últimos anos tem surgido bastante investigação nesta área, de forma a tentar responder às seguintes questões:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; A partir de que idade é que as crianças devem contactar com os ecrãs?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Qual o tempo máximo por dia em que deve existir esse contacto?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para tentar responder a estas e outras perguntas, faz sentido tentar perceber quais são as principais vantagens e desvantagens do uso dos ecrãs por parte das crianças, de forma a que se possam tomar as decisões mais acertadas. Aqui ficam algumas reflexões:</span></p>
<h2><b>Benefícios do uso dos ecrãs por parte das crianças: </b></h2>
<h3><span style="font-weight: 400;">. </span><b>Favorecem a aprendizagem </b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Há efectivamente alguns jogos e aplicações interactivas que são muito interessantes e favorecem a aprendizagem de alguns conceitos. Outro exemplo é o contacto com línguas estrangeiras, que faz com que seja frequente crianças pequenas aprenderam a contar ou a identificar as cores em inglês, por exemplo. A grande vantagem é que esta aprendizagem se faz em momentos de diversão e lazer, o que acaba por ser muito mais natural e eficaz.</span></p>
<h3><b>. Estimulam o raciocínio e a memória </b></h3>
<p><b></b><span style="font-weight: 400;">Alguns jogos ajudam também a estimular a memória e o raciocínio lógico. Mais uma vez, sendo num contexto de brincadeira, torna-se tudo muito mais interessante para a criança.</span></p>
<h3><b>. Fonte de diversão e prazer </b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As novas tecnologias são uma fonte praticamente inesgotável de momentos de diversão. Por esse motivo, é fácil que as crianças gostem desse tipo de estímulos, embora seja imprescindível haver permanentemente um controlo parental sobre tudo a que elas têm acesso.</span></p>
<h2><b>Desvantagens do uso dos ecrãs por parte das crianças: </b></h2>
<h3><b>. Isolamento social</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos grandes problemas dos ecrãs é o facto de serem claramente anti-sociais. Não é raro ver em restaurantes e locais públicos famílias inteiras sentadas à mesma mesa e cada um a olhar para o seu ecrã, o que é um cenário muito pouco agradável de observar.</span></p>
<h3><b>. Perda da estimulação verbal </b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A linguagem verbal desenvolve-se essencialmente através do contacto com os outros. Numa primeira fase, as crianças aprendem a compreender ouvindo as outras pessoas a falar com elas. Posteriormente vão desenvolver a sua linguagem expressiva e o principal estímulo para que isso aconteça é a necessidade que sentem de se fazer entender também pelos outros.</span></p>
<h3><b>. Perda da estimulação da linguagem não verbal e interpretação de sentimentos</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A linguagem não verbal é um componente fundamental da comunicação. Saber interpretar nos outros aquilo que nos querem transmitir, mesmo sem palavras, é uma capacidade única dos seres humanos. Essa habilidade só se desenvolve através da interacção social, pelo que não há nenhum gadget que a consiga substituir.</span></p>
<h3><b>. Menor destreza motora </b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de nem sempre ser valorizado desta forma, o desenvolvimento motor é tão importante como o desenvolvimento cognitivo. Aliás, estão claramente implicados um no outro. Interagir com um ecrã limita o desenvolvimento das competências motoras, pelo que não é, nesta área, um tipo de estímulo muito adequado.</span></p>
<h3><b>. Menor coordenação mão-olho e orientação tridimensional </b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A nossa capacidade de nos organizarmos no espaço e de vivenciarmos tudo em três dimensões só se consegue contactando com a realidade que nos rodeia. Os ecrãs são estruturas planas e que não possuem profundidade (apresentam apenas duas dimensões), motivo pelo qual o seu abuso pode comprometer também este tipo de competências.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estes são apenas alguns aspectos a considerar. Certamente há outros que podem e devem ser considerados também. No entanto, com base nos pressupostos atrás explicados, gostaria de tentar responder às duas questões que aqui coloquei inicialmente e que eram as seguintes:</span></p>
<h2><b>A partir de que idade é que as crianças devem contactar com os ecrãs?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo as recomendações das principais Sociedades Científicas, os ecrãs devem ser evitados nos primeiros 2 anos de vida.</span></p>
<h2><b>Qual o tempo máximo por dia em que deve existir esse contacto?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de não ser consensual, pensa-se que na infância o tempo máximo diário seja cerca de 1 hora e na adolescência se estenda até às 2 horas.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-7560" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/08/miudos_tecnologia-2-1024x683.jpg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/08/miudos_tecnologia-2-1024x683.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/08/miudos_tecnologia-2-300x200.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/08/miudos_tecnologia-2-768x512.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/08/miudos_tecnologia-2-460x307.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/08/miudos_tecnologia-2-160x107.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/08/miudos_tecnologia-2-320x213.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/08/miudos_tecnologia-2-480x320.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/08/miudos_tecnologia-2-640x427.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/08/miudos_tecnologia-2-960x640.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2018/08/miudos_tecnologia-2-1120x747.jpg 1120w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em jeito de conclusão, gostava apenas de reforçar a ideia de que </span><b>as tecnologias vieram para ficar e nós só temos que aprender a usufruir delas de forma saudável</b><span style="font-weight: 400;">. Por esse motivo, devemos tentar usar permanentemente o nosso bom-senso, de forma a que as nossas crianças possam beneficiar do seu uso sem sofrer os prejuízos do seu abuso.</span></p>
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		<item>
		<title>Estão os telemóveis a prejudicar as relações amorosas?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/estao-os-telemoveis-a-prejudicar-as-relacoes-amorosas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Jun 2018 09:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Casais]]></category>
		<category><![CDATA[cláudia morais]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Amorosas]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por um lado, há cada vez mais histórias de amor que começaram com um pedido de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Por um lado, há cada vez mais histórias de amor que começaram com um pedido de amizade no Facebook, um match no Tinder ou uma troca de mensagens no Whatsapp. Por outro, há cada vez mais pessoas que se queixam porque a pessoa com quem vivem adormece e acorda agarrada ao telemóvel. E, pelo meio ainda ouço diariamente inúmeros casos de infidelidade que começaram ou foram descobertos através do telemóvel. </span></p>
<h2><b>Os smartphones vieram para ficar. Será que estão a prejudicar as relações amorosas? </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Quase todos os casais com quem trabalho têm queixas a propósito da utilização do telemóvel. Há quem se queixe porque houve uma infidelidade e o uso do telemóvel passou a ser mais uma fonte de insegurança – independentemente de a traição ter começado nas redes sociais ou não -, há quem se queixe porque se sente só, dada a utilização que o companheiro faz do aparelho. Mas, curiosamente, quase todas as pessoas assumem que o telemóvel já serviu para alimentar a própria relação.</span></p>
<h2><b>É possível encontrar a pessoa certa no Tinder ou no Facebook? </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A tecnologia trouxe algo de extraordinário à vida da maior parte dos adultos que conheço: a possibilidade de se ligarem a muitos outros adultos, inclusive do ponto de vista amoroso. Não é fácil conhecer (muitas) pessoas novas quando se deixa de estudar e é ainda mais difícil encontrar alguém com quem haja química. As aplicações como o Tinder ou o Facebook trouxeram um mundo de oportunidades. De repente, passou a ser possível conectarmo-nos a muito mais pessoas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Claro que, e tal como acontece na vida fora das redes, este mundo de oportunidades também implica um mundo de expectativas. É verdade que a maior parte das pessoas, mais cedo ou mais tarde, desejam viver histórias românticas com significado, desejam ligar-se intensamente a alguém. Mas, nem todas as pessoas acedem a estas aplicações apenas com esse propósito. </span><b>Há muita gente à procura daquilo a que eu chamo de relações “fast food”.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há quem queira divertir-se e experimentar o máximo que puder, sem intenção de se comprometer, há quem se inscreva com a expectativa de encontrar um companheiro para a vida e há muitos outros perfis pelo meio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para além do desafio de não se saber quais são realmente as expectativas de quem está do outro lado, há um outro desafio associado a estas aplicações: a oferta é tanta que, a páginas tantas, pode ser difícil fazer uma escolha. Será que devo tentar alguma coisa com esta pessoa quando há tanta gente aparentemente tão interessante? O processo pode ser extenuante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É, por isso, que, mais cedo ou mais tarde, há que decidir. Há que arriscar. Temos de ser capazes de reconhecer que aquilo que o digital nos oferece é uma pequena montra do mundo de cada pessoa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É claro que é possível conhecer alguém através destas aplicações que venha a tornar-se “o/a tal”. Ou, pelo menos, uma das pessoas da nossa vida. Para isso importa que haja uma definição muito clara das próprias expectativas, um profundo respeito pelas próprias necessidades e a capacidade de arriscar e tomar decisões.</span></p>
<h2><b>Nova definição de solidão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Já perdi a conta ao número de pessoas que me disseram frases como «Ele(a) não larga o telemóvel». Normalmente, a esta queixa segue-se uma postura defensiva em jeito de contra-ataque: «Tu também estás sempre agarrado(a) ao telemóvel» ou «Olha quem fala». A verdade é que todos nós já cometemos erros associados ao uso do telemóvel. São comportamentos que podem prejudicar as nossas relações muito mais do que possamos imaginar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando nos sentimos vulneráveis, quando precisamos de atenção ou pura e simplesmente quando temos vontade de partilhar um momento importante, esperamos que a pessoa de quem gostamos se volte para nós e nos mostre que está “ali” por inteiro. Precisamos que mostre de forma clara que está a prestar muita atenção ao que quer que tenhamos para dizer. Mas, quantos de nós já não cedemos à tentação de agarrar no telemóvel a meio de uma destas conversas “só” para espreitar uma mensagem que acabou de cair? Quantas vezes dissemos «Eu estou a ouvir-te» com os olhos colados ao ecrã? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há dias uma paciente dizia-me que quando se queixava deste tipo de situações, o marido reproduzia a sua última frase para “provar” que estava atento. Será disto que precisamos? Claro que não! Ninguém precisa de uma prova de que aquilo que está a ser dito esteja a ser memorizado. Não é assim que se constrói ligações.</span></p>
<p><b>Passou a ser possível sentirmo-nos profundamente sós, mesmo que a pessoa de quem gostamos esteja fisicamente ao nosso lado. </b></p>
<h2><b>Tecnologia no quarto </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Começámos por desculpar-nos com o facto de o telemóvel ter substituído os despertadores convencionais e depois relaxámos e habituámo-nos à ideia de levar os smartphones para o quarto. Há até quem durma com o telemóvel debaixo da almofada. Como é que estas escolhas afetam as nossas relações? Terão uma relação direta com a intimidade sexual? A resposta é simples: se permitirmos, sim.</span></p>
<p><b>Há algo que muda no nosso cérebro quando estamos permanentemente ligados. Deixamos de conseguir focar-nos no momento presente, de apreciar o aqui e agora. </b><span style="font-weight: 400;">É como se estivéssemos ligados à eletricidade. Como é que vamos parar para namorar, para conversar, para nos ligarmos genuinamente a outra pessoa se estivermos com a mente a mil? Não paramos. Podemos obrigar o nosso corpo a entregar-se ao sabor de um beijo apaixonado, mas o mais provável é que não sintamos nada se o nosso pensamento estiver no e-mail que acabou de chegar e a que será preciso responder logo que aquele momento “romântico” termine ou na mensagem de Whatsapp que se fez soar e que ainda não sabemos de quem é.</span></p>
<h2><b>Tentar mudar </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo que (ainda) não existam problemas sérios na relação, podemos fazer alguns testes e avaliar as mudanças que surgem. Aquilo que tenho observado é que, numa semana, é possível observar mais-valias. Quando nos comprometemos – a dois – com gestos simples como desligar os dados do telemóvel nas saídas a dois, deixar os telemóveis na sala antes de ir para o quarto ou falar ao telemóvel e deixarmos que a voz da pessoa de quem gostamos nos conforte em vez de trocar dezenas de mensagens por dia, damo-nos conta de que é possível </span><b>ligarmo-nos realmente à pessoa de quem gostamos </b><span style="font-weight: 400;">e que isso nos pode fazer sentir muito mais vivos.</span></p>
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