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	<title>Arquivo de Tânia Correia - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Arquivo de Tânia Correia - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Como ajudar uma criança a gerir o medo?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-ajudar-uma-crianca-a-gerir-o-medo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tânia Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Como assustares um monstro]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[medo]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Tânia Correia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando negamos os medos das crianças não evitamos que os sintam. Muitas vezes, passam a guardá-los para si, o que as assusta ainda mais por sentirem que não serão compreendidas.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Contrariamente ao que tantas vezes se pensa, o medo é uma emoção saudável e, por isso, altamente adaptativa. O medo é uma espécie de botão de alarme que sinaliza a novidade, o inesperado, e, nalguns casos, aquilo que implica uma resposta rápida, mais instintiva, como fugirmos da estrada se ouvirmos um carro buzinar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O medo na infância</strong></h2>



<p>Na infância, em que o mundo tem tanta novidade, em que a sensação de controlo sobre a realidade é menor (a criança controla tão pouco), e em que a fantasia traz tantos cenários possíveis, o medo irá aparecer com maior frequência, sempre com o intuito de permitir à criança proteger-se e adaptar-se ao mundo à sua volta.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando surgem os primeiros medos?</strong></h2>



<p>Os primeiros medos podem surgir logo após o nascimento, como o medo de sons repentinos e mais altos. Ao longo do tempo, esses medos evoluem para aquilo que é mais difícil a criança controlar, como os animais, o escuro e os monstros.</p>



<p>É sobretudo no campo da fantasia que para os adultos os medos se tornam mais difíceis de compreender e, por não fazerem parte da sua realidade, existe uma tendência para os negar, apontando evidências concretas que comprovam a sua inexistência. No entanto, importa termos em conta um aspecto essencial: <strong>a fantasia da criança é muitas vezes a sua realidade. Em termos de desenvolvimento é para essa vivência intensa da fantasia que a criança está preparada.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como ajudar as crianças a lidar com o medo?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-VYv9j' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Quando negamos os medos das crianças não evitamos que os sintam. Muitas vezes, passam a guardá-los para si, o que as assusta ainda mais por sentirem que não serão compreendidas. Mais, como é que os adultos as podem proteger se nem sequer acreditam naquilo que as assusta? E aqui voltamos a encontrar-nos com a fantasia que conduz a criança por um mar de cenários que a deixarão insegura.</p>



<p><strong>Aceitarmos os medos das crianças tranquiliza-as por saberem que são compreendidas.</strong> Desta forma, abrem-se portas para que possamos, em conjunto, e partindo da fantasia, criar respostas para aquilo que mais as assusta.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/11/como_assustares_um_monstro-1-1024x1024.jpg" alt="medo" class="wp-image-23007" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/11/como_assustares_um_monstro-1-1024x1024.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/11/como_assustares_um_monstro-1-300x300.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/11/como_assustares_um_monstro-1-150x150.jpg 150w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/11/como_assustares_um_monstro-1-768x769.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/11/como_assustares_um_monstro-1-585x585.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/11/como_assustares_um_monstro-1.jpg 1452w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>O livro “</strong><a href="https://www.leyaonline.com/pt/livros/infantil-e-juvenil/4-6-anos/literatura-infantil/como-assustares-um-monstro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Como assustares um monstro</strong></a><strong>” explora o imaginário infantil de forma leve e divertida, criando respostas práticas para aqueles que são os receios mais comuns, como o escuro e os monstros. </strong></h2>



<p>No decorrer da leitura, a criança descobre que afinal os monstros têm medos e que ela os pode assustar todas as noites (há uma inversão de papéis com muitas gargalhadas à mistura). Desta forma, encontra uma resposta concreta que a faz sentir protegida e segura.&nbsp;</p>



<p><strong>Uma das experiências mais marcantes que qualquer ser humano poderá sentir ao longo da vida é sentir-se conectado. Este livro traz essa oportunidade, unindo adultos e crianças dentro do seu mundo interno, enquanto constroem uma resposta cá fora.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-VYv9j' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Burnout parental</title>
		<link>https://simplyflow.pt/burnout-parental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tânia Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Oct 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Burnout parental]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Laboratório de Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tânia Correia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Orientados pela necessidade excessiva de darem aquilo que nunca receberam na infância e simultaneamente marcados pela ausência de um exemplo prático do que é um nível saudável de entrega, alguns pais vivem numa espécie de corrida em que a meta nunca é atingida. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A imagem de pais desgastados física e psicologicamente, pouco seguros das suas competências parentais e da orientação que é dada pelos seus instintos, que se cobram regularmente, tem vindo a proliferar na nossa sociedade. Lamentavelmente, esta imagem vulgarizou-se ao ponto de ser normalizada.&nbsp;</strong></p>



<p>O aumento do número de papéis que os pais precisam de desempenhar em simultâneo, as expectativas irrealistas definidas pelos próprios e/ou pelos outros, combinados com as visões deturpadas que vão proliferando sobre a parentalidade, criam a imagem inatingível de <a href="https://simplyflow.pt/menina-mulher-mae/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mãe</a>/pai que sabe sempre como agir e não perde o controlo em nenhum momento. A comparação com essa imagem faz com que mesmo experiências saudáveis de parentalidade pareçam pouco satisfatórias. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Orientados pela necessidade excessiva de darem aquilo que nunca receberam na infância e simultaneamente marcados pela ausência de um exemplo prático do que é um nível saudável de entrega, alguns pais vivem numa espécie de corrida em que a meta nunca é atingida.&nbsp;</strong></h2>



<p>Na realidade essa meta não existe – por muito que alcancem, não conseguem avaliar se será o suficiente. O medo de as suas crianças sentirem o mesmo que estes sentiram lá atrás faz com que o seu objectivo seja manterem-nas felizes a todo o instante.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O </strong><strong><em>burnout</em></strong><strong> parental e os quadros de depressão ou ansiedade podem apresentar sintomas comuns, como a falta de energia, as alterações de humor, do sono e/ou do apetite.&nbsp;</strong></h2>



<p>Não obstante, o <em>burnout</em> parental distingue-se por estar direccionado para a sensação de se estar a falhar na educação dos filhos (é mais específico). Evidentemente, ao longo do tempo os efeitos desta patologia podem começar a ser sentidos nas diversas áreas da vida. Por exemplo, sem que haja descanso, o rendimento no trabalho poderá diminuir bastante, criando problemas neste campo. Assim sendo, é possível afirmar que o <em>burnout </em>parental é um factor de risco para o desenvolvimento de outros quadros como os que foram referidos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Com o fim de semana, chega a angústia, altura em que se passa mais tempo com os filhos, o desejo constante de que chegue a hora de irem dormir, o alívio por regressar ao trabalho, a avaliação do próprio desempenho em assegurar um nível de felicidade máxima aos filhos, assim como as acções em piloto automático, são alguns dos sinais mais comuns de </strong><strong><em>burnout</em></strong><strong> parental.&nbsp;</strong></h2>



<p>Por existir uma rigidez e um nível de exigência elevados, cada tarefa ou interacção torna-se penosa. A dada altura, assegurar a “felicidade” ininterrupta dos filhos é a maior fonte de infelicidade dos pais. </p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-DvikO' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>A sensação recorrente de fracasso leva os pais, sem que tenham consciência disso, a confirmarem os seus maiores receios. Mais concretamente, a antecipação dessa sensação aliada à exaustão resultam em comportamentos de evitamento que aumentam o problema. Imaginando o caso de uma mãe/um pai que acredita que não será capaz de proporcionar aos filhos uma ida perfeita ao parque, em que tudo corre conforme planeado e em que estes se divertem mais do que nunca, a forma de evitar a sensação de se estar a falhar que daí iria resultar seria permanecer com as crianças em casa. Numa análise racional, é perceptível que a solução (ficar em casa) seria uma fonte de alimento para a crença de não se estar a fazer o suficiente. É neste círculo vicioso que os pais vivem presos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Pessoas com maior necessidade de perfeição têm uma probabilidade mais elevada dessa necessidade estar presente na forma como vivem a parentalidade. Isto deixa-as mais susceptíveis a desenvolverem um quadro de </strong><strong><em>burnout</em></strong><strong>.&nbsp;</strong></h2>



<p>O mesmo se aplica, como foi referido, a pais cujas figuras de vinculação na infância não representaram modelos saudáveis. O ressentimento deixado conduz a comportamentos de compensação para com os filhos sem que exista uma fasquia.&nbsp;</p>



<p>As baixas competências emocionais dos progenitores são outro factor de risco. Ao terem dificuldade em identificar e expressar aquilo que sentem, irão ter maior dificuldade em regular-se e em lidar com o leque emocional dos filhos, procurando mantê-los na única <a href="https://www.facebook.com/3msmeninamulhermae/posts/pfbid02Tjp5Vqr8WpoDCKmKXY4EX2ntc9N6JizAnrA7D7nsgQL9TgDnXwYfy1mAxz8vkq1pl" target="_blank" rel="noreferrer noopener">emoção</a> que consideram ajustada: a alegria. Nestes casos, verifica-se também que muitos dos seus recursos internos são consumidos pelas feridas da sua história de vida, activadas na interacção com a criança, a tentar fugir delas, na tal corrida sem meta. </p>



<p>Por estes motivos, torna-se fundamental escolhermos, de forma intencional, nos momentos desafiantes para onde iremos canalizar os nossos recursos – se para o problema ou para a solução – através de um olhar flexível e empático connosco.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A par disso, a porta que nos permite visitar a nossa história precisa de estar aberta ao ponto de conectarmos a criança que permanece em nós com o adulto que vemos ao espelho.&nbsp;</strong></h2>



<p>Muito do nosso bem-estar actual depende do nível de <a href="https://www.leyaonline.com/pt/livros/familia/laboratorio-de-emocoes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cura da nossa criança interior</a>.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="684" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/laboratorio_de_emocoes_ol-684x1024.jpg" alt="" class="wp-image-18426" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/laboratorio_de_emocoes_ol-684x1024.jpg 684w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/laboratorio_de_emocoes_ol-200x300.jpg 200w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/laboratorio_de_emocoes_ol-768x1150.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/laboratorio_de_emocoes_ol-1025x1536.jpg 1025w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/laboratorio_de_emocoes_ol-460x689.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/laboratorio_de_emocoes_ol-160x240.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/laboratorio_de_emocoes_ol-320x479.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/laboratorio_de_emocoes_ol-480x719.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/laboratorio_de_emocoes_ol-640x959.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/laboratorio_de_emocoes_ol-960x1438.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/laboratorio_de_emocoes_ol-1120x1678.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/laboratorio_de_emocoes_ol.jpg 1183w" sizes="(max-width: 684px) 100vw, 684px" /></figure></div>


<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-DvikO' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<item>
		<title>Menina, Mulher, Mãe</title>
		<link>https://simplyflow.pt/menina-mulher-mae/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tânia Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Dec 2020 07:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Mãe]]></category>
		<category><![CDATA[Menina]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Tânia Correia]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Encontrarmos o equilíbrio entre os nossos 3m’s – a Menina, a Mulher e a Mãe – é um dos grandes desafios desta vida. Em primeiro lugar, existe uma Menina que permanece em nós, da qual podemos passar anos a fugir, mas que com a entrada no mundo da maternidade se torna visível, com todas as suas feridas. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/menina-mulher-mae/">Menina, Mulher, Mãe</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Encontrarmos o equilíbrio entre os nossos 3m’s – a Menina, a Mulher e a Mãe – é um dos grandes desafios desta vida. Em primeiro lugar, existe uma Menina que permanece em nós, da qual podemos passar anos a fugir, mas que com a entrada no mundo da maternidade se torna visível, com todas as suas feridas. Há também uma Mulher da qual nos despedimos antes do parto, e que embora guardemos fragmentos seus, surgem novas zonas para explorar e tantas outras para redescobrir. Por fim, nasce uma Mãe que, tal como o bebé, precisará de tempo de espaço e para aprender e crescer, sem pressões, comparações, culpabilizações.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="331" height="500" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/12/menina_mulher_mae.jpg" alt="Menina, Mulher, Mãe" class="wp-image-13471" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/12/menina_mulher_mae.jpg 331w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/12/menina_mulher_mae-199x300.jpg 199w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/12/menina_mulher_mae-160x242.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/12/menina_mulher_mae-320x483.jpg 320w" sizes="(max-width: 331px) 100vw, 331px" /><figcaption><a href="https://www.leyaonline.com/pt/ebooks/menina-mulher-mae-ebook/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Menina, Mulher, Mãe</a></figcaption></figure></div>



<p>O livro “Menina, Mulher, Mãe” conduz cada leitora numa viagem por estas suas zonas, os seus 3m’s. Explorando-as, ligando-as, explicando os efeitos da sua interacção e dessa forma promovendo a consciência de si – do que se pensa, do que se sente e de como essa combinação se traduz em acções. Isto é, permite a construção de um mapa pessoal.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A Menina </strong></h2>



<p><strong>Vivermos desconectadas da Menina que permanece em nós tem uma data limite – o momento em que nos tornamos mães. </strong>A relação com os nossos filhos abre a porta para a projecção dos nossos pais em nós e da menina que permanece em nós nos nossos filhos. Nalguns momentos é como se estivéssemos a reviver partes da nossa história num cenário diferente (o presente), experienciamos a carga emocional da altura quando repetimos padrões daquilo que vivemos no papel da criança, reabrindo-se feridas.</p>



<p>Embora algumas mulheres cheguem até à consulta de acompanhamento psicológico com dificuldades que surgiram no período da maternidade, o que as leva a crer que é neste papel que residem os seus problemas, a verdade é que o “centro de comandos” está no primeiro M – a Menina que quer ser vista, escutada, aceite, acarinhada, ver as suas feridas curadas; <strong>é nesta reconexão que tantas vezes residem as respostas</strong>.</p>



<p>Quando passamos a conhecer os pensamentos que, directa ou indirectamente, nos foram incutidos ao longo da nossa história, as emoções que deles resultam com frequência, e de que forma estas duas componentes condicionam os nossos comportamentos, <strong>conquistamos o poder da liberdade de sermos quem desejamos</strong>, não quem a nossa história nos tornou.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A Mulher </strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-lYNJs' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Ainda que a generalidade das mulheres não seja alertada sobre isto, <strong>existe uma Mulher da qual nos precisamos de despedir antes do parto</strong>. Tal não significa que essa mulher desapareça, existem aspectos seus que perdurarão, contudo iremos reparar em muitos outros em que nos sentimos diferentes, em que perspectivamos a mesma situação de um novo ângulo, prioridades que se alteram, e importa poder assumi-lo para que este processo se torne mais leve e construtivo.</p>



<p><strong>Existe uma mulher que se irá redescobrir – a si e aos seus propósitos – individualmente, enquanto companheira, amiga, familiar, trabalhadora.</strong> O que menos se gostava poderá passar a soar apelativo, assim como aquilo que mais nos absorvia perderá o encanto.</p>



<p>Importa que as mulheres compreendam que <strong>não existe um caminho definido, nem um ritmo certo para percorrer este caminho de redescoberta</strong>. São tantos papéis, tantos contextos, tantas mudanças físicas e psicológicas, que naturalmente existem ajustes a fazer, quer em nós, quer na forma como protagonizamos determinadas funções e vivemos diversas relações.</p>



<p>Por último, <strong>a libertação da culpa por uma mãe cuidar de si enquanto mulher é fundamental</strong>. Tal como na aviação em que em caso de emergência as indicações são as de os adultos colocarem as máscaras de oxigénio primeiro para que se mantenham conscientes e dessa forma consigam prestar os melhores cuidados às crianças, é necessário que as mães acolham a ideia de que cuidarem da mulher que continuam a ser, dando-lhe espaço para que também exista, é também uma demonstração de amor pelos filhos, uma vez que estão a assegurar que estes irão receber a melhor versão de si.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A Mãe </strong></h2>



<p><strong>A maternidade traz um luto que precisa de ser feito – o luto do (ainda que pouco) controlo que sentíamos deter sobre nós e sobre a nossa vida.</strong> Há um corpo, algo que sempre nos acompanhou e pertenceu, que se altera, que durante meses (por vezes anos) passa a funcionar de forma diferente e que, por isso, deixamos de controlar; a satisfação das nossas necessidades mais básicas, desde o momento em que nos vamos alimentar ou tomar um simples banho, por vezes parece deixar de depender de nós; o nosso parto, o bebé, a mãe em quem nos tornamos, tantos aspectos podem diferir daquilo que idealizámos e colocar em causa o controlo que pensávamos ter.</p>



<p><strong>No caminho para o equilíbrio nasce a necessidade de abrirmos mão do controlo.</strong> Ao abrirmos mão do controlo estamos a abrir o coração à experiência. Estamos a canalizar os nossos recursos para nos adaptarmos à nova realidade, em vez de vivermos diariamente a frustração de tentarmos que esta se adapte a nós.</p>



<p>Por último, existem tantas fontes de culpa na maternidade que importa desmistificá-las, reforçar os direitos das mães como resposta a algumas delas, validar (aceitar e normalizar) diversas preocupações, tornar as mães merecedoras de carinho todos os dias, até nos menos bons, simplesmente por estarem a dar o seu melhor.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como encontrar o equilíbrio entre a Menina, a Mulher e a Mãe que existe em nós?</strong></h2>



<p>Dando colo à Menina que permanece em nós, acolhendo a Mulher que se redescobre e abraçando a Mãe que nasce, encontraremos o equilíbrio entre os nossos 3m’s.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-gallery aligncenter columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="902" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/12/TC-2-902x1024.jpg" alt="Menina Mulher Mãe" data-id="13470" data-full-url="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/12/TC-2.jpg" data-link="https://simplyflow.pt/?attachment_id=13470" class="wp-image-13470" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/12/TC-2-902x1024.jpg 902w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/12/TC-2-264x300.jpg 264w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/12/TC-2-768x872.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/12/TC-2-460x522.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/12/TC-2-160x182.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/12/TC-2-320x363.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/12/TC-2-480x545.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/12/TC-2-640x727.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/12/TC-2.jpg 943w" sizes="(max-width: 902px) 100vw, 902px" /></figure></li></ul></figure>



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