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	<title>Arquivo de Sónia Pinote - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Arquivo de Sónia Pinote - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>De médico e de louco, todos temos um pouco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sonia Pinote Bernardes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Nov 2022 07:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[André Biscaia]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Daniela Machado]]></category>
		<category><![CDATA[DGS]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[SNS]]></category>
		<category><![CDATA[Sónia Pinote]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A forma como precisamos uns dos outros, deve prevalecer no acesso aos cuidados de saúde e na forma como comunicamos neste setor.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/saude-de-medico-e-de-louco-todos-temos-um-pouco/">De médico e de louco, todos temos um pouco</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>“De médico e de louco, todos temos um pouco.”</em> Desde pequenos que ouvimos este provérbio português. Nele está implícita a facilidade com que emitimos uma opinião sobre um sintoma, doença ou tratamento e, ao mesmo tempo, a rapidez com que, por vezes, ficamos alterados emocionalmente quando não somos compreendidos naquilo que expressamos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O pequeno/grande passo da violência para a sua prevenção</strong></h2>



<p>Se existirem as circunstâncias ideais para acionar uma espécie de gatilho, em segundos, o ser humano passa de passivo a ativo, ou seja, de protetor a agressor. As teorias do <em>“eu acho que”</em>, na área da medicina e nas relações humanas, podem ser fonte de conflitos. É nas diferenças, nas percepções individuais, que a comunicação clara e assertiva tem uma extrema importância.</p>



<p><strong>Sentirmo-nos bem física e psicologicamente, é uma necessidade básica. </strong><a href="https://simplyflow.pt/saude-nao-e-so-a-ausencia-de-doenca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mais do que a ausência de doença</a>, sabermos lidar com os sintomas que nos surgem e com um determinado diagnóstico, é cada vez mais facilitado pelas novas tecnologias e pelo acesso à informação.</p>



<p>Com a informação, vem a responsabilidade de saber lidar com os sintomas e de aderir aos tratamentos de saúde. A <a href="https://simplyflow.pt/prevencao-mais-vale-prevenir-do-que-remediar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">prevenção</a> na área da saúde, começa pelo seu conhecimento e pela aquisição de comportamentos saudáveis que nos permitam evitar as doenças.&nbsp;</p>



<p>No entanto, a realidade ainda não é bem esta. Nem sempre controlamos o que nos acontece.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um SNS ao serviço de Portugal</strong></h2>



<p>Há 43 anos, iniciou-se em Portugal um Serviço Nacional de Saúde (SNS), dedicado ao bem-estar da população, em que os profissionais estariam disponíveis para cuidar, tratar e apoiar a diferentes níveis. Seja na prevenção, seja na intervenção, nas mais variadas unidades de saúde nacionais.</p>



<p>Desde então, a sociedade tem vindo a mudar. A saúde tem vindo a evoluir e os sistemas a ficarem mais complexos, com necessidade de mais organização e participação de todos.&nbsp;</p>



<p>É nesta complexidade, que surgem novos serviços, novos profissionais, com novas tecnologias, novos acessos à informação, novas exigências e novas responsabilidades. Mas também os utentes estão diferentes. Estão hoje mais informados, mais exigentes e capacitados. Razão pela qual perguntamos agora: Será que estamos mais envolvidos nesta relação com o nosso todo, em termos de saúde (corpo e mente)? Será que estamos mais próximos e fazemos equipa, com as unidades e profissionais que cuidam de nós? E até com a sociedade?</p>



<p><strong>Vivemos numa era onde as mudanças acontecem ao minuto. No entanto, na área da saúde existem tempos diferentes. E porquê ? Porque há princípios que deveriam ser respeitados por todos e, enquanto isso não acontecer, as mudanças serão sempre mais lentas.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um seminário sobre prevenção da violência para melhorar os cuidados de saúde&nbsp;</strong></h2>



<p>A forma como precisamos uns dos outros, deve prevalecer no acesso aos cuidados de saúde e na forma como comunicamos neste setor.</p>



<p>Nada deve justificar as situações de violência verbal, física ou de assédio moral, que existem nestes locais de trabalho. Não fazem sentido comportamentos apenas fundamentados em frustrações ou necessidades que não foram atendidas, no tempo que tínhamos previsto ou na forma que tínhamos idealizado.&nbsp;</p>



<p>O que aqui nos leva à reflexão é a forma como nos estamos a relacionar uns com os outros &#8211; quer entre profissionais, quer entre utentes, quer entre profissionais e utentes.&nbsp;</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-Lh7PS' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Na nossa prática diária, como profissionais de saúde, temos desenvolvido estratégias para lidar com esta problemática. Mas não chegam. É preciso o envolvimento e a participação de todos nós. Para tal, temos colaborado num grupo nacional da DGS (Direção-Geral da Saúde), que está comprometido em operacionalizar um plano com medidas concretas para o bem-estar de profissionais de saúde e utentes &#8211;  o <a href="https://www.dgs.pt/prevencao-da-violencia-no-setor-da-saude.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Plano de Ação para a Prevenção da Violência no Setor da Saúde</a>, integrado no <a href="https://www.dgs.pt/pns-e-programas/prevencao-da-violencia-no-ciclo-de-vida.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Programa Nacional de Prevenção da Violência no Ciclo de Vida</a>.</p>



<p>Para combater estas situações de violência, sempre com a prevenção das mesmas no topo das prioridades, e em proximidade com um <a href="https://dre.pt/dre/detalhe/despacho/2102-2020-129160771" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gabinete de Segurança</a> criado para o efeito, os próximos passos serão <strong>alertar para a consciência individual de cada um de nós</strong>. Para tal, está a ser organizado um <a href="https://www.dgs.pt/em-destaque/seminario-violencia-no-setor-da-saude-da-prevencao-a-acao.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">seminário&nbsp; -“Violência no Setor da Saúde &#8211; da Prevenção à Ação” &#8211; no dia 17 novembro</a>, numa parceria da DGS, Gabinete de Segurança e todas as Regiões de Saúde, com acesso a todos e para todos &#8211; órgãos decisores, profissionais e utentes.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="700" height="700" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/image.png" alt="" class="wp-image-18564" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/image.png 700w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/image-300x300.png 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/image-150x150.png 150w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/image-460x460.png 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/image-100x100.png 100w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/image-160x160.png 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/image-320x320.png 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/image-480x480.png 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/image-640x640.png 640w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure></div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Saúde de todos e para todos</strong></h2>



<p>Enquanto utilizadores do SNS, um dia, vamos precisar de ajuda. Reconhecer a nossa postura e forma de estar nestes contextos é o começo para garantir a segurança e minimizar situações desagradáveis que, mais tarde ou mais cedo, vão ter consequências não apenas para nós, mas também para toda a sociedade. Não restam dúvidas que <strong>qualquer situação de violência que ocorra na área da Saúde afeta a qualidade dos cuidados prestados, do bem-estar da organização SNS e de toda a sociedade</strong>.&nbsp;</p>



<p>A missão deste grupo da DGS é <strong>promover comportamentos saudáveis e prevenir a violência</strong>. Promover estratégias, onde todos estamos envolvidos na resolução dos problemas do Serviço Nacional de Saúde. Porque a saúde é de todos e para todos. <strong>Cuidar de quem cuida é uma responsabilidade de toda a comunidade.&nbsp;</strong></p>



<p><strong>NOTA: </strong>Texto escrito em parceria com André Biscaia (Médico de Medicina Geral e Familiar; Coordenador do Plano de Ação para a Prevenção da Violência no Setor da Saúde, PAPVSS, DGS), Daniela Machado (Psicóloga Clínica; Coordenadora do Programa Nacional de Prevenção da Violência no Ciclo de Vida, PNPVCV, DGS) e Sérgio Barata (Subintendente; Coordenador do Gabinete de Segurança do Ministério da Saúde).</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-Lh7PS' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Qual o impacto que a solidariedade tem no nosso bem-estar?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/qual-o-impacto-que-a-solidariedade-tem-no-nosso-bem-estar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia Pinote Bernardes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Dec 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Solidariedade]]></category>
		<category><![CDATA[Sónia Pinote]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se dermos atenção ao que sentimos nos pequenos atos de solidariedade, como ajudar alguém numa aflição, ajudar a carregar um saco pesado ou dar o lugar no caso de mobilidade reduzida, a maioria de nós tem uma sensação agradável ao ajudar o outro, um sentimento de compaixão. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/qual-o-impacto-que-a-solidariedade-tem-no-nosso-bem-estar/">Qual o impacto que a solidariedade tem no nosso bem-estar?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Num ano em que todos vivemos uma crise pandémica, tornou-se muito claro compreender e sentir o poder transformador de pequenos gestos na satisfação das nossas vidas, como um simples abraço, principalmente nos momentos mais difíceis e ameaçadores.</strong></p>



<p>As relações humanas foram e estão afetadas em várias áreas da sociedade devido, em parte, à necessidade de termos sido forçados a estar isolados uns dos outros. Perante uma nova realidade algumas pessoas desenvolveram sentimentos de medo, angústia e desespero. Outras, apesar destes sentimentos, redefiniram objetivos no que estaria ao seu alcance, começando por atitudes de solidariedade com quem estava ao seu lado para minimizar o sofrimento reconsertando assim o sentimento de comunidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A maioria de nós tem uma sensação agradável ao ajudar o outro, um sentimento de compaixão.</strong></h2>



<p>Se dermos atenção ao que sentimos nos pequenos atos de solidariedade, como ajudar alguém numa aflição, ajudar a carregar um saco pesado ou dar o lugar no caso de mobilidade reduzida, a maioria de nós tem uma sensação agradável ao ajudar o outro, um sentimento de compaixão. Uma energia que não se vê, mas que se consegue sentir.<strong> </strong>No voluntariado chega a ser descrito por algumas pessoas como uma sensação de euforia, seguido de momentos de calma profunda. Quando alguém faz algo por outra, num ato de altruísmo é estabelecida uma conexão social, podendo existir lugar para vínculo com identificação de pertença a algo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma energia que não se vê, mas que se consegue sentir.</strong></h2>



<p>Podemos explicar fisiologicamente estas sensações pela libertação de endorfinas, hormonas que produzimos e que nos fazem sentir com maior satisfação dando mais significado à vida. Existem estudos que reportam redução da sensação de depressão, não só pela ação de hormonas como a serotonina, mas também pelo processo de redirecionarmos os pensamentos para atitudes positivas ajudando a relativizar e a enfrentar os problemas do dia-a-dia, melhorando a capacidade de gerir o stress, aumentado assim a capacidade de resiliência. Como consequência destas atitudes é possível melhorar a qualidade do sono e alívio de dores físicas.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>É interessante sabermos que sempre que nos recordamos de ter ajudado alguém mantemos a sensação física e mental da experiência vivida, a libertação das hormonas permanece assim ativa, tal como a sensação de bem-estar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“Como é que posso sentir-me melhor?”</strong></h2>



<p>Em contexto de consulta, é comum as pessoas perguntarem: “Como é que posso sentir-me melhor?”. Neste contexto, como psicóloga e cidadã, para os primeiros passos, parece-me importante cada um <strong>definir o que lhe faz sentido</strong>, na sua realidade e circunstância, <strong>definir ações e atitudes</strong> onde a intenção deve estar focada em tornar o nosso redor em algo melhor. Começando no ato de <strong>amor-próprio</strong>, no <strong>auto-cuidado</strong> e assegurando as nossas <strong>necessidades básicas de conectar com os outros </strong>num ato de empatia e compaixão.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância dos pequenos gestos do dia-a-dia</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-Ilysj' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Ou seja, dar importância a gestos simples, como dizer “bom dia” não só para pessoas que conhecemos, mas para alguém que se cruza no nosso caminho, pode só por si ser algo socialmente gratificante. Ou, por vezes, o ato de ligar para alguém que está a passar dificuldade ou que se sente desamparada, ajudar o outro a partilhar e a ter oportunidade em encontrar saídas para os problemas, ou uma atitude simples em responder a uma mensagem apenas por assistência moral, pode <strong>promover esperança</strong>.</p>



<p>Nos nossos locais de trabalho podemos igualmente ter propósitos diários para além dos objetivos definidos. Por exemplo, eu, enquanto <a href="https://simplyflow.pt/psicologo-quem-cuida-da-saude-mental-dos-psicologos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">psicóloga clínica</a> num hospital, a minha função é dar apoio aos profissionais de saúde. Aqueles que foram chamados de super-heróis, aos quais batemos palmas. Na verdade, a minha missão vai para além de um apoio clínico, o de estar numa atitude empática, ou seja, atenta às necessidades atuais dos nossos heróis, sinto uma maior vontade em ir trabalhar diariamente, gerando significado no meu propósito de vida.</p>



<p>Perante o atual clima de imprevisibilidade, onde surgem sentimentos de medo e insegurança, <strong>não tenho dúvidas que para além destes benefícios individuais que contribuem para o bem-estar, as atitudes de solidariedade são fontes de energia renováveis para a sobrevivência humana nos períodos de crise económica social e política</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>20 de Dezembro, Dia Mundial da Solidariedade</strong></h2>



<p>Neste ano, no Dia Mundial da Solidariedade, apelo à <strong>urgência da coesão social baseada no respeito pela diversidade, no reconhecer a importância de todos numa sociedade em relações de interdependência, respeitando sentimentos, ideias e pensamentos</strong>.</p>



<p>Sendo o bem-estar algo único e intransmissível, o impacto da solidariedade é algo que quando encontrado em cada um de nós produz uma energia de conexão que pode produzir uma melhor sustentabilidade para o nosso planeta.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-Ilysj' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<item>
		<title>Quem cuida da saúde mental dos psicólogos?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/psicologo-quem-cuida-da-saude-mental-dos-psicologos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia Pinote Bernardes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Jul 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Psicólogo]]></category>
		<category><![CDATA[Psicólogos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[Sónia Pinote]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ser psicóloga/o deverá ser uma escolha consciente. Consciente de como vamos cuidar, escutar, orientar para caminhos. Aprender a lidar com o sofrimento do outro, ouvir as tristezas, angústias, desesperos, desilusões, desamores e inúmeros conflitos.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/psicologo-quem-cuida-da-saude-mental-dos-psicologos/">Quem cuida da saúde mental dos psicólogos?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ser psicóloga/o deverá ser uma escolha consciente.</strong> Consciente de como vamos cuidar, escutar, orientar para caminhos. Aprender a lidar com o sofrimento do outro, ouvir as tristezas, angústias, desesperos, desilusões, desamores e inúmeros conflitos. Aprender a escutar, por vezes sem podermos dar logo a solução. Aprender a lidar com os processos de transferência quando nos falam de um filho hiperactivo, de um processo de divórcio, de uma morte de alguém querido. Tudo isto é um processo de uma vida para nos tornarmos líderes no <strong>cuidar</strong>, desenvolvendo uma comunicação assertiva, sem ofender, sem criticar, sem fazer juízos de valor. Mesmo tendo sentido crítico e valores pessoais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quem nos ouve? Quem nos entende? Como lidar com a nossa profissão?&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>Quem temos de ouvir em primeiro lugar? Eu diria que a nós próprios. </strong>É também uma capacidade a adquirir, parar para reflectir que existem consequências nos processos terapêuticos. Aprender em cada caso quais as distâncias sem perdermos a empatia e nos tornarmos insensíveis ou querer à força resolver os problemas dos outros.</p>



<p>Apesar de a maioria de nós acharmos que estamos num lugar seguro, de ouvinte, temos de aprender a lidar com o trauma que pode surgir ao escutar os constantes apelos de ajuda e relatos de história recheadas de sofrimento. É uma expectativa falsa e que pode trazer consequências quando não nos cuidamos.&nbsp;</p>



<p>Sentimentos de impotência, lidar com expectativas, medo de errar, culpa, isolamento social, dúvidas sobre a existência humana e foco no sofrimento podem ser possíveis sinais que podem levar a depressão, a crises de ansiedade e doenças psicossomáticas no psicólogo.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O psicólogo que cuida tem de estar cuidado, de ser cuidado.&nbsp;</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-Bx4JA' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Ao longo da minha carreira e vida pessoal fui percebendo a enorme necessidade de me auto-cuidar. Desenvolver <strong>confiança interior</strong> no caminho pessoal de autoconhecimento e adquirir ferramentas de <strong>assertividade</strong> desenvolvendo uma atitude de <strong>humildade </strong>e <strong>esperança</strong> no processo de cuidar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma profissão que se constrói cuidando dos outros, num investimento pessoal e partilhado.</strong></h2>



<p>Não foram os livros que me mostraram como ser psicóloga. Os manuais deram-me ferramentas, orientações, mas é na experiência do dia-a-dia, muitas vezes na tentativa erro, no desafio com as pessoas que cuido, com os mestres e colegas que cruzei academicamente, onde vou buscar o cuidar da minha vocação. Pessoas únicas, histórias diferentes, com necessidades e emoções diferentes.</p>



<p>Também aprendi a impor limites sociais, informar os amigos e familiares que não estamos sempre a analisar tudo ao nosso redor ou que não temos a capacidade de ler mentes ou prever o futuro, são frases que ouço muitas vezes. Agora já não me importo, mas quando comecei a minha profissão há 16 anos fazia-me confusão e, por vezes, sentia que tinha de corresponder a esse estigma do psicólogo.&nbsp;</p>



<p>Como qualquer paciente, tenho a minha história pessoal, a minha família imperfeita, os meus dilemas e problemas. O psicólogo deve aceitar esta parte de si e trabalhar continuamente, aceitando-se como um processo da sua actividade profissional. É nessa atitude que aparece a destreza na <strong>empatia</strong> e a <strong>generosidade</strong> em <strong>ajudar</strong> o outro.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Partilhar com os colegas emoções sentidas, casos difíceis, sair da capa de “super-heróis da mente” ajuda e tranquiliza dúvidas e ansiedades.&nbsp;</strong></h2>



<p>Sempre pratiquei atividades lúdicas que me davam maior <strong>clareza</strong>. Há 5 anos encontrei no crossfit momentos de auto-superação física, mas é no mar, onde pratico a modalidade do kitesurf e me sinto <strong>livre</strong> e mais <strong>capaz</strong>, duas <strong>qualidades essenciais para melhor cuidar do outro</strong>. Nestes momentos dedicados à minha pessoa, faço reset e recupero energias.</p>



<p>Como refere o recente <a href="https://simplyflow.pt/encontrei-o-amor-onde-menos-esperava/">livro</a> da Fátima, “<strong>Ter o coração no sítio certo</strong>” parece-me uma boa frase para cuidar de quem cuida.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-Bx4JA' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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