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	<title>Arquivo de Sexualidade - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Arquivo de Sexualidade - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>É normal? É sim!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonor de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2023 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[É normal]]></category>
		<category><![CDATA[Leonor de Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde Sexual]]></category>
		<category><![CDATA[Sexo]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“É normal?” é talvez a questão mais frequente das pessoas que têm dúvidas sobre sexo e sexualidade. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/e-normal-e-sim/">É normal? É sim!</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>É normal? Apesar de a pergunta já conter a resposta, vale a pena compreender melhor porque é que quando falamos de sexo e sexualidade é tão importante sentirmo-nos “normais”.&nbsp;</strong></p>



<p><strong>Vivemos numa cultura que parece demonizar e incitar o sexo em simultâneo.</strong> Parece um contrassenso, mas não é. Se, por um lado, continuamos a receber mensagens negativas sobre sexo, por outro, somos confrontados com a sexualidade um pouco por toda a parte… O sexo sempre foi usado para nos fazer adquirir e consumir produtos, por exemplo. Ou seja, <strong>ao mesmo tempo que nos comunicam o sexo como algo negativo, também o banalizam e promovem</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Apesar de os movimentos </strong><strong><em>sex-positive</em></strong><strong> se estarem a multiplicar um pouco por todo o mundo, o sexo continua a despertar muitas inquietações.&nbsp;</strong></h2>



<p>“É normal?” é talvez a questão mais frequente das pessoas que têm dúvidas sobre sexo e sexualidade. É por isso que o livro com o mesmo título “<a href="https://www.penguinlivros.pt/loja/arena/livro/e-normal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">É Normal?</a>” procura <strong>dar resposta a perguntas comuns (e menos comuns) sobre resposta sexual, orientação, saúde, relações, fantasias, género e muito mais</strong>. Todas elas perguntas reais, colocadas por pessoas reais na caixa de perguntas do <a href="https://www.instagram.com/prontoadespir/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@prontoadespir</a>.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="676" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/Capa-E-Normal-676x1024.jpg" alt="" class="wp-image-19145" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/Capa-E-Normal-676x1024.jpg 676w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/Capa-E-Normal-198x300.jpg 198w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/Capa-E-Normal-460x697.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/Capa-E-Normal-160x242.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/Capa-E-Normal-320x485.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/Capa-E-Normal-480x727.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/Capa-E-Normal-640x969.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/Capa-E-Normal.jpg 750w" sizes="(max-width: 676px) 100vw, 676px" /></figure></div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>É precisamente para pôr a nu o tabu e o preconceito que existe o </strong><a href="https://prontoadespir.me/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Pronto a Despir</strong></a><strong>, um projeto de educação sexual que visa colmatar as lacunas da comunidade em matéria de educação sexual e literacia para a saúde como base na evidência científica mais recente. </strong></h2>



<p>A sua versão em livro pretende responder a dúvidas práticas (<em>O que é ser cisgénero?)</em>, acalmar angústias (<em>Nunca cheguei ao orgasmo com sexo oral. É habitual?),</em> dar competências (<em>Como manter a chama acesa numa relação a longo prazo?</em>) e promover a reflexão sobre as forças que condicionam a vivência de uma sexualidade plena (<em>Onde se traça a linha entre empoderamento feminino e a hipersexualização?).</em> Estas são apenas algumas das mais de 180 perguntas que contém o livro do projeto, mas muitas outras continuam a ser colocadas todas as segundas-feiras no q&amp;a do <a href="https://www.instagram.com/prontoadespir/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@prontoadespir</a>. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É imprescindível educar para a sexualidade e promover o prazer sexual de todas as pessoas livre de estigma. </strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-Y5Scn' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p><strong>Saúde sexual é saúde</strong>, e <a href="https://simplyflow.pt/saude-nao-e-so-a-ausencia-de-doenca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">saúde não é apenas a ausência de doença</a>, é um estado de bem-estar que não é somente físico, é também emocional, mental e social. É por isso que a Associação Mundial de Saúde Sexual enfatiza <strong>o prazer e os direitos sexuais como aspetos essenciais da saúde sexual</strong>. Em Portugal fomos pioneiros na implementação do Dia da Saúde Sexual a 4 de setembro, mas muito há ainda a fazer para promover uma visão positiva da sexualidade. Resta-nos aguardar por mais eventos, livros e projetos com foco na <a href="https://simplyflow.pt/o-sexo-e-eu/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sexualidade</a>, que merece ser tratada à luz do dia.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-Y5Scn' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Chegar ao orgasmo pode ser simples</title>
		<link>https://simplyflow.pt/chegar-ao-orgasmo-pode-ser-simples/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tamar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[intimidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[orgasmo]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tamar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitas mulheres não conseguem confirmar se já alcançaram o orgasmo e outras tantas afirmam que nunca o tiveram ou tiveram pouquíssimas vezes. O que se passa, afinal, que leva tantas mulheres afastadas do clímax do prazer sexual? </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Muitas mulheres não conseguem confirmar se já alcançaram o orgasmo e outras tantas afirmam que nunca o tiveram ou tiveram pouquíssimas vezes. O que se passa, afinal, que leva tantas mulheres afastadas do clímax do prazer sexual?&nbsp;</strong></p>



<p>É sobretudo falta de literacia baseada em conhecimento médico-científico e na experiência pessoal. Quando se fala de sexualidade é, sobretudo, a partir da visão masculinizada do corpo e das respostas psicobiológicas masculinas, numa cultura que reprimiu a liberdade sexual das <a href="https://www.facebook.com/omeldadeusa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mulheres</a>.<br>Vamos descobrir juntas como reduzir estas lacunas?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3 Passos essenciais para chegar ao orgasmo:</strong></h2>



<p>Estes passos levam a leitora a assumir uma relação com o seu prazer e a uma maior confiança para comunicar com a parceria, o que torna mais acessível momentos de maior prazer sexual.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>1. Conhecer o próprio corpo</strong></h2>



<p>Estou a falar de anatomia íntima mas não só.<strong> É benéfico e auxiliador saber que as diferentes zonas do corpo produzem sensações diferentes, no espetro do prazer.</strong> </p>



<p>Com a ajuda de um espelho, primeiro ver a estrutura da genitália e a sua imagem e depois tocar as diferentes partes para descobrir que essas partes, perante os mesmos estímulos, respondem com sensações diferentes. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>2. Descobrir a resposta sexual feminina</strong></h2>



<p>Descobrir o que é sentir um orgasmo é, claro, fundamental. Mas é, igualmente, importante perceber como o desencadear. </p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-a0rtz' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p><strong>Tudo começa com o desejo</strong>. Seja porque a mulher acede à sua imaginação erótica, seja porque foca-se nas qualidades que a fazem sentir atração sexual pela sua parceria, ou porque hormonalmente está com a testosterona mais alta, o desejo desperta na cabeça e comunica com o corpo que responde com excitação.</p>



<p>A <strong>excitação</strong> traduz-se na irrigação sanguínea que faz com que  os lábios da vulva inchem e a vagina lubrifique. Isto, por si só, já está a tornar o corpo mais sensível a estímulos e a facilitar a penetração. Geralmente, é uma fase ultrapassada ou acelerada e não devia porque é a que antecede o orgasmo, o qual, ao fim e ao cabo, é somente a libertação da energia acumulada. O corpo precisa de tempo suficiente para criar níveis mais intensos e duradouros de excitação que fazem aumentar a temperatura corporal, acelerar os batimentos cardíacos e a respiração, bem como intumescer os mamilos. <strong>Um estado de excitação elevado abre a porta com mais segurança a orgasmos mais intensos e profundos. </strong></p>



<p>Finalmente, o <strong>orgasmo</strong>!<strong> </strong>Fisiologicamente, o clímax faz-se de contracções do útero e da vagina, acompanhadas por uma sensação prazerosa de libertação e leveza e, em alguns casos, de estremecimentos e espasmos corporais. Agora, a intensidade do prazer varia de mulher para mulher porque depende não só de quanta energia de desejo, excitação e prazer se acumulou, como também das circunstâncias em que acontece: nível de relaxamento e confiança da mulher,  satisfação geral da mulher na relação com o parceiro, grau de conexão que estabelecem na intimidade, entre outras.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3. Não deixar o clítoris de fora</strong> </h2>



<p>Estima-se que cerca de 70% das mulheres precisam de estimulação do clítoris para chegar ao clímax e não só da penetração vaginal.</p>



<p>Envolver o clítoris não deve ser visto como uma falha ou incapacidade de nenhum dos parceiros mas como uma coerência dada a anatomia feminina. Afinal, é o único órgão do corpo humano que existe para fazer sentir <a href="https://simplyflow.pt/e-se-lhe-dissessem-que-o-seu-prazer-importa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">prazer</a>. <strong>Pode estimulá-lo diretamente com a mão ou um artigo sexual ou indiretamente, através de uma posição que proporcione a estimulação mais acentuada. </strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E se ainda não for desta vez que chega lá?</strong></h2>



<p>Perceba se está a colocar pressão sobre si e/ou a parceria para chegar à meta do orgasmo. <strong>A relação sexual é verdadeiramente recompensadora quando encarada como uma viagem em que cada apeadeiro é para ser vivido e apreciado. </strong>Estou a falar de desfrutar de beijos, carícias, massagens e toda a dança da sedução que apetece fazer quando vemos <strong>a intimidade como uma conversa sem princípio nem fim</strong>! </p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-a0rtz' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Pós-parto: como retomar a vida sexual?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/pos-parto-como-retomar-a-vida-sexual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Lima Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Dec 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Casal]]></category>
		<category><![CDATA[Joana Lima Silva]]></category>
		<category><![CDATA[pós-parto]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Sexo]]></category>
		<category><![CDATA[Sexo pós-parto]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O nascimento de um filho acarreta muitas alterações na dinâmica do casal, e a sua intimidade e vida sexual não são excepção. Ainda que muitas vezes seja (erradamente!) considerada uma questão secundária, a sexualidade é essencial para a nossa saúde e bem-estar. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/pos-parto-como-retomar-a-vida-sexual/">Pós-parto: como retomar a vida sexual?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O nascimento de um filho acarreta muitas alterações na dinâmica do casal, e a sua intimidade e vida sexual não são excepção. Ainda que muitas vezes seja (erradamente!) considerada uma questão secundária, a sexualidade é essencial para a nossa saúde e bem-estar. Física, psicológica e emocionalmente, o contexto vivido pela mulher no período pós-parto não é favorável à sexualidade. Por isso, é importante que o casal conheça o que é expectável acontecer, e como fazer para que esta fase das suas vidas seja apenas uma passagem para um “final feliz”.</strong></p>



<p>A mudança nas rotinas, o cansaço que se vai acumulando entre fraldas, leite e noites mal dormidas, juntamente com as alterações corporais da mulher, que se considera menos sensual e desejável, dão início a uma receita perfeita para uma vida sexual insatisfatória. Se juntarmos a isto as alterações hormonais próprias desta fase, que têm efeito negativo no desejo sexual e na lubrificação, percebemos facilmente que são inúmeros os potenciais obstáculos que os casais podem ter de ultrapassar para se reencontrarem sexualmente.</p>



<p>É fundamental o casal ter momentos de intimidade (com maior ou menor cariz sexual!), momentos só seus e independentes do novo elemento da família. Fomentar ainda mais a comunicação, manter os planos e os sonhos em comum, saber o que o outro está a sentir e a pensar em relação à situação.&nbsp;</p>



<p>A recente mãe “não tem vontade”, o recente pai “não procura” a intimidade ou, se o faz, não vê frequentemente o seu desejo correspondido, criando frustração e desencontro no casal. Se deixarmos esta situação repetir-se e protelar-se, temos o ambiente propício ao afastamento e à crise conjugal. Mas, não precisa de ser assim!&nbsp;</p>



<p><strong>O casal tem de encarar este período como transitório, mantendo a união necessária para ultrapassá-lo em conjunto e reforçado, não permitindo negligenciar a sua sexualidade.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“Fui mãe recentemente. Quando posso retomar a vida sexual?”</strong></h2>



<p>Todas as mulheres, independentemente do tipo de parto, passam por alterações corporais que condicionam a sua resposta sexual. Depois de um parto vaginal, principalmente quando existem cicatrizes perineais (decorrentes da correcção de lacerações ou episiotomia), a mulher pode ter desconforto e dor com a penetração vaginal, comprometendo assim o prazer e a excitação. Por outro lado, as mulheres que tiveram um parto por cesariana, estão em recuperação de uma cirurgia abdominal. Geralmente, para ambas as situações, é recomendado que se espere entre quatro a seis semanas para retomar a actividade sexual, embora esta não seja uma recomendação rígida – cada mulher é única e tem o seu tempo de recuperação.</p>



<p>A amamentação condiciona também alterações importantes na resposta sexual feminina. A hormona associada à amamentação – prolactina – tem um efeito negativo no desejo sexual (líbido). Por outro lado, outras alterações hormonais decorrentes deste período diminuem a lubrificação feminina, que é adicionalmente prejudicada pelos anticoncepcionais frequentemente utilizados, condicionando dor com a penetração e, consequentemente, diminuição do prazer, do desejo e excitação. Para minimizar estes efeitos, o casal pode utilizar lubrificante, de forma a diminuir o desconforto, reiniciar a actividade sexual de forma progressiva e adoptar, inicialmente, posições sexuais mais confortáveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“A primeira relação sexual pós-parto dói?”</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-h64Mp' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p><strong>O medo do que vai acontecer, do que vai sentir, no reinício da actividade sexual pode também dificultar a vida sexual do casal. </strong>O medo, com a antecipação do momento, leva ao aumento da tensão muscular, diminuição da excitação e da lubrificação, podendo aumentar o desconforto com a penetração. Assim, o momento não deve ser apressado, pressionado – os preliminares são essenciais para que a mulher consiga excitar-se, envolver-se e aproveitar o momento. Beijos, toque, massagens, masturbação, sexo oral são ainda opções para o casal manter a intimidade, permitindo a conquista gradual da sexualidade.</p>



<p>Relembremos ainda a alteração da auto-imagem feminina: muitas mulheres não se sentem satisfeitas com seu aspecto no pós-parto, com repercussão na sua autoconfiança e na sua percepção de sensualidade e erotismo. A maternidade pode preencher totalmente a vida da mulher, sendo muito fácil esquecer-se de tirar tempo para si mesma. Ao contrariar esta situação, tentando promover algum tempo (por pouco que seja!) para si, a mulher vai sentir-se mais confiante, mais capaz, mais plena e, consequentemente, mais disponível para a intimidade. Para além de mãe, continua a ser mulher, companheira, namorada, amiga, filha, irmã,&#8230; Assim, o equilíbrio entre os vários papéis permite aproveitar esta fase da melhor forma possível!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É importante que o casal aprenda a lidar com as novas circunstâncias de forma natural.&nbsp;</strong></h2>



<p>O período pós-parto acarreta ainda mais algumas alterações que têm efeito na sexualidade do casal. É frequente a perda da carga erótica associada à mama feminina, que é agora dedicada ao bebé, à sua alimentação. As diferenças entre o desejo sexual do homem e mulher frequentemente são acentuadas nesta fase, com um maior tempo necessário para a mulher estar disponível para o sexo, o que pode gerar desconforto entre o casal. O bebé chora a qualquer momento – pode acontecer na hora menos oportuna. Pode haver ainda saída de leite durante a actividade sexual. Estas situações podem condicionar stress, ansiedade e frustração. Por isso, é importante o casal aprender a lidar com estas circunstâncias de forma natural. O cansaço característico desta fase compromete (e muito!) o interesse sexual feminino. A colaboração do parceiro nas tarefas diárias, o equilíbrio entre as responsabilidades assumidas, a ajuda de terceiros ajudará a que a mulher não fique exausta.</p>



<p>A maternidade é vivenciada de forma única por cada mulher, por cada casal. <strong>Apesar da prioridade ser o bebé e os cuidados prestados ao bebé, os papéis de “namorados” e de “companheiros” não devem ser descurados, de forma a preservar a conjugalidade e a intimidade.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O reinício da vida sexual é um momento importante para o casal, e deve o mais especial possível, focado no prazer e reencontro.&nbsp;</strong></h2>



<p>É essencial que o casal mantenha a comunicação, a cooperação, o companheirismo, os projectos a dois e, quando oportuno, dar uma escapadela na rotina e investir na vida a dois!</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-h64Mp' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Viver a sexualidade após a menopausa</title>
		<link>https://simplyflow.pt/viver-a-sexualidade-apos-a-menopausa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Ambrósio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Sep 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Casais]]></category>
		<category><![CDATA[Casal]]></category>
		<category><![CDATA[Ginecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[Paula Ambrósio]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Sexo]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não vale achar que depois da menopausa é normal não ter uma vida sexual satisfatória, que não faz mal, que “já estamos velhos para isso”. É mais de um terço das nossas vidas, tem de valer a pena e ser ótimo.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/viver-a-sexualidade-apos-a-menopausa/">Viver a sexualidade após a menopausa</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando me pediram para escrever sobre este tema não consegui deixar de sorrir. Já escrevi vários textos sobre menopausa e sempre que o faço, e acho que me vou repetir até à morte, acabo por descobrir novos pontos de reflexão, uns mais científicos, outros nem tanto assim…</p>



<p>Como sou um bocadinho (muito) picuinhas com definições, vamos começar por dizer o que é a menopausa: é uma data.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é a menopausa?</strong></h2>



<p><strong>A data da última e derradeira menstruação.</strong> A data a partir da qual os nossos (perdoem-me os homens interessados na temática) ovários deixam de produzir hormonas em quantidade suficiente para manter a função reprodutora. E é aqui que os problemas surgem para muitas mulheres, já que os estrogénios &#8211; as hormonas femininas que asseguram a continuidade da espécie &#8211; são cruciais para o funcionamento de vários órgãos sexuais como a vagina, a vulva e o cérebro (para mim, sem dúvida, o mais importante na mulher). A sua diminuição vai causar, numa grande percentagem de mulheres, queixas como secura vaginal, diminuição da líbido, alterações do humor e do sono, da memória, enfim, todo um conjunto de contras que muitas vezes interferem de forma dramática na sexualidade.</p>



<p>Se pensarmos que a idade média da menopausa ronda os 51 anos e que a esperança média de vida em Portugal para as mulheres é de 83.2 anos é mesmo muito tempo… Especialmente se as coisas não correrem bem no que diz respeito à nossa vida sexual e, acima de tudo, se acharmos que isso é normal.</p>



<p>No dia a seguir a ter escrito o meu último artigo sobre menopausa, aconteceu-me uma das cenas mais caricatas da minha vida. Inflamada pelo texto motivacional e cheio de esperança sobre tudo o que se pode fazer para melhorar a vida íntima do casal na pós menopausa, recebo na consulta uma senhora (e o senhor que chegou 2 segundos mais tarde, mas que se sentou de imediato na cadeira ao lado da paciente quando foi amavelmente convidado para o fazer) que vinha à sua revisão anual. “Então e está tudo bem consigo e com o seu marido?”, pergunto eu preocupada e atenta. É neste momento que o senhor desvia o olhar para a parede e a senhora, muito pouco à vontade, me diz: “Mais ou menos…”. A frase que eu imaginava!! “Ó minha senhora, isso não pode ser! Esta é a fase de maior intimidade dos casais, a altura em que os filhos já saíram de casa, em que tem mais tempo para si e para o seu marido…” O que eu lhe falei dos<strong> hidratantes vaginais e vulvares</strong> que devem ser usados, da <strong>importância do diálogo com o parceiro</strong>, da <strong>necessidade de falar com o seu médico de família ou ginecologista sobre as opções disponíveis para otimizar esta fase da vida</strong>, enfim, toda uma dissertação sobre menopausa e esperança.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“O meu marido é muito meu amigo.”</strong></h2>



<p>Esta é uma das frases que mais oiço quando pergunto às senhoras na pós-menopausa se têm relações sexuais e com que frequência. Leia-se: “Ele não me incomoda com essas coisas”.&nbsp;</p>



<p>Há muitos casais em que, com o avançar da idade e especialmente após a menopausa, a iniciativa nunca parte das mulheres (ok, mais cedo também acontece, mas isto daria para mais uns quantos artigos). Como já estão a imaginar, foi exatamente o que a senhora da história anterior me respondeu quando a questionei… e o senhor, cada vez mais enfiado na cadeira, sem dizer uma palavra. Tudo isto me dava ainda mais alento na minha missão de ajudar aquele casal. “Seja amiga dele então, use os hidratantes que tem em casa, faça um jantar romântico, vão para fora no fim-de-semana.” Nada. Nada do que eu dizia parecia ter efeito.&nbsp;</p>



<p>Quem me conhece sabe que eu tentei mesmo. Tentei até perceber que, de facto, não parecia haver esperança para aquelas duas pessoas. Quando a consulta termina e a senhora se levanta e me diz: “Ó doutora, eu só não sei quem é este senhor aqui sentado” é que eu percebo que aquela não tinha sido só mais uma consulta de problemas de intimidade do casal após a menopausa. Aquele, de facto, não era o seu marido! Era só um senhor que tinha vindo buscar um exame da mãe quando foi energicamente chamado para dentro do consultório, vítima das armadilhas e das partidas que o destino nos prega (mas, bolas, por mais que eu fale, acho que em algum momento um deles me podia ter interrompido e terminado com o meu monólogo motivacional…).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E quando os casais deixam de o ser?</strong></h2>



<p>Passando desde já à frente a parte do embaraço e cor de tomate saloio com que fiquei durante pelo menos 5 minutos e, por mais distraída que às vezes seja, a verdade é que o comportamento daqueles dois estranhos não era assim tão diferente do que às vezes assisto entre verdadeiros casais.</p>



<p><strong>Muitas mulheres após a menopausa vão ter uma diminuição da sua qualidade de vida (se não fizerem nada em contrário) e da sua sexualidade.</strong> A secura vaginal e a falta de desejo sexual podem ser verdadeiramente impactantes e devem ser levados muito a sério pelas mulheres e pelos seus médicos. O afastamento do casal muitas vezes é motivado por um ciclo vicioso de dor associada às relações. A dor leva a comportamentos de fuga e à antecipação de novos episódios dolorosos ainda mesmo antes de algo acontecer. As mulheres fogem, os maridos acham que elas já não gostam deles e está montado o palco para uma verdadeira tragédia grega. Os casais afastam-se e instala-se um gigante elefante invisível na sala.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Podemos falar de sexo?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-pJDFy' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p><strong>O problema é que, sendo a sexualidade um tema muito íntimo, não se discute abertamente. As pessoas têm vergonha de falar no assunto.</strong> Será eventualmente abordado no decurso de uma consulta de rotina, mas quase que à socapa, ou só depois de devidamente questionado (note-se que, depois do que me aconteceu passei a verificar escrupulosamente a identidade dos acompanhantes na consulta &#8211; entretanto veio o COVID e as suas restrições para me impedir de me envergonhar publicamente).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>As mulheres têm de falar da sua sexualidade. Têm de explicar porque é que não se sentem bem.</strong></h2>



<p>Quando os problemas são físicos, ou seja, quando as relações são dolorosas pela secura induzida pela falta das hormonas, o tratamento passar por hidratar e, caso não seja suficiente, pela aplicação de hormonas locais (em doses muito baixas, mas que são eficazes e com baixíssimo risco na grande maioria das mulheres).</p>



<p>Quando entramos em fases mais avançadas em que a relação do casal já está mais deteriorada pode ser preciso recorrer a especialistas em sexualidade e eventualmente fazer algum tipo de terapia. Os terapeutas sexuais existem exatamente para isto. E<strong> não vale achar que depois da menopausa é normal não ter uma vida sexual satisfatória</strong>, que não faz mal, que “já estamos velhos para isso”. É mais de um terço das nossas vidas, tem de valer a pena e ser ótimo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Então e a parte do cérebro onde é que fica?</strong></h2>



<p>Para mim, <strong>o cérebro é o principal órgão sexual na mulher </strong>(estamos todos de acordo que com os homens será um pouco diferente). <strong>A falta de desejo sexual que muitas vezes surge pode estar relacionada com o facto de as mulheres serem hiperfocadas em inúmeras coisas diferentes. </strong>Os filhos, a profissão, o menu do jantar, a aula de pilates. São hiperfocadas, mas o sexo não ocupa bem os lugares cimeiros deste radar. E <strong>se não for feito um esforço para colocar o sexo e o parceiro no radar tudo se torna mais difícil</strong>. A tal sugestão do jantar romântico, da escapadinha de fim-de-semana, da quebra da rotina, tudo isto, no fundo, são <strong>estratégias de captação de atenção do cérebro feminino</strong>, sempre programado para missões &#8211; não, não estou a dizer que o sexo é um esforço ou um frete, mas, sim, que é preciso investir. Já no campo mais científico sabemos que quanto menor for a frequência com que uma mulher tem relações, menor será o seu desejo e a sua vontade de ter novamente. Por outro lado, a lubrificação vaginal e o aumento do aporte sanguíneo à vulva e à vagina causada pela actividade sexual leva a que haja menos queixas de secura e dor nas relações.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><strong>Viver a sexualidade após a menopausa</strong></strong></h2>



<p>E lá vamos nós terminar com o resumo habitual e agora num tom ligeiramente mais sério:</p>



<p><strong>A sexualidade é para ser vivida em pleno em todas as fases da vida. A pós-menopausa não é exceção, mas, em muitos casos, as alterações fisiológicas causadas pela falta de hormonas podem interferir de forma dramática e levar a uma diminuição da quantidade e da qualidade das relações sexuais.</strong> Como em tudo na vida, o que não se sabe não acontece… Se as mulheres não se queixarem a quem de direito &#8211; aos médicos que as tratam, aos parceiros com quem partilham a sua vida, aos amigos e amigas com quem tantas vezes desabafam de outros problemas &#8211; não é possível resolver nada. <strong>Para viver a sexualidade após a </strong><a href="https://simplyflow.pt/o-lado-intimo-da-menopausa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>menopausa</strong></a><strong> é preciso não aceitar nada menos do que o melhor </strong>(como de resto em tudo o que fazemos). Nascemos para ser felizes e plenos, de preferência a fazer outros felizes. Toca lá a fazer por isso.</p>



<p></div>
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		<item>
		<title>8 Segredos para viver uma sexualidade feliz</title>
		<link>https://simplyflow.pt/8-segredos-para-viver-uma-sexualidade-feliz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Sep 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[Casais]]></category>
		<category><![CDATA[Casal]]></category>
		<category><![CDATA[cláudia morais]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Sexo]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sexo é aquilo que diferencia uma relação romântica das outras relações afetivas, pelo que, para que nos sintamos felizes e entusiasmados na nossa relação conjugal, também precisamos de sentir satisfação sexual. Quais são os segredos para uma sexualidade feliz?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O sexo é aquilo que diferencia uma relação romântica das outras relações afetivas, pelo que, para que nos sintamos felizes e entusiasmados na nossa relação conjugal, também precisamos de sentir satisfação sexual. Quais são os segredos para uma sexualidade feliz?</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>1. Escolher a pessoa certa</strong></h2>



<p>Claro que quando iniciamos uma relação é porque nos sentimos suficientemente atraídos por um conjunto de atributos daquela pessoa que nos levam a acreditar que ela é – ou pode ser – a pessoa certa. Mas a maior parte das pessoas que eu conheço – dentro e fora do consultório – já passaram por desgostos amorosos e muitas dessas pessoas reconhecem que tendem a sentir-se atraídas pelo mesmo “tipo” de pessoas. Como refiro no livro “<a href="https://simplyflow.pt/manual-do-amor/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Manual do Amor</a>”, <strong>cada um de nós tem um estilo de vinculação amorosa – seguro, ansioso, evitante ou desorganizado</strong>. Num mundo ideal seríamos todos seguros e as relações teriam maior probabilidade de dar certo, mas esse mundo também seria provavelmente mais monótono e entediante. Na prática, <strong>há algumas combinações mais desafiantes do que outras e escolher a pessoa certa pode implicar conhecermo-nos suficientemente bem, conhecermos as características e necessidades do nosso estilo de vinculação amorosa e, já agora, aprendermos a reconhecer se a pessoa que nos atrai é ou não aquela que vai ser capaz de vir ao encontro das nossas necessidades</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>2. Falar abertamente sobre sentimentos e necessidades, também no que toca à sexualidade.</strong></h2>



<p><strong>Um casal que não discute é, por norma, um casal que não se conhece mutuamente, que não tem uma relação que possa ser considerada íntima do ponto de vista emocional </strong>e um casal que, mais cedo ou mais tarde, também vai sentir-se insatisfeito em relação à sexualidade. Ora, se no início de uma relação é sobretudo o desejo por “aquilo” que não é nosso que nos move, numa relação de compromisso o desejo anda de mãos dadas com a segurança e com o preenchimento das nossas necessidades. Se nos esquivarmos a falar sobre o que sentimos – dentro e fora da cama – o mais provável é que comecemos a olhar para a pessoa por quem nos apaixonámos como alguém que até pode continuar a parecer-nos fisicamente atraente, mas por quem não sentimos desejo. Todas as pessoas têm problemas, inquietações e dificuldades. <strong>Aquilo que costuma diferenciar os casais satisfeitos com a sua sexualidade dos outros não é a inexistência de problemas ou de sentimentos desagradáveis. É, sobretudo, a capacidade de responder com atenção, afeto e compaixão a cada dificuldade.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3. Fazer “conchinha” depois do sexo</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-uJYzP' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Ao contrário do que uma boa parte do cinema e da imprensa nos tenta “vender”, não é o número de vezes que fazemos sexo ou o número de posições do kamasutra que experimentamos que faz com que nos sintamos mais felizes com a nossa sexualidade. Um dos indicadores de satisfação sexual que a ciência nos tem demonstrado é a “conchinha”. <strong>Os casais que se sentem mais felizes com a sua sexualidade tendem a aninhar-se um no outro depois do sexo.</strong> Na verdade, isso <strong>é mais uma demonstração da ligação que sentem</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>4. Cultivar a confiança</strong></h2>



<p>Pode não ser a frase mais sexy do mundo, mas a amizade é a base de qualquer relação conjugal feliz e é também, segundo a investigadora Emily Nagoski, educadora sexual com décadas de experiência, um dos dois grandes pilares da satisfação sexual (o outro está identificado no ponto 7). Nós podemos ter sexo louco e intenso com um desconhecido, podemos ter sexo diariamente com pessoas diferentes, mas as investigações mostram que as pessoas casadas tendem a assumir que fazem mais e melhor sexo do que quando estavam solteiras. Isso tem tudo a ver com a amizade e com a confiança. <strong>Diariamente podemos escolher entre assumirmos uma postura honesta, confiável e transparente ou não. Quando mostramos o que realmente sentimos, mesmo que seja o nosso desagrado, estamos a cultivar a confiança. Quando mostramos que nos importamos com o que a pessoa que amamos sente e que queremos estar “lá” para ela, estamos a cultivar a confiança. Quando honramos os nossos compromissos e fazemos aquilo que prometemos, também.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5. Alimentar a própria individualidade</strong></h2>



<p>A sexóloga Esther Perel popularizou o termo “inteligência erótica”. Segundo a investigadora, é dificílimo desejarmos aquilo que já temos, pelo que, se nos descuidarmos, é possível que ao fim de alguns anos passemos a olhar para a pessoa que está ao nosso lado mais como um/uma irmão/irmã do que como um(a) amante. Na prática, <strong>a nossa individualidade, aquilo que continuamos a fazer por nós, para além dos planos a dois, é uma das formas de mantermos uma “distância de segurança”, que nos permite olhar um para o outro com a certeza de que há sempre algo para descobrir</strong>. É como se aquilo que fazemos por nós, individualmente, nos permitisse <strong>aliar uma dose de mistério, de adrenalina e de incerteza à segurança e à previsibilidade que existem nas relações duradouras</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>6. Manter a mente aberta em relação à novidade</strong></h2>



<p><strong>Uma relação precisa tanto de segurança e previsibilidade quanto de mistério e novidade.</strong> Mas não é apenas a novidade na individualidade. À medida que os anos passam, a vida muda-nos. Nenhum de nós é a mesma pessoa depois de vinte ou trinta anos e muitas vezes não é fácil acompanhar as mudanças da pessoa que está ao nosso lado, manter o ritmo. Algumas pessoas deixam de comer carne e passam a ser vegetarianas. Outras descobrem o prazer de viajar depois de os filhos saírem de casa. Ou o prazer do exercício físico. <strong>Se cada um estiver disponível para continuar a descobrir o outro e para alinhar em programas novos, experiências novas, aventuras novas, é mais provável que o casal continue a sentir-se unido e entusiasmado.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>7. Ir à festa… mesmo quando não apetece</strong></h2>



<p>Certamente já passou pela experiência de não ter a mínima vontade de ir a uma festa ou a outro evento, mas acabar por ser arrastado(a) por outras pessoas ou sentir-se na obrigação de marcar presença por consideração a um familiar ou a um(a) amigo(a) e, depois, assumir que foi a melhor coisa que fez porque acabou por se divertir. Nem sempre nos apetece fazer sexo. Às vezes já temos o pijama vestido ou está a começar a nossa série de televisão favorita e é fácil dizer “não”. Mas <strong>quando cedemos e nos deixamos levar pelas carícias da pessoa que amamos, acabamos por divertir-nos e sentir prazer. Aquilo que os casais mais felizes com a sua sexualidade têm em comum é a amizade e o facto de darem prioridade ao sexo.</strong> Eles aparecem na festa, ainda que, no início, nem sempre lhes apeteça. Isso não significa que estejam sempre disponíveis ou que não haja negas. Claro que há!<strong> Outra coisa que estes casais têm em comum é o facto de saberem lidar com as negas: não há culpabilização nem amuos. Há carinho e compaixão.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>8. Gerir as expectativas</strong></h2>



<p>Os casais felizes NÃO são <a href="https://www.youtube.com/watch?v=Nmy2SyZbYS0" target="_blank" rel="noreferrer noopener">almas gémeas</a>, não leem pensamentos, não são atores pornográficos, nem chegam diariamente montados num cavalo branco com um ramo de flores na mão. <strong>A satisfação sexual tem pouco a ver com performance ou com a frequência das relações sexuais. A maior parte das pessoas faz menos sexo do que gostaria ou do que idealizara. Porquê? Porque a vida acontece. </strong>Porque há rotinas que nos atropelam, há problemas que nem sempre conseguimos afastar do nosso pensamento, porque há birras e outras solicitações para gerir, porque há sono, muito sono. De vez em quando podemos ter de colocar na agenda um ou outro lembrete para que não nos esqueçamos de namorar, ou simplesmente reservar tempo e escolher, intencionalmente, manter o resto da vida (preocupações) em stand by. <strong>Gerir as expectativas não é baixar a fasquia. É sermos justos e bondosos connosco e com a pessoa que está ao nosso lado.</strong> </p>



<p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>O Sexo e Eu</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-sexo-e-eu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Sep 2021 15:47:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[fátima lopes]]></category>
		<category><![CDATA[O sexo e eu]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sinto que continua a haver muita dificuldade em falar de sexualidade de uma forma normal, natural e sem preconceitos. Em pleno século XXI, isto já não faz sentido! E, por isso, entendi que fazia sentido dedicarmo-nos ao tema “O Sexo e Eu”, aqui no Simply Flow. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-sexo-e-eu/">O Sexo e Eu</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Sinto que continua a haver muita dificuldade em falar de sexualidade de uma forma normal, natural e sem preconceitos. Parece que ainda é um tema que temos de falar em surdina ou de uma forma muito controlada, tendo a certeza absoluta que estamos num ambiente seguro e com pessoas que fazem as interpretações certas. Em pleno século XXI, isto já não faz sentido! E, por isso, entendi que fazia sentido dedicarmo-nos ao tema “O Sexo e Eu”, aqui no Simply Flow.&nbsp;</strong></p>



<p>A sexualidade é uma parte das nossas vidas e, por isso, devemos dedicar-lhe tempo suficiente para termos uma sexualidade feliz, tal como fazemos com outras áreas da vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A sexualidade é uma parte natural das nossas vidas.&nbsp;</strong></h2>



<p>Quantas vezes uma relação amorosa termina porque a relação sexual se esgotou, ou, simplesmente, não funciona? Se um casal não sente sintonia na vida sexual, como pode aspirar a manter a magia, o entusiasmo e a alegria na relação? Impossível! Se a vida sexual de um casal não é boa, isso vai ganhando peso, ocupando espaço, como se uma nuvem se instalasse e progressivamente fosse ficando maior e mais escura, acabando por anular o brilho que tem a união de duas pessoas que se amam. Em algumas situações, este desinteresse ou falta de sintonia sexual do casal é corrigível com a ajuda de um profissional. Noutros casos, pode existir uma longa história de momentos que não correram bem, de mágoas e temas que criaram um fosso entre as duas pessoas, o que leva a que não consigam encontrar novas formas de criar pontes nem conseguirem olhar-se de outra maneira.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Manter uma sexualidade equilibrada deve ser algo incluído no nosso <a href="https://simplyflow.pt/eu-comprometo-me/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">comprometimento</a> com a felicidade.&nbsp;</strong></h2>



<p>O tema “O Sexo e Eu” é sobre a relação que cada um tem com o sexo e que é algo muito particular. As pessoas não desejam, nem vibram todas com as mesmas coisas. As pessoas não têm todas as mesmas fantasias, nem as mesmas experiências. As pessoas não gostam todas das mesmas pessoas. E ainda bem que assim é.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A sexualidade é algo que cada um vive de forma individual.&nbsp;</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-I9SJB' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Se uma pessoa se sente feliz com a forma como vive sozinha a sua sexualidade, então está tudo certo. Se duas pessoas vivem felizes com a relação sexual que têm, está tudo certo também. São cada vez mais as pessoas que não têm parceiro/a e que procuram formas de sentir prazer sozinhas. Felizmente, o mercado tem hoje brinquedos sexuais para todos os gostos, que ajudam a viver o prazer sexual, mesmo não tendo um companheiro ou uma companheira. Cabe a cada um decidir se quer experimentar ou não. Não deve é decidir a partir da cabeça dos outros, principalmente se forem cabeças preconceituosas.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sozinhas ou acompanhadas, as pessoas devem viver a sexualidade da forma que lhes fizer sentido.&nbsp;</strong></h2>



<p>A sexualidade deve ser vivida da forma que cada um entender, mas respeitando sempre o outro. Estamos a falar de sexualidade como algo bonito e que nada tem a ver com comportamentos perversos nem patológicos. Estamos a falar de sexualidade vivida por pessoas que procuram formas de a viver que preservem o seu brilho, beleza e energia.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Já chega de preconceitos à volta da sexualidade!&nbsp;</strong></h2>



<p>Às vezes, algumas pessoas de gerações mais antigas, consideram que uma mulher que tem uma relação normal com o sexo, que fala normalmente da sua sexualidade e da importância daquilo que sente e faz para se sentir satisfeita, é vulgar ou ordinária. Por favor, já chega! Já não somos objectos de satisfação sexual do homem. Já não estamos cá apenas para satisfazer as vontades dos maridos. Já não acreditamos que sexo é pecado. Sim, as mulheres têm desejo e desejos. Sim, as mulheres têm fantasias. Sim, as mulheres também são exigentes com o seu parceiro/a.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Vamos, de uma vez por todas, deixar o pecado e o preconceito à porta.&nbsp;</strong></h2>



<p>Vamos todos viver a sexualidade como merecemos. Ou seja, com prazer, alegria e a noção exata da importância que ela tem para a nossa felicidade. &nbsp;</p>



<p class="has-small-font-size">Nota: Fotografia por <a href="https://www.instagram.com/fuifotografar/">Verónica Silva</a></p>



<p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como falar com as crianças e os jovens sobre sexualidade?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-falar-com-as-criancas-e-os-jovens-sobre-sexualidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vânia Beliz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2020 07:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vânia Beliz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Educação Sexual é uma ferramenta imprescindível na Educação. Apesar de ser uma área de extrema&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Educação Sexual é uma ferramenta imprescindível na Educação. Apesar de ser uma área de extrema importância é também alvo de muitas objecções. Quando falamos em Educação Sexual, a maior parte das pessoas, imagina sexo, como se falar de sexualidade fosse ensinar as crianças e os jovens simplesmente a ter relações sexuais. Reduzir a sexualidade ao coito é tão redutor como errado. Afinal, como falar com as crianças e os jovens sobre sexualidade?</strong></p>



<p>Trabalho em Educação Sexual há muitos anos e faço-o formalmente com crianças a partir dos 4 anos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que querem e precisam de saber as nossas crianças e jovens sobre sexualidade? </strong></h2>



<p>Aos <strong>2 anos </strong>as crianças já têm uma noção da sua identidade de género, se são meninos, se são meninas, já se comportam como a sociedade espera e reproduzem estereótipos pelo que observam. Nesta fase importante <strong>os cuidados da família firmam os vínculos e dão a segurança emocional à criança para que ela cresça mais segura</strong>. Trabalhar com eles, desde cedo, a importância de cuidar do corpo, de o amar como é, de o proteger, é, por isso, muito importante.&nbsp;</p>



<p>Aos <strong>3-4 anos</strong> as crianças deixam a fralda e experimentam uma autonomia com o seu corpo, mexem-lhe sem pudor e gostam de estar nus. <strong>Esta etapa é muito importante porque a criança não deve ser impedida de se tocar se o quiser. Porém, deve conhecer regras sociais importantes.</strong> Fazem perguntas sobre o corpo adulto, têm curiosidade pela diferença e pela sua origem, como se faz, como se nasce…</p>



<p>A <strong>entrada na escola faz com que as crianças aumentem a sua</strong> <strong>autonomia</strong>. As meninas aproximam-se dos seus pares havendo até um afastamento por interesses normalmente diferentes. Nesta altura os estereótipos estão muito presentes e as meninas procuram brincadeiras relacionadas com o universo feminino e os rapazes no seu universo masculino.</p>



<p><strong>As crianças hoje parecem crescer mais rápido.</strong> A erotizacão está muito presente no universo das meninas convidando-as a seguirem padrões de beleza, de sensibilidade deixando a coragem e a criatividade para os rapazes.</p>



<p>O corpo continua a crescer e no fim do primeiro ciclo, com <strong>9-10 anos</strong>, já temos meninas que menstruam entrando assim na puberdade. <strong>Falar com as crianças sobre crescimento é fundamental para o processo de aceitação e bem-estar.</strong> A ausência destes temas pode alimentar fantasmas que mais tarde podem condicionar a sua vida íntima e até a relação com o seu próprio corpo. Trabalhar a autoestima é assim muito importante.</p>



<p>Na <strong>puberdade e entrada na adolescência</strong> muitos jovens podem sentir se atraídos por alguém especial. Este desejo faz parte do nosso crescimento e da necessidade que temos de nos relacionar com outros à nossa volta.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância da Educação Sexual </strong></h2>



<p>As questões da orientação sexual são a principal queixa de quem se manifesta contra a Educação Sexual porque defendem que não há espaço para diversidade e que isso são invenções que vêm pôr em risco a família. O que é efetivamente uma família? Como é possível que ainda se esteja mergulhado na obscuridade de não se aceitar a diferença? E que consequências isso tem na felicidade das nossas crianças? Um dos motivos que leva os adolescentes ao suicídio é precisamente a não aceitação de si. O não se sentir apoiado, ouvido.</p>



<p>Alguém acredita que uma sessão de 45 minutos transforma a orientação dos jovens? Creio que não, mas pode fazer muito pela prevenção da homofobia, porque vivermos numa sociedade cada vez mais global e diversa. Isto não é importante?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando acontecem as primeiras relações sexuais? </strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-hqDNL' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>As primeiras relações sexuais acontecem, segundo os últimos dados, por volta dos 15-16 anos e <strong>nesta altura seria muito bom que os jovens estivessem informados sobre o seu corpo, consentimento, prevenção e prazer… </strong>Não podemos continuar a dizer que o sexo é uma coisa feia e errada, devemos, sim, <strong>sensibilizar para a responsabilidade de se tornarem sexualmente activos</strong>.&nbsp;</p>



<p>A gravidez na adolescência tem visto o seu número reduzir e as interrupções da gravidez também têm diminuído. O acesso ao planeamento familiar gratuito em todos os centros de saúde tem permitido um contato próximo com os jovens ainda que existam muitas melhorias a fazer, especialmente no atendimento e disponibilidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como a Internet tem revolucionado a intimidade dos nossos jovens </strong></h2>



<p>Hoje o acesso à Internet tem revolucionado a intimidade também dos nossos jovens. <strong>O envio de conteúdos íntimos, o sexo virtual, os sites de encontros, a pornografia, tudo isto precisa de ser decifrado e alvo de atenção por parte das famílias. </strong>A Educação Sexual acompanha todos estes temas e a educação formal nas escolas não se faz de costas voltadas para a família e muito menos contra os seus valores.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sabia que a Educação Sexual firma os seus conteúdos em orientações internacionais e nos direitos humanos? </strong></h2>



<p>Sim, é verdade. A Educação Sexual firma os seus conteúdos em orientações internacionais e nos direitos humanos. <strong>Impedir este trabalho é um retrocesso grave que vai comprometer a saúde das nossas crianças. </strong>Tem de haver bom senso para um tema tão importante e que jamais devia servir de arremesso.</p>



<p>Se as famílias ouvissem o que as crianças e os jovens querem e precisam saber talvez sobre sexualdiade, se fizessem mais movimentos para a defesa de disciplinas e áreas que contribuem para formarmos cidadãos mais informados, saudáveis e felizes seria um grande passo na educação das gerações futuras. </p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-hqDNL' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<item>
		<title>Como ter mais prazer na sexualidade?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-ter-mais-prazer-na-sexualidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laira Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Feb 2020 14:48:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Laira Ramos]]></category>
		<category><![CDATA[Períneo]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As mulheres estão cada vez mais preocupadas com a sua sexualidade, com o direito de terem&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>As mulheres estão cada vez mais preocupadas com a sua sexualidade, com o direito de terem prazer e não apenas de darem prazer ao seu parceiro. A independência feminina tem ajudado muito nesse aspecto e já é mais aceite pela sociedade as mulheres procurarem o seu prazer e a respetiva satisfação sexual.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância da mulher conhecer e explorar o próprio corpo.</strong></h2>



<p>A primeira coisa que as mulheres devem fazer é descobrirem o próprio corpo, entenderem a anatomia do corpo feminino e encararem a sexualidade como algo natural, sem tabus.&nbsp;</p>



<p>Anatomicamente temos uma desvantagem em relação aos homens, pois o pénis é muito mais acessível que a vulva, o nosso órgão sexual externo. Os homens têm um contacto muito mais natural e saudável com o pénis do que nós temos com a vulva. Isto porque os homens precisam de pegar no pénis várias vezes por dia para a micção e fazem-no de uma maneira muito natural. Nós, mulheres, na grande maioria das vezes, limpamo-nos bem rápido para nos tocarmos o mínimo possível.</p>



<p>Então, para começarmos o trabalho de casa temos de <strong>aceitar o nosso corpo</strong>. <strong>Entender a nossa anatomia</strong>. Pegar num espelhinho e dar uma olhadela “lá em baixo” para conseguirmos <strong>ver como realmente somos</strong>. Depois desse trabalho de visualização podemos, então, começar o trabalho de exploração. E, aí vem outro tema que é um grande tabu entre nós mulheres e muito aceite para os homens: a masturbação.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Descubra o seu próprio corpo e aquilo que lhe dá prazer.</strong></h2>



<p><strong>A masturbação é extremamente saudável e necessária. É através da masturbação que conhecemos o nosso corpo e entendemos o que nos dá prazer. </strong>As mulheres têm o direito, assim como os homens, de se tocarem, de entenderem o seu corpo, de conversarem com o próprio corpo e descobrirem os seus pontos de prazer. Esta autodescoberta levará a mulher a entender que ela é dona do seu próprio corpo e do seu prazer. </p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-pFaIf' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Depois da descoberta do seu corpo outra coisa coisa que ajuda a melhorar o seu prazer são novas experiências, novas vivências, novas aventuras.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Deixe-se surpreender por novas experiências, novas aventuras.</strong></h2>



<p><strong>Quando estamos abertas para a descoberta conseguimos descobrir o que gostamos e também o que não gostamos.</strong> Quando falo em novas descobertas vale desde sexo na cozinha, uma posição diferente, assistir a filmes eróticos, utilizar brinquedos de sexshop.&nbsp;</p>



<p>Para quem está num relacionamento longo saiba que existem várias maneiras de inovar, de mudar a sexualidade, de descobrir novas coisas com o mesmo parceiro. Na verdade, os relacionamentos longos são grandes aliados da inovação, pois a intimidade permite que o casal esteja mais à vontade.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando existem problemas relacionados com a </strong><a href="https://simplyflow.pt/a-nossa-sexualidade/"><strong>sexualidade</strong></a><strong> é importante procurar ajuda especializada. </strong></h2>



<p>Algumas vezes a falta de prazer acontece devido a questões relacionadas com o corpo, nomeadamente por causa do períneo. Como já falámos <a href="https://simplyflow.pt/a-importancia-dos-musculos-do-perineo/">aqui</a> anteriormente, uma das funções desses músculos é fechar a vagina e sustentar o clitóris, tendo assim um papel muito importante no nosso <a href="https://simplyflow.pt/o-perineo-e-a-sexualidade/">prazer</a>. Com o avançar da idade, com a gravidez, com o parto vaginal, etc., estes músculos podem ficar mais fracos e a mulher pode ter a sensação de a vagina estar mais aberta, fazendo com que ela tenha menos prazer durante a penetração, uma vez que o contacto com pénis diminui. A fraqueza do períneo também pode levar a mulher a ter mais dificuldade em atingir o orgasmo, pois pode diminuir os estímulos no clitóris.&nbsp;</p>



<p>Estas mulheres podem <strong>procurar um fisioterapeuta que tenha formação em Uroginecologia &#8211; fisioterapia especializada para reabilitar e fortalecer o períneo -, ajudando a mulher a conhecer o seu corpo para melhorar o seu prazer e os seus orgasmos</strong>. </p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-pFaIf' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<title>A nossa sexualidade</title>
		<link>https://simplyflow.pt/a-nossa-sexualidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laira Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2019 09:34:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Laira Ramos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assinala-se hoje &#8211; 04 de Setembro &#8211; o Dia Mundial da Saúde Sexual, dinamizado em 2010&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/a-nossa-sexualidade/">A nossa sexualidade</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Assinala-se hoje &#8211; 04 de Setembro &#8211; o Dia Mundial da Saúde Sexual, dinamizado em 2010 pela Associação Mundial de Saúde Sexual.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é a Saúde Sexual?</strong></h2>



<p>Em 1974 a Organização Mundial de Saúde (OMS) criou o seu primeiro comité dedicado à Saúde Sexual e definindo-a como “um estado físico, mental e de bem-estar social relacionado com a sexualidade”. Defendeu ainda que “é necessária uma abordagem positiva e respeitosa da sexualidade e das relações sexuais, e também a possibilidade de ter prazer e experiências seguras, sem coesão, discriminação ou violência”.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dia Mundial da Saúde Sexual</strong></h2>



<p>Esta é uma data muito importante, uma vez que não encontramos muitos lugares e momentos para falarmos da nossa saúde sexual, principalmente nós que somos mulheres e estamos preocupadas com o nosso prazer. É difícil encontrarmos um espaço seguro e de confiança onde possamos tirar as nossas dúvidas sobre a nossa sexualidade de uma maneira séria e respeitosa. Então, vamos aproveitar este dia para falarmos sobre algumas coisas muito importantes da nossa sexualidade.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A sexualidade humana</strong></h2>



<p><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Masters_and_Johnson">Master &amp; Johnson</a> foram os pioneiros nas pesquisas sobre a sexualidade humana. Na década de 1970, eles foram os primeiros a escrever sobre a resposta sexual, descrevendo-a como sendo linear e composta por 3 fases:&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Excitação;&nbsp;</li><li>Plato;&nbsp;</li><li>Orgasmo.&nbsp;</li></ol>



<ul class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" width="725" height="469" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/09/grafico1-1.jpg" alt="" data-id="10097" data-link="https://simplyflow.pt/?attachment_id=10097" class="wp-image-10097" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/09/grafico1-1.jpg 725w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/09/grafico1-1-300x194.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/09/grafico1-1-460x298.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/09/grafico1-1-160x104.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/09/grafico1-1-320x207.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/09/grafico1-1-480x311.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/09/grafico1-1-640x414.jpg 640w" sizes="(max-width: 725px) 100vw, 725px" /></figure></li></ul>



<p>Anos mais tarde, Kaplan se juntou a eles para formular um outro modelo sobre a resposta sexual, dessa vez incluindo <strong>o desejo</strong>. Segundo este modelo a resposta sexual deveria seguir esta ordem:&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Desejo;</li><li>Excitação;</li><li>Orgasmo.&nbsp;</li></ol>



<p>Este modelo de resposta nos limitou por vários anos, pois acreditava-se que, para se começar o ato sexual, era preciso ter primeiro o desejo, e este desejo, muitas vezes, vai desaparecendo com a rotina e os anos dos relacionamentos.</p>



<ul class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" width="350" height="200" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/09/grafico1.jpg" alt="" data-id="10094" data-link="https://simplyflow.pt/?attachment_id=10094" class="wp-image-10094" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/09/grafico1.jpg 350w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/09/grafico1-300x171.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/09/grafico1-160x91.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/09/grafico1-320x183.jpg 320w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" /></figure></li></ul>



<p>Somente em 2001 Bason descreveu a<strong> resposta sexual </strong>como sendo <strong>cíclica e não linear</strong>,<strong> isso quer dizer que nem sempre precisamos esperar pelo desejo para termos uma relação sexual</strong>.<strong> A relação sexual pode começar por vários motivos como: intimidade do casal, estímulo sexual, satisfação&#8230; </strong>Aquele desejo que temos no começo do relacionamento pode ir se desgastando ao longo dos anos, com a rotina, a falta de tempo, mas nós podemos (e devemos!) estimular este desejo, estando abertas para que outros estímulos nos levem a desfrutar mais e melhor a nossa sexualidade.</p>



<ul class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="454" height="340" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/09/grafico2.jpg" alt="" data-id="10095" data-link="https://simplyflow.pt/?attachment_id=10095" class="wp-image-10095" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/09/grafico2.jpg 454w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/09/grafico2-300x225.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/09/grafico2-160x120.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/09/grafico2-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 454px) 100vw, 454px" /></figure></li></ul>



<p>Então vamos falar um pouco sobre cada um desses componentes da nossa sexualidade, quais problemas cada um pode apresentar e o que podemos fazer para ficarmos cada vez melhores.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Componentes da sexualidade humana:</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-rQi69' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Desejo</strong></h3>



<p><strong>O desejo é cognitivo, é o que está nas nossas cabeças, são os nossos pensamentos, as nossas vontades.</strong>&nbsp;</p>



<p>Geralmente no começo dos relacionamentos o desejo está mais aflorado, isso tem a ver com a fase da paixão que estamos vivendo, onde tudo é lindo e perfeito e não enxergamos defeitos no outro. Com o amadurecimento do relacionamento vamos ficando mais racionais, conseguimos ver o outro sem “a máscara da paixão”, e este amadurecimento também traz mais responsabilidade, traz a rotina e se não cuidarmos do nosso desejo ele pode ir diminuindo.&nbsp;</p>



<p>É possível estimular este desejo com nossas fantasias, conversando mais com nosso(a) parceiro(a) sobre nossa sexualidade e sobre as coisas que gostamos, trocando mensagens “picantes”&#8230; <strong>Cuidar do nosso desejo é o primeiro passo que podemos dar para ter uma sexualidade mais ativa e satisfatória.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Excitação</strong></h3>



<p><strong>A excitação é a resposta física, são alterações que acontecem no nosso corpo nos preparando para o acto sexual.&nbsp;</strong></p>



<p>Nas mulheres os vasos sanguíneos que compõem os genitais dilatam e permitem um maior fluxo de sangue para essa região, duas glândulas que se preparam para lubrificar a vagina, o canal vaginal aumenta de volume e as paredes se tornam mais finas, o volume das mamas aumenta, o tamanho do clítoris também, o útero amplia e eleva-se 2,4 centímetros para permitir à vagina ter mais espaço para acomodar o pénis, a acidez da vagina diminui ligeiramente para não comprometer a saúde dos espermatozóides.&nbsp;</p>



<p>Nos homens os vasos sanguíneos dilatam e o sangue começa a fluir mais rapidamente para o pénis e sua pele do pénis fica mais fina, promovendo a ereção; os testículos e a glande podem aumentar de tamanho.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Prazer/Orgasmo</strong></h3>



<p><strong>O prazer é a sensação agradável que a sexualidade nos proporciona, na verdade o prazer é um dos principais alimentos da nossa sexualidade e da nossa vida. </strong>Quanto mais prazer sentimos mais queremos repetir a experiência.&nbsp;</p>



<p>O prazer é bastante pessoal e está muito ligado aos nossos costumes e à nossa criação, tem coisas que podem ser extremamente prazerosas para umas pessoas e causar estranheza, e até mesmo repulsa, para outras. Por isso o diálogo aqui também é muito importante, a confiança no(a) parceiro(a) nos permite falar mais abertamente sobre o que gostamos, o que não gostamos e o que estamos dispostos a experimentar.</p>



<p><strong>O orgasmo é o pico desse prazer.</strong> Nos homens geralmente é acompanhado da ejaculação (alguns homens não terão ejaculação, este é o caso dos homens que fizeram a prostatectomia). A ejaculação nas mulheres ainda é um tema que está sendo estudado; O que sabemos é que na maioria das vezes o orgasmo da mulher não está associado à ejaculação, e, mesmo que haja uma ejaculação, não será em jato como é mostrado nos filmes pornográficos.&nbsp;</p>



<p>Outro ponto importante sobre o orgasmo é que ele não aparece mais no ciclo da resposta sexual de Bason, pois <strong>embora o orgasmo seja fantástico é possível ter uma relação sexual muito prazerosa sem ter orgasmo</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Problemas relacionados com a sexualidade:</strong></h2>



<p>A sexualidade tem fatores físicos, emocionais e fisiológicos. Problemas no relacionamento, depressão, ansiedade, lesões musculares e nervosas, disfunções hormonais, outras condições como diabetes, problemas na tiróide, prostatectomia, amamentação, episiotomia, menopausa&#8230; podem ser causa das disfunções do desejo, da excitação, do prazer/orgasmo ou da dor.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Dor no ato sexual não é normal!</strong></h3>



<p>Algumas vezes as relações sexuais podem provocar dor, fazendo que estas experiências sejam desagradáveis. Nas mulheres estas dores podem acontecer pela falta de relaxamento dos <a href="https://simplyflow.pt/a-importancia-dos-musculos-do-perineo/">músculos do períneo</a> na hora da penetração, pela falta de lubrificação (que pode ser causada pela menopausa e pela amamentação), pela dor na cicatriz da episiotomia (corte que pode ser feito na hora do parto), a cicatriz da cesariana também pode ser um motivo para esta dor. </p>



<p>Em alguns casos a mulher tem uma condição chamada<strong> vaginismo</strong>; Nesses casos ela não permite a introdução de nada no seu canal vaginal, muitas vezes nem absorventes internos (tampão) elas conseguem colocar. Com a ajuda de uma equipa interdisciplinar, podemos encontrar a causa desse problema e proporcionar um tratamento adequado, eficaz e satisfatório para que você possa desfrutar a sua <a href="https://simplyflow.pt/o-perineo-e-a-sexualidade/">sexualidade</a>.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-rQi69' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div> <br></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O períneo e a sexualidade</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-perineo-e-a-sexualidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laira Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jul 2019 20:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Laira Ramos]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Períneo]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vamos falar de coisas boas: O períneo e o prazer! Tudo bem, talvez eu tenha sido&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading"><strong>Vamos falar de coisas boas: O períneo e o prazer!</strong></h2>



<p>Tudo bem, talvez eu tenha sido um pouco dura e mostrado um lado nada agradável do períneo, mas nem tudo são <a href="https://simplyflow.pt/falemos-de-incontinencia-urinaria-feminina/">patologias</a> e <a href="https://simplyflow.pt/a-importancia-dos-musculos-do-perineo/">desconfortos</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual a função do períneo da mulher?</strong></h2>



<p>Na mulher o períneo também tem a função de <strong>fechar a vagina e sustentar o clitóris</strong>, <strong>sendo um dos grandes responsáveis pelo prazer que ela sente durante as relações sexuais</strong>, ajudando-a a ter orgasmos mais intensos e, até mesmo, orgasmos múltiplos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância do autoconhecimento</strong></h2>



<p><strong>Conhecer o próprio corpo é a primeira tarefa que uma mulher precisa fazer se quiser viver sua sexualidade em sua plenitude.</strong> Esta não é uma tarefa muito fácil pois, ao contrário dos homens que têm o pénis bastante exposto, nós mulheres temos o nosso órgão sexual mais escondido, para esta descoberta é necessário um lugar reservado e um espelho. Seria interessante se todas as mulheres fizessem, pelo menos uma vez na vida, este trabalho de autoconhecimento.</p>



<p>Para isso é preciso escolher um momento tranquilo, a mulher deve despir a sua roupa interior e ficar em uma posição onde com um espelho ela possa explorar o seu corpo. Assim, ela poderá ver a parte externa do seu órgão sexual: a vulva.&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-gallery aligncenter columns-1 is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/07/pelve2-1024x1024.jpg" alt="" data-id="9712" data-link="https://simplyflow.pt/?attachment_id=9712" class="wp-image-9712" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/07/pelve2-1024x1024.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/07/pelve2-150x150.jpg 150w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/07/pelve2-300x300.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/07/pelve2-768x768.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/07/pelve2-460x460.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/07/pelve2-100x100.jpg 100w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/07/pelve2-160x160.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/07/pelve2-320x320.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/07/pelve2-480x480.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/07/pelve2-640x640.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/07/pelve2-960x960.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/07/pelve2-1120x1120.jpg 1120w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></li></ul>



<p><strong>Há uma confusão e muitas pessoas pensam que o que nós podemos visualizar é a vagina, não, a parte externa do órgão sexual feminino chama-se vulva e ela é formada pelo clítoris, pequenos lábios e grandes lábios; depois, sim, temos a vagina que termina no útero.</strong></p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-GHKVI' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'><br></p>



<ul class="wp-block-gallery aligncenter columns-1 is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="460" height="300" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/07/vulva.jpg" alt="" data-id="9713" data-link="https://simplyflow.pt/?attachment_id=9713" class="wp-image-9713" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/07/vulva.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/07/vulva-300x196.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/07/vulva-160x104.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/07/vulva-320x209.jpg 320w" sizes="(max-width: 460px) 100vw, 460px" /></figure></li></ul>



<p>Muitas mulheres ficam constrangidas pois têm os pequenos lábios maiores que os grandes lábios, não se preocupem com isso, o nome “pequenos e grandes lábios” faz com que esta confusão aconteça levando a mulher a acreditar que um deve ser menor que o outro.&nbsp;</p>



<p>Na realidade poucas vezes isso acontece, muitas mulheres têm os pequenos lábios (aqueles que são mais fininhos e estão mesmo envolta da entrada da vagina) maiores que os grandes lábios (que têm a pele mais grossa e ficam mais externos. Portanto, não fique constrangida se seus pequenos lábios não forem tão pequenos assim, isso é perfeitamente normal.</p>



<p><a href="https://jamiemccartney.com/">Jamie McCartney</a>, um artista inglês, tem um belo trabalho sobre isso onde ele fez o molde de 400 vulvas de mulheres de diferentes partes do mundo, que tinham entre 18 e 76 anos, mostrando que <strong>não há duas vulvas iguais</strong>, “<a href="https://news.artnet.com/market/jamie-mccartney-vagina-sculptures-321901">The Great Wall of Vagina</a>” já foi exposto em vários países e ajuda a muitas mulheres a verem sua intimidade com mais naturalidade.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual é a função do clitóris?</strong></h2>



<p>Outra coisa que poucas mulheres sabem é que o clitóris é bem maior que aquele “botãozinho” que nós conseguimos visualizar.&nbsp;</p>



<p>O clitóris começa no topo da vulva, como se estivesse comandando tudo de cima, esta parte que nós conseguimos visualizar é a glande do clitóris. Mas, além dessa parte ainda temos uma grande parte que fica interna, o corpo do clotóris que está inserido no osso púbico e o bulbo do clitóris que está em volta da vagina, sob os pequenos lábios.&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-gallery aligncenter columns-1 is-cropped wp-block-gallery-6 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/07/clitóris-2-1024x1024.jpg" alt="" data-id="9711" data-link="https://simplyflow.pt/?attachment_id=9711" class="wp-image-9711" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/07/clitóris-2-1024x1024.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/07/clitóris-2-150x150.jpg 150w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/07/clitóris-2-300x300.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/07/clitóris-2-768x768.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/07/clitóris-2-460x460.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/07/clitóris-2-100x100.jpg 100w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/07/clitóris-2-160x160.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/07/clitóris-2-320x320.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/07/clitóris-2-480x480.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/07/clitóris-2-640x640.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/07/clitóris-2-960x960.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/07/clitóris-2-1120x1120.jpg 1120w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></li></ul>



<p><strong>Na sua totalidade o clitóris mede cerca de 10 cm. Ele é o grande responsável pelo nosso prazer, sendo essa a sua única função no nosso corpo: dar prazer à mulher.</strong></p>



<p>Por desconhecerem a anatomia do clitóris muitas pessoas pensam que há o orgasmo vaginal e o orgasmo clitoriano, mas isso não existe! Como parte do clitóris também está em volta da vagina, sempre que há penetração vaginal há contato do pênis com o clitóris, mas a parte mais sensível desse órgão, a que nos dá mais prazer, é a glande (aquele “botãozinho” que podemos visualizar), sendo muito mais fácil para a grande maioria das mulheres ter orgasmo quando esta parte é estimulada.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É preciso falar de sexualidade de forma descontraída.</strong></h2>



<p>E, por isso, mesmo, todos os meses eu e a psicóloga Érika Morbeck fazemos uma palestra sobre os vários aspectos da sexualidade humana. Eu falo dos aspectos físicos e ela da parte emocional e comportamental. É um bate-papo sério, divertido e descontraído que acontece na última quinta-feira de cada mês. Saiba mais informações <a href="https://www.facebook.com/events/461362481346461/">aqui</a>.  </p>



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