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	<title>Arquivo de Sexo - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Arquivo de Sexo - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<item>
		<title>Sexo no verão</title>
		<link>https://simplyflow.pt/sexo-no-verao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tamar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2023 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[intimidade]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sexo]]></category>
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		<category><![CDATA[Verão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A energia sexual é a própria força da vida e, assim entendida, lembra que o sexo, para ser desejado e proveitoso, precisa que as almas se disponham. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/sexo-no-verao/">Sexo no verão</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quando pensamos em sexo na estação do ano preferida para férias, a imaginação transporta-nos quase que automaticamente para os cenários idílicos de sexo na piscina, sedução no bar e passeios românticos ao pôr do sol. É que as férias têm ingredientes perfeitos para reacender o desejo sexual: são uma pausa necessária da rotina e das obrigações e favorecem a espontaneidade, momentos de alegria, conexão e descoberta. Não serão estes cenários típicos apenas dos jovens casais? Em contrapartida, não será a realidade o confronto com ligações íntimas enfraquecidas, tensões não resolvidas e vontade de escapar? Seja em que situação esteja neste momento, a disponibilidade &#8211; de tempo e de reflexões &#8211; no verão pode ajudar. Leve-a na sua mala de férias!</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Primeiro o <em>check-in</em> </strong></h2>



<p>O verão é também uma fase em que fazemos uma reflexão da nossa conduta, do que precisamos e de como podemos melhorar. A nível do <a href="https://simplyflow.pt/e-se-lhe-dissessem-que-o-seu-prazer-importa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">prazer</a> é importante colocar-se as seguintes perguntas:<br>O meu prazer é:<br>&#8211; Um sopro subtil desejoso da minha atenção?<br>&#8211; Uma paixão ardente à espera de contagiar a minha parceria/o meu parceiro?<br>&#8211; Apagado e nem sei se voltará a despertar?<br>Acredito que o prazer sexual é apenas um aspeto da nossa expressão sexual geral e que é normal que, até na vida, o prazer seja algo que não recebemos permissão para perseguir, sentir e expressar com todas as células.<br><strong>A tal pausa nas rotinas que as férias proporcionam deverá servir, em primeiro lugar, para a ligação ao prazer de ser!</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Entrar no quarto dos sentidos</strong></h2>



<p>O prazer vem do espaço interno para as pequenas alegrias, da capacidade de nos «perdermos» nas horas, de ir além do suposto… Sentir vem da consciência dos cinco sentidos e precisamos estar ligadas ao corpo e menos na cabeça. Todo um exercício em si, não é? Por isso, precisamos de praticar. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como usar os sentidos?</strong></h2>



<p>Aqui ficam algumas sugestões:<br>. Vista as suas roupas favoritas, olhe-se ao espelho, veja como elas complementam a sua figura, como se move com elas;<br>. Saboreie comida deliciosa, sentindo as texturas, cada ingrediente, a temperatura, olhando para as cores, cheirando os aromas;<br>. Dedique mais tempo ou, simplesmente, inclua as atividades que mais gosta de fazer e, no momento, perceba o que elas a fazem sentir;<br>. Contemple a paisagem nas viagens de carro, a ouvir as músicas preferidas ou ao som das gargalhadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A dois não é só na cama!</strong></h2>



<p>Um dos componentes mais importantes para a felicidade numa relação é a intimidade, que se traduz na linguagem através da qual o amor se expressa e se aprofunda.<br>O amor não se expressa só com cuidar (papel mais desempenhado pela mulher), nem só com sexo (inclinação maior nos <a href="https://simplyflow.pt/os-homens-tambem-sentem/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">homens</a>). <strong>A intimidade serve, então, para conhecer a outra pessoa e nos darmos a conhecer nas dimensões física, emocional, mental e espiritual. </strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Nadar no oceano da intimidade</strong></h2>



<p>Existem quatro tipos de intimidade, os quais enriquecem a sexualidade do casal: </p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-Iu7Ew' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p><strong>1. Física &#8211; </strong>é a proximidade no espaço físico e o contacto corporal. Na prática: beijos demorados, caminhar de mãos dadas, massagens, dançar agarrados;</p>



<p><strong>2. Emocional &#8211; </strong>baseia-se na interação através de afetos e sentimentos e a perceção de que se é amada/o, escutada/o e apoiada/o. Na prática: perguntar se o outro viveu alguma coisa difícil nos últimos tempos e escutar com empatia, dizer palavras de admiração e carinho, pedir ajuda;</p>



<p><strong>3. Mental &#8211;</strong> envolve a afinidade de gostos e interesses e poder partilhar ideias e pensamentos. Na prática: troquem impressões sobre a leitura de férias ou criem uma <em>playlist</em> de músicas eróticas;&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>4. Espiritual &#8211;</strong> é a presença do que alimenta a alma e une os parceiros a realizá-lo. Na prática: decidam juntos um ritual relacional que começam nas férias e levam para a rentrée (ex. ir ao cinema uma vez por mês), fazer voluntariado, identificarem os valores e visões para a vossa sexualidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A energia sexual é a própria força da vida e, assim entendida, lembra que o sexo, para ser desejado e proveitoso, precisa que as almas se disponham. </strong></h2>



<p><strong>O verão está aí e vem dar espaço a essa aposta, desfrute!</strong></p>



<p><strong>Nota da autora: </strong>Quer conhecer mais práticas de intimidade? Clique <a href="https://www.omeldadeusa.com/club_o_mel_da_deusa/intimidade-slow/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-Iu7Ew' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>É normal? É sim!</title>
		<link>https://simplyflow.pt/e-normal-e-sim/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leonor de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2023 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[É normal]]></category>
		<category><![CDATA[Leonor de Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Sexual]]></category>
		<category><![CDATA[Sexo]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“É normal?” é talvez a questão mais frequente das pessoas que têm dúvidas sobre sexo e sexualidade. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/e-normal-e-sim/">É normal? É sim!</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>É normal? Apesar de a pergunta já conter a resposta, vale a pena compreender melhor porque é que quando falamos de sexo e sexualidade é tão importante sentirmo-nos “normais”.&nbsp;</strong></p>



<p><strong>Vivemos numa cultura que parece demonizar e incitar o sexo em simultâneo.</strong> Parece um contrassenso, mas não é. Se, por um lado, continuamos a receber mensagens negativas sobre sexo, por outro, somos confrontados com a sexualidade um pouco por toda a parte… O sexo sempre foi usado para nos fazer adquirir e consumir produtos, por exemplo. Ou seja, <strong>ao mesmo tempo que nos comunicam o sexo como algo negativo, também o banalizam e promovem</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Apesar de os movimentos </strong><strong><em>sex-positive</em></strong><strong> se estarem a multiplicar um pouco por todo o mundo, o sexo continua a despertar muitas inquietações.&nbsp;</strong></h2>



<p>“É normal?” é talvez a questão mais frequente das pessoas que têm dúvidas sobre sexo e sexualidade. É por isso que o livro com o mesmo título “<a href="https://www.penguinlivros.pt/loja/arena/livro/e-normal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">É Normal?</a>” procura <strong>dar resposta a perguntas comuns (e menos comuns) sobre resposta sexual, orientação, saúde, relações, fantasias, género e muito mais</strong>. Todas elas perguntas reais, colocadas por pessoas reais na caixa de perguntas do <a href="https://www.instagram.com/prontoadespir/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@prontoadespir</a>.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="676" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/Capa-E-Normal-676x1024.jpg" alt="" class="wp-image-19145" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/Capa-E-Normal-676x1024.jpg 676w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/Capa-E-Normal-198x300.jpg 198w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/Capa-E-Normal-460x697.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/Capa-E-Normal-160x242.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/Capa-E-Normal-320x485.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/Capa-E-Normal-480x727.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/Capa-E-Normal-640x969.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/Capa-E-Normal.jpg 750w" sizes="(max-width: 676px) 100vw, 676px" /></figure></div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>É precisamente para pôr a nu o tabu e o preconceito que existe o </strong><a href="https://prontoadespir.me/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Pronto a Despir</strong></a><strong>, um projeto de educação sexual que visa colmatar as lacunas da comunidade em matéria de educação sexual e literacia para a saúde como base na evidência científica mais recente. </strong></h2>



<p>A sua versão em livro pretende responder a dúvidas práticas (<em>O que é ser cisgénero?)</em>, acalmar angústias (<em>Nunca cheguei ao orgasmo com sexo oral. É habitual?),</em> dar competências (<em>Como manter a chama acesa numa relação a longo prazo?</em>) e promover a reflexão sobre as forças que condicionam a vivência de uma sexualidade plena (<em>Onde se traça a linha entre empoderamento feminino e a hipersexualização?).</em> Estas são apenas algumas das mais de 180 perguntas que contém o livro do projeto, mas muitas outras continuam a ser colocadas todas as segundas-feiras no q&amp;a do <a href="https://www.instagram.com/prontoadespir/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@prontoadespir</a>. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É imprescindível educar para a sexualidade e promover o prazer sexual de todas as pessoas livre de estigma. </strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-MOnPm' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p><strong>Saúde sexual é saúde</strong>, e <a href="https://simplyflow.pt/saude-nao-e-so-a-ausencia-de-doenca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">saúde não é apenas a ausência de doença</a>, é um estado de bem-estar que não é somente físico, é também emocional, mental e social. É por isso que a Associação Mundial de Saúde Sexual enfatiza <strong>o prazer e os direitos sexuais como aspetos essenciais da saúde sexual</strong>. Em Portugal fomos pioneiros na implementação do Dia da Saúde Sexual a 4 de setembro, mas muito há ainda a fazer para promover uma visão positiva da sexualidade. Resta-nos aguardar por mais eventos, livros e projetos com foco na <a href="https://simplyflow.pt/o-sexo-e-eu/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sexualidade</a>, que merece ser tratada à luz do dia.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-MOnPm' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Os homens também sentem</title>
		<link>https://simplyflow.pt/os-homens-tambem-sentem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tamar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2023 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Casal]]></category>
		<category><![CDATA[Homens]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sexo]]></category>
		<category><![CDATA[Tamar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tanto mulheres como homens caem no erro de esperar que os seus parceiros sintam, comuniquem e comportem-se tal como eles se comportam e ficam desapontados quando isso não acontece.  </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/os-homens-tambem-sentem/">Os homens também sentem</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Somos seres emocionais, independentemente do género. A maneira como nos expressamos e como nos sentimos amados é que pode ser diferente. Tanto mulheres como homens caem no erro de esperar que os seus parceiros sintam, comuniquem e comportem-se tal como eles se comportam e ficam desapontados quando isso não acontece.&nbsp;&nbsp;</strong></p>



<p>Precisamos estar atentos aos papéis de género, não para os perpetuar mas para curar as relações e criar uma base sólida de segurança e confiança, a partir da qual podemos ser mais autênticos. Na área sexual, onde ainda prevalece o tabu e as inseguranças, esta evolução ainda faz mais sentido.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A maneira como os homens respondem à parceira</strong></h2>



<p>Muitos homens foram impulsionados a agradar a mulher. A satisfação dela ativa-lhe a força e o poder. Dizem que sentem que o coração abre quando a parceira responde aos seus gestos e ações com apreciação. Dentre esses comportamentos, destaco: demonstrar carinho, sorrir, responder com palavras de apreciação e estar disponível para receber mais. O resultado é o coração abrir ainda mais para o desejo de amar e respeitar, escutar e valorizar. Além de alimentar a atração e o desejo sexual.&nbsp;</p>



<p>Outra frase que escuto frequentemente dos homens para descrever o impacto da postura da parceira na cama é: <em>“Ela estava lá mas não a senti”</em>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O sexo não é só algo que se faz. É uma conversa, uma troca.&nbsp;</strong></h2>



<p>O sexo não precisa apenas dos genitais. Precisa do coração envolvido. É a partir do coração que mostramos quem somos, sentimos a outra pessoa e a conexão acontece.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como interfere o bloqueio no sexo da mulher?</strong></h2>



<p><strong>As principais razões que levam a mulher a não estar ligada sexualmente são: </strong></p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-xOX74' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Estar focada nos pensamentos</strong> &#8211; e não nas sensações corporais e de prazer, nem nos sentimentos presentes. Como costumo dizer: a cabeça no sexo deve servir apenas para imaginar cenários eróticos e fantasias excitantes;  </li><li><strong>Não tomar a iniciativa sexual </strong>&#8211; por questões de educação que reprimiu a sexualidade feminina e pela crença de que o homem é que tem de tomar a iniciativa, a mulher fica “à espera”. O que observo em consulta é que este comportamento de retração da mulher, com o tempo, gera a reação de defesa do homem, o qual deixa também de tomar a iniciativa. Isto deve-se a questões de insegurança mas também do medo de forçar ou insistir com a mulher, pois não querem ser desrespeitosos; </li><li><strong>Não expressar excitação</strong> &#8211; é uma outra expressão da educação mas pode também sinalizar que a mulher, efetivamente, não está a sentir prazer. Sabe-se que a média de estimulação sensorial e erótica (os conhecidos preliminares) duram bem menos tempo do que a mulher precisa para atingir níveis de excitação capazes de gerar <a href="https://simplyflow.pt/e-se-lhe-dissessem-que-o-seu-prazer-importa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">prazer</a> intenso e profundo. E que os bloqueios que temos vindo a enunciar, cortam a capacidade do corpo desencadear as respostas de excitação;</li><li><strong>Criticar</strong> &#8211; quando a mulher não está bem consigo mesma e/ou com a relação, há uma tendência para criticar mais do que apreciar. Recomendo, nestes casos, treinar a habilidade de, para cada crítica, apontar duas qualidades/elogios quando se dirigir ao parceiro, com o desejo de mudança na sua atitude ou comportamento. </li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A nota principal que quero destacar é a da necessidade de mais compreensão dos mundos interiores de cada parceiro e das dificuldades que pode estar a enfrentar.&nbsp;</strong></h2>



<p>Quando vivemos a Sexualidade de maneira consciente, as <a href="https://www.facebook.com/omeldadeusa/posts/pfbid02tHwzgrbvez6vRjR19zESu1McEbLy2JE961aAU2rzTne7HaZjWCqMkiTWc2LuCkdjl" target="_blank" rel="noreferrer noopener">relações</a> sexuais servem também para abrir um espaço na relação com mais empatia e conexão, capazes de gerar um laço de apoio e crescimento. </p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-xOX74' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>E se lhe dissessem que o seu prazer importa?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/e-se-lhe-dissessem-que-o-seu-prazer-importa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tamar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jun 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Prazer]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Sexual]]></category>
		<category><![CDATA[Sexo]]></category>
		<category><![CDATA[Sexologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tamar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O prazer sexual e na vida tem sido um tema negligenciado no universo feminino. Hoje essa realidade está a mudar. Cada vez mais mulheres estão a dedicar-se ao seu desenvolvimento pessoal e a ganhar uma nova visão acerca da intimidade. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/e-se-lhe-dissessem-que-o-seu-prazer-importa/">E se lhe dissessem que o seu prazer importa?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O prazer sexual e na vida tem sido um tema negligenciado no universo feminino. Hoje essa realidade está a mudar. Cada vez mais mulheres estão a dedicar-se ao seu desenvolvimento pessoal e a ganhar uma nova visão acerca da intimidade.</strong></p>



<p>Na fase em que ganha consciência, é comum escutar da mulher:&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-center is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong><em>Como é que só agora pus-me em primeiro lugar?”</em></strong></p><p><strong><em>“Nunca me senti merecedora de prazer”</em></strong></p><p><strong><em>“Não é estranho eu ter chegado a esta idade sem saber o que gosto na intimidade?”</em></strong></p></blockquote>



<p>Como se fosse a única pessoa no mundo que perdeu este “barco”. Não é e, de seguida, vamos ver como isto aconteceu e o que fazer.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Não nos educaram para o prazer.&nbsp;</strong></h2>



<p>A maioria das mulheres foi educada para cuidar dos outros, ser amorosa e “guardar-se” para o bom homem (aquele com quem casasse). Já adulta, devia estar sempre disponível para satisfazer as necessidades do parceiro na intimidade.</p>



<p>É muito bom contribuir para o bem-estar das nossas pessoas queridas. Porém, o que não reparamos é que <strong>não nos incentivam a cuidar de nós e que sejamos cuidadas também</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Culpa e vergonha não combinam com prazer!&nbsp;</strong></h2>



<p>Apresento-lhe as <strong>duas principais emoções da sexualidade feminina</strong>: a <strong>vergonha </strong>e a <strong>culpa</strong>. Assim não há mesmo prazer que resista e o desinteresse sexual instala-se.&nbsp;</p>



<p><strong>Não acumule, por favor, mais esta culpa. Lembre-se que foram crenças adquiridas e que pode mudá-las.&nbsp;</strong></p>



<p>Costumo dizer que tudo parece programado na sociedade para nos fazer sentir culpa. Ora vejamos: é mau dizer “não”, é mau ter celulite, é mau deixar os filhos na creche para ir trabalhar, é mau ter tido vários parceiros, é mau “dar nas vistas”, é mau não pintar os cabelos brancos… Aff, depois disto tudo ainda sentimos culpa por estarmos cansadas e só nos apetecer dormir.&nbsp;</p>



<p>Já a vergonha é mais profunda e geralmente é sentida por mulheres que, devido à educação, religião ou abuso, foram reprimidas e agredidas.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O sexo está associado a experiências pouco agradáveis.</strong></h2>



<p>Imagine que o gelado era uma sobremesa amarga e com textura áspera. Deixava de ser uma tentação e passava a não pensar mais nele, certo?&nbsp;</p>



<p>Precisamos entender que o mesmo acontece com a libido. Quando uma grande parte das mulheres não desfruta de orgasmo na relação sexual a dois ou desfruta mas só com a estimulação do clítoris, é natural que o sexo desapareça do pensamento.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Isso não significa necessariamente que tenha um problema, mas com certeza que o contexto não é favorável. Há que considerar se se trata de um <strong>estilo de vida sobrecarregado</strong>, do <strong>ritmo apressado do parceiro</strong>, da <strong>má comunicação entre os parceiros</strong> e <strong>inseguranças </strong>ou da <strong>falta de conhecimento da sua anatomia e das zonas de prazer do seu corpo</strong>.&nbsp;&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Pronta para começar a escrever um novo capítulo da sua história íntima?&nbsp;</strong></h2>



<p>Deixo-lhe algumas sugestões: </p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-CESUR' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Encare o prazer como algo que merece</strong></h3>



<p><a href="https://www.facebook.com/omeldadeusa/posts/pfbid0VRiHpCVfv6yVWaY9exiuT91qjajCmT1zSGsLrsZ4LNUudu9xEj3yTGYBScFXfUZjl" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Reflicta</strong></a><strong> acerca daquilo de que se priva, adia para um “momento especial” ou não aceita porque não é suposto. </strong></p>



<p>Comece a libertar-se por aí, permita-se absorver o que a agrada e sinta o quanto a faz sentir bem. Isso já é permitir-se à libertação da vergonha ou culpa do prazer sexual.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>. Perceba o que faz bem à sua libido</strong></h2>



<p><strong>A sua libido não está “morta”, está apenas adormecida. Contudo, não espere que ela funcione como um botão que pode ligar e apagar.&nbsp;</strong></p>



<p>Sem que tenha noção, a sua libido é como uma calculadora que vai aferindo se as condições são propícias ao seu despertar. Tudo entra nesse cálculo: o quanto se sente vista e apreciada pelo parceiro, se se sente apoiada na divisão das tarefas, o estilo de sedução da outra pessoa e a confiança que lhe transmite; se não encobre a sua sensualidade; se alimenta a sua imaginação erótica, se dorme bem e leva um estilo de vida saudável.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>. Abra o coração e converse</strong></h2>



<p>A origem da palavra intimidade em latim é “em, dentro”, ou seja, mostrar e partilhar o que trazemos dentro e do que somos feitos.&nbsp;</p>



<p><strong>Construir intimidade passa pela conversa de mente e coração abertos, seja com a pessoa com quem se relaciona sexualmente, seja com amigas ou com colegas. Não é desapropriado, é saudável.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O novo capítulo da sua história íntima, aquele em que desperta a consciência sexual, vai pedir-lhe que derrube crenças antigas, que cure feridas emocionais e que aprofunde o autoconhecimento.&nbsp;</strong></h2>



<p>O final, já sei qual é: vai sentir-se empoderada e vibrante. Os detalhes da história, esses ficam consigo! </p>



<p></div>
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		<title>Pós-parto: como retomar a vida sexual?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/pos-parto-como-retomar-a-vida-sexual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Lima Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Dec 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Casal]]></category>
		<category><![CDATA[Joana Lima Silva]]></category>
		<category><![CDATA[pós-parto]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Sexo]]></category>
		<category><![CDATA[Sexo pós-parto]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O nascimento de um filho acarreta muitas alterações na dinâmica do casal, e a sua intimidade e vida sexual não são excepção. Ainda que muitas vezes seja (erradamente!) considerada uma questão secundária, a sexualidade é essencial para a nossa saúde e bem-estar. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O nascimento de um filho acarreta muitas alterações na dinâmica do casal, e a sua intimidade e vida sexual não são excepção. Ainda que muitas vezes seja (erradamente!) considerada uma questão secundária, a sexualidade é essencial para a nossa saúde e bem-estar. Física, psicológica e emocionalmente, o contexto vivido pela mulher no período pós-parto não é favorável à sexualidade. Por isso, é importante que o casal conheça o que é expectável acontecer, e como fazer para que esta fase das suas vidas seja apenas uma passagem para um “final feliz”.</strong></p>



<p>A mudança nas rotinas, o cansaço que se vai acumulando entre fraldas, leite e noites mal dormidas, juntamente com as alterações corporais da mulher, que se considera menos sensual e desejável, dão início a uma receita perfeita para uma vida sexual insatisfatória. Se juntarmos a isto as alterações hormonais próprias desta fase, que têm efeito negativo no desejo sexual e na lubrificação, percebemos facilmente que são inúmeros os potenciais obstáculos que os casais podem ter de ultrapassar para se reencontrarem sexualmente.</p>



<p>É fundamental o casal ter momentos de intimidade (com maior ou menor cariz sexual!), momentos só seus e independentes do novo elemento da família. Fomentar ainda mais a comunicação, manter os planos e os sonhos em comum, saber o que o outro está a sentir e a pensar em relação à situação.&nbsp;</p>



<p>A recente mãe “não tem vontade”, o recente pai “não procura” a intimidade ou, se o faz, não vê frequentemente o seu desejo correspondido, criando frustração e desencontro no casal. Se deixarmos esta situação repetir-se e protelar-se, temos o ambiente propício ao afastamento e à crise conjugal. Mas, não precisa de ser assim!&nbsp;</p>



<p><strong>O casal tem de encarar este período como transitório, mantendo a união necessária para ultrapassá-lo em conjunto e reforçado, não permitindo negligenciar a sua sexualidade.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“Fui mãe recentemente. Quando posso retomar a vida sexual?”</strong></h2>



<p>Todas as mulheres, independentemente do tipo de parto, passam por alterações corporais que condicionam a sua resposta sexual. Depois de um parto vaginal, principalmente quando existem cicatrizes perineais (decorrentes da correcção de lacerações ou episiotomia), a mulher pode ter desconforto e dor com a penetração vaginal, comprometendo assim o prazer e a excitação. Por outro lado, as mulheres que tiveram um parto por cesariana, estão em recuperação de uma cirurgia abdominal. Geralmente, para ambas as situações, é recomendado que se espere entre quatro a seis semanas para retomar a actividade sexual, embora esta não seja uma recomendação rígida – cada mulher é única e tem o seu tempo de recuperação.</p>



<p>A amamentação condiciona também alterações importantes na resposta sexual feminina. A hormona associada à amamentação – prolactina – tem um efeito negativo no desejo sexual (líbido). Por outro lado, outras alterações hormonais decorrentes deste período diminuem a lubrificação feminina, que é adicionalmente prejudicada pelos anticoncepcionais frequentemente utilizados, condicionando dor com a penetração e, consequentemente, diminuição do prazer, do desejo e excitação. Para minimizar estes efeitos, o casal pode utilizar lubrificante, de forma a diminuir o desconforto, reiniciar a actividade sexual de forma progressiva e adoptar, inicialmente, posições sexuais mais confortáveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“A primeira relação sexual pós-parto dói?”</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-yhslW' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p><strong>O medo do que vai acontecer, do que vai sentir, no reinício da actividade sexual pode também dificultar a vida sexual do casal. </strong>O medo, com a antecipação do momento, leva ao aumento da tensão muscular, diminuição da excitação e da lubrificação, podendo aumentar o desconforto com a penetração. Assim, o momento não deve ser apressado, pressionado – os preliminares são essenciais para que a mulher consiga excitar-se, envolver-se e aproveitar o momento. Beijos, toque, massagens, masturbação, sexo oral são ainda opções para o casal manter a intimidade, permitindo a conquista gradual da sexualidade.</p>



<p>Relembremos ainda a alteração da auto-imagem feminina: muitas mulheres não se sentem satisfeitas com seu aspecto no pós-parto, com repercussão na sua autoconfiança e na sua percepção de sensualidade e erotismo. A maternidade pode preencher totalmente a vida da mulher, sendo muito fácil esquecer-se de tirar tempo para si mesma. Ao contrariar esta situação, tentando promover algum tempo (por pouco que seja!) para si, a mulher vai sentir-se mais confiante, mais capaz, mais plena e, consequentemente, mais disponível para a intimidade. Para além de mãe, continua a ser mulher, companheira, namorada, amiga, filha, irmã,&#8230; Assim, o equilíbrio entre os vários papéis permite aproveitar esta fase da melhor forma possível!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É importante que o casal aprenda a lidar com as novas circunstâncias de forma natural.&nbsp;</strong></h2>



<p>O período pós-parto acarreta ainda mais algumas alterações que têm efeito na sexualidade do casal. É frequente a perda da carga erótica associada à mama feminina, que é agora dedicada ao bebé, à sua alimentação. As diferenças entre o desejo sexual do homem e mulher frequentemente são acentuadas nesta fase, com um maior tempo necessário para a mulher estar disponível para o sexo, o que pode gerar desconforto entre o casal. O bebé chora a qualquer momento – pode acontecer na hora menos oportuna. Pode haver ainda saída de leite durante a actividade sexual. Estas situações podem condicionar stress, ansiedade e frustração. Por isso, é importante o casal aprender a lidar com estas circunstâncias de forma natural. O cansaço característico desta fase compromete (e muito!) o interesse sexual feminino. A colaboração do parceiro nas tarefas diárias, o equilíbrio entre as responsabilidades assumidas, a ajuda de terceiros ajudará a que a mulher não fique exausta.</p>



<p>A maternidade é vivenciada de forma única por cada mulher, por cada casal. <strong>Apesar da prioridade ser o bebé e os cuidados prestados ao bebé, os papéis de “namorados” e de “companheiros” não devem ser descurados, de forma a preservar a conjugalidade e a intimidade.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O reinício da vida sexual é um momento importante para o casal, e deve o mais especial possível, focado no prazer e reencontro.&nbsp;</strong></h2>



<p>É essencial que o casal mantenha a comunicação, a cooperação, o companheirismo, os projectos a dois e, quando oportuno, dar uma escapadela na rotina e investir na vida a dois!</p>



<p></div>
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		<title>Viver a sexualidade após a menopausa</title>
		<link>https://simplyflow.pt/viver-a-sexualidade-apos-a-menopausa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Ambrósio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Sep 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Casais]]></category>
		<category><![CDATA[Casal]]></category>
		<category><![CDATA[Ginecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[Paula Ambrósio]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Sexo]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não vale achar que depois da menopausa é normal não ter uma vida sexual satisfatória, que não faz mal, que “já estamos velhos para isso”. É mais de um terço das nossas vidas, tem de valer a pena e ser ótimo.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando me pediram para escrever sobre este tema não consegui deixar de sorrir. Já escrevi vários textos sobre menopausa e sempre que o faço, e acho que me vou repetir até à morte, acabo por descobrir novos pontos de reflexão, uns mais científicos, outros nem tanto assim…</p>



<p>Como sou um bocadinho (muito) picuinhas com definições, vamos começar por dizer o que é a menopausa: é uma data.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é a menopausa?</strong></h2>



<p><strong>A data da última e derradeira menstruação.</strong> A data a partir da qual os nossos (perdoem-me os homens interessados na temática) ovários deixam de produzir hormonas em quantidade suficiente para manter a função reprodutora. E é aqui que os problemas surgem para muitas mulheres, já que os estrogénios &#8211; as hormonas femininas que asseguram a continuidade da espécie &#8211; são cruciais para o funcionamento de vários órgãos sexuais como a vagina, a vulva e o cérebro (para mim, sem dúvida, o mais importante na mulher). A sua diminuição vai causar, numa grande percentagem de mulheres, queixas como secura vaginal, diminuição da líbido, alterações do humor e do sono, da memória, enfim, todo um conjunto de contras que muitas vezes interferem de forma dramática na sexualidade.</p>



<p>Se pensarmos que a idade média da menopausa ronda os 51 anos e que a esperança média de vida em Portugal para as mulheres é de 83.2 anos é mesmo muito tempo… Especialmente se as coisas não correrem bem no que diz respeito à nossa vida sexual e, acima de tudo, se acharmos que isso é normal.</p>



<p>No dia a seguir a ter escrito o meu último artigo sobre menopausa, aconteceu-me uma das cenas mais caricatas da minha vida. Inflamada pelo texto motivacional e cheio de esperança sobre tudo o que se pode fazer para melhorar a vida íntima do casal na pós menopausa, recebo na consulta uma senhora (e o senhor que chegou 2 segundos mais tarde, mas que se sentou de imediato na cadeira ao lado da paciente quando foi amavelmente convidado para o fazer) que vinha à sua revisão anual. “Então e está tudo bem consigo e com o seu marido?”, pergunto eu preocupada e atenta. É neste momento que o senhor desvia o olhar para a parede e a senhora, muito pouco à vontade, me diz: “Mais ou menos…”. A frase que eu imaginava!! “Ó minha senhora, isso não pode ser! Esta é a fase de maior intimidade dos casais, a altura em que os filhos já saíram de casa, em que tem mais tempo para si e para o seu marido…” O que eu lhe falei dos<strong> hidratantes vaginais e vulvares</strong> que devem ser usados, da <strong>importância do diálogo com o parceiro</strong>, da <strong>necessidade de falar com o seu médico de família ou ginecologista sobre as opções disponíveis para otimizar esta fase da vida</strong>, enfim, toda uma dissertação sobre menopausa e esperança.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“O meu marido é muito meu amigo.”</strong></h2>



<p>Esta é uma das frases que mais oiço quando pergunto às senhoras na pós-menopausa se têm relações sexuais e com que frequência. Leia-se: “Ele não me incomoda com essas coisas”.&nbsp;</p>



<p>Há muitos casais em que, com o avançar da idade e especialmente após a menopausa, a iniciativa nunca parte das mulheres (ok, mais cedo também acontece, mas isto daria para mais uns quantos artigos). Como já estão a imaginar, foi exatamente o que a senhora da história anterior me respondeu quando a questionei… e o senhor, cada vez mais enfiado na cadeira, sem dizer uma palavra. Tudo isto me dava ainda mais alento na minha missão de ajudar aquele casal. “Seja amiga dele então, use os hidratantes que tem em casa, faça um jantar romântico, vão para fora no fim-de-semana.” Nada. Nada do que eu dizia parecia ter efeito.&nbsp;</p>



<p>Quem me conhece sabe que eu tentei mesmo. Tentei até perceber que, de facto, não parecia haver esperança para aquelas duas pessoas. Quando a consulta termina e a senhora se levanta e me diz: “Ó doutora, eu só não sei quem é este senhor aqui sentado” é que eu percebo que aquela não tinha sido só mais uma consulta de problemas de intimidade do casal após a menopausa. Aquele, de facto, não era o seu marido! Era só um senhor que tinha vindo buscar um exame da mãe quando foi energicamente chamado para dentro do consultório, vítima das armadilhas e das partidas que o destino nos prega (mas, bolas, por mais que eu fale, acho que em algum momento um deles me podia ter interrompido e terminado com o meu monólogo motivacional…).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E quando os casais deixam de o ser?</strong></h2>



<p>Passando desde já à frente a parte do embaraço e cor de tomate saloio com que fiquei durante pelo menos 5 minutos e, por mais distraída que às vezes seja, a verdade é que o comportamento daqueles dois estranhos não era assim tão diferente do que às vezes assisto entre verdadeiros casais.</p>



<p><strong>Muitas mulheres após a menopausa vão ter uma diminuição da sua qualidade de vida (se não fizerem nada em contrário) e da sua sexualidade.</strong> A secura vaginal e a falta de desejo sexual podem ser verdadeiramente impactantes e devem ser levados muito a sério pelas mulheres e pelos seus médicos. O afastamento do casal muitas vezes é motivado por um ciclo vicioso de dor associada às relações. A dor leva a comportamentos de fuga e à antecipação de novos episódios dolorosos ainda mesmo antes de algo acontecer. As mulheres fogem, os maridos acham que elas já não gostam deles e está montado o palco para uma verdadeira tragédia grega. Os casais afastam-se e instala-se um gigante elefante invisível na sala.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Podemos falar de sexo?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-6jw7i' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p><strong>O problema é que, sendo a sexualidade um tema muito íntimo, não se discute abertamente. As pessoas têm vergonha de falar no assunto.</strong> Será eventualmente abordado no decurso de uma consulta de rotina, mas quase que à socapa, ou só depois de devidamente questionado (note-se que, depois do que me aconteceu passei a verificar escrupulosamente a identidade dos acompanhantes na consulta &#8211; entretanto veio o COVID e as suas restrições para me impedir de me envergonhar publicamente).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>As mulheres têm de falar da sua sexualidade. Têm de explicar porque é que não se sentem bem.</strong></h2>



<p>Quando os problemas são físicos, ou seja, quando as relações são dolorosas pela secura induzida pela falta das hormonas, o tratamento passar por hidratar e, caso não seja suficiente, pela aplicação de hormonas locais (em doses muito baixas, mas que são eficazes e com baixíssimo risco na grande maioria das mulheres).</p>



<p>Quando entramos em fases mais avançadas em que a relação do casal já está mais deteriorada pode ser preciso recorrer a especialistas em sexualidade e eventualmente fazer algum tipo de terapia. Os terapeutas sexuais existem exatamente para isto. E<strong> não vale achar que depois da menopausa é normal não ter uma vida sexual satisfatória</strong>, que não faz mal, que “já estamos velhos para isso”. É mais de um terço das nossas vidas, tem de valer a pena e ser ótimo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Então e a parte do cérebro onde é que fica?</strong></h2>



<p>Para mim, <strong>o cérebro é o principal órgão sexual na mulher </strong>(estamos todos de acordo que com os homens será um pouco diferente). <strong>A falta de desejo sexual que muitas vezes surge pode estar relacionada com o facto de as mulheres serem hiperfocadas em inúmeras coisas diferentes. </strong>Os filhos, a profissão, o menu do jantar, a aula de pilates. São hiperfocadas, mas o sexo não ocupa bem os lugares cimeiros deste radar. E <strong>se não for feito um esforço para colocar o sexo e o parceiro no radar tudo se torna mais difícil</strong>. A tal sugestão do jantar romântico, da escapadinha de fim-de-semana, da quebra da rotina, tudo isto, no fundo, são <strong>estratégias de captação de atenção do cérebro feminino</strong>, sempre programado para missões &#8211; não, não estou a dizer que o sexo é um esforço ou um frete, mas, sim, que é preciso investir. Já no campo mais científico sabemos que quanto menor for a frequência com que uma mulher tem relações, menor será o seu desejo e a sua vontade de ter novamente. Por outro lado, a lubrificação vaginal e o aumento do aporte sanguíneo à vulva e à vagina causada pela actividade sexual leva a que haja menos queixas de secura e dor nas relações.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><strong>Viver a sexualidade após a menopausa</strong></strong></h2>



<p>E lá vamos nós terminar com o resumo habitual e agora num tom ligeiramente mais sério:</p>



<p><strong>A sexualidade é para ser vivida em pleno em todas as fases da vida. A pós-menopausa não é exceção, mas, em muitos casos, as alterações fisiológicas causadas pela falta de hormonas podem interferir de forma dramática e levar a uma diminuição da quantidade e da qualidade das relações sexuais.</strong> Como em tudo na vida, o que não se sabe não acontece… Se as mulheres não se queixarem a quem de direito &#8211; aos médicos que as tratam, aos parceiros com quem partilham a sua vida, aos amigos e amigas com quem tantas vezes desabafam de outros problemas &#8211; não é possível resolver nada. <strong>Para viver a sexualidade após a </strong><a href="https://simplyflow.pt/o-lado-intimo-da-menopausa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>menopausa</strong></a><strong> é preciso não aceitar nada menos do que o melhor </strong>(como de resto em tudo o que fazemos). Nascemos para ser felizes e plenos, de preferência a fazer outros felizes. Toca lá a fazer por isso.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-6jw7i' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>8 Segredos para viver uma sexualidade feliz</title>
		<link>https://simplyflow.pt/8-segredos-para-viver-uma-sexualidade-feliz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Sep 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[Casais]]></category>
		<category><![CDATA[Casal]]></category>
		<category><![CDATA[cláudia morais]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Sexo]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sexo é aquilo que diferencia uma relação romântica das outras relações afetivas, pelo que, para que nos sintamos felizes e entusiasmados na nossa relação conjugal, também precisamos de sentir satisfação sexual. Quais são os segredos para uma sexualidade feliz?</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/8-segredos-para-viver-uma-sexualidade-feliz/">8 Segredos para viver uma sexualidade feliz</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O sexo é aquilo que diferencia uma relação romântica das outras relações afetivas, pelo que, para que nos sintamos felizes e entusiasmados na nossa relação conjugal, também precisamos de sentir satisfação sexual. Quais são os segredos para uma sexualidade feliz?</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>1. Escolher a pessoa certa</strong></h2>



<p>Claro que quando iniciamos uma relação é porque nos sentimos suficientemente atraídos por um conjunto de atributos daquela pessoa que nos levam a acreditar que ela é – ou pode ser – a pessoa certa. Mas a maior parte das pessoas que eu conheço – dentro e fora do consultório – já passaram por desgostos amorosos e muitas dessas pessoas reconhecem que tendem a sentir-se atraídas pelo mesmo “tipo” de pessoas. Como refiro no livro “<a href="https://simplyflow.pt/manual-do-amor/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Manual do Amor</a>”, <strong>cada um de nós tem um estilo de vinculação amorosa – seguro, ansioso, evitante ou desorganizado</strong>. Num mundo ideal seríamos todos seguros e as relações teriam maior probabilidade de dar certo, mas esse mundo também seria provavelmente mais monótono e entediante. Na prática, <strong>há algumas combinações mais desafiantes do que outras e escolher a pessoa certa pode implicar conhecermo-nos suficientemente bem, conhecermos as características e necessidades do nosso estilo de vinculação amorosa e, já agora, aprendermos a reconhecer se a pessoa que nos atrai é ou não aquela que vai ser capaz de vir ao encontro das nossas necessidades</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>2. Falar abertamente sobre sentimentos e necessidades, também no que toca à sexualidade.</strong></h2>



<p><strong>Um casal que não discute é, por norma, um casal que não se conhece mutuamente, que não tem uma relação que possa ser considerada íntima do ponto de vista emocional </strong>e um casal que, mais cedo ou mais tarde, também vai sentir-se insatisfeito em relação à sexualidade. Ora, se no início de uma relação é sobretudo o desejo por “aquilo” que não é nosso que nos move, numa relação de compromisso o desejo anda de mãos dadas com a segurança e com o preenchimento das nossas necessidades. Se nos esquivarmos a falar sobre o que sentimos – dentro e fora da cama – o mais provável é que comecemos a olhar para a pessoa por quem nos apaixonámos como alguém que até pode continuar a parecer-nos fisicamente atraente, mas por quem não sentimos desejo. Todas as pessoas têm problemas, inquietações e dificuldades. <strong>Aquilo que costuma diferenciar os casais satisfeitos com a sua sexualidade dos outros não é a inexistência de problemas ou de sentimentos desagradáveis. É, sobretudo, a capacidade de responder com atenção, afeto e compaixão a cada dificuldade.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3. Fazer “conchinha” depois do sexo</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-Ku0LP' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Ao contrário do que uma boa parte do cinema e da imprensa nos tenta “vender”, não é o número de vezes que fazemos sexo ou o número de posições do kamasutra que experimentamos que faz com que nos sintamos mais felizes com a nossa sexualidade. Um dos indicadores de satisfação sexual que a ciência nos tem demonstrado é a “conchinha”. <strong>Os casais que se sentem mais felizes com a sua sexualidade tendem a aninhar-se um no outro depois do sexo.</strong> Na verdade, isso <strong>é mais uma demonstração da ligação que sentem</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>4. Cultivar a confiança</strong></h2>



<p>Pode não ser a frase mais sexy do mundo, mas a amizade é a base de qualquer relação conjugal feliz e é também, segundo a investigadora Emily Nagoski, educadora sexual com décadas de experiência, um dos dois grandes pilares da satisfação sexual (o outro está identificado no ponto 7). Nós podemos ter sexo louco e intenso com um desconhecido, podemos ter sexo diariamente com pessoas diferentes, mas as investigações mostram que as pessoas casadas tendem a assumir que fazem mais e melhor sexo do que quando estavam solteiras. Isso tem tudo a ver com a amizade e com a confiança. <strong>Diariamente podemos escolher entre assumirmos uma postura honesta, confiável e transparente ou não. Quando mostramos o que realmente sentimos, mesmo que seja o nosso desagrado, estamos a cultivar a confiança. Quando mostramos que nos importamos com o que a pessoa que amamos sente e que queremos estar “lá” para ela, estamos a cultivar a confiança. Quando honramos os nossos compromissos e fazemos aquilo que prometemos, também.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5. Alimentar a própria individualidade</strong></h2>



<p>A sexóloga Esther Perel popularizou o termo “inteligência erótica”. Segundo a investigadora, é dificílimo desejarmos aquilo que já temos, pelo que, se nos descuidarmos, é possível que ao fim de alguns anos passemos a olhar para a pessoa que está ao nosso lado mais como um/uma irmão/irmã do que como um(a) amante. Na prática, <strong>a nossa individualidade, aquilo que continuamos a fazer por nós, para além dos planos a dois, é uma das formas de mantermos uma “distância de segurança”, que nos permite olhar um para o outro com a certeza de que há sempre algo para descobrir</strong>. É como se aquilo que fazemos por nós, individualmente, nos permitisse <strong>aliar uma dose de mistério, de adrenalina e de incerteza à segurança e à previsibilidade que existem nas relações duradouras</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>6. Manter a mente aberta em relação à novidade</strong></h2>



<p><strong>Uma relação precisa tanto de segurança e previsibilidade quanto de mistério e novidade.</strong> Mas não é apenas a novidade na individualidade. À medida que os anos passam, a vida muda-nos. Nenhum de nós é a mesma pessoa depois de vinte ou trinta anos e muitas vezes não é fácil acompanhar as mudanças da pessoa que está ao nosso lado, manter o ritmo. Algumas pessoas deixam de comer carne e passam a ser vegetarianas. Outras descobrem o prazer de viajar depois de os filhos saírem de casa. Ou o prazer do exercício físico. <strong>Se cada um estiver disponível para continuar a descobrir o outro e para alinhar em programas novos, experiências novas, aventuras novas, é mais provável que o casal continue a sentir-se unido e entusiasmado.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>7. Ir à festa… mesmo quando não apetece</strong></h2>



<p>Certamente já passou pela experiência de não ter a mínima vontade de ir a uma festa ou a outro evento, mas acabar por ser arrastado(a) por outras pessoas ou sentir-se na obrigação de marcar presença por consideração a um familiar ou a um(a) amigo(a) e, depois, assumir que foi a melhor coisa que fez porque acabou por se divertir. Nem sempre nos apetece fazer sexo. Às vezes já temos o pijama vestido ou está a começar a nossa série de televisão favorita e é fácil dizer “não”. Mas <strong>quando cedemos e nos deixamos levar pelas carícias da pessoa que amamos, acabamos por divertir-nos e sentir prazer. Aquilo que os casais mais felizes com a sua sexualidade têm em comum é a amizade e o facto de darem prioridade ao sexo.</strong> Eles aparecem na festa, ainda que, no início, nem sempre lhes apeteça. Isso não significa que estejam sempre disponíveis ou que não haja negas. Claro que há!<strong> Outra coisa que estes casais têm em comum é o facto de saberem lidar com as negas: não há culpabilização nem amuos. Há carinho e compaixão.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>8. Gerir as expectativas</strong></h2>



<p>Os casais felizes NÃO são <a href="https://www.youtube.com/watch?v=Nmy2SyZbYS0" target="_blank" rel="noreferrer noopener">almas gémeas</a>, não leem pensamentos, não são atores pornográficos, nem chegam diariamente montados num cavalo branco com um ramo de flores na mão. <strong>A satisfação sexual tem pouco a ver com performance ou com a frequência das relações sexuais. A maior parte das pessoas faz menos sexo do que gostaria ou do que idealizara. Porquê? Porque a vida acontece. </strong>Porque há rotinas que nos atropelam, há problemas que nem sempre conseguimos afastar do nosso pensamento, porque há birras e outras solicitações para gerir, porque há sono, muito sono. De vez em quando podemos ter de colocar na agenda um ou outro lembrete para que não nos esqueçamos de namorar, ou simplesmente reservar tempo e escolher, intencionalmente, manter o resto da vida (preocupações) em stand by. <strong>Gerir as expectativas não é baixar a fasquia. É sermos justos e bondosos connosco e com a pessoa que está ao nosso lado.</strong> </p>



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