<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de Redes sociais - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
	<atom:link href="https://simplyflow.pt/tag/redes-sociais/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://simplyflow.pt/tag/redes-sociais/</link>
	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 23 May 2025 10:40:38 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/05/logo.png</url>
	<title>Arquivo de Redes sociais - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
	<link>https://simplyflow.pt/tag/redes-sociais/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Brain Rot: Como o consumo de conteúdos digitais triviais está a “desligar” o nosso cérebro</title>
		<link>https://simplyflow.pt/brain-rot-como-o-consumo-de-conteudos-digitais-triviais-esta-a-desligar-o-nosso-cerebro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vasco Catarino Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 05:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Brain Rot]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[Exercícios para Recarregar o Cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[Exercícios para um cérebro mais inteligente]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Vasco Catarino Soares]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=23936</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Brain Rot, como consequência da actividade excessiva de scroll nas redes sociais, leva a que haja uma diminuição das capacidades cognitivas humanas.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/brain-rot-como-o-consumo-de-conteudos-digitais-triviais-esta-a-desligar-o-nosso-cerebro/">Brain Rot: Como o consumo de conteúdos digitais triviais está a “desligar” o nosso cérebro</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O termo&nbsp;<em>Brain Rot</em>, que se pode traduzir como “apodrecimento cerebral”, é de uso recente e está intimamente ligado ao uso das redes sociais. Está relacionado com uso excessivo do expediente de fazer&nbsp;<em>scroll</em>&nbsp;nas plataformas digitais, o que é o mesmo que dizer: fazer uso excessivo (durante muito tempo e muito frequentemente) da observação de pequenos segmentos de informação com pouco conteúdo. Muitas vezes com carácter lúdico e pouco exigente com a veracidade da informação veiculada.&nbsp;</p>



<p>O problema não está propriamente no acto de fazer&nbsp;<em>scroll</em>&nbsp;(navegação infinita), mas antes no hábito que isso cria e na ânsia de querer ver sempre mais e mais, sem que os espectadores se sintam satisfeitos e deem a tarefa por concluída. Isto acaba por se tornar num vício, que promete a satisfação pessoal, porém esta nunca chega e as pessoas sentem-se compelidas a continuar incessantemente nesta actividade. Enquanto em qualquer outra actividade humana existe um propósito e uma conclusão, neste comportamento em particular parece não existir essa objectividade. Para que seja mais claro,&nbsp;<strong>vejamos o mecanismo normal da actividade humana</strong>:&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>fazer algo para alcançar um objectivo; </li>



<li>verificar se o objectivo foi alcançado;</li>



<li>se sim cessa atividade, se não continua até atingir o objectivo.  </li>
</ol>



<p>No caso do&nbsp;<em>scroll</em>&nbsp;infinito nas redes sociais, parece faltar os passos mencionados. A actividade continua sem a verificação do cumprimento dos objectivos (porque não há objectivo claro) e, por isso, também não há a necessidade de fechar a actividade.&nbsp;</p>



<p>Alguns irão argumentar que é uma actividade lúdica e que, por isso, não há objectivos. Respondo a essa formulação com a afirmação de que, do ponto de vista do funcionamento psicológico do ser humano,&nbsp;<strong>toda a actividade tem um propósito</strong>; toda a atividade visa obter algo. No caso de uma actividade lúdica, trata-se de obter gratificação, satisfação ou prazer. No entanto, parece que as pessoas que estão envolvidas nesta actividade da busca contínua nas redes sociais não conseguem obter o sentimento de satisfação que as faça parar. E consequentemente, mantêm-se nesta actividade sem obter o desejado prazer, nem algo significativo, em termos de aprendizagem ou informação útil.</p>



<p>Neste ponto, vamos ater-nos à outra característica que torna esta actividade pouco favorável ao autodesenvolvimento: o conteúdo informativo é muitas vezes pobre e falso (não conforme com a realidade/verdade). O objectivo de quem cria este tipo de conteúdo é o de alcançar um maior número de visualizações. Ora, tendo as redes sociais alguns anos de existência, foi-se percebendo que conteúdos curtos e muito focados (logo pouco abrangentes), centrados em produzir choque ou espanto eram os conteúdos que mais atraiam as pessoas, precisamente por terem essas características de rapidez e intensidade. Porém, não são estes os conteúdos que trazem informação verdadeiramente útil ou que promovem a capacidade de análise e reflexão, que são as faculdades que estimulam o desenvolvimento cerebral.&nbsp;</p>



<p>Aqui relembro que o cérebro é estimulado e activado para o desenvolvimento pela actividade que lhe damos (pensar, resolver <a href="https://simplyflow.pt/treine-o-cerebro-para-solucionar-problemas-de-forma-eficaz/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">problemas</a>, analisar a informação, etc.). Exactamente o que parece faltar na actividade de <em>scroll</em>. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><em>Brain Rot</em></strong><strong>&nbsp;– Consequências para o cérebro</strong></h2>



<p>Assim, podemos afirmar que o&nbsp;<em>Brain Rot</em>, como consequência da actividade excessiva de&nbsp;<em>scroll&nbsp;</em>nas redes sociais, leva a que haja uma diminuição das capacidades cognitivas humanas. Primeiro, pelo facto de não estimular as redes neuronais correspondentes às funções cerebrais, como são exemplo o foco de atenção, a concentração, a memória e a flexibilidade mental.&nbsp;</p>



<p>Depois, porque cria um hábito de consumir segmentos de informação muito curtos (típicos destas plataformas digitais), incapacitando os indivíduos de suportarem informação mais longa e que exija análise, comparação e reflexão. Neste âmbito, sabe-se que actualmente a capacidade para manter a atenção focada nos segmentos das redes sociais (<em>attention spans</em>) é de cerca de 3 a 5 segundos, ao passo que nos anos 2000 este valor situava-se nos 14 a 18 segundos &#8211; uma diminuição acentuada.&nbsp;</p>



<p>Ora, o cérebro das pessoas hoje é o mesmo que nos anos 2000. O que se passou foi o efeito de habituação às coisas rápidas e curtas, típicas das plataformas digitais. E esta habituação levou a que haja uma certa impaciência em relação a conteúdos mais longos (mas com melhor qualidade informativa). A consequência máxima é a de estarmos mais mal informados e com um cérebro pouco estimulado, o que de certo modo nos deixa menos capacitados que as gerações que não estiveram sujeitas a este fenómeno.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3 Principais consequências do&nbsp;</strong><strong><em>Brain Rot:</em></strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Diminuição da capacidade de concentração</strong></h3>



<p>A concentração caracteriza-se pela possibilidade de manter a capacidade de atenção num estímulo ou actividade por longos períodos. Como é sabido muitas das actividades humanas exigem capacidade de concentração. Exigem-no porque são mais complexas, compostas de encadeamentos e sequências de acções: observar o que já está feito, o que falta fazer, o que se deve fazer primeiro e o que se deve seguir, quando já está terminada a tarefa e se é necessário corrigir algo.&nbsp;</p>



<p>Quando, como acontece actualmente com o fenómeno de&nbsp;<em>Brain Rot</em>, a concentração humana se vê diminuída isso significa que teremos maior dificuldade para realizar estas actividades que nos são indispensáveis. Na realidade, o nosso cérebro não perde a sua massa de neurónios (as unidades de funcionamento cerebral), mas perde-se a diversidade de ligações entre estes neurónios, o que faz empobrecer as funções cognitivas do mesmo.&nbsp;</p>



<p>Esta é, à primeira vista, a maior consequência do&nbsp;<em>Brain Rot</em>: a perda de capacidade de concentração. Se a capacidade de concentração se vê diminuída, daí derivam impactos reais para a vida das pessoas, que de um modo geral se concretizam em menor capacidade para lidar com tarefas ou acções mais complexas e menor motivação para iniciar seja o que for.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Memória afectada</strong></h3>



<p>Memória é a capacidade de manter informação ao nível do consciente para uso imediato e também de armazenamento de informação a longo prazo (anos) para recuperação posterior. Ainda que seja uma função cerebral distinta da anterior, para que se possa realizar da melhor forma, precisa de uma boa recolha de informação, que é precisamente o trabalho realizado pela função de Atenção e Concentração. Melhor dizendo: para que alguém possa memorizar (armazenar informação) e depois, mais tarde, recuperar essa informação é imperioso que tenha existido uma aquisição integral dessa mesma informação (prestar atenção e manter a concentração).&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A nossa capacidade de memória, tal como as outras, depende de a exercitarmos. Exercitar é realizar frequentemente estas funções. Parece paradoxal, porém é exactamente o que resulta melhor. Isto poderia resumir-se na frase: se queres ter uma melhor memória pratica a memorização. É isto que parece estar a faltar quando falamos de&nbsp;<em>Brain Rot</em>, ou melhor, quando falamos do hábito de praticar&nbsp;<em>scroll</em>&nbsp;e consumir conteúdos rápidos, superficiais, com pouca substância e que exigem pouca reflexão. O que fica a faltar é a exercitação da massa neuronal do cérebro. São conteúdos que não exigem pensamento: estão prontos a consumir com uma imediata satisfação (pouco duradoura) e que levam à rápida transição para o próximo conteúdo, que tem exactamente as mesmas características.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Pouca flexibilidade mental</strong></h3>



<p>A flexibilidade mental passa pela facilidade em mudar de tarefas quando tal se impõe. Trata-se de mudar os processamentos mentais para executar tarefas diferentes das que se estava a realizar. De um modo geral, abdicar de ideias, pensamentos, condutas de acção e mudar para outras tantas com alguma rapidez. Esta aptidão pode ser necessária em algumas situações de vida.&nbsp;</p>



<p>Um exemplo é quando insistimos em algo que temos como correcto, sejam ideias ou condutas, e não está a dar o resultado que desejamos. Nesse caso temos de analisar a situação e procurar uma outra resposta, o que implica capacidade para abandonar a convicção presente e procurar uma nova, em vez de insistir na mesma.&nbsp;</p>



<p>Outro exemplo é o que se verifica quando uma acção que empreendemos já está concluída e torna-se necessário continuar, para terminar uma tarefa inacabada, com outra acção diferente; aqui é imperativo mudar rapidamente toda a nossa mentalidade para iniciar um tipo diferente de actividade. Em ambos os casos colocamos em jogo a flexibilidade mental.</p>



<p>No entanto, quando observamos a actividade de&nbsp;<em>scroll</em>&nbsp;não notamos que ocorra o exercício da Flexibilidade mental; verificamos que há uma atitude estática e expectante: o consumidor apenas observa, sem realizar qualquer movimento significativo de análise e reflexão. Ainda que o espectador entre em contacto, rapidamente, com muitos conteúdos, não exerce qualquer outra actividade significativa que não seja observar. E isso não promove desenvolvimento cerebral.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><em>Brain Rot</em></strong><strong>&nbsp;&#8211; Como recuperar o seu cérebro?</strong></h2>



<p>Apesar das consequências do <em>scroll</em> &#8211; que tanto são promovidas pelas plataformas digitais como pelo comportamento dos usuários &#8211; se revelarem negativas, elas não são definitivas. <strong>É sempre possível reverter estes efeitos pouco benéficos para o cérebro humano.</strong> Esta situação pode ser contrariada, menorizada e ultrapassada. </p>



<p>Veja nestas consequências negativas um sinal que serve de aviso para a necessidade de tomar medidas, para passar à acção. O cérebro é plástico. Ou seja, podemos reeducá-lo e&nbsp;<strong>fortalecer as nossas capacidades cognitivas com hábitos simples e conscientes</strong>. Eis algumas estratégias:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-EBTg3' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Consumo regrado de plataformas digitais</strong></h3>



<p>O consumo regrado, como o nome indica, passa por não se perder numa navegação sem propósito ou limites. Não se deixe apanhar na armadilha de ir vendo mais uma postagem ou mais um vídeo, sem que isso lhe sirva para algum propósito além do simples consumo indiscriminado. No fundo, trata-se de se engajar numa actividade consciente, escolhendo conteúdo que realmente agregam algum valor.&nbsp;</p>



<p>Deve começar por&nbsp;<strong>definir que conteúdos realmente lhe interessam</strong>, substituindo o navegar que lhe é imposto pelo&nbsp;<em>feed</em>&nbsp;das plataformas digitais. Ao definir o que é do seu interesse, já tem um objectivo, que pode tentar seguir, sem se perder com outros conteúdos que forneçam pouco estímulo cognitivo.&nbsp;</p>



<p>Também, deve estabelecer que tempo está realmente disposto a despender nas redes sociais e, estabelecido este tempo, ater-se a esses<strong>&nbsp;limites temporais diários</strong>. Isso irá impedir que se perca no tempo e dê por si a gastar horas do seu dia.&nbsp;</p>



<p>Isto não quer dizer que tenha de abdicar de algum tempo para a diversão. Mas alerto que deverá estabelecer, também, limites para essa actividade.&nbsp;</p>



<p>Procure ler livros ou conteúdo digital longo, que seja mais completo e tenha uma perspectiva alargada da informação. Isso irá ajudar a que as suas capacidades de concentração e reflexão melhorem bastante.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Detox digital</strong></h3>



<p>O descanso tecnológico (detox digital)&nbsp;<strong>consiste em escolher algumas horas do seu dia e semana para se desligar completamente das actividades nas plataformas digitais</strong>.&nbsp;</p>



<p>As horas que precedem a hora do deitar são a altura indicada para se desligar. Esta comprovado que quem está “conectado” a estas horas tende a perder tempo de sono/descanso e tem mais dificuldade em adormecer. Em parte, deve-se ao facto de muitas vezes os conteúdos dos&nbsp;<em>social media</em>&nbsp;serem excitatórios, o que não promove o relaxamento e desligamento propício ao sono.</p>



<p>Assim, para fomentar o referido detox digital deve começar por desactivar notificações de aplicações (apps) não essenciais. Se tem apps e notificações que são importantes para o seu trabalho deve mantê-las, mas desligue-as quando não está no seu horário de trabalho. Pode, igualmente, desligar-se de seguir contas que não agregam valor, de notícias sensacionalistas, de conteúdos violentos ou que veiculem conteúdo discriminatório.&nbsp;</p>



<p>Outra atitude que pode tomar é a de deixar o telemóvel fora do seu quarto ou sem som (se o mantiver no quarto).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Exercício cerebral</strong></h3>



<p>Exercitar o seu cérebro&nbsp;<strong>é a atitude com maior potencial para desenvolver as suas capacidades cognitivas</strong>. Seja para recuperar do&nbsp;<em>Brain Rot</em>, para recuperar de sequelas de AVCs ou, simplesmente, para quem quer ter melhores capacidades cerebrais.&nbsp;</p>



<p>Sempre que exercitamos o cérebro, ele está a ser alterado na sua estrutura (localização e modo como se ligam as células neuronais) e na sua função (diferentes processos e sequências de acção neuronal). E isto acontece em qualquer altura do nosso desenvolvimento, sejamos novos ou velhos. A&nbsp;<strong>neurogénese</strong>&nbsp;e a&nbsp;<strong>neuroplasticidade</strong>&nbsp;são os dois fenómenos que sustentam esta possibilidade. A questão está em como fazer estes fenómenos reverterem a favor de melhores funções cognitivas. A resposta não poderia ser mais simples: exercitando essas mesmas funções com exercícios específicos; obrigando os neurónios que contribuem para estas tarefas a exercer os passos correctos que compõem a função.&nbsp;</p>



<p>Observemos as seguintes leis que se aplicam às células cerebrais: a) quantas mais vezes um neurónio é excitado (activado) mais rapidamente ele exerce a sua função; b) quando grandes grupos de neurónios estão em actividade, os que se encontram nas proximidades são atraídos para colaborar com eles, dando corpo à <em>performance</em> de uma função cognitiva. Estas duas leis do funcionamento cerebral garantem o sucesso da actividade de exercitar o cérebro na obtenção de melhores funções cognitivas. E é isso que lhe proponho nos livros que escrevi com programas de treino cerebral. Livros como o “<a href="https://www.presenca.pt/collections/colecao-vasco-catarino-soares/products/150-exercicios-para-um-cerebro-activo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Exercite o seu cérebro, 150 exercícios para um cérebro activo</a>” ou “<a href="https://www.presenca.pt/collections/colecao-vasco-catarino-soares/products/exercicios-para-recarregar-o-cerebro" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Exercícios para recarregar o cérebro</a>” são um instrumento poderoso para recuperar ou conquistar melhores capacidades cerebrais, como a capacidade de atenção, memória e flexibilidade mental. </p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-left is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong><em>“Somos nós que fazemos o nosso cérebro!”</em></strong></p>
</blockquote>



<p>Não se esqueça disto.&nbsp;</p>



<p>Agora já sabe o que tem de fazer. Está nas suas mãos ter um cérebro mais activo, afinado e obter melhores funções cognitivas.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-EBTg3' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/brain-rot-como-o-consumo-de-conteudos-digitais-triviais-esta-a-desligar-o-nosso-cerebro/">Brain Rot: Como o consumo de conteúdos digitais triviais está a “desligar” o nosso cérebro</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Educar para um uso da tecnologia mais positivo, construtivo e saudável</title>
		<link>https://simplyflow.pt/educar-para-um-uso-da-tecnologia-mais-positivo-construtivo-e-saudavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bárbara Ramos Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jun 2023 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Bárbara Ramos Dias]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Ecrãs]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=19730</guid>

					<description><![CDATA[<p>Este é um tema sobre o qual as opiniões se dividem. Afinal, devemos educar com ou sem tecnologia? Como em tudo na vida, há sempre vantagens e desvantagens para ambas as opções. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/educar-para-um-uso-da-tecnologia-mais-positivo-construtivo-e-saudavel/">Educar para um uso da tecnologia mais positivo, construtivo e saudável</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Este é um tema sobre o qual as opiniões se dividem. Afinal, devemos educar com ou sem tecnologia? Como em tudo na vida, há sempre vantagens e desvantagens para ambas as opções. Vejamos quais. </strong></p>



<p>Uns são a favor do uso da tecnologia e vêm-na como um forma de culturização, outros consideram-na uma fonte de discórdia e de ausência de convívio familiar e social. A Associação Americana Pediátrica, em 2014, defendeu que as <strong>crianças com menos de 2 anos não devem ter qualquer&nbsp; contato com nenhum aparelho eletrónico</strong>. E <strong>as com mais de 2 anos devem ter no máximo 2h</strong> de contato diário. O que está longe de ser a realidade em Portugal e no mundo inteiro!</p>



<p>A mesma organização diz que essas crianças correm maior risco de ser obesas agressivas e consumistas. A verdade é que ficam muito mais agressivos com os pais, passam horas em frente ao ecrã, isolam-se e até deixam de sair de casa. Há ainda estudos que indicam que <strong>o uso abusivo da tecnologia</strong> <strong>causa alterações cerebrais a nível da inteligência não verbal, bem como perda de memória espacial.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas será assim? Será que existe mesmo uma relação de causa-efeito?</strong></h2>



<p>O ideal é que possam usar as novas tecnologias porque elas fazem parte da nossa evolução e da nossa vida atual. No entanto, é importante que seja com conta, peso e medida. O que é que isto quer dizer? Que o uso da tecnologia deve ser intercalado com outras atividades que os mantenham afastados dos ecrãs, tal como, por exemplo, saltar à corda, desenhar, correr, surfar, ir ao parque, andar de patins, jogar às cartas, jogar a jogos de tabuleiro com os pais, etc.. E, como nunca é demais reforçar, atividades em família, além de serem divertidas, consolidam a relação de confiança entre todos os membros desse clã familiar.&nbsp;</p>



<p><strong>Uma curiosidade, que tenho reparado em consultório, é que o QI dos adolescentes está mais elevado em relação à média do que na nossa geração.</strong> Na nossa geração a média seria entre o intervalo 90/100, agora é no intervalo 120/130 para um grande número de adolescentes. O que quer dizer que a nível cognitivo trará algum desembaraço cerebral.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O engraçado é que não queremos que passem tantas horas agarrados aos ecrãs, mas a verdade é que a culpa é nossa!&#8230;</strong></h2>



<p>Não gosto muito de culpabilizações, nem de rótulos, mas vejamos: <strong>eles gritam e nós, como estamos cansados, damos o tablet para se entreterem; eles não comem e nós colocamos o tablet à frente para que comam tudo; para evitar birras no restaurante colocamos logo o tablet na sua frente</strong>… Na <a href="https://simplyflow.pt/guia-de-confinamento-para-pais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pandemia</a>, as novas tecnologias foram a solução para que muitos pais conseguissem trabalhar. Então, eles aprenderam o que nós ensinámos. E agora o que fazer? <strong>Relembrar como é bom desenhar, correr, rir, jogar cartas, passear, saborear a natureza, brincar na rua, saltar etc.</strong></p>



<p>Ensinamos os miúdos a usar bem os talheres, a terem as ditas regras de etiqueta, a atravessar a estrada, <strong>temos também de os&nbsp; ensinar a usar a Internet em segurança, com limites e regras muito bem definidas</strong>. Alertando para todos os perigos e dando alternativas aos jogos, aos vídeos do YouTube, ao scroll infinito no TikTok.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O problema não são as redes sociais ou os ecrãs, o desafio é o uso ou abuso que permitimos que as nossas crianças façam deles.&nbsp;</strong></h2>



<p>Sempre que essa utilização é excessiva existem inúmeras competências, habilidades e vivências essenciais para o saudável desenvolvimento da criança, que ficarão altamente comprometidas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual o impacto do uso excessivo de redes sociais nas crianças?&nbsp;</strong></h2>



<p>O abuso de redes sociais por parte das crianças e dos jovens, podem influenciar diretamente o seu dia-a-dia. Aqui ficam alguns exemplos do que lhes é “roubado” pelo uso excessivo das tecnologias:&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Tempo para brincar;</li>



<li>Diminuição do rendimento escolar;</li>



<li>Qualidade do <a href="https://simplyflow.pt/o-que-fazer-para-que-o-meu-filho-se-deite-cedo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sono</a>;</li>



<li>Novas experiências;</li>



<li>Criatividade e imaginação;</li>



<li>Tempo com a família e amigos;</li>



<li>Contacto&nbsp;com&nbsp;a&nbsp;Natureza;</li>



<li>Estímulos sensoriais e motores;</li>



<li>Capacidade de foco e concentração;</li>



<li>Oportunidade de lidar com frustrações;</li>



<li>Habilidades socioemocionais.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>10 Sinais de alerta para dependência dos ecrãs</strong></h2>



<p>É muito importante que os pais estejam alerta e consigam identificar os sinais do abuso de tecnologia:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-uGl3V' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Alteração no sono;</li>



<li>Mudanças de humor repentinas;</li>



<li>Ansiedade e preocupação constante;</li>



<li>Exponencial agressividade;</li>



<li>Desinteresse noutras atividades;</li>



<li>Queda do rendimento escolar;</li>



<li>Impaciência exacerbada;</li>



<li>Irritabilidade constante e agitação interna;</li>



<li>Alteração comportamento geral;</li>



<li>Alteração na alimentação (não comem para não parar o que estão a fazer).<strong>&nbsp;</strong></li>
</ol>



<p>Então, como podem os pais fazer frente à dependência das novas tecnologias?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3 Dicas para não existir abuso de tecnologias:</strong></h2>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Se eles são o nosso espelho e se queremos que não abusem, temos de ser os primeiros a não o fazer</strong>;</li>



<li><strong>Definam as regras em conjunto e estabeleçam </strong><a href="https://www.facebook.com/barbararamosdias.pt/posts/pfbid02zY6CwhSZ1e1Mo3Z6GaMtfEHKxYM5goCECuqirXSXJeVwtzzFR3yqasT4g5ceea2Ml" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>incentivos</strong></a> (não financeiros, com atividades, jogos para fazerem em família);</li>



<li>Sejam firmes, é natural que eles testem os limites, também já tivemos a idade deles e fizemos o mesmo. <strong>Cabe-nos ser firmes, manter regras e limites, sempre com muito amor e pepitas de alegria</strong>.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A verdade é que muitos pais têm medo de tirar os telemóveis aos filhos. Mas, isso não deverá acontecer, pois eles sentem as nossas inseguranças!</strong></h2>



<p>Ser mãe/pai chato é <strong>saber dizer “não” ao abuso de redes sociais</strong>.</p>



<p>Alguns pais dizem-me coisas como: “Ela vai morrer sem telemóvel”; “Se lhe tiro o telemóvel, ele agarra-o com força e fica agressivo”. Mas após serem firmes, o comportamento dos miúdos muda. E aparecem os pais a dizer: “Obrigada, nunca pensei que ele sobrevivesse sem telefone. Afinal os adolescentes conseguem viver sem tecnologia, vou avisar os outros pais”.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É possível viver sem tablet, telefone, playstation, e jogos! Pelo menos umas férias ou umas horas.&nbsp;</strong></h2>



<p>Por outro lado, os miúdos partilham comigo que no início foi difícil. Só lhes apetecia partir tudo (como acontece na ressaca de outra qualquer dependência). Mas, <strong>com o passar do tempo, voltaram a fazer coisas que já não faziam há muito tempo como: passear com a família, desenhar, ler, jogar jogos de tabuleiro, fazer puzzles, brincar com os mais novos, escrever</strong>, etc.. E os pais ainda partilham que <strong>os miúdos voltam a ser mais companheiros, brincalhões, voltam a partilhar mais tempo com a família e a serem mais amigos, doces, meigos e sem agressividade</strong>. Parece até que recuperaram os abraços e beijinhos dos filhos, o que é tão bonito.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Proibir não é solução!&nbsp;</strong></h2>



<p>Lembra-se que o fruto proibido é o mais apetecido! Então, opte por dar o exemplo. Partilhe com o(s) seu(s) filho(s) as histórias da sua adolescência. Conte-lhe o que fazia na altura, quais as atividades a que se dedicava. É também importante reforçar que <strong>cada família tem as suas regras</strong>, as suas vivências, a sua cultura, e, por isso, não há certo nem errado. <strong>Tudo está certo! Estamos sempre a aprender.</strong> Se errarmos, não faz mal, temos a vida toda para aprender a fazer cada vez melhor.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-uGl3V' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/educar-para-um-uso-da-tecnologia-mais-positivo-construtivo-e-saudavel/">Educar para um uso da tecnologia mais positivo, construtivo e saudável</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Redes sociais e promoção da literatura infantojuvenil</title>
		<link>https://simplyflow.pt/redes-sociais-e-promocao-da-literatura-infantojuvenil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Viegas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Jan 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LAZER]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Viegas]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[Ler]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=16721</guid>

					<description><![CDATA[<p>Já ouviu falar em bookbloggers? E em booktubers? Conhece algum bookstagrammer? Então e booktoker? Será que booktwitter é mais familiar?</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/redes-sociais-e-promocao-da-literatura-infantojuvenil/">Redes sociais e promoção da literatura infantojuvenil</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Já ouviu falar em</strong><strong><em> bookbloggers</em></strong><strong>? E em </strong><strong><em>booktubers</em></strong><strong>? Conhece algum</strong><strong><em> bookstagrammer</em></strong><strong>? Então e </strong><strong><em>booktoker</em></strong><strong>? Será que </strong><strong><em>booktwitter</em></strong><strong> é mais familiar? Estes termos ingleses mais não fazem do que designar pessoas que dedicam as suas páginas de redes sociais a promover a literatura. </strong><strong><em>Book</em></strong><strong> = livro + o nome da rede social + conjugação pronominal.</strong></p>



<p>Os primeiros a surgir foram os <em>bookbloggers</em>, pessoas com blogues inteiramente dedicados aos livros. O resto é fácil de adivinhar. Um <em>booktuber</em> tem um canal no YouTube, um <em>bookstagrammer</em> tem uma página no Instagram, um <em>booktoker</em> tem um canal no TikTok, um <em>booktwitter</em> uma página no Twitter. E assim em diante.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É a aliança perfeita entre redes sociais e literatura!</strong></h2>



<p>Este fenómeno, que começou no estrangeiro mas rapidamente chegou a Portugal, democratiza o acesso à leitura, aproxima livros e leitores, apresenta novos escritores, promove conversas que vão mais além da simples leitura, englobando todo o tipo de assuntos fraturantes abordados nos livros.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os livros nas redes sociais promovem a leitura!</strong></h2>



<p>A literatura, e em particular os escritores, os livros, os leitores e as experiências de leitura, deixam de ser vistos como algo elitista e inalcançável e passam a ser vistos como aquilo que realmente são: uma experiência criativa extremamente enriquecedora realizada por pessoas comuns que se dedicam à sua paixão: escrever e ler.</p>



<p>Encarar os livros e a leitura como algo ao alcance de qualquer um e considerar os escritores e os leitores como pessoas como nós transmite a ideia de que qualquer pessoa pode escrever e ler.</p>



<p>Ao democratizarem o acesso à escrita e à leitura, estas páginas promovem a leitura e o surgimento de novos escritores e leitores, num efeito bola de neve extremamente enriquecedor.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Em Portugal, há várias páginas de redes sociais que se destinam à promoção da literatura.</strong>&nbsp;</h2>



<p>Segue uma lista de algumas páginas que se dedicam ao público infantojuvenil.</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-XFAWM' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>No Instagram, <strong>a </strong><a href="https://simplyflow.pt/author/helena-magalhaes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Helena Magalhães</strong></a><strong> e o seu </strong><a href="https://www.instagram.com/hmbookgang/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>H.M. Book Gang</strong></a> é o maior caso de sucesso! Criou um clube do livro para promover os seus livros e esse clube do livro tornou-se no maior clube do livro português, tendo evoluído para uma curadoria de livros e livraria que permite à autora e ativista viver da sua paixão pela escrita e a leitura. Fala quase exclusivamente de livros escritos por mulheres e bastante sobre o género <em>young adult</em>, que tenta desmistificar no mercado editorial português.</p>



<p>A livraria <a href="https://www.fazdeconto.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Faz de Conto</strong></a>, da livreira Sofia, e a editora e livraria <a href="https://poetsandragons.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>The Poets and Dragons Society</strong></a>, da livreira Elisabete, não se limitam a mostrar a capa e dizer que o livro está à venda. Não, não. Criam toda uma envolvência em redor da história, cativando o interesse dos seus leitores. Também a livraria <a href="https://www.aquihagato.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Aqui há Gato</strong></a>, com a divertida livreira Rita, se destaca pelas suas maravilhosas horas do conto, dando vida às histórias presentes nos livros!</p>



<p>A Anastasia é a editora da Baduga Books e tem a página <a href="https://www.instagram.com/russa.sobre.livros/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Russa Sobre Livros</strong></a>. Lá, equilibra partilhas especializadas sobre o mundo literário com partilhas da sua vida, mostrando o seu dia a dia em família a ler e a fazer as mais divertidas atividades para crianças. Já espreitou?</p>



<p>Já a Sílvia tem a página <a href="https://www.instagram.com/bookaholicmum/?hl=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Bookaholicmum</strong></a>, onde apresenta diversas sugestões de livros para ler em família. Há lá coisa mais gira do que uma mãe viciada em livros?!</p>



<p>No Facebook, existe a página da <a href="https://www.facebook.com/mariajoaotravassos.mediacaodaleitura" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Maria João Travassos – Mediação da Leitura</a>, com bastantes sugestões de atividades relacionadas com os livros e a leitura.</p>



<p>No YouTube, existem vários canais com vídeos cativantes das leituras mais bonitas de todo o tipo de histórias infantis. Espreite especialmente o canal <a href="https://www.youtube.com/c/ContariarHist%C3%B3rias/videos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Contariar</a> e o canal <a href="https://www.youtube.com/c/StoryTimewithMissJo/videos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">StoryTime with Miss Jo</a> e vai ver que não se vai arrepender!</p>



<p>E poderíamos continuar a elencar incontáveis páginas que se dedicam ao amor pelos livros.</p>



<p>É caso para dizer: não é a tecnologia, é o que se consome através da <a href="https://simplyflow.pt/a-tecnologia-no-fomento-da-leitura-nas-criancas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tecnologia</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Torne a tecnologia na sua aliada no fomento da leitura. Em vez de proibir as redes sociais, use-as em seu favor.</strong></h2>



<p>Explore as contas destes <em>bookbloggers</em>, <em>booktubers</em>, <em>bookstagrammer</em>, <em>booktoker</em>, <em>booktwitter</em>, enfim!, e inspire-se nas suas sugestões de livros e atividades literárias para fazer já hoje em família.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-XFAWM' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/redes-sociais-e-promocao-da-literatura-infantojuvenil/">Redes sociais e promoção da literatura infantojuvenil</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quais são os perigos das redes sociais para crianças e adolescentes?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/quais-sao-os-perigos-das-redes-sociais-para-criancas-e-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 May 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[cláudia morais]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=14864</guid>

					<description><![CDATA[<p>Que riscos correm os nossos filhos quando se inscrevem nas redes sociais? Será que é suficiente ativar o controlo parental? O que é que os pais podem fazer para garantir a segurança das crianças e dos adolescentes nas redes sociais?</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/quais-sao-os-perigos-das-redes-sociais-para-criancas-e-adolescentes/">Quais são os perigos das redes sociais para crianças e adolescentes?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Que riscos correm os nossos filhos quando se inscrevem nas redes sociais? Será que é suficiente ativar o controlo parental? O que é que os pais podem fazer para garantir a segurança das crianças e dos adolescentes nas redes sociais?</strong></p>



<p>A ideia de os nossos filhos serem alvo de predadores sexuais ou de cyberbullying é ao mesmo tempo aterradora e distante. Sabemos que os perigos existem, mas muitas vezes achamos que alguns tipos de violência só acontecem aos outros. Por um lado, vamos adiando a autorização da sua inscrição nas redes sociais dos adultos, mas por outro sentimos a pressão de a maior parte dos colegas e amigos estarem inscritos. A verdade é que as redes sociais não são apenas um antro de maldade. Há obviamente benefícios associados à utilização destas aplicações – e não me refiro apenas à socialização.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os benefícios das redes sociais para crianças e adolescentes incluem:</strong></h2>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Literacia digital</strong> &#8211; Utilizar as redes sociais pode ajudar a desenvolver conhecimentos e competências;</li><li><strong>Cooperação</strong> &#8211; As redes sociais também podem ser utilizadas para partilhar conteúdos educativos com colegas, amigos e professores;</li><li><strong>Criatividade</strong> &#8211; A edição de fotos e vídeos e a prática de alguns jogos promovem a criatividade;</li><li><strong>Saúde mental e bem-estar</strong> &#8211; O aumento da proximidade a familiares e amigos ajuda a criar um sentimento de pertença.</li></ul>



<p>Mas a verdade é que por detrás de todas as redes sociais escondem-se diversos perigos, alguns mais evidentes do que outros.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os perigos das redes sociais para crianças e adolescentes incluem:</strong></h2>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Exposição a conteúdo impróprio </strong>&#8211; Conhece a rede social ROBLOX? A ROBLOX é uma plataforma de jogos utilizada por jovens de todo o mundo, incluindo Portugal. Há mais jovens com menos de 13 anos a utilizar esta plataforma do que a usar o Facebook, o Instagram e o Youtube juntos. Esta rede social é utilizada por crianças e permite fomentar o sentimento de pertença através da formação de equipas que se vão unindo para vencer obstáculos, alcançar troféus e criar mundos virtuais. Há uns meses, a mãe de uma criança ficou chocada quando espreitou para o iPad da filha e percebeu que o seu avatar (o boneco que a representa) estava a ser sexualizado por três outros utilizadores da rede de jogos. A verdade é que esta plataforma é construída pela comunidade, o que faz com que existam milhões de jogos disponíveis. Mesmo quando uma criança começa por entrar num inocente jogo de obstáculos, só a monitorização atenta permite que pais e mães estejam a par do que está a acontecer;</li><li><strong>Exposição a comentários agressivos ou violentos </strong>&#8211; Todas as redes sociais incluem a troca de mensagens e comentários. Para um adulto, um comentário maldoso pode dar origem a que o outro utilizador seja “desamigado” ou bloqueado. Mas, mesmo quando isso acontece, é praticamente impossível evitar o mal-estar. Para uma criança ou um adolescente o efeito destes comentários pode ser devastador. Entre a vontade de agradar ao grupo de pares e a vergonha de ser alvo de críticas, muitos optam por ocultar estes episódios dos pais;</li><li><strong>Partilha de informações pessoais com estranhos </strong>&#8211; Quando achamos que a pessoa que está do outro lado do ecrã é confiável, não vemos qualquer problema em partilhar o nosso número de telefone, o sítio onde trabalhamos ou a zona em que vivemos. Para uma criança, também não há maldade ou perigo em partilhar o nome da escola ou outras informações com outra criança. Mas todos sabemos da possibilidade de se criar perfis falsos nas redes sociais e o que não faltam são adultos a fazerem-se passar por crianças e adolescentes. Infelizmente, estes esquemas também incluem jogos de sedução que tantas vezes chegam à partilha de imagens íntimas que, por sua vez, dão origem a exercícios de chantagem emocional;</li><li><strong>Partilha de fotos e vídeos constrangedores (deles próprios ou de terceiros) </strong>&#8211; Há uns tempos, acedi aos <em>stories</em> de uma amiga e questionei-me sobre a intenção por detrás daquela publicação. Poucos minutos depois, recebi o mesmo conteúdo por Whatsapp. Questionei a minha amiga, mas não obtive resposta. Quando lhe liguei, percebemos que a partilha tinha sido feita pela filha de 5 anos que, obviamente, não está inscrita em nenhuma rede social nem sabe ler (mas aprendeu a fazer publicações no Facebook e no Instagram). Embora se tratasse de um vídeo privado, o conteúdo era inofensivo. Mas e se não fosse? Que riscos correria a minha amiga? Muitos pais e mães permitem que os seus filhos acedam às suas redes sociais. Esta é a alternativa que consideram mais segura enquanto as crianças não têm idade para ter o seu próprio perfil, mas é fundamental que continue a haver monitorização.</li><li><strong>Cyberbullying </strong>&#8211; Há uns meses, um casal que acompanhei no consultório confrontou-se com o alerta de um colega do filho, que lhes contou que o adolescente tinha partilhado a vontade de se matar. Estava a ser alvo de bullying através do Whatsapp e sentia-se desesperado. Muito mais perigoso do que um simples comentário agressivo, o cyberbullying inclui quase sempre a união de alguns jovens contra um alvo específico. As motivações podem estar relacionadas com o fim de um namoro, uma disputa infantil ou a simples gratificação de exercer poder sobre alguém. Este tipo de violência pode incluir a disseminação de informações pessoais, partilha de fotos ou vídeos íntimos, partilha de boatos ou informações falsas. De um modo geral, as informações espalham-se pela escola inteira e o aluno é alvo de múltiplas humilhações;</li><li><strong>Exposição a publicidade e marketing direcionados </strong>&#8211; O Youtube é a babysitter digital de muitas crianças. Mesmo que as crianças estejam a assistir a vídeos com restrição de idade, o mais provável é que sejam inundadas de anúncios criteriosamente desenhados para apelar ao consumo infantil. Alguns youtubers misturam a criação de conteúdos infantis com a divulgação de merchandising em nome próprio. Ao fim de algum tempo, é provável que qualquer criança queira ter a caneca, o guarda-chuva, os lápis, os sumos, os cadernos, a mochila e o que mais houver do youtuber que idolatra. Pior do que isso, muitas vezes a lavagem cerebral inclui informações enganosas como “estes sumos são super saudáveis”, “estas canetas duram muito mais tempo do que as normais” ou “assim, o youtuber ‘X’ pode ganhar dinheiro e continuar a fazer vídeos”;</li><li><strong>Roubo de identidade </strong>&#8211; Muitos adultos têm perfis de Facebook e Instagram públicos que incluem dezenas de fotografias que podem ser facilmente descarregadas para dar origem a um perfil falso. “Para quê? Eu não sou uma figura pública”, perguntar-se-ão alguns. A verdade é que a criação de um perfil falso pode ter múltiplas intenções. Quando uma criança ou um adolescente cria um perfil numa rede social, também o faz com a intenção de receber o maior número possível de <em>likes</em> e comentários. A popularidade é particularmente valorizada nestas idades e regularmente confundida com <a href="https://simplyflow.pt/porque-precisamos-de-provar-quem-somos/">valor</a> pessoal. Quanto maior for a partilha de publicações públicas, maior é a probabilidade de haver uma que se torne viral. Por outro lado, isso também aumenta a probabilidade de ocorrência de roubo de identidade;</li><li><strong>Expectativas irrealistas </strong>&#8211; Quase todos sabemos que o conteúdo partilhado nas redes sociais é criteriosamente selecionado, filtrado e editado. O azul do céu assume agora milhares de tonalidades, assim como o tom da nossa pele. Qualquer um pode apresentar um bronzeado perfeito em janeiro ou a pele imaculada, sem acne nem rugas. Para uma criança ou para um adolescente, é ainda mais fácil criar ilusões e acreditar que a vida dos outros é incrivelmente perfeita. Os sentimentos de tristeza e <a href="https://www.youtube.com/watch?v=pROG4Pg33TI" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ansiedade</a> são cada vez mais comuns entre pessoas que passam demasiado tempo a fazer <em>scroll</em> nas redes sociais.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como gerir os perigos das redes sociais?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-JrNqx' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>As crianças e os adolescentes precisam de se sentir vistos e compreendidos. Precisam de atenção, mesmo quando parece que já mal dependem de nós. Mas é mais provável que se esquivem a partilhar connosco algumas informações quando a atenção que lhes oferecemos está centrada naquilo que nos interessa (nomeadamente, no desempenho académico). Quando nos habituamos a prestar atenção aos seus gostos e interesses, aos jogos de que mais gostam, às brincadeiras preferidas, é mais provável que nos mantenhamos a par de tudo o que é importante.</p>



<p><strong>As redes sociais não são a pior invenção do mundo. </strong>Pelo contrário, quando são utilizadas com moderação e com a presença – física e emocional dos pais – podem oferecer experiências maravilhosas. Lembra-se da ROBLOX, a rede social que inclui milhões de jogos criados pela comunidade? Esta plataforma permite que uma criança portuguesa possa jogar e interagir com familiares que estejam do outro lado do mundo, o que também inclui a possibilidade de melhorar a comunicação numa língua estrangeira, por exemplo. Mas para que estas vantagens sejam aproveitadas, <strong>é necessária muita atenção e supervisão</strong>.</p>



<p>Mesmo que os nossos filhos ainda não tenham telemóvel nem redes sociais, podemos aproveitar para introduzir o assunto através das nossas redes. <strong>Quando partilhamos com eles as regras e os valores que norteiam o nosso próprio comportamento online, estamos a ajudá-los a pensar sobre matérias importantes. </strong>Por exemplo, podemos perguntar-lhes como é que eles gostariam de tratar outras pessoas nas redes sociais, como é que gostariam de ser tratados, como é que se sentiriam se alguém os identificasse numa fotografia embaraçosa, podemos incentivá-los a fazer apenas comentários públicos positivos e a fazer críticas construtivas em privado. Também podemos explicar porque é que nem todas as fotografias que tiramos são publicáveis e incentivá-los a refletir sobre as intenções por detrás do objetivo de “ser famoso” na Internet. </p>



<p><strong>Como em quase tudo na vida, a educação para as redes sociais envolve atenção, presença, comunicação clara, abertura e curiosidade.</strong> Parar para explorar estes assuntos é mais importante do que seguir regras predefinidas por terceiros. Cada criança é única e especial e o que funciona para uma família pode não funcionar para outra.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-JrNqx' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/quais-sao-os-perigos-das-redes-sociais-para-criancas-e-adolescentes/">Quais são os perigos das redes sociais para crianças e adolescentes?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/

Page Caching using Disk: Enhanced 

Served from: simplyflow.pt @ 2026-06-10 06:46:54 by W3 Total Cache
-->