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	<title>Arquivo de Parentalidade - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Arquivo de Parentalidade - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Desafios da parentalidade na era digital</title>
		<link>https://simplyflow.pt/desafios-da-parentalidade-na-era-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Inês Afonso Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 05:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Era digital]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Inês Afonso Marques]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de ter nascido numa era digital, isso não é sinónimo de que o seu filho tenha nascido com a capacidade de autorregulação.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/desafios-da-parentalidade-na-era-digital/">Desafios da parentalidade na era digital</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O seu filho nasceu na era digital. É um facto. O acesso a dispositivos eletrónicos é inevitável. Alguns dados recentes referem que 53% das crianças entre os oito e os doze anos têm o seu próprio <em>tablet</em> e 24% o seu próprio <em>smartphone. </em>67% dos adolescentes têm o seu próprio <em>smartphone. </em>Gostando-se mais ou menos, a tecnologia, nas suas múltiplas formas, faz parte da realidade de todos nós. Na parentalidade, esta realidade é acompanhada por desafios.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A boa notícia é que é possível promover uma utilização segura e positiva da tecnologia no seio das famílias, transformando desafios em oportunidades e não em riscos.</strong></h2>



<p>Logo à partida, há duas ideias essenciais que quero partilhar consigo:</p>



<p>1. Faz o que eu faço, não o que eu digo. Comece por ser o exemplo da relação que gostava que o seu filho tivesse com a tecnologia. De nada servirá pedir-lhe que não use o telemóvel durante as refeições se, sistematicamente, utilizar o seu telemóvel nessas situações ou que não utilize o telemóvel nas viagens de carro, quando o vê a si a fazer isso constantemente.</p>



<p>2. Quem bem aprende, cedo começa. Ou seja, qualquer que seja a idade do seu filho ou o tipo de tecnologia em causa, à medida que vai dando acesso a dispositivos eletrónicos é essencial que crie mecanismos para esse acesso ser seguro e positivo. Um uso desregrado, onde impera a autogestão, por norma, dá sempre mau resultado. Por isso, não parta do princípio que, quando dá acesso ao seu filho ao mundo digital, ele sabe o que é suposto fazer.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tecnologia: um valioso recurso ou uma permanente dor de cabeça?</strong></h2>



<p>Comunicar, brincar, aprender e distrair são quatro verbos a que um telemóvel, uma consola, um computador ou uma televisão podem estar positivamente ligados. Contudo, para que esse elo seja mesmo positivo há aspetos que não podem ser ignorados: informação, função, tempo, qualidade e monitorização. Neles reside em grande medida a diferença entre tecnologia ser um valioso recurso e transformar-se numa permanente dor de cabeça.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Há coisas que não deixa o seu filho fazer sozinho por considerar que ele ainda não tem responsabilidade suficiente para o fazer. Fará sentido deixá-lo à deriva pelos mundos digitais?&nbsp;</strong></h2>



<p>Verifico tanta superproteção em áreas em que as crianças beneficiariam de maior autonomia e assisto, com receio, confesso, a um excesso de confiança nas crianças e adolescentes (no início da adolescência) quanto ao uso que fazem das tecnologias. Efetivamente, por especificidades do neurodesenvolvimento o seu filho não será capaz de &#8211; de forma ágil &#8211; parar, controlar impulsos, antecipar consequências, discernir o adequado do não adequado. E por isso, a supervisão é essencial.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Supervisão não é controlo. Proibir não costuma ser a melhor forma de assegurar segurança. Em vez de interditar, eduque para a responsabilidade, de acordo com a idade (e maturidade) do seu filho.&nbsp;</strong></h2>



<p>As boas notícias não apagam os riscos e estes estão à espreita. O assunto é sério e os perigos são reais. Apesar de ter nascido numa era digital, isso não é sinónimo de que o seu filho tenha nascido com a capacidade de autorregulação. Não faz sentido deixá-lo em autogestão na relação que faz com a tecnologia. Da mesma forma que o ajuda a controlar, por exemplo, a quantidade de doces que consome, também faz sentido interferir e regular o consumo de tecnologia.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância da qualidade das interações com os dispositivos eletrónicos</strong></h2>



<p>Embora seja tentador definir limites de horas que se revelem seguros e saudáveis para o uso de tecnologia na família, vários grupos de especialistas acreditam agora que as recomendações focadas em quantidade de tempo deixam de ser as mais úteis. A Academia Americana de Pediatria, mais recentemente, tem apostado, nas suas recomendações, em realçar a importância da qualidade das interações com os dispositivos eletrónicos e não dar destaque à dimensão quantidade de tempo. Apesar disso, o recurso à tecnologia nunca deverá impedir o movimento, as <a href="https://simplyflow.pt/brincar-e-um-direito-das-criancas-todos-os-dias-do-ano/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">brincadeiras</a> criativas, as interações cara a cara, a aprendizagem “pondo a mão na massa”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Independentemente da idade, quando abrir a porta da tecnologia ao seu filho&#8230;</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Explique-lhe as regras básicas de etiqueta a adotar no mundo virtual;</li>



<li>Na escolha de jogos, aplicações e programas, respeite sempre as idades recomendadas. Acontece, por exemplo, que o filme aparentemente mais inócuo pode esconder estímulos que, em idades para o qual não é recomendado, podem desencadear medos e <a href="https://simplyflow.pt/como-criar-criancas-seguras-e-felizes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inseguranças</a>;</li>



<li>Recorra a pequenos acordos (ou contratos) em que ficam explicitadas todas as regras que façam sentido no seio da vossa família. «O quê? Quando? Onde? E como?» São perguntas que vos orientarão na reflexão de aspetos relevantes de navegação nesta era onde tudo parece encaixar no digital;</li>



<li>Para estimular a capacidade de autorregulação, utilizem despertadores ou ativem limites de tempo;</li>



<li>Ecrãs antes de dormir: não! A exposição à luz azul emitida pelos ecrãs perto da hora de deitar e adormecer pode inibir a produção da melatonina. Enquanto este tipo de luz parece estar associado a vigilância e foco durante o dia, a exposição a ela ao final do dia pode pregar uma partida ao cérebro, levando-o a interpretar que ainda é dia e, portanto, deixando-o ativo em vez de sonolento;</li>



<li>Promova relações reais, <em>offline</em>;</li>



<li>Estimule atividades sem ecrãs. Garanto-lhe que, se se predispuser a jogar um jogo tradicional ou de tabuleiro com o seu filho, ele vai alinhar;</li>



<li>Investigue estratégias e aplicações que permitem a utilização de controlos parentais, quer em termos de tempo, como de limitação de conteúdos. Como exemplo de uma dor de cabeça que pode surgir quando não existe nenhum tipo de controlo, digo-lhe que há crianças que acedem a conteúdos de pornografia nos seus telemóveis. Crianças! Escusado será dizer que a pornografia é uma temática que, quando acedida de forma precoce e descontextualizada, pode criar diversos mal-entendidos e visões enviesadas da realidade;</li>



<li>Abaixo o sedentarismo. Tecnologia em casa e todos a mexer, porque a tecnologia não pode ser um entrave à prática de atividade física.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Resumindo…</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-SVhGm' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não é necessário olhar para a <a href="https://simplyflow.pt/como-gerir-o-uso-da-tecnologia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tecnologia</a> como algo a abolir. Foque-se em ensinar hábitos saudáveis que o seu filho levará para a vida;</li>



<li>Ensine desde cedo. Explique que os dispositivos eletrónicos não são brinquedos. Aborde as potencialidades e também os riscos que um uso desregrado pode esconder. Respeitando sempre a capacidade de compreensão inerente à idade do seu filho, realce aspetos essenciais sobre regras de etiqueta no mundo virtual e revisite as mesmas à medida que ele vai crescendo, adaptando às novas necessidades;</li>



<li>Seja flexível. As exceções não fazem a regra. Ou seja, um tempo de tecnologia acima do habitual num determinado dia, na sequência de um trabalho escolar, de uma viagem de avião mais longa, de uma conversa por videochamada com um familiar com quem não se fala há muito tempo não será problemático;</li>



<li>Na associação ecrãs e sono seja rígido. Pelo menos 30 minutos antes de dormir todos os ecrãs devem ser desligados;</li>



<li>Não confunda monitorização com invasão de privacidade;</li>



<li>Informe e informe-se. Ajude o seu filho a tomar boas decisões, a discernir a veracidade ou segurança de certas notícias ou programas, a filtrar a informação que partilha. E como a velocidade da evolução tecnológica é estonteante, procure manter-se informado sobre o que está «na moda».</li>
</ul>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-SVhGm' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pais felizes, filhos felizes</title>
		<link>https://simplyflow.pt/pais-felizes-filhos-felizes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Inês Afonso Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 05:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Inês Afonso Marques]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A felicidade é contagiosa! Pais felizes criam um ambiente familiar onde os filhos crescem mais confiantes e resilientes. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>As crianças são observadoras atentas e os seus pais são os seus modelos preferenciais. Uma relação positiva entre os pais serve como modelo para os filhos. Observando a forma como os pais se relacionam, as crianças aprendem sobre as várias dimensões das relações interpessoais. Ao presenciarem respeito, afeto, compreensão e empatia na relação dos pais, tenderão a reproduzir esses valores nas suas próprias relações. E isto também é válido, desejável e possível, mesmo quando falamos de pais que (já) não são um casal, mas que funcionam como uma equipa parental, atenta e focada no crescimento harmonioso dos filhos.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Aquilo que faço está a ensinar algo</strong></h2>



<p>As crianças estão particularmente atentas às atitudes, à forma como os pais resolvem problemas, às suas estratégias de gestão emocional e ao seu estilo de comunicação. Nesse sentido, tudo o que um pai faz, individualmente ou na relação com os outros, incluindo o outro progenitor, serve de modelo para os filhos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O impacto da comunicação na educação emocional</strong></h2>



<p>Crianças que crescem num contexto de boa comunicação sentem-se mais à vontade para expressar as suas emoções, preocupações e ideias, o que fortalece os laços familiares e promove um crescimento mais saudável. Crianças que observam os pais a cuidarem de si e a gerirem as suas emoções de forma eficaz compreendem a importância das emoções e sentem-se mais <a href="https://simplyflow.pt/como-promover-a-autoestima-e-a-autoconfianca-das-criancas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">confiantes</a> para contactar e gerir as suas próprias <a href="https://simplyflow.pt/o-fascinante-mundo-das-emocoes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">emoções</a>.</p>



<p>Crianças que crescem em contextos onde se estimula uma mentalidade flexível e de crescimento, onde os desafios são vistos como oportunidades de aprendizagem, sentem-se mais capazes de abordar e resolver os seus problemas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Aquilo que mostrar é aquilo que o seu filho vai aprender</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-SifXn' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Do ponto de vista individual, um pai ou uma mãe que cuida de si, que se sente em equilíbrio e que investe no seu autocuidado, está emocionalmente mais disponível para atender às necessidades dos filhos com consciência, atenção e respeito. Pais que cuidam de si são pais que cuidam melhor dos filhos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Autocuidado não é egoísmo, é generosidade.</strong></h2>



<p>Conheço muitos pais que encaram o autocuidado, ou seja, dedicar algum do seu tempo a tarefas que fomentem o seu bem-estar (uma saída com amigos, uma ida ao ginásio, uma massagem, um jantar a dois, uma aula de dança…), como um ato de egoísmo. Pelo contrário! Como costumo dizer, autocuidado não é luxo, é uma necessidade de todos os pais felizes e focados no bem-estar dos filhos. Para cuidar bem de alguém, tem de se sentir, em primeira instância, bem consigo próprio.</p>



<p>Não estará a falhar nem a prejudicar o seu filho se investir algum tempo em atividades que não incluam filhos e que sirvam para nutrir a sua saúde física e psicológica. A premissa é: para poder ser um bom cuidador, terá de estar em forma. Se estiver num registo de esforço permanente, acredite que a paciência lhe vai faltar, o discernimento lhe vai fugir, o equilíbrio dará lugar ao caos e a satisfação com a vida em geral, e com a parentalidade em particular, começará a esmorecer.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A felicidade é contagiosa!</strong></h2>



<p>Pais felizes criam um ambiente familiar onde os filhos crescem mais <a href="https://www.presenca.pt/products/criancas-confiantes-criancas-capazes?variant=40147736789149&amp;country=PT&amp;currency=EUR&amp;utm_medium=product_sync&amp;utm_source=google&amp;utm_content=sag_organic&amp;utm_campaign=sag_organic&amp;gad_source=1&amp;gclid=CjwKCAiAzba9BhBhEiwA7glbar7KqAhJm9TRM9VRRZ8zw4DRPI8grbFQLV2a3TE0L2LaSNMH1_CKLxoCRrwQAvD_BwE" target="_blank" rel="noreferrer noopener">confiantes</a> e <a href="https://simplyflow.pt/resiliencia-uma-ferramenta-a-colocar-na-mochila-dos-nossos-filhos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">resilientes</a>.</p>



<p><strong>Pais felizes, filhos felizes: todos ganham!</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-SifXn' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Pais suficientemente bons</title>
		<link>https://simplyflow.pt/pais-suficientemente-bons/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[fátima lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Pais suficientemente bons]]></category>
		<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Strecht]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Pais suficientemente bons” oferece uma visão realista e empática da parentalidade, promovendo um ambiente onde a imperfeição é aceitável e até desejável, para o desenvolvimento de relações familiares saudáveis e felizes.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/pais-suficientemente-bons/">Pais suficientemente bons</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pedro Strecht, psiquiatra da infância e adolescência, aborda no livro “Pais suficientemente bons” a pressão que existe sobre pais e filhos para que estes alcancem a perfeição. O autor defende que a busca incessante pela excelência, muitas vezes motivada pela necessidade de projetar uma imagem irrepreensível, pode transformar a relação entre pais e filhos numa troca exaustiva de exigências. Segundo Strecht, <strong>a verdadeira felicidade não reside na perfeição, mas, sim, na aceitação das nossas limitações e na valorização de momentos genuínos e significativos</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os efeitos da ansiedade da perfeição?</strong></h2>



<p>O especialista sublinha que a ânsia de perfeição gera uma tensão constante e desgastante, tanto para pais quanto para filhos. Este ambiente de alta pressão e expectativas inatingíveis pode levar a sentimentos de culpa e fracasso, contribuindo para uma sociedade cada vez mais ansiosa e com propensão para quadros de <a href="https://simplyflow.pt/afinal-e-possivel-prevenir-o-burnout/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>burnout</em></a>. <strong>A experiência mágica da parentalidade fica assim comprometida, resultando numa realidade onde até os melhores esforços parecem nunca ser suficientes.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é isto de ser “suficientemente bom”?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-5jIMF' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Inspirado no conceito do pedopsiquiatra britânico Donald Winnicott, Pedro Strecht enfatiza que <strong>ser um pai “suficientemente bom” é mais benéfico do que ser perfeito</strong>. Este conceito sugere que os pais devem focar-se na criação de um ambiente seguro e de apoio, aceitando as suas falhas e usando-as como oportunidades de crescimento e aprendizagem. Propõe, assim, uma mudança de paradigma onde <strong>a prioridade passa a ser a qualidade do tempo passado em família, a alegria nas relações e valores como a honestidade e a compaixão</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estar só e valorizar o tempo</strong></h2>



<p>Outro ponto crucial abordado pelo autor é a importância de permitir que as crianças tenham momentos de solidão e tempo livre não estruturados. A constante ocupação dos tempos livres das crianças impede-as de desenvolverem a capacidade de estarem consigo mesmas, essencial para o seu crescimento emocional. Strecht defende que, na era das <a href="https://simplyflow.pt/quais-sao-os-perigos-das-redes-sociais-para-criancas-e-adolescentes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">redes sociais</a> e da conectividade constante, <strong>é vital que os pais ensinem aos filhos a arte de estar só e de valorizar o tempo como um aliado na construção de uma vida emocionalmente saudável e equilibrada</strong>.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/08/FL_livros-683x1024.jpg" alt="Pais suficientemente bons" class="wp-image-22597" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/08/FL_livros-683x1024.jpg 683w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/08/FL_livros-200x300.jpg 200w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/08/FL_livros-768x1151.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/08/FL_livros-1025x1536.jpg 1025w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/08/FL_livros-1367x2048.jpg 1367w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/08/FL_livros-1920x2877.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/08/FL_livros-1170x1753.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/08/FL_livros-585x876.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/08/FL_livros-scaled.jpg 1709w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure></div>


<p>“<a href="https://www.contrapontoeditores.pt/produtos/ficha/pais-suficientemente-bons/29531434" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pais suficientemente bons</a>” oferece uma visão realista e empática da parentalidade, promovendo um ambiente onde a imperfeição é aceitável e até desejável, para o desenvolvimento de relações familiares saudáveis e felizes.</p>



<p class="has-small-font-size">Nota: Fotografias por <a href="https://www.instagram.com/fuifotografar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Verónica Silva</a></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-5jIMF' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como ajudar as crianças a lidar com o erro?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-ajudar-as-criancas-a-lidar-com-o-erro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Laranjeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Mar 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Eu sou super]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
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		<category><![CDATA[Joana Laranjeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Errar leva-nos ao caminho certo, onde podemos largar tudo o que não somos, e sermos autenticamente nós. Para te ajudar a encontrar esse caminho, deixo-te 8 dicas para explorares com o teu filho.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/como-ajudar-as-criancas-a-lidar-com-o-erro/">Como ajudar as crianças a lidar com o erro?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A jovem bilionária Sara Blakely, uma empreendedora de sucesso, descreveu que uma das coisas mais transformadoras e inspiradoras que o pai dela fazia todos os dias ao jantar era perguntar: “Então, conta-me como falhaste hoje?”. A pergunta não pretendia desmoralizar, mas, sim, inspirar os filhos a explorarem os seus limites e a sentirem-se confortáveis em experimentar algo novo e difícil. O que o pai da Sara estava a fazer era ajudar a filha a trocar um “mindset fixo” por um “mindset de crescimento” &#8211; enfrentar o desconforto para se abrir a novas possibilidades e tornar o erro algo a abraçar, e não a esconder.</strong> </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Culturalmente, queremos fugir do erro, e existem várias razões para isso.&nbsp;</strong></h2>



<p>Nas escolas contam-se os erros sempre apontados a vermelho. Além disso, o ser humano organiza a informação dando mais destaque ao erro, como olhamos intensamente para uma nódoa minúscula na camisola ou como o acontecimento apenas de uma coisa má engole tudo o que aconteceu de bom num dia que foi maravilhoso. Este mindset na pré-história salvou-nos a vida. Agora limita o nosso crescimento e saúde mental.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A tua abordagem ao erro define o mindset com que vais ver a vida: fixo ou de crescimento.&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>O mindset fixo foca tudo no resultado e identifica-se totalmente com a opinião externa.</strong> Acha que a inteligência ou o talento nascem consigo, foge de situações onde pode ser avaliado e desmascarado, não arrisca, não improvisa, é pouco flexível.</p>



<p><strong>Quem tem um mindset de crescimento vê os erros como degraus, oportunidades para evoluir. </strong>Sabe que no erro, está a solução. Não se identifica com os resultados, entusiasma-se com os processos e com o sucesso dos outros. Tem muita agilidade e flexibilidade emocional, está sempre a procurar soluções, abraça um desafio e procura crescimento ao longo de toda a sua vida.</p>



<p>Imagino que, neste momento, já deves ter percebido que a vida não é fixa. É imprevisível, espontânea, surpreendente… Para navegá-la precisamos de flexibilidade, coragem, curiosidade, presença, autoconhecimento, e de uma voz interior que nos apoia. <strong>Errar com consciência liberta-nos do perfeccionismo, das expectativas que temos de nós e do peso das expectativas dos outros. Errar leva-nos ao caminho certo, onde podemos largar tudo o que não somos, e sermos autenticamente nós.</strong></p>



<p>Para te ajudar a encontrar esse caminho, deixo-te oito dicas para explorares com o(s) teu(s) filho(s).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>8 Dicas para ajudares o teu filho a errar positivamente:</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-cf75h' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Mostra-lhe histórias de pessoas notáveis que erraram, falharam até atingirem o sucesso;</li>



<li>Sublinha coisas que ele não conseguia fazer, que tinha resistência ou receio, mas treinando conseguiu, como, por exemplo, aprender a andar;</li>



<li>Não fazer comparações com outras pessoas (Nem com os irmãos!);</li>



<li>Foca sempre e reconhece o processo, não apenas o resultado final;</li>



<li>Larga as expectativas e dá a mão à criança onde ela está, não onde achas que devia estar;</li>



<li>Motiva-a a aprender coisas novas para ginasticar o seu cérebro e lidar com diferentes desafios;</li>



<li>Ajuda a criança a ter compaixão e gentileza por si quando está a aprender. Repara no que diz a sua voz interior (e a tua) e muda-a de uma voz crítica para uma voz fã, que a apoia;</li>



<li>Nota como tu lidas com desafios, dificuldades e erros. Lê e aplica estas dicas, gentilmente, para ti.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O teu exemplo é a melhor dica de todas.&nbsp;</strong></h2>



<p>Entusiasma-te com as curvas da vida. <strong>Errar pode ser a coisa mais certa que te vai acontecer. E </strong><a href="https://www.maecatita.pt/coisas-catitas/livro-eu-sou-super" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>ao teu filho também</strong></a><strong>.</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="757" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/02/Capa_Eu-Sou-Super-757x1024.jpg" alt="erro" class="wp-image-21562" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/02/Capa_Eu-Sou-Super-757x1024.jpg 757w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/02/Capa_Eu-Sou-Super-222x300.jpg 222w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/02/Capa_Eu-Sou-Super-768x1039.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/02/Capa_Eu-Sou-Super-1135x1536.jpg 1135w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/02/Capa_Eu-Sou-Super-1170x1583.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/02/Capa_Eu-Sou-Super-585x792.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/02/Capa_Eu-Sou-Super-480x650.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/02/Capa_Eu-Sou-Super.jpg 1500w" sizes="(max-width: 757px) 100vw, 757px" /></figure></div>


<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-cf75h' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<item>
		<title>Tu és Brilhante</title>
		<link>https://simplyflow.pt/tu-es-brilhante/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mikaela Övén]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Mikaela Övén]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Parentalidade Consciente]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[Professores]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Tu és Brilhante” procura revelar o brilhantismo de cada um de nós, exatamente como somos.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/tu-es-brilhante/">Tu és Brilhante</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>É normal e saudável querer ajudar crianças e jovens a desenvolverem competências, ultrapassarem desafios e resolverem problemas. A questão, claro, é como é que se faz isso de uma forma que seja adequada e sustentável. Muitas vezes, ao querermos ajudar, acabamos por não o conseguir fazer, o que pode ser frustrante e confuso.</strong></p>



<p>A <a href="https://simplyflow.pt/parentalidade-consciente-o-que-e/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Parentalidade Consciente</a> propõe uma série de princípios e valores que ajudam a encaminhar os nossos esforços e podem permitir, através de conversas orientadas, ajudar os mais novos a desenvolverem uma autoestima saudável, aumentarem a sua autoconfiança e descobrirem competências essenciais para a vida. Recorrendo a esses princípios e estratégias, escrevemos o “<a href="https://www.portoeditora.pt/produtos/ficha/tu-es-brilhante-/28612483" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tu és Brilhante</a>” e o feedback não podia ser melhor! São 12 histórias de crianças que lidam com os desafios próprios da sua idade e que, com a ajuda de pais, professores, irmãos mais velhos e outros familiares, descobrem novas e poderosas formas de se aceitarem, desafiarem e descobrirem novas soluções.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O potencial educativo e transformador das histórias e metáforas</strong></h2>



<p>Como instrutores de desenvolvimento pessoal há mais de uma década, utilizamos regularmente histórias e metáforas no nosso trabalho, conhecendo bem o seu potencial educativo e transformador. Ou não fossem as histórias um método milenar de passagem de valores e fomento de aprendizagens que nos encanta e capta a atenção. Quando essas histórias são desenhadas para incluir princípios, estimular reflexões e ensinar através do exemplo, ficamos em mãos com um instrumento muito útil e que pode fazer a diferença na forma como os mais pequenos aprendem e crescem.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma comunicação consciente e novas formas de interagir</strong></h2>



<p>Desde que foi publicado, o livro “Tu és Brilhante” tem merecido um feedback muito positivo e temos recebido muitos relatos de crianças e jovens que adoram as histórias e, mais importante ainda, conseguem transferir para a sua vida algumas das aprendizagens mais relevantes. Ao mesmo tempo, os adultos que contam as histórias aos filhos ou alunos estão também a aprender de forma intuitiva novas formas de conversarem e apoiarem os mais pequenos. Formas baseadas na comunicação consciente e em que se substituem velhas fórmulas desatualizadas por modernas formas de interação que estimulam vínculos seguros e relações saudáveis. Afinal de contas aquilo que realmente queremos como adultos que dão suporte ao desenvolvimento de crianças, não é?</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-Vs30H' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="693" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/12/Tu-es-brilhante-693x1024.jpg" alt="Tu és Brilhante" class="wp-image-21112" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/12/Tu-es-brilhante-693x1024.jpg 693w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/12/Tu-es-brilhante-203x300.jpg 203w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/12/Tu-es-brilhante-768x1135.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/12/Tu-es-brilhante-585x865.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/12/Tu-es-brilhante.jpg 799w" sizes="(max-width: 693px) 100vw, 693px" /></figure></div>


<p>Cada uma das histórias, para além da narrativa em si, contém também sugestões de perguntas de reflexão para discutir com as crianças no final da história – ou no dia seguinte. Curiosamente, muitas crianças tomam esta como a sua parte favorita e surpreendem com as suas respostas e a forma como entendem e integram os acontecimentos por que passam os personagens. Também os pais, professores e educadores têm à sua disposição comentários adicionais, no final do livro, para que possam ter ainda mais claros os princípios e estratégias usadas em cada uma das 12 histórias.</p>



<p><strong>“Tu és Brilhante” procura revelar o brilhantismo de cada um de nós, exatamente como somos, para que nos possamos sentir bem e com capacidade para lidar com a vida tal como esta se nos vai apresentando.</strong> Ou não fossemos, a começar pelas crianças, cheios de recursos e competências que nos permitem explorar a vida e sermos felizes!</p>



<p><strong>NOTA:</strong> Texto escrito em parceria com <a href="https://www.lifetraining.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pedro Vieira</a></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-Vs30H' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<item>
		<title>Educar para um uso da tecnologia mais positivo, construtivo e saudável</title>
		<link>https://simplyflow.pt/educar-para-um-uso-da-tecnologia-mais-positivo-construtivo-e-saudavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bárbara Ramos Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jun 2023 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Bárbara Ramos Dias]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Ecrãs]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este é um tema sobre o qual as opiniões se dividem. Afinal, devemos educar com ou sem tecnologia? Como em tudo na vida, há sempre vantagens e desvantagens para ambas as opções. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Este é um tema sobre o qual as opiniões se dividem. Afinal, devemos educar com ou sem tecnologia? Como em tudo na vida, há sempre vantagens e desvantagens para ambas as opções. Vejamos quais. </strong></p>



<p>Uns são a favor do uso da tecnologia e vêm-na como um forma de culturização, outros consideram-na uma fonte de discórdia e de ausência de convívio familiar e social. A Associação Americana Pediátrica, em 2014, defendeu que as <strong>crianças com menos de 2 anos não devem ter qualquer&nbsp; contato com nenhum aparelho eletrónico</strong>. E <strong>as com mais de 2 anos devem ter no máximo 2h</strong> de contato diário. O que está longe de ser a realidade em Portugal e no mundo inteiro!</p>



<p>A mesma organização diz que essas crianças correm maior risco de ser obesas agressivas e consumistas. A verdade é que ficam muito mais agressivos com os pais, passam horas em frente ao ecrã, isolam-se e até deixam de sair de casa. Há ainda estudos que indicam que <strong>o uso abusivo da tecnologia</strong> <strong>causa alterações cerebrais a nível da inteligência não verbal, bem como perda de memória espacial.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas será assim? Será que existe mesmo uma relação de causa-efeito?</strong></h2>



<p>O ideal é que possam usar as novas tecnologias porque elas fazem parte da nossa evolução e da nossa vida atual. No entanto, é importante que seja com conta, peso e medida. O que é que isto quer dizer? Que o uso da tecnologia deve ser intercalado com outras atividades que os mantenham afastados dos ecrãs, tal como, por exemplo, saltar à corda, desenhar, correr, surfar, ir ao parque, andar de patins, jogar às cartas, jogar a jogos de tabuleiro com os pais, etc.. E, como nunca é demais reforçar, atividades em família, além de serem divertidas, consolidam a relação de confiança entre todos os membros desse clã familiar.&nbsp;</p>



<p><strong>Uma curiosidade, que tenho reparado em consultório, é que o QI dos adolescentes está mais elevado em relação à média do que na nossa geração.</strong> Na nossa geração a média seria entre o intervalo 90/100, agora é no intervalo 120/130 para um grande número de adolescentes. O que quer dizer que a nível cognitivo trará algum desembaraço cerebral.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O engraçado é que não queremos que passem tantas horas agarrados aos ecrãs, mas a verdade é que a culpa é nossa!&#8230;</strong></h2>



<p>Não gosto muito de culpabilizações, nem de rótulos, mas vejamos: <strong>eles gritam e nós, como estamos cansados, damos o tablet para se entreterem; eles não comem e nós colocamos o tablet à frente para que comam tudo; para evitar birras no restaurante colocamos logo o tablet na sua frente</strong>… Na <a href="https://simplyflow.pt/guia-de-confinamento-para-pais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pandemia</a>, as novas tecnologias foram a solução para que muitos pais conseguissem trabalhar. Então, eles aprenderam o que nós ensinámos. E agora o que fazer? <strong>Relembrar como é bom desenhar, correr, rir, jogar cartas, passear, saborear a natureza, brincar na rua, saltar etc.</strong></p>



<p>Ensinamos os miúdos a usar bem os talheres, a terem as ditas regras de etiqueta, a atravessar a estrada, <strong>temos também de os&nbsp; ensinar a usar a Internet em segurança, com limites e regras muito bem definidas</strong>. Alertando para todos os perigos e dando alternativas aos jogos, aos vídeos do YouTube, ao scroll infinito no TikTok.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O problema não são as redes sociais ou os ecrãs, o desafio é o uso ou abuso que permitimos que as nossas crianças façam deles.&nbsp;</strong></h2>



<p>Sempre que essa utilização é excessiva existem inúmeras competências, habilidades e vivências essenciais para o saudável desenvolvimento da criança, que ficarão altamente comprometidas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual o impacto do uso excessivo de redes sociais nas crianças?&nbsp;</strong></h2>



<p>O abuso de redes sociais por parte das crianças e dos jovens, podem influenciar diretamente o seu dia-a-dia. Aqui ficam alguns exemplos do que lhes é “roubado” pelo uso excessivo das tecnologias:&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Tempo para brincar;</li>



<li>Diminuição do rendimento escolar;</li>



<li>Qualidade do <a href="https://simplyflow.pt/o-que-fazer-para-que-o-meu-filho-se-deite-cedo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sono</a>;</li>



<li>Novas experiências;</li>



<li>Criatividade e imaginação;</li>



<li>Tempo com a família e amigos;</li>



<li>Contacto&nbsp;com&nbsp;a&nbsp;Natureza;</li>



<li>Estímulos sensoriais e motores;</li>



<li>Capacidade de foco e concentração;</li>



<li>Oportunidade de lidar com frustrações;</li>



<li>Habilidades socioemocionais.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>10 Sinais de alerta para dependência dos ecrãs</strong></h2>



<p>É muito importante que os pais estejam alerta e consigam identificar os sinais do abuso de tecnologia:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-FaCXl' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Alteração no sono;</li>



<li>Mudanças de humor repentinas;</li>



<li>Ansiedade e preocupação constante;</li>



<li>Exponencial agressividade;</li>



<li>Desinteresse noutras atividades;</li>



<li>Queda do rendimento escolar;</li>



<li>Impaciência exacerbada;</li>



<li>Irritabilidade constante e agitação interna;</li>



<li>Alteração comportamento geral;</li>



<li>Alteração na alimentação (não comem para não parar o que estão a fazer).<strong>&nbsp;</strong></li>
</ol>



<p>Então, como podem os pais fazer frente à dependência das novas tecnologias?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3 Dicas para não existir abuso de tecnologias:</strong></h2>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Se eles são o nosso espelho e se queremos que não abusem, temos de ser os primeiros a não o fazer</strong>;</li>



<li><strong>Definam as regras em conjunto e estabeleçam </strong><a href="https://www.facebook.com/barbararamosdias.pt/posts/pfbid02zY6CwhSZ1e1Mo3Z6GaMtfEHKxYM5goCECuqirXSXJeVwtzzFR3yqasT4g5ceea2Ml" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>incentivos</strong></a> (não financeiros, com atividades, jogos para fazerem em família);</li>



<li>Sejam firmes, é natural que eles testem os limites, também já tivemos a idade deles e fizemos o mesmo. <strong>Cabe-nos ser firmes, manter regras e limites, sempre com muito amor e pepitas de alegria</strong>.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A verdade é que muitos pais têm medo de tirar os telemóveis aos filhos. Mas, isso não deverá acontecer, pois eles sentem as nossas inseguranças!</strong></h2>



<p>Ser mãe/pai chato é <strong>saber dizer “não” ao abuso de redes sociais</strong>.</p>



<p>Alguns pais dizem-me coisas como: “Ela vai morrer sem telemóvel”; “Se lhe tiro o telemóvel, ele agarra-o com força e fica agressivo”. Mas após serem firmes, o comportamento dos miúdos muda. E aparecem os pais a dizer: “Obrigada, nunca pensei que ele sobrevivesse sem telefone. Afinal os adolescentes conseguem viver sem tecnologia, vou avisar os outros pais”.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É possível viver sem tablet, telefone, playstation, e jogos! Pelo menos umas férias ou umas horas.&nbsp;</strong></h2>



<p>Por outro lado, os miúdos partilham comigo que no início foi difícil. Só lhes apetecia partir tudo (como acontece na ressaca de outra qualquer dependência). Mas, <strong>com o passar do tempo, voltaram a fazer coisas que já não faziam há muito tempo como: passear com a família, desenhar, ler, jogar jogos de tabuleiro, fazer puzzles, brincar com os mais novos, escrever</strong>, etc.. E os pais ainda partilham que <strong>os miúdos voltam a ser mais companheiros, brincalhões, voltam a partilhar mais tempo com a família e a serem mais amigos, doces, meigos e sem agressividade</strong>. Parece até que recuperaram os abraços e beijinhos dos filhos, o que é tão bonito.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Proibir não é solução!&nbsp;</strong></h2>



<p>Lembra-se que o fruto proibido é o mais apetecido! Então, opte por dar o exemplo. Partilhe com o(s) seu(s) filho(s) as histórias da sua adolescência. Conte-lhe o que fazia na altura, quais as atividades a que se dedicava. É também importante reforçar que <strong>cada família tem as suas regras</strong>, as suas vivências, a sua cultura, e, por isso, não há certo nem errado. <strong>Tudo está certo! Estamos sempre a aprender.</strong> Se errarmos, não faz mal, temos a vida toda para aprender a fazer cada vez melhor.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-FaCXl' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Aprenda a lidar com as birras intermináveis</title>
		<link>https://simplyflow.pt/aprenda-a-lidar-com-as-birras-interminaveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laura Sanches]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Apr 2023 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Birras]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[Como educar crianças desafiantes]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Laura Sanches]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=19039</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os momentos das birras não servem para ensinar lições nem dar sermões, nem para resolver problemas, até porque nem as crianças estarão com disponibilidade para as ouvir nem nós para as ensinar. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/aprenda-a-lidar-com-as-birras-interminaveis/">Aprenda a lidar com as birras intermináveis</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das dúvidas mais frequentes dos pais passa por saber como devem lidar com as chamadas birras das crianças e como é que podem acabar com elas. Na verdade não gosto muito da palavra birra porque dá um sentido pejorativo à expressão da criança, como se ela não tivesse o direito de se expressar daquela forma. Por isso, em primeiro lugar, <strong>é importante compreendermos que não precisamos de acabar com estas expressões mais descontroladas das crianças e que elas não são o problema nem o inimigo e não significam que exista necessariamente algo de errado com a criança</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando é que podemos dizer que existe um problema?&nbsp;</strong></h2>



<p>Sobretudo quando a criança não se deixa confortar pelos adultos nos momentos de birra. Se temos muita dificuldade em ajudar os nossos filhos a voltarem a regular-se nestes momentos isso pode ser sinal de que não estamos a ser capazes de os ajudar nesse processo de aprendizagem tão importante. Porque estes momentos podem ser momentos de aprendizagem importantes, sim. Não no sentido em que muitas vezes pensamos: não são alturas para dar lições nem para a criança aprender como se deve ou não comportar, mas são <strong>momentos para aprender que pode confiar nos adultos</strong>. Pode <strong>confiar que estes a ajudarão a integrar tudo aquilo que está a sentir e que saberão mantê-la segura e protegida durante estas explosões mais descontroladas</strong>. Esta é mesmo a mensagem principal que precisamos de transmitir aos nossos filhos nestes momentos: que somos capazes de acolher as suas emoções e de os ajudar a integrá-las.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Precisamos de mostrar que as emoções deles não nos assustam, não nos intimidam e que não são erradas. Porque não existem emoções erradas.&nbsp;</strong></h2>



<p>As emoções são algo que nos acontece em resposta a algo externo ou interno. Por exemplo, se eu tiver uma dor muito forte, posso sentir medo.&nbsp;</p>



<p>As <strong>emoções servem para nos levar a agir</strong>, por isso, por si mesmas, elas <strong>não são boas nem más</strong>. E <strong>também não são algo que possamos controlar</strong>, ao contrário do que se costuma pensar.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Precisamos de ensinar os nossos filhos a lidarem com as suas emoções, aceitando-as e integrando-as como parte da sua experiência.&nbsp;</strong></h2>



<p>As crianças mais novas sentem as emoções de uma forma mais crua porque o seu cérebro ainda não se desenvolveu o suficiente para as temperar com um lado mais racional. Só a partir dos seis, sete anos de idade é que começa a desenvolver-se uma zona do cérebro que permite que as crianças comecem a ser mais capazes de pensar sobre as suas emoções e também de controlarem os impulsos que estas naturalmente acordam nelas. Por isso, as crianças explodem muito mais do que um adulto e também de forma muito mais descontrolada e intensa, porque os seus filtros ainda não estão desenvolvidos. E não podemos fazer absolutamente nada para apressar este crescimento, só podemos criar as condições necessárias para que ele aconteça.&nbsp;</p>



<p>Este amadurecimento do cérebro não pode ser ensinado nem <a href="https://www.facebook.com/laura.sanches/posts/pfbid031ayupSwX1az9KqEQwmXaChd5Qmfiuvuct5ssf8u2djoS13ZgsbuJz3Dh9SKriCZ8l?locale=pt_PT" target="_blank" rel="noreferrer noopener">treinado</a> e precisa que algumas condições existam para que ele se torne possível. A principal é a segurança: <strong>as crianças precisam de se sentir seguras com os adultos para serem capazes de lidar com as suas emoções</strong>. É esta capacidade de lidar com as emoções e de as integrar que faz com que o cérebro amadureça, mas se a segurança não existir este amadurecimento pode demorar mais tempo ou nunca chegar sequer a acontecer. Por isso é que existem tantos adultos tão imaturos. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os momentos das birras não servem para ensinar lições nem dar sermões, nem para resolver problemas, até porque nem as crianças estarão com disponibilidade para as ouvir nem nós para as ensinar.&nbsp;</strong></h2>



<p>Estes momentos servem, acima de tudo, para sermos capazes de demonstrar que as aceitamos, acolhemos as suas emoções e as conseguimos manter seguras. Então um aspecto fundamental é que sejamos capazes de mostrar que aceitamos as emoções mesmo quando não gostamos do comportamento. Mesmo que acreditemos que aquele comportamento precisa de ser corrigido, as emoções precisam de ser aceites.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como lidar com a frustração e acolher as emoções das crianças?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-0liD7' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Muitas vezes os pais têm medo de lidar com esta expressão emocional intensa e descontrolada das crianças porque não conseguem lidar com as suas próprias emoções, porque têm dificuldade em integrar a sua própria zanga ou a sua própria tristeza ou frustração e, por isso, não conseguem lidar com as dos seus filhos. Nestes casos geralmente existem duas saídas: ou ficam muito focados em tentar parar aquela expressão tentando distrair a criança do que sente a todo o custo ou cedem imediatamente aos seus pedidos para não terem de lidar com aquilo. Estes dois caminhos ensinam às crianças que as suas emoções são perigosas, são tão perigosas que os pais fazem tudo para não lidar com elas. E com o tempo, se repetirmos muito isto, isso vai fazendo com que a criança aprenda que precisa de se defender dessa emoção e essa defesa passa por se desligar dela. Isto quer dizer que a emoção acontece na mesma mas já não passa pela consciência e é aqui que podemos encontrar a raíz de muitos problemas até na idade adulta: neste desligar do corpo e da manifestação de determinadas emoções que acontecem nele por não sabermos lidar com elas. Porque <strong>as emoções despertam sempre determinadas sensações, têm uma componente física e biológica importante, por isso, para as ignorarmos temos também que nos desligar do corpo</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Precisamos de transmitir aos nossos filhos que é seguro entrarem em contacto com as emoções deles, mesmo as mais intensas e mesmo as que são expressas de forma mais descontrolada.&nbsp;</strong></h2>



<p>É muito importante também que sejamos capazes de transmitir que a ligação que têm connosco está intacta, sobretudo com as crianças mais pequenas. Porque antes dos seis, sete anos de idade, as crianças não conseguem ter sentimentos ambivalentes, por isso quando estão zangadas estão só zangadas e não conseguem perceber que é possível estar zangado e gostar de alguém ao mesmo tempo. Por isso quando os pais se zangam muito elas ficam com muito medo que os pais já não gostem delas e é importante transmitir que isso não é verdade.&nbsp;</p>



<p>Isto não quer dizer que temos que ficar impávidos e serenos perante as explosões dos pequenos, isto não é realista e nem sequer é necessário: quando temos uma criança em pleno modo de explosão e descontrolo emocional é suposto que isso provoque também em nós alguma reação. Na verdade <strong>as crianças</strong> precisam também desse espelho, <strong>precisam de sentir que as suas emoções provocam algum efeito em nós, têm algum eco</strong>. E <strong>nós também precisamos de contactar com as emoções delas para sermos capazes de transmitir uma atitude empática</strong>. Então não precisamos de ficar em modo zen, mas <strong>também é importante saber que não é bom que mostremos descontrolo</strong>, claro. E, acima de tudo, sempre que dizemos ou fazemos algo de que depois nos arrependemos é importante assumir que temos a responsabilidade de reparar a relação, de mostrar que continuamos a gostar deles. Podemos fazer isto com um pedido de desculpas ou não, mas <strong>o essencial é que as crianças saibam que a relação está intacta e que nós nos lembremos que é o papel do adulto cuidar da relação, nunca da criança</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É fundamental também transmitir que elas não são responsáveis pelos nossos sentimentos.&nbsp;</strong></h2>



<p>Não podemos dizer a uma criança que estamos muito tristes com ela ou muito zangados e que isso só vai passar quando ela nos pedir desculpa. Porque este é um peso demasiado grande para as crianças carregarem. São os adultos que são responsáveis por aquilo que sentem e as crianças não têm responsabilidade nenhuma sobre isso. Dar-lhes esse peso só cria insegurança e ansiedade.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>As crianças não fazem birra para conseguir alguma coisa.&nbsp;</strong></h2>



<p>É importante desconstruir esta ideia de que as crianças fazem birra para conseguir alguma coisa. Isto implicaria que as crianças tivessem uma capacidade de previsão e de auto-controlo que até para um adulto poderia ser difícil. As crianças não fazem birra para conseguir nada, nem se descontrolam com nenhuma intenção específica. <strong>As <a href="https://www.presenca.pt/collections/colecao-laura-sanches/products/como-educar-criancas-desafiantes" target="_blank" rel="noreferrer noopener">crianças</a> fazem birra quando ficam muito frustradas porque, a determinada altura, alguma coisa não estava a funcionar para elas.  </strong>A frustração é uma emoção intensa que provoca uma reação que pode muito facilmente levar ao descontrolo emocional e comportamental em algumas crianças (e até em alguns adultos), por isso <strong>o nosso papel precisa sempre de ser o de as ajudar a restabelecer esse controlo, integrando essa frustração e lidando com a tristeza que está sempre por trás dela</strong>. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A auto-regulação de que tanto se fala e que, por vezes, se diz que as crianças precisam de aprender na verdade é um mito. </strong></h2>



<p><strong>A principal estratégia de regulação dos seres humanos é mesmo a co-regulação</strong>: precisamos que as outras pessoas nos ajudem a lidar com as emoções e a integrar o que sentimos e, se isto é válido para os adultos, para as crianças mais ainda porque o seu cérebro e o seu sistema nervoso ainda são muito imaturos para serem capazes de fazer sozinhos esse caminho. Por isso, <strong>o mais importante mesmo para que os nossos filhos sejam capazes de aprender a lidar com as suas frustrações é terem uma relação segura com um adulto presente e disponível para as ajudar a lidar com as suas emoções</strong>.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="671" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/como_educar_criancas_desafiantes_mail-671x1024.jpg" alt="birras" class="wp-image-19044" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/como_educar_criancas_desafiantes_mail-671x1024.jpg 671w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/como_educar_criancas_desafiantes_mail-197x300.jpg 197w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/como_educar_criancas_desafiantes_mail-768x1171.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/como_educar_criancas_desafiantes_mail-1007x1536.jpg 1007w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/como_educar_criancas_desafiantes_mail-1343x2048.jpg 1343w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/como_educar_criancas_desafiantes_mail-460x701.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/como_educar_criancas_desafiantes_mail-160x244.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/como_educar_criancas_desafiantes_mail-320x488.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/como_educar_criancas_desafiantes_mail-480x732.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/como_educar_criancas_desafiantes_mail-640x976.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/como_educar_criancas_desafiantes_mail-960x1464.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/como_educar_criancas_desafiantes_mail-1120x1708.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/como_educar_criancas_desafiantes_mail-scaled.jpg 1679w" sizes="(max-width: 671px) 100vw, 671px" /></figure></div>


<p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Ralhe menos, comunique mais</title>
		<link>https://simplyflow.pt/ralhe-menos-comunique-mais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Inês Afonso Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Oct 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Carla Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Inês Afonso Marques]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As relações tornam-se mais satisfatórias e os laços afetivos mais fortes quando a comunicação entre pais e filhos é um tema valorizado por todos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, garanto-lhe que é possível dar por si a ralhar menos e a usar a comunicação de uma forma mais positiva e eficaz no seio da sua família. Uma comunicação aberta beneficia de forma transversal todos os membros da família. As relações tornam-se mais satisfatórias e os laços afetivos mais fortes quando a comunicação entre pais e filhos é um tema valorizado por todos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>As crianças aprendem a comunicar, em grande medida, por observação.&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>Se os pais comunicam com disponibilidade e respeito, as crianças tenderão a reproduzir esse modelo.</strong> Uma criança que se sente escutada e compreendida (compreender o seu filho não significa que esteja sempre de acordo com ele) é uma criança que possui boas sementes para o desenvolvimento de uma boa autoestima. No sentido inverso, quando a comunicação entre pais e filhos é negativa e ineficaz, as crianças tenderão a sentir-se desvalorizadas e pouco compreendidas. Estas crianças tenderão a olhar para os pais como pessoas pouco disponíveis e de pouca confiança. E, no limite, as vossas interações vão estar recheadas de ralhetes pouco eficientes.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A boa comunicação favorece também a cooperação. A boa comunicação ajuda à partilha de expectativas, dando também uma maior noção de segurança às crianças.&nbsp;</strong></h2>



<p>A Associação Americana de Psicologia sublinha que <strong>escutar e dialogar são duas peças essenciais para relações saudáveis entre pais e filhos</strong>.&nbsp;</p>



<p>Sendo possível, sabemos que nem sempre é fácil. Como não cair no ralhete depois de se pedir ao nosso filho 387 vezes para o nosso filho ir tomar banho? Como não ceder ao sermão quando ainda ontem lembramos o nosso filho para rever a sua mochila e hoje encontramos lá uma banana esquecida (pelo seu estado de decomposição há pelo menos uma semana)? Como fazer para escutar o nosso filho quando o cansaço se apodera de nós?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como ralhar menos e comunicar mais?</strong></h2>



<p>De facto, <strong>todas as famílias, nalgum momento, se deparam com momentos de maior desacordo, acompanhados de alguma tensão emocional</strong>. Esses momentos de conflito, não sendo agradáveis, não têm de ser verdadeiramente disruptivos, podendo ser suavizados, recorrendo a alguns cuidados comunicacionais.</p>



<p>Deixo-lhe <strong>quatro cuidados a não esquecer</strong>:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-1jmOG' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p><strong>1. Manter a calma </strong>&#8211; Sabemos que na teoria é sempre mais fácil, mas se pretende manter um diálogo que seja profícuo, de pouco lhe servirá atuar de modo reativo ao sabor das <a href="https://simplyflow.pt/o-fascinante-mundo-das-emocoes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">emoções</a>, perdendo a calma. Se estiver a ser mesmo difícil, pode fazer uma pequena pausa, para respirar fundo e tranquilizar-se antes de retomar a conversa;</p>



<p><strong>2. Um tema de cada vez </strong>&#8211; Procure dirigir a sua atenção para um assunto de cada vez. Em momentos de maior turbilhão emocional, é fácil embrulhar assuntos, fazer emergir situações do passado, e isso pode potenciar a sensação de descontrolo e, rapidamente, todos perdem o foco da situação ou do problema sobre o qual precisam de conversar;&nbsp;</p>



<p><strong>3. Frases que começam com «eu&#8230;» são vossas aliadas</strong> &#8211;&nbsp; Para evitar reatividade de parte a parte, procure formular as dificuldades que identificam começando as frases pondo a tónica na forma como se sente. Dizer «Tu nunca pões a mesa sem ser preciso eu pedir» é diferente de «Eu sinto-me frustrada quando não ajudas a pôr a mesa das refeições». Ao iniciarmos as frases com «Eu sinto-me&#8230;» colocamos o destaque na forma como nos sentimos perante uma determinada situação, ou perante certa ação, sem recorrermos à acusação, mais propensa à reatividade e ao fechamento de portas ao diálogo. Este tipo de mensagens «Eu sinto» tende a fomentar uma comunicação mais positiva, na medida em que o outro terá menos tendência a agir impulsivamente e defensivamente, uma vez que estamos a colocar o foco na forma como nos sentimos, podendo nomear-se, de qualquer forma, qual é o comportamento ou a situação que nos provoca aquela emoção;&nbsp;</p>



<p><strong>4. Sinceridade sempre</strong> &#8211; Os filhos de todas as idades possuem uma capacidade extraordinária de se sintonizarem emocionalmente com os seus pais. Um «confio em ti» verbalizado com voz trémula e semblante fechado ou um «estou orgulhosa» assente num tom de voz irónico não passarão despercebidos. Não ignore a linguagem corporal.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um estilo de comunicação aberto, afetivo e eficaz exige prática.&nbsp;</strong></h2>



<p>Eu e a Carla Rocha estamos cientes disso! E precisamente por isso, reunimos no workshop “Ralhe Menos, Comunique Mais” as principais <strong>estratégias comunicacionais </strong>que o ajudarão a sentir-se <strong>mais confiante na educação do seu filho e (ainda) mais satisfeito na vossa relação</strong>.</p>



<p>Garantimos-lhe duas manhãs de formação com muita prática assente naquilo que os estudos sobre comunicação eficaz nos dizem. Poderá inscrever-se <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdnO1Tp7q2SzIZtzIDlcc7Vv0VaHW-7Z3BVi_ulFGNKW1JthA/viewform" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Lembre-se de que nem sempre sairá tudo bem, mas que, acima de tudo, o mais importante é esforçar-se para, desde sempre, fomentar uma boa comunicação familiar. </strong></h2>



<p>Quem ganha? A vossa relação, que assentará em <strong>laços afetivos próximos e robustos</strong>.</p>



<p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Burnout parental</title>
		<link>https://simplyflow.pt/burnout-parental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tânia Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Oct 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Burnout parental]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Laboratório de Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tânia Correia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Orientados pela necessidade excessiva de darem aquilo que nunca receberam na infância e simultaneamente marcados pela ausência de um exemplo prático do que é um nível saudável de entrega, alguns pais vivem numa espécie de corrida em que a meta nunca é atingida. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A imagem de pais desgastados física e psicologicamente, pouco seguros das suas competências parentais e da orientação que é dada pelos seus instintos, que se cobram regularmente, tem vindo a proliferar na nossa sociedade. Lamentavelmente, esta imagem vulgarizou-se ao ponto de ser normalizada.&nbsp;</strong></p>



<p>O aumento do número de papéis que os pais precisam de desempenhar em simultâneo, as expectativas irrealistas definidas pelos próprios e/ou pelos outros, combinados com as visões deturpadas que vão proliferando sobre a parentalidade, criam a imagem inatingível de <a href="https://simplyflow.pt/menina-mulher-mae/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mãe</a>/pai que sabe sempre como agir e não perde o controlo em nenhum momento. A comparação com essa imagem faz com que mesmo experiências saudáveis de parentalidade pareçam pouco satisfatórias. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Orientados pela necessidade excessiva de darem aquilo que nunca receberam na infância e simultaneamente marcados pela ausência de um exemplo prático do que é um nível saudável de entrega, alguns pais vivem numa espécie de corrida em que a meta nunca é atingida.&nbsp;</strong></h2>



<p>Na realidade essa meta não existe – por muito que alcancem, não conseguem avaliar se será o suficiente. O medo de as suas crianças sentirem o mesmo que estes sentiram lá atrás faz com que o seu objectivo seja manterem-nas felizes a todo o instante.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O </strong><strong><em>burnout</em></strong><strong> parental e os quadros de depressão ou ansiedade podem apresentar sintomas comuns, como a falta de energia, as alterações de humor, do sono e/ou do apetite.&nbsp;</strong></h2>



<p>Não obstante, o <em>burnout</em> parental distingue-se por estar direccionado para a sensação de se estar a falhar na educação dos filhos (é mais específico). Evidentemente, ao longo do tempo os efeitos desta patologia podem começar a ser sentidos nas diversas áreas da vida. Por exemplo, sem que haja descanso, o rendimento no trabalho poderá diminuir bastante, criando problemas neste campo. Assim sendo, é possível afirmar que o <em>burnout </em>parental é um factor de risco para o desenvolvimento de outros quadros como os que foram referidos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Com o fim de semana, chega a angústia, altura em que se passa mais tempo com os filhos, o desejo constante de que chegue a hora de irem dormir, o alívio por regressar ao trabalho, a avaliação do próprio desempenho em assegurar um nível de felicidade máxima aos filhos, assim como as acções em piloto automático, são alguns dos sinais mais comuns de </strong><strong><em>burnout</em></strong><strong> parental.&nbsp;</strong></h2>



<p>Por existir uma rigidez e um nível de exigência elevados, cada tarefa ou interacção torna-se penosa. A dada altura, assegurar a “felicidade” ininterrupta dos filhos é a maior fonte de infelicidade dos pais. </p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-RTX8n' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>A sensação recorrente de fracasso leva os pais, sem que tenham consciência disso, a confirmarem os seus maiores receios. Mais concretamente, a antecipação dessa sensação aliada à exaustão resultam em comportamentos de evitamento que aumentam o problema. Imaginando o caso de uma mãe/um pai que acredita que não será capaz de proporcionar aos filhos uma ida perfeita ao parque, em que tudo corre conforme planeado e em que estes se divertem mais do que nunca, a forma de evitar a sensação de se estar a falhar que daí iria resultar seria permanecer com as crianças em casa. Numa análise racional, é perceptível que a solução (ficar em casa) seria uma fonte de alimento para a crença de não se estar a fazer o suficiente. É neste círculo vicioso que os pais vivem presos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Pessoas com maior necessidade de perfeição têm uma probabilidade mais elevada dessa necessidade estar presente na forma como vivem a parentalidade. Isto deixa-as mais susceptíveis a desenvolverem um quadro de </strong><strong><em>burnout</em></strong><strong>.&nbsp;</strong></h2>



<p>O mesmo se aplica, como foi referido, a pais cujas figuras de vinculação na infância não representaram modelos saudáveis. O ressentimento deixado conduz a comportamentos de compensação para com os filhos sem que exista uma fasquia.&nbsp;</p>



<p>As baixas competências emocionais dos progenitores são outro factor de risco. Ao terem dificuldade em identificar e expressar aquilo que sentem, irão ter maior dificuldade em regular-se e em lidar com o leque emocional dos filhos, procurando mantê-los na única <a href="https://www.facebook.com/3msmeninamulhermae/posts/pfbid02Tjp5Vqr8WpoDCKmKXY4EX2ntc9N6JizAnrA7D7nsgQL9TgDnXwYfy1mAxz8vkq1pl" target="_blank" rel="noreferrer noopener">emoção</a> que consideram ajustada: a alegria. Nestes casos, verifica-se também que muitos dos seus recursos internos são consumidos pelas feridas da sua história de vida, activadas na interacção com a criança, a tentar fugir delas, na tal corrida sem meta. </p>



<p>Por estes motivos, torna-se fundamental escolhermos, de forma intencional, nos momentos desafiantes para onde iremos canalizar os nossos recursos – se para o problema ou para a solução – através de um olhar flexível e empático connosco.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A par disso, a porta que nos permite visitar a nossa história precisa de estar aberta ao ponto de conectarmos a criança que permanece em nós com o adulto que vemos ao espelho.&nbsp;</strong></h2>



<p>Muito do nosso bem-estar actual depende do nível de <a href="https://www.leyaonline.com/pt/livros/familia/laboratorio-de-emocoes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cura da nossa criança interior</a>.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="684" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/laboratorio_de_emocoes_ol-684x1024.jpg" alt="" class="wp-image-18426" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/laboratorio_de_emocoes_ol-684x1024.jpg 684w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/laboratorio_de_emocoes_ol-200x300.jpg 200w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/laboratorio_de_emocoes_ol-768x1150.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/laboratorio_de_emocoes_ol-1025x1536.jpg 1025w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/laboratorio_de_emocoes_ol-460x689.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/laboratorio_de_emocoes_ol-160x240.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/laboratorio_de_emocoes_ol-320x479.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/laboratorio_de_emocoes_ol-480x719.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/laboratorio_de_emocoes_ol-640x959.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/laboratorio_de_emocoes_ol-960x1438.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/laboratorio_de_emocoes_ol-1120x1678.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/laboratorio_de_emocoes_ol.jpg 1183w" sizes="(max-width: 684px) 100vw, 684px" /></figure></div>


<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-RTX8n' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Depressão e suicídio na infância e na adolescência</title>
		<link>https://simplyflow.pt/depressao-e-suicidio-na-infancia-e-na-adolescencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniela Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 May 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Daniela Andrade]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
		<category><![CDATA[suicídio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A depressão e a ansiedade duplicaram nas crianças e nos adolescentes devido ao isolamento social causado pela pandemia. Assim como o sedentarismo, a obesidade e os comportamentos aditivos (com especial destaque as redes sociais e os videojogos). É, por isso, muito importante estarmos atentos aos sinais que as crianças e os adolescentes nos dão diariamente.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/depressao-e-suicidio-na-infancia-e-na-adolescencia/">Depressão e suicídio na infância e na adolescência</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A depressão e a ansiedade duplicaram nas crianças e nos adolescentes devido ao isolamento social causado pela pandemia. Assim como o sedentarismo, a obesidade e os comportamentos aditivos (com especial destaque as redes sociais e os videojogos). É, por isso, muito importante estarmos atentos aos sinais que as crianças e os adolescentes nos dão diariamente.</strong></p>



<p>A depressão é causada por sentimentos de descrença e de falta de esperança em algo ou alguém. Estes sentimentos limitam a capacidade que a criança ou jovem tem em pensar e encontrar soluções alternativas para um determinado problema e/ou situação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sinais aos quais devemos estar atentos:&nbsp;</strong></h2>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-1024x1024.jpg" alt="sinais depressão" class="wp-image-17622" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-1024x1024.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-300x300.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-150x150.jpg 150w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-768x769.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-460x460.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-100x100.jpg 100w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-160x160.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-320x320.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-480x480.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-640x641.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-960x961.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1.jpg 1061w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Tristeza e perda de esperança</strong></h3>



<p>A tristeza corrói-nos por dentro assim como a desilusão (de algo ou de alguém). Por vezes a tristeza, sendo ela tão profunda, faz com que a pessoa desacredite nela e nos outros. Perde a esperança de que a sua situação melhore, que a pessoa que perdeu volte para ela, que seja perdoada por isto ou aquilo, que a pessoa que tanto gosta e está doente melhore, etc…</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Irritabilidade e agressividade</strong></h3>



<p>A irritabilidade e a agressividade andam de mãos dadas com a pessoa que sofre de depressão. Como a pessoa não tem a capacidade de agir de forma a encontrar solução para o seu problema, irrita-se mais facilmente e torna-se agressiva (nos atos e nas palavras) por se sentir frustrada em não conseguir reverter a situação na qual se encontra.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Isolamento</strong></h3>



<p>A criança e jovem que sofre de depressão tem tendência a afastar-se dos seus familiares e amigos. Fecha-se numa concha e não demonstra o seu verdadeiro estado de alma. Este isolamento faz com que a pessoa evite o contacto com os outros e, por isso, dificulta uma boa comunicação, apoio e aconselhamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Choro fácil e frequente</strong></h3>



<p>O estado depressivo é de tal ordem que basta a pessoa ouvir o seu próprio nome e as lágrimas caem-lhe pelo rosto. A emotividade e a sensibilidade estão descontroladas e andam também de mãos dadas com a pessoa que sofre de depressão. Este choro é uma consequência de várias emoções.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Insucesso escolar</strong></h3>



<p>A desmotivação por não ter os melhores resultados, por não perceber a matéria, por não se identificar com aquele professor e/ou colega de carteira, por ter dificuldade em estudar a partir de casa, por não gostar mesmo daquela matéria, por sentir falta de atividades práticas e em grupos pode levar a um estado depressivo. É importante não exigir mais do que a criança e adolescente consegue dar. É fundamental prestar apoio e decidir juntamente com o aluno qual o caminho a seguir para inverter a situação e ganhar motivação pelos estudos e pela escola.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Fadiga e falta de energia</strong></h3>



<p>É normal que a criança e adolescente, estando num quadro depressivo, tenha falta de energia e se sinta constantemente cansado/a. Isto porque, quando se está triste, quando se está mais em baixo, tem-se menos apetite e por conseguinte alimenta-se mal. Por outro lado, também existem alterações no sono que vão deixar a pessoa mais cansada quando acorda do que quando se deitou.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Agitação</strong></h3>



<p>O facto de não sabermos o que fazer para resolver o nosso <a href="https://www.facebook.com/socialeducatorsconsultancy/posts/468065018385678" target="_blank" rel="noreferrer noopener">problema</a>, sair de um quadro depressivo, ter motivação para agir e fazer acontecer o que gostaríamos que acontecesse, provoca uma certa dose de ansiedade e de agitação. A mente do ser humano só sossega quando tem as coisas controladas e a pessoa vive em paz com as situações e/ou desafios que lhe vão aparecendo diariamente.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Perda de interesse nas atividades</strong></h3>



<p>Se a criança e adolescente evita estar com familiares e amigos, é normal que também perca todo o interesse em fazer as atividades que até então gostava de fazer. A mente está voltada para o problema e não para a festa que vai haver logo à noite em casa da Maria ou do Manuel. É, por isso, fundamental que os <a href="https://simplyflow.pt/as-melhores-estrategias-para-uma-parentalidade-positiva/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pais</a> incentivem os seus filhos a conviverem com os seus amigos, convidando os amigos dos filhos a virem até lá a casa.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Mudanças no sono e na alimentação</strong></h3>



<p>Como referido anteriormente, o sono e a alimentação sofrem alterações quando a pessoa se encontra com uma situação de depressão. Na verdade, não é só o sono e a alimentação que sofrem alterações, o próprio aspecto físico também sofre. Pois a pessoa perde a vontade de se vestir, de se cuidar e até em alguns casos de fazer a sua prática de higiene pessoal diariamente.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Dores e mau estar físico inexplicáveis</strong></h3>



<p>O desconforto é de tal ordem que o corpo sofre com as consequências provocadas pela privação do sono e por uma alimentação desequilibrada. O corpo dá-nos sempre sinais de como está a nossa mente.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Sentimento de culpa e de inutilidade</strong></h3>



<p>A depressão leva uma pessoa a sentir que não tem aptidão para fazer nada, que não é suficientemente boa para merecer algo (um objecto, um trabalho, um amor) e que a culpa de isto ou aquilo acontecer foi sua. Enquanto não trabalhar este estado de alma, a culpa, a pessoa não consegue sair deste quadro depressivo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Dificuldade de concentração</strong></h3>



<p>Uma pessoa com depressão não consegue concentrar-se no óbvio e ter a destreza de encontrar as soluções para os seus problemas, caso contrário não estaria a viver uma situação de depressão. Perde-se a concentração, a motivação e o foco no que é realmente importante.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Pensamentos sobre morte e suicídio</strong></h3>



<p>Passa pela cabeça da pessoa que se morrer fica o assunto resolvido, que não provoca mais sofrimento aos outros, nem atrapalha mais a vida a ninguém.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Todos estes pensamentos são legítimos, mas é aí que todo o alerta deve ser acionado.</strong></h2>



<p><strong>Mas, como?</strong></p>



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			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Primeiramente saiba que, <strong>o suicídio é a segunda maior causa de morte na adolescência</strong>, sendo que a primeira são os acidentes rodoviários.</p>



<p>Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se que <strong>o suicídio infojuvenil acontece depois da puberdade, entre os 15 e os 19 anos de idade.</strong></p>



<p>E quais são os<strong> fatores</strong> que levam uma criança ou adolescente a colocar um ponto final na sua curta, mas marcante história de vida?</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Falta de comunicação com os pais e amigos;</li><li>Relacionamento familiar conflituoso;</li><li>Insucesso escolar e stress académico;</li><li>Morte de um familiar ou amigo próximo;</li><li>o fim de uma relação amorosa;</li><li>Mudança de casa, escola, cidade, país e, em alguns casos, de estrutura familiar (adoção e famílias de acolhimento);</li><li>Bullying e humilhação;</li><li>Rejeição social devido à orientação sexual, etnia, religião, etc.;</li><li>Doenças mentais e doenças físicas;</li><li>Falta de propósito e de objectivos de vida;</li><li>Angústia, frustração, depressão e raiva.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como podemos ajudar a evitar uma depressão ou um desfecho tão trágico, como o suicídio?</strong></h2>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Ter atenção</strong> aos sinais de depressão;</li><li><strong>Ser compreensiva/o</strong> e ouvir apenas (sem julgamentos) o que o seu filho tem para lhe contar. De forma alguma, lhe diga o que deve ou não fazer, apenas o faça sentir-se ouvido e entendido por si;</li><li><strong>Encorajar o seu filho a conviver mais com os amigos</strong>. É importante não estarem isolados dos amigos e fazerem atividades juntos;</li><li>Garanta uma <strong>alimentação saudável </strong>e a prática de<strong> exercício físico</strong> (mesmo que seja em casa). Por exemplo: peça para ele ser o seu personal trainer, assim garante que ele está a fazer algo bom para ele;</li><li><strong>Consulte um pedopsiquiatra para uma melhor recomendação</strong>. Cada caso é um caso e deve ser entendido de forma cuidada, única e especial.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Contactos para ter sempre à mão:&nbsp;</strong></h2>



<p>Partilho aqui também alguns <strong>contactos de instituições de apoio </strong>que podem ser úteis a qualquer um de nós e que deve ficar registado, para além da agenda telefónica do telemóvel, num lugar visível e acessível a todos os membros da sua família.</p>



<p>Partilhe toda esta informação com os seus familiares e amigos, porque quem vê caras não vê corações, e esta situação pode estar a ser vivida nas mesmas quatro paredes que você, ou ao virar da esquina.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>SOS VOZ AMIGA</strong> (número gratuito), entre as 16h e as 24h – 213 544 545</li><li><strong>CONVERSA AMIGA</strong> (número gratuito), entre as 15h e as 22h – 808 237 327 e 210 027 159</li><li><strong>SOS ESTUDANTE</strong>, entre as 20h e as 01h – 239 484 020</li><li><strong>TELEFONE DA ESPERANÇA</strong>, entre as 20h e as 23h – 222 080 707</li><li><strong>TELEFONE DA AMIZADE</strong>, entre as 16h e as 23h – 228 323 535</li></ul>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-7QXPY' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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