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	<title>Arquivo de Pandemia - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 02 Dec 2021 22:39:22 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Pandemia - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Ser voluntária em tempos de pandemia</title>
		<link>https://simplyflow.pt/ser-voluntaria-em-tempos-de-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Céu Salgueiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Dec 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[Céu Salgueiro]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Voluntária]]></category>
		<category><![CDATA[Voluntariado]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quer com as pessoas com quem me fui cruzando nas ruas ao fazer as “voltas”, quer nos centros de acolhimento de emergência que ainda hoje se encontram abertos, fomos aprendendo a expressarmo-nos e a abraçarmo-nos sem nos tocarmos.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/ser-voluntaria-em-tempos-de-pandemia/">Ser voluntária em tempos de pandemia</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dias antes do anúncio da primeira morte em Portugal devido à COVID-19 e, por conseguinte, do primeiro confinamento obrigatório, fui uma das pessoas que se recolheu em casa. Estava a colaborar como voluntária num projecto de organização do arquivo da <a href="https://www.cvidaepaz.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Comunidade Vida e Paz</a> e a entidade decidiu avançar para o teletrabalho.</p>



<p>Estive sem sair de casa durante cerca de 4 semanas após o decreto do estado de emergência, com excepção da ida ao supermercado e, claro, da ida à volta quinzenal que fazia há 10 anos.</p>



<p>As “voltas da noite” consistem em rotas efectuadas por equipas de voluntários da Comunidade Vida e Paz que percorrem, numa carrinha, as ruas da cidade de Lisboa com o objectivo de estabelecerem uma relação de confiança com as pessoas em situação de sem abrigo, oferecendo uma pequena ceia e alguma roupa, mas o propósito maior é o de as motivar para a mudança de vida e fazer o seu encaminhamento para os técnicos que as poderão acompanhar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Com o confinamento praticamente tudo parou, como sabemos, e a intervenção na rua não foi excepção.&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>Quase todas as organizações de apoio à população sem abrigo deixaram de prestar a sua assistência alimentar ou de outra natureza, tendo a Comunidade sido a única a permanecer. </strong>De início, em conjunto com duas outras organizações, as quais cederam alternadamente as suas refeições, sendo que a Comunidade distribuía-as pelas ruas às pessoas através de muitas dezenas de voluntários. Após algum tempo, esta situação deixou de ser sustentável e a Comunidade teve de procurar alternativas. E fez um apelo à sociedade civil. Este foi o início de um período absolutamente ímpar e marcante &#8211; o que teve de sofrimento trouxe em beleza.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por um lado, ao longo de vários meses, com tudo fechado e a vida paralisada, fomos confrontados com incontáveis rostos de desespero, fome e desalento.&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>Tantas e tantas pessoas que perderam os seus empregos, as suas casas ou quartos e se viram na situação inesperada de ir para a rua pedir ajuda.</strong></p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-9aoeG' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>E enquanto na rua víamos as filas de pessoas a pedirem comida a crescerem desmedidamente, e a suplicarem-nos para não as abandonarmos, por outro lado <strong>muitas entidades, empresas e cidadãos foram oferecendo os seus donativos</strong> tão generosamente à Comunidade.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Apenas graças a este enorme e massivo esforço colectivo foi possível continuar a ir todas as noites ao encontro de quem por nós esperava, levando não somente alimentos, mas tanto conforto. E foram tantos os voluntários que persistiram e outros que se fizeram presentes!</strong></h2>



<p>Paralelamente, e à medida que fui vendo a situação a agravar-se ao longo daquelas 4 semanas de confinamento,<strong> enquanto voluntária senti-me profundamente impelida a fazer algo mais num período tão grave e de tão grandes carências e incertezas</strong>. Assim, voltei a contactar a <a href="http://www.servethecity.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Associação Serve The City</a>, à qual estive ligada entre 2012 e 2016, e ofereci-me para ajudar no que fosse necessário. Também ela dedicada aos mais vulneráveis e excluídos, viu vários dos seus projectos suspensos devido aos riscos de contactos, mas teve a magnífica capacidade de se reinventar num curto espaço de tempo, adaptou-se a novas e tão desafiantes circunstâncias e continuou a servir a Cidade.&nbsp;</p>



<p>Com a Serve The City comecei a ir aos vários centros de acolhimento de emergência que a Câmara Municipal de Lisboa tão meritoriamente abriu para retirar as pessoas sem abrigo da rua e integrei uma equipa de dinamização de actividades nesses mesmos locais, criando oportunidades de estímulo afectivo e cognitivo, de sentido de pertença e inclusão. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quer com as pessoas com quem me fui cruzando nas ruas ao fazer as “voltas”, quer nos centros de acolhimento de emergência que ainda hoje se encontram abertos, fomos aprendendo a expressarmo-nos e a abraçarmo-nos sem nos tocarmos.&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>Criámos uma nova linguagem gestual e corporal e uma outra forma de comunicação se gerou do fundo das nossas vontades em estarmos juntos.</strong></p>



<p>Até hoje, e desde meados de Abril de 2020, não mais parei. Até <strong>aumentei e significativamente a minha contribuição </strong><a href="https://simplyflow.pt/ser-voluntaria-na-noite-de-natal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>voluntária</strong></a>. <strong>Não podia ser de outra forma</strong>. Acabei por ver fechar o meu negócio, também passei pelos meus desafios na sequência da onda de choque que a pandemia provocou, mas tive uma rede de apoio que muitos não têm, por força das mais variadas circunstâncias.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Não nos compete a nós julgar e muito menos condenar. Apenas ajudar e ser solidário.</strong></h2>



<p>Para mim, <strong>ser voluntário é mostrar-se disponível na hora da chamada, estar presente nos momentos mais difíceis e dar-se sem questionar ou racionalizar. Mais do que um dever cívico, é um imperativo humano.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-9aoeG' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<item>
		<title>Novos relacionamentos em tempos de pandemia</title>
		<link>https://simplyflow.pt/novos-relacionamentos-em-tempos-de-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jun 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Casais]]></category>
		<category><![CDATA[cláudia morais]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para quem está solteiro(a), a pandemia trouxe um grande desafio: Como é que se conhece pessoas novas? Como é que podemos socializar e, assim, aproximarmo-nos do objetivo de encontrar a pessoa certa para um relacionamento?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Para quem está solteiro(a), a pandemia trouxe um grande desafio: Como é que se conhece pessoas novas? Como é que podemos socializar e, assim, aproximarmo-nos do objetivo de encontrar a pessoa certa para um relacionamento?</strong></p>



<p>Se há algo que a pandemia nos trouxe foi a certeza de quão importantes são os afetos na nossa vida. Mais do que dos restaurantes, dos ginásios, das viagens ou de quaisquer outras formas de divertimento – essenciais para o nosso bem-estar e para a nossa felicidade – percebemos quão impactante é estarmos longe das pessoas que amamos. Não podermos tocar, abraçar, beijar os nossos pais ou avós foi, sem dúvida, o mais difícil para todos. E se é verdade que, para muitas famílias, o confinamento também representou elevados níveis de saturação e aumento da irritabilidade, não há dúvidas de que é infinitamente mais fácil passar por uma tempestade como aquela que o COVID-19 provocou acompanhados pela pessoa que amamos. Tal como demonstravam vários estudos feitos antes da pandemia, as pessoas casadas (e satisfeitas com a relação) são as mais felizes. Em tempos de pandemia, isso fez-se notar. Se, por um lado, a impossibilidade de sair de casa foi especialmente dura para as relações em crise e para as vítimas de violência, por outro lado, as pessoas solteiras enfrentaram o peso da solidão.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como é que se conhece pessoas novas quando estamos obrigados a ficar em casa?</strong></h2>



<p><strong>Somos seres altamente programados para construir laços afetivos e o amor romântico tem um impacto brutal no nosso bem-estar e na nossa felicidade.</strong> Mas, mesmo que reconheçamos a importância desta área da vida, como é que se dá a volta aos constrangimentos provocados pela pandemia? Como é que se conhece pessoas novas quando estamos obrigados a ficar em casa?<strong> </strong>E depois do confinamento, como é que lidamos com a ansiedade associada às medidas de segurança? Marcamos encontros de máscara? Arriscamos atravessar concelhos “só” para conhecer finalmente aquela pessoa que nos pareceu tão interessante na Internet?</p>



<p>Nos últimos meses tenho ouvido muitos desabafos de pessoas solteiras que viveram na pele o impacto do isolamento. Em muitos desses casos, a solidão foi colmatada pelas aplicações e sites de relacionamentos. O <em>Tinder</em>, uma das mais conhecidas apps de relacionamentos, bateu recordes em tempos de confinamento – nunca houve tanta gente a fazer <em>swipe</em> em simultâneo. Curiosamente, a empresa também anunciou que nas localidades confinadas as conversas passaram a durar mais tempo, o que mostra bem o impacto do isolamento social e a importância de falarmos com outras pessoas, mesmo que seja virtualmente. Claro que o propósito destas plataformas é promover o encontro presencial entre pessoas que estão à procura de um relacionamento e, por isso, também houve quem se fartasse de apenas socializar por via digital.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância de falarmos com outras pessoas em tempos de pandemia</strong></h2>



<p><strong>No primeiro confinamento foi mais fácil: Tudo era novidade!</strong> Achámos graça aos copos que tomámos com amigos via Houseparty ou Zoom e os solteiros aproveitaram intensamente as videochamadas para conhecerem potenciais parceiros. Depois veio o Verão e voltou a ser mais fácil marcar encontros presenciais. <strong>O segundo confinamento foi mais duro</strong> e, por isso, houve quem se sentisse tentado a infringir as restrições. Há quem critique, quem aponte o dedo, quem se comporte como polícia de serviço. É fácil julgar os outros quando estamos numa posição infinitamente mais confortável.</p>



<p>Nas minhas consultas – que também passaram a ser virtuais – ouvi descrições de quem atravessou concelhos para viver um encontro romântico em tempos de confinamento. Nalguns casos as coisas correram bem, noutros a ansiedade tomou conta do momento. Afinal, como é que se pode relaxar quando nos sentimos apavorados com a ideia de sermos apanhados pela polícia no regresso a casa?</p>



<p>Um dos desafios que os utilizadores destas aplicações enfrentaram foi a diferença de valores associados ao Covid-19. Para algumas pessoas, tornou-se imperativo ter a certeza de que a outra respeitaria todas as medidas de segurança e assumiria uma postura cuidadosa perante esta pandemia. Para outras, se havia margem para um encontro presencial, também havia margem para estar com outras pessoas. Também por isso, houve quem adiasse ao máximo o encontro presencial.</p>



<p>Outro desafio esteve relacionado com as necessidades de cada um. As pessoas que mais sofreram com o isolamento social foram as pessoas habituadas a estar num <a href="https://simplyflow.pt/o-que-nao-pode-faltar-num-relacionamento/">relacionamento</a> e que tinham terminado a relação há pouco tempo. O que acontece nas apps de relacionamentos não é muito diferente do que acontece no mundo “real”: Há mais pessoas interessadas em relações sem compromisso do que pessoas dispostas a investir num relacionamento sério. No entanto, no mundo digital isso tornou-se mais óbvio e – para alguns – desmotivante.</p>



<p>Claro que <a href="https://www.youtube.com/watch?v=Ki2WbCrHdMc&amp;list=UU8LJQ-N7WsncBDM6UZ51k_g&amp;index=18">também há histórias felizes</a>. Há quem tenha encontrado o(a) tal durante o confinamento, há quem tenha concordado em praticar o distanciamento social, exceto um com o outro, há quem tenha aproveitado os encontros virtuais para conhecer melhor o(a) potencial parceiro(a), há quem tenha aproveitado a impossibilidade de haver encontros presenciais para explorar a intimidade emocional.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5 Dicas para novos relacionamentos em tempos de pandemia:</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Elabore a sua lista de valores.</strong> </h3>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-URk6E' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Antes de partir para a análise de qualquer perfil online, pare um pouco para refletir sobre aquilo que procura. Elabore uma “lista de valores” e organize-os de acordo com a importância. <strong>Gaste algum tempo a refletir sobre este assunto tão sério. O que é que é realmente importante para si?</strong> Que características é que um(a) parceiro(a) romântico(a) tem mesmo de ter? Depois, reflita sobre a sua própria experiência. A que sinais é que acha que pode estar atento(a)? Que perguntas vai precisar de colocar para perceber se a outra pessoa partilha os mesmos valores? Por exemplo, aquilo a que achamos piada diz muito sobre nós. Algumas pessoas sentem-se imediatamente retraídas quando percebem que a outra é capaz de brincar com assuntos que para si são sensíveis. Outras, pelo contrário, sentir-se-ão mais tensas perante alguém que não partilhe o mesmo sentido de humor.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Vulnerabilize-se.</strong>&nbsp;</h3>



<p><strong>Não tenha medo de partilhar os seus sentimentos em relação aos assuntos que são importantes para si. </strong>Por exemplo, se a sua família é muito importante para si e isso implica que as suas escolhas sejam feitas com o objetivo de estar presente na maior parte das comemorações, faz sentido que partilhe essa característica. Se o trabalho for um dos elementos importantes para que se sinta feliz e realizado(a), assuma-o com clareza e honestidade. Se não se imagina a assumir o papel de pai ou mãe nos próximos anos, fale sobre o assunto com transparência.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Seja autêntico(a).</strong>&nbsp;</h3>



<p>No que toca à vontade de encontrar o amor, o medo pode complicar o processo. Quando uma pessoa se sente ansiosa perante a possibilidade de se sentir rejeitada, pode ser tentador mascarar a própria realidade. Por exemplo, algumas pessoas omitem, propositadamente, o facto de terem filhos com medo de serem automaticamente excluídas pela maioria dos potenciais parceiros. Mas será que vale a pena? A minha experiência mostra-me que não. A procura do amor não é um concurso de popularidade e a sua autoestima não pode estar dependente do número de pessoas que gostam do seu perfil.</p>



<p><strong>É preferível ser claro(a) e honesto(a) em relação a quem é e àquilo que quer para si. Isso aproximá-lo(a)-á das pessoas certas e permitir-lhe-á investir apenas nas pessoas que estejam dispostas a aceitá-lo(a) exatamente como é.</strong> Mesmo assim, é possível que do outro lado haja quem não seja totalmente sincero e possa tentar iludi-lo(a).</p>



<p>Quando estiver a construir o seu perfil, lembre-se de que não há qualquer vantagem em criar uma personagem. Foque-se na minoria que lhe interessa, mostrando-se de forma autêntica. Isso vai livrá-lo(a) de uma carga de nervos quando partir para os encontros presenciais. Pelo contrário, se optar por incluir pequenas mentiras no seu perfil, sentir-se-á sob grande pressão quando tiver de se esforçar para que o seu Eu real corresponda às expectativas que o seu perfil online criou na outra pessoa.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Seja honesto(a) também nas fotografias.</strong>&nbsp;</h3>



<p><strong>Não vale a pena publicar uma foto de há 10 ou 15 anos. Esse é meio caminho para que, num encontro presencial, a outra pessoa se sinta enganada e o momento fique irremediavelmente estragado. </strong>Experimente copiar a fotografia de perfil da pessoa que o(a) atrai e faça uma pesquisa por imagens no Google. Se a fotografia for falsa e tiver sido descarregada de outro site, você aperceber-se-á na hora e isso poupá-lo-á a um desgosto mais à frente. Se for verdadeira e essa pessoa tiver a mesma fotografia em mais do que uma rede social, você acabará por reunir mais algumas informações sobre ela. Preste atenção à possibilidade de as outras pessoas poderem fazer o mesmo consigo. Se não tem a intenção de partilhar os dados referentes ao seu trabalho, assegure-se de que a fotografia que escolher para este tipo de aplicações não é a mesma que utiliza no LinkedIn ou noutras redes sociais onde essa informação esteja disponível.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Marque encontros em segurança.</strong>&nbsp;</h3>



<p><strong>Quando decidir marcar um encontro presencial, lembre-se de garantir a sua segurança. </strong>É importante que encare estes encontros com leveza, como um jogo, mas isso não significa que deva descurar algumas regras importantes:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Combine o primeiro encontro num lugar público;</li><li>Partilhe a sua localização com um familiar ou um(a) amigo(a);</li><li>Evite partilhar informações que possam ser utilizadas de forma abusiva;</li><li>Defina bem os seus limites. Seja claro(a) em relação a qualquer comportamento que considere inapropriado;</li><li>Confie no seu instinto: se alguma coisa lhe parecer errado com essa pessoa, provavelmente tem razão, mesmo que não consiga encontrar uma explicação suficientemente explícita.</li></ul>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-URk6E' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como está o coração dos nossos?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-esta-o-coracao-dos-nossos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Apr 2021 17:47:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[amigos]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[fátima lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este tema “Como está o coração dos nossos?” surgiu-me pela escuta de muitas conversas de amigos e familiares, onde senti que estamos todos um pouco perdidos sem saber ao certo o que são as nossas novas rotinas, o que já podemos e o que ainda não podemos fazer. E, tudo isso, sem nos apercebermos, acabou por afectar também aquilo que nós comunicamos, ou não, com os nossos. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/como-esta-o-coracao-dos-nossos/">Como está o coração dos nossos?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Este tema “Como está o coração dos nossos?” surgiu-me pela escuta de muitas conversas de amigos e familiares, onde senti que estamos todos um pouco perdidos sem saber ao certo o que são as nossas novas rotinas, o que já podemos e o que ainda não podemos fazer. E, tudo isso, sem nos apercebermos, acabou por afectar também aquilo que nós comunicamos, ou não, com os nossos.&nbsp;</strong></p>



<p>Aos poucos tenho-me apercebido que as pessoas estão sem saber muito bem como estabelecer pontes de comunicação mais íntimas com o coração dos que amam. De alguma forma, esta imposição de distância, de não podermos estar uns com os outros, nem muitas vezes com aqueles que amamos, fez com que muitos de nós ficássemos uma espécie de desajeitados emocionais. Ou seja, parece que se perdeu o à vontade e a facilidade em nos sentarmos e conversarmos olhos nos olhos, algo que era normal e que acontecia, provavelmente, sempre que sentíamos necessidade.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A pandemia também afectou a qualidade da nossa comunicação com aqueles que amamos.</strong></h2>



<p>Nem todas as pessoas têm essa necessidade de <a href="https://simplyflow.pt/sera-que-ainda-sabemos-comunicar-pessoalmente/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">comunicar</a> olhos nos olhos com aqueles que amam, mas para as que têm, o facto de não o poderem fazer por não ser permitido, deixou-as um pouco perdidas. E é importante ter consciência disso. O que é que quero dizer com isto? Que temos de ter consciência que a pandemia também afectou a qualidade da nossa comunicação com aqueles que amamos. Tendo essa consciência, temos de inverter o processo, o que não é assim tão complicado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como está o coração dos nossos?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-cyVlC' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Primeiro, esta é uma pergunta desbloqueadora. Se nós fizermos esta pergunta aos nossos, àqueles que amamos &#8211; aos nossos amigos, aos nossos pais, aos nossos filhos, às nossas companheiras ou companheiros -, podemos ter do outro lado alguém que fica meio aflito, sem saber o que dizer e que até pode responder: “Mas, porque estás a perguntar isso agora?”; “Qual é a razão dessa pergunta?”. A devolução de uma destas perguntas é uma espécie de fiozinho que vamos começar a puxar, a puxar, a puxar e cujo objetivo é que os que amamos percebam que não nos esquecemos deles, nem perdemos a capacidade de auscultar o seu coração. Essa continua a ser uma prioridade na nossa vida.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Desconfinar as nossas relações cabe-nos a nós.&nbsp;</strong></h2>



<p>Agora que vamos desconfinando, temos de ter a consciência que nos cabe a nós desconfinar as nossas relações Ou seja, voltar a estabelecer pontes de proximidade e intimidade. Durante o período em que não podíamos estar fisicamente com os nossos, mesmo que falássemos todos os dias ao telefone ou por videochamada, não é a mesma coisa, nem nunca será!&nbsp;</p>



<p>O contacto presencial, o olhar os olhos do outro, o sentir a sua energia, a sua respiração, até o seu body language, enquanto falamos deste ou daquele tema, é extremamente valioso em termos de informação. E isso é daquelas coisas que temos de ter em atenção nesta fase.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Auscultar o coração daqueles que nós amamos é muito importante.&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>Assim como é igualmente importante partilhar como é que está o nosso coração.</strong> E aqui não estou a falar a nível amoroso, estou a falar em coração enquanto bastião das nossas emoções. É muito importante abrir essa porta.&nbsp;</p>



<p>Receio sempre que um dos efeitos desta pandemia, seja ficarmos desajeitados emocionais e ficarmos menos capacitados para falar das nossas emoções, do nosso coração e com o coração. Para que isso não aconteça, tem de haver uma tomada de consciência e um querer fazer acontecer.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Falar das nossas emoções é extremamente importante.&nbsp;</strong></h2>



<p>Com os meus filhos, por exemplo, procuro cultivar com cada um deles alguns momentos a sós, em que só estou com um ou só estou com o outro. Para quê? Para poder conversar intimamente com um e intimamente com o outro. E isto é muito importante. Com os meus pais também procuro fazer a mesma coisa. Para quê? Para poder auscultar-lhes o coração, ouvi-los, senti-los, dar-lhes uma âncora de esperança, uma palavra de alento caso precisem, ou simplesmente receber a boa energia e a esperança que eles têm sempre. Muitos anos de vida trazem esta sabedoria e esta capacidade de saber que não é isto que nos vai fazer cair e que nós vamos sobreviver.&nbsp;</p>



<p>Deixo-vos aqui como sugestão, pegarem nesta pergunta e tentarem responder: “Como está o coração dos vossos?”. </p>



<p class="has-small-font-size">Nota: Fotografia por <a href="https://www.instagram.com/fuifotografar/">Verónica Silva</a></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-cyVlC' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>O que podemos esperar no pós-pandemia?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-que-podemos-esperar-no-pos-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Caetano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Apr 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Caetano]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Pós-pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não sabemos quanto tempo vai durar a pandemia e o “novo normal”, mas ao observarmos o ano que passou, percebemos que foi o suficiente para nos deixar tensos, ansiosos e em alguns casos já na fase de colapso/depressão.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-que-podemos-esperar-no-pos-pandemia/">O que podemos esperar no pós-pandemia?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Queria começar por pedir desculpa a todo o planeta. Durante anos quis viver um momento histórico: a “minha” 2ª guerra mundial, o “meu” Maio de (19)68, o “meu” 25 de Abril de 1974…<strong> realmente temos de ter cuidado com o que desejamos </strong>uma vez que estou a ter essa vivência na forma de uma pandemia. Percebo agora que o fascínio suscitado por tantos filmes e relatos históricos, prepararam-me sofrivelmente para o que se passa na atualidade. É certo que fui buscar ao<a href="https://simplyflow.pt/mantenha-a-calma-e-prossiga/"> “Mantenha a Calma e prossiga/Keep Calm and Carry On”</a> alguma persistência no quotidiano. Reler o que aconteceu durante a<a href="https://observador.pt/2020/04/24/gripe-espanhola-foi-mais-letal-na-segunda-vaga-102-anos-depois-pode-repetir-se/"> gripe espanhola</a> ampliou a minha compreensão do efeito de uma “peste” na espécie humana. No entanto, nada me preparou para a saturação do “confinar/desconfinar”, a sensação de aprisionamento, a falta dos abraços e mimos dos entes queridos, da incerteza quanto ao futuro ou para a pergunta do que vai acontecer no pós-pandemia.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Afinal, quando é que termina a pandemia?</strong></h2>



<p>Ninguém sabe quando termina, quando podemos voltar a andar nas ruas sem proteção, quando podemos ir a uma discoteca e/ou voltar a viajar normalmente. Tudo isto configura uma sensação de incerteza e <strong>a incerteza leva a que nos sintamos assustados pelo desconhecido, ou de uma forma mais simples, ao medo, sendo que este leva ao aumento dos níveis de ansiedade</strong>. A resposta de ansiedade perante o perigo/insegurança assume 3 formas: combater o perigo, fugir do perigo ou congelar perante o mesmo. O coronavírus só nos deixa perante uma resposta: congelar. Não o podemos combater “olhos nos olhos” e não podemos fugir dele porque está espalhado por todo o mundo.</p>



<p><strong>Mas, o que acontece ao nosso sistema nervoso perante esta resposta de congelamento?</strong> Gostaria, então, de introduzir um conceito: A Janela de Tolerância.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A Janela de Tolerância</strong></h2>



<p><strong>Este conceito foi apresentado como forma de nos ajudar a identificar o nosso ponto ótimo de funcionamento, onde a nossa capacidade de autorregulação e razoabilidade estão inalteradas.</strong> Caso estejamos perante uma situação potencialmente perigosa ou geradora de insegurança, o acelerador do organismo (o sistema simpático), prepara-nos para a luta ou fuga. Caso o estado de alerta/ansiedade se prolongue ou seja muito intenso, o corpo desliga-se como forma de proteção e entra em colapso/congelamento.</p>



<p>Tal como referi antes, perante um vírus invisível, que tem de ser combatido com isolamento social e do qual não podemos fugir, a resposta que nos resta é a de congelamento e colapso.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="612" height="368" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/04/janela-da-tolerância-a-minha-versão.png" alt="" class="wp-image-14570" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/04/janela-da-tolerância-a-minha-versão.png 612w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/04/janela-da-tolerância-a-minha-versão-300x180.png 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/04/janela-da-tolerância-a-minha-versão-460x277.png 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/04/janela-da-tolerância-a-minha-versão-160x96.png 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/04/janela-da-tolerância-a-minha-versão-320x192.png 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/04/janela-da-tolerância-a-minha-versão-480x289.png 480w" sizes="(max-width: 612px) 100vw, 612px" /></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E depois da tempestade&#8230;</strong></h2>



<p><strong>Não sabemos quanto tempo vai durar a pandemia e o “novo normal”, mas ao observarmos o ano que passou, percebemos que foi o suficiente para nos deixar tensos, ansiosos</strong> <strong>e em alguns casos já na fase de colapso/depressão.</strong> Só podemos antecipar um aumento destas fragilidades com o passar do tempo. Habituamo-nos ao “novo normal”, às máscaras e ao distanciamento social, mas <strong>temos de nos preparar para os processos de luto que nos esperam</strong>. <strong>Não falo só da perda de pessoas, mas da perda do que tínhamos por garantido: liberdade e a noção de uma sociedade com previsibilidade.</strong>&nbsp;</p>



<p>Se achávamos que a vida nos parecia surpreender, ao convivermos um ano com a COVID-19, percebemos que <strong>nada é mesmo garantido</strong>. Se nos parecia banal marcar uma saída com amigos ou um fim de semana fora, tudo ficou em pausa. Precisamos de processar essas perdas da mesma forma que precisamos de fazer o luto por quem partiu. <strong>Perder o que é importante significa ficar triste.</strong> Lembre-se que as emoções simplesmente acontecem e são reações da nossa interação com o que nos rodeia.<a href="https://simplyflow.pt/compreender-a-tristeza/?utm_source=Facebook&amp;utm_medium=Post&amp;utm_campaign=Simply+Flow&amp;fbclid=IwAR3e2Z52OZoPd2Cw0TMPzO0S2stpST8LMRG624L0h3LssFFhVLmNFIrzOEA"> Permita-se ficar triste e chorar</a>, uma vez que nos permite <strong>integrar a experiência que nos aconteceu</strong>. Só assim a tristeza desaparecerá, não de forma imediata, mas gradual, tal como indica a palavra “processo”: princípio, meio e fim.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como se manter na zona ótima da Janela da Tolerância?</strong></h2>



<ul class="wp-block-list"><li>As fronteiras entre a hipoativação e hiperativação são fluídas e ao<a href="https://simplyflow.pt/a-importancia-do-autocuidado/"> mantermos no nosso auto-cuidado</a>, toleramos mais turbulência nos limites da zona ótima. Dito de outra forma: “O que não nos mata, faz-nos fortes”;</li><li>Aborde o futuro incerto com cuidado e curiosidade: após a tempestade regressa a bonança;</li><li>Prepare-se para os novos “loucos anos 20”: após um período em que vivemos com extrema cautela e nos tornámos saudosos do que perdemos, afinal o que vale a pena ser vivido?</li></ul>



<p>Ninguém queria viver uma situação extrema… bom, eu queria viver um momento histórico, mas acho que aprendi a lição: <strong>os momentos extremos e intensos permitem-nos viver experiências novas, mas exigem doses extra de energia</strong>. No pós-pandemia esta intensidade pode ajudar-nos a concretizar aquele projeto, a planear aquela viagem ou a perder o medo de viver o que é importante.</p>



<p>Mal posso esperar que o Cabo das Tormentas se transforme no Cabo da Boa Esperança!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Não tenha medo de mim!</title>
		<link>https://simplyflow.pt/nao-tenha-medo-de-mim/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Apr 2021 17:07:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[fátima lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Viajei recentemente a Madrid, em trabalho, e a experiência de passar por aeroportos e viajar de avião foi, no mínimo, muito estranha. Não pelas regras de segurança, porque a essas adaptamo-nos facilmente depois de mais de um ano de pandemia. Não por todas as exigências burocráticas, que uma vez mais, são fáceis de entender. Isso não assusta, nesta altura. Isso é só normal. O que assusta é a forma como hoje as pessoas lidam umas com as outras. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Viajei recentemente a Madrid, em trabalho, e a experiência de passar por aeroportos e viajar de avião foi, no mínimo, muito estranha. Não pelas regras de segurança, porque a essas adaptamo-nos facilmente depois de mais de um ano de pandemia. Não por todas as exigências burocráticas, que uma vez mais, são fáceis de entender, como, por exemplo, o comprovativo de resultado negativo ao teste da <a href="https://simplyflow.pt/perceber-a-covid-19/">COVID-19</a> e o preenchimento de um inquérito para entregar em Madrid. Isso não assusta, nesta altura. Isso é só normal. O que <strong>assusta </strong>é<strong> a forma como hoje as pessoas lidam umas com as outras</strong>. E nos aeroportos, tanto em Lisboa como em Madrid, <strong>senti o efeito do medo</strong>. Senti aquilo que este medo está a fazer às pessoas, por viverem esta situação de pandemia há tanto tempo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>As pessoas têm medo de ser simpáticas.&nbsp;</strong></h2>



<p>Têm medo de se dar ao outro, e, com isto, refiro-me simplesmente a <strong>lidar com a outra pessoa</strong>. Se já estão a cumprir as regras de segurança &#8211; se têm a máscara bem colocada, se têm luvas (caso estejam a manipular alimentos), se estão protegidas pelos acrílicos e por tudo aquilo que impede um contacto mais próximo com outro ser humano &#8211; <strong>não há razão para esse contacto ter passado a ser mais frio </strong>e distante que o próprio acrílico que nos é imposto.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Não tenham medo de mim!</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-oDplO' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Para além desta frieza, <strong>senti um real receio das pessoas</strong>. Ficou-me marcado o momento em que me aproximei de uma funcionária do aeroporto de Madrid para lhe colocar uma questão. Eu ainda estava a muito mais do que dois metros de distância e ela já gritava e gesticulava com as mãos no ar: “Para! Para!”. Imediatamente perguntou-me: “O que quer?”. E eu fiquei chocada. Só lhe ia perguntar se aquele era o único café aberto em todo o aeroporto porque, na verdade, só existia um para tantos passageiros. Mas, como em Lisboa existiam muitos mais, eu apenas ia confirmar. Porém, a senhora gritou como se eu fosse suspeita de algo criminoso, como se estivesse a fazer uma coisa profundamente errada, quando só ia educadamente perguntar-lhe se aquele era o único café aberto. E isto, sim, <strong>é assustador</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Este é também um dos efeitos da COVID-19.&nbsp;</strong></h2>



<p>Já se falou dos efeitos da pandemia na saúde mental e de uma série de outras consequências, mas esta também é uma consequência real. <strong>Muitas pessoas </strong><a href="https://simplyflow.pt/sera-que-ainda-sabemos-comunicar-pessoalmente/"><strong>desaprenderam de comunicar</strong></a><strong> umas com as outras de forma natural, de forma simpática</strong> e passaram a ser robots. Ou seja, elas dão simplesmente as informações que lhes são pedidas e a parte verdadeiramente humana, que é olhar e escutar verdadeiramente o outro, ser simpático, disponível, empático, perdeu-se.<strong> E não há razão para isso. A pandemia não nos impôs isso.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Não tenham medo de cada um de nós. Continuamos a ser pessoas.</strong></h2>



<p>Que é uma consequência da pandemia, diria que é compreensível, mas eu não quero que seja natural. Deveria ser <strong>um alerta</strong>. Eu não quero deixar de ser simpática por ter uma máscara. Eu não quero deixar de ser disponível porque tenho uma máscara. Eu não quero deixar de querer ajudar o outro por ter de manter a distância de 1,5m. E é isto que me leva a dizer: “Não tenham medo de mim!”. Não tenham medo de cada um de nós. Continuamos a ser pessoas. E <strong>quanto mais capacidade tivermos de manter a proximidade apesar da distância física, </strong><a href="https://simplyflow.pt/juntos-somos-mais-fortes/"><strong>mais fortes seremos</strong></a><strong> para combater esta pandemia</strong>.</p>



<p class="has-small-font-size">Nota: Fotografia por <a href="https://www.instagram.com/frederico__martins/?igshid=1izp387qgj4i0">Frederico Martins</a></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-oDplO' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<item>
		<title>Continuar a sonhar em tempos de pandemia</title>
		<link>https://simplyflow.pt/anas-house-continuar-a-sonhar-em-tempos-de-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Mar 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LAZER]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Fernandes]]></category>
		<category><![CDATA[Ana&#039;s House]]></category>
		<category><![CDATA[confinamento]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[fátima lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Setúbal]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais do que nunca é preciso apoiar os pequenos negócios. Seja na área do Turismo, seja noutras áreas, que estão a sentir os efeitos da pandemia. Está nas nossas mãos continuar a manter vivos os sonhos de todos e só juntos conseguiremos que tenham sucesso.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/anas-house-continuar-a-sonhar-em-tempos-de-pandemia/">Continuar a sonhar em tempos de pandemia</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dar a conhecer Portugal e, em especial, dar vida ao centro histórico da cidade de Setúbal foi, e é, um sonho de Ana Fernandes. Ana trabalhou alguns anos fora de Portugal, viajou bastante não só por questões profissionais, mas também em lazer e, por essa razão, compreende a importância que tem o conforto quando estamos longe de casa. Esta noção, juntamente com o sonho de ter um negócio próprio, a vontade de voltar a Portugal e de dar a conhecer o centro histórico da cidade onde reside, levou-a a abrir a Ana’s House, um espaço acolhedor que já tive a oportunidade de conhecer e do qual hoje falamos aqui, no Simply Flow. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="750" height="744" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6487327.jpg" alt="Ana's House" class="wp-image-14305" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6487327.jpg 750w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6487327-300x298.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6487327-150x150.jpg 150w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6487327-460x456.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6487327-100x100.jpg 100w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6487327-160x159.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6487327-320x317.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6487327-480x476.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6487327-640x635.jpg 640w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>. Como nasceu a Ana’s House?&nbsp;</strong></h2>



<p>A Ana´s House nasceu de uma vontade imensa em ajudar a reabilitar e dinamizar Setúbal, a cidade que sempre acolheu o meu coração, assim como partilhar com o mundo uma das mais belas paisagens naturais do planeta &#8211; a Arrábida, península de Tróia e estuário do Sado. Lugares mágicos que ainda são tão desconhecidos para muitas pessoas. Mas, quem os visita, sente uma vontade enorme de voltar e por vezes ficar por lá mais tempo.&nbsp;</p>



<p>Este foi um sonho que a determinada altura foi ganhando forma, devido à minha enorme vontade de mudar de vida, assentar (não estar tanto tempo fora de casa), ter mais tempo para mim, criar o meu próprio negócio, estar mais perto da minha filha, da minha família, da minha casa e ser mãe novamente. Até que o Universo alinhou-se, houve uma reestruturação na empresa onde trabalhava na altura &#8211; uma multinacional americana, da área da saúde &#8211; e decidi que estava na altura de começar a dar asas ao meu sonho. Porém, a vida trocou-me as voltas e o meu companheiro adoeceu e acabou por falecer. Fiquei sem chão durante algum tempo, mas, depois de muitas voltas e cambalhotas, a minha vontade prevaleceu contra o que supostamente é o certo e o seguro.&nbsp;</p>



<p>Comecei a sonhar o sonho, juntamente com uma grande amiga que me aconselhou, e resolvi dedicar 100% do meu tempo a este projeto pelo qual tinha mudado a minha vida. Com todas as burocracias morosas resolvidas, tive “finalmente” no início de Março de 2020 todas as condições legais para abrir as portas da minha casinha ao público.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>. Porquê a zona histórica de Setúbal?</strong></h2>



<p>Adquirir uma casa no centro da cidade e dar uma nova vida ao antigo, sempre foi um sonho. Isto porque sempre mexeu comigo ver os centros das nossas cidades tão abandonados… Em qualquer cidade da Europa, por exemplo, as pessoas só não moram no centros históricos porque são extremamente caros e aqui, durante anos e anos, os nossos centros eram lugares degradados, onde poucos gostavam de passear quanto mais morar! E, foi assim que aliei o meu sonho de ter um espaço meu, onde pudesse receber pessoas de todo o mundo e partilhar histórias de vida, com a vontade de ajudar a dinamizar o centro histórico de Setúbal.</p>



<p>A Ana´s House é constituída por dois apartamentos T1, ideais para um casal ou uma família. Cada apartamento foi pensado com muito amor e imensa dedicação. Cada elemento tem uma história e uma finalidade: proporcionar todo o conforto durante a estadia.</p>



<p>Quando vi a casa que acolhe a Ana´s House pela primeira vez, apaixonei-me de imediato. Senti que era a casa perfeita para partilhar o melhor da cidade e da região. Senti o meu coração aos pulos de tanta alegria, como já não sentia há muito tempo… Era a tal! Na casa, podemos viver o centro histórico da cidade, viver um pouco como antigamente e imaginar o passado. Foi neste bairro que nasceu a igreja Matriz, a Sé da cidade.&nbsp;</p>



<p>Acordar com a luz da cidade, ouvir as badaladas da igreja, o rio mesmo ali ao lado, experimentar as esplanadas vizinhas, o mercado repleto todos os dias com produtos frescos da região&#8230;. Podemos sentir o verdadeiro sentido bairrista, o pequeno comércio e vizinhos sempre prontos para ajudar. A pé, podemos percorrer grande parte dos pontos de interesse da cidade. O rio Sado está apenas a uns passos e “num pequeno esforço” podemos apanhar o catamarã e visitar as praias sem fim da península de Tróia.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>. Qual o impacto da pandemia neste projecto?</strong></h2>



<p>Todos estes meses têm sido bastante desafiantes. Em Março de 2020, não querendo acreditar no que estava a acontecer, e com o medo a controlar todas as minhas emoções, resolvi ir para o Alentejo, para junto da natureza. Foi esta a forma que arranjei para encontrar alguma paz. Dediquei-me à minha filha, à minha avó, aos trabalhos do campo, respirei e esperei por alguma normalidade.</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-IpVTH' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Como não tive oportunidade de fazer a maioria das compras para a Ana&#8217;s House devido ao (primeiro) confinamento, assim que o país começou lentamente a voltar a alguma “normalidade” resolvi comprar os restantes artigos que faltavam via online e preparar a casa para o Verão. Voltei a encher-me de coragem e decidi arriscar e tentar alugar a casa nos meses de maior calor. Isto porque até aquela altura, a Ana’s House era apenas um investimento de uma vida de trabalho que não estava a ter qualquer tipo de retorno, e eu estava sem qualquer outro meio de subsistência.</p>



<p>Fui preparando, analisando o dia a dia, fazendo algumas formações &#8211; como o Safe &amp; Clean, do<a href="https://simplyflow.pt/porque-e-portugal-o-melhor-destino-de-ferias/"> Turismo de Portugal</a>, e em Julho, com uma grande alegria de ver o meu projeto que esteve tanto tempo no meu imaginário tornar-se numa realidade, pensei: “Para o ano logo faço uma inauguração ainda melhor”. Assim, em Julho a casa ficou disponível e os primeiros clientes surgiram ainda nesse mês! Em Agosto e Setembro tudo fluiu e vivi momentos de grande alegria. Conheci pessoas incríveis e os feedbacks que recebia eram tudo para mim.</p>



<p>Em Outubro voltaram os dias mais frios, até que entrámos num Inverno que tem sido longo…&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>. Como lidar com toda a instabilidade de um negócio de turismo nesta altura?</strong></h2>



<p>Numa altura em que as pessoas procuram privacidade, segurança e natureza, optei por promover a natureza envolvente da região, associar o alojamento a experiências exclusivas, privadas e seguras, tais como os passeios exclusivos de barco, tours privados de jipe na região, massagens no próprio apartamento, refeições entregues a casa. A ideia é que os hóspedes possam sair, passear pela natureza e voltar a uma casa onde têm tudo pronto. Quem já passou pela experiência, ficou deliciado por todo este conforto.</p>



<p>Criei ainda vouchers presente personalizados, a pensar no Natal e no Dia dos Namorados, por exemplo. Apostei numa presença assídua nas redes sociais, onde vou mantendo contacto com o público. Faço, ainda, vários trabalhos de bricolage de forma a tornar a <a href="https://www.instagram.com/anashousesetubal/">Ana’s House</a> ainda mais acolhedora e frequento diversos cursos online para me manter atualizada e arranjar ferramentas para me ajudar a gerir e a manter vivo este sonho.&nbsp;</p>



<p>Tem sido um autêntico desafio, pois não existe qualquer apoio para pessoas como eu, ou seja, que decidiram abrir um negócio próprio quando estavam no fundo de desemprego. Por isso, tenho mantido o contacto com pessoas que estão na mesma situação. Trocamos ideias e ajudamo-nos uns aos outros. E, tal como qualquer mãe em teletrabalho, apoio a minha filha e vivo hoje como nunca imaginei. Gasto apenas o essencial, pois vivo das nossas economias e sem qualquer apoio por parte do estado. Não é fácil&#8230; Existem dias bastante desafiantes, mas quando olho para trás, sinto todo o amor, encho-me de energia e penso: “Vai tudo correr bem, só pode!”. É uma questão de ir aguentando o barco com força, fé e esperança que tudo se vai compor para mim e para todos.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-gallery aligncenter columns-2 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441-1024x1024.jpg" alt="Ana's House" data-id="14307" data-full-url="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441.jpg" data-link="https://simplyflow.pt/?attachment_id=14307" class="wp-image-14307" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441-1024x1024.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441-300x300.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441-150x150.jpg 150w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441-768x768.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441-1536x1536.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441-460x460.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441-100x100.jpg 100w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441-160x160.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441-320x320.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441-480x480.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441-640x640.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441-960x960.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441-1120x1120.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441-1-1024x1024.jpg" alt="Ana's House" data-id="14306" data-full-url="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441-1.jpg" data-link="https://simplyflow.pt/?attachment_id=14306" class="wp-image-14306" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441-1-1024x1024.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441-1-300x300.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441-1-150x150.jpg 150w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441-1-768x768.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441-1-1536x1536.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441-1-460x460.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441-1-100x100.jpg 100w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441-1-160x160.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441-1-320x320.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441-1-480x480.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441-1-640x640.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441-1-960x960.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441-1-1120x1120.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/image_6483441-1.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></li></ul></figure>



<p>Mais do que nunca é preciso apoiar os pequenos negócios. Seja na área do Turismo, seja noutras áreas, que estão a sentir os efeitos da pandemia. Está nas nossas mãos continuar a manter vivos os sonhos de todos e só juntos conseguiremos que tenham sucesso.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-IpVTH' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<title>Quais são as consequências da pandemia para as pessoas com doença mental?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/quais-sao-as-consequencias-da-pandemia-para-as-pessoas-com-doenca-mental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[José Salgado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[doença mental]]></category>
		<category><![CDATA[José Salgado]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No último ano a Humanidade experienciou algo que julgava impossível nos dias de hoje, tal tem sido a evolução científica e tecnológica. Mas bastou um vírus, que a globalização rapidamente espalhou por todo o Mundo, para que a presunção caísse, com consequências que todos conhecemos e muitos sentimos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>No último ano a Humanidade experienciou algo que julgava impossível nos dias de hoje, tal tem sido a evolução científica e tecnológica. Mas bastou um vírus, que a globalização rapidamente espalhou por todo o Mundo, para que a presunção caísse, com consequências que todos conhecemos e muitos sentimos. <strong>E é cada vez mais urgente que se faça uma reflexão sobre quais são os efeitos da pandemia nas pessoas com doença mental e na população em geral.</strong></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O impacto da pandemia na Saúde Mental&nbsp;</strong></h2>



<p>Ninguém passa por uma situação destas sem alguns danos, mesmo que ligeiros e não percebidos.&nbsp;</p>



<p>As pessoas com doença mental prévia não serão necessariamente as mais afetadas, dependendo do tipo de doença de que sofrem, mas na população em geral as repercussões na sua saúde mental serão significativas (as imediatas ou de curto prazo e as de médio/longo prazo).</p>



<p>Nas primeiras, o sofrimento causado pela morte de pessoas próximas, diminuição de rendimentos, aumento da violência doméstica e/ou protelamento de consultas/tratamentos pelo “medo do contágio” nos hospitais, são exemplos.</p>



<p>Mas será a médio e longo prazo que as consequências serão mais evidentes &#8211; stress pós-traumático, abuso de substâncias para “aliviar o sofrimento” e/ou sequelas das perdas já referidas, principalmente de tipo depressivo/ansioso.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma outra “pandemia” está por chegar&#8230;</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-7WtIU' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>A <strong>“pandemia” de doença mental</strong> será mais sentida no pós-pandemia da <a href="https://covid19.min-saude.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SARS-CoV-2</a>. </p>



<p>Espera-se que a fragilidade demonstrada pela sociedade face a <a href="https://simplyflow.pt/perceber-a-covid-19/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">um inimigo que não se vê</a>, nos traga uma diminuição do sentimento de omnipotência e uma maior humildade na nossa relação com a Natureza. Se isso acontecer, nem tudo terá sido mau.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-7WtIU' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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