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	<title>Arquivo de paixão - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Arquivo de paixão - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Propósito, paixão e relações no trabalho: Como alcançar o equilíbrio?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/proposito-paixao-e-relacoes-no-trabalho-como-alcancar-o-equilibrio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Tapia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Tapia]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[paixão]]></category>
		<category><![CDATA[Profissão]]></category>
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		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se a qualidade das relações que tem na sua vida e o sentido de propósito no trabalho são assim tão importantes para a sua saúde, bem-estar e felicidade, então o que deve fazer?</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/proposito-paixao-e-relacoes-no-trabalho-como-alcancar-o-equilibrio/">Propósito, paixão e relações no trabalho: Como alcançar o equilíbrio?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-center is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>O ingrediente mais importante na fórmula do sucesso é saber como se dar bem com as pessoas.”&nbsp;</em></p>
<cite>Theodore Roosevelt</cite></blockquote>



<p>Como melhorar as relações profissionais e descobrir o seu propósito e paixão no trabalho? A sua resposta a esta questão certamente é diferente da de muitas outras pessoas. Porém, há alguns dados científicos, fornecidos por milhões de pessoas, que comprovam o seguinte:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>A sua felicidade depende largamente da qualidade das relações que tem na sua vida.</strong> &#8211; E, assim é, a qualidade das <a href="https://simplyflow.pt/relacionamentos-felizes-a-arte-de-cativar-e-ser-cativado/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">relações</a> que tem com as pessoas com quem trabalha, onde ocupa pelo menos 8 horas da sua vida, é um fator fundamental não só para o seu bem-estar como para a sua saúde. Quem o diz, não sou eu, mas, sim, os resultados do maior estudo realizado durante cerca de 85 anos para identificar o que contribui mais para uma vida feliz<sup data-fn="b8ade455-5283-4d7e-8ed2-5ca55dac49a9" class="fn"><a id="b8ade455-5283-4d7e-8ed2-5ca55dac49a9-link" href="#b8ade455-5283-4d7e-8ed2-5ca55dac49a9">1</a></sup>;<sup>&nbsp;&nbsp;</sup></li>



<li><strong>É mais feliz no trabalho do que no seu tempo livre</strong>. &#8211; Fatores que contribuem para isso consistem em realizar o seu trabalho com um sentido de propósito e com concentração total no mesmo. É isso que o torna verdadeiramente gratificante e apaixonante. Pelo menos esta é a conclusão de uma investigação que abrangeu várias pessoas, culturas e países<sup data-fn="023b7f57-663e-46c3-9451-1083e6778829" class="fn"><a id="023b7f57-663e-46c3-9451-1083e6778829-link" href="#023b7f57-663e-46c3-9451-1083e6778829">2</a></sup>.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Se a qualidade das relações que tem na sua vida e o sentido de propósito no trabalho são assim tão importantes para a sua saúde, bem-estar e felicidade, então o que deve fazer?</strong></h2>



<p>A resposta a esta questão passa por um trabalho de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal, que influencia a aplicação de algumas das estratégias apresentadas, que poderá sempre experimentar e que passarei a explicar de seguida.</p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-center is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>Quando não podemos mudar uma situação, somos desafiados a mudar a nós mesmos”.</em></p>
<cite>Vitor Frankl<sup data-fn="974b99c5-6280-41a4-8cca-3adcaafaf690" class="fn"><a id="974b99c5-6280-41a4-8cca-3adcaafaf690-link" href="#974b99c5-6280-41a4-8cca-3adcaafaf690">3</a></sup></cite></blockquote>



<p>Estes aspectos são recorrentes em muitos dilemas, estados de ansiedade, depressão e conflitos interpessoais que acompanho em consultas:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Reconheça a importância da sua comunicação e comportamento em qualquer relacionamento;</li>



<li>Saiba que embora não possa modificar o comportamento dos outros está ao seu alcance alterar o seu;</li>



<li>Compreenda que comportamento gera comportamento, ou seja, a sua atitude pode incentivar ou não a reação da outra pessoa para consigo.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>4 Dicas para melhorar as suas relações profissionais:&nbsp;</strong></h2>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Aprenda a escutar</strong></li>
</ol>



<p>Os orientais dizem que temos duas orelhas e uma boca para aprenderemos a escutar mais e a falar menos. O “ouvir com atenção” o que o outro diz para compreender o seu ponto de vista e não estar sempre à defesa, interrompendo, contra-argumentando para se defender, mas, sim, com o intuito de descobrir o que pode existir de comum entre si e a outra pessoa, e não o que os divide ou separa.</p>



<ol class="wp-block-list" start="2">
<li><strong>Descubra o poder da empatia&nbsp;</strong></li>
</ol>



<p>Para manifestar empatia precisa de colocar-se no lugar da outra pessoa, compreender a sua perspectiva (mesmo que seja oposta à sua) através de perguntas (como, por exemplo: <em>“Como estás a ver esta situação?”</em>; <em>“O que estás a sentir é o quê?”</em>) e manifestar o seu apoio (dizendo, por exemplo: <em>“Entendo que não está a ser fácil para si”</em>; <em>“Se estivesse nessa situação reagia também assim”</em>).</p>



<ol class="wp-block-list" start="3">
<li><strong>Aplique o poder da compaixão</strong></li>
</ol>



<p>Ao manifestar empatia está a sentir, de alguma forma, o estado emocional da outra pessoa. Ela sente-se compreendida, mas é como se o sentimento dela ficasse consigo e começa a sentir o problema do outro como se fosse seu. <strong>Mais eficaz do que a empatia é a compaixão</strong>. A diferença é que, apesar de se colocar no lugar do outro, não fica a carregar a sua dor, consegue ter uma melhor perspectiva da situação e, ao mesmo tempo, há uma vontade e/ou disponibilidade para ajudar .</p>



<p>A neurociência fornece-nos um dado importante que é o seguinte: enquanto <strong>a empatia estimula as zonas do cérebro associadas à dor, a compaixão ativa as áreas do cérebro associadas ao prazer</strong>. O que significa que na compaixão a pessoa consegue simultaneamente satisfazer as suas necessidades e as do outro.</p>



<ol class="wp-block-list" start="4">
<li><strong>Estabeleça limites</strong></li>
</ol>



<p>Criar limites é o ponto de encontro onde pode <a href="https://www.facebook.com/reel/426638453833673" target="_blank" rel="noreferrer noopener">amar-se a si</a> mesmo e ao outro em simultâneo. Estabelece limites quando:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Segue as suas prioridades e não as compromete ao tentar corresponder às prioridades dos outros;</li>



<li>Define horários;</li>



<li>Dedica atenção ao trabalho enquanto está no mesmo e deixa de o fazer quando sai (inclusivamente não falar sobre o mesmo e <a href="https://simplyflow.pt/como-desligar-do-trabalho/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">desligar</a> os canais de comunicação – mensagens, telefonemas, etc.; salvo situações particulares ou excepcionais);</li>



<li>Respeita o seu tempo de descanso e lazer, ao saber quais as necessidades que precisa de satisfazer para estar mais disponível para os outros, para ter um melhor desempenho, e sentir menos pressão (daquela que trava e não impulsiona);&nbsp;</li>



<li>Tem um espaço exclusivo para trabalhar. Em caso de <a href="https://simplyflow.pt/a-insustentavel-leveza-de-trabalhar-a-partir-de-casa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">teletrabalho</a> pode ser conseguido com pormenores decorativos ou alteração do espaço, que assinalam quando é o tempo de trabalho.</li>
</ul>



<p><strong>A ausência ou indefinição de limites é um fator gerador de conflitos entre as pessoas, ausência de bem-estar e </strong><a href="https://simplyflow.pt/como-gerir-o-stress-no-dia-a-dia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>stress</strong></a><strong> de origem pessoal ou profissional (</strong><a href="https://simplyflow.pt/nao-aguento-mais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><em>burnout</em></strong></a><strong><em>)</em>.&nbsp;</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-center is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>Nada proporciona melhor capacidade de superação e resistência aos problemas e dificuldades em geral do que a consciência de ter uma missão a cumprir na vida.”</em></p>
<cite><em>Vitor Frankl</em></cite></blockquote>



<p>Ter uma missão que oriente o sentido da sua vida e um propósito no trabalho implica descobrir de que forma a sua atividade profissional contribui positivamente, tanto para a sua vida como para a dos outros.<strong> Ao encontrar a sua missão, descobre também a sua verdadeira paixão.</strong></p>



<p>Trabalhar com atenção concentrada, procurar formas de melhorar o desempenho para servir melhor os outros e compreender como o seu trabalho se insere num objetivo maior permite não só lidar melhor com o stress, como também enfrentar os desafios com maior leveza e motivação. Assim, <strong>encontrará a paixão no trabalho de forma mais natural</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que precisa de saber para descobrir o seu propósito no trabalho?</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong><em>“Como é que o meu trabalho contribui para os outros?”</em></strong><strong><br></strong>Pense no impacto que o seu trabalho tem na equipa, na organização, nos clientes e na sociedade em geral.</li>



<li><strong><em>“O meu trabalho está alinhado com a minha razão de existir?”</em></strong><strong><br></strong>Questione-se sobre como a sua atividade profissional reflete a sua missão de vida. Seja empreender, contribuir para a evolução da sociedade, dar um exemplo ou proporcionar melhores condições para a sua família, o trabalho deve estar em sintonia com o objetivo fundamental da sua existência.</li>
</ul>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-center is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>Quem tem um porquê suporta qualquer como.”&nbsp;</em></p>
<cite><em>Friedrich Nietzsche</em></cite></blockquote>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como encontrar aquilo que o apaixona, lhe dá energia, vontade e motivação?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-Gp1i9' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Experimente novas tarefas ou métodos diferentes.</strong><strong><br></strong>Explore formas de simplificar o seu trabalho ou aprofunde conhecimentos na sua área.</li>



<li><strong>Participe em novos projetos.</strong><strong><br></strong>Colabore em áreas ou iniciativas que lhe permitam desenvolver competências, descobrir interesses e ampliar horizontes.</li>



<li><strong>Garanta que os seus valores estão alinhados com o trabalho.</strong><strong><br></strong>Identifique o que realmente valoriza – integridade, inovação, ética, aprendizagem contínua, autonomia, liberdade ou pragmatismo – e procure refletir esses valores nas suas atividades.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância das relações e da paixão no trabalho</strong></h2>



<p><strong>Melhorar as relações profissionais</strong> requer o desenvolvimento de competências como a comunicação eficaz, a compaixão e a capacidade de estabelecer limites saudáveis.</p>



<p><strong>Descobrir o propósito no trabalho</strong> exige encontrar uma finalidade que vá além das necessidades básicas e que o realize a ponto de continuar a fazê-lo, mesmo que não fosse remunerado. Já a <strong>paixão no trabalho</strong> implica compreender os seus valores, motivações e aprender a trabalhar sem obsessão.</p>



<p>Ao alcançar este equilíbrio, será<strong> capaz de liderar-se a si mesmo e de ser o mestre da sua própria vida.</strong></p>


<ol class="wp-block-footnotes"><li id="b8ade455-5283-4d7e-8ed2-5ca55dac49a9">O maior estudo sobre a felicidade e saúde realizado durante cerca de 85 anos pela Universidade Harvard, acompanhou várias pessoas de vários estratos sociais, situações e profissões. Concluiu-se que o fator que mais interferia na saúde e bem-estar era a qualidade das relações que tem na sua vida e estas, inclusivamente, afetam a saúde e até o número de anos que vive!<br> <a href="#b8ade455-5283-4d7e-8ed2-5ca55dac49a9-link" aria-label="Vá para a referência 1 das notas de rodapé"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/21a9.png" alt="↩" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />︎</a></li><li id="023b7f57-663e-46c3-9451-1083e6778829"><a href="https://penguinlivros.pt/autores/mihaly-csikszentmihalyi/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mihály Csíkszentmihályi</a> no livro “Flow” (Fluxo),  fruto de uma investigação em várias culturas e países. <a href="#023b7f57-663e-46c3-9451-1083e6778829-link" aria-label="Vá para a referência 2 das notas de rodapé"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/21a9.png" alt="↩" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />︎</a></li><li id="974b99c5-6280-41a4-8cca-3adcaafaf690">Vitor Frankl foi um psiquiatra judeu que sucedeu ao lugar de Sigmund Freud. Foi um sobrevivente de um campo de concentração e o que o ajudou a sobreviver foi encontrar um propósito para a sua existência &#8211; Sobreviver para se reunir com a família.<br> <a href="#974b99c5-6280-41a4-8cca-3adcaafaf690-link" aria-label="Vá para a referência 3 das notas de rodapé"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/21a9.png" alt="↩" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />︎</a></li></ol>


<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-Gp1i9' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>E se eu me apaixonasse por um desconhecido?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/e-se-eu-me-apaixonasse-por-um-desconhecido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Mar 2019 08:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[fátima lopes]]></category>
		<category><![CDATA[first dates]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[paixão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pode parecer um tema estranho, mas depois de fazer quase 50 programas “First Dates”, atrevo-me a&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/e-se-eu-me-apaixonasse-por-um-desconhecido/">E se eu me apaixonasse por um desconhecido?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Pode parecer um tema estranho, mas depois de fazer quase 50 programas “First Dates”, atrevo-me a dizer que se impõe. Cada vez que leio a história de alguém que participa no programa, confirmo que </span><b>em qualquer idade se pode sentir que não é fácil conhecer uma pessoa nova, por quem nos possamos apaixonar.</b></p>
<h2><b>A dificuldade em conhecer novas pessoas</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Inicialmente, achava que esta dificuldade só seria sentida por pessoas com mais de 40 anos, porque a juventude, à partida, desbloquearia todos os caminhos. Nada mais errado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Constato que gente muito nova, na casa dos 20, têm às vezes dificuldade em conhecer outras pessoas, fora da sua esfera de contactos habituais ou então já tiveram experiências suficientemente marcantes para saberem o que querem e o que não querem de uma relação. Por isso, confiando no seu feeling, inscrevem-se na expectativa de se apaixonarem por um desconhecido.</span></p>
<p><b>As pessoas com mais de 50 anos, e quase todas com filhos já adultos, mostram uma abertura de espírito espantosa.</b><span style="font-weight: 400;"> A vida já lhes ensinou muito sobre o amor, a paixão e sobre como dosear expectativas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao mesmo tempo revelam um sentido prático muito giro. Vão mais diretas aos assuntos, perguntam as coisas mais simples, mas necessárias na gestão da vida de um casal e não perdem tempo. Têm aliás uma noção de tempo bem diferente dos mais jovens e isso é maravilhoso. Sabem que a vida é para ser vivida aqui e agora e só vale a pena deixar entrar quem realmente vale a pena.</span></p>
<h2><b>E se a paixão aparecer de repente?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O “First Dates” tem sido uma escola, a tal ponto que já me questionei “e se eu me apaixonasse por um desconhecido?” </span><b>Falo em paixão, não em amor.</b></p>
<p><b>O amor é outro campeonato e, para mim, pressupõe tempo para as pessoas se conhecerem bem.</b><span style="font-weight: 400;"> É um sentimento que vai para além da loucura e entusiasmo iniciais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Implica viver várias situações juntos, experimentar coisas, contactar com amigos de ambas as partes, falar de temas muito diferentes, porque tudo isso nos permite conhecer o outro e perceber se queremos construir uma relação mais sólida com aquela pessoa.</span></p>
<p><b>A paixão pode ser só uma questão de química. Algo que não se sabe explicar, mas que apetece viver e isso pode acontecer a qualquer um, quando menos se espera.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A idade traz-nos uma sabedoria espectacular. Percebemos que mesmo que isto aconteça, apaixonarmo-nos por um desconhecido, convém manter os pés no chão e só deixar o coração voar. Porque são estes mesmos pés que nos permitem viver o agora ou sair daqui, se já não nos fizer sentido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há quem se tenha apaixonado por um desconhecido e tenha vivido depois um grande amor. </span><b>Na verdade tudo pode acontecer, porque no domínio dos sentimentos, a magia também está em não os saber explicar.</b></p>
<p>Nota: Fotografia por <a href="https://www.instagram.com/fuifotografar/">Verónica Silva</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/e-se-eu-me-apaixonasse-por-um-desconhecido/">E se eu me apaixonasse por um desconhecido?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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