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	<title>Arquivo de Mudança - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Arquivo de Mudança - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<item>
		<title>Como mudar de carreira com sucesso?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-mudar-de-carreira-com-sucesso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Márcia Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jan 2025 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira de sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Márcia Ferreira]]></category>
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		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Será que temos em nós a resiliência necessária para enfrentar as inevitáveis atribulações de uma grande mudança? A par disso, teremos gosto suficiente pela nova área, e capacidade de adaptação para nos ajustarmos a ela?</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/como-mudar-de-carreira-com-sucesso/">Como mudar de carreira com sucesso?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando era criança e me perguntavam o que queria ser quando fosse “grande”, nunca disse que queria trabalhar na área financeira de uma empresa multinacional. No entanto, foi para aí que a vida me encaminhou, ainda cedo, e onde fiquei durante 11 anos. Sem dúvida, foram anos que valeram a pena, tanto pelas aprendizagens como pela estabilidade profissional e financeira, própria do mundo corporativo. No entanto, faltava algo. Na altura, não sabia bem o quê, mas existia em mim uma insatisfação latente. Com o passar do tempo, fui ganhando consciência de que, na verdade, gostaria de mudar e de ser mais feliz no meu trabalho. No fundo, sabia que a minha paixão eram os eventos, algo radicalmente diferente daquilo que fazia na minha rotina laboral. </p>



<p>A dada altura, a ideia de mudar o rumo da minha vida profissional foi criando raízes. Mais do que isso, o novo caminho começou a assumir contornos mais concretos, quando decidi agir.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mudar ou não mudar, eis a questão</strong></h2>



<p>De modo geral, é esta viragem – dos pensamentos à prática – que mais assusta quem pondera fazer uma grande mudança. Qual o primeiro passo? Como fazer? E se corre mal? E se me arrependo?</p>



<p>Naturalmente, quem tem encargos financeiros e familiares pondera duplamente todas estas questões, e cada um saberá avaliar o seu contexto. Efetivamente, no meu caso, a ponderação que fiz levou-me a avançar.</p>



<p>Antes de mais, decidi <strong>traçar um plano realista</strong>, para implementar ao longo de um ano. Paulatinamente, ao longo desse tempo, iria <strong>criar as condições necessárias para abraçar um novo rumo profissional</strong>.</p>



<p>Hoje, sou co-fundadora e CEO da <a href="https://mainvision.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mainvision Media Solutions</a>, uma empresa de referência na produção de eventos, sobretudo corporativos. Com efeito, os meus dias já não se arrastam, uns iguais aos outros, e sou mais feliz e realizada na minha profissão. Porém, como chegar aqui com segurança?</p>



<p>Desde logo, <strong>o primeiro passo é termos a coragem necessária para sair da nossa zona de conforto</strong>. Sendo que, para mim, a palavra “coragem” tem o significado mais literal, ou etimológico: significa agir com o coração, algo que me define. E no seu caso, <strong>se agir com o coração, que rumo irá tomar?</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Siga o seu coração: A coragem de recomeçar</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-qoufH' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'>



<p>Sem dúvida, quem pondera uma mudança de rumo profissional precisa de <strong>avaliar bem o aspeto financeiro e assegurar uma base de suporte</strong>.</p>



<p>Contudo, existem outras vertentes tão ou mais importantes a aferir, e com grande honestidade perante nós próprios. Afinal, em última análise, o que vai determinar o sucesso ou insucesso de uma mudança de rumo profissional é aquilo que está dentro de nós, e não o valor que temos na conta bancária.</p>



<p>Assim sendo, será que temos em nós a <strong>resiliência</strong> necessária para enfrentar as inevitáveis atribulações de uma grande mudança? A par disso, teremos <strong>gosto suficiente pela nova área</strong>, e <strong>capacidade de adaptação</strong> para nos ajustarmos a ela? Por outro lado, será que existe <strong>motivação</strong> para começarmos do zero, e <strong>disponibilidade para aprender</strong>? Naturalmente, tudo isto implica <strong>determinação</strong> e <strong>coragem</strong>, e estes são, quanto a mim, os fatores que vão fazer toda a diferença.</p>



<p>No meu caso, essa determinação levou-me, inclusivamente, a fazer uma nova formação académica e, já com 30 anos, formei-me na nova área que escolhi para mim, e que tanto me apaixona. Hoje, olho para esta decisão de mudança com muito orgulho e, mais do que isso, volto a ela sempre que me encontro perante um dilema.</p>



<p>Na Mainvision, produzimos eventos memoráveis como forma de comunicação, e incorporamos tecnologia que permite realidades alternativas. Do mesmo modo, cada um de nós pode criar uma realidade alternativa para si próprio/a, e o novo futuro pode começar hoje mesmo.</p>



<p class="has-small-font-size">Nota: Este texto foi escrito em Português do Brasil, por isso, podem existir algumas variações linguísticas em relação ao Português de Portugal.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-qoufH' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div><br></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Transforma os teus hábitos</title>
		<link>https://simplyflow.pt/transforma-os-teus-habitos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jan 2023 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[Hábitos]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Cordeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Transforma os teus hábitos]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existem duas formas de viver a vida: ou deixamos que os velhos hábitos nos definam, ou podemos começar a definir a vida que queremos. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/transforma-os-teus-habitos/">Transforma os teus hábitos</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os momentos difíceis pelos quais passamos, fazem-nos querer mudar e repensar certos hábitos e comportamentos. Acontece que, muitos de nós, começam com vontade de fazer algum tipo de mudança e passado pouco tempo, os velhos hábitos começam a falar mais alto e, sem darmos por isso, estamos novamente a fazer o que sempre fizemos. Isto acontece porque, somos muito atraídos para aquilo que nos é familiar. De alguma forma nos dá uma sensação de conforto permanecer naquilo que já é habitual. E talvez assim seja com todos nós, até nos começarmos a aperceber que existe muito mais além daquilo a que estamos habituados.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Existem duas formas de viver a vida: ou deixamos que os velhos hábitos nos definam, ou podemos começar a definir a vida que queremos.&nbsp;</strong></h2>



<p>Para isso, <strong>é necessário ganharmos clareza sobre aquilo que queremos, sobre os nossos sonhos e desejos</strong>. Necessitamos de começar pelo fim. A falta de clareza faz-nos começar com muita vontade, mas rapidamente desistir. A falta de clareza faz-nos voltar constantemente aos velhos e conhecidos hábitos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Costumo dizer que uma das perguntas mais simples e mais difíceis de responder é: “</strong><strong><em>O que realmente quero?”</em></strong><strong>.</strong></h2>



<p>Quando nos desafiamos a responder a esta questão, os pensamentos e sentimentos habituais começam a sabotar a nossa clareza. Gosto de chamar a esses pensamentos familiares, as “desculpas da mente”. São todos aqueles pensamentos que nos fazem ficar demasiado tempo com o pé no travão. Aqueles pensamentos que nos paralisam, que nos causam ansiedade ou indecisão.</p>



<p>Somos o nosso maior obstáculo ou, dito por outras palavras, a importância que damos a estes pensamentos é o maior obstáculo. Estamos tão habituados a “eles” que já fazem parte da casa e já os encaramos como normais. De uma forma secreta, até os reforçamos e os defendemos. Pensamentos como “<em>Não sou capaz”; “Não tenho tempo”; “Isso é demais para mim”; “Um dia faço”</em> são algumas das ideias que habitam na nossa consciência. Então, <strong>para mudarmos de hábitos, necessitamos de saber o que queremos e desejamos, ao mesmo tempo que, vamos tomando consciência destes sabotadores internos de forma a começarmos a deixar de alimentá-los</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quanto mais clareza tivermos em relação aquilo que mais desejamos, mais motivação vamos sentir para continuar. E mesmo nos dias mais difíceis, a imagem daquilo que queremos vai-nos ajudar a continuar e a não desistir.</strong></h2>



<p>A partir do momento que já existe algo tipo de vislumbre sobre os nossos desejos maiores (aqueles que são importantes para nós) é altura de dar os primeiros passos, criando ações que estejam alinhadas com o nosso desejo. Tomar decisões torna-se muito mais fácil, pois podemos perguntarmo-nos: <em>“Esta decisão vai ajudar-me a aproximar mais do meu desejo?”</em>.</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-J5DrE' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Quando dizemos que não a algo, estamos a dizer que sim a outro algo. E tanta dificuldade que muitos de nós têm em dizer que não (eu já tive muita dificuldade). A culpa surge, e de tão habituados que estamos a tentar evitá-la, tomamos decisões nesse sentido. Mas,<strong> quando existe clareza no nosso caminho, a culpa já não tem o mesmo poder</strong>. Sim, vai surgir certamente e quando assim for, vamos lembrar-nos porque estamos a tomar determinada decisão. Ao praticarmos com consistência dizermos que sim aos nossos sonhos, a culpa, o medo ou a vergonha vão controlando cada vez menos a nossa vida.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="669" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/transforma_os_teus_habitos_mail-669x1024.jpg" alt="hábitos" class="wp-image-18734" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/transforma_os_teus_habitos_mail-669x1024.jpg 669w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/transforma_os_teus_habitos_mail-196x300.jpg 196w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/transforma_os_teus_habitos_mail-768x1176.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/transforma_os_teus_habitos_mail-1003x1536.jpg 1003w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/transforma_os_teus_habitos_mail-1338x2048.jpg 1338w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/transforma_os_teus_habitos_mail-460x704.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/transforma_os_teus_habitos_mail-160x245.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/transforma_os_teus_habitos_mail-320x490.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/transforma_os_teus_habitos_mail-480x735.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/transforma_os_teus_habitos_mail-640x980.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/transforma_os_teus_habitos_mail-960x1470.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/transforma_os_teus_habitos_mail-1120x1715.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/12/transforma_os_teus_habitos_mail-scaled.jpg 1672w" sizes="(max-width: 669px) 100vw, 669px" /></figure></div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Transformar os nossos hábitos não é um caminho plano. Mas à medida que vamos diariamente fazendo coisas que estão em sintonia com aquilo que mais desejamos, os velhos hábitos começam a cair e novos hábitos nascem.&nbsp;</strong></h2>



<p>Com isso, sem nos apercebermos, certas pessoas, coisas ou comportamentos habituais que faziam parte do nosso dia a dia, começam a deixar de fazer sentido. Gradualmente, tudo aquilo que não esteja alinhado com a nossa visão, vai sair da nossa vida, de forma que exista mais espaço para aquilo que mais importa: um novo relacionamento, um trabalho mais bem remunerado ou uma nova oportunidade.<strong> É o alinhamento com os nossos desejos que nos faz sentir felicidade e bem-estar.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tudo é mesmo possível.&nbsp;</strong></h2>



<p>São apenas os pensamentos e sentimentos habituais que nos dizem o contrário. Podemos continuar a alimentá-los, ou a deixá-los ir. Mas, s<strong>e queremos mesmo </strong><a href="https://www.presenca.pt/products/transforma-os-teus-habitos" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>mudar de hábitos</strong></a><strong> é necessário</strong> estarmos dispostos a não mais alimentá-los e <strong>tomar a decisão consciente de que queremos mesmo mudar a nossa vida</strong>. </p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-J5DrE' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como diminuir a nossa produção de resíduos?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-diminuir-a-nossa-producao-de-residuos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mafalda Pinhão]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jul 2021 14:51:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SUSTENTABILIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Lixo]]></category>
		<category><![CDATA[Mafalda Pinhão]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Resíduos]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Repensar sobre as nossas escolhas diárias de consumo e no impacto que estas têm. Ao repensarmos ganhamos uma consciência de que, de facto, tudo o que fazemos tem um impacto, seja este positivo ou negativo.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Segundo o relatório do Estado do Ambiente, em 2018, cada português produziu em média 1,38 quilos de resíduos urbanos por dia. O que corresponde ao valor de 505 quilos por pessoa e a um total de 4,94 milhões de toneladas, no final dos 365 dias. Este resultado confirmou uma tendência de que o aumento da produção de resíduos se encontra diretamente relacionada com a melhoria da situação económica do país. Isto significa que o consumo se encontra vinculado a uma constante deterioração do mundo natural. Mas, porque será que uma melhoria económica não significa mais recursos para produzir e consumir diferente e melhor?</strong></p>



<p>Em criança, lembro-me que a geração dos meus pais não sabia o significado de reciclar, nem se preocupavam com essa hipótese. E, no meio de tantos mitos, lembro-me também que foi a minha geração que os ensinou a compreenderem a importância da reciclagem. Hoje esta é uma questão mais do que compreendida ou, pelo menos, já bastante debatida. Mas, talvez esteja na altura de a aprofundar um pouco mais.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A ilusão do «deitar fora»</strong></h2>



<p>É preciso que exista uma mudança de paradigma sobre o que significa a expressão «deitar fora». <strong>Esta expressão oferece uma falsa ideia de que existe «lá fora», quando apenas existe cá dentro.</strong></p>



<p>Longe da vista, longe do coração não se aplica apenas a um desgosto de amor, mas, no fundo, a tudo o que nos rodeia. Por que, uma vez que não estejamos em contacto direto com o impacto que os nossos resíduos têm em termos ambientais e sociais, nem tenhamos de lidar, pelo menos diretamente com o mesmo, tudo se torna mais facilitado. E isto quer dizer que <strong>«deitar fora» tornou-se uma das ações mais inconscientes que existe, onde não existe a perceção de que algo que deitámos «fora» há 20 anos, pode ainda existir por aí, algures</strong>. Aparentemente parece não nos implicar, ao mesmo tempo que nos implica, e bastante.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O conceito de lixo é, no fundo, um erro de design.&nbsp;</strong></h2>



<p>É um erro quando o final de vida de um produto ou material não é considerado, quando as cidades não foram preparadas para a circularidade, e as empresas muito menos, e quando todos nós, enquanto consumidores, seguimos as tendências e as conveniências de consumo.</p>



<p><strong>É preciso criar-se responsabilidade sobre os produtos que se colocam no mundo. Uma responsabilidade que implica amor. Amor pela Natureza e pelos recursos dela extraídos, amor pelo impacto que esse produto poderá ter no consumidor e amor pelo fim de vida do mesmo. Um fim de vida que não implique destruição, mas regeneração, criatividade e utilidade.</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-center is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>If it can’t be reduced, reused, repaired, rebuilt, refurbished, refinished, resold, recycled, or composted, then it should be restricted, re-designed or removed from production.”</p><cite>Pete Seeger</cite></blockquote>



<p><strong>No fundo, a questão primária deverá ser que: se um produto não apresenta possibilidade de se reciclado, reutilizado ou transformado, não deveria ser criado em primeiro lugar. Claro que existem exceções, mas esta deveria ser a norma e não o contrário.</strong></p>



<p>Esta mudança de paradigma precisa de acontecer a todos os níveis sociais e económicos; para que um/a CEO de uma grande empresa, um/a governador/a, um/a deputado/a, um/a consumidor/a consiga mudar e transformar o que está ao seu alcance, produzir melhor e consumir diferente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os 8 R’s</strong></h2>



<p>Os três grandes R’s orientadores das práticas de resíduos (Reduzir, Reutilizar e Reciclar) talvez possam estar um pouco incompletos, por isso acrescentar mais uns poderá ajudar a trilhar um novo caminho, para criar um novo mundo.</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-VtRh9' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list"><li><strong>Respeitar</strong> todas as formas de vida. O respeito é a base de toda a potencial harmonia, em todas as diferentes esferas, tanto da nossa vida como de tudo aquilo que nos rodeia;</li><li><strong>Reintegrar </strong>o que pertence à Natureza. O nosso lixo orgânico tem um potencial imenso de regeneração e circularidade quando temos a oportunidade de realizar a <a href="https://simplyflow.pt/7-perguntas-e-respostas-sobre-a-compostagem/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">compostagem</a>. Fazer compostagem devolve à terra o que é seu, diminui os gases de efeito de estufa e diminui o lixo que iria parar aos aterros. Este produz o «húmus», adubo natural e muito nutritivo, para ser utilizado em hortas e no cultivo de novos alimentos. Podemos procurar hortas comunitárias ou até ter o nosso próprio composto em casa;</li><li><strong>Repensar</strong> sobre as nossas escolhas diárias de consumo e no impacto que estas têm. Ao repensarmos ganhamos uma consciência de que, de facto, tudo o que fazemos tem um impacto, seja este positivo ou negativo. O <a href="https://simplyflow.pt/o-que-e-o-consumo-consciente/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">consumo consciente</a> é um grande aliado neste ponto.</li><li><strong>Recusar</strong> materiais ou produtos que explorem a Natureza, seja em que estágio for, desde a extração ao seu descarte. Ao recusarmos estamos a reivindicar que valores (não) queremos consumir e ver nos produtos que utilizamos, seja: exploração intensiva, exploração humana, animal ou outro;</li><li><strong>Reduzir</strong> o nosso consumo. Tal como se viu no estudo apresentado, o consumismo apresenta uma relação direta com a destruição do nosso planeta. Ao reduzirmos, estamos também a reduzir o nosso impacto menos positivo e a agir com uma maior consciência, responsabilidade e respeito pelo mundo, pelos outros e por nós;</li><li><strong>Reutilizar</strong> aquilo que seria, eventualmente, considerado «lixo», dando-lhe outro destino ou propósito. O que para alguns é considerado lixo, para outros poderá ser uma solução;</li><li><strong>Reparar </strong>o que podemos reparar. Reutilizar e reparar aumenta o tempo de vida útil do produto ou material diminuindo a quantidade de resíduos que iriam parar aos aterros. E diminui, também, a necessidade de consumir de forma automática;</li><li><strong>Reciclar</strong> em último caso, numa situação em que o produto não tem mais nenhuma forma de ser reutilizado ou reparado. O que diminui os nossos resíduos, e, também, a necessidade de extração e exploração do mundo natural, uma vez que os materiais já se encontram introduzidos na cadeia de produção para recriar novos produtos. </li></ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma mudança de cada vez</strong></h2>



<p>Em vez de utilizar a palavra «mudar», que pode trazer uma ideia de desconforto e de desconhecido, podemos ver como <strong>um «ajuste» da nossa perceção sobre os nossos próprios resíduos</strong>, que resulta numa melhoria da «saúde» do planeta e da nossa também.&nbsp;</p>



<p><strong>Todas as mudanças e transformações se fazem um passinho de cada vez.</strong> O caminho faz-se caminhando. Por isso, <strong>essa é também a forma mais sustentável de fazer estas transições</strong>. Para que não sintamos o peso do mundo nos ombros ou o sentimento de culpa associado ao pensamento de que «devíamos e podíamos» estar a fazer mais e melhor.&nbsp;</p>



<p><strong>Cada pequena ação tem impacto e faz a diferença</strong>, mas não podemos desvalorizar a nossa saúde mental e para que isso aconteça é preciso existir um equilíbrio entre estas duas vertentes.</p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-center is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>We don&#8217;t need a handful of people doing zero waste perfectly. We need millions of people doing it imperfectly.”</p><cite><a href="https://www.instagram.com/zerowastechef/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Anne-Marie Bonneau</a></cite></blockquote>



<p><strong>Uma mudança exterior requer uma mudança interior. As mudanças de perspetiva sobre o conceito de «lixo» transformam-se quando reestruturamos a forma como vemos o mundo e nos relacionados com ele, e quando reestruturamos também que impacto queremos ter enquanto cá estivermos. </strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-VtRh9' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>A Nova Era</title>
		<link>https://simplyflow.pt/a-nova-era/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Inês Gaya]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Apr 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[A Nova Era]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Humanidade]]></category>
		<category><![CDATA[Inês Gaya]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Nova Era é sobre construirmos uma nova versão de nós mesmos, pois o mundo só muda, se o nosso mundo interno mudar. Quem  Escolhes Ser? O Novo Mundo já Existe dentro de Ti.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/a-nova-era/">A Nova Era</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sinto que estamos verdadeiramente a entrar numa Nova Era. Uma nova oportunidade de crescimento para a humanidade e para cada um de nós individualmente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um convite para a mudança de perspetiva, de consciência, de paradigma.</strong></h2>



<p>Confio que todas as crises surgem por um propósito maior e o momento atual, mostra, sem sombra de dúvida, que estamos numa transição, numa mudança de consciência. Mas só fará a transição quem estiver preparado e disposto a dar o salto quântico. Sinto que é isso que nos é pedido enquanto seres individuais e enquanto coletivo: <strong>um salto, um renascimento em vida</strong>.</p>



<p>Estamos a ser convidados, ou mesmo “empurrados”, para o “Túnel da Verdade”, de forma a <strong>alinharmo-nos cada vez mais com quem somos realmente</strong>, e não com o que o mundo, a família e os amigos esperam de nós.</p>



<p>Não é só a estrutura política e social que está a desmoronar, a nossa estrutura interna, dogmática e egoica, cheia de medos, mentiras e carências está a ser fortemente abalada e recalibrada. Quanto mais conscientes estivermos disto e mais prontamente nos abrirmos às mudanças, que já estão a ocorrer dentro de nós, menor será o impacto/sofrimento.</p>



<p>Isto significa, na minha visão, que devemos sair rapidamente da posição de vítima e ocupar o lugar da responsabilidade. <strong>A Grande Mudança no mundo só irá acontecer através da Grande Mudança no mundo interno de cada indivíduo, de cada família, de cada sistema dentro do sistema. Do micro para o macro.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O Despertar Espiritual</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-Dg7TF' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Sinto também que o grande desafio que a humanidade enfrenta nesta fase de transição não é político, nem militar, nem económico, é espiritual. E a grande oportunidade da Nova Era é, precisamente, a <strong>Reconexão com a Espiritualidade</strong>. Através dessa reconexão, podemos descobrir <strong>quem somos na realidade</strong>. A Humanidade irá perceber que a Separação é a maior de todas as ilusões, e que Deus não é uma entidade que está fora de nós, separada de nós e que nos julga, penaliza e exige.</p>



<p><strong>Se a ciência evoluiu, a tecnologia evoluiu, a medicina evoluiu, o que justifica que a forma de entendermos a espiritualidade e a ligação com Deus não tenha evoluído? </strong>Porque é que milhões de pessoas continuam a pensar que estão aqui, neste plano, para sofrer? Porque é que milhões de pessoas continuam a pensar que são pecadoras, que serão castigadas e que vão para o inferno? Porque é que milhares de pessoas continuam a matar, manipular, oprimir em nome da paz, em nome de Deus? Tudo isto é disfuncional, doentio, ilusório e, simplesmente, não faz mais sentido.</p>



<p><strong>Não há forma de criar um Novo Mundo de cooperação, Amor e compaixão sem darmos um salto quântico na espiritualidade</strong>, sem libertarmos a Humanidade da crença de um Deus violento e vingativo, que gera medo, culpa e guerra no planeta.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Todos somos seres espirituais.</strong></h2>



<p>O caminho da espiritualidade é o caminho da verdade, da autenticidade, da reconexão connosco, com a vida, com Deus. Todos somos seres espirituais, não existe ninguém que não seja. Cada um tem as suas questões para lidar, mas não há ninguém mais ou menos especial. <strong>Todos somos Divinos e Humanos, cada um no seu processo.</strong></p>



<p>Para mim, Espiritualidade tem mais a ver com o respeito que conseguimos ter por nós mesmos e pelo próximo, com a capacidade de aceitação e não julgamento. Tem a ver com a capacidade de expressarmos a nossa verdade, com a capacidade de irradiarmos o verdadeiro <a href="https://simplyflow.pt/brilha/">brilho</a>, que Ilumina os outros à nossa volta. Por isso, precisamos de desconstruir as “caixas” do velho paradigma.</p>



<p><strong>Estamos aqui para expressar o Divino na matéria, para sermos a nossa Essência</strong>, e não para continuarmos a tentar ser algo que não é real, para recebermos aceitação, Amor e validação. Isso é da velha energia e já teve o seu tempo.</p>



<p><a href="https://www.portoeditora.pt/produtos/ficha/a-nova-era/24465777" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A Nova Era</a> é sobre construirmos uma nova versão de nós mesmos, pois o mundo só muda, se o nosso mundo interno mudar.</p>



<p><strong>Quem  Escolhes Ser? O Novo Mundo já Existe dentro de Ti.</strong></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="708" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/04/NOVERA_03410_10_cp-708x1024.jpg" alt="A Nova Era" class="wp-image-14457" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/04/NOVERA_03410_10_cp-708x1024.jpg 708w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/04/NOVERA_03410_10_cp-207x300.jpg 207w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/04/NOVERA_03410_10_cp-768x1112.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/04/NOVERA_03410_10_cp-460x666.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/04/NOVERA_03410_10_cp-160x232.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/04/NOVERA_03410_10_cp-320x463.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/04/NOVERA_03410_10_cp-480x695.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/04/NOVERA_03410_10_cp-640x926.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/04/NOVERA_03410_10_cp.jpg 816w" sizes="(max-width: 708px) 100vw, 708px" /></figure></div>



<p class="has-small-font-size">Nota: Fotografia por <a href="https://www.instagram.com/joanaduartefotografou/">Joana Duarte</a>&nbsp;</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-Dg7TF' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<title>Livro Base da Macrobiótica</title>
		<link>https://simplyflow.pt/livro-base-da-macrobiotica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sónia Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo São]]></category>
		<category><![CDATA[Livro Base da Macrobiótica]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Macrobiótica]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sónia dias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O “Livro Base da Macrobiótica – O caminho para a felicidade através da alimentação” é o meu primeiro livro. A minha intenção quando o escrevi foi a de inspirar a uma vida mais saudável, respeitando a forma como nos alimentamos, como cuidamos da nossa saúde e do nosso corpo. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/livro-base-da-macrobiotica/">Livro Base da Macrobiótica</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O “Livro Base da Macrobiótica – O caminho para a felicidade através da alimentação” é o meu primeiro livro. A minha intenção quando o escrevi foi a de inspirar a uma vida mais saudável, respeitando a forma como nos alimentamos, como cuidamos da nossa saúde e do nosso corpo.&nbsp;</strong></p>



<p>Sou apaixonada pelo que faço: inspirar pessoas a viver em totalidade. Inspirar a que procurem o caminho para felicidade e a viver o seu verdadeiro potencial, para que não passem o resto das suas vidas com o sentimento de que poderiam ter feito mais por si.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Porque escrevi este livro?</strong></h2>



<p>Nos últimos anos tenho vindo a percorrer um caminho de autoconhecimento profundo que me motivou a querer saber mais sobre os processos de cura, de nutrição equilibrada e de desenvolvimento pessoal. A partir da minha experiência, pude comprovar que <strong>a macrobiótica pode ser uma poderosa ferramenta de desenvolvimento pessoal devido à sua essência holística</strong>, atuando paralelamente nas dimensões corpo, mente e espírito.&nbsp;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="727" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/02/capa-727x1024.png" alt="Macrobiótica" class="wp-image-14131" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/02/capa-727x1024.png 727w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/02/capa-213x300.png 213w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/02/capa-768x1081.png 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/02/capa-1091x1536.png 1091w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/02/capa-1455x2048.png 1455w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/02/capa-460x648.png 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/02/capa-160x225.png 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/02/capa-320x451.png 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/02/capa-480x676.png 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/02/capa-640x901.png 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/02/capa-960x1352.png 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/02/capa-1120x1577.png 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/02/capa.png 1500w" sizes="(max-width: 727px) 100vw, 727px" /></figure></div>



<p>Este livro é a minha visão e experiência com a macrobiótica, mas também sintetiza os últimos 5 anos em que trabalhei na área do desenvolvimento pessoal. Muito mais do que escrever um livro de receitas, para mim era importante traçar um caminho para a transformação pessoal, um manual prático com o potencial de mudança na vida de quem o ler.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas, afinal o que é a Macrobiótica?</strong></h2>



<p>A Macrobiótica é uma <strong>filosofia de vida ancestral, baseada na observação da natureza, que nos suporta no desenvolvimento do nosso potencial, enfatizando a importância da alimentação e do equilíbrio dos alimentos para alcançar saúde e uma vida plena</strong>.</p>



<p>Muito mais do que um regime alimentar, a macrobiótica <strong>é um estilo de vida </strong>que nos oferece um conjunto de princípios que nos inspiram a viver uma vida mais saudável e equilibrada &#8211; tão essencial num momento de crise pandémica mundial como a que estamos a viver&#8230;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que distingue a Macrobiótica de outras dietas?</strong></h2>



<p>Em termos alimentares, a Macrobiótica assenta em algumas premissas que a distinguem de outras dietas:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Os <strong>alimentos são locais e sazonais</strong> que se equilibram de maneira a nos oferecer uma energia mais estável e consistente para viver uma vida mais harmoniosa;&nbsp;</li><li>Os <strong>ingredientes são menos processados e apresentam-se na sua forma inteira/ integral tanto quanto possível</strong>, enfatizando os nutrientes dos alimentos no seu estado natural.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>12 Benefícios de um estilo de vida macrobiótico:</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-QBXjq' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list"><li>Melhoria geral da condição de saúde;</li><li>Redução da fadiga ou cansaço persistentes;</li><li>Melhoria do apetite;</li><li>Aumento da líbido;</li><li>Sono profundo e reparador;</li><li>Melhor gestão dos níveis de ansiedade e stress;</li><li>Melhoria da memória e da capacidade de foco;</li><li>Maior clareza no pensamento e rapidez na ação;</li><li>Capacidade de olhar para os desafios da vida como experiências de aprendizagem positivas;</li><li>Maior liberdade e controlo sobre o destino pessoal;</li><li>Elevação do nível de consciência;</li><li>Melhor compreensão da Unidade.</li></ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por onde começar a implementar uma mudança?</strong></h2>



<p>Nos dias que correm, observam-se grandes mudanças na perceção da relação entre alimentação e saúde. É cada vez mais comum encontrar dados científicos que suportam a teoria de que a alimentação afeta diretamente a nossa saúde.&nbsp;</p>



<p>Para a Macrobiótica, <strong>a alimentação determina a saúde e a condição dos nossos órgãos vitais</strong>, incluindo do cérebro. As qualidades dos nossos pensamentos, saúde mental e felicidade dependem largamente da quantidade e qualidade dos alimentos ingeridos. Desta forma, <strong>a alimentação pode ser o ponto de partida para transformações mais profundas</strong>.&nbsp;</p>



<p>Hoje em dia, torna-se cada vez mais comum ouvir falar sobre propósito e <a href="https://simplyflow.pt/uma-missao-de-vida-uma-verdade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">missão de vida</a>, sobre viver a partir de um espaço de ressonância com o coração e com o que nos faz felizes. Existem diversas filosofias que nos suportam no despertar espiritual e no desenvolvimento de uma nova consciência. Desejo que a Macrobiótica, através deste <a href="https://www.influencia.com.pt/livros/livro-base-da-macrobiotica" target="_blank" rel="noreferrer noopener">meu livro</a>, possa ser um suporte no seu processo individual e que marque o início da sua caminhada de regresso a casa.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-QBXjq' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
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		<title>Segunda oportunidade</title>
		<link>https://simplyflow.pt/segunda-oportunidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joel Neto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2021 23:01:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[Açores]]></category>
		<category><![CDATA[Esperança]]></category>
		<category><![CDATA[Joel Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[mudar]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda oportunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, com a minha aldeia e os meus cães, com o meu jardim e o meu pomar, com os meus livros e os meus leitores, com os meus amigos – hoje, sou um homem feliz. Quando é que eu teria usado em público essas palavras, “um homem feliz”, nos tempos de Lisboa? Mesmo que fosse realmente feliz: que vergonha teria sido usar tais termos – que falta de gosto, que irresponsabilidade...?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia em que voltei a aterrar nos Açores, desta vez com a intenção de ficar, não saberia dizer o preço de um quilo de arroz. Vinte anos antes, enfiara os pertences da juventude num grande saco camuflado que a minha mãe mandara comprar na base aérea americana e partira – mais do que em busca de sonhos – ansioso por sair dali para fora. Entretanto, e durante duas décadas, fizera de tudo: entrevistara chefes de estado, conhecera dezenas de países, ganhara muito dinheiro (e gastara-o sem piedade). Fora todas as personagens: o estudante insurrecto, o marido romântico, o chefe prepotente, o candidato a escritor. Cometera todos os erros: conduzira alcoolizado, dormira com mulheres que não eram a minha, envolvera-me em debates sobre cujo assunto não possuía um mínimo de conhecimento. Em suma, crescera em público, como dizia a canção – vivera. Vivera até em bom estilo, se considerássemos o contexto de onde vinha: pobre, rural, protestante, ilhéu – sucessivas ilhas dentro de outras ilhas. Proporcionara-mo Lisboa, a experiência e a aprendizagem. Nunca poderei agradecer-lhe tudo o que me deu. Mas a verdade é que voltava, ao fim de todo esse tempo, e não sabia o preço de um quilo de arroz.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Não sabia o preço de um quilo de arroz.</strong></h2>



<p>Nem como se assentava um tijolo a prumo. Nem em que mês floriam as camélias. Nem que se podia atear uma fogueira sem uma acendalha. Nem o que os pobres comiam ao jantar.</p>



<p>O que os pobres comem ao jantar. Agora que olho para trás, à distância de sete anos que eram para ter sido quatro e desde então deixei de me questionar sobre quantos serão, pode bem ter sido essa a maior de todas as instruções: o que os pobres comem ao jantar. Apesar de tudo o mais que adquiri, creio que nada me mudou tanto, emocional e intelectualmente, como a possibilidade de viver entre os pobres (na verdade, de voltar a viver entre os pobres). Porque os Açores são uma terra pobre. Ilhas deslumbrantes, com um resto singular de autenticidade e um povo tão caloroso como talvez já não existam muitos, lideram, paradoxalmente, todas as estatísticas nacionais de subdesenvolvimento humano – repito: todas as estatísticas nacionais de subdesenvolvimento humano – e estão, de muitos pontos de vista, a caminho de lado nenhum. E, quando eu tentei imaginar-me na pele de uma criança nascida sem meios num lugar assim, belo e desprovido de horizontes, fui obrigado a rever tudo aquilo em que acreditava sobre o papel do Estado, sobre a política partidária, sobre a própria ideologia – e, evidentemente, sobre as funções da arte.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um desvio estratégico.</strong></h2>



<p><strong>Partira de Lisboa </strong>com um intuito que era também o de um desvio estratégico. Tinha uma vida divertida, mas cara. Vivia nos bairros históricos, em casas dispendiosas e com hábitos dispendiosos também. Entretanto, as indústrias de que subsistia, os livros e os jornais, haviam entrado em falência. O futuro adivinhava-se sombrio, ademais quem sempre tinha prezado a ideia de independência. Estava triste, estava gordo e estava, provavelmente, deprimido – tinha deixado de fazer planos, como se me escasseasse agora o desígnio.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Contei a mim mesmo a mais bela história.</strong></h2>



<p>Não era coisa pouca, porque a mais nada me comprometera com a mesma convicção: haveria de fazer planos até ao fim. E, então, contei a mim mesmo a mais bela história. Lisboa era uma cidade maravilhosa – Lisboa é uma cidade maravilhosa –, mas talvez tivesse deixado de ser para mim. Já mudando-me para os Açores, onde de qualquer modo vinha passando cada vez mais tempo, poderia ter uma vida mais barata, consequentemente mais livre, seguramente mais saudável, indiscutivelmente mais bela e talvez até mais serena, contanto o demónio não se contivesse afinal dentro de mim.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Preencher os espaços em branco.</strong></h2>



<p>E, além disso, habitando a velha casa de família que adquirira anos antes, eu poderia não só emular os gestos dos meus antepassados, mas fazer uma espécie de diagnóstico diferencial da infância, separando o que de facto acontecera daquilo que a minha mente efabulara para preencher os espaços em branco. Talvez até escrever o romance, o romance grande, quem sabe o grande romance, que há tanto prometia a mim próprio tentar escrever.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tenho hoje uma vida mais barata, mais livre, mais saudável, mais bela e mais serena.</strong></h2>



<p>E não me cabe a mim determinar se esse romance aconteceu realmente. Até porque a minha grande preocupação é sempre o livro seguinte: ao pé do que procuro que o livro seguinte seja, todos os livros anteriores se resumem a sombras. Ouso acreditar, pela resposta dos leitores, dos críticos, dos editores ou dos jornalistas, que o facto de continuar aqui hoje signifique alguma coisa. De resto, creio poder dizer com suficiente convicção que, de facto, tenho hoje uma vida mais barata, mais livre, mais saudável, mais bela e mais serena do que alguma vez tive.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A urgência da esperança.&nbsp;</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-adofK' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Já se é também uma vida mais inteligente, como às vezes, imodestamente, tento persuadir-me de que é, devo-o em primeiro lugar aos pobres e ao facto de ter voltado a viver entre os pobres. A eles devo tudo o que hoje sei sobre a escassez de recursos, sobre o bem supremo da partilha, sobre a urgência da esperança e – sim – sobre quanto custa um quilo de arroz.</p>



<p>Dos diferentes géneros. Das diferentes marcas. Nos diferentes supermercados e mercearias.</p>



<p>E eu podia ter aprendido tudo isso – ou, pelo menos, boa parte disso – na cidade, sim. Mas aprendi-o no campo. Na Terra Chã, uma freguesia rural que foi rica e empobreceu. Na Terceira, a ilha das festas, das touradas à corda e de uma certa alucinação colectiva em que, estranhamente, reside grande parte do seu encanto. Nos Açores, as melhores ilhas do mundo segundo não sei quantos <em>rankings</em> para os quais o mundo é turismo e economia – da macro, evidentemente – e, no entanto, persistem o lugar mais pobre do país e, em muitos aspectos, da Europa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Queria integrar tudo o que o campo me pudesse acrescentar.&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>Dois cuidados, estou convencido,</strong> foram fundamentais para eu poder hoje celebrar essa experiência. O primeiro foi o esforço de manter um pé dentro e outro fora, como aliás é próprio de quem tem dois lugares. Por um lado, queria pertencer ao campo, mas sem deixar atrás a mundividência que trazia da cidade. Por outro, queria integrar tudo o que o campo me pudesse acrescentar, mas sem me deixar contaminar pelo que, nele, pudesse puxar-me para baixo.</p>



<p>E o segundo cuidado foi educar-me de modo a que nunca me passasse pela cabeça a ideia de que poderia industriar o campo, mostrar-lhe o caminho ou sequer elucidá-lo sobre a sabedoria que se continha nos seus modos de vida sem que, no fundo, ele próprio tivesse consciência disso. Conquanto conseguisse manter a humildade, evitando a condescendência, podia bem ser até que me mantivesse a salvo daquilo com que tantos urbanos transferidos para a ruralidade – e conhecia várias histórias trágicas – acabavam por decepcionar-se, frustrados nas suas expectativas missionárias, auto-redentoras e até moralistas que podiam perfeitamente ter ido dar às patranhas do <em>coaching</em> e da programação neurolinguística, e só por acaso tinham ido dar ao (e cito) “espaço rural”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Visto do campo, o cinismo urbano reduz-se àquilo que na verdade é: uma caricatura de si mesmo.&nbsp;</strong></h2>



<p>Que o campo seja também cruel, mesquinho e invejoso, como nos ensinaram Torga e tantos outros, tornou-se, assim, quase acessório. Ou instrumental: a espécie produzindo o seu espectáculo diário, para meu enriquecimento e talvez deleite. Também no campo a distância entre a nobreza da raiva e a abjecção do ódio é, muitas vezes, ínfima. Também no campo ignorância e arrogância se abraçam uma à outra como poderosos ímanes – como uma espécie de <em>yin</em> e <em>yang</em> do Mal. Mas, por outro lado, há menos espaço para esse misto de fanatismo ideológico, ligeireza histérica e autoritarismo da virtude a que, tantas vezes, o debate intelectual se cinge hoje. Visto do campo, o cinismo urbano reduz-se àquilo que na verdade é: uma caricatura de si mesmo. E, no lugar da solidão, está frequentemente a intimidade. Que permanece uma intimidade, mesmo no desespero – se calhar até sobretudo no desespero.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Na verdade, nada me interessa, hoje, se não for íntimo.&nbsp;</strong></h2>



<p>Na verdade, nada me interessa, hoje, se não for íntimo. Por isso passei a dividir as terras entre aquelas onde se pode ver as estrelas e aquelas onde não se pode. E, se em algum momento o merceeiro da aldeia se engana na minha conta da semana, eu pago na mesma e passo a colocar mais atenção no que compro – sem confrontações inúteis.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Regressar aos Açores privou-me de muita coisa.&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>Regressar aos Açores privou-me </strong>de muita coisa. Tirou-me um cartaz regular de cinema, por exemplo. Impediu-me de ouvir a TSF em qualquer lado. Desinformou-me sobre os novos restaurantes e as novas lojas e as novas tendências – reduziu-me o teatro, os concertos, a presença dos amigos de sempre, a companhia de boa parte da família. Deixou-me completamente – quase completamente – sem livrarias.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas deu-me perspectiva e noção das proporções.</strong></h2>



<p>Mas deu-me perspectiva e noção das proporções: o Portugal que se vê do meio do Oceano, o mundo que se descortina à distância, tem contornos tão francamente mais nítidos que, a mim, chega a parecer-me aberrante que alguma vez tenha pensado tanta coisa que pensei. Deu-me a paisagem: há algo na renovação da paisagem, nos seus ciclos incertos e inexoráveis, que permanece acima de tudo o mais. E deu-me os meus cães, o velho Melville, a sábia Jasmim, o buliçoso Gauguin: o que aprendi com eles não chega a caber neste texto – sobre a força da natureza, sobre o poder do cuidado, sobre a origem dos afectos, sobre o significado do tempo, sobre a estupidez de dois terços das dicotomias contemporâneas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Fui readquirindo o mais que me faltava.</strong></h2>



<p>E, entretanto, fui readquirindo o mais que me faltava, que o século XXI tem expedientes técnicos como nenhum outro teve. Também a ele devemos este privilégio, na verdade: ao progresso.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Hoje, sou um homem feliz.&nbsp;</strong></h2>



<p>Hoje, com a minha aldeia e os meus cães, com o meu jardim e o meu pomar, com os meus livros e os meus leitores, com os meus amigos – hoje, sou um homem feliz. Quando é que eu teria usado em público essas palavras, “um homem feliz”, nos tempos de Lisboa? Mesmo que fosse realmente feliz: que vergonha teria sido usar tais termos – que falta de gosto, que irresponsabilidade&#8230;?</p>



<p>Além do mais, desde quando a felicidade produziu literatura? Poucas vezes, talvez. Acontece que literatura é memória. E eu conservo a memória da infelicidade e da solidão. Conservo as impressões, conservo as histórias, conservo as personagens, conservo os lugares. Sobre eles escrevo também, à distância no espaço e no tempo. A distância tornou-se o mais negligenciado dos bens, mas nunca para um escritor. Inclusive – se calhar até principalmente – para um escritor a quem continua a acalentar a ideia de que o esperam noutro lugar (como um dia, tornando a partir, o acalentará a ideia de que o esperaram no lugar actual).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sem alegria, até levantar-me da cama, pela manhã, seria um suplício, como chegou a sê-lo.</strong></h2>



<p><strong>O regresso a casa. Agora que torno</strong> a pensar nele, talvez já nem seja bem um tema, e sim uma linguagem. Não creio que tenha esgotado ainda a minha relação com ela. Devo-lhe, hoje, a própria alegria. Creio que era Montaigne quem dizia não ser capaz de fazer o que quer que fosse sem alegria. Sei-o bem, agora: sem alegria, até levantar-me da cama, pela manhã, seria um suplício, como chegou a sê-lo. O trabalho está aí, para demonstrá-lo: sete livros nos últimos seis anos, contos em todo o tipo de publicações, centenas de crónicas com diferentes géneros de periodicidade, duas peças de teatro, um filme.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Continuo a investir contra o vento.&nbsp;</strong></h2>



<p>Falo dos números, da quantidade, porque tudo o mais é com o leitor, não comigo. A mim, interessa-me sobretudo esta constatação: nunca trabalhei tanto como hoje. Quanto ao resto, já se sabe, não há sucesso: apenas graus de fracasso. Mas até por isso continuo a investir contra o vento. Porque não saberia viver de outra maneira – em busca da possibilidade do Bem.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="681" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/01/O-TERCEIRO-SERVO-mail-681x1024.jpg" alt="" class="wp-image-13854" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/01/O-TERCEIRO-SERVO-mail-681x1024.jpg 681w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/01/O-TERCEIRO-SERVO-mail-199x300.jpg 199w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/01/O-TERCEIRO-SERVO-mail-768x1156.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/01/O-TERCEIRO-SERVO-mail-1021x1536.jpg 1021w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/01/O-TERCEIRO-SERVO-mail-1361x2048.jpg 1361w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/01/O-TERCEIRO-SERVO-mail-460x692.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/01/O-TERCEIRO-SERVO-mail-160x241.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/01/O-TERCEIRO-SERVO-mail-320x481.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/01/O-TERCEIRO-SERVO-mail-480x722.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/01/O-TERCEIRO-SERVO-mail-640x963.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/01/O-TERCEIRO-SERVO-mail-960x1444.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/01/O-TERCEIRO-SERVO-mail-1120x1685.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/01/O-TERCEIRO-SERVO-mail-scaled.jpg 1701w" sizes="(max-width: 681px) 100vw, 681px" /></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Em busca da possibilidade do Bem.&nbsp;</strong></h2>



<p>Quem não acredite em segundas oportunidades, pois está uma delas. Talvez de mais nada falem os meus livros, afinal: de uma segunda oportunidade.</p>



<p></div>
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		<title>Será que ele(a) vai mudar?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/vale-a-pena-ter-esperanca-que-elea-mude-mudar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[cláudia morais]]></category>
		<category><![CDATA[Esperança]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[relações]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Amorosas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando gostamos de uma pessoa mas não nos sentimos felizes na relação, agarramo-nos à esperança de que ele(a) mude e possamos voltar a ser felizes. Às vezes damos por nós a repetir os mesmos erros e a ter dúvidas. Será que ele(a) é capaz de mudar?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quando gostamos de uma pessoa mas não nos sentimos felizes na relação, agarramo-nos à esperança de que ele(a) mude e possamos voltar a ser felizes. Às vezes damos por nós a repetir os mesmos erros e a ter dúvidas. Será que ele(a) é capaz de mudar? Vale a pena ter essa esperança?</strong></p>



<p>Quando nos sentimos infelizes numa relação é provável que, mais cedo ou mais tarde, façamos um ultimato: «Ou tu mudas, ou a relação acaba». De uma maneira geral, estas palavras são fruto do cansaço, do desespero, da solidão e da mágoa, mas podem facilmente ser encaradas como uma manifestação de falta de amor. Afinal, já todos ouvimos dizer que «Amar é aceitar o outro como ele é» e que «Quem ama não tenta mudar o outro». Estes são clichês que são válidos para a maioria das relações, sobretudo quando falamos de alguns defeitos irritantes, mas inofensivos ou de hábitos de que não gostamos, mas que contribuem para a felicidade da pessoa que amamos.</p>



<p>Quando os comportamentos da pessoa que amamos nos magoam e/ou comprometem o nosso bem-estar e a nossa felicidade, é bom que nos queixemos, que demos voz ao nosso mal-estar e que ofereçamos à outra pessoa a oportunidade de fazer escolhas que nos ajudem a ser felizes. Isso é especialmente importante se se tratar de comportamentos abusivos, como a chantagem emocional, as humilhações, as ameaças ou as explosões. Nesse caso, é mesmo imperativo exigir um compromisso sólido com a mudança, sob pena de a nossa saúde emocional e a nossa autoestima ficarem comprometidas.</p>



<p>Quando a outra pessoa se sente aflita com o risco de a relação terminar e promete mudar, enchemo-nos de esperança num futuro melhor, mas a autenticidade demonstrada num momento de aflição pode dar lugar a uma mão cheia de nada e, então, voltamos a sentir-nos sem chão.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A boa notícia é que as pessoas mudam. A má notícia é que isso dá trabalho.&nbsp;</strong></h2>



<p>Todos nos lembramos de colegas de escola que, no final do ano letivo, se mostravam genuinamente aflitos com a perspetiva de reprovar e que suplicavam aos professores para que lhes dessem nota positiva. Em muitos desses casos, a aflição era acompanhada de um conjunto de promessas que se desvaneciam no ano seguinte. É fácil comprometermo-nos com a mudança, sobretudo quando há algo que valorizamos e que estejamos em risco de perder, mas <strong>algumas mudanças simplesmente vão requerer tempo e um grande investimento</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como é que podemos saber que ele(a) está mesmo disposto(a) a mudar?</strong></h2>



<p>Só o tempo nos poderá dar certezas absolutas sobre o grau de compromisso de uma pessoa, mas há alguns sinais a que podemos estar atentos e que podem alimentar a esperança de que ele(a) mude:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Arrependimento genuíno</strong></h3>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-fASYB' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Este é o primeiro passo para a mudança. Está longe de ser condição suficiente, mas é uma condição necessária. Se a pessoa de quem gosta estiver genuinamente arrependida, você vai perceber. O rosto dele(a) vai inundar-se de sofrimento e sentimentos de culpa. Esses sentimentos desconfortáveis são a alavanca para a mudança. Se, pelo contrário, a pessoa de quem gosta oscilar entre palavras de arrependimento e outras que, de forma explícita ou implícita, coloquem a responsabilidade do seu lado, é pouco provável que haja compromisso com a mudança. Por exemplo, se a pessoa que ama o(a) <a href="https://www.youtube.com/watch?v=REKtRYtMp4s" target="_blank" rel="noreferrer noopener">traiu</a> e, depois de numa primeira fase se ter mostrado arrependido(a), passar a dizer que você tem de esquecer o assunto e seguir em frente, dificilmente estará genuinamente capaz de empatizar com o seu sofrimento ou de se comprometer com mudanças. Se ele(a) tiver comportamentos abusivos e, perante as suas queixas, for exclamando «Tu és demasiado sensível», é pouco provável que haja mudanças sólidas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Há espaço para conversar sobre o que o(a) incomoda</strong></h3>



<p>Quando a pessoa está genuinamente empenhada em mudar e fazê-lo(a) feliz, há disponibilidade para conversar sobre os assuntos geradores de mal-estar. Isso não significa que dê pulos de contentamento ou que mostre uma paciência de santo(a). Significa que mostra que quer mesmo saber do que é que você precisa e que está empenhado(a) em investir em ações concretas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Investe gradualmente de forma diferente</strong></h3>



<p>Não há mudanças sem ação. Se voltarmos à metáfora da escola, você sabe que um aluno não está verdadeiramente comprometido com a mudança se continuar a dizer que estuda «amanhã». Quando queremos mudar, aproveitamos o hoje para fazer o que estiver ao nosso alcance. Se a pessoa que ama tem estado muito ausente, mais centrada no trabalho ou noutras prioridades, mas estiver comprometida com a mudança, é expectável que você observe um esforço genuíno para reservar tempo para a relação e que ele(a) tenha o cuidado de o(a) informar ou de o(a) consultar quando tiver de voltar a ficar a trabalhar até mais tarde. Se não estiver genuinamente comprometido(a), vai provavelmente escudar-se num conjunto de desculpas para repetir as escolhas de sempre.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Há transparência</strong></h3>



<p>Há poucas coisas que nos ofereçam tanta segurança como o facto de alguém fazer aquilo que diz que vai fazer, sem mentiras nem desculpas esfarrapadas. Quando a pessoa que amamos se mostra empenhada em restaurar a nossa confiança e assume uma postura clara e honesta, isso é sempre um bom sinal. Dizer a verdade não é sempre fácil, sobretudo se a confiança tiver sido quebrada – pode dar origem a alguma insegurança ou até a mal-entendidos. Mas, como é fácil de adivinhar, as mentiras provocam danos ainda maiores e são, invariavelmente, um sinal de que o compromisso com a mudança é muito débil.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Há planos a dois e a sua vontade é considerada</strong></h3>



<p>Uma das características de uma relação infeliz é o sentimento de desconsideração. Quando a pessoa que está ao nosso lado está excessivamente centrada em si mesma, acaba invariavelmente por fazer escolhas que nos magoam e que desconsideram a nossa vontade. Não há um verdadeiro compromisso. Pelo contrário, quando a relação é devidamente valorizada e há compromisso com a mudança, observamos que os nossos sentimentos e as nossas necessidades são tidos em conta e passa a ser possível sonhar a dois.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Ele(a) é capaz de pedir ajuda</strong></h3>



<p>Não há dúvida de que um compromisso é muito mais sólido quando é assumido publicamente. Quando uma pessoa decide fazer dieta ou deixar de fumar, sabe que se falar sobre isso com terceiros há uma probabilidade maior de essa mudança lhe ser “cobrada”. Essa pressão é uma alavanca para a mudança. Quando há comportamentos abusivos, uma traição ou outros acontecimentos que abalem a solidez de uma relação, é importante falar abertamente sobre o assunto com alguém que possa ajudar. Se a pessoa que ama está disponível para pedir ajuda profissional, esse é um bom sinal. Claro que, depois, é essencial que se comprometa com essa ajuda. Também é um sinal positivo se ele(a) assumir os próprios erros junto de familiares e amigos. Pelo contrário, querer esconder os problemas pode indicar alguma desvalorização e menor compromisso com a mudança.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qualquer um de nós é capaz de mudar.</strong></h2>



<p>Qualquer um de nós é capaz de mudar, mas, de uma maneira geral, precisamos de sentir-nos suficientemente desconfortáveis para implementarmos mudanças significativas. É natural que queiramos manter-nos na nossa zona de conforto indefinidamente. Se estivermos confortáveis e houver a mínima hipótese de a pessoa de quem gostamos nos aceitar exatamente como somos, não vamos fazer nada para mudar. Se ficar claro que ele(a) só vai manter-se na relação se houver mudanças sólidas, temos duas hipóteses: ou valorizamos mesmo a relação e arregaçamos as mangas com medo de a perder, ou mantemo-nos na nossa zona de conforto à espera que ele(a) ceda.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Temos de dar voz àquilo de que precisamos para sermos felizes.</strong></h2>



<p>Qualquer um de nós pode manter-se numa relação que não nos satisfaça. Fazemo-lo quase sempre com a esperança de que, mais cedo ou mais tarde, a outra pessoa se dê conta de que precisa mesmo de mudar. Na prática, somos nós que temos de dar voz àquilo de que precisamos para sermos felizes e isso pode passar por fazer escolhas difíceis, como <a href="https://simplyflow.pt/como-ultrapassar-o-fim-de-uma-relacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">afastarmo-nos</a> de alguém que amamos, mas que não é capaz de mudar.</p>



<p></div>
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		<item>
		<title>Equilíbrio ambiental: motivos para termos esperança em 2021</title>
		<link>https://simplyflow.pt/equilibrio-ambiental-motivos-para-termos-esperanca-em-2021/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eunice Maia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jan 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SUSTENTABILIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[2021]]></category>
		<category><![CDATA[ativismo ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[emergência climática]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Esperança]]></category>
		<category><![CDATA[Eunice Maia]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vivemos, sem dúvida, tempos de grande apreensão pelo frágil equilíbrio ambiental, pelo delicado estado da sustentabilidade do nosso mundo, mas há sinais de grande esperança e de oportunidades de mudança e regeneração em 2021. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Falar de esperança enquanto vivemos uma pandemia global e estamos (talvez ainda só no começo) sob o efeito das suas terríveis consequências pode parecer paradoxal e, até, estranho, deslocado da realidade… Afinal, o que está a acontecer à nossa casa comum é uma profunda crise. No entanto, <strong>se as crises trazem sempre consigo sofrimento e têm implicações trágicas, também é verdade que podem ser encaradas como uma oportunidade para (re)construir melhor o nosso mundo</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por um mundo melhor!</strong></h2>



<p>A história já nos mostrou inúmeras vezes como desastres e acontecimentos disruptivos se transformam em catalisadores e aceleradores de mudança a todos os níveis (luta pelos direitos humanos, igualdade de géneros, ciência e tecnologia,&#8230;). <strong>Este é, portanto, um momento decisivo para lermos os sinais do tempo e reinventarmos a relação que temos connosco, com os outros, com o planeta</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Podemos estar isolados, mas não estamos sozinhos.&nbsp;</strong></h2>



<p>O combate ao vírus implica o nosso confinamento e um certo sentido de solidão, mas derrotá-lo implica que colaboremos como nunca, que pensemos mais nos outros do que em nós. Este vírus veio, de uma certa forma, ensinar-nos a parar, a abrandar, a olhar para dentro, para o que fazemos e para o que somos. O vírus é imune ao que temos e ao estatuto social.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que já aprendemos com a COVID-19:</strong></h2>



<p>Esta aprendizagem da lentidão e do despojamento veio também mostrar-nos a importância dos laços de afeto, de vizinhança, de cooperação. <strong>O vírus veio ensinar-nos a amar melhor e a urgência de protegermos o que é frágil em nós e à nossa volta.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O equilíbrio ambiental está frágil e já vivemos numa situação de emergência climática.</strong></h2>



<p>Tudo isto pode ser transferido para o ativismo ambiental e para a situação de emergência climática que vivemos – que é, sem dúvida, um outro vírus &#8211; e que exige o mesmo tipo de ações e de veemência no seu combate: uma economia centrada num crescimento célere e constante, absolutamente dependente do consumo e do consumismo, hipercarbónica, ao serviço da extração imparável de recursos e da emissão de CO2, provocando o aquecimento global, uma sociedade que acumula objetos inúteis, descartando, enterrando e queimando esses mesmos objetos depois de os transformar rapidamente em resíduos, fenómenos meteorológicos extremos, deslocações populacionais em massa, progressiva subida do nível do mar, secas prolongadas, fome, ausência de acesso a água potável, vastas áreas devastadas em nome do cultivo intensivo e da criação de gado, sacrificando a biodiversidade e votando-a a um declínio irreversível. Um paradigma esgotado e que tem os dias contados num planeta cujos recursos exaurimos a um ritmo que inviabiliza a sua (auto)renovação. Tendo em conta a nossa pegada ecológica global, precisaríamos neste momento de 1.6 (Global Footprint Network) planetas para manter o nosso estilo de vida. E <strong>não há planeta B</strong>&#8230;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/01/equilibrioambiental1_Jan21-1024x683.jpg" alt="equilíbrio ambiental" class="wp-image-13764" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/01/equilibrioambiental1_Jan21-1024x683.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/01/equilibrioambiental1_Jan21-300x200.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/01/equilibrioambiental1_Jan21-768x512.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/01/equilibrioambiental1_Jan21-1536x1024.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/01/equilibrioambiental1_Jan21-460x307.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/01/equilibrioambiental1_Jan21-160x107.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/01/equilibrioambiental1_Jan21-320x213.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/01/equilibrioambiental1_Jan21-480x320.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/01/equilibrioambiental1_Jan21-640x427.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/01/equilibrioambiental1_Jan21-960x640.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/01/equilibrioambiental1_Jan21-1120x747.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/01/equilibrioambiental1_Jan21.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>



<p>Vivemos, sem dúvida, tempos de grande apreensão pelo frágil equilíbrio ambiental, pelo delicado estado da sustentabilidade do nosso mundo, <strong>mas há sinais de grande esperança e de oportunidades de mudança e regeneração em 2021</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>18 motivos de esperança em 2021:</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-MaBtu' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list"><li>O compromisso da União Europeia (2019-2024), através do seu <strong>Pacto Ecológico</strong>, em que a Europa seja o primeiro continente com impacto neutro no clima, assegurando que o seu crescimento económico esteja dissociado da exploração de recursos e de emissões líquidas de gases com efeito de estufa em 2050. A Presidência Portuguesa terá um importante papel na concretização ambiciosa deste Pacto nas suas diferentes áreas (energia/clima; zero poluição; biodiversidade; mobilidade, agricultura e indústria sustentáveis, &#8230;);</li><li>A discussão e posterior adoção por parte do Parlamento Português de uma <strong>Lei do Clima</strong>, imprescindível, de acordo com a Associação Zero, “para se conseguir uma lei de longo alcance para a sustentabilidade climática, intra e intergeracionalmente justa, apoiada no conhecimento científico, de aplicação abrangente, tecnológica e fiscalmente neutra, assente numa colaboração entre países e na internalização dos danos ambientais pelos atores-chave”;</li><li>O Plano Nacional de Energia e Clima para 2030 aponta a meta de 80% para a produção de eletricidade a partir de <strong>fontes de energia renováveis</strong> até 2030, juntamente com o aumento da capacidade instalada de todas as tecnologias renováveis;</li><li>Verificou-se um aumento significativo da procura e da disponibilização de incentivos a soluções de <strong>mobilidade suave</strong> por parte de algumas autarquias (por exemplo, bicicletas);</li><li>Algumas <strong>espécies em perigo </strong>em Portugal, segundo a Quercus, <strong>recuperaram</strong> (o abutre-preto &#8211; Aegypius monachus, a águia imperial ibérica &#8211; Aquila Adalberti);</li><li>Tendência clara no mercado de procura de <strong>produtos locais e biológicos</strong>, contrariando os circuitos longos agroalimentares e a produção intensiva, reforçando os laços com os pequenos produtores e com o comércio tradicional e de proximidade, com os mercados locais, muitas vezes por meio de encomenda de cabazes entregues ao domicílio, e sublinhando importância da capacidade de resiliência e autossuficiência promovidas pela vida em comunidade e pela economia circular;</li><li>A existência de um <strong>Plano Estratégico para a Política Agrícola Comum</strong> (2021-2027) que se distanciará do atual modelo de Intensificação agrícola assente em monoculturas, no regadio e no agro-negócio orientado exclusivamente para a exportação (ZERO);</li><li>Aplicação efetiva da diretiva comunitária da água para a <strong>defesa dos recurso hídricos </strong>do país;</li><li>O <strong>turismo rural e de Natureza</strong> afirmou-se como escolha de eleição dos portugueses, uma alternativa com menor impacto ao turismo massificado, que contribuiu para a redescoberta do seu próprio país e para a revalorização dos seus recursos naturais e culturais;</li><li>A <strong>importância da ciência</strong> como principal aliado na resolução dos problemas humanos e a confirmação de que é essencial investir em investigação científica;</li><li>O confinamento e permanência em casa permitiram desenvolver o hábito de confecionar mais vezes as próprias refeições, experimentando a produção caseira de pão, por exemplo. Acredito que a pandemia tenha sido também, para muitos, o pórtico de entrada para uma <strong>alimentação de base vegetal</strong>, reduzindo o consumo de alimentos de origem animal, e para a <strong>adoção de <a href="https://simplyflow.pt/5-dicas-para-reduzir-o-desperdicio-dentro-de-casa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">hábitos mais sustentáveis</a></strong>. Vale a pena, a este propósito, acompanhar e ser inspirado pelas iniciativas <a href="https://desafiovegetariano.com/">Desafio Vegetariano</a>, “nunca foi tão delicioso reduzir a pegada ecológica”, e <a href="https://www.instagram.com/janeirosustentavel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Janeiro Sustentável</a> (seguir o #janeirosustentavel nas redes sociais);</li><li>Consolidação do compromisso por parte de todos os agentes da cadeia alimentar para <strong>combater o desperdício alimentar</strong>. As grandes superfícies adotaram práticas de prevenção, redução e escoamento (cabazes, promoções, criação de subprodutos, colaboração com APP e projetos sociais); os projetos, associações, aplicações estão em franco crescimento e aliam impacto ambiental ao impacto social e económico (Zero Desperdício, Unidos contra o desperdício; Refood, Fruta Feia, Phenix Portugal, Too Good To Go, Equal Food,&#8230;);</li><li>Generalização da <strong>recolha seletiva de resíduos orgânicos</strong> e vários projetos de <strong>compostagem comunitária</strong> e de distribuição de compostores domésticos por todo o país;</li><li>Passos estratégicos e fundamentais na <strong>luta contra o desperdício têxtil</strong>: A ZERO DESPERDÍCIO lançou o projeto “Share2Use”, o qual se materializa na WebAPP ZERO DESPERDÍCIO, para combater o Desperdício Têxtil em Portugal. Esta plataforma colaborativa visa assegurar a comunicação e partilha de excedentes têxtil, entre doadores e beneficiários, reduzindo o desperdício e aumentando o ciclo de vida das peças de vestuário e/ou têxtil lar, através da revalorização, isto é, reutilização, recuperação ou reciclagem, de acordo com os princípios da economia circular. Este projeto procura gerar um movimento de combate ao desperdício têxtil, assegurar a medição de impacto ambiental, económico e social no fluxo têxtil e promover a visibilidade destes impactos na comunidade de forma inovadora e educativa perspetivando a mudança de comportamentos, em prol do Planeta e da Sociedade;</li><li>Como resposta à crise provocada pela pandemia, a União Europeia criou um <strong>pacote de financiamento para a recuperação económica</strong>, que inclui 1.824 mil milhões de euros, sendo 1.074 mil milhões para o Quadro Financeiro Plurianual para 2021-2027 e 750 mil milhões para o Next Generation EU, dos quais 30% são destinados à <strong>descarbonização</strong>, o que representa uma grande oportunidade de desenvolvimento do setor renovável na Europa e em Portugal. O nosso país anunciou também o seu P<strong>lano de Recuperação e Resiliência</strong> – Recuperar Portugal 2021-2026, com três dimensões estruturais: Resiliência, Transição Climática e Transição Digital, alocando cerca de 2,7 mil milhões às reformas para o clima com foco na mobilidade, na descarbonização e bioeconomia e na eficiência energética e renováveis;</li><li>Esta será a <strong>Década da Ação</strong> no que respeita aos objetivos de desenvolvimento sustentável definidos pelas Nações Unidas: “A Década da Ação implica a nossa própria superação enquanto espécie, não apenas para salvar o mundo moderno, mas para salvar o Planeta Terra”;</li><li>A <strong>luta pela justiça climática</strong> tem de ser também a luta pela justiça social: combater as alterações climáticas passa por assegurar o acesso e a abundância para TODOS e para sempre na Terra. Movimentos como Black Lives Matter e SOS Amazónia (“Importa ao líder indígena saber que quem atira no seu povo é o mesmo que polui seu rio, que leva o vírus a sua aldeia e que elimina espécies inteiras do planeta — e então, aí sim, há um real interesse de colaboração e entendimento sobre as várias faces da emergência climática.”) recordam-nos de forma aguda que a desigualdade social amplifica os efeitos nefastos da crise climática;</li><li>A <strong>Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas</strong>, em Novembro de 2021, em Glasgow (COP26), pode ser um marco histórico no mundo pós-pandemia, com novas metas por parte dos diferentes países, o <strong>regresso dos EUA ao Acordo de Paris</strong>, na sequência da eleição de Joe Biden.</li></ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Este é o momento de Recomeçar.</strong></h2>



<p>Este será, sem dúvida, um de “reset”, depois de um abanão global que vai (tem de!) dar lugar ao “restart”. Recomecemos, pois.&nbsp;</p>



<p>Acredito muito que <strong>o nosso exemplo, o nosso ativismo silencioso e a nossa crença inabalável num objetivo que é maior do que nós acabam por ser sementes</strong>, mesmo na terra menos arável.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Haja esperança e muita paciência!&nbsp;</strong></h2>



<p>Não vale a pena deixar que os céticos e os resistentes nos suguem a energia ou nos façam desanimar. Concentremo-nos nos que realmente querem mudar e nestes sinais que nos mostram o caminho e alegram o ânimo. E não julguemos os outros. <strong>Cada um tem o seu ritmo, o seu tempo, a sua caminhada de “transição ecológica”.</strong></p>



<p>Acredito, com a determinação que só a loucura lúcida às vezes nos dá, que é possível e que temos esse dever para com as gerações futuras.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A (r)evolução começa em cada um de nós.&nbsp;</strong></h2>



<p>Com passos pequeninos. É essa a força da utopia. Não interessa por onde começa, como começa, o importante é mesmo isso: começar. Porque, como diz Miguel Torga, «o que importa é partir, não é chegar». Comece já. Vamos juntos! Fique com este <a href="https://mcusercontent.com/f77432e99c95c0f13439c7ce3/files/ce9202d7-a0df-4188-9942-0dbd48a8ef58/E_book_Uma_vida_com_menos_desperdi_cio_compressed.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">e-book</a> gratuito com centenas de dicas para uma vida com menos desperdício e com uma sugestão de uma série documental portuguesa sobre projetos, pessoas e iniciativas que estão a fazer a diferença em Portugal na área da sustentabilidade: <a href="https://sic.pt/Programas/e-pra-amanha/episodios">&#8220;É p&#8217;ra Amanhã&#8221;</a>. Impossível não ficar com o coração a transbordar de esperança e inspiração depois de ver. Feliz 2021!</p>



<p></div>
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		<title>Atreve-te a mudar</title>
		<link>https://simplyflow.pt/atreve-te-a-mudar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Dec 2019 07:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Ano Novo]]></category>
		<category><![CDATA[fátima lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acredito profundamente que as mudanças nos trazem sempre algo positivo para as nossas vidas. Saber mudar&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Acredito profundamente que as mudanças nos trazem sempre algo positivo para as nossas vidas. Saber mudar é essencial para evoluirmos, para nos transformarmos e renovarmos. Para deixar para trás aquilo que já não nos serve e abraçarmos o novo.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Saber mudar é essencial.</strong></h2>



<p>Já vos falei sobre mudança<a href="https://simplyflow.pt/saber-mudar-e-essencial/"> neste texto</a>. Hoje quero falar-vos de um livro que é um autêntico manual para quem quer mudar, mas não sabe por onde começar e/ou para quem sente que estão sempre a aparecer adversidades que impeçam a mudança desejada.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que falta para dar o passo para a transformação que pretende para a sua vida?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-ftpnv' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'>



<p>A coach Diana Gaspar, formada em Psicologia Positiva, acredita que a sua maior missão é ajudar os outros a encontrarem as perguntas e respostas de que precisam para viverem como desejam e sonham. E acredito que este livro poderoso e transformador irá ajudar muita gente a, pelo menos, questionar-se sobre a sua atual situação e a começar a sonhar com uma nova vida que as faça vibrar.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“Atreve-te a mudar e constrói a vida que gostavas de viver”</strong></h2>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="684" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/12/Fatima_simply_flow-4-684x1024.jpg" alt="" class="wp-image-10780" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/12/Fatima_simply_flow-4-684x1024.jpg 684w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/12/Fatima_simply_flow-4-200x300.jpg 200w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/12/Fatima_simply_flow-4-768x1150.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/12/Fatima_simply_flow-4-460x689.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/12/Fatima_simply_flow-4-160x240.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/12/Fatima_simply_flow-4-320x479.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/12/Fatima_simply_flow-4-480x719.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/12/Fatima_simply_flow-4-640x959.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/12/Fatima_simply_flow-4-960x1438.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/12/Fatima_simply_flow-4-1120x1678.jpg 1120w" sizes="(max-width: 684px) 100vw, 684px" /></figure></div>



<p>Neste livro podemos entender de onde vem esta necessidade de mudar que, volta e meia, nos invade. Podemos aprender a criar uma nova realidade, mas não só. Podemos conhecer ainda dicas valiosas sobre como lidar com a opinião dos outros, como encarar frustrações e fracassos, que aprendizagens retirar de cada uma das situações com que nos deparamos.&nbsp;</p>



<p>Com exercícios práticos e as mensagens mais indicadas para nos fazer reflectir sobre a nossa vida, as nossas escolhas e os nossos objectivos, este é o livro ideal para iniciar um novo ano.</p>



<p class="has-small-font-size">Nota: Fotografias por <a href="https://www.instagram.com/fuifotografar/">Verónica Silva</a></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-ftpnv' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div> <br></p>
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		<title>Muda de vida</title>
		<link>https://simplyflow.pt/muda-de-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Caetano]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Nov 2019 08:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Caetano]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Muda de vida se tu não vives satisfeito Muda de vida, estás sempre a tempo de&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:right">“Muda de vida se tu não vives satisfeito</p>



<p style="text-align:right">Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar</p>



<p style="text-align:right">Muda de vida, não deves viver contrafeito</p>



<p style="text-align:right">Muda de vida, se há vida em ti a latejar”<br></p>



<p>Há músicas que são hinos, “abre-olhos” ou viagens no tempo. <a href="https://www.youtube.com/watch?v=Pqz9VZrOJAs">Esta</a> do António Variações consegue ser tudo.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O pedido de mudança é o principal motivo para se procurar um profissional de psicologia. </strong></h2>



<p>Uma relação tóxica, um vício, um emprego não satisfatório, a perda de alguém, um estado emocional que nos deixa desconfortáveis. Além disso <strong>somos cada vez mais incentivados a sair da zona de conforto, a arriscarmos e a pensarmos fora da caixa</strong>. Ou seja, mesmo que estejamos confortáveis/bem/acomodados, a mudança também é espicaçada. E ainda temos a máxima budista que considera a mudança como o estado mais permanente no universo. Recusar a mudança pode ser visto como estupidez, masoquismo e/ou preguiça. <strong>Assim, urge mudar e fazer diferente!</strong></p>



<p>Sem dúvida que <strong>às vezes é imperioso mudar, principalmente quando comprometemos a nossa saúde física e psicológica</strong>. Contudo, devemos evitar uma mudança só pela mudança, sem uma observação cuidadosa. Como em tanta coisa que nos rodeia, a virtude está a meio. O <a href="https://www.drdansiegel.com/">Dr. Dan Siegel</a> propõe um modelo&nbsp; interessante para nos guiarmos no “rio da vida”.&nbsp;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="449" height="523" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/11/6a5f83da5d2133f4b9f1ce45405a6052.jpg" alt="" class="wp-image-10547" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/11/6a5f83da5d2133f4b9f1ce45405a6052.jpg 449w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/11/6a5f83da5d2133f4b9f1ce45405a6052-258x300.jpg 258w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/11/6a5f83da5d2133f4b9f1ce45405a6052-160x186.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/11/6a5f83da5d2133f4b9f1ce45405a6052-320x373.jpg 320w" sizes="(max-width: 449px) 100vw, 449px" /></figure></div>



<p>Cada margem deste rio tem algo muito importante para o nosso desenvolvimento: numa das margens encontramos o Caos e na outra Rigidez.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A mudança é um dos símbolos máximos de caos. </strong></h2>



<p><strong>Avançamos para a novidade e não sabemos o que nos espera.</strong> Potenciamos novas rotinas, formas de estar, comunidades, aprendizagens… muito bom, enriquecedor e revigorante, mas não podemos permanecer indefinidamente neste caos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Precisamos de estabilidade para organizar o novo. </strong></h2>



<p><strong>Priorizar os valores aprendidos, descansar e contemplar o caminho feito e, daí, extrair sabedoria. </strong>Então aproximamo-nos da outra margem, onde a estabilidade e as certezas nos esperam. Mas, também aqui há um momento em que temos de abandonar o conforto… a estabilidade pode terminar em estagnação. E, eis-nos no porto de embarque para nova mudança. Assim, a mudança tem de ser observada, planeada, refletida.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A mudança tem de ser observada, planeada, refletida.</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-UWd5j' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'>



<p>Não deve ser entendida como um ato impulsivo, que acontece num momento, ligando um interruptor. <strong>A mudança pode começar interiormente e depois de reunidas as condições é que acontece no exterior</strong> (a mudança de carreira, por exemplo). <strong>Outras vezes a mudança acontece fora e temos de nos forçar a aceitá-la</strong> (a perda de alguém importante, por exemplo). Estamos a falar de um processo, com fases e desenvolvimentos. Encarar a mudança apenas de forma radical, afasta os mais avessos à mudança, porque isso lhes é contranatura e o melhor é mesmo cerrar os dentes e aguentar seja o que for. Também pode desiludir os mais atrevidos que após mudarem de emprego, penteado ou guarda-roupa, não sentem assim nada de tão diferente. Fica a questão…</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como podemos identificar se o momento é ou não de mudança?</strong></h2>



<p>Recomendo como bússola a relação que estabelecemos com esse grande desconhecido que convive 24 horas por dia connosco: nós mesmos. E assim,<strong> o autoconhecimento torna-se a chave de tudo</strong>.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-UWd5j' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div> <br></p>
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