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	<title>Arquivo de Mikaela Övén - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Arquivo de Mikaela Övén - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Tu és Brilhante</title>
		<link>https://simplyflow.pt/tu-es-brilhante/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mikaela Övén]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
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		<category><![CDATA[Parentalidade Consciente]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Vieira]]></category>
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		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Tu és Brilhante” procura revelar o brilhantismo de cada um de nós, exatamente como somos.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/tu-es-brilhante/">Tu és Brilhante</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>É normal e saudável querer ajudar crianças e jovens a desenvolverem competências, ultrapassarem desafios e resolverem problemas. A questão, claro, é como é que se faz isso de uma forma que seja adequada e sustentável. Muitas vezes, ao querermos ajudar, acabamos por não o conseguir fazer, o que pode ser frustrante e confuso.</strong></p>



<p>A <a href="https://simplyflow.pt/parentalidade-consciente-o-que-e/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Parentalidade Consciente</a> propõe uma série de princípios e valores que ajudam a encaminhar os nossos esforços e podem permitir, através de conversas orientadas, ajudar os mais novos a desenvolverem uma autoestima saudável, aumentarem a sua autoconfiança e descobrirem competências essenciais para a vida. Recorrendo a esses princípios e estratégias, escrevemos o “<a href="https://www.portoeditora.pt/produtos/ficha/tu-es-brilhante-/28612483" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tu és Brilhante</a>” e o feedback não podia ser melhor! São 12 histórias de crianças que lidam com os desafios próprios da sua idade e que, com a ajuda de pais, professores, irmãos mais velhos e outros familiares, descobrem novas e poderosas formas de se aceitarem, desafiarem e descobrirem novas soluções.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O potencial educativo e transformador das histórias e metáforas</strong></h2>



<p>Como instrutores de desenvolvimento pessoal há mais de uma década, utilizamos regularmente histórias e metáforas no nosso trabalho, conhecendo bem o seu potencial educativo e transformador. Ou não fossem as histórias um método milenar de passagem de valores e fomento de aprendizagens que nos encanta e capta a atenção. Quando essas histórias são desenhadas para incluir princípios, estimular reflexões e ensinar através do exemplo, ficamos em mãos com um instrumento muito útil e que pode fazer a diferença na forma como os mais pequenos aprendem e crescem.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma comunicação consciente e novas formas de interagir</strong></h2>



<p>Desde que foi publicado, o livro “Tu és Brilhante” tem merecido um feedback muito positivo e temos recebido muitos relatos de crianças e jovens que adoram as histórias e, mais importante ainda, conseguem transferir para a sua vida algumas das aprendizagens mais relevantes. Ao mesmo tempo, os adultos que contam as histórias aos filhos ou alunos estão também a aprender de forma intuitiva novas formas de conversarem e apoiarem os mais pequenos. Formas baseadas na comunicação consciente e em que se substituem velhas fórmulas desatualizadas por modernas formas de interação que estimulam vínculos seguros e relações saudáveis. Afinal de contas aquilo que realmente queremos como adultos que dão suporte ao desenvolvimento de crianças, não é?</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-QTKoG' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="693" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/12/Tu-es-brilhante-693x1024.jpg" alt="Tu és Brilhante" class="wp-image-21112" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/12/Tu-es-brilhante-693x1024.jpg 693w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/12/Tu-es-brilhante-203x300.jpg 203w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/12/Tu-es-brilhante-768x1135.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/12/Tu-es-brilhante-585x865.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/12/Tu-es-brilhante.jpg 799w" sizes="(max-width: 693px) 100vw, 693px" /></figure></div>


<p>Cada uma das histórias, para além da narrativa em si, contém também sugestões de perguntas de reflexão para discutir com as crianças no final da história – ou no dia seguinte. Curiosamente, muitas crianças tomam esta como a sua parte favorita e surpreendem com as suas respostas e a forma como entendem e integram os acontecimentos por que passam os personagens. Também os pais, professores e educadores têm à sua disposição comentários adicionais, no final do livro, para que possam ter ainda mais claros os princípios e estratégias usadas em cada uma das 12 histórias.</p>



<p><strong>“Tu és Brilhante” procura revelar o brilhantismo de cada um de nós, exatamente como somos, para que nos possamos sentir bem e com capacidade para lidar com a vida tal como esta se nos vai apresentando.</strong> Ou não fossemos, a começar pelas crianças, cheios de recursos e competências que nos permitem explorar a vida e sermos felizes!</p>



<p><strong>NOTA:</strong> Texto escrito em parceria com <a href="https://www.lifetraining.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pedro Vieira</a></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-QTKoG' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Inspiração para uma vida mágica</title>
		<link>https://simplyflow.pt/inspiracao-para-uma-vida-magica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mikaela Övén]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração para uma vida mágica]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Mikaela Övén]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A vida mágica acontece quando conseguimos lidar bem com a vida tal como esta se nos apresenta a cada instante. Uma definição simples e, ainda assim, muito rica e cheia de reflexões associadas.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/inspiracao-para-uma-vida-magica/">Inspiração para uma vida mágica</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O desejo por uma vida melhor, com mais realização e plenitude, parece ser relativamente comum. A maior parte das pessoas está interessada em poder ter melhores sensações e emoções, em lidar melhor com as dificuldades próprias da existência humana e desenhar trajetos de vida que possam realmente fazer a diferença. Daí a proliferação de livros de auto-ajuda, de cursos de desenvolvimento pessoal, de páginas inspiradoras nas redes sociais e de uma busca sincera e crescente de estratégias que promovam o bem-estar e a saúde mental.&nbsp;</strong></p>



<p>Como instrutores profissionais de desenvolvimento pessoal há mais de uma década, <a href="https://simplyflow.pt/author/mikaela-oven/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">eu</a> e o <a href="https://lifetraining.kartra.com/page/sitepedrovieira" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pedro</a> – o meu companheiro e com quem partilho muitos projetos, para além da família – recebemos diariamente muitas questões de clientes, alunos e seguidores sobre como viver melhor, como ter melhores relacionamentos, como comunicar melhor ou como compreender aquilo que realmente queremos. Por vezes, as questões têm este nível de abstração, outras vezes são bastante específicas, como, por exemplo: como fazer com que uma criança coma a sopa, como dizer que não a uma chefia tóxica ou como começar a fazer exercício físico de forma regular. Todas elas têm por trás a mesma ideia: deve ser possível, através de mudança daquilo que pensamos e fazemos, sentirmo-nos melhor. A pensar nisto, decidimos agrupar as questões recebidas mais habitualmente e responder em forma de livro às 11 perguntas mais comuns. E, assim nasceu o livro “<a href="https://www.portoeditora.pt/produtos/ficha/inspiracao-para-uma-vida-magica/24565137" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Inspiração Para Uma Vida Mágica</a>”!</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="662" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/Capa-662x1024.jpg" alt="vida mágica" class="wp-image-18459" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/Capa-662x1024.jpg 662w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/Capa-194x300.jpg 194w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/Capa-460x712.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/Capa-160x248.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/Capa-320x495.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/Capa-480x743.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/Capa-640x991.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/10/Capa.jpg 763w" sizes="(max-width: 662px) 100vw, 662px" /></figure></div>


<p>Para quem costuma acompanhar o nosso <a href="https://soundcloud.com/user-604003650" target="_blank" rel="noreferrer noopener">podcast</a>, que leva mais de 300 episódios, a definição de vida mágica não deve ser já uma surpresa. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A vida mágica acontece quando conseguimos lidar bem com a vida tal como esta se nos apresenta a cada instante. </strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-c9qRU' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Uma definição simples e, ainda assim, muito rica e cheia de reflexões associadas. São exatamente essas reflexões que desenvolvemos, com recurso a histórias e exemplo, neste livro, por forma a estimularmos esta <strong>capacidade de nos relacionarmos bem com as coisas tal como estas são</strong>. Repara que esta visão está longe de ser acomodada ou fatalista. Bem pelo contrário, <strong>a vida mágica inclui uma vertente bem ativista e interventiva, onde mobilizamos os nossos recursos para mudar o nosso mundo interior e também o mundo exterior</strong>. Aliás, essa é uma das ideias que explicamos pormenorizadamente no livro, pois acreditamos num desenvolvimento pessoal que é parte ativa do desenvolvimento social.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Podemos criar a nossa vida mágica ao mesmo tempo que favorecemos a vida mágica dos outros!</strong></h2>



<p>Escrever um livro com dicas e estratégias para a vida não é um projeto fácil, sobretudo para quem, como nós, acredita que as fórmulas falham mais do que acertam. Ainda assim existem um conjunto de experiências que, embora vividas de forma pessoal e subjetiva, são universais: temos rotinas mentais, sentimos emoções, procuramos relações, buscamos a satisfação de necessidades. É aí que está o estudo da vida mágica, no ganhar consciência e entendimento sobre aquilo que cada um perceciona e a forma como organiza a partir daí a sua forma de olhar e sentir o mundo. É aí que as mudanças, a acontecerem, se tornam realmente poderosas.&nbsp;</p>



<p>Inicialmente, quando nos conectamos com estas ideias e conceitos, parece que nada muda. Com o tempo, porém, percebemos que muda aquilo que temos de mais importante e central na existência humana – <strong>aprendemos a relacionar-nos bem com a vida tal como ela vai acontecendo, às vezes muito alinhada com o que queremos e outras vezes não, sempre mágica</strong>!</p>



<p><strong>NOTA:</strong> Texto escrito em parceria com Pedro Vieira</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-c9qRU' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Atividades fora do ecrã? Sim, é possível!</title>
		<link>https://simplyflow.pt/atividades-fora-do-ecra-sim-e-possivel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mikaela Övén]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Aug 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Atividades]]></category>
		<category><![CDATA[Caderno da Família Feliz]]></category>
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		<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Somos muitos os que nos preocupamos com o tempo que os nossos filhos passam em frente ao ecrã. Telemóveis, tablets, computadores, jogos de consola... e também TV, são presenças muito frequentes no nosso dia-a-dia. Às vezes, até em demasia... E quando decidimos intervir, os conflitos parecem inevitáveis. O que fazer para conseguir que a criança largue o ecrã e tenha motivação para outras coisas? </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/atividades-fora-do-ecra-sim-e-possivel/">Atividades fora do ecrã? Sim, é possível!</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Somos muitos os que nos preocupamos com o tempo que os nossos filhos passam em frente ao ecrã. Telemóveis, tablets, computadores, jogos de consola&#8230; e também TV, são presenças muito frequentes no nosso dia-a-dia. Às vezes, até em demasia&#8230; E quando decidimos intervir, os <a href="https://simplyflow.pt/como-lidar-com-as-birras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">conflitos</a> parecem inevitáveis.&nbsp;</p>



<p>Procuramos atividades giras na Internet, compramos livros espetaculares, como, por exemplo, “Caderno da Família Feliz”. Podemos sugerir mil e uma atividades diferentes, e nada tem tanta piada como o que está no ecrã. Podia-te apresentar aqui uma lista de atividades fantásticas, mas o principal problema continuaria o mesmo&#8230;&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que fazer para conseguir que a criança largue o ecrã e tenha motivação para outras coisas?</strong>&nbsp;</h2>



<p>Já te sugiro umas atividades, vamos primeiro <strong>refletir um pouco sobre a motivação e o que é necessário ter em mente</strong>.&nbsp;</p>



<p>A principal vantagem daquilo que se passa nos ecrãs dos nossos filhos é que satisfaz uma grande parte das suas necessidades emocionais. É divertido e diferenciado, oferece muitas vezes reconhecimento e sensação de importância, ajuda a conectar com amigos e pessoas com os mesmos valores e interesses, contribui com alguma previsibilidade e rotina. São poucas as atividades que de uma forma tão imediata satisfazem tantas necessidades.&nbsp;</p>



<p>Nós próprios sentimos os mesmos efeitos. São imensos os adultos que estão tão ou mais viciados que os próprios filhos. E são muitos os adultos que querem que as crianças se entretenham com outras coisas sem ser ecrãs enquanto eles próprios estão no seu telemóvel. Seria bom se nós adultos não tivéssemos de dar o exemplo, não seria? Ou seja, <strong>primeiro somos nós que temos de largar o nosso vício e estarmos disponíveis para nos envolver nas atividades que estamos a propor</strong>. E quando escolhemos atividades é importante termos em atenção aquelas necessidades que os nossos filhos mais parecem ter.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tenha em atenção aquelas necessidades que os seus filhos mais parecem ter.&nbsp;</strong></h2>



<p>Se temos um filho que é aventureiro e que gosta de coisas novas, talvez fazer caças ao ao tesouro, percursos de tipo Ninja Warrior, experiências científicas&#8230; Se temos um filho que gosta de competir e ganhar, então podemos introduzir momentos que satisfaçam essas necessidades, se procura reconhecimento atividades em que nos ficamos a conhecer melhor podem ser ótimas e é igual para aquelas crianças que procuram a pertença e a ligação. As crianças mais introvertidas e inseguras podem beneficiar de atividades mais previsíveis e seguras. Quantas mais necessidades uma atividade englobar, maior a probabilidade de a criança se envolver realmente nela.&nbsp;</p>



<p>No entanto, o primeiro passo não é sugerir uma atividade alternativa (e julgar os ecrãs como muitas vezes fazemos: “Já chega, tens que fazer outra coisa!”), <strong>o primeiro passo é interessarmo-nos por aquilo que a criança está a fazer no(s) seu(s) ecrã(s) para depois fazer a transição</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O Caderno da Família Feliz</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-qtRgK' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>O “<a href="https://www.portoeditora.pt/produtos/ficha/caderno-da-familia-feliz/24102878" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Caderno da Família Feliz</a>” foi construído tendo todas as principais necessidades emocionais em mente. <strong>É um lugar seguro onde pais e filhos podem partilhar momentos, valores e emoções, e de uma forma divertida aprofundar a conexão, o diálogo e a cumplicidade.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A prática da paciência</strong></h2>



<p>Uma das atividades propostas tem a ver com a prática da paciência. Não é por nada que dizemos que a paciência é uma virtude, certo? Não são só as crianças que são impacientes. Eu até diria que os adultos são mais impacientes que as crianças. Quando dizemos a uma criança “Tens de ter mais paciência?” o que é que se está a manifestar em nós?&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Algo muito giro para fazermos com os nossos filhos é refletir sobre os nossos níveis de paciência. A criança diz quando acha que os pais demonstram impaciência e os pais quando a criança demonstra impaciência. Podem também avaliar numa escala de 0-10 os seus níveis de paciência para depois, em conjunto, refletir sobre o que isso significa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O Frasco da Seca</strong></h2>



<p>Para muitos de nós é difícil ter paciência quando estamos a apanhar uma seca e não sabemos o que fazer. Para nos prevenirmos dessas situações, podemos criar um recipiente com atividades para esses momentos. É uma atividade particularmente útil, pois quase sempre que propomos algo sem ser ecrã há protestos e não se sabe o que fazer em alternativa. Então, o que costumo chamar “O Frasco da Seca” é uma ferramenta ótima. Para isso, precisamos de um frasco, papel e caneta. Cortem o papel em tiras e, em cada tira, escrevam uma atividade possível para esses momentos parados. Dobrem os papelinhos e coloquem no frasco. Da próxima vez que alguém estiver aborrecido ou impaciente, tiram um papel. E antecipadamente faz-se o acordo de que o que estiver no papel, é mesmo para fazer!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A entrevista da mente de principiante</strong></h2>



<p>A grande maioria das atividades no “Caderno da Família Feliz” são para fazer em conjunto, mas não são atividades apenas para as crianças, como, por exemplo, “A entrevista da mente de principiante”, onde nos entrevistamos um ao outro como se não nos conhecêssemos. Fazendo perguntas como:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li>“Se não tivesses o nome que tens, como gostarias de te chamar?”;</li><li>“Que experiência gostarias de ter que ainda não tiveste?”;</li><li>“De que tens medo?”.</li></ul>



<p>Outras propostas de atividades seguem nas imagens. E lembra-te, <strong>tens mesmo de fazer a tua parte. Se o fizeres, garanto momentos mesmo mágicos, para todos</strong>!&nbsp;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="700" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/08/CadernoFamiliaFeliz1_Ago21-700x1024.jpg" alt="ecrã" class="wp-image-15577" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/08/CadernoFamiliaFeliz1_Ago21-700x1024.jpg 700w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/08/CadernoFamiliaFeliz1_Ago21-205x300.jpg 205w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/08/CadernoFamiliaFeliz1_Ago21-768x1124.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/08/CadernoFamiliaFeliz1_Ago21-460x673.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/08/CadernoFamiliaFeliz1_Ago21-160x234.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/08/CadernoFamiliaFeliz1_Ago21-320x468.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/08/CadernoFamiliaFeliz1_Ago21-480x703.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/08/CadernoFamiliaFeliz1_Ago21-640x937.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/08/CadernoFamiliaFeliz1_Ago21.jpg 923w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="702" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/08/CadernoFamiliaFeliz2_Ago21-702x1024.jpg" alt="ecrã" class="wp-image-15578" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/08/CadernoFamiliaFeliz2_Ago21-702x1024.jpg 702w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/08/CadernoFamiliaFeliz2_Ago21-206x300.jpg 206w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/08/CadernoFamiliaFeliz2_Ago21-768x1121.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/08/CadernoFamiliaFeliz2_Ago21-460x671.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/08/CadernoFamiliaFeliz2_Ago21-160x234.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/08/CadernoFamiliaFeliz2_Ago21-320x467.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/08/CadernoFamiliaFeliz2_Ago21-480x701.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/08/CadernoFamiliaFeliz2_Ago21-640x934.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/08/CadernoFamiliaFeliz2_Ago21.jpg 953w" sizes="(max-width: 702px) 100vw, 702px" /></figure></div>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-qtRgK' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como lidar com as birras?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-lidar-com-as-birras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mikaela Övén]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Mikaela Övén]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Parentalidade Consciente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em tempos de pandemia, de confinamento, de restrições e incertezas é normal  haver uma maior dificuldade com a regulação emocional e que vejamos um aumento de birras (tanto por parte dos pais, como por parte dos filhos). Mas, afinal o que é exatamente uma birra? E como lidar com as birras?</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/como-lidar-com-as-birras/">Como lidar com as birras?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Em tempos de pandemia, de confinamento, de restrições e incertezas é normal&nbsp; haver uma maior dificuldade com a regulação emocional e que vejamos um aumento de birras (tanto por parte dos pais, como por parte dos filhos). Mas, afinal o que é exatamente uma birra? E como lidar com as birras?</strong></p>



<p><strong>Uma birra é uma desregulação emocional intensa.</strong> A criança perde a capacidade de lidar com as suas emoções (de forma socialmente apropriada) e na realidade não é nada estranho.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O nosso cérebro desenvolve-se de baixo para cima, da parte mais antiga para a parte mais recente, e essa informação interessa muito quando estamos a falar de birras e regulação emocional.&nbsp;</strong></h2>



<p>Simplificando, a parte mais primitiva do cérebro é o que desenvolve primeiro, o chamado <strong>cérebro reptiliano</strong>. Essa parte do cérebro controla o básico para a sobrevivência: frequência cardíaca, temperatura corporal, pressão arterial e outras características relacionadas à sobrevivência. Depois vem o <strong>cérebro límbico </strong>que é onde vivemos as nossas emoções (e é onde muitas crianças vivem a maior parte do tempo). Finalmente, temos o <strong>córtex</strong>, que controla o pensamento abstrato, a memória cognitiva e a capacidade de refletir e raciocinar.</p>



<p>Este conhecimento é importante termos como cuidadores de crianças quando queremos apoiar o seu desenvolvimento socioemocional, para que possam aprender a ter as suas necessidades atendidas de forma saudável. <strong>Sermos capazes de fazer uma ligação entre os comportamentos que vemos do lado de fora ao que está a acontecer do lado de dentro permite-nos lidar com os nossos filhos de uma forma diferente</strong> do que quando apenas acreditamos que temos de corrigir um “mau” comportamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>À medida que crescemos o nosso cérebro desenvolve junto com outras “funcionalidades” incríveis do nosso corpo.&nbsp;</strong></h2>



<p>Nomeadamente a “neurocepção”, um termo criado pelo cientista americano Dr. Stephen Porges. A nossa <strong>neurocepção </strong>é condicionada e “programada” mediante as experiências que vivemos e avalia a toda a hora se o contexto onde nos encontramos é seguro, inseguro ou se existe perigo de vida. Mediante essa avaliação inconsciente, temos uma reação e a desregulação ocorre quando respondemos à interpretação da neurocepção de uma forma que dispara o estado de alarme.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um adulto que observa as birras de uma criança habitualmente pensa que é um disparate e que não há necessidade de haver aquela reação.&nbsp;</strong></h2>



<p>No entanto, a nossa opinião como adulto interessa pouco, pois, <strong>a criança está a reagir em função de um processo interno que ela não controla</strong>. A neurocepção e todas as funcionalidades ligadas a ela existem para nos proteger de ameaças e garantir a nossa sobrevivência e a avaliação, não depende do que nós, como adultos, achamos, mas da forma como nos estamos a relacionar com a criança. A criança pode nos interpretar como perigosos ou como alguém que oferece segurança e quanto mais conscientes estivermos disso, melhor.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><strong>Mas, afinal o que são exatamente as birras? O que significam?</strong></strong></h2>



<p><strong>Quando uma criança faz uma birra, quer dizer que ela desligou a parte do cérebro onde ocorre o pensamento lógico (no córtex) e que está a agir a partir das partes inferiores, ou seja, que entrou num estado de luta ou fuga. </strong>Assim, a criança está menos perceptiva do tempo, menos cognitiva, mais reativa e muito mais emocional. Ou seja, a criança não consegue ouvir, aprender ou compreender o que lhe estamos a dizer. A maioria dos adultos, infelizmente, não tem este conhecimento tão determinante.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="793" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/birras2_Mar21-793x1024.jpg" alt="birras" class="wp-image-14270" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/birras2_Mar21-793x1024.jpg 793w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/birras2_Mar21-232x300.jpg 232w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/birras2_Mar21-768x992.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/birras2_Mar21-460x594.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/birras2_Mar21-160x207.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/birras2_Mar21-320x413.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/birras2_Mar21-480x620.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/birras2_Mar21-640x827.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/birras2_Mar21-960x1240.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/03/birras2_Mar21.jpg 991w" sizes="(max-width: 793px) 100vw, 793px" /></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Então, o que podemos fazer perante uma birra?&nbsp;</strong></h2>



<p>Se a nossa intenção é praticar uma parentalidade consciente e proporcionar um desenvolvimento socioemocional saudável, então vamos optar por seguir os <strong>3 R´s </strong>do neurocientista Dr Bruce Perry:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-9sy7W' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list"><li><strong>Regular:</strong> Quando a criança está desregulada (a fazer uma birra), o adulto precisa de se manter regulado. O nosso sistema nervoso é altamente influenciável pelo sistema nervoso dos outros. Isso significa que a desregulação da criança nos pode desregular também a nós, a não ser que tenhamos consciência disso e utilizarmos o processo ao nosso favor, mantendo-nos regulados para a criança poder co-regular-se connosco. Isto na prática pode ser um desafio. <strong>Respirar, ter paciência, não julgar e aceitar a situação e a criança como ela é, é o que temos a fazer para nos mantermos regulados no momento. </strong>Colocarmo-nos ao nível da criança fisicamente, falar com uma voz suave (com poucas palavras e nada de complexo, tal como: “eu sei, estou aqui”…), fazer uma festa ou abraçar (se a criança aceitar), estar plenamente presente, são os passos a seguir. A intenção aqui é fazermos com que a criança se sinta segura, calma e amada para podermos passar para o segundo passo;</li><li><strong>Relacionar: Quando a criança acalmar podemos começar a falar, a reconhecer e validar o seu estado </strong>falando um pouco mais. “Eu sei, é muito difícil para ti, querias muito…”; “Eu sei que estas coisas são super chatas…”. Tendo sempre em atenção o tom de voz e a linguagem não verbal, que devem ser suaves e calmos para manter a sensação de segurança, calma e amor;</li><li><strong>Refletir:</strong> Aqui a criança tem de estar novamente com o cérebro todo “ligado”. Ou seja, já vai conseguir pensar sobre o que aconteceu de uma forma mais lógica. Agora ela já consegue aprender e fazer diferente. Podemos <strong>falar sobre estratégias de como lidar com situações parecidas, sobre emoções e necessidades</strong>.</li></ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Para muitos adultos este método é bem desafiante.&nbsp;</strong></h2>



<p>Temos as nossas próprias histórias influenciadas pela nossa experiência de vida e as nossas crenças. <strong>As birras funcionam como gatilhos fortes de questões ainda por resolver em nós. </strong>Sensações de insuficiência, a busca de dignidade e controlo, a sensação de ser desrespeitado surgem… E a nossa primeira reação é tentarmos ganhar controlo da situação e da criança discutindo com ela, e, como não funciona, as coisas escalam, aparecem os gritos, a humilhação a punição… Parece que só o castigo ou a palmada é que põem fim a situação, e até podem pôr, a questão é, a custa de quê?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>As estratégias que fazem com que a criança se “renda”, no ponto de vista cerebral e de sistema nervoso, geram ainda mais medo.&nbsp;</strong></h2>



<p>A neurocepção não deteta apenas perigo, mas até ameaça de vida. A criança só tem acesso ao cérebro reptiliano, e tal como um réptil com muito medo, “congela”, entra num estado de shutdown e desiste de se tentar defender, pois tornou-se demasiado perigoso. Ela <strong>não aprende a autorregular, não aprende sobre emoções e sobre satisfação de necessidades de uma forma saudável, não aprende a relacionar-se bem com os outros</strong>. Sente-se mais insegura, sozinha, inadequada e desconectada de ti.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um berro, colocar a criança de </strong><strong><em>time out</em></strong><strong> ou dar uma palmada podem eventualmente por fim mais rapidamente à birra, mas ao utilizarmos técnicas de regulação que nos permitem construir relacionamentos saudáveis, o número de batalhas diminui imensamente.&nbsp;</strong></h2>



<p>Pois, na <a href="https://simplyflow.pt/parentalidade-consciente-o-que-e/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">parentalidade consciente</a>, sabemos que a solução está na relação e uma abordagem baseada na criação de relações saudáveis ajuda o teu filho a tornar-se capaz de refletir sobre o seu comportamento, as suas emoções e as suas necessidades junto contigo, ajuda-o a sentir-se seguro, ajuda-o a compreender e a saber colaborar quando isso é bom para ele e para os outros. Uma criança que consegue manter o cérebro todo ligado será capaz de tomar melhores decisões, será melhor a satisfazer as suas necessidades de forma saudável e terá a capacidade de contribuir para relações realmente felizes.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-9sy7W' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<title>Parentalidade Consciente nos dias de hoje</title>
		<link>https://simplyflow.pt/parentalidade-consciente-nos-dias-de-hoje/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mikaela Övén]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Apr 2019 07:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Mikaela Övén]]></category>
		<category><![CDATA[Parentalidade Consciente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A palavra Parentalidade Quando escrevo a palavra parentalidade nos programas de processamento de texto aparece sempre&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><b>A palavra Parentalidade</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando escrevo a palavra parentalidade nos programas de processamento de texto aparece sempre aquela risca com ondinhas debaixo, indicando que a palavra está errada. Aliás, aconteceu agora mesmo. O programa quer corrigir para “parental idade”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembro-me bem de quando comecei a falar em parentalidade consciente, não só a expressão em si, como a palavra “parentalidade” causava alguma confusão. Há uns anos a palavra nem sequer constava nos dicionários portugueses. Mas agora já encontramos definições. É um substantivo feminino que significa 1. Qualidade do que é parental. 2. Estado ou condição de quem é pai ou mãe (ex.: direitos de parentalidade).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E ao pesquisar pela palavra online encontro 1 290 000 resultados, tenho a certeza que vai aumentar. </span><b>Pois a parentalidade, está na moda. E ainda bem!</b><span style="font-weight: 400;"> Podemo-nos questionar dos porquês, mas o mais importante para mim é que cada vez mais pessoas estão a olhar para a sua parentalidade, conscientemente.</span></p>
<h2><b>Parentalidade Consciente</b></h2>
<p><b>Praticar uma </b><a href="https://simplyflow.pt/parentalidade-consciente-o-que-e/"><b>parentalidade consciente</b></a><b> quer dizer que temos consciência dos nossos atos, sabemos porque fazemos o que fazemos, e fazemos o que fazemos como uma escolha consciente alinhada com as nossas intenções.</b><span style="font-weight: 400;"> Para isso acontecer, é necessário algum trabalho, não com as crianças, mas o trabalho de desenvolvimento pessoal por parte dos pais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda há muita gente que acredita que a prática de parentalidade consciente tem a ver com as ferramentas, os métodos e as estratégias que utilizamos para educar as crianças e gerir os seus comportamentos; que a parentalidade consciente é definida por uma “caixa de ferramentas” de parentalidade diferente daquela que é o mais habitual.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora seja verdade que a prática de uma parentalidade consciente significa não colocar a criança de time out, não utilizar castigos ou recompensas, reconhecer em vez de elogiar, não utilizar palmadas etc., </span><b>estas ferramentas e estratégias surgem como uma consequência direta e natural de um trabalho interior e um questionamento feito pelos pais e cuidadores que a praticam</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><b>A prática da parentalidade consciente requer uma abertura por parte dos pais de olhar para dentro, de reconhecer a influência da sua própria educação, de questionar hábitos e crenças culturais, de assumir responsabilidade por aquilo que necessita de ser sarado, de assumir responsabilidade pelos seus pensamentos, os seus estados emocionais e o seu comportamento.</b></p>
<h2><b>Parentalidade “tradicional”</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde que comecei a falar do tema, no início desta década, o interesse tem aumentado exponencialmente. E as críticas também. </span><b>Nos dias de hoje temos os grandes adeptos, e os que ainda não entenderam que não estamos a falar de uma parentalidade permissiva e que as bases não são “hippie”, são da ciência.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cada vez mais pessoas sentem, e percebem, que a prática mais tradicional da parentalidade não está a funcionar. Veem, pela sua experiência própria, que as formas tradicionais de disciplinar e de punir, a autoridade imposta e o controlo, resultam em lutas de poder, desconexão, rebeldia e uma dependência de inventar castigos cada vez mais severos.</span></p>
<p><b>Esta parentalidade é uma parentalidade baseada em hábitos, crenças antigas e as próprias experiências de infância. Uma parentalidade que não foi questionada.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Curiosamente, na nossa sociedade, quando estas estratégias não funcionam existe um grande número de pessoas que diz que temos de aumentar a intensidade, utilizar mais do mesmo. Mais castigos, mais reprimendas, e mais palmadas. </span><b>A criança é tratada como um objeto que se tem de gerir.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nestes casos as crianças têm duas escolhas, mais rebeldia ou a submissão (que é quando as estratégias “funcionam”). Nenhuma das escolhas é boa para a sua saúde mental e emocional, de ninguém.</span></p>
<p><b>Na busca de algo diferente alguns pais tornam-se permissivos, quase um extremo oposto.</b><span style="font-weight: 400;"> As crianças ficam à deriva, talvez à procura de limites, mas acima de tudo à procura de contacto. Tudo anda à volta da criança. E uma criança que está sempre no centro, não se sente parte do todo. Mas isto não é parentalidade consciente. De todo. O problema torna-se parecido quando a criança, na parentalidade tradicional, tem de se esforçar e demonstrar que merece fazer parte (que só acontece quando se porta bem).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois temos ainda os permissivos que em momentos de muito stress e frustração se transformam em verdadeiros ditadores autoritários e a confusão para as crianças é muito grande.</span></p>
<h2><b>A prática da parentalidade consciente</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A parentalidade consciente propõe um foco na vida interior do pai ou da mãe, o “bom comportamento” consegue-se através da conexão com a criança e o entendimento das suas necessidades, sem serem precisos castigos e recompensas.</span></p>
<p><b>Os pais são altamente dedicados ao seu autoconhecimento e desenvolvimento pessoal</b><span style="font-weight: 400;"> e olham para a criança como um sujeito, uma espécie de professor. A intenção é que a criança faça sempre parte, não tem de lutar para fazer parte, nem a partir de um lugar “de fora”, nem a partir de um lugar onde ela é o centro de tudo.</span></p>
<p><b>Esta abordagem resulta numa conexão mais profunda, numa capacidade de influência grande, mais autocontrolo, melhor autoregulação e melhor gestão das emoções, por parte dos pais.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Algo que, cientificamente, nos demonstra resultar em maior bem-estar (de todos), maior autoregulação e mais colaboração por parte das crianças.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há anos que se ouvem chamadas de atenção por parte dos profissionais que tratam da saúde mental dos adultos. E há cada vez mais alertas sobre a saúde mental das nossas crianças e jovens. Os especialistas (conscientes) apontam para um determinador essencial para termos em mente, a forma de exercermos a parentalidade.</span></p>
<p><b>É urgente praticarmos uma parentalidade baseada em amor e ciência. </b><span style="font-weight: 400;">E não estou a falar de estudos que apenas avaliam comportamentos e a sua gestão. Estou a falar de neurociência, de estudos sobre vinculação, sobre trauma, sobre vícios, estudos sobre mindfulness e por aí fora. Temos cada vez mais evidências a mostrar o que realmente funciona se queremos educar crianças, e adultos, felizes que funcionam bem em sociedade.</span></p>
<p><b>O primeiro passo para alguém que ainda não refletiu sobre este tema é fazer duas perguntas: “Porque é que faço o que faço?”, “Qual é a minha intenção?” e mediante as suas respostas, entrar em ação. Assim, já estará a praticar parentalidade consciente.</b></p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/parentalidade-consciente-nos-dias-de-hoje/">Parentalidade Consciente nos dias de hoje</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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