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	<title>Arquivo de microbiota intestinal - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Arquivo de microbiota intestinal - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Probióticos e prebióticos: O que são e para que servem?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/probioticos-e-prebioticos-o-que-sao-e-para-que-servem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bárbara Marrucho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2025 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Bárbara Marrucho]]></category>
		<category><![CDATA[Intestinos]]></category>
		<category><![CDATA[microbiota intestinal]]></category>
		<category><![CDATA[Prebióticos]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde dos intestinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Probióticos e prebióticos são ferramentas poderosas, sim, mas devem ser usados com consciência, integrados num estilo de vida equilibrado.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/probioticos-e-prebioticos-o-que-sao-e-para-que-servem/">Probióticos e prebióticos: O que são e para que servem?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de falarmos sobre probióticos e prebióticos, é melhor lembrar que o intestino não serve apenas para digerir os alimentos. Ele tem um ecossistema com trilhões de micro-organismos, que se chama microbiota intestinal, que tem um papel essencial na digestão, regula 70% da nossa imunidade, produz o neurotransmissor da felicidade, a serotonina e, por isso, regula o humor, regula também o metabolismo, a produção de vitaminas e neurotransmissores, entre muitas outras. Quando essa microbiota está em equilíbrio, o corpo funciona melhor. Mas quando há um desequilíbrio, podem surgir sintomas como inchaço, alterações no trânsito intestinal, gripes e constipações frequentes, cansaço, alterações na pele e até alterações de humor. É aqui que entram os probióticos e prebióticos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que são probióticos?</strong></h2>



<p>Probióticos são micro-organismos vivos, como certas bactérias e leveduras, que, quando consumidos em quantidades adequadas, trazem benefícios à saúde. Eles ajudam a repor ou equilibrar a microbiota intestinal, especialmente depois de situações que a desequilibram, como o uso de antibióticos, episódios de infeções ou períodos de muito stress. A introdução de probióticos podem melhorar bastante sintomas gastrointestinais associados a estas situações.</p>



<p>Os probióticos estão presentes em alguns alimentos fermentados como, iogurte natural, kefir, kimchi, chucrute, kombucha, miso, tempeh. Mas nem todos os alimentos contêm estirpes eficazes em quantidade suficiente. É por isso que, em algumas situações, pode ser necessário recorrer a suplementos probióticos de qualidade, com estirpes específicas e cientificamente estudadas.</p>



<p>Importante: cada estirpe de probiótico tem uma função diferente. O ideal é que a escolha do suplemento seja feita por um profissional de saúde, com base nos seus sintomas, estado de saúde e objetivos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E os prebióticos, o que são?</strong></h2>



<p>Se os probióticos são os micro-organismos bons, os prebióticos são os alimentos que esses micro-organismos consomem; Ou seja, são ingredientes não digeríveis (normalmente fibras) que servem de combustível para estimular o crescimento e a atividade das boas bactérias no intestino.</p>



<p>Alguns exemplos de prebióticos incluem inulina, frutooligossacarídeos (FOS), galactooligossacarídeos (GOS), amido resistente. Estes compostos estão presentes em alimentos como: alho e cebola (especialmente crus), alho-francês, espargos, alcachofra, banana verde, aveia e leguminosas.</p>



<p>Uma alimentação rica em fibras naturais é, por si só, um ótimo apoio para a microbiota. Mas, tal como nos probióticos, há casos em que pode ser interessante suplementar com prebióticos específicos, especialmente quando o objetivo é estimular estirpes benéficas específicas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Probióticos + prebióticos</strong></h2>



<p>Quando usamos probióticos e prebióticos em conjunto, falamos de simbióticos, <strong>uma estratégia que une o melhor dos dois mundos</strong>. A ideia é fornecer, ao mesmo tempo, as bactérias boas e o alimento ideal para que elas sobrevivam e prosperem no intestino.</p>



<p>Essa combinação pode ser especialmente útil:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Após tratamentos com antibióticos;</li>



<li>Em situações de stress prolongado;</li>



<li>Em casos de obstipação crónica ou diarreia recorrente;</li>



<li>Para fortalecer a imunidade durante o outono e o inverno;</li>



<li>Ou como parte de um plano de recuperação do equilíbrio intestinal.</li>
</ul>



<p>No entanto, num intestino bastante desequilibrado, estes suplementos podem criar ainda mais sintomas, por isso, <strong>toda a suplementação deve ser sempre recomendada por um profissional de saúde</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como cuidar da saúde intestinal no dia a dia?</strong></h2>



<p>Muito mais do que depender de suplementos, a base de um intestino saudável está na alimentação e estilo de vida. Aqui ficam <strong>algumas estratégias simples que funcionam para uma boa microbiota</strong>:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-WAD02' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Alimente-se de forma variada e rica em fibras: inclua frutas, legumes, sementes, cereais integrais e leguminosas todos os dias;</li>



<li>Inclua alimentos fermentados naturalmente (como iogurte natural ou kefir) na sua rotina;</li>



<li>Hidrate-se bem: a água é essencial para o <a href="https://www.facebook.com/intestinology/posts/pfbid0sBF3sd7S3KK9y4iKugzaKLVfi2omYx426o3okKpVwCpb196sV82Fjn1L3P6zPwGZl" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bom funcionamento intestinal</a>;</li>



<li>Durma bem e cuide do stress: o intestino está diretamente ligado ao sistema nervoso e sente tudo;</li>



<li>Evite excesso de açúcar, álcool e alimentos ultraprocessados, que alimentam as bactérias “más”;</li>



<li>Movimente-se diariamente: o exercício físico ajuda no trânsito intestinal e no bem-estar geral;</li>



<li>E, claro, procure sempre o acompanhamento de um profissional de saúde, especialmente se tem sintomas frequentes ou doenças crónicas.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Num mundo cheio de promessas rápidas, é fácil cair na tentação de tomar “qualquer probiótico” ou seguir uma moda alimentar. Mas, quando falamos de microbiota e imunidade, não há soluções universais. O que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra, e pode até causar efeitos adversos.</strong></h2>



<p>Probióticos e prebióticos são ferramentas poderosas, sim, mas devem ser usados com consciência, integrados num estilo de vida equilibrado e, idealmente, com orientação profissional.</p>



<p><strong>Cuidar do seu </strong><a href="https://simplyflow.pt/plano-para-uma-barriga-feliz/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>intestino</strong></a><strong> é um passo fundamental para cuidar de si como um todo.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-WAD02' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>



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			</item>
		<item>
		<title>O que existe em comum entre todas as doenças autoimunes?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-que-existe-em-comum-entre-todas-as-doencas-autoimunes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Vasconcelos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Aug 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Vasconcelos]]></category>
		<category><![CDATA[doenças autoimunes]]></category>
		<category><![CDATA[Intestino]]></category>
		<category><![CDATA[microbiota intestinal]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A incidência das doenças autoimunes é cada vez maior, tendo-se verificado um aumento enorme no número de casos nos últimos anos. Muitos estudos correlacionam este aumento de casos com a forma como vivemos e com o ambiente.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-que-existe-em-comum-entre-todas-as-doencas-autoimunes/">O que existe em comum entre todas as doenças autoimunes?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A incidência das doenças autoimunes é cada vez maior, tendo-se verificado um aumento enorme no número de casos nos últimos anos. Muitos estudos correlacionam este aumento de casos com a forma como vivemos e com o ambiente. Fatores como má alimentação, toxicidade, descontrolo emocional, níveis de stress muito aumentados, baixa de melatonina porque dormimos pouco e mal, são verdadeiros gatilhos para o despoletar de autoimunidade. </strong></p>



<p><a href="https://simplyflow.pt/porque-se-fala-tanto-do-microbioma-e-do-intestino/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O intestino e a microbiota intestinal</a> estão desregulados em todas as pessoas portadoras de doenças autoimunes. Estes achados abrem portas para intervir na <strong>prevenção e controlo da evolução da doença</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que são doenças autoimunes?</strong></h2>



<p>As <strong>doenças autoimunes são desequilíbrios do sistema imunitário que se manifestam pelo ataque das células imunitárias ao próprio corpo</strong>, ou seja, é uma resposta imune específica contra um antígeno ou uma série de antigénios próprios</p>



<p>Cada vez existe mais este tipo de falhas imunitárias; <strong>estima-se que mais de 20% da população possa ter uma doença autoimune</strong>. A tiroidite de Hashimoto, a diabetes tipo 1, as doenças autoimunes intestinais como colite ulcerosa e doença de Crohn, a psoríase ou as sistemáticas como o lúpus (LES), a síndrome de Sjogren, a esclerose múltipla e a artrite reumatoide, são alguns exemplos que, infelizmente, têm cada vez maior incidência entre nós.&nbsp;</p>



<p>A notícia menos agradável é que os números dizem que as pessoas portadoras de uma doença autoimune têm um risco 4 a 5 vezes maior de contrair outra doença autoimune.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Entendimento da causa e não apenas a modulação do sintoma</strong></h2>



<p>A abordagem da medicina clássica relativamente às doenças autoimunes foca-se no uso de medicamentos que permitem melhorar a qualidade de vida dos doentes, reduzir a dor e travar os processos degenerativos. A solução terapêutica passa pela prescrição de anti-inflamatórios, corticosteróides e medicamentos imunossupressores que permitem “acalmar” o sistema imunitário e abafar os sintomas exacerbados que normalmente estão associados a estas doenças. Na fase aguda, entendo que estas constituem medidas eficazes, mas a abordagem não pode nem deve limitar-se à modulação do sintoma.&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>Quando entendemos que nas doenças autoimunes existe uma alteração da resposta imunitária que se prende com perda da tolerância imunitária e que resulta no aumento da reatividade contra antígenos próprios, percebemos que podemos atuar na regulação da causa.</strong></p>



<p>Existem 3 aspectos para os quais deve estar atenta/o:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>O controlo da resposta imunitária a nível intestinal;</li><li>O controlo de reativações de patógenos como vírus ou bactérias que por mimetismo molecular (similitude estrutural entre antígenos estranhos e antígenos próprios) pode estar na origem da autoimunidade;</li><li>Presença de toxinas que podem formar imuno-complexos capazes de despoletar reação imunológica.</li></ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É possível prevenir e modular doenças autoimunes?&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>Sim, é possível prevenir e modular a evolução das doenças autoimunes abordando a causa e não apenas o sintoma. </strong>Acredite,<strong> </strong>vale a pena alterar alguns hábitos para viver com mais saúde, prevenir e controlar a doença autoimune.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tudo começa no intestino.</strong></h2>



<p>Em todas as doenças autoimunes existe alteração da permeabilidade intestinal e ou desequilíbrio da microbiota intestinal. Quando o <a href="https://simplyflow.pt/10-dicas-para-cuidar-da-saude-do-seu-intestino/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">intestino</a> não está bem, as macromoléculas mal digeridas e provenientes da alimentação, as toxinas, restos bacterianos, os patógenos e os alérgenos entram através dos capilares que existem na parede intestinal, chegam à circulação sanguínea e há uma alteração das respostas imunitárias no intestino. O organismo vai reconhecer estas moléculas como invasores e vai reagir, produzindo anticorpos de defesa. Acontece que este ataque por parte dos anticorpos pode não ser dirigido apenas contra estes invasores, mas também contra algumas partes do corpo ou órgãos com similitudes moleculares, como células articulares, células do sistema nervoso, da pele, do pâncreas, da tiroide e muitas outras.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que fazer para controlar a doença?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-pCnLc' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Limpeza e equilíbrio intestinal;</li><li>Correção da alimentação;</li><li>Controlo do stress, ansiedade e desregulação do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (neuroimunoendocrinologia – conceito que relaciona as áreas neurológica e endócrina com a resposta imunitária);</li><li>Deteção de metais pesados, principalmente o mercúrio, muitas vezes proveniente das amálgamas dentárias, o alumínio das vacinas e dos produtos de higiene, entre tantos outros metais tóxicos;</li><li>Diminuição de xenoestrogénios – químicos que mimetizam o efeito dos estrogénios que funcionam como disruptores endócrinos. Inclui-se neste grupo os BPA (bisfenol A), os parabenos, os ftalatos que existem nos pesticidas, alguns produtos de higiene, os protetores solares, os plásticos, o fumo, os fertilizantes, etc.. A exposição contínua a estes produtos influencia muito negativamente a nossa saúde, especialmente o sistema imunitário;</li><li>Identificação de microrganismos. Estes podem assumir um papel de “gatilho” ou mesmo estar na origem de muitas doenças autoimunes. Identificar microrganismos em memória ou “adormecidos” em pessoas com doenças autoimunes é importante porque muitas vezes ocorre uma resposta tardia ou a reativação de alguns microrganismos.&nbsp;</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que comer?</strong></h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Legumes, vegetais e fibras;</li><li>Frutas;</li><li>Carne e Peixe;</li><li>Ovos;</li><li>Cogumelos;</li><li>Farinhas de Oleaginosas;</li><li>Gordura saudável (ómega 3 e 6);</li><li>Sementes;</li><li>Tubérculos.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que não deve comer?</strong></h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Caseína/lactose (produtos lácteos);</li><li>Glúten;</li><li>Cereais;</li><li>Excesso de carne, pré-embalados, industrializados;</li><li>Lecitinas (por exemplo, leguminosas);</li><li>OGM (produtos geneticamente modificados);</li><li>Aditivos alimentares (E407), edulcorantes;</li><li>Açúcar;</li><li>Refinados;</li><li>Óleos e gorduras vegetais (girassol, canola).</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os vírus são os principais culpados</strong></h2>



<p>Está amplamente documentada a relação entre doenças autoimunes e infeções crónicas por vírus, bactérias, fungos e outros microrganismos.</p>



<p>O sistema imunitário, a partir da exposição a antígenos desconhecidos, desenvolve respostas anormais contra as moléculas dos tecidos do próprio corpo e começa a auto atacar-se. O imuno-complexo suscetível de ser atacado pode ser um metal pesado, uma bactéria inativa (hapteno), resultantes de infeções anteriores, ou infeções persistentes como as infeções víricas.&nbsp;</p>



<p>O vírus de Epstein-Barr (EBV) talvez seja o vírus mais estudado e relacionado com autoimunidade pela sua parecença com diversas partes do nosso corpo, fenómeno conhecido por mimetismo molecular</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>6 Mitos sobre doenças autoimunes</strong></h2>



<p>Infelizmente muitas pessoas portadoras de doenças autoimunes ainda acreditam em alguns conceitos que já estão desatualizados pela evidência científica que nos surge diariamente. Estes são mitos e, por isso, ideias pré-concebidas que não traduzem a realidade.&nbsp;</p>



<p><strong>Na doença autoimune, não é verdade:</strong></p>



<ol class="wp-block-list"><li>pode ser controlada, mas nunca prevenida ou revertida –<strong> Verdade, pode ser controlada</strong>;</li><li>conformismo, é a genética &#8211; <strong>Verdade, podemos controlar a genética</strong>;</li><li>o sistema imune não se pode controlar &#8211; <strong>Verdade, pode ser modulado</strong>;</li><li>microbioma e o intestino não interferem na evolução da doença &#8211; <strong>Verdade, é a principal causa</strong>;</li><li>dieta sem glúten não faz nenhuma diferença &#8211; <strong>Verdade, faz toda a diferença e pode até mesmo inverter as doenças</strong>;</li><li>sintomatologia não melhora sem medicação química &#8211; <strong>Verdade, melhora e inverte sem químicos.</strong></li></ol>



<p><strong>Se é portador de uma doença autoimune não hesite: altere os seus hábitos, mude a alimentação, trate do seu intestino e viva com mais saúde</strong>.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-pCnLc' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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