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	<title>Arquivo de Mente - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Arquivo de Mente - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<item>
		<title>O poder do foco</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-poder-do-foco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jan 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[foco]]></category>
		<category><![CDATA[Mente]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[O poder da mente]]></category>
		<category><![CDATA[O poder do foco]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O foco determina a direção da vida e ao mudarmos o foco mudamos a nossa vida. Por isso, nada  melhor do que percebermos o poder do foco e usá-lo a nosso favor.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-poder-do-foco/">O poder do foco</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O foco determina a direção da vida e ao mudarmos o foco mudamos a nossa vida. Por isso, nada melhor do que percebermos o poder do foco e usá-lo a nosso favor.</strong></p>



<p>As perspetivas para este ano podem ser incríveis se eu começar já hoje a estar atenta a onde passo a maior parte do meu tempo focada.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas, o que é o foco?</strong></h2>



<p>Para percebermos rapidamente o que é o foco e porque ele tem tanta importância na nossa vida, imaginemos uma lupa. Quando a direcionamos a algo faz aumentar substancialmente o tamanho do objeto, da imagem, o que for que estivermos a ver através dela. A lupa é como se fosse o nosso foco, ou seja, <strong>no que eu me focar estou a aumentar substancialmente de tamanho aquilo em que me estou a concentrar</strong>. Logo, se eu me focar no que não controlo ou no que é negativo estarei a dar a importância ou dimensão que não tem. É uma total perda de tempo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sabia que o foco é um dos 3 principais modeladores do significado?</strong></h2>



<p>Sendo o foco um dos 3 principais modeladores do significado &#8211; e o significado é que dispara uma emoção &#8211; então, <strong>eu tenho o poder de alterar o que sinto através do significado que estou a dar a cada evento, situação ou momento na minha vida se direcionar o meu foco para algo que me empodera, controlo ou me serve</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>As pessoas passam 90% do tempo focadas em problemas e apenas 10% focadas em soluções.&nbsp;</strong></h2>



<p>Ora, se eu estou a dedicar a minha energia, concentração e esforço aos problemas, não vejo as soluções. Certo?&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma boa forma de redirecionar o foco dos problemas para as soluções é fazermos melhores perguntas.&nbsp;</strong></h2>



<p>Muita atenção às <a href="https://simplyflow.pt/as-perguntas-que-podem-mudar-a-sua-vida/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">perguntas</a> que fazemos no dia-a-dia sem nos apercebermos, pois elas condicionam o nosso foco. Se eu constantemente me pergunto: “Porque é que isto me aconteceu?”, “Porque tudo é assim comigo?”, o meu foco está no problema. Se eu me perguntar: “O que eu posso fazer com o que me aconteceu para…?”, então o meu foco está em soluções.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A minha comunicação externa é o resultado da minha comunicação interna.</strong></h2>



<p>E o que é que isto significa? Que o que me pergunto a mim mesma faz direcionar o meu foco para problemas ou soluções. Então, é importante que nos questionemos: <strong>De que forma, positiva ou negativa, é que estas perguntas estão a influenciar a minha vida?</strong></p>



<p>Desafio-vos a agarrarem numa folha e numa caneta e escrevam o que está a acontecer convosco. Será um bom momento de reflexão e ao mesmo tempo impulsionador.</p>



<p>Reforçando ainda mais o poder do foco, e como ele pode ser fortemente limitador da nossa ação e baixar a nossa produtividade, além de nos focarmos a maior parte do tempo em problemas, em 90% do nosso tempo estamos focados em situações que não controlamos e não influenciamos. Uma boa analogia é visualizarmos um ovo estrelado no prato, sendo que o prato é o que eu não controlo, a clara o que eu não influencio e apenas a gema é o que eu, sim, controlo e influencio. É na gema que devo alocar todo o meu foco. Ou seja, a minha energia, alegria, pensamento, esforço e dedicação porque é só no que controlo ou posso influenciar que eu posso agir e fazer acontecer, pois depende diretamente de mim. Tudo o que eu fizer não é em vão. Estamos a dirigir os nossos recursos para o alvo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Onde passa a maior parte do seu tempo &#8211; no passado, no presente ou no futuro?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-u9Bj5' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Ainda sobre a percentagem do nosso tempo sobre a alocação do nosso foco, se eu lhe perguntasse, partindo de 100% como distribui, até agora, o tempo que passa focada/o no passado, presente ou futuro qual seria a sua resposta? </p>



<p>Os estudos mostram garantidamente que as pessoas passam mais tempo focadas no passado ou no futuro. Ora, nem num tempo, nem noutro podemos agir, trabalhar ou decidir.&nbsp;</p>



<p>As pessoas que estão focadas no futuro a maior parte do tempo estão ansiosas e vivem com medo de falhar, de não conseguir e limitam-se nas suas tomadas de decisões. Vivem só na certeza do que vai “dar certo” e procuram estabilidade, o que não as permite crescer e desenvolver. Já que ações no futuro pressupõem incerteza e o medo faz parte.&nbsp;</p>



<p>Em relação às pessoas que estão a maior parte do seu tempo focadas no passado, essas vivem com sintomas depressivos, lamentam-se pelos eventos ocorridos e as desculpas são uma constante diária justificando a falta de ação.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A realidade é que podemos condicionar positivamente o nosso futuro, mas a agir no agora.&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>Só no presente podemos intervir</strong>!<strong> </strong>E, mais uma vez, o foco tem que ser neste sentido: no que eu posso fazer, no que me serve, nas ações que eu posso aplicar agora e me vão impulsionar.&nbsp;</p>



<p>A vida não avança a olhar pelo espelho retrovisor! Por isso ele é tão pequenino e serve apenas para eu validar o que ficou ou está para trás e que me serve de lição para seguir o meu caminho com todo o conhecimento adquirido. O foco é no vidro da frente, é grande e permite uma ampla visão sobre o caminho. Assim, eu posso meter a primeira e começar a viagem!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Última questão: Está focada/o no positivo ou no negativo?&nbsp;</strong></h2>



<p>Sabemos que a mente humana tendencialmente procura o negativo. Poderia dar-vos variadíssimos exemplos a que assistimos e vivemos diariamente, várias vezes ao longo do dia. Um exemplo muito atual que explica o poder da mente são os comentários que recebemos por termos feito uma publicação numa das nossas redes sociais. Imaginando que temos 50 comentários positivos e 1 negativo, qual é que nós vamos prestar atenção e nos vamos focar?&nbsp;</p>



<p>Quando vamos fazer algo novo e nos perguntam, já sabes o que queres? Como vai ser? Seja novo emprego, novo relacionamento, nova decisão… Quantas vezes ouvimos como resposta: “Sei o que não quero”? <strong>Se eu estou focada no que não quero, como é que a minha mente vai saber o caminho, o que eu quero realmente? </strong>O positivo!</p>



<p>Não vou comer mais doces, açúcares processados. A mente não quer dor, sacrifícios ou perder. Por isso, vai condicionar o nosso comportamento ao prazer mais rápido e imediato. E lá voltamos nós a cair e a comer. Se eu lhe der as indicações para o caminho &#8211; foco no positivo, como, por exemplo: “Eu tomei a decisão de não ingerir mais açúcares processados e vou comer açúcares saudáveis só da fruta” &#8211; a mudança acontece.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O poder está em nós.</strong></h2>



<p><strong>Podemos e devemos ser os comandantes da nossa vida!</strong> Comecemos, então, a prestar mais atenção onde nos focamos a maior parte do tempo.&nbsp;</p>



<p>Para isso basta perguntarem-se:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li><a href="https://www.facebook.com/alexandraguimaraes.coach/videos/615048099610121/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Controlo ou não?</a> </li><li>Posso influenciar? Se não, nem perder tempo sequer.</li><li>Estou focado no problema ou na solução? </li><li>Presente, passado ou futuro? </li><li>Serve-me, faz-me evoluir?   </li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Para onde o foco vai é o que vais obter!</strong></h2>



<p><strong>Investe, então, 90% da tua energia, do teu tempo, da tua dedicação e do teu esforço em soluções, no presente e no positivo do que controlas.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-u9Bj5' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como acalmar a mente em 3 passos</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-acalmar-a-mente-em-3-passos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andreia Lourador]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Aug 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Acalmar a mente]]></category>
		<category><![CDATA[Andreia Lourador]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mente]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das consequências desta cultura imediatista em que vivemos é a ansiedade. Mas como enfrentar essa situação? Como acalmar a mente? </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Se por um lado, a evolução nos trouxe inúmeros recursos que nos ajudam a otimizar o nosso dia a dia, por outro, também potencializa a cultura do imediatismo. Parece que ninguém sabe mais esperar; a paciência tornou-se algo raro. O excesso de afazeres, de estímulos e informações contribuem para um problema comum a uma boa parte das pessoas que habitam o globo: a mente agitada. Aprenda como acalmar a mente em apenas 3 passos.&nbsp;</strong></p>



<p>Vivemos na Era do imediatismo. Recebemos a todo o momento uma enxurrada de informações de inúmeras fontes e <strong>estamos sempre conectados</strong>, em smartphones, computadores ou tablets. Simultaneamente, precisamos ser rápidos a compreender e a responder a essas informações. <strong>Tudo tem que ser imediato, executado no agora.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por onde começamos?</strong></h2>



<p>Não sabemos. Tudo é urgente. <strong>Perdemos o discernimento em distinguir o que é urgente, prioritário e importante.</strong> E se tudo é urgente, por onde começamos primeiro? Por tudo, e por isso, por nada! E <strong>começamos a sentir dificuldade em sair do círculo imediatista, porque essa cultura envolve-nos de tal maneira que ficamos paralisados</strong>. Isso acontece porque, a todo o momento, surgem coisas novas e <strong>sentimo-nos na obrigação de dar conta de tudo</strong>. Portanto, <strong>perdemos a capacidade de planear e de priorizar as nossas atividades, o que pode transformar o quotidiano num verdadeiro caos</strong>. E, mais do que isso, <strong>pode até adoecer-nos, física e psicologicamente</strong>. Os resultados podem ser catastróficos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como acalmar a mente?</strong></h2>



<p>Uma das consequências desta cultura imediatista em que vivemos é a ansiedade. Mas como enfrentar essa situação? Habitue-se a disciplinar a sua mente.</p>



<p>Vamos, então, aprender <strong>3 passos para acalmar a mente</strong>:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-53NGd' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Organize a rotina</strong></h3>



<p>Delimitar o quê, quando, onde e como uma tarefa deve ser realizada evita a ansiedade, o stress e preocupações desnecessárias. Habitue-se a planear, para não viver a controlar. Viver em controlo aumenta a nossa ansiedade, o planeamento aumenta a nossa eficácia. Escolha!</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Ocupe-se, não se Preocupe</strong></h3>



<p>Só porque acha algo, não significa que isso seja verdade. Os pensamentos ansiosos são, muitas vezes, irracionais ou distorcidos. Lembre-se: pensamentos não são factos.</p>



<p>Ocupe o seu tempo, ocupe o seu espaço, ocupe a sua mente, mas apenas com a realidade. Quem vive preocupado, não vive ocupado. A mente não consegue assumir estas duas tarefas. Ou estamos ocupados ou preocupados, porque como nos diz a própria palavra, (pre)ocupação consiste em ocupar-nos com algo que ainda não é.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Esteja e seja Presente</strong></h3>



<p>Faça do mindfulness um hábito. Esteja consciente do que se passa à sua volta, das suas <a href="https://simplyflow.pt/porque-temos-vazios-emocionais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">emoções</a>, do seu corpo. Toda a nossa vida acontece no agora, no presente. Não existe nenhum outro momento que não seja agora! Quando a mente estiver agitada, pare. Feche os olhos, interrompa por breves instantes o contacto com o mundo. Concentre-se no seu corpo. Respire calmamente. A respiração controlada suspende a ansiedade no cérebro porque ativa o sistema nervoso parassimpático.</p>



<p><strong>Aprenda a viver conectado com o mundo, mas sem nunca se desconectar de si!</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-53NGd' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>A importância de chegarmos a todos</title>
		<link>https://simplyflow.pt/doencas-mentais-a-importancia-de-chegarmos-a-todos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diogo Telles Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Nov 2020 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Diogo Telles Correia]]></category>
		<category><![CDATA[Mente]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Simply Flow by Fátima Lopes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todos os anos 1 em cada 4 portugueses é diagnosticado com uma doença mental. E os estudos indicam que as doenças mentais são, precisamente, aquelas que maior incapacidade provocam. Por isso mesmo, temos de nos preocupar com o sofrimento que causam às pessoas.  </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>As doenças mentais afectam todos os anos, 1 em cada 4 dos portugueses. Estes números são elevados em todo mundo, mas Portugal consegue ser dos países europeus com um índice maior de doenças mentais. Os estudos indicam que as doenças mentais são aquelas que mais provocam incapacidade, em termos de dias de incapacidade. Isto significa que as doenças mentais têm mais influência nos dias de afastamento do trabalho, por exemplo, devido à incapacidade que elas trazem. Mais que o cancro, que as doenças do coração… Por isso, temos de nos preocupar com as doenças mentais e com o sofrimento que causam às pessoas.</strong></p>



<p>Tenho-me repetido frequentemente quando digo que “é importante chegarmos a todos” no que respeita à promoção da saúde mental e ao ensinar estratégias de prevenção primária (quando a <a href="https://simplyflow.pt/o-que-e-uma-doenca-mental/">doença mental</a> ainda não existe), mas também secundária (o tratamento das doenças mentais após elas se instalarem).</p>



<p>Muitos são os livros e os relatos de auto-ajuda escritos por pessoas que não são técnicas, nem têm formação suficiente na área. Para interferir no cérebro das pessoas é importante ter muita formação. Não apenas naquilo que se pode fazer para ajudar as pessoas, mas também, e mais ainda, naquilo que devemos respeitar e não interferir. É uma ciência complexa que requer muitos anos de estudo e de experiência.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância de chegar ao público em geral</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-vh7ZT' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Por isso, tenho sublinhado a importância que existe em que aqueles que ensinam aos médicos, possam também <strong>desenvolver estratégias para chegar ao público em geral</strong>.&nbsp;Tal como acontece, e deve acontecer, noutras áreas da Medicina.</p>



<p><a href="http://www.psiquiatrialisboa.pt/media/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tenho-me aliado</a> a algumas figuras importantes da Comunicação Social e a Fátima Lopes é uma pessoa muito especial nesta matéria. Não foge dos assuntos difíceis, daqueles que tocam realmente na população. Permite que se fale deles, que se “toque na ferida”, de uma forma rigorosa, mas ao mesmo tempo acessível. É isso que tenho tentado fazer no Simply Flow entre outras iniciativas para as quais ela me convida.&nbsp;</p>



<p>Felicito-a por me ajudar nesta arte de dizer a verdade às pessoas e tentar ajudá-las com informação de base científica e rigorosa, mas sempre de forma acessível e clara.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-vh7ZT' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como acalmar a mente</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-acalmar-a-mente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jun 2019 09:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[cláudia morais]]></category>
		<category><![CDATA[meditação]]></category>
		<category><![CDATA[Mente]]></category>
		<category><![CDATA[Mindfulness]]></category>
		<category><![CDATA[relaxar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quantas vezes damos por nós incapazes de desacelerar e usufruir do momento presente? Quando a nossa&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/como-acalmar-a-mente/">Como acalmar a mente</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quantas vezes damos por nós incapazes de desacelerar e usufruir do momento presente? Quando a nossa mente se mantém num estado frenético, sentimo-nos incapazes de acalmar. Hoje escrevo sobre aquilo que podemos fazer para que se torne mais fácil travar a avalanche de preocupações e sentir genuína paz.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que fazer para acalmar a mente?</strong></h2>



<p>Imagine que está num jantar de aniversário com a sua família. De repente, pega no seu telefone e verifica que tem uma chamada não atendida. É do escritório. A sua mente é imediatamente invadida por um turbilhão de pensamentos: “Terá sido o meu chefe a ligar? Deve ter lido o relatório que entreguei hoje. Será que encontrou algum erro? A apresentação de amanhã é super importante. E, se ele estiver chateado? Há muita coisa em jogo. Este é o tipo de coisas em que não posso falhar. E, se ele me despedir? Como é que eu vou sustentar a minha família?”. Entretanto, liga para o escritório, mas já não está lá ninguém. É impossível voltar a relaxar e usufruir do serão em família. Como é que você pode celebrar quando está em risco de perder o emprego? As pessoas à sua volta reparam na tensão do seu rosto e vão colocando perguntas. Você esforça-se por disfarçar, mas isso só aumenta a ansiedade. Depois de uma noite mal dormida, no dia seguinte regressa ao escritório. Assim que entra, um colega diz-lhe: “Ontem deixaste ficar uma caixa em cima da secretária. Ainda tentei ligar-te porque pensei que fosse importante, mas não atendeste”. Por um lado, você respira de alívio, como se tivesse acabado de se livrar de um problema real, mas, por outro, apercebe-se de que a festa de aniversário em que esteve foi “estragada” pelos seus pensamentos, pelo seu medo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Nem todas as ameaças são reais.</strong></h2>



<p>A nossa mente está programada para responder às potenciais ameaças. <strong>Quando identifica um problema, o nosso cérebro reage, obrigando-nos a pensar sobre isso e a encontrar soluções</strong>. Esta é uma das muitas competências do nosso cérebro que tem assegurado a sobrevivência da espécie. <strong>Mas, aquilo que funciona como um mecanismo de sobrevivência também se revela muitas vezes como um exercício desgastante</strong>, que nos consome e que nos impede de usufruir de momentos que poderiam ser vividos com alegria.</p>



<p>A maior parte de nós passa demasiado tempo a pensar sobre o passado e sobre o futuro, em vez de simplesmente vivermos a realidade. <strong>Quando permitimos que os nossos pensamentos vagueiem de forma voraz e caótica, sentimo-nos mais tensos, mais ansiosos</strong>. É como se estivéssemos permanentemente num estado de alerta, em permanente necessidade de dar resposta a potenciais problemas e ameaças. Pelo contrário, quando aprendemos a reconhecer os nossos pensamentos como pensamentos (e não como ameaças reais), é mais provável que, gentilmente, mas com firmeza, consigamos olhar para eles e regressar ao momento presente. Dito assim parece fácil, mas a verdade é que este é um desafio que requer treino e disciplina.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância de treinar a mente</strong></h2>



<p>Qualquer um de nós pode tentar correr uma maratona, mas sabemos que, para sermos bem-sucedidos, precisamos de treinar o nosso corpo. O nosso cérebro é capaz de responder com sucesso a grandes desafios, mas isso também envolve a capacidade de nos comprometermos com um treino regrado.</p>



<p><strong>Uma das melhores formas de aprendermos a acalmar a nossa mente é através das práticas de Mindfulness</strong>. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é o Mindfulness?</strong></h2>



<p>O Mindfulness tem sido traduzido para português como “atenção plena” ou “consciência plena” e <strong>consiste num conjunto de ferramentas que nos ajudam a exercitar o cérebro, a reconhecer a força dos nossos pensamentos e a “desligá-los” quando eles nos impedem de usufruir do momento presente</strong>.</p>



<p><strong>A forma mais conhecida de praticar Mindfulness é a meditação</strong>. Há muitas formas de meditar – algumas estão associadas à religião, outras estão associadas ao esoterismo. A meditação Mindfulness está associada a décadas de investigação científica e tem sido largamente utilizada na Medicina, na Psicologia e na promoção de competências profissionais. De forma resumida, <strong>parar para meditar em modo Mindful consiste em parar para prestar atenção</strong>:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>ao momento presente</li><li>de propósito</li><li>e sem juízos de valor.</li></ol>



<p>Quando começamos a praticar, damo-nos conta de que é praticamente impossível “não pensar em nada”. Assim que fechamos os olhos, surge uma preocupação, uma distração, um pensamento solto. Afastamo-lo e voltamos a prestar atenção à nossa respiração, mas damo-nos conta de que alguns segundos depois já estamos, de novo, distraídos. Talvez tenhamos estado mais tempo distraídos pelos nossos pensamentos do que com a mente vazia e isso pode deixar-nos frustrados. Mas, a verdade é que <strong>meditar não é esvaziar a mente, ainda que essa possa ser uma consequência</strong>. Da mesma forma que, quando vamos ao ginásio, não passamos o tempo parados agarrados a um haltere e é o movimento que nos permite exercitar os nossos músculos, na meditação o treino consiste precisamente neste vaivém entre os nossos pensamentos e o aqui e agora. Quando der conta de que voltou a distrair-se, não se puna. Parabéns! Está a meditar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como manter-se motivado?</strong></h2>



<p>Quando damos início às nossas práticas, é natural que nos enchamos de motivação e que queiramos fazer práticas prolongadas, mas, tal como acontece em relação ao ginásio, <strong>é importante começar devagar e ir acrescentando tempo de forma gradual</strong>. A verdade é que quando paramos para observar a atividade da nossa mente, podemos sentir-nos assustados e isso pode desmotivar-nos. Quando começamos por introduzir apenas alguns minutos de meditação nos nossos dias, é mais provável que, gradualmente, consigamos estender o treino.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Outras forma de praticar Mindfulness:</strong></h2>



<p>Paralelamente, <strong>há muitas outras formas de praticar a atenção plena</strong>. Experimente, por exemplo, fazer uma refeição sem telemóvel, sem televisão ou nenhuma outra distração. O que é que observa? O mais provável é que consiga focar-se no momento presente. Neste caso, isso também passará por saborear a sua refeição de forma muito mais intensa. Para começar, convido-o(a) a pesquisar sobre a “Meditação do chocolate”. É um bom ponto de partida para quem quer <strong>acalmar a mente e usufruir em pleno da vida</strong>.<br></p>
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