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	<title>Arquivo de Menopausa - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Arquivo de Menopausa - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<item>
		<title>O papel das hormonas na saúde da mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paula Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2025 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[hormonas]]></category>
		<category><![CDATA[Menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Paula Freitas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As hormonas desempenham um papel fundamental na saúde da mulher. Bem-vindos ao fascinante e complexo mundo das hormonas!</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-papel-das-hormonas-na-saude-da-mulher/">O papel das hormonas na saúde da mulher</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>As hormonas desempenham um papel fundamental na saúde da mulher, atuando como mensageiros químicos que regulam diversas funções do organismo ao longo de toda a vida, mesmo antes do nascimento. Bem-vindos ao fascinante e complexo mundo das hormonas!</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que são hormonas?</strong>&nbsp;</h2>



<p>As hormonas, de um modo geral e de forma simples, podem ser definidas como “sinais” químicos libertados por glândulas endócrinas para a circulação sanguínea, atuando em tecidos distantes ao ligarem-se a recetores específicos para regular diversas funções corporais. Além de atuarem à distância, algumas hormonas exercem efeitos no local onde são produzidas. Ou seja, para a maioria das hormonas, existe um sistema de regulação homeostática de <em>feedback</em> positivo ou negativo. Daí a designação: “<strong>Equilíbrio hormonal</strong>”.</p>



<p>Além das glândulas endócrinas, outros tecidos também possuem função endócrina. Por exemplo, o tecido adiposo (gordura) e o intestino atuam como verdadeiros órgãos endócrinos, sintetizando e libertando hormonas. Só o tecido adiposo segrega mais de 400 hormonas!&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O papel do eixo hipotálamo-hipófise&nbsp;</strong></h2>



<p>Dentro do complexo e fascinante corpo humano, existe o mundo das hormonas. Quase tudo é regulado por inúmeras hormonas. A glândula hipofisária orquestra a integridade do sistema endócrino através de sinais centrais hipotalâmicos e sinais periféricos. Assim, o eixo hipotálamo-hipófise é o grande maestro. Este eixo inclui:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Hipotálamo &#8211; Hipófise &#8211; Suprarrenal</strong>: tem um papel central no stress associado à sobrevivência e também o no metabolismo, imunidade e função cardiovascular;</li>



<li><strong>Hipotálamo &#8211; Hipófise &#8211; Tiroide</strong>: regula o desenvolvimento, crescimento e metabolismo celular mediado pelas hormonas tiroideias;</li>



<li><strong>Hipotálamo &#8211; Hipófise &#8211; </strong><a href="https://www.spedm.pt/pt/glandulas-e-doencas-endocrinas/gonadas" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Gónadas</strong></a>: desempenha um papel central na puberdade, função reprodutora e fertilidade, controlando a gametogénese e a produção de hormonas sexuais; Isto sem esquecer que a reprodução também é influenciada por fatores genéticos, nutricionais, do ambiente e sócio-económicos;</li>



<li><strong>Hipotálamo &#8211; Hipófise &#8211; Mama (eixo lactótrofo)</strong>: produz a prolactina, essencial para a produção de leite durante a gravidez e lactação, podendo também desempenhar um papel na função imune;</li>



<li><strong>Hipotálamo &#8211; Hipófise &#8211; Hormona de Crescimento (eixo somatótrofo)</strong>: controla o crescimento na infância e regula o metabolismo energético e a composição corporal durante toda a vida.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E porque não podemos falar sobre tudo… vamos escolher apenas um assunto dentro de um eixo.&nbsp; A Menopausa!</strong></h2>



<p>A menopausa é uma fase natural da vida da mulher, marcada pelo fim da menstruação e do potencial reprodutivo. Geralmente ocorre entre os 45 e 55 anos, sendo diagnosticada após um ano sem menstruação espontânea. Esta transição é acompanhada por diversos sintomas que podem afetar significativamente a qualidade de vida.</p>



<p>Os sintomas da menopausa variam de mulher para mulher e podem incluir:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-GHt4s' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Sintomas vasomotores (afrontamentos)</strong>: calor súbito, sudorese intensa e palpitações;</li>



<li><strong>Alterações de humor</strong>: irritabilidade e insónia;</li>



<li><strong>Atrofia urogenital</strong>: prurido, dispareunia (dor nas relações sexuais) e desconforto;</li>



<li><strong>Incontinência urinária e infeções urinárias recorrentes</strong>;</li>



<li><strong>Osteoporose</strong>: diminuição da densidade mineral óssea;</li>



<li><strong>Diminuição da proteção cardiovascular</strong>.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Terapêutica Hormonal de Substituição (THS)</strong></h2>



<p>Muitas mulheres questionam-se: “Devo fazer ou não terapêutica hormonal de substituição (THS)? O que é a THS? Quais os seus benefícios?”.</p>



<p>A THS é um tratamento eficaz para aliviar os sintomas da menopausa e prevenir complicações a longo prazo. Consiste na administração de estrogénios isolados ou combinados com progesterona, dependendo da presença ou ausência de útero. Pode ser administrada através de comprimidos, géis, adesivos transdérmicos ou preparações vaginais.</p>



<p>Antes de iniciar qualquer tratamento, deve falar com o seu médico. Este tratamento é individualizado, considerando sempre os riscos e os benefícios para cada mulher. Existem contraindicações e riscos potenciais que devem ser avaliados cuidadosamente pelo seu médico de forma individual e responsável.</p>



<p>Os principais benefícios da THS incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Alívio dos sintomas vasomotores</strong>: fogachos e suores noturnos;</li>



<li><strong>Melhoria da qualidade de vida sexual</strong>: alívio da secura vaginal e dor durante o ato sexual, aumentando a satisfação sexual;</li>



<li><strong>Prevenção da osteoporose</strong>: previne a perda de massa óssea e reduz o risco de fraturas por osteoporose na pós-menopausa, especialmente em mulheres com menos de 60 anos;</li>



<li><strong>Melhoria dos sintomas genitourinários</strong>: alívio da secura vaginal, dor durante o contacto íntimo e infeções vaginais recorrentes;</li>



<li><strong>Possível redução do risco de doenças cardiovasculares</strong>: há evidências de benefícios cardiovasculares quando a THS é iniciada na transição menopáusica ou nos primeiros anos após a menopausa;</li>



<li><strong>Potencial melhoria do humor e redução da depressão</strong>;</li>



<li><strong>Melhoria da qualidade do sono</strong>, sobretudo em mulheres com suores noturnos;</li>



<li><strong>Possível redução do risco de neoplasia colorretal</strong>.</li>
</ul>



<p>Assim, a THS representa uma abordagem estratégica para restaurar o equilíbrio hormonal, promovendo bem-estar, vitalidade e qualidade de vida nesta nova fase de vida da mulher e é possível realizá-la de forma segura desde que de forma individualizada, pesando riscos e benefícios, sempre com acompanhamento médico especializado.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-GHt4s' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Homens e a menopausa: 6 dicas essenciais</title>
		<link>https://simplyflow.pt/homens-e-a-menopausa-6-dicas-essenciais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristina Mesquita de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 May 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Cristina Mesquita de Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Homem]]></category>
		<category><![CDATA[Menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[perimenopausa]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que aqui partilho são seis dicas que facilitam a vida de quem quer que a relação do casal seja completa e duradoura.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/homens-e-a-menopausa-6-dicas-essenciais/">Homens e a menopausa: 6 dicas essenciais</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na minha vida profissional, como Key Opinion Leader de Menopausa em Portugal, fundadora da maior Comunidade de Saúde em Menopausa (2019) e da <a href="https://www.facebook.com/AssociacaoPortuguesaMenopausa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">VIDAs &#8211; Associação Portuguesa de Menopausa</a> (2021), lido com mais de 50.000 pessoas que passam conscientemente por este processo. Isto, claro, para além da minha própria história em menopausa, que me levou a iniciar o <a href="https://www.instagram.com/mmdp_menopausadivertida/?hl=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Movimento Menopausa Divertida Portugal</a>, um ativismo necessário sobre este tema.</p>



<p>Somos todos – homens e mulheres – vítimas de negligência grosseira e reiterada, incentivada pelo Estado, na nossa vida reprodutiva, que só é valorizada quando podemos ter filhos. Por exemplo, as mulheres deixam de menstruar e têm alta da consulta de Planeamento Familiar no SNS. Não há informação nem políticas de atenção às pessoas em menopausa, nem condições que salvaguardem os direitos das trabalhadoras em menopausa. Estas são apenas algumas perplexidades!</p>



<p>Felizmente, graças à consciencialização e sensibilização que iniciei, já lá vai o tempo em que só mulheres procuravam esclarecimento sobre a sua vida reprodutiva, desde a menstruação até à menopausa. Hoje, há também homens a querer saber o que se passa. Isto enche-me de esperança num futuro que construo a cada dia. Esse futuro é aquele em que a menopausa deixa, definitivamente, de ser “coisa de mulheres” e passa a ser coisa da vida, o que quer dizer que é de todos os seres humanos.</p>



<p>Assim, estou também em condições de falar sobre o homem na menopausa. O que aqui partilho são seis dicas que facilitam a vida de quem quer que a relação do casal seja completa e duradoura.</p>



<p>Estas são explicações diretas para as dúvidas que mais estragos causam num relacionamento e que os homens não sabem como lidar e mais me perguntam.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Homens na menopausa: 6 Dicas essenciais para apoiar a sua mulher</strong></h2>



<p>Para si, que tem uma (ou mais) mulher na sua vida e que é homem:</p>



<p>Se me permite, gostava de lhe dar algumas sugestões que poderá aplicar no seu dia-a-dia e que farão uma diferença incrível. Vai tornar-se o marido, companheiro ou namorado especialista na sua mulher!</p>



<p>A mulher da sua vida, entre os 40 e os 60 anos, estará num período especial de mudanças, físicas e emocionais, chamado perimenopausa. Acontece com todas que chegam a esta idade. Não é só deixar de menstruar, nem pouco mais ou menos. Estão a acontecer nela alterações hormonais que não reconhece (ainda é um assunto tabu) nem controla, e que causam sintomas físicos e emocionais. Algumas sofrem mais (a literatura médica diz que são 85%), outras, quase nada. Se for o caso da mulher da sua vida, pode fazer uma diferença enorme no seu bem-estar. Como?</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-Y2Z0V' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Pode vê-la ao longo do mesmo dia, umas vezes triste, outras alegre, sem motivo aparente. Pode, de vez em quando, acusar baixa auto-estima. Ela não ficou bipolar de repente. Às vezes, é difícil gostar do que se começa a ver: algumas rugas, flacidez, peso acima&#8230; Elogie-a sempre que possa, isso ajuda muito!</li>



<li>Não, ela não tem um amante, nem perdeu o interesse por si. Muito menos deixou de o amar. O desejo sexual baixa nesta época e isso é fisiológico. Vai passar, caso a ajude e ela se sinta acolhida. A si caberá despertar a criatividade e saber estimular a sua participação, sem exigir nada. Algumas mulheres até deixam de dormir com o marido para que ele não se lembre de fazer amor. Encarar como um desafio de a cativar pode ser uma grande ideia para o bem de ambos!</li>



<li>Não, ela também não está a fingir quando diz que não quer fazer amor porque lhe dói. Essa dor tem nome médico: dispareunia. A lubrificação diminui muito ao longo do tempo. Usar um gel lubrificante, preliminares a dobrar (principalmente aqueles que são fora da altura de sexo) e muita paciência! Acredite que se estas “estratégias” partirem de si, ela ficará toda contente. Não costuma ser boa ideia achar que há culpa nela.</li>



<li>Irritada, parece que pega com tudo? Cansada? Faz parte, como faz parte durante alguns dias do período menstrual, e toda a gente sabe&#8230; só que não se fala disto relacionado com a menopausa. Mesmo os médicos tendem a desvalorizar, o que não ajuda nada, acredite!</li>



<li>Ela dorme mal, anda esquecida ou meia baralhada, e parece que se esquece das palavras enquanto fala? Há razões hormonais e físicas para isso. Algumas mulheres chegam a pensar que estão com uma demência precoce. Mas, felizmente, na maioria das vezes, não é isso que se passa. Há uma nova configuração a nível cerebral a instalar-se, e o sistema nervoso vai habituar-se a isso. Numas demora mais, noutras menos. Diga-lhe que vai passar e que é assim com mais de metade das mulheres em perimenopausa.</li>



<li>Surpreenda-a. Não perca tempo com mais do mesmo porque isso já não existe. O que existe pode ser muito melhor que antes, desde que saiba acolher as mudanças. Faça o jantar, convide-a para sair sem lhe perguntar onde quer ir.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Just in case…&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>Fale-lhe da Comunidade de Saúde em Menopausa no </strong><a href="https://www.facebook.com/groups/860795617453146/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Facebook</strong></a><strong> e </strong><a href="https://www.instagram.com/comunidade_saude_menopausa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Instagram</strong></a><strong>.</strong> São mais de 50.000 mulheres. Ainda tem o livro “<a href="https://penguinlivros.pt/loja/influencia/livro/descomplicar-a-menopausa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Descomplicar a Menopausa</a>” para lhe oferecer. Ela vai sentir-se outra!</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1284" height="1572" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/unnamed.jpg" alt="menopausa" class="wp-image-22142" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/unnamed.jpg 1284w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/unnamed-245x300.jpg 245w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/unnamed-836x1024.jpg 836w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/unnamed-768x940.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/unnamed-1255x1536.jpg 1255w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/unnamed-1170x1432.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/unnamed-585x716.jpg 585w" sizes="(max-width: 1284px) 100vw, 1284px" /></figure></div>


<p>É um desafio e pêras, como se costuma dizer, mas <strong>quanto mais investir mais depressa encontrará o seu novo amor no seu amor de sempre</strong>.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-Y2Z0V' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Menopausa? Já?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/menopausa-ja/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Irina Ramilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2023 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Ginecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Irina Ramilo]]></category>
		<category><![CDATA[Menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[menopausa precoce]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A menopausa é um processo natural que precisa de ser encarado como uma fase de cuidados de saúde redobrados. Mas e quando vem cedo demais? </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nenhuma mulher sabe exatamente reagir à chegada da menopausa. <em>“Já?”; “É o fim à vista?”.</em> A menopausa é um processo natural que precisa de ser encarado como uma fase de cuidados de saúde redobrados. Mas e quando vem cedo demais? </strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é a menopausa precoce?</strong></h2>



<p>A menopausa é precoce quando acontece entre os 40 e os 45 anos. Quando é antes dos 40 anos fala-se de insuficiência ovárica prematura. Acontece em cerca de 1-3% das mulheres e é fundamental ser avaliada em consulta porque são situações distintas com intervenções específicas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Porque acontece uma menopausa precoce?</strong></h2>



<p>Numa grande percentagem dos casos a causa não é identificada. Podem ser alterações genéticas, doenças autoimunes, infeções, cirurgias, quimioterapia, radioterapia, fatores ambientais e tabagismo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Que sintomas poderás esperar numa menopausa precoce?&nbsp;</strong></h2>



<p>Com o fim do estrogénio e da progesterona, surgem os sintomas vasomotores &#8211; as <strong>ondas de calor</strong> &#8211; que são sentidos por 80% das mulheres. Esta sensação súbita de calor no peito e face associa-se a transpiração intensa e vermelhidão da pele.&nbsp;</p>



<p>Outros sintomas são as <strong>dores musculares e articulares</strong>, o <strong>envelhecimento da pele e do cabelo </strong>e as <strong>alterações do aparelho urogenital</strong>.</p>



<p>No entanto, a menopausa afecta igualmente o padrão de <strong>sono</strong>, o <strong>humor </strong>(sintomas depressivos), redução da <strong>capacidade cognitiva</strong> e a redução da <strong>líbido</strong> com impacto na vida sexual da mulher.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O importante é ver o copo meio cheio…</strong></h2>



<p>As mulheres maduras vão muito para além da sua capacidade reprodutiva! Esta fase pode ser uma redescoberta pessoal e porque não dizê-lo, sexual, já que não há risco de gravidez indesejada.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que se pode fazer?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-yEZxr' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p><strong>A terapêutica hormonal é fundamental na menopausa precoce</strong>, pois controla todos os sintomas. São estas mulheres que têm o maior benefício na introdução de hormonas até à idade média da menopausa (50 anos).</p>



<p>Para além da terapêutica hormonal, <strong>é muito importante a adoção de medidas preventivas como abstinência tabágica, alimentação saudável, prática de exercício físico regular e vigilância do peso</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os riscos de uma</strong> <strong>menopausa precoce?</strong></h2>



<p>A menopausa precoce e a insuficiência ovárica prematura estão associadas a um maior risco cardiovascular, osteoporose e a uma possível diminuição da esperança de vida. Mas a terapêutica hormonal parece reduzir a mortalidade global quando iniciada precocemente após a menopausa!&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A moda das hormonas bioidênticas…</strong></h2>



<p>Apresentar soluções terapêuticas à mulher na <a href="https://www.instagram.com/p/Cj2aV7xMK1B/?img_index=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">menopausa</a> e principalmente na menopausa precoce, só nos trouxe benefícios. Mas terapêutica hormonal não é a mesma coisa  que hormonas bioidênticas!</p>



<p>O estradiol e a progesterona utilizados na terapêutica hormonal são submetidos a um rigoroso controlo pelas autoridades reguladoras de fármacos.&nbsp;</p>



<p>As preparações hormonais compostas que incluem estradiol, estrona, estriol, progesterona, testosterona não têm controlo de qualidade. E a eficácia e a segurança destes produtos não estão validadas pela medicina baseada na evidência.</p>



<p>Defende-se erradamente que as mesmas são individualizadas e baseadas nos níveis hormonais séricos de cada mulher, mas estes doseamentos não são fiáveis e têm elevada variabilidade difícil de interpretar.</p>



<p>Isto pode conduzir a níveis tóxicos de estrogénios (e subdosagem de progesterona) que tem risco de provocar cancro do endométrio.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A menopausa precoce é muito difícil de prever mas não é um fim!&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>O segredo para todas as mulheres é manter a vigilância de saúde e estar atenta aos sintomas. Porque ser mulher é estar sempre em mudança e a evoluir… não faz sentido viver com limitações.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-yEZxr' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Viver a sexualidade após a menopausa</title>
		<link>https://simplyflow.pt/viver-a-sexualidade-apos-a-menopausa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Ambrósio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Sep 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Casais]]></category>
		<category><![CDATA[Casal]]></category>
		<category><![CDATA[Ginecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[Paula Ambrósio]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Sexo]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não vale achar que depois da menopausa é normal não ter uma vida sexual satisfatória, que não faz mal, que “já estamos velhos para isso”. É mais de um terço das nossas vidas, tem de valer a pena e ser ótimo.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/viver-a-sexualidade-apos-a-menopausa/">Viver a sexualidade após a menopausa</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando me pediram para escrever sobre este tema não consegui deixar de sorrir. Já escrevi vários textos sobre menopausa e sempre que o faço, e acho que me vou repetir até à morte, acabo por descobrir novos pontos de reflexão, uns mais científicos, outros nem tanto assim…</p>



<p>Como sou um bocadinho (muito) picuinhas com definições, vamos começar por dizer o que é a menopausa: é uma data.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é a menopausa?</strong></h2>



<p><strong>A data da última e derradeira menstruação.</strong> A data a partir da qual os nossos (perdoem-me os homens interessados na temática) ovários deixam de produzir hormonas em quantidade suficiente para manter a função reprodutora. E é aqui que os problemas surgem para muitas mulheres, já que os estrogénios &#8211; as hormonas femininas que asseguram a continuidade da espécie &#8211; são cruciais para o funcionamento de vários órgãos sexuais como a vagina, a vulva e o cérebro (para mim, sem dúvida, o mais importante na mulher). A sua diminuição vai causar, numa grande percentagem de mulheres, queixas como secura vaginal, diminuição da líbido, alterações do humor e do sono, da memória, enfim, todo um conjunto de contras que muitas vezes interferem de forma dramática na sexualidade.</p>



<p>Se pensarmos que a idade média da menopausa ronda os 51 anos e que a esperança média de vida em Portugal para as mulheres é de 83.2 anos é mesmo muito tempo… Especialmente se as coisas não correrem bem no que diz respeito à nossa vida sexual e, acima de tudo, se acharmos que isso é normal.</p>



<p>No dia a seguir a ter escrito o meu último artigo sobre menopausa, aconteceu-me uma das cenas mais caricatas da minha vida. Inflamada pelo texto motivacional e cheio de esperança sobre tudo o que se pode fazer para melhorar a vida íntima do casal na pós menopausa, recebo na consulta uma senhora (e o senhor que chegou 2 segundos mais tarde, mas que se sentou de imediato na cadeira ao lado da paciente quando foi amavelmente convidado para o fazer) que vinha à sua revisão anual. “Então e está tudo bem consigo e com o seu marido?”, pergunto eu preocupada e atenta. É neste momento que o senhor desvia o olhar para a parede e a senhora, muito pouco à vontade, me diz: “Mais ou menos…”. A frase que eu imaginava!! “Ó minha senhora, isso não pode ser! Esta é a fase de maior intimidade dos casais, a altura em que os filhos já saíram de casa, em que tem mais tempo para si e para o seu marido…” O que eu lhe falei dos<strong> hidratantes vaginais e vulvares</strong> que devem ser usados, da <strong>importância do diálogo com o parceiro</strong>, da <strong>necessidade de falar com o seu médico de família ou ginecologista sobre as opções disponíveis para otimizar esta fase da vida</strong>, enfim, toda uma dissertação sobre menopausa e esperança.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“O meu marido é muito meu amigo.”</strong></h2>



<p>Esta é uma das frases que mais oiço quando pergunto às senhoras na pós-menopausa se têm relações sexuais e com que frequência. Leia-se: “Ele não me incomoda com essas coisas”.&nbsp;</p>



<p>Há muitos casais em que, com o avançar da idade e especialmente após a menopausa, a iniciativa nunca parte das mulheres (ok, mais cedo também acontece, mas isto daria para mais uns quantos artigos). Como já estão a imaginar, foi exatamente o que a senhora da história anterior me respondeu quando a questionei… e o senhor, cada vez mais enfiado na cadeira, sem dizer uma palavra. Tudo isto me dava ainda mais alento na minha missão de ajudar aquele casal. “Seja amiga dele então, use os hidratantes que tem em casa, faça um jantar romântico, vão para fora no fim-de-semana.” Nada. Nada do que eu dizia parecia ter efeito.&nbsp;</p>



<p>Quem me conhece sabe que eu tentei mesmo. Tentei até perceber que, de facto, não parecia haver esperança para aquelas duas pessoas. Quando a consulta termina e a senhora se levanta e me diz: “Ó doutora, eu só não sei quem é este senhor aqui sentado” é que eu percebo que aquela não tinha sido só mais uma consulta de problemas de intimidade do casal após a menopausa. Aquele, de facto, não era o seu marido! Era só um senhor que tinha vindo buscar um exame da mãe quando foi energicamente chamado para dentro do consultório, vítima das armadilhas e das partidas que o destino nos prega (mas, bolas, por mais que eu fale, acho que em algum momento um deles me podia ter interrompido e terminado com o meu monólogo motivacional…).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E quando os casais deixam de o ser?</strong></h2>



<p>Passando desde já à frente a parte do embaraço e cor de tomate saloio com que fiquei durante pelo menos 5 minutos e, por mais distraída que às vezes seja, a verdade é que o comportamento daqueles dois estranhos não era assim tão diferente do que às vezes assisto entre verdadeiros casais.</p>



<p><strong>Muitas mulheres após a menopausa vão ter uma diminuição da sua qualidade de vida (se não fizerem nada em contrário) e da sua sexualidade.</strong> A secura vaginal e a falta de desejo sexual podem ser verdadeiramente impactantes e devem ser levados muito a sério pelas mulheres e pelos seus médicos. O afastamento do casal muitas vezes é motivado por um ciclo vicioso de dor associada às relações. A dor leva a comportamentos de fuga e à antecipação de novos episódios dolorosos ainda mesmo antes de algo acontecer. As mulheres fogem, os maridos acham que elas já não gostam deles e está montado o palco para uma verdadeira tragédia grega. Os casais afastam-se e instala-se um gigante elefante invisível na sala.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Podemos falar de sexo?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-teCA2' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p><strong>O problema é que, sendo a sexualidade um tema muito íntimo, não se discute abertamente. As pessoas têm vergonha de falar no assunto.</strong> Será eventualmente abordado no decurso de uma consulta de rotina, mas quase que à socapa, ou só depois de devidamente questionado (note-se que, depois do que me aconteceu passei a verificar escrupulosamente a identidade dos acompanhantes na consulta &#8211; entretanto veio o COVID e as suas restrições para me impedir de me envergonhar publicamente).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>As mulheres têm de falar da sua sexualidade. Têm de explicar porque é que não se sentem bem.</strong></h2>



<p>Quando os problemas são físicos, ou seja, quando as relações são dolorosas pela secura induzida pela falta das hormonas, o tratamento passar por hidratar e, caso não seja suficiente, pela aplicação de hormonas locais (em doses muito baixas, mas que são eficazes e com baixíssimo risco na grande maioria das mulheres).</p>



<p>Quando entramos em fases mais avançadas em que a relação do casal já está mais deteriorada pode ser preciso recorrer a especialistas em sexualidade e eventualmente fazer algum tipo de terapia. Os terapeutas sexuais existem exatamente para isto. E<strong> não vale achar que depois da menopausa é normal não ter uma vida sexual satisfatória</strong>, que não faz mal, que “já estamos velhos para isso”. É mais de um terço das nossas vidas, tem de valer a pena e ser ótimo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Então e a parte do cérebro onde é que fica?</strong></h2>



<p>Para mim, <strong>o cérebro é o principal órgão sexual na mulher </strong>(estamos todos de acordo que com os homens será um pouco diferente). <strong>A falta de desejo sexual que muitas vezes surge pode estar relacionada com o facto de as mulheres serem hiperfocadas em inúmeras coisas diferentes. </strong>Os filhos, a profissão, o menu do jantar, a aula de pilates. São hiperfocadas, mas o sexo não ocupa bem os lugares cimeiros deste radar. E <strong>se não for feito um esforço para colocar o sexo e o parceiro no radar tudo se torna mais difícil</strong>. A tal sugestão do jantar romântico, da escapadinha de fim-de-semana, da quebra da rotina, tudo isto, no fundo, são <strong>estratégias de captação de atenção do cérebro feminino</strong>, sempre programado para missões &#8211; não, não estou a dizer que o sexo é um esforço ou um frete, mas, sim, que é preciso investir. Já no campo mais científico sabemos que quanto menor for a frequência com que uma mulher tem relações, menor será o seu desejo e a sua vontade de ter novamente. Por outro lado, a lubrificação vaginal e o aumento do aporte sanguíneo à vulva e à vagina causada pela actividade sexual leva a que haja menos queixas de secura e dor nas relações.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><strong>Viver a sexualidade após a menopausa</strong></strong></h2>



<p>E lá vamos nós terminar com o resumo habitual e agora num tom ligeiramente mais sério:</p>



<p><strong>A sexualidade é para ser vivida em pleno em todas as fases da vida. A pós-menopausa não é exceção, mas, em muitos casos, as alterações fisiológicas causadas pela falta de hormonas podem interferir de forma dramática e levar a uma diminuição da quantidade e da qualidade das relações sexuais.</strong> Como em tudo na vida, o que não se sabe não acontece… Se as mulheres não se queixarem a quem de direito &#8211; aos médicos que as tratam, aos parceiros com quem partilham a sua vida, aos amigos e amigas com quem tantas vezes desabafam de outros problemas &#8211; não é possível resolver nada. <strong>Para viver a sexualidade após a </strong><a href="https://simplyflow.pt/o-lado-intimo-da-menopausa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>menopausa</strong></a><strong> é preciso não aceitar nada menos do que o melhor </strong>(como de resto em tudo o que fazemos). Nascemos para ser felizes e plenos, de preferência a fazer outros felizes. Toca lá a fazer por isso.</p>



<p></div>
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		<title>Como construir uma menopausa positiva?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-construir-uma-menopausa-positiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lisa Vicente]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 May 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Ginecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Lisa Vicente]]></category>
		<category><![CDATA[Menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[menopausa precoce]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[perimenopausa]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[saúde feminina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A menopausa está, frequentemente, associada a uma imagem pouco positiva. Talvez porque seja uma voz comum na sociedade de que esta é uma fase de “declínio”, de “perda” da fertilidade, da feminilidade, da sexualidade, espera-se que “venha lá para o fim da vida”. Mas, não é verdade e é importante desconstruir estas ideias. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A menopausa está, frequentemente, associada a uma imagem pouco positiva. </strong><strong>Talvez porque seja uma voz comum na sociedade de que esta é uma fase d</strong><strong>e “declínio”, de “perda” da fertilidade, da feminilidade, da sexualidade, espera-se que “venha lá para o fim da vida”. Mas, não é verdade e é importante desconstruir estas ideias. Hoje em dia, com o aumento da esperança de vida e da qualidade dos cuidados de saúde individuais, a maioria das mulheres quando atinge a menopausa – em média aos 50 anos &#8211; sente-se activa e produtiva. Com muitos anos de vida e projectos para o futuro.&nbsp;&nbsp;</strong></p>



<p>A nossa saúde e bem-estar são um processo contínuo: “constrói-se ao longo da vida” pelas escolhas e cuidados que temos com o nosso corpo e a nossa mente. Os cuidados nutricionais, os cuidados com a pele, a prática de exercício físico, são alguns exemplos, deste espírito de investimento ao longo do tempo. Por isso, <strong>não espere pela menopausa para começar a cuidar de si</strong>.</p>



<p><strong>Se já está na menopausa, não se renda</strong>. É importante ter consciência de que a menopausa existe e que existem estratégias para contrariar ou atenuar as mudanças que este estado fisiológico produz.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é concretamente a menopausa?</strong></h2>



<p>Em termos clínicos <strong>fica estabelecido o diagnóstico de menopausa quando decorreu um ano sem menstruações (amenorreia), sem que exista outra causa que justifique esta situação</strong>. A média em Portugal é 50 anos. Mas pode acontecer entre os 45 e os 55 anos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que significa menopausa precoce?</strong></h2>



<p>Designa-se desta forma <strong>quando acontece entre os 40 e os 45 anos</strong>. Quando a menopausa surge antes dos 40 anos fala-se de insuficiência ovárica prematura. Nestes dois casos &#8211; em particular neste último &#8211; é extremamente importante ser avaliada em consulta porque são situações com intervenções específicas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“Como posso perceber se estou em menopausa?”</strong></h2>



<p>Como somos todas pessoas diferentes, obviamente que não há uma versão única para todas. Mas, existem dois grandes grupos:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-9f3Hc' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Se menstrua regularmente/habitualmente, podem surgir ciclos com intervalos irregulares (mais curtos, mais longos ou que vão alternando) ou deixar de menstruar por longos períodos. Muitas vezes surgem “calores súbitos” (conhecidos como “afrontamentos”), que são mais frequentes à noite, no fim do dia, quando está mais cansada ou come alguns alimentos. Outros sintomas frequentes são a dificuldade em manter uma noite de sono completa (muitas vezes intercalada por vários episódios de “afrontamentos”), mudanças de humor e diminuição da lubrificação vaginal;</li><li>Se não menstrua regularmente, não menstrua de todo porque usa um método de contracepção que produz esse efeito ou se já foi submetida a uma histerectomia (com preservação dos ovários), a “suspeita” resulta do aparecimento dos sintomas atrás descritos. Se nunca sentir nada, algures entre os 50-55 anos, é possível que o seu médico/a assistente estabeleça uma forma de realizar o diagnóstico.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é a perimenopausa?&nbsp;</strong></h2>



<p>A expressão <strong>perimenopausa designa o período de tempo antes e depois da última menstruação</strong> (quando é esse o caso). Normalmente tem uma duração de 4-8 anos, em que existem os sintomas atrás descritos, que têm características e intensidades diferentes para cada mulher. Para muitas mulheres, nesta fase existe ainda o risco de poder engravidar se não fizer contracepção, uma vez que <strong>perimenopausa não é sinónimo de que já não engravida</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“O que posso fazer quando surgem os primeiros sintomas de menopausa?”</strong></h2>



<p>Os <strong>afrontamentos</strong>, as <strong>alterações do humor e do ritmo do sono</strong> produzem uma sensação de <strong>cansaço</strong> frequente. É verdade que há mulheres que não sentem alterações. Mas <strong>se tem sintomas, procure ajuda</strong>. Não subestime o impacto destas alterações no seu bem-estar, na sua qualidade de vida e até na sua sexualidade.</p>



<p><strong>Estes sintomas podem ser tratados com terapêuticas hormonais ou não hormonais.</strong> O modo de o fazer tem de ser definido em consulta com base na sua história clínica e em alguns exames. Não existem “truques” ou tratamentos iguais para todas as pessoas. Hoje em dia acredita-se em fazer tratamento individualizado. Ou seja, tratar a mulher considerando os seus sintomas, estado de saúde e factores de risco, respeitando o modo como pensa e o seu ritmo de vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que esperar da sexualidade nesta etapa?</strong></h2>



<p>A sexualidade não é apenas comandada pelo nosso sistema hormonal. O bem-estar físico e psíquico são factores determinantes na forma como vivemos a nossa sexualidade.</p>



<p>Se sente muitas alterações relacionadas com a menopausa é possível (e compreensível) que sinta uma menor disponibilidade para se relacionar afectiva e/ou sexualmente. “Menos desejo” ou “menor libido”, na voz corrente… Mesmo que não seja esse o seu caso, é importante ter consciência que fisiologicamente existe um desafio físico: a diminuição dos estrogénios, típica desta fase, pode provocar alterações na <a href="https://simplyflow.pt/orgaos-sexuais-femininos-o-que-nunca-teve-coragem-de-perguntar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vulva e na vagina</a>. A mucosa da vagina torna-se mais fina, mais desidratada e menos vascularizada. Decorrente destes factos pode diminuir a lubrificação em resposta a estímulos sexuais. Para prevenir ou tratar estas alterações existem várias opções de tratamento.</p>



<p><strong>A menopausa como “estado” não diminui, por si só, o desejo e o prazer sexual. Podem existir mudanças, para as quais já existem soluções. Só tem de dar o primeiro passo.</strong> </p>



<p></div>
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		<item>
		<title>Menopausa &#8211; Uma questão de saúde pública</title>
		<link>https://simplyflow.pt/menopausa-uma-questao-de-saude-publica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Justo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Dec 2019 08:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Justo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A menopausa é um processo natural que cada mulher acabará por passar na sua vida. Ao&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A menopausa é um processo natural que cada mulher acabará por passar na sua vida. Ao contrário do que a sabedoria comum talvez lhe possa dizer sobre a menopausa, esta é, na realidade, o exato momento no tempo em que uma mulher deixa de ter períodos durante 12 meses seguidos. A fase que antecede a menopausa e em que se começam a sentir sintomas é chamada de perimenopausa, e a que sucede de pós-menopausa. Enquanto que para algumas mulheres esta fase das suas vidas é marcante e difícil, outras simplesmente navegam através dela.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais os sintomas associados à menopausa?</strong></h2>



<p>Existem mais de 30 sintomas comuns da menopausa, incluindo afrontamentos, suores noturnos, secura vaginal e cansaço extremo. Todos eles são, geralmente, atribuíveis ao declínio natural do estrogénio, que é o ponto mais característico desta fase da vida de uma mulher. Felizmente <strong>estes sintomas podem ser controlados através de uma combinação de mudanças no estilo de vida e dieta, assim também como através de tratamentos naturais e médicos</strong>.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" width="724" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/12/Symptoms-and-Physical-Changes-Translations-6-724x1024.png" alt="" class="wp-image-10738" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/12/Symptoms-and-Physical-Changes-Translations-6-724x1024.png 724w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/12/Symptoms-and-Physical-Changes-Translations-6-212x300.png 212w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/12/Symptoms-and-Physical-Changes-Translations-6-768x1086.png 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/12/Symptoms-and-Physical-Changes-Translations-6-460x651.png 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/12/Symptoms-and-Physical-Changes-Translations-6-160x226.png 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/12/Symptoms-and-Physical-Changes-Translations-6-320x453.png 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/12/Symptoms-and-Physical-Changes-Translations-6-480x679.png 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/12/Symptoms-and-Physical-Changes-Translations-6-640x905.png 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/12/Symptoms-and-Physical-Changes-Translations-6-960x1358.png 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/12/Symptoms-and-Physical-Changes-Translations-6-1120x1584.png 1120w" sizes="(max-width: 724px) 100vw, 724px" /><figcaption><a href="https://megsmenopause.com/">www.megsmenopause.com </a></figcaption></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Porque a menopausa é uma questão de saúde pública?</strong></h2>



<p>Existem, pelo menos, três razões pelas quais a menopausa é uma questão de saúde pública. São elas:&nbsp;</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-h76gn' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Existem, pelo menos, 34 sintomas oficialmente associados à menopausa que podem ser facilmente mal diagnosticados ou ignorados devido à falta de pessoal médico especializado</strong>.</h3>



<p>O que durante muitas décadas tem sido apelidado como crise de meia idade, leva a que, com frequência e inadvertidamente, sejam prescritos às mulheres antidepressivos. Isto acontece porque existe falta de pessoal médico devidamente educado, informado e atualizado sobre a menopausa. Conforme corroborado por Fernanda Grealdes, ginecóloga e, então, presidente da Secção de Menopausa da Sociedade Portuguesa de Ginecologia (SPG) ao DN, em 2016, “temos de fazer escola no sentido de os médicos saberem tratar melhor as mulheres na menopausa” já que “um terço da vida da mulher é passado em menopausa” o que equivale, em média, a 17 anos&nbsp; nos quais está ativa no trabalho e na família.</p>



<p>A maioria dos sintomas, muitas vezes, pode ser tratada com Terapia de Substituição Hormonal (TSH) ou mesmo com terapias naturais, permitindo que as mulheres ganhem o controlo sobre os sintomas que possam vir a sofrer. O mais importante é que recuperem o controlo das suas vidas e da qualidade com a qual a podem viver.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O que é a Terapia de Substituição Hormonal (TSH)?</strong></h4>



<p>A TSH é uma terapia que, como o nome indica recai sobre a reposição no corpo da mulher das hormonas cujos níveis começarão a baixar devido à cessação da sua produção pelos ovários (maioritariamente estrogénio). Pode-se dizer que esta terapia é controversa, no entanto, apesar dos riscos que poderão estar associados à TSH, existem também muitos benefícios que devem ser considerados com especial atenção, tais como a prevenção do desenvolvimento de doença cardiovascular, que continua a liderar a causa de morte em mulheres em idade pós-menopausa. Como tal, as mulheres devem pesar os seus riscos e benefícios individualmente, e sempre em consulta com um médico especialista, sendo que idealmente o especialista deveria recomendar a administração da menor dose possível de hormonas que possibilite ver um efeito terapêutico. No entanto, alternativamente à TSH existem opções para reduzir o desconforto dos sintomas da menopausa.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Os sintomas podem começar 10 ou 15 anos antes da menopausa.&nbsp;</strong></h3>



<p>Apesar da idade média em que ocorre a menopausa ser, aproximadamente, aos 51 anos, os sintomas associados podem começar a surgir entre os 35 e os 45 anos. Ou seja, a menopausa merece um especial destaque uma vez que os sintomas podem começar 10 ou 15 anos antes e prolongar-se até 5 a 7 anos depois da menopausa. Por isso é tão importante que gerações mais jovens de mulheres estejam informadas sobre todo o quadro clínico aportado pela menopausa e conhecerem o impacto biológico que isso pode trazer para as suas vidas logo a partir dos 35 anos. Este período é chamado de perimenopausa.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. A menopausa ainda é um assunto tabu.</strong></h3>



<p>A menopausa tem sido um assunto negligenciado quer pelos meios de comunicação social, como no ensino escolar. O tabu em torno deste tópico precisa ser desafiado. Homens e mulheres precisam ser educados sobre o impacto na vida real que isso trará para os seus relacionamentos, para a sua vida familiar, para a sua produtividade no local de trabalho e para a sua vida sexual. Muitos relacionamentos terminam por volta da ‘crise dos 50’ em grande parte por uma grande incompreensão das mudanças físicas e psicológicas que vêm com a menopausa, mas também pelo desconhecimento das opções terapêuticas que estão disponíveis para todas as mulheres.</p>



<p>Sintomas como secura e atrofia vaginal e incontinência urinária são comuns em dois terços das mulheres com mais de 40 anos. E falar sobre estes temas deixa, ainda, muitas mulheres desconfortáveis. Estes são exemplos que demonstram que tem que se dar uma voz digna não só a todos estes tópicos, mas, sim, a todas a mulheres. É importante que todas as mulheres percebam que podem ter o controlo das respectivas vidas de volta, saibam que não têm que sofrer sozinhas nesta fase e que só através da normalização da conversa em torno da menopausa se conseguirá educar toda uma sociedade. </p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-h76gn' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>O lado íntimo da menopausa</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-lado-intimo-da-menopausa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Ambrósio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Oct 2019 07:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Ginecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[Paula Ambrósio]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Menopausa. O momento em que parece que tudo acaba e em que muita coisa começa. Para&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Menopausa. O momento em que parece que tudo acaba e em que muita coisa começa. Para algumas mulheres é o ansiado fim das dores menstruais, dos períodos abundantes, das dores de cabeça insuportáveis, do medo da gravidez fora de tempo, das alterações constantes do humor&#8230; Para grande parte, o início dos afrontamentos incapacitantes, da secura vaginal, da falta de desejo sexual, das noites mal dormidas&#8230; Mas, não só&#8230; Surge (ou aumenta) o medo da perda da juventude, da beleza, do vigor, da energia… do espelho mágico que já não nos diz que somos a mais bonita do mundo, como se a perda da fertilidade fosse o início do fim. Será mesmo assim? Será que a menopausa significa tudo isto?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é a menopausa?</strong></h2>



<p><strong>A menopausa corresponde à perda definitiva da função dos ovários, ou seja, à perda da capacidade reprodutora.</strong> A partir deste momento já não é possível engravidar. Como esta perda muitas vezes não é súbita, e pode passar por períodos em que os ovários funcionam de forma irregular,<strong> só depois de 12 meses sem menstruação é que podemos dizer que estamos perante a menopausa</strong>. É a data da última menstruação (do mesmo modo que a menarca é a data da primeira- e, curiosamente, quase todas as mulheres sabem, mesmo aos 90 anos, quando é que foram menstruadas pela primeira vez).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual o impacto da menopausa na vida da mulher?</strong></h2>



<p>O problema é que o fim da função dos ovários implica a perda das hormonas por eles produzidas, os estrogénios e a progesterona. Os estrogénios são essenciais a muitos sistemas do nosso organismo e é aqui que começam as complicações&#8230; Com a perda dos estrogénios todos os órgãos que deles dependem para funcionar podem começar a falhar e a vagina e a vulva não são exceção&#8230; Como se não chegassem os afrontamentos e as alterações do sono, a secura vaginal e a perda do desejo sexual podem afetar de forma dramática a vida íntima da mulher e do casal.</p>



<p><strong>O maior problema é mesmo o estigma, a vergonha e a dificuldade em aceitar a menopausa. </strong>Como se não fosse um evento natural. Como se não fosse o início de um novo dia, da libertação das hormonas de uma vida inteira, do foco nos filhos e na família que tanto exigem (e tanto dão, também), uma nova etapa em que o objetivo já não é a continuidade da espécie e em que, de repente, há mais espaço para crescer e amadurecer. Para prestar atenção ao nosso corpo, às nossas necessidades, aos nossos desejos e perceber como é que podemos tornar a menopausa a nossa maior conquista.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E, quando surge a síndrome génito-urinária?</strong></h2>



<p><strong>A síndrome génito-urinária é uma definição relativamente recente que engloba as principais consequências da falta de estrogénios a nível da vulva, vagina e bexiga associada à menopausa e que pode afetar até 70% das mulheres.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os sintomas associados à síndrome génito-urinária?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-vXKLc' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>As manifestações incluem <strong>secura vaginal</strong>, <strong>sensação de ardor/picadas a nível da vagina e vulva</strong>, <strong>diminuição da lubrificação vaginal</strong>,&nbsp; <strong>dor ou desconforto associado às relações sexuais</strong>, <strong>diminuição do desejo sexual e alterações urinárias</strong>, como<strong> aumento da vontade de urinar</strong> e, por vezes, <strong>dificuldade em conter a urina</strong>.&nbsp;</p>



<p>Todas estas alterações podem levar à diminuição da intimidade do casal, com a mulher a evitar qualquer contacto físico ou sexual sendo que, muitas vezes, o parceiro não compreende ou aceita esta situação. E o ciclo vicioso instala-se já que com a menor frequência das relações as queixas de secura e diminuição da lubrificação tende a agravar-se.&nbsp;</p>



<p>Sabemos que a vida sexual do casal é um dos aspetos mais importantes para o bem-estar em qualquer fase da vida, mas particularmente na pós-menopausa, estando muito relacionada com a qualidade de vida. Os filhos criados, a estabilidade laboral e financeira, a disponibilidade para atividades que até então eram impensáveis tornam este período uma oportunidade de intimidade e redescoberta da sexualidade que pode e deve ser otimizado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Síndrome génito-urinária &#8211; Que tratamentos existem?</strong></h2>



<p>Para tal é necessário que as mulheres percebam que não é um karma ou uma cruz que se tem de carregar até ao fim da vida. Não é uma resignação ou uma aceitação de mártir. Existem tratamentos muito eficazes e bem tolerados que podem reverter estas alterações, mas não aparecem por magia… É um tema que tem de ser abordado e discutido abertamente com o médico assistente, sem vergonhas ou pudores.</p>



<p>Ninguém tem vergonha de ir à consulta queixar-se de dores de cabeça ou de costas. Ou da tensão que está mais alta ou do colesterol que teima em não baixar. Mas, grande parte das mulheres com queixas génito-urinárias não se queixa e, infelizmente, muitas vezes os médicos também não perguntam, tão preocupados que estão com as outras doenças. Sim, as outras porque esta também é uma doença quando interfere com a qualidade de vida &#8211; e interfere sempre, especialmente quando as relações sexuais se tornam um momento de dor e sofrimento em que o único desejo presente é o de que acabe depressa.&nbsp;</p>



<p>Não chega ir à farmácia e pedir a quem está atrás do balcão que lhe venda um creminho ou um líquido de lavagem milagroso. <strong>Existem tratamentos muito eficazes e bem tolerados</strong> <strong>à disposição de todas as mulheres e que, com indicação médica adequada, permitem melhorar e otimizar as consequências da menopausa. Alguns possuem hormonas, outros não. Para algumas mulheres a hidratação local é suficiente, mas muitas vezes é necessário recorrer ao tratamento local ou sistémico. </strong>É importante que as mulheres, e os seus clínicos, não confundam os potenciais riscos da terapêutica hormonal sistémica (ou seja, aquela que aumenta os níveis sanguíneos de estrogénios) com os da local de baixa dosagem. Nenhum estudo realizado até à data com tratamentos hormonais locais de dose baixa revelou níveis hormonais superiores aos registados na pós-menopausa. Também é importante que as mulheres percebam que estes tratamentos são para fazer, assim como fazem o creme anti-rugas facial…</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância de se falar neste lado mais íntimo da menopausa</strong></h2>



<p>É importante que este tema, de elevada intimidade, se torne público na discussão. Que se fale abertamente das queixas, seja no consultório médico, seja no chá das 5 com as amigas. <strong>Que não se ache que é suposto sofrer com os sintomas da menopausa. Que não se aceite nada menos do que o bem-estar e a satisfação plena da mulher e do casal. Porque merecemos. Todos.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-vXKLc' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como Ultrapassar a Menopausa de uma Forma Natural</title>
		<link>https://simplyflow.pt/menopausa-como-ultrapassar-esta-fase-de-uma-forma-natural/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Bravo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Mar 2019 08:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[João Bravo]]></category>
		<category><![CDATA[Menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é a menopausa Podemos definir a menopausa como a cessação do período menstrual pelo&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><b>O que é a menopausa</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Podemos definir a menopausa como a cessação do período menstrual pelo período de 6 meses a 1 ano. Normalmente ocorre entre os 45 e os 55 anos. Nesta fase há uma redução significativa de estrogénios e progesterona, o que conduz a diversos sintomas tais como:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Afrontamentos – calor excessivo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Dores de cabeça ou enxaquecas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Vaginites atróficas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Infeções urinárias mais frequentes;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Mãos e pés frios;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Dificuldade de concentração;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Osteoporose e osteopenia;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Diminuição da libido e do desejo sexual;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Secura vaginal;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Perturbações psicológicas (diminuição da serotonina);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Aumento de peso.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Normalmente o tratamento na medicina convencional assenta na terapia hormonal de substituição, que não é um tratamento, mas sim um alívio temporário dos sintomas. Não é uma cura permanente, é como adiar o inadiável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para além disso, podem surgir efeitos secundários desagradáveis, como por exemplo, inchaço, náuseas, câimbras e até hemorragias vaginais.</span></p>
<p><b>Contudo, uma alimentação adequada, exercício físico, relaxamento ou meditação e alguns suplementos, demonstraram ser igualmente benéficos, sem os riscos associados à terapêutica hormonal de substituição.</b></p>
<h2><b>Como ultrapassar a menopausa de uma forma natural</b></h2>
<h3><b>Alimentação</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Alguns alimentos contêm fitoestrógenios, que são substâncias com uma estrutura química semelhante aos estrógenios utilizados na terapêutica hormonal de substituição.</span></p>
<p><b>Além de reduzirem os sintomas associados à menopausa, também previnem o risco de aparecimento de determinados tipos de cancro.</b><span style="font-weight: 400;"> Os alimentos mais ricos nestas substâncias são a soja, as sementes de linhaça, os frutos secos (nozes, amêndoas, avelãs), os grãos integrais, as leguminosas, as maçãs, o funcho, o aipo, a alfalfa e a salsa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem alimentos que potenciam os sintomas relacionados com a menopausa, como o álcool, o leite, os enchidos, o tabaco, a cafeína e as carnes vermelhas, pelo que a sua ingestão deverá ser controlada.</span></p>
<h3><b>Suplementos naturais</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem diversos suplementos naturais que, comprovadamente, têm uma ação muito positiva sobre os sintomas relacionados com a menopausa. Os mais interessantes são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><b>Isoflavonas de soja</b><span style="font-weight: 400;"> – Ajudam a reduzir os afrontamentos e outros sintomas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Cimicifuga (black cohosh)</b><span style="font-weight: 400;"> – Ação tipo estrogénica. Liga-se aos recetores estrogénicos. Alivia o desconforto pré-menstrual, dismenorreia, perturbações neurovegetativas associadas ao climatério e à menopausa;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Dong Quai (Angelica sinensis)</b><span style="font-weight: 400;"> – Ajuda nos transtornos cardiovasculares associados ao climatério e pós-menopausa.</span></li>
</ul>
<h3><b>Exercício físico</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Comprovadamente o exercício físico ajuda a ultrapassar de uma forma positiva, os desconfortos relacionados com a menopausa. </span><b>A minha recomendação é que faça exercício com algum grau de intensidade, no mínimo duas vezes por semana, e que realize diariamente uma caminhada de 30 a 45 minutos.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isto ajudará a baixar os níveis de colesterol, diminui as perdas ósseas, aumenta a capacidade de lidar com o stress, melhora a circulação, melhora a função cardíaca, melhora a oxigenação e a utilização de nutrientes pelas células e alivia as enxaquecas.</span></p>
<h3><b>Relaxamento e meditação</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Está igualmente comprovado que o relaxamento ou a meditação ajudam a reduzir os níveis de cortisol e, desta forma, ajudam a relaxar e a equilibrar o sistema nervoso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje em dia existem diversas aplicações que ensinam a meditar, contudo, </span><b>pode optar por um exercício muito simples e que consiste em focar-se na sua respiração.</b><span style="font-weight: 400;"> Escolha um sítio tranquilo e preste atenção à sua respiração. Não tem que a alterar, somente prestar atenção ao ar a entrar e ao ar a sair.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sempre que a sua atenção se desviar não se julgue, nem se critique. De uma forma pacífica volte ao seu exercício. Tente praticar pelo menos dez a quinze minutos diariamente.</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O Poder das Hormonas</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-poder-das-hormonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Vasconcelos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2019 08:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Vasconcelos]]></category>
		<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[hormonas]]></category>
		<category><![CDATA[Menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O poder das hormonas O nosso corpo é um sistema complexo, inteligente e autorregulável. As hormonas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><b>O poder das hormonas</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O nosso corpo é um sistema complexo, inteligente e autorregulável. </span><b>As hormonas assumem um papel crucial no equilíbrio</b><span style="font-weight: 400;">, por serem </span><span style="font-weight: 400;">mensageiras químicas produzidas continuamente, no sentido de satisfazer todas as necessidades fisiológicas do organismo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A palavra hormona, de origem grega, significa movimento ou estímulo. </span><b>A sua função é exercer uma ação reguladora (indutora ou inibidora) noutros órgãos ou áreas do corpo.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em geral, as mais de 50 hormonas identificadas, trabalham devagar e agem por muito tempo, regulando o crescimento, o desenvolvimento, a reprodução e as funções de muitos tecidos, bem como os processos metabólicos do organismo.</span></p>
<h2><b>Como nos afetam as hormonas</b></h2>
<p><b>Todas as células do nosso corpo são comandadas por hormonas. É fácil entender que, pequenos défices ou excessos de algumas hormonas, conduzem a grandes alterações no nosso estado de espírito</b><span style="font-weight: 400;">, equilíbrio, todos os metabolismos, peso e sono.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitas vezes, as concentrações plasmáticas de algumas hormonas encontram-se em valores apenas ligeiramente alterados, remetendo-nos para situações subclínicas. Apesar de ainda se encontrarem dentro dos intervalos considerados normais, já pode haver sintomatologia relacionada.</span></p>
<p><b>De todas as hormonas, as que começam, mesmo ainda antes da menopausa, a afetar o nosso humor, bem-estar, peso, sono e cognição são, na grande maioria, as hormonas da tiróide e as esteróides (progesterona, DHEA, pregnenolona, estrogénios, SHBG e testosterona).</b></p>
<h3><b>Hormonas da Tiróide</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As hormonas da tiróide são responsáveis pelo metabolismo de quase todo o seu corpo. Pessoas com baixa função tiroideia estão frequentemente cansadas e são mais suscetíveis de ganhar peso, muitas vezes sentem as extremidades frias e o cabelo e as unhas também começam a enfraquecer. A tiróide está intimamente ligada às glândulas suprarrenais. É importante analisar estas alterações em conjunto.</span></p>
<h3><b>Progesterona</b></h3>
<p><b>A progesterona é uma das hormonas mais importantes por ter a seu cargo as funções mais protetoras no organismo</b><span style="font-weight: 400;">; as suas concentrações começam, por vezes, a baixar muito cedo, por volta dos 30/35 anos e, por isso, será importante começar a quantificar também os níveis de zinco e vitamina D que ajudam a manter níveis saudáveis de progesterona.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em quantidade corretas, intervém na estimulação da tiróide, faz-nos sentir tranquilos, dormir bem, melhora a performance intelectual, mantém-nos focados, equilibra o açúcar no sangue, reduz edemas, estimula o metabolismo ósseo, regula o ciclo menstrual e protege o nosso tecido mamário da atividade indesejada de proliferação do estrogénio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A progesterona ativa o gene p53 supressor de tumores, mantém baixos níveis séricos de estrógenio e, portanto, diminui o risco de enfarte do miocárdio, além de incrementar a conversão do estradiol em estrona, um estrogénio dez vezes menos ativo. Aproximadamente 100mg de progesterona micronizada reduzem cerca de 30% os níveis de estradiol.</span></p>
<h2><b>O que acontece na menopausa</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Não sabemos ainda se envelhecemos porque as hormonas vão “caindo” ou, se produzimos menos hormonas porque vamos envelhecendo. Mas o que normalmente não nos dizem é que </span><b>as hormonas começam a baixar muito antes da menopausa e os sintomas indesejados começam a aparecer sem que sejam atribuídos a uma causa hormonal</b><span style="font-weight: 400;">. A primeira hormona a descer, normalmente, é a progesterona.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A menopausa é o momento da vida da mulher caracterizado pela cessação da menstruação e que acontece normalmente entre os 48 e 54 anos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A mulher começa a perder progressivamente a sua função ovárica e, assim, baixa a produção de hormonas femininas: os estrogénios e a progesterona. Outras hormonas, como a testosterona, também baixam consideravelmente nesta fase.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em circunstâncias normais, </span><b>as hormonas vão baixando gradualmente e a mulher vive diferentes etapas que apresentam vários sintomas</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar do sintoma mais associado à menopausa serem os afrontamentos, só 30% apresentam os “hot-flushes” ao passo que cerca de 100% apresentam:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Secura vaginal e atrofia das mucosas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Diminuição da libido;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Incontinência urinária;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Maior flacidez da pele, do corpo e face;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">A nível emocional: sensação de cabeça “vazia”, “perdida”, falta de concentração, falta de memória, mau sono, irritabilidade.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Os distúrbios cardiovasculares, a osteoporose e o cancro de mama são as doenças mais frequentes associadas à menopausa, muitas vezes acompanhadas por excesso de peso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A maioria das mulheres na menopausa, e muitas vezes mesmo antes da cessação do período, estão medicadas com substâncias químicas anti-sintoma, apesar de na maioria das vezes não haver necessidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As alterações hormonais são responsáveis pela maioria dos sintomas depressivos e do foro emocional que aparecem logo desde a perimenopausa (fase que marca o fim da vida reprodutiva da mulher e antecede a menopausa). </span><b>A regularização hormonal evitaria o uso de muitos medicamentos.</b></p>
<h2><b>O que podemos fazer para minimizar o impacto</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para minimizar o impacto da descida hormonal e do envelhecimento temos de preparar o nosso corpo, aumentando a sua capacidade de defesa. Para isso, é determinante melhorar a forma como vivemos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A mudança deve ser entendida como um todo e é determinante no processo de envelhecimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A alteração do nosso modo de vida deverá:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Corrigir a alimentação, retirando os alimentos incompatíveis com o seu corpo e que, portanto, provocam inflamação;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Reduzir níveis inflamatórios identificando e corrigindo  os maiores desequilíbrios &#8211; oxidação, intoxicação, intestino, acidez metabólica, emocional, défice em gordura (as hormonas são sintetizadas a partir de gordura) ou alterações no metabolismo do açúcar;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Corrigir os outros trigger points como exposição a tóxicos (xenoestrógenios, pesticida, químicos, metais pesados, medicamentos e tantos outros), radiações e campos eletromagnéticos, agentes patogénicos (vírus, bactérias, parasitas);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Praticar exercício físico de forma regular, controlar os níveis de stress, a quantidade e qualidade do sono, ter uma atitude positiva, entender que é necessário resolver conflitos e bloqueios emocionais;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Determinar os polimorfismos (alterações genéticas) de forma a poder controlar a expressão dos genes através da introdução dos alimentos e suplementos corretos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Suplementar com produtos naturais que ajudam a melhorar os níveis de progesterona e a promover o equilíbrio hormonal, podendo optar por alguns suplementos naturais como:</span>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Vites Agnus-Castus (Sauzgatillo)</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Cimicifuga Racemosa (Cohsh Negro)</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Trébol Rojo (Trifolium pratense)</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Dong Quai (Angelica Sinensis)</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Inhame selvagem mexicano (esta raiz tem uma alta concentração de diosgenina que aumenta os níveis de progesterona no corpo, e compensa a relação entre estrogénios/progesterona &#8211; muitos transtornos da mulher são ocasionados por uma dominância estrogénica).</span></li>
</ul>
</li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Modulação hormonal – aplicação dérmica de hormonas bioidênticas, moléculas com estrutura idênticas às nossas hormonas, muito diferentes das hormonas utilizadas na terapia de substituição hormonal.</span></li>
</ul>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-poder-das-hormonas/">O Poder das Hormonas</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Menopausa: mudar, de forma saudável</title>
		<link>https://simplyflow.pt/a-menopausa-mudar-de-forma-saudavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Serrano]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Oct 2018 07:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Ginecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sofia Serrano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde que uma mulher tenha brilho nos olhos, nenhum homem irá reparar se tem rugas em&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">Desde que uma mulher tenha brilho nos olhos, nenhum homem irá reparar se tem rugas em volta deles.” </span></p></blockquote>
<p style="text-align: right;"><span style="font-weight: 400;">Dolores Del Río, atriz</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Podemos dizer que as mulheres passam duas vezes pela adolescência: porque depois de termos ultrapassado a puberdade e chegado à vida adulta, entramos novamente numa época de flutuações hormonais e mudanças de humor intensas, bem como transformações físicas – a perimenopausa. Começa por volta dos 43 anos e atinge o seu máximo aos 47-48 anos. Há alterações de sono, suores noturnos e, acima de tudo, flutuações de humor marcadas. Depois, segue-se a menopausa.</span></p>
<h2><b>O que é a menopausa?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A menopausa corresponde a uma etapa da vida da mulher em que ocorre a cessação permanente da menstruação, devido à paragem de funcionamento dos ovários. O início da menopausa só pode ser considerado após um ano do último fluxo menstrual, uma vez que, durante esse intervalo, a mulher ainda pode, ocasionalmente, menstruar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nem todas as mulheres passam pela menopausa da mesma forma. Algumas não sentem os afrontamentos, a irritabilidade, as insónias ou a secura vaginal, enquanto para outras, estes sintomas são tão intensos que interferem com o seu dia-a-dia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante também salientar que a menopausa é, muitas vezes, encarada erradamente como um acontecimento negativo, um marcador de “velhice”. Esta é uma ideia ultrapassada: </span><b>a menopausa é mais uma fase da vida da mulher, para ser vivida em pleno, com pontos positivos e negativos, onde deixamos de precisar de contraceção e ocorre o fim dos períodos menstruais, que podem ser difíceis de suportar para muitas mulheres</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>Com que idade a mulher entra na menopausa?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A idade da menopausa varia de mulher para mulher, podendo acontecer entre os 45 e os 55 anos. Em Portugal, a idade média para a menopausa situa -se nos 51.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos casos em que a menopausa ocorre antes dos 45 anos, consideramos que há uma menopausa precoce, e se surgir após os 55, é tardia.</span></p>
<h2><b>Quais são os sintomas e sinais da menopausa?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Na menopausa ocorrem transformações importantes no organismo da mulher que estão relacionadas com a redução do funcionamento dos ovários, com uma queda marcada da produção de hormonas.</span></p>
<p><b>São sintomas e sinais da menopausa:</b></p>
<ul>
<li><strong>ausência da menstruação;</strong></li>
<li><strong>secura vaginal;</strong></li>
<li><strong>ondas de calor;</strong></li>
<li><strong>suores noturnos;</strong></li>
<li><strong>insónias;</strong></li>
<li><strong>diminuição do desejo sexual;</strong></li>
<li><strong>diminuição da atenção e memória;</strong></li>
<li><strong>perda de massa óssea – osteoporose;</strong></li>
<li><strong>aumento do risco cardiovascular;</strong></li>
<li><strong>alterações na distribuição da gordura corporal;</strong></li>
<li><strong>depressão.</strong></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Há algumas soluções para melhorar as queixas das mulheres na menopausa, mas </span><b>é fundamental fazer uma consulta com o seu ginecologista e ser ele a indicar a terapêutica mais adequada.</b><span style="font-weight: 400;"> Deve ser feita uma avaliação do estado de saúde da mulher, e uma mamografia, para que se possa decidir qual o melhor tratamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesta fase, recomenda-se que a mulher faça consultas regulares com outros profissionais além do ginecologista habitual, especialmente com o cardiologista e, se necessário, com um psicólogo ou psiquiatra. Devido à redução do metabolismo com a menopausa, é habitual que haja algum ganho de peso, aumento do nível de colesterol e da tensão, bem como sintomas de tristeza, baixa autoestima e até depressão.</span></p>
<h2><b>Combater os sintomas da menopausa com alimentação saudável:</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Saber o que comer nesta fase da vida é muito importante, pois </span><b>a alimentação ajuda a diminuir os sintomas da menopausa</b><span style="font-weight: 400;">, como as ondas de calor, ansiedade e insónia, melhorando o bem-estar da mulher. Devemos escolher uma dieta rica em fruta e vegetais, privilegiando o azeite e limitando a ingestão de gorduras saturadas e doces. Também é importante moderar a ingestão de sal e proteínas, que potenciam a eliminação de cálcio pela urina, bem como de bebidas alcoólicas e estimulantes como o café, que favorecem o risco de problemas cardiovasculares e cancro da mama.</span></p>
<p><b>Uma alimentação saudável na menopausa deve incluir:</b></p>
<ul>
<li><strong>produtos ricos em fitoestrogénios, como a soja, e à base de soja, lentilhas, grão, amendoim, sementes de linhaça, farelo de centeio, trigo integral, cevada, sementes de sésamo e semente de abóbora;</strong></li>
<li><strong>legumes, hortaliças e frutas frescas, especialmente citrinos;</strong></li>
<li><strong>alimentos ricos em vitamina A;</strong></li>
<li><strong>legumes como brócolos e espinafres;</strong></li>
<li><strong>alimentos ricos em ómega 3, como peixe, sementes de chia e frutos secos;</strong></li>
<li><strong>alimentos ricos em cálcio e vitamina D: leite e derivados, sardinhas com espinha, leguminosas, cereais integrais, legumes de folha verde, sementes de sésamo, nabo;</strong></li>
<li><strong>ovos (dois a três por semana);</strong></li>
<li><strong>cereais: arroz, batata, massa integral;</strong></li>
<li><strong>azeite.</strong></li>
</ul>
<h2><b>Combater os sintomas da menopausa com exercício físico:</b></h2>
<p><b>As alterações que ocorrem na menopausa fazem com que as mulheres percam cerca de 2% de densidade mineral óssea por ano. O desporto pode ajudar a minimizar o problema.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante manter um estilo de vida ativo: andar a pé, usar as escadas em vez do elevador e evitar passar muitas horas sentada. Além disso, pelo menos três vezes por semana, deve-se praticar um desporto com carga, como corrida ou marcha, dança ou musculação, durante 30 a 45 minutos, para preservar a massa muscular e o peso, estimular a formação óssea e reduzir o risco de problemas cardiovasculares.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O exercício físico deve ser monitorizado e adequado às condições de saúde. É importante ter aconselhamento médico e ser acompanhada por um profissional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do efeito benéfico para a saúde óssea, o exercício físico permite ainda melhorar outras capacidades, nomeadamente a força muscular, a coordenação dos movimentos, o equilíbrio, a postura e a mobilidade, prevenindo quedas. Ajuda a manter um peso adequado, previne a obesidade e a diabetes, melhora a capacidade cardiovascular, facilita a circulação sanguínea e diminui o risco de hipertensão. A nível respiratório, o exercício físico moderado fortalece os pulmões e o coração, e melhora a capacidade respiratória.</span></p>
<h2><b>Como</b> <b>tratar a menopausa? </b></h2>
<p><b>Os tratamentos da menopausa servem para obter um novo equilíbrio no organismo da mulher e para prevenir as consequências da redução natural de hormonas. </b><span style="font-weight: 400;">Nem todas as mulheres vão necessitar de tratamento.</span></p>
<h3><b>.</b> <b>Terapêutica hormonal de substituição (THS)</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">São hormonas sexuais que vão aliviar os sinais e sintomas da menopausa. Podem ser estrogénios ou progestagénios isolados, uma associação estroprogestativa e ainda a tibolona. A escolha depende de cada mulher em concreto. Melhoram principalmente os afrontamentos, mas também a secura vaginal e líbido, e a longo prazo previnem a osteoporose.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estão associados a um aumento do risco de cancro da mama, AVC e embolia pulmonar, em particular quando a terapêutica dura mais de cinco anos, pelo que a THS só deve ser feita por este período máximo.</span></p>
<h3><b>. Derivados da soja</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">São comprimidos à base de derivados da soja que têm uma ação semelhante aos estrogénios. Começaram a ser usados por se verificar que as mulheres asiáticas, que consomem bastante soja, tinham menos queixas na menopausa e menos cancro da mama.</span></p>
<h2><b>E, a sexualidade após a menopausa?</b></h2>
<p><b>A sexualidade é parte fundamental do nosso bem-estar em qualquer idade.</b><span style="font-weight: 400;"> Após a menopausa, podemos continuar a sentir-nos sexy e a viver a nossa vida em pleno, apesar de, durante muito tempo, persistir o mito que depois dos 50 anos acabava a vida sexual.</span></p>
<p><b>Com a menopausa, há algumas mudanças, que variam de mulher para mulher</b><span style="font-weight: 400;">: algumas passam a ter mais prazer com o sexo, por desaparecer o receio de uma gravidez não desejada, outras têm menos desejo e menos prazer devido à diminuição das hormonas produzidas pelos ovários.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A perda dos níveis de estrogénio reduz a lubrificação e a vascularização vaginal, o que pode provocar dor nas relações sexuais. Outras alterações de vida que acontecem na altura da menopausa, como a saída dos filhos de casa, instabilidade no emprego, problemas de saúde, dificuldades familiares ou económicas, podem ter um efeito mais importante na redução da libido do que a menopausa propriamente dita.</span></p>
<p><b>É um mito que depois da menopausa não há interesse sexual ou que a atividade sexual é má para a saúde nesta idade.</b><span style="font-weight: 400;"> É normal que haja</span> <span style="font-weight: 400;">redução do interesse sexual e que possam aparecer outras queixas, que</span> <span style="font-weight: 400;">devem ser esclarecidas com o médico.</span></p>
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