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	<title>Arquivo de Liberdade - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Arquivo de Liberdade - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Consciência do valor da liberdade</title>
		<link>https://simplyflow.pt/consciencia-do-valor-da-liberdade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2022 19:42:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[fátima lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O dia 25 de Abril é um dia que deveria ser dedicado à reflexão sobre o que é isto de viver em liberdade. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/consciencia-do-valor-da-liberdade/">Consciência do valor da liberdade</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O dia 25 de Abril é um dia que deveria ser dedicado à reflexão sobre o que é isto de viver em liberdade.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Vivemos 48 anos de ditadura. Somamos 48 anos de liberdade, desde a revolução dos cravos em 1974. Já contamos mais dias em democracia do que em ditadura.  </strong></h2>



<p>Os mais antigos, ainda se recordam do que era viver em ditadura, impossibilitados de manifestar opiniões diferentes do regime ou <a href="https://simplyflow.pt/o-direito-a-liberdade-de-pensamento/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pensarem</a> pela sua própria cabeça. Lembram-se também do que era viver sempre com a sensação de estarem a ser espiados. Os pides oficiais e os não encartados, conhecidos como “bufos”, que sem que ninguém lhes pedisse, tomavam iniciativa de denunciar quem não alinhasse com o regime, fazendo com que as pessoas vivessem altamente condicionadas e limitadas.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Isto hoje parece-nos pouco real, principalmente se não vivemos esta realidade e apenas temos conhecimento dela pelos relatos dos outros. O que não podemos deixar que aconteça, é dar esta realidade por garantida. </strong></h2>



<p>O mundo e a história, estão cheios de exemplos de casos, onde a liberdade de um povo se perdeu a partir do momento em que chegou ao poder alguém com uma ambição desmedida e incapaz de pensar no bem coletivo. Estamos a viver esta realidade com a guerra na Ucrânia e temos de estar muito atentos ao que se passa noutros países e em Portugal também.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os extremismos são sempre um perigo. </strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-tYFTX' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>As posições que passam por categorizar os cidadãos por níveis, são altamente ameaçadoras.<strong> Qualquer pessoa que aposte em clivagens e construa barreiras entre os seres humanos, nunca, mas nunca deveria chegar ao poder.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O poder é para quem tem consciência do valor da liberdade e tudo faz para a respeitar e preservar, fazendo do seu mandato uma oportunidade para estabelecer pontes entre as pessoas e melhorar as suas vidas. Isto sim é o papel de um governante sério.</strong> </h2>



<p>Qualquer coisa diferente desta, não é cumprir o papel de&nbsp; governar um povo, mas, sim, o exercício egoísta de quem quer simplesmente alimentar o seu ego para se sentir poderoso.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tenhamos todos consciência da benção que é termos e vivermos em liberdade. </strong></h2>



<p>Mas <strong>tenhamos também a noção que somos os guardiões da mesma</strong> e que <em>“a </em><a href="https://simplyflow.pt/a-liberdade-de-simplesmente-ser/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>liberdade</em></a><em> de cada um termina onde começa a liberdade do outro”</em> (Herbert Spenser, Pensador).&nbsp;</p>



<p class="has-small-font-size">Nota: Fotografia por <a href="https://www.instagram.com/fuifotografar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Verónica Silva</a>&nbsp;</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-tYFTX' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Amar com liberdade</title>
		<link>https://simplyflow.pt/amar-com-liberdade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andreia Lourador]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jun 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[amor obsessivo]]></category>
		<category><![CDATA[Andreia Lourador]]></category>
		<category><![CDATA[Casais]]></category>
		<category><![CDATA[Casal]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Obsessão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No amor obsessivo não há espaço para “nós”. E o amor é o lugar onde cabe um Tu, um Eu e um Nós. Por isso é que o amor é generoso, é livre, não aprisiona. Não dói. O amor serve para nos complementar, não para completar.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/amar-com-liberdade/">Amar com liberdade</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É muito difícil que todas as pessoas se refiram ao mesmo sentimento e significado em relação ao amor. Este sentimento tão primitivo traz experiências tão diferentes e arrebatadoras, desde a ternura, à paixão, ao apego, até à posse, obsessão e ciúme. Para muitos, é sinónimo de dor, sofrimento e agonia. Existem sentimentos controversos parecidos com amor, mas que nada tem haver com este sentimento tão generoso e prazeroso. Falo do “amor obsessivo”, um sentimento que, na verdade, tem muito pouco a ver com o amor…</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><strong>Quando o amor se torna obsessivo</strong></strong></h2>



<p><strong>Amar desta forma é ansiar, é querer algo sem pensar no outro.</strong> No amor obsessivo não há espaço para “nós”. E o amor é o lugar onde cabe um Tu, um Eu e um Nós. Por isso é que o amor é generoso, é livre, não aprisiona. Não dói. O amor serve para nos complementar, não para completar. Porque só conseguimos amar quando estamos inteiros.&nbsp;</p>



<p><strong>Quando o amor se transforma em obsessão a outra pessoa deixa de nos complementar para nos completar. </strong>Por isso, temos medo que nos abandone, porque deixará um vazio que não mais conseguiremos preencher.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Juntos para sempre</strong></h2>



<p>Esta afirmação, que crescemos a vê-la tão romantizada, na literatura, no cinema e na música, por si só já adorna e fantasia a verdadeira posse. E <strong>possuir é sofrer</strong>. Porquê? Porque <strong>nada é permanente</strong>. As relações, as pessoas, os objetos, o dinheiro, as funções que ocupamos, <strong>tudo muda</strong>. E <strong>precisamos aprender a viver na impermanência</strong> <strong>porque nada é para sempre</strong>. Quando entendemos isto, conseguimos usufruir de tudo o que temos em paz.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Não, o amor não dói.</strong></h2>



<p>O que dói é ferimento no joelho, tombo de bicicleta, falta de reciprocidade, rejeição ou possessão. <strong>O amor nutre a alma, acolhe, tranquiliza e cicatriza.</strong></p>



<p>No entanto, <strong>o sofrimento ainda é uma das ideias que mais associamos ao amor</strong>. Acreditamos que sofrer numa relação é inevitável e que isso está relacionado com a intensidade e profundidade do amor, como se quanto mais sofrermos mais amamos. Mas,<strong> fará isto sentido, num sentimento tão generoso como o amor?</strong></p>



<p>Isto foi aprendido cultural e socialmente através da crença de que o sofrimento é uma prova de amor. Uma ideologia que pode inclusive chegar a ser um pouco sadomasoquista. Ora, se <strong>o amor é para doar e partilhar, o sofrimento não cabe nele</strong>.&nbsp;&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ter não é possuir porque possuir não é amor!</strong></h2>



<p>Quando falamos de relacionamento amoroso, tendemos a confundir estes dois conceitos. Ter alguém não é, de forma alguma, possuir.&nbsp;</p>



<p>Ter alguém significa que nos partilhamos integralmente, sem que sejamos obrigados a isso. Doamo-nos de forma completamente livre, enquanto o desejarmos e formos desejados. Não existe nenhuma obrigatoriedade no amor, ninguém tem de permanecer ao lado de ninguém para sempre, se já não o desejar.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É possível amar com liberdade?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-8VkuO' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Quando o sofrimento aparece nos nossos relacionamentos amorosos é porque alguma coisa está errada. <strong>O desenvolvimento pessoal, maturidade, honestidade e a harmonia do casal são elementos que, quando se consolidam, deixam de ter espaço para o sofrimento na relação.</strong> Nesta equação <strong>não cabe a obsessão e a possessividade</strong>.&nbsp;</p>



<p><strong>Quando amamos de uma forma saudável relacionamo-nos sem sofrimento, sem posse, sem medos que nos façam perder a nossa liberdade individual e sem a necessidade de estar com alguém para não nos sentirmos sozinhos.</strong></p>



<p>A união que representa o nosso vínculo amoroso não pode estar contaminada pela possessividade e pela dependência. Afastar-se destas duas práticas tão comuns exige muita maturidade e sobretudo um bom autoconceito e valorização pessoal. Quando temos medo de <a href="https://www.facebook.com/psicologandreialourador/photos/a.411250612974511/956647668434800/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">perder o outro</a>, então é porque nós não estamos inteiros. Aprender a ser e estar inteiro é a premissa primária que nos fará amar com liberdade. Não há como viver em paz quando se está constantemente dependente do medo de perder o que acreditamos possuir.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Antes de amar, ame-se primeiro.</strong></h2>



<p>Este é o princípio que nos afasta de todos os medos, do medo da perda, do abandono, da rejeição, e que estabelece motivo para nos sentirmos gratos pelo vínculo que temos, vivendo-o livremente.<strong> Isto é o amor.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-8VkuO' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<item>
		<title>O novo sentido de Liberdade</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-novo-sentido-de-liberdade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2020 07:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[fátima lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Portugal é um País livre. Conquistou a sua liberdade no dia 25 de Abril de 1974.&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-novo-sentido-de-liberdade/">O novo sentido de Liberdade</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal é um País livre. Conquistou a sua liberdade no dia 25 de Abril de 1974. Levámos algum tempo a perceber que éramos livres. Levámos algum tempo a funcionar como pessoas livres porque quando se vive subjugado a uma ditadura durante décadas, há formas de pensar e de agir que ficam coladas a nós como uma segunda pele. E levamos tempo a perceber que, afinal, já podemos pensar de forma livre, que, afinal, já podemos manifestar livremente as nossas opiniões, que, afinal, já somos livres de fazer as nossas escolhas e de trilhar os caminhos que nos fazem sentido. Tudo isto leva tempo. Mas, agora deparamo-nos todos com uma nova realidade.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estamos impedidos de viver em Liberdade. </strong></h2>



<p>E, o que é que isto quer dizer? Estamos confinados ao espaço de nossas casas, com uma liberdade muito reduzida apenas para fazer as coisas mínimas, como, por exemplo, ir ao supermercado. De resto não podemos ir para lado nenhum. Logo não estamos a viver a liberdade no sentido que já a conhecíamos e tínhamos como dado garantido.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tudo isto exige uma adaptação impressionante. </strong></h2>



<p>Porque sentimos uma liberdade condicionada. Porque sentimos que a nossa liberdade tem limites. Porque sentimos que mantemos a nossa liberdade de pensamento, mantemos a nossa liberdade de expressão, mantemos a nossa liberdade como um direito, mas <strong>sabemos que a nossa liberdade tem, hoje, muitos limites</strong>. Ela está, efectivamente, condicionada e isso faz-nos perceber a sua importância.&nbsp;&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tínhamos a nossa liberdade como um dado adquirido. Hoje já não o é.</strong></h2>



<p>E, quando algo deixa de ser um dado adquirido nós sabemos que temos de lutar por ela. E, neste momento, estamos de novo a lutar pela nossa liberdade. Não a lutar no sentido de afrontar as regras e indicações da Direcção Geral de Saúde (DGS). De todo. Pelo contrário. Se queremos realmente respeitar a liberdade e a segurança do outro, temos de respeitar essas indicações permanecendo em casa. Ficar em casa e respeitar o isolamento social é a maior prova de respeito pelo outro e pela liberdade de todos nós. E, ao respeitarmos essas regras, neste momento, <strong>estamos a lutar para, aos poucos, recuperarmos a nossa liberdade total</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Isto é um grande ensinamento.</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-xJUrY' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Tenho-me questionado como é que serão os nossos dias após este isolamento social. Como é que serão? No dia em que nós tivermos autorização para circularmos livremente, para sairmos de nossas casas e darmos um passeio, para estarmos próximos das pessoas, para dar um abraço ou um beijo se assim quisermos, como é que vai ser? Será que o saberemos fazer? Será que não vamos manter sempre uma comunicação mais distante do que fazíamos antes? É bem provável. </p>



<p><strong>É bem provável que, quando recuperarmos a nossa liberdade, tenhamos de aprender como as crianças. É bem provável que tenhamos de aprender aos pouquinhos a ganhar confiança</strong>, a dar mais um passo no sentido do outro. E, o abraçar? A primeira vez que abraçarmos, se calhar abraçamos, mas iremos temer que haja a contaminação através de uma gotícula. E, então, abraçamos mas caladinhos, não abrimos a boca. Só depois de nos separarmos do outro é que expressamos qualquer coisa. <strong>Tudo isto será uma grande aprendizagem. Mas, esta aprendizagem pode ser extremamente rica.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E a liberdade pode ganhar um gosto e um sabor que não tinha. </strong></h2>



<p><a href="https://simplyflow.pt/o-direito-a-liberdade-de-pensamento/">Os meus pais viveram num País sem liberdade</a> e, por isso, quando a conquistaram sabiam dar-lhe o devido valor. Eu tinha 5 anos quando aconteceu o 25 de Abril de 1974 e, por isso, praticamente, não tenho memória nenhuma dessa data e <a href="https://simplyflow.pt/a-liberdade-de-simplesmente-ser/">sempre me lembro de ter vivido num País livre</a>. As gerações que se seguiram à minha ainda mais. Os meus filhos não sabem o que é viver privados de liberdade. Minto. Não sabiam. Agora sabem.</p>



<p>É uma privação diferente, mas já os faz olhar para a palavra liberdade com outro respeito. Baixarem a cabeça e fazerem-lhe uma vénia.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Porque ser livre é das coisas mais preciosas que existem. </strong></h2>



<p>É uma das expressões mais importantes para o ser humano. <strong>Um ser humano livre é alguém que abre as asas, que voa, que sonha, que respira, que cresce no seu dia-a-dia.</strong> Um ser humano que não é livre, fica com muitas destas capacidades adormecidas.&nbsp;</p>



<p>Eu sei que vamos acordar estas capacidades a seguir. Sei que vamos voltar a abrir os braços. Não deixem de sonhar por não ter a liberdade agora de pôr as vossas ideias em prática.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por favor, sonhem mais do que nunca!</strong></h2>



<p>Anotem num caderno, escrevam as coisas que querem fazer e aquilo que querem concretizar. <strong>Façam deste período de confinamento e de privação da liberdade, um período de auscultação interior e de questionamento para que a seguir, quando a liberdade for algo acessível, também vos seja mais rápido ir ao encontro dos vossos sonhos sem desistirem rapidamente. Porque, sim, sabem o que custou conquistá-la e, sim, estão preparados para agora conquistar também os vossos sonhos.&nbsp;</strong></p>



<p class="has-small-font-size">Nota: Fotografia por <a href="https://www.instagram.com/fuifotografar/">Verónica Silva</a></p>



<p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Liberdade de Ser Mulher</title>
		<link>https://simplyflow.pt/liberdade-de-ser-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Inês Gaya]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Aug 2019 08:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Inês Gaya]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Fecha as pernas”, dizia-me a minha mãe quando eu era pequena… “Esconde a barriga, onde já&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Fecha as pernas”, dizia-me a minha mãe quando eu era pequena…</p>



<p>“Esconde a barriga, onde já se viu, uma menina com a barriga à mostra?”, dizia-me a minha avó…</p>



<p>Isto da Liberdade ainda é um tema um pouco controverso quando se trata de mulheres. Por mais que já se tenha feito caminho ao nível da igualdade de género, há ainda muitos condicionamentos e preconceitos “escondidos” numa sociedade aparentemente liberal.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma liberdade condicionada em pleno século XXI!</strong></h2>



<p>Para uma observação simples escolhi o exemplo dos anúncios de pensos higiénicos. Eu não entendia o porquê do sangue menstrual ser apresentado como um líquido azul. Qual seria o problema de mostrar o sangue menstrual vermelho como ele é? Mais tarde percebi que há uma razão para isso: o sangue menstrual ainda não é bem-vindo e é considerado como algo sujo e mau!&nbsp;</p>



<p>Este exemplo, apesar de parecer algo banal e sem importância, ilustra bem a falta de liberdade que as mulheres ainda têm em pleno século XXI.Senão vejamos: Que tipo de liberdade é esta onde não se fala de menstruação, onde o sangue é azul e se incentiva as mulheres a não gostarem de menstruar, a não aceitarem o seu próprio corpo e a procurarem ser algo que não são? Que tipo de liberdade é esta onde se vende o “corpo ideal” que, por sinal, é um corpo desnutrido e infeliz, levando milhões de mulheres a competir e adoecer na busca pela suposta “perfeição”? Que tipo de liberdade é esta onde se continua a fomentar uma cultura da “mulher objeto” que tem de ser sexy, disponível, jovem e competente para poder receber o amor e a aceitação do mundo? Que tipo de liberdade é esta onde se castram e proíbem as meninas de conhecer o prazer através do seu corpo, levando à culpa e falta de auto-estima?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Liberdade com limites!</strong></h2>



<p>Neste tipo de “liberdade” as mulheres ainda não são donas do seu corpo, nem das suas escolhas… Esta “liberdade” é apenas uma ilusão que esconde a profunda prisão e manipulação de uma cultura patriarcal.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Muitas mulheres já estão a despertar para a verdadeira liberdade.</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-3qH7i' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'>

</p>



<p>Muitas mulheres já estão a acordar deste sono profundo. Muitas mulheres já estão a despertar e a perceber que a verdadeira Liberdade começa em amar o seu próprio corpo e em honrar o seu sangue menstrual como algo sagrado, pois é o seu Poder criador e o verdadeiro néctar da Vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>As diferentes formas de liberdade&#8230; </strong></h2>



<p>A verdadeira liberdade está em aceitar as suas formas perfeitas, a sua beleza natural a sua singularidade.</p>



<p>A verdadeira liberdade está em escutar a voz interna antes do ruído exterior e confiar na bússola que vive no seu coração.</p>



<p>A verdadeira liberdade está na expressão livre de preceitos e preconceitos…</p>



<p>A verdadeira liberdade está em cuidar de si e do seu corpo como um templo, colocando limites claros e só aceitando na sua intimidade quem a respeita e honra como uma Deusa!</p>



<p>A verdadeira liberdade é amar esta abundância que é ser cíclica: mulher selvagem, mulher sábia, mulher menina, mulher mãe…</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A verdadeira liberdade!</strong></h2>



<p>A verdadeira Liberdade é regressar ao centro, re-ligar o coração ao ventre, voltar a correr descalça pela natureza, sentir as raízes bem profundas como as árvores e relembrar que Somos Filhas da Terra. Que a nossa alma está viva e sempre esteve à espera deste Despertar. E, que a conquista da nossa verdadeira Liberdade é a esperança para Libertar toda a Humanidade!</p>



<p>&nbsp;</div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-3qH7i' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Ser livre viajando pelo mundo</title>
		<link>https://simplyflow.pt/ser-livre-viajando-pelo-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luís Baião]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Aug 2019 08:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LAZER]]></category>
		<category><![CDATA[Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Baião]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viajar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Qual o conceito de liberdade? Para uns é fácil definir, para outro é muito difícil. Para&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual o conceito de liberdade?</strong></h2>



<p>Para uns é fácil definir, para outro é muito difícil. <strong>Para se ter liberdade o primeiro passo é sentirmo-nos livres. </strong>No dicionário da língua Portuguesa “liberdade” é: Direito de proceder conforme nos pareça, contanto que esse direito não vá contra o direito de outrem.</p>



<p>Em teoria é muito simples, mas na prática é preciso um trabalho diário para não se ficar preso dentro de nós mesmos, dentro dos nossos medos, das nossas crenças e das nossas rotinas.</p>



<p>Todos nós já passamos alguma vez na vida pelas nossas prisões internas. Presos aos relacionamentos, às nossas cidades, aos vícios, empregos, escolhas e por aí fora. Nessas alturas estamos lá porque nos acomodamos. Ficamos instalados presos aos medos, à falta de coragem para fazer algo diferente e até mesmo a algum egoísmo.</p>



<p>Mas, <strong>existe um momento dentro de nós em que queremos crescer mais um pouco e chegar aos sonhos com a liberdade interior de sermos quem somos. Eu chamo a isso transcender a vida. E, isso está ao alcance de todos.</strong></p>



<ul class="wp-block-gallery aligncenter columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="577" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-4-1024x577.jpg" alt="" data-id="9931" data-link="https://simplyflow.pt/?attachment_id=9931" class="wp-image-9931" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-4-1024x577.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-4-300x169.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-4-768x433.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-4-460x259.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-4-160x90.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-4-320x180.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-4-480x271.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-4-640x361.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-4-960x541.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-4-1120x631.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-4.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Será que viajamos para ser livres ou somos livres para viajar?</strong></h2>



<p>Existe algo, que sinto, termos todos em comum – vontade de viajar, de explorar o mundo. Nas viagens com alma que fazemos, sejam em companhia ou sozinhos, sejam no nosso bairro ou, por exemplo, na Índia, dormindo num hotel ou num hostel, essa vontade e a sensação de liberdade estão sempre presentes.</p>



<ul class="wp-block-gallery aligncenter columns-1 is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" width="1024" height="577" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-1-1024x577.jpg" alt="" data-id="9925" data-link="https://simplyflow.pt/?attachment_id=9925" class="wp-image-9925" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-1-1024x577.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-1-300x169.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-1-768x432.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-1-460x259.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-1-160x90.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-1-320x180.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-1-480x270.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-1-640x360.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-1-960x540.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-1-1120x631.jpg 1120w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></li></ul>



<p>Não interessa se vamos ver a arte da arquitetura em Roma, a natureza nas montanhas do Nepal, as gentes de Bali, o Deserto do Saara em Marrocos, a organização e beleza do Japão ou a magia de Sintra, a minha terra natal. Não interessa o destino, pois uma coisa é certa, no final de todas as viagens a sensação de liberdade faz-se sentir em todas pessoas, por mais diferentes que elas sejam.</p>



<p><strong>Liberdade de viajar é procurar novidades de um mundo que acrescente algo dentro de cada um de nós quando vivemos as experiências, conhecemos os nossos limites e até os extrapolamos saindo das nossas rotinas.</strong></p>



<p>Acampar no meio da floresta com direito a chuva e toda a natureza ou ficar instalado comodamente num hotel de cinco estrelas com banhos quentes ao luar, são ambas experiências que nos leva a sair da nossa zona de conforto. Ambas nos podem levar a uma prova, a testar os nossos seres. Tudo porque vivenciamos o nosso desconhecido e é aí que toda a liberdade entra dentro de nós, pela magia de apenas viver.</p>



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<p>A intensidade de cada viagem leva-nos a sentirmos mais solto, desprendidos, livres. <strong>Viajar é um processo que acelera a vivência de coisas novas. Ao vivermos novidades sentimo-nos diferentes, inovadores e mais livres.</strong> Essa a magia é o vício de quem viaja. Na minha longa experiência a viajar pelo mundo, há 25 anos organizando <a href="https://zenfamily.pt/viagens/">viagens com alma</a> com a Zen family (uma empresa criada com amor por mim), observo como cada pessoa se transforma e se sente mais livre.</p>



<ul class="wp-block-gallery aligncenter columns-1 is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" width="1024" height="586" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-3-1024x586.jpg" alt="" data-id="9926" data-link="https://simplyflow.pt/?attachment_id=9926" class="wp-image-9926" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-3-1024x586.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-3-300x172.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-3-768x440.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-3-460x263.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-3-160x92.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-3-320x183.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-3-480x275.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-3-640x366.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-3-960x550.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-3-1120x641.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-3.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></li></ul>



<p>Quando saímos da zona de conforto distanciamo-nos da nossa zona de controle. Esse distanciamento físico leva-nos a sentir uma liberdade que não se explica. Isso faz-nos voltar sempre um pouco diferentes, mais genuínos e livres interiormente. Mas, se não tivermos cuidado acabamos por ficar de novo presos nas rotinas da vida e rapidamente voltamos a sentir essa falta de liberdade interior. Por isso, <a href="https://simplyflow.pt/os-beneficios-de-viajar-para-o-corpo-e-mente/">as viagens são algo que nos leva a soltar o melhor perfume de nós</a>. E, que belos somos todos nós!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A liberdade compensa.</strong></h2>



<p><strong>Viajar é umas das possibilidades de viver a liberdade sem muitas regras, sem horários, sem muitos conceitos das nossas rotinas, com o poder de escolher a cada momento. </strong>Para muitos, quando se entregam à viagem fica-se com a sensação de sermos livres e descobre-se partes de nós belas que estavam escondidas. Voa-se dentro e fora de nós mesmos.</p>



<blockquote style="text-align:right" class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>O avião apenas vai, quem voa sou eu.”&nbsp;</p><cite> Alice Ruiz </cite></blockquote>



<p>Para mim, <strong>existe uma relação muito próxima entre a viagem e a vida</strong>. Essa relação pode ajudar-nos muito a ser um pouco mais livres. Nas nossas rotinas existe sempre um “acomodar” que nos leva a ficar instalados na nossa zona de conforto. Viajar é sair da rotina, dos hábitos. É injectar uma dose de ânimo para viver uma vida baseada em experiências e não em teorias.</p>



<blockquote style="text-align:right" class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>O uso das viagens serve para regular a imaginação através da realidade, e assim ao invés de imaginar como as coisas talvez sejam, você vê como elas realmente são.”&nbsp;</p><cite> Samuel Johnson </cite></blockquote>



<p><strong>Seguir o instinto da liberdade de viajar pelo mundo faz viver experiências únicas que faz mudar as nossas perspetivas da vida. Alguns preconceitos antigos podem ser desconstruídos, o nosso olhar sobre a vida pode mudar e isso traz uma maior liberdade de aceitar as diferenças. Quanto mais nos aproximamos do nosso interior, mais livres nos sentimos. Viajar pelo mundo, dentro e fora, leva-nos a sentir mais livres.</strong></p>



<blockquote style="text-align:right" class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>A vida é o que fazemos delas. As viagens são os viajantes. O que vemos não é o que vemos, senão o que somos.”</p><cite> Fernando Pessoa </cite></blockquote>



<p>As viagens são geniais, porque quando viajamos, esta é a melhor forma de nos perdermos e de nos encontrarmos ao mesmo tempo. Essa é uma <strong>sensação de liberdade única que nos faz sentir realmente vivos</strong>.</p>



<blockquote style="text-align:right" class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Viajar é trocar a roupa da Alma.”</p><cite> Mario Quintana </cite></blockquote>



<p><strong>Todas as viagens são fantásticas</strong>, mesmo aquelas que fazemos pelo nosso bairro. Todo o encanto depende apenas do estado da nossa alma. Nós somos o que caminhamos, o que vivemos, o que sentimos.</p>



<p>Quando damos um passo para a liberdade, ela dá dois passos na direção de nós mesmos.</p>



<p>Sempre a fluir e a sorrir!</p>



<ul class="wp-block-gallery aligncenter columns-1 is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-6-1024x576.jpg" alt="" data-id="9927" data-link="https://simplyflow.pt/?attachment_id=9927" class="wp-image-9927" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-6-1024x576.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-6-300x169.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-6-768x432.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-6-460x259.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-6-160x90.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-6-320x180.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-6-480x270.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-6-640x360.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-6-960x540.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-6-1120x630.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2019/08/Viagens-pelo-mundo-6.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></li></ul>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-AQDFX' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div><br></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Qual a relação entre a liberdade e a responsabilidade?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/qual-a-relacao-entre-a-liberdade-e-a-responsabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2019 08:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[cláudia morais]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que escolhas faríamos se tivéssemos liberdade total – no amor, no trabalho, na vida? É possível&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Que escolhas faríamos se tivéssemos liberdade total – no amor, no trabalho, na vida? <strong>É possível falar de liberdade sem falar de responsabilidade?</strong> Ou será que até as pessoas aparentemente mais livres vivem sob um conjunto de responsabilidades?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Liberdade e responsabilidade</strong></h2>



<p><strong>A liberdade é um dos valores que mais apreciamos. Sentimo-nos mais entusiasmados e felizes quando temos liberdade para escolher o nosso caminho &#8211; seja ele amoroso, profissional ou religioso.</strong> Sabe-nos bem saber que podemos escolher onde queremos viver, com quem queremos viver, como é que queremos viver. Sabe-nos bem podermos decidir se queremos uma relação de compromisso ou uma série de relações descomprometidas, se queremos ou não ter filhos. Gostamos da ideia de sermos donos do nosso nariz e de podermos escolher o modelo do nosso carro, a forma como nos vestimos ou aquilo que comemos. <strong>Gostamos de nos sentir livres, mas será que isso significa que desejamos uma vida sem responsabilidades?</strong></p>



<p>A verdade é que, para a maior parte de nós, isso simplesmente não faz sentido. <strong>Não há liberdade de escolha sem que haja consequências.</strong> Quando saímos de casa dos nossos pais, até podemos gritar aos sete ventos que, agora sim, somos livres para fazermos as nossas escolhas sem ter de dar satisfações a ninguém. Mas, esta escolha implica um vasto conjunto de responsabilidades – somos nós que temos de pagar as contas a horas, somos nós que temos de limpar a casa. Quando adquirimos o nosso primeiro carro, percebemos que à liberdade de nos movimentarmos, sem os constrangimentos das boleias, se associa a responsabilidade de contratar um seguro, assegurar a manutenção e cumprir com as regras de trânsito.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Crescer com liberdade e responsabilidade</strong></h2>



<p>Quando vivemos sob a autoridade dos nossos pais é fácil apontar-lhes o dedo e queixarmo-nos da rigidez das regras. À medida que amadurecemos e, sobretudo, quando somos pais, damo-nos conta de que a liberdade que se dá aos filhos tem de andar de mãos dadas com a responsabilidade e com as regras. Verificamos que <strong>a liberdade sem regras é um caminho fácil para a frustração, para a desmotivação e para que se corram riscos desnecessários</strong>.</p>



<p>Quando oferecemos aos nossos filhos a liberdade de fazerem determinadas escolhas ao mesmo tempo que exigimos o cumprimento de certas responsabilidades, estamos a ajudá-los a lutar pela própria felicidade. Estamos a mostrar-lhes que, na vida, <strong>temos a enorme felicidade de fazer escolhas, mas precisamos de conseguir olhar para a realidade como ela é e reconhecer que cada escolha acarreta consequências</strong> &#8211; para nós e para as pessoas que queremos que façam parte da nossa vida.</p>



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<p>É esta aliança poderosa que nos permite olhar para o mapa da nossa própria vida e perceber que <strong>todos os caminhos têm consequências boas e más</strong>. Olhamos para a possibilidade de trabalharmos por conta própria ou por conta de outrem e percebemos que cada alternativa tem vantagens e desvantagens. Percebemos que um patrão tanto tem uma liberdade invejável, como tem responsabilidades que o trabalhador por conta de outrem não tem. Damo-nos conta de que, se quisermos ser “donos do nosso tempo” e trabalhar a partir de casa, sem horários para cumprir, podemos ser “obrigados” a trabalhar fora de horas ou a responder a e-mails no meio de um compromisso familiar. Olhamos para a possibilidade de fazermos poupanças (ou não) e percebemos que cada escolha implica liberdade e responsabilidade. E, damo-nos conta de que <strong>só somos verdadeiramente livres quando assumimos as nossas responsabilidades com maturidade</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Amor, liberdade e responsabilidade</strong></h2>



<p>Para a maior parte das pessoas, o amor só faz sentido se permitir a liberdade de cada um. Enquanto psicóloga e terapeuta familiar, posso assegurar que <strong>o amor verdadeiro é a maior fonte de liberdade que possa existir</strong>. Quando construímos uma relação emocionalmente íntima e segura com alguém que nos aceita exatamente como nós somos, e que nos incentiva a concretizar os nossos sonhos, em vez de nos aprisionar e de nos condicionar, somos tão felizes quanto é possível ser. Mas, isso não significa que haja amor sem responsabilidade.&nbsp;</p>



<p>Somos responsáveis por aqueles que cativamos. Isso significa que não podemos simplesmente fazer aquilo que nos apetece sem pensar nas consequências. Não podemos dizer tudo o que pensamos da forma mais rude que houver. O amor não é isso. Amar é prestar atenção aos sentimentos do outro e fazer escolhas que o/a protejam. Amar é ceder, é dar satisfações e é reconhecer que há um bem maior e mais gratificante do que a possibilidade de pensarmos apenas em nós e no nosso umbigo. <strong>Amar é pensar nas consequências de cada gesto e agir com responsabilidade para que ambos possam sentir-se livres e respeitados.</strong></p>



<p>Se pudesse mudar qualquer coisa na sua vida, o que é que mudaria? O que é que o/a faria sentir-se absolutamente livre? E, que consequências estaria disposto(a) a assumir em nome dessa escolha?</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-S0H7k' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div> <br></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Liberdade para dentro da cabeça</title>
		<link>https://simplyflow.pt/liberdade-para-dentro-da-cabeca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Inês Cortez]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2019 08:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Inês Cortez]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao longo da História, lutámos bastante pela nossa liberdade. Lutámos, lutamos e continuaremos a lutar porque&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/liberdade-para-dentro-da-cabeca/">Liberdade para dentro da cabeça</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao longo da História, lutámos bastante pela nossa liberdade. Lutámos, lutamos e continuaremos a lutar porque <strong>a liberdade anda naturalmente de mãos dados com a felicidade</strong>. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Diferentes formas de liberdade</strong></h2>



<p><strong>Dificilmente nos consideramos felizes se não nos sentirmos livres. </strong>Queremos sentirmo-nos livres numa relação, queremos liberdade de expressão, ambicionamos liberdade no trabalho, queremos livre-arbítrio nas pequenas decisões que fazem o nosso dia-a-dia…&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Liberdade condicionada?</strong></h2>



<p>No entanto,<strong> a liberdade total é praticamente impossível de alcançar nas nossas vidas, sob pena de se instalar, totalmente também, um verdadeiro caos</strong>. Mas, não desespere. A boa notícia é que a liberdade está sempre ao nosso alcance.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conquistar a nossa liberdade só depende de nós.</strong></h2>



<p><strong>Sentirmo-nos livres é possível, mesmo sabendo que não podemos fazer tudo o que nos der na cabeça.&nbsp;</strong></p>



<p>Enquanto escrevia este texto, perguntei a uma criança recém chegada às férias escolares se se sentia livre, uma vez que estava em casa e não tinha a obrigação de ir para a escola, fazer trabalhos de casa ou ir a algum lado com os pais. Estava livre naquele dia para fazer o que quisesse! Respondeu-me que para ela a liberdade era de facto não ter obrigações e poder pensar e fazer o que lhe apetecesse. No entanto, não se sentia livre porque não podia fazer mesmo tudo o que quisesse, como, por exemplo, viajar.&nbsp;</p>



<p>Esta é a mais pura das verdades, desde crianças a adultos,<strong> a nossa liberdade existe dentro de certos limites</strong>. Dentro de sua casa, aquela criança podia, de facto, ler, ver televisão, estar no telemóvel, na Internet, jogar jogos, cozinhar, convidar amigos, etc. Mas, não podia viajar, destruir a casa ou pôr música demasiado alto que incomodaria os vizinhos! O mesmo acontece com os adultos, que têm a liberdade de escolher como vão para o trabalho, como se vestir, o que pensar, o que fazer nos tempos livres, e por aí em diante, desde que respeitem certos limites.</p>



<p>Então,<strong> o segredo será sentir-se livre dentro de um universo onde existem infinitas possibilidades &#8211; O seu universo! </strong></p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é liberdade para si?</strong></h2>



<p><strong>O que mais desejaria fazer se tivesse todo o tempo e dinheiro do mundo?&nbsp;</strong></p>



<p><strong>Quando é que se sentiu realmente livre?&nbsp;</strong></p>



<p>No meu caso, por exemplo, foi quando decidi fazer uma viagem sozinha durante três semanas para a Tailândia. Lembro-me de estar do outro lado do mundo, sem ninguém me conhecer, sem qualquer contacto com a família e amigos e a sensação foi incrível. Nessas três semanas o meu meio de transporte mais usado foi o avião, lembro-me que entrei em 9 voos porque ora me apetecia ir para Norte, ora para Sul. Ninguém questionava, ninguém sabia se eu não quisesse. Estive com tigres como se fossem gatos, andei na selva em cima de um elefante, visitei tribos, estive em lugares de luxo e de lixo, vivi uma enorme aventura com a maior sensação de liberdade possível! Podia ir para onde quisesse, quando quisesse e com quem quisesse. Este foi o meu expoente máximo de liberdade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual seria o seu expoente máximo de liberdade?</strong></h2>



<p>Veja onde se encontra, defina os limites e, se fizer uma lista do que gostaria de fazer dentro dos mesmos, verá que ainda se surpreende com as infinitas possibilidades que tem ao seu dispor.&nbsp;</p>



<p>Comece por listar 10 coisas que gostaria de fazer. Depois 20. Depois 30. E, perto das 40 irá encontrar possibilidades que nunca lhe tinham ocorrido.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A relação entre liberdade e responsabilidade</strong></h2>



<p>Tenho também observado&nbsp; que <strong>a liberdade conduz à responsabilidade</strong>. Segundo Jean-Paul Sartre, o Homem só não é livre para não ser livre: está condenado a fazer escolhas &#8211; e a responsabilidade das suas escolhas é tão opressiva que surgem escapatórias&#8230; mas, <strong>experimente dar liberdade, explicando quais os limites, a uma criança e verá se ela não fica mais responsável</strong>. <strong>Dê liberdade às suas emoções para se expressarem e verá se elas não acalmam&#8230;&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sentirmo-nos livres é uma escolha que está sempre ao nosso alcance e que nos dá uma sensação de poder muito boa.</strong></h2>



<p>Imagine que quer emagrecer. Tem à sua frente o seu doce preferido, e está a tentar resistir à tentação. Em vez de pensar “Não posso”, experimente dizer para si “Posso comer, mas não quero porque prefiro emagrecer”. e sinta a diferença. Ou não. Afinal, é livre!&nbsp;&nbsp;</p>



<p></div>
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		<title>O direito à liberdade de pensamento</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-direito-a-liberdade-de-pensamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jul 2019 08:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[fátima lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando se vive num país democrático como é o nosso, nem sempre damos o devido valor&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se vive num país democrático como é o nosso, <strong>nem sempre damos o devido valor ao que é termos direito à liberdade de pensamento</strong>. É um dado adquirido, mas a verdade é que o 25 de Abril não aconteceu assim há tanto tempo. Basta-me falar com os meus pais, para me lembrar deste facto.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O 25 de Abril não aconteceu assim há tanto tempo</strong></h2>



<p>Lembram eles com frequência, que no tempo da ditadura era proibida a liberdade de pensamento e quem se atrevesse a não concordar com o regime era severamente punido. Os informadores eram mais que muitos, o que facilitava a vida à PIDE, que era implacável.&nbsp;</p>



<p><strong>Havia o receio de manifestar aquilo que realmente se pensava, até num círculo restrito de amigos.</strong> A minha mãe relatou-me que uns vizinhos foram presos por serem denunciados por familiares. Qual o crime que cometeram? Pensar de forma diferente do regime e defender outros valores para o país.&nbsp;</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-5BJAo' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma liberdade condicionada</strong></h2>



<p>Em Portugal <strong>muitos foram os homens e mulheres que sofreram porque não prescindiram da sua liberdade de pensamento</strong>. Alguns pagaram com a vida ou com a destruição completa das suas famílias. No resto do mundo <strong>não faltam nomes de quem quase hipotecou a vida por este valor gigante que é a liberdade de pensamento</strong>. Foi o caso de Nelson Mandela e Xanana Gusmão, por exemplo. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Liberdade de pensamento, liberdade de expressão</strong></h2>



<p>Hoje celebra-se o Dia da Liberdade de Pensamento, um dos princípios mais importantes da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Ser livre para pensar é o expoente máximo da nossa liberdade individual e enquanto esta liberdade não for extensiva a todos os povos do mundo, jamais nos poderemos calar.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-small-font-size">Nota: Fotografia por <a href="https://www.instagram.com/fuifotografar/">Verónica Silva</a>.&nbsp;  </p>



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