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	<title>Arquivo de Intestino - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Arquivo de Intestino - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>O que existe em comum entre todas as doenças autoimunes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Vasconcelos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Aug 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Vasconcelos]]></category>
		<category><![CDATA[doenças autoimunes]]></category>
		<category><![CDATA[Intestino]]></category>
		<category><![CDATA[microbiota intestinal]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A incidência das doenças autoimunes é cada vez maior, tendo-se verificado um aumento enorme no número de casos nos últimos anos. Muitos estudos correlacionam este aumento de casos com a forma como vivemos e com o ambiente.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-que-existe-em-comum-entre-todas-as-doencas-autoimunes/">O que existe em comum entre todas as doenças autoimunes?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A incidência das doenças autoimunes é cada vez maior, tendo-se verificado um aumento enorme no número de casos nos últimos anos. Muitos estudos correlacionam este aumento de casos com a forma como vivemos e com o ambiente. Fatores como má alimentação, toxicidade, descontrolo emocional, níveis de stress muito aumentados, baixa de melatonina porque dormimos pouco e mal, são verdadeiros gatilhos para o despoletar de autoimunidade. </strong></p>



<p><a href="https://simplyflow.pt/porque-se-fala-tanto-do-microbioma-e-do-intestino/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O intestino e a microbiota intestinal</a> estão desregulados em todas as pessoas portadoras de doenças autoimunes. Estes achados abrem portas para intervir na <strong>prevenção e controlo da evolução da doença</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que são doenças autoimunes?</strong></h2>



<p>As <strong>doenças autoimunes são desequilíbrios do sistema imunitário que se manifestam pelo ataque das células imunitárias ao próprio corpo</strong>, ou seja, é uma resposta imune específica contra um antígeno ou uma série de antigénios próprios</p>



<p>Cada vez existe mais este tipo de falhas imunitárias; <strong>estima-se que mais de 20% da população possa ter uma doença autoimune</strong>. A tiroidite de Hashimoto, a diabetes tipo 1, as doenças autoimunes intestinais como colite ulcerosa e doença de Crohn, a psoríase ou as sistemáticas como o lúpus (LES), a síndrome de Sjogren, a esclerose múltipla e a artrite reumatoide, são alguns exemplos que, infelizmente, têm cada vez maior incidência entre nós.&nbsp;</p>



<p>A notícia menos agradável é que os números dizem que as pessoas portadoras de uma doença autoimune têm um risco 4 a 5 vezes maior de contrair outra doença autoimune.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Entendimento da causa e não apenas a modulação do sintoma</strong></h2>



<p>A abordagem da medicina clássica relativamente às doenças autoimunes foca-se no uso de medicamentos que permitem melhorar a qualidade de vida dos doentes, reduzir a dor e travar os processos degenerativos. A solução terapêutica passa pela prescrição de anti-inflamatórios, corticosteróides e medicamentos imunossupressores que permitem “acalmar” o sistema imunitário e abafar os sintomas exacerbados que normalmente estão associados a estas doenças. Na fase aguda, entendo que estas constituem medidas eficazes, mas a abordagem não pode nem deve limitar-se à modulação do sintoma.&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>Quando entendemos que nas doenças autoimunes existe uma alteração da resposta imunitária que se prende com perda da tolerância imunitária e que resulta no aumento da reatividade contra antígenos próprios, percebemos que podemos atuar na regulação da causa.</strong></p>



<p>Existem 3 aspectos para os quais deve estar atenta/o:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>O controlo da resposta imunitária a nível intestinal;</li><li>O controlo de reativações de patógenos como vírus ou bactérias que por mimetismo molecular (similitude estrutural entre antígenos estranhos e antígenos próprios) pode estar na origem da autoimunidade;</li><li>Presença de toxinas que podem formar imuno-complexos capazes de despoletar reação imunológica.</li></ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É possível prevenir e modular doenças autoimunes?&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>Sim, é possível prevenir e modular a evolução das doenças autoimunes abordando a causa e não apenas o sintoma. </strong>Acredite,<strong> </strong>vale a pena alterar alguns hábitos para viver com mais saúde, prevenir e controlar a doença autoimune.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tudo começa no intestino.</strong></h2>



<p>Em todas as doenças autoimunes existe alteração da permeabilidade intestinal e ou desequilíbrio da microbiota intestinal. Quando o <a href="https://simplyflow.pt/10-dicas-para-cuidar-da-saude-do-seu-intestino/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">intestino</a> não está bem, as macromoléculas mal digeridas e provenientes da alimentação, as toxinas, restos bacterianos, os patógenos e os alérgenos entram através dos capilares que existem na parede intestinal, chegam à circulação sanguínea e há uma alteração das respostas imunitárias no intestino. O organismo vai reconhecer estas moléculas como invasores e vai reagir, produzindo anticorpos de defesa. Acontece que este ataque por parte dos anticorpos pode não ser dirigido apenas contra estes invasores, mas também contra algumas partes do corpo ou órgãos com similitudes moleculares, como células articulares, células do sistema nervoso, da pele, do pâncreas, da tiroide e muitas outras.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que fazer para controlar a doença?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-lAOtN' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Limpeza e equilíbrio intestinal;</li><li>Correção da alimentação;</li><li>Controlo do stress, ansiedade e desregulação do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (neuroimunoendocrinologia – conceito que relaciona as áreas neurológica e endócrina com a resposta imunitária);</li><li>Deteção de metais pesados, principalmente o mercúrio, muitas vezes proveniente das amálgamas dentárias, o alumínio das vacinas e dos produtos de higiene, entre tantos outros metais tóxicos;</li><li>Diminuição de xenoestrogénios – químicos que mimetizam o efeito dos estrogénios que funcionam como disruptores endócrinos. Inclui-se neste grupo os BPA (bisfenol A), os parabenos, os ftalatos que existem nos pesticidas, alguns produtos de higiene, os protetores solares, os plásticos, o fumo, os fertilizantes, etc.. A exposição contínua a estes produtos influencia muito negativamente a nossa saúde, especialmente o sistema imunitário;</li><li>Identificação de microrganismos. Estes podem assumir um papel de “gatilho” ou mesmo estar na origem de muitas doenças autoimunes. Identificar microrganismos em memória ou “adormecidos” em pessoas com doenças autoimunes é importante porque muitas vezes ocorre uma resposta tardia ou a reativação de alguns microrganismos.&nbsp;</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que comer?</strong></h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Legumes, vegetais e fibras;</li><li>Frutas;</li><li>Carne e Peixe;</li><li>Ovos;</li><li>Cogumelos;</li><li>Farinhas de Oleaginosas;</li><li>Gordura saudável (ómega 3 e 6);</li><li>Sementes;</li><li>Tubérculos.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que não deve comer?</strong></h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Caseína/lactose (produtos lácteos);</li><li>Glúten;</li><li>Cereais;</li><li>Excesso de carne, pré-embalados, industrializados;</li><li>Lecitinas (por exemplo, leguminosas);</li><li>OGM (produtos geneticamente modificados);</li><li>Aditivos alimentares (E407), edulcorantes;</li><li>Açúcar;</li><li>Refinados;</li><li>Óleos e gorduras vegetais (girassol, canola).</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os vírus são os principais culpados</strong></h2>



<p>Está amplamente documentada a relação entre doenças autoimunes e infeções crónicas por vírus, bactérias, fungos e outros microrganismos.</p>



<p>O sistema imunitário, a partir da exposição a antígenos desconhecidos, desenvolve respostas anormais contra as moléculas dos tecidos do próprio corpo e começa a auto atacar-se. O imuno-complexo suscetível de ser atacado pode ser um metal pesado, uma bactéria inativa (hapteno), resultantes de infeções anteriores, ou infeções persistentes como as infeções víricas.&nbsp;</p>



<p>O vírus de Epstein-Barr (EBV) talvez seja o vírus mais estudado e relacionado com autoimunidade pela sua parecença com diversas partes do nosso corpo, fenómeno conhecido por mimetismo molecular</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>6 Mitos sobre doenças autoimunes</strong></h2>



<p>Infelizmente muitas pessoas portadoras de doenças autoimunes ainda acreditam em alguns conceitos que já estão desatualizados pela evidência científica que nos surge diariamente. Estes são mitos e, por isso, ideias pré-concebidas que não traduzem a realidade.&nbsp;</p>



<p><strong>Na doença autoimune, não é verdade:</strong></p>



<ol class="wp-block-list"><li>pode ser controlada, mas nunca prevenida ou revertida –<strong> Verdade, pode ser controlada</strong>;</li><li>conformismo, é a genética &#8211; <strong>Verdade, podemos controlar a genética</strong>;</li><li>o sistema imune não se pode controlar &#8211; <strong>Verdade, pode ser modulado</strong>;</li><li>microbioma e o intestino não interferem na evolução da doença &#8211; <strong>Verdade, é a principal causa</strong>;</li><li>dieta sem glúten não faz nenhuma diferença &#8211; <strong>Verdade, faz toda a diferença e pode até mesmo inverter as doenças</strong>;</li><li>sintomatologia não melhora sem medicação química &#8211; <strong>Verdade, melhora e inverte sem químicos.</strong></li></ol>



<p><strong>Se é portador de uma doença autoimune não hesite: altere os seus hábitos, mude a alimentação, trate do seu intestino e viva com mais saúde</strong>.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-lAOtN' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Porque se fala tanto do microbioma e do intestino?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/porque-se-fala-tanto-do-microbioma-e-do-intestino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Vasconcelos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jun 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Vasconcelos]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Intestino]]></category>
		<category><![CDATA[Microbioma]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os distúrbios gastrointestinais associados a alteração desta microbiota podem fazer-se sentir em órgãos e sistemas distantes do intestino, como na pele, sistema nervoso, sistema respiratório e promover as mais diversas doenças. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading"><strong>Afinal o que é o microbioma?</strong></h2>



<p><strong>O microbioma é o conjunto das bactérias e outros microrganismos que vivem no nosso corpo e que tem funções inacreditáveis na nossa saúde. </strong>Eles constituem cerca de 1 a 2 kg do nosso peso corporal, são 10 vezes mais do que as células que nos constituem e o seu material genético é 100 vezes superior ao dos nossos genes. Resumidamente, somos apenas 10%, sendo os restantes 90% microbioma!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Porque é tão importante o microbioma?&nbsp;</strong></h2>



<p>Estas bactérias assumem funções muito importantes como imunitárias, neuromodulação, produção de substâncias, como neurotransmissores (hormonas que regulam o nosso bem-estar, humor, sono, irritabilidade, fome etc.), vitaminas e outras substâncias como os ácidos gordos de cadeia curta que tem variadíssimas ações benéficas, nomeadamente anti-inflamatória e anticancerígena. Uma outra função importante das bactérias que compõem o microbioma é a regulação da estabilidade das mucosas, onde encontramos tecido linfóide imunitário. A mucosa intestinal, por exemplo, concentra 80 a 90% do nosso sistema imunitário. <strong>O microbioma desempenha, assim, um papel importante na nossa proteção, pois são as bactérias benéficas que detêm o crescimento de bactérias e outros organismos que nos provocam doenças.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual o poder destas bactérias que nos curam?</strong></h2>



<p>Estes seres que silenciosamente vivem dentro de nós controlam a nossa saúde, o nosso bem-estar, o nosso comportamento, condutas, vontade de comer e praticamente todos os metabolismos. Para além disso, as substâncias produzidas por estas bactérias podem assumir um papel epigenético importante, ou seja, determinar ou não a expressão dos nossos genes associados a doenças.&nbsp;</p>



<p>É robusta a evidência científica que valida e esclarece o papel dos microrganismos comensais e a sua relação simbiótica com o ser humano, além de considerar que a intervenção na microbiota leva a uma melhoria considerável da saúde humana.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sabe o que está associado a desequilíbrios do microbioma?&nbsp;</strong></h2>



<p>Muitas vezes pensamos que se o intestino funciona corretamente, que não existe alteração na nossa microbiota intestinal. Mas não é correto. <strong>Os distúrbios gastrointestinais associados a alteração desta microbiota podem fazer-se sentir em órgãos e sistemas distantes do intestino, como na pele, sistema nervoso, sistema respiratório e promover as mais diversas doenças.</strong>&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Alguns exemplos de sintomas indesejados e de doenças que estão associadas a distúrbios na flora intestinal: </strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-olMpG' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Distúrbios gastrointestinais, obstipação e diarreias;</li><li>Síndrome do intestino irritável;</li><li>Excesso de peso e dificuldade em emagrecer;</li><li>Infeções (urinarias, ginecológicas, pulmonares, intestinais, cutâneas);</li><li>Alergias, asma e eczemas;</li><li>Depressão, ansiedade, défice de cognição;</li><li>Doenças degenerativas;</li><li>Cancro;</li><li>Doenças autoimunes;</li><li>Doenças neurológicas e psíquicas;</li><li>Doenças metabólicas e cardiovasculares;</li><li>Envelhecimento prematuro.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Que fatores contribuem para o empobrecimento do microbioma?</strong></h2>



<p>Para além da <strong>alimentação</strong>, outros fatores contribuem para o empobrecimento de desequilíbrio da microbiota humana. A <strong>exposição excessiva aos variados tóxicos </strong>que existem nos produtos que comemos, de higiene, que usamos, na indústria, no ar, os medicamentos, amálgamas dentárias, e tantos outros, vão contribuindo para a debilidade progressiva destas bactérias benéficas e muitas vezes dão lugar ao crescimento de outras que estão associadas a efeitos prejudiciais. O <strong>stress</strong>, <strong>dormir mal</strong>, <strong>ansiedade</strong>, <strong>falta de exercício físico</strong> são outros fatores que também podem induzir um desequilíbrio do microbioma.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como é colonizado o nosso corpo?</strong></h2>



<p>A colonização pelas primeiras cepas é feita durante a gestação. Até há bem pouco tempo, pensava-se que o útero era estéril e a colonização do bebé se fazia na altura do nascimento. Hoje sabemos que o contacto com boas bactérias se faz ainda dentro do útero da mãe. Por isso, o microbioma da mãe é tão importante e contribuirá definitivamente para a composição das microbiotas do bebé durante a sua vida. O parto vaginal, bem como a amamentação são formas necessárias para uma microbiota saudável. O bebé herda as bactérias benéficas da mãe através da passagem no canal vaginal. O leite materno é o melhor alimento do mundo, extremamente rico em tudo o que o bebé necessita, nomeadamente bactérias importantes, como os <em>Lactobacillus, Staphylococcus, Enterococcus e Bifidobacterium.</em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como melhorar a minha microbiota em 10 passos:</strong></h2>



<ol class="wp-block-list"><li>Comece por corrigir a alimentação, eliminando fritos, processados, açúcar, glúten, lácteos;</li><li>Limpe o seu intestino;</li><li>Insira alimentos ricos em probióticos;</li><li>Insira prebióticos naturais;</li><li>Pratique exercício físico de forma regular;</li><li>Controle os níveis de stress e a qualidade do sono;</li><li>Reduza medicamentos o mais possível;</li><li>Reduzir o mais possível a exposição a tóxicos ambientais;</li><li>Faça <a href="https://simplyflow.pt/o-que-e-o-jejum-intermitente/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">jejum intermitente</a>;</li><li>Bebe água em quantidade. </li></ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais os alimentos ricos em probióticos?</strong></h2>



<p>Podemos aumentar a concentração de probióticos através da sua <a href="https://simplyflow.pt/suplementos-alimentares-sim-ou-nao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">suplementação</a> ou da ingestão de alimentos ricos nestas bactérias benéficas, como por exemplo:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Alimentos fermentados à base de soja (miso);</li><li>Alimentos fermentados como kimchi, Chucrute;</li><li>Kefir;</li><li>Vinagre balsâmico;</li><li>Kombucha;</li><li>Pickles;</li><li>Legumes fermentados.&nbsp;</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que são prebióticos?</strong></h2>



<p>Para além de ingerir alimentos ricos em probióticos ou mesmo complementar com a ingestão sob a forma de suplemento, é fundamental alimentá-los. Os prebióticos são alimentos que servem de substrato a estas bactérias benéficas e que vão alimentá-las, mantendo assim a sua representatividade correta e desejável.</p>



<p>Legumes, fruta, fibras solúveis e insolúveis, amido resistente são exemplos de alimentos com esta função&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Programa BioReset 14d®&nbsp;</strong></h2>



<p>O meu programa BioReset 14d®, consiste em apenas 14 dias recuperar o seu intestino e microbioma. Para sanear e recuperar, é necessário primeiro limpar, reparar e depois regenerar. Estas são as fases do programa BioReset 14d® que agora apresento mais dirigido para saneamento e equilíbrio intestinais no meu livro “<a href="https://www.planetadelivros.pt/livro-as-bacterias-que-nos-curam/350859" target="_blank" rel="noreferrer noopener">As bactérias que nos curam</a>”. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="479" height="716" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/06/Capa-As-Bacterias-que-nos-curam_bx.jpg" alt="" class="wp-image-17764" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/06/Capa-As-Bacterias-que-nos-curam_bx.jpg 479w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/06/Capa-As-Bacterias-que-nos-curam_bx-201x300.jpg 201w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/06/Capa-As-Bacterias-que-nos-curam_bx-460x688.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/06/Capa-As-Bacterias-que-nos-curam_bx-160x239.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/06/Capa-As-Bacterias-que-nos-curam_bx-320x478.jpg 320w" sizes="(max-width: 479px) 100vw, 479px" /></figure></div>


<p>Nestes 14 dias são dadas indicações fáceis, práticas e úteis para ter um intestino saudável, que equilibram e reforçam o microbioma de forma que estas bactérias possam assumir um papel determinante nas suas saúde e envelhecimento saudáveis.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-olMpG' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>10 Dicas para cuidar da saúde do seu intestino</title>
		<link>https://simplyflow.pt/10-dicas-para-cuidar-da-saude-do-seu-intestino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Vasconcelos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Apr 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Vasconcelos]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo São]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde dos intestinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje sabemos que o nosso intestino é o principal pilar da nossa saúde. Anteriormente ninguém lhe dava valor, mas agora sabemos que é responsável pela obesidade, alergias, depressões, eczemas e muitas outras doenças.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/10-dicas-para-cuidar-da-saude-do-seu-intestino/">10 Dicas para cuidar da saúde do seu intestino</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Hoje sabemos que o nosso intestino é o principal pilar da nossa saúde. Anteriormente ninguém lhe dava valor, mas agora sabemos que é responsável pela obesidade, alergias, depressões, eczemas e muitas outras doenças.</strong></p>



<p>O intestino é o órgão mais longo do organismo, está encarregue de finalizar a digestão e da absorção dos nutrientes essenciais ao bom funcionamento geral do corpo. Sendo o órgão final do sistema digestivo é fundamental relacioná-lo com todos os processos antecedentes, como: a ingestão dos alimentos, o processo de mastigação, a acidez gástrica e a função do fígado e da vesícula.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância de ter um intestino saudável</strong></h2>



<p>Ter um intestino saudável não se traduz só na sua regularidade diária. São muitos os sinais que o nosso corpo nos dá para mostrar que o intestino não está bem e muitos deles são extra-intestinais, tais como: alergias, acne, eczemas, depressão, oscilação de humor, alterações imunitárias, doenças autoimunes, obesidade, entre outros.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>As funções do intestino e do microbioma intestinal são inúmeras.</strong></h2>



<p>As funções são muitas e variadas, podem ir desde a defesa, controlo imunitário e emocional, até à produção de substâncias. Dos<strong> principais benefícios que um intestino saudável pode ter na sua saúde</strong> destacam-se os seguintes:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Equilíbrio das funções hormonais e efeitos metabólicos</strong> &#8211; na produção de hormonas e neurotransmissores &#8211; tais como: síntese de serotonina e GLP-I-, evitando inflamação no síndrome metabólico, obesidade e diabetes, por exemplo;</li><li><strong>Controlo, educação do sistema imunitário e ação anti-patogénica</strong> &#8211; no processo de maturação do sistema imunitário em paralelo com a flora intestinal que é fundamental às nossas defesas e na limitação da passagem de elementos nefastos para o organismo, como é o caso dos microorganismos, &nbsp;resíduos bacterianos e tóxicos;</li><li><strong>Processo de homeostase do organismo</strong> &#8211; produção de vitaminas e reabsorção de elementos excretados na digestão, como é o caso da água, colesterol e minerais);</li><li><strong>Processo de desintoxicação</strong> &#8211; enterócitos que exprimem diferentes citocromos que implicam neste processo;</li><li><strong>Boa função do sistema nervoso, resposta ao stress e sensação de saciedade </strong>&#8211; contém mais de 100 milhões de neurónios e segrega pelo menos 20 neurotransmissores;</li><li><strong>Função digestiva correta</strong> &#8211; um óptimo ecossistema intestinal ajuda a evitar episódios de dores abdominais, inchaço, obstipação, mau hálito e até dificuldades digestivas.</li></ul>



<p>Podemos associar desta forma que <strong>um intestino saudável e o estabelecimento da flora e permeabilidade intestinais são sinónimos de saúde em geral</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como ter um intestino saudável?</strong></h2>



<p>Para ter um intestino saudável interessa <strong>eliminar o que lhe faz mal</strong>:</p>



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<ul class="wp-block-list"><li>Alimentação: glúten, açúcar, lácteos, aditivos alimentares, conservantes, álcool, transgenicos, carnes na brasa (queimadas), enchidos, gorduras hidrogenadas;</li><li>Tóxicos, pesticidas, etc.;</li><li>Medicamentos – reduzir a medida do possível (inibidores da bomba de protões, antiácidos, anti-inflamatórios, corticosteroides);</li><li>Metais pesados;</li><li>Patógenos, como bactérias, fungos, protozoários ou parasitas indesejados;</li><li>Stress, ansiedade e desequilíbrios emocionais;</li><li>Alimentos aos quais é intolerante.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>10 Dicas para melhorar a saúde dos seus intestinos:</strong></h2>



<p>Deste modo é importante que haja cuidados essenciais no seu dia-a-dia para potenciar e beneficiar de uma <a href="http://clinicasviver.pt/um-intestino-saudavel-e-o-primeiro-passo-para-uma-boa-saude/">boa saúde intestinal</a>, tais como:</p>



<ol class="wp-block-list"><li><strong>Detectar e eliminar infeções silenciosas</strong> — parasitas, fungos, bactérias patogénicas;</li><li><strong>Ingestão de pré e probióticos</strong>;&nbsp;</li><li><strong>Aumentar a ingestão de fibras alimentares</strong>;</li><li>Uma <strong>boa e equilibrada ingestão de água</strong> ao longo do dia;</li><li><strong>Reduzir consumo de carnes e açúcares</strong>;</li><li><strong>Eliminar </strong><a href="http://clinicasviver.pt/o-gluten-e-as-implicacoes-para-a-saude/"><strong>glúten</strong></a><strong> e lácteos;</strong></li><li><strong>Praticar atividade física </strong>de forma regular;</li><li><strong>Diminuir níveis de </strong><a href="https://simplyflow.pt/burnout-o-segredo-para-quebrar-o-ciclo-de-stress-da-mulher/"><strong>stress</strong></a> e melhorar a qualidade do sono;</li><li><strong>Atenção e cuidados no caso de consumo de antibióticos e outros medicamentos</strong>;</li><li>Ter uma<strong> boa mastigação</strong> e um <strong>pH estomacal ajustado para uma boa digestão</strong>.</li></ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sabia que com as devidas mudanças alimentares e comportamentais pode restabelecer a função do seu intestino em apenas 14 dias?</strong></h2>



<p>Tome atenção hoje, para ter saúde para sempre.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-LktAD' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/10-dicas-para-cuidar-da-saude-do-seu-intestino/">10 Dicas para cuidar da saúde do seu intestino</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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