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	<title>Arquivo de Infância - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Arquivo de Infância - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Como é que podemos levar os nossos filhos a acreditar neles mesmos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Semear Valores]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Mindset de Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Semear Valores]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todos nós queremos que os nossos filhos dêem passos importantes com segurança e confiança em si mesmos. Queremos que experimentem, que tentem e persistam, vencendo o medo daquela voz crítica. Mas como? </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/como-e-que-podemos-levar-os-nossos-filhos-a-acreditar-neles-mesmos/">Como é que podemos levar os nossos filhos a acreditar neles mesmos?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Sabemos que a vida vem com obstáculos, adversidades, dificuldades e muitas dúvidas e que nem sempre os pais ou educadores lá estarão para ajudar. Então, como enfrentar os desafios da vida com resiliência e humildade? Não sabemos! Mas, talvez tenhamos uma ideia que pode ajudar os nossos filhos: cultivar um mindset de crescimento desde a infância. </strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-left is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong><em>Eu não tenho jeito nenhum para isto!” </em></strong></p><p><strong><em>“Eu não sou bom/boa nisto!” </em></strong></p></blockquote>



<p><strong>Quem nunca disse ou pensou tal coisa?&nbsp;</strong></p>



<p>Esta voz crítica que ouvimos internamente tem o poder de criar insegurança e dúvida. Diminui muitas vezes a nossa coragem para arriscar, experimentar algo novo, tomar um caminho diferente. Mas também nos protege do fracasso, do erro e da dor.&nbsp;</p>



<p>O problema é quando essa voz se torna tão forte que nos impede de crescer, de fazer melhor, de conhecer mais, de criar novidade, de compreender o diferente… E não fazer nada disto é como uma criança que não arrisca levantar-se e dar os primeiros passos! <strong>Todos nós queremos que os nossos filhos deem passos importantes com segurança e confiança em si mesmos. Queremos que experimentem, que tentem e persistam, vencendo o medo daquela voz crítica. Mas como? </strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é mindset de crescimento (</strong><strong><em>growth mindset</em></strong><strong>)?&nbsp;</strong></h2>



<p>Carol Dweck é o nome incontornável na literatura do mindset de crescimento. A autora define este conceito como a crença de que a minha inteligência e qualidades são aspetos que posso cultivar através dos meus esforços, estratégias e com a ajuda de outras pessoas (Dweck, 2006).&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ter um mindset de crescimento é acreditar que, com esforço, dedicação, persistência e ajuda, eu posso conseguir!&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>Por oposição, um mindset fixo é a crença de que a minha inteligência e qualidades são imutáveis e permanecem estáveis ao longo da vida. Um mindset fixo faz-nos sentir que estamos constantemente a ser postos à prova.</strong> Como se ter sucesso fosse um resultado binário: ou tens boas avaliações e és inteligente, ou tens más avaliações e és burro. É o mindset fixo que nos leva a dizer coisas como:<em> “Eu vou para letras porque não tenho jeito nenhum para as matemáticas”</em>.&nbsp;</p>



<p><strong>Esta ideia de que </strong><strong><em>“não consigo”</em></strong><strong> e, portanto, nem vale a pena considerar esse caminho, pode ser profundamente limitadora.</strong> Como se, quando colocados perante um problema, sentíssemos automaticamente um nó no estômago, o nosso cérebro bloqueasse e o pensamento simplesmente não ocorresse. <strong>O mindset fixo parece condicionar automaticamente a resposta do nosso corpo. Nestes momentos é preciso respirar fundo, fazer uma pausa e perceber que essa reação se deve a uma crença interna e não à realidade.</strong> Além disso, há boas notícias: o nosso verdadeiro potencial é desconhecido.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O nosso verdadeiro potencial é desconhecido!&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>O facto das crenças que temos sobre nós mesmos determinarem, em grande parte, a nossa atitude perante a vida, significa que, se mudarmos a forma como pensamos, podemos mudar a nossa atitude perante os desafios que encontramos na vida. </strong>Se começar a acreditar que <em>“sou capaz”</em>, então eu vou tentar, arriscar e persistir. Pois é, mas não há um botão onde se possa carregar e fazer isto acontecer facilmente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mudar a crença sobre nós mesmos exige consciência, muito trabalho, muita coragem e implica também aceitarmos que vamos errar muitas vezes.&nbsp;&nbsp;</strong></h2>



<p>Aceitar o erro e a crítica interna &#8211; aquela voz que nos diz num momento menos feliz <em>“que burro/a, nunca devias ter tentado! Olha o que aconteceu, és uma desgraça!”</em>. Passa por perceber que neste tipo de discurso interno está uma grande mentira. <strong>Nenhum de nós se reduz ao resultado das nossas tentativas</strong>. Nenhum de nós se resume às avaliações no final do período letivo!&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Todos nós nos vamos definindo pela aprendizagem que essas tentativas e erros nos permitem.&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>Todos nos vamos conhecendo melhor nas diferentes estratégias que escolhemos para resolver um problema. Todos vamos descobrindo um pouco mais sobre nós próprios quando, na relação de ajuda com o outro, acrescentamos mais uma perspetiva à nossa visão. </strong>Então, se não há um botão para carregar, <strong>como podemos mudar de um mindset fixo para um mindset de crescimento? </strong>Não havendo receitas, convidamo-la/o a conhecer estes 5 ingredientes:</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5 Ingredientes para cultivar o Mindset de Crescimento desde a infância</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-neE3b' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Crie um ambiente propício&nbsp;</strong></h3>



<p><strong>É muito importante os seus filhos sentirem que estão num contexto afetuoso, cooperativo e de confiança.</strong> É fácil fazer juízos de valor sobre as crianças, comparando-as:<em> “Ela tem muito jeito para desenhar, já o irmão é mais jogador da bola!”</em>; <em>“Ele é um craque na matemática, já a irmã é mais distraída!”</em>. Quem nunca?</p>



<p><strong>As nossas reações aos comportamentos dos nossos filhos ou alunos moldam as suas crenças em relação às suas capacidades.</strong> Por exemplo, como é que eu reajo quando cometem um erro? Digo logo: <em>“Está errado!”</em>; <em>“Que disparate! Isso não tem nada a ver! Nem ouviste a pergunta”</em>. Questione-se: Fiquei desapontada/o? Fiquei irritada/o, zangada/o? Ou aceitei o erro? Procurei com a criança refletir sobre o que poderia ser melhorado? E quando a criança tenta novamente? Que expectativas lhe transmito? Será que a minha expressão passa a ideia de que não ficarei contente se ela voltar a errar? Estou a colocar uma expectativa muito elevada e a prejudicar a sua confiança? Ou estou disponível para ajudar e a tentar com ela as vezes que forem precisas porque sei que ela vai conseguir?&nbsp;</p>



<p>Ganhar consciência das nossas respostas ao processo de aprendizagem dos nossos filhos, e de como isso influencia a criação de um espaço seguro, é o primeiro passo. E não há nada como aquele momento de celebração e entusiasmo quando a criança quase consegue… mais uma tentativa, já falta pouco e de repente: <em>“Boom!!! Boa! Conseguiste!”</em>.&nbsp;</p>



<p>Também pode usar a sua criatividade para colocar todos os dias desafios <a href="https://simplyflow.pt/semear-valores-atraves-das-brincadeiras/">divertidos</a> aos seus filhos. Por exemplo: hoje tenta escovar os dentes com a mão esquerda (se a criança for dextra), ou faz a tua cama ao pé coxinho.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Ensine o que é o mindset de crescimento</strong></h3>



<p><strong>O nosso cérebro é como um músculo. Quando se aprendem coisas novas as ligações minúsculas no cérebro multiplicam-se e tornam-se mais fortes. Quanto mais se desafia a mente a aprender, mais se fortalecem os “caminhos” neuronais no cérebro. </strong>Investigações recentes mostram que as redes neuronais são fortalecidas através do treino, do exercício, da repetição, do estudo, enfim, do trabalho (Dweck, 2008). <strong>O cérebro muda e fortalece-se consoante o seu uso. </strong>Quando explicada esta maravilhosa descoberta da ciência irá fascinar os seus filhos! E há formas bem divertidas de explicar isto. Veja com eles os excelentes vídeos do Mojo no YouTube ou partilhe histórias e biografias inspiradoras como a história do Panda Kung Fu ou da Lego. Nestas histórias é muito importante trabalhar os aspectos que explicam o sucesso conhecido. <strong>Ajude os seus filhos a identificar o “acreditar” que se é capaz, a persistência, o esforço, a ajuda de outros e o não desistir como fatores que permitem alcançar novos patamares do nosso potencial. </strong>E com isto, porque não criar algumas frases empoderadoras, como, por exemplo, <em>“Não consigo, AINDA”</em>; <em>“Praticar fortalece o meu cérebro!”</em>; <em>“Eu dou o meu melhor!”</em> mantendo-as visíveis na sala de aula ou no quarto?&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Trabalhe e planeie para o sucesso das suas crianças</strong></h3>



<p><strong>Às vezes, vale a pena começar com um nível de exigência menor e à medida que a criança vai ganhando confiança nas suas capacidades aumentamos um pouco o nível de exigência. </strong>É muito gratificante ver um filho atingir o sucesso como resultado dos seus esforços e dedicação. <strong>Este sentimento de realização e verdadeira felicidade reforça a auto-estima e promove a autoconfiança.</strong> Mais um mantra poderoso: <em>“Eu acredito em mim!”</em>. Seja um fã! Faça perguntas em jeito de feedback: <em>“Como é que te sentiste? Achas que podias ter feito diferente? Como? Achas que é possível fazer algumas dessas opções? Boa! Então, o que aprendeste agora?”</em>. <strong>Experimentar é a palavra chave. Se eu não experimentar corajosamente nunca vou saber.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Ajude a confrontar pensamentos limitadores</strong>&nbsp;</h3>



<p><strong>Reconheça e desmonte os pensamentos limitadores dos seus filhos</strong>: <em>“Não consigo!”</em>; <em>“Não sou capaz”</em>; <em>“Isto é muito difícil, não é para mim”</em>. Substitua por outros alternativos de crescimento: <em>“Não sou capaz, AINDA”</em>; <em>“Não consigo, AINDA”</em>; <em>“Se é difícil, é porque é mesmo para ti”</em>. <strong>Um discurso sustentado na confiança é essencial para o seu filho se sentir apoiado e libertar-se de crenças limitadoras.</strong> A utilização de metáforas é também uma excelente estratégia:<em> “Já viste algum gato a conseguir beber leite de um copo? Não, pois não? E isso não faz dele menos capaz, pois não? Então, se calhar tu também precisas de aprender de outra maneira, por exemplo em vez de apenas leres o livro, porque não conversas sobre as tuas dúvidas com uma colega?”</em>.&nbsp;</p>



<p>Por vezes (muitas vezes), temos de lidar com a frustração. Aquele desespero de quem, apesar do esforço e das horas despendidas na mesma tarefa, tem a sensação que anda a bater com a cabeça nas paredes. Parece que tudo corre mal! É a Lei de Murphy a dar o ar da sua graça nos piores momentos. É muito importante nesta altura de desgaste fazer uma pausa, descansar o cérebro e diversificar o estímulo. Tal como os atletas de competição fazem entre provas. Uma recuperação ativa que passa por atividades diferentes daquela que foi o foco nas últimas horas ajudará o seu filho a ganhar perspetiva e novo fôlego para continuar. Além disso, é preciso não esquecer e reconhecer o progresso efetuado, criando âncoras que celebram as pequenas vitórias: <em>“Afinal, já fizeste imenso. Quando começaste este projeto nem sabias bem qual era o objetivo, agora já tens um plano claro sobre o que fazer”.</em></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Elogiar de forma consciente</strong></h3>



<p>Elogiar especificamente a inteligência ou o talento reforça a crença de que o seu filho tem um traço permanente que determina o seu sucesso ou insucesso, por oposição à crença de que ele pode aprender e desenvolver o seu talento. Assim, <strong>o elogio deve passar pela valorização do esforço, pelo reconhecimento da utilização de diferentes estratégias e pela apreciação da persistência</strong>. É o processo de aprendizagem e a evolução que este traz que permite ao seu filho perceber que a sua dedicação e trabalho é mais determinante para o sucesso do que uma característica que não controla. Se a criança se esforçou e não conseguiu, sabemos que não está sozinha. De certeza que no seu meio alguém já passou pelo mesmo, um adulto, outra criança, um irmão ou irmã que pode ajudar e empatizar com as dificuldades encontradas. E quando for muito fácil? Aqui os jogos de computador são um bom exemplo: é passar para o nível de dificuldade seguinte! O elogio neste caso não ajuda, afinal não houve grande esforço. No fundo, é como dizermos aos nossos filhos: <em>“Tens mais potencial do que imaginas”</em>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ajudar as crianças a viver o seu potencial faz parte da missão da </strong><a href="https://semearvalores.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Semear Valores</strong></a><strong>. </strong></h2>



<p><strong>Consideramos esta componente do crescimento tão importante que nos temos dedicado a desenvolver diversos recursos pedagógicos numa linguagem que possa chegar às crianças. </strong>Se ficou curiosa/o, visite o nosso site e conheça a linha de produtos sobre Mindset de Crescimento: <a href="https://semearvalores.pt/index.php/product/pack-na-onda-da-aprendizagem/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pack “Na Onda D’Aprendizagem!”</a>, <a href="https://semearvalores.pt/index.php/product/acreditaemti/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Acredita em Ti!</a>  e o nosso incrível audiobook: <a href="https://semearvalores.pt/index.php/o-pirata-osorio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O Pirata Osório, As Aventuras D’Aprendizagem</a>!</p>



<p class="has-small-font-size"><strong>Bibliografia:</strong></p>



<p class="has-small-font-size">&#8211; Dweck, C. (2014). Mindset: A Atitude Mental para o Sucesso. Vogais;</p>



<p class="has-small-font-size">&#8211; Dweck, C. (2008). Mindsets and Math/Science Achievements. Carnegie Corporation of New York-Institute for Advanced Study Commission on Mathematics and Science Education.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-neE3b' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Famílias tóxicas</title>
		<link>https://simplyflow.pt/familia-familias-toxicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mauro Paulino]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jul 2022 14:48:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Famílias tóxicas]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Mauro Paulino]]></category>
		<category><![CDATA[Traumas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reconhecer que a família ou um elemento familiar não esteve afetivamente disponível é sempre uma tarefa desafiante.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/familia-familias-toxicas/">Famílias tóxicas</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma questão recorrente do trabalho relativo à recuperação psicológica de pessoas passa por se abordar o papel desempenhado pela sua família de origem nos abusos ou sofrimento que experienciam ao longo da vida. No fundo, é como se ficasse uma ferida aberta que aumenta a vulnerabilidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que podemos entender como família tóxica?</strong></h2>



<p>Podemos chamar de família tóxica ou familiares tóxicos qualquer família ou elemento disfuncional caracterizado pelo abuso e pelo trauma, gerador de sofrimento e que promovem guiões de vida mais vulneráveis, permitindo que a vítima deste registo tóxico se converta mais facilmente em vítima de outros abusos, uma vez atingida a idade adulta. Pela evolução e dinâmica dos comportamentos tóxicos, quase nunca as vítimas reconhecem a toxicidade encoberta que vivenciam.</p>



<p>Quando o perpetrador de um trauma é uma figura parental de apego primária, o problema para a criança é duplo. Por um lado, tem de sobreviver à experiência traumática. Por outro, tem de lidar com uma figura parental que é abusiva ou negligente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Experiências tóxicas</strong></h2>



<p>Podemos referir, a título de exemplo, a intrusão reiterada nos limites da <a href="https://simplyflow.pt/a-crianca-que-foi-teria-orgulho-no-adulto-que-e-hoje/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">criança</a>, não permitindo aprender que o respeito pelos próprios limites é algo que se deve exigir aos outros; o abuso e a exploração habituais, tornando-os triviais; o cuidado e a proteção da criança não existiam ou não eram prioritários; a insegurança e a imprevisibilidade da violência, levando a que a criança perca a capacidade de estar vigilante; a inconsistência e a inconstância que conduz à redução da capacidade de discernir; os segredos e a distorção da comunicação, com prejuízo na capacidade da criança contactar com as suas próprias emoções; o sentimento de inadequação ou indignidade que fizeram com que a criança não se sinta digna de amor; a sedução vivida em contexto familiar, podendo, no futuro, tornar-se mais vulnerável a quem, de forma, manipuladora lhe faça promessas.</p>



<p>Desta forma, <strong>as famílias podem manifestar um registo mais instável emocionalmente, mais violenta e abusiva ou mais manipuladora</strong>.</p>



<p>É raro que estas experiências de abuso nas famílias se dê de forma aberta ou manifesta, acontecendo, não raras vezes, sob a máscara de uma figura que, apesar de procurar destruir e aniquilar, realiza juras de amor, cuidado ou proteção, que soam a verdade junto de terceiros (outros familiares e amigos).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sequelas psicológicas de uma família ou familiar tóxico</strong></h2>



<p>As possibilidades são várias. Algumas pessoas chegam à sessão e afirmam não se lembrar de praticamente nada da sua infância, o que pode ser um sinal de experiências adversas severas, que, às vezes, é necessário recuperar através do EMDR (Eye Movement Desensitization and Reprocessing), um modelo terapêutico de dessensibilização e reprocessamento através do movimento ocular. Outros sinais possíveis envolvem sentir como se estivesse fora do corpo, ter frequentes esquecimentos relativos a lapsos de tempo em que estiveram “ausentes”, estar com a cabeça “noutro sítio”, ter pensamentos permanentes na vida diária, que retiram a pessoa do aqui e agora, ou viver numa fantasia romântica, imaginando aventuras, amores idealizados.</p>



<p><strong>A dor de viver ou ter vivido num ambiente tóxico pode envolver ideias negativas de si própria, autossabotagem (da felicidade ou dos êxitos), condutas autodestrutivas e autolesivas, adições, bem como a submissão, a negação, a dependência afetiva ou a necessidade constante de agradar, independentemente do sofrimento causado na própria.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É possível superar?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-zgNdi' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Reconhecer que a família ou um elemento familiar não esteve afetivamente disponível é sempre uma tarefa desafiante. Percorrer o caminho que vai da zanga, do ódio até ao aceitar da dor e da tristeza sentidas durante a infância permite que a vida possa seguir, finalmente, em frente. <strong>Este é um caminho terapêutico que muito beneficia de intervenção psicológica especializada.</strong></p>



<p>As soluções pouco eficazes que o adulto ensaia hoje para tentar tapar o trauma infantil de ontem tendem a não resultar. <strong>Não escolheu uma família tóxica, mas pode optar por deixar de continuar a ser vítima desse registo penoso. </strong>É necessário procurar novas soluções e mostra-me a prática clínica que <strong>é maravilhoso constatar como muitas pessoas se libertam da dor, da tristeza, da ira, da culpa, da vergonha</strong>.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-zgNdi' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Depressão e suicídio na infância e na adolescência</title>
		<link>https://simplyflow.pt/depressao-e-suicidio-na-infancia-e-na-adolescencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniela Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 May 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Daniela Andrade]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
		<category><![CDATA[suicídio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A depressão e a ansiedade duplicaram nas crianças e nos adolescentes devido ao isolamento social causado pela pandemia. Assim como o sedentarismo, a obesidade e os comportamentos aditivos (com especial destaque as redes sociais e os videojogos). É, por isso, muito importante estarmos atentos aos sinais que as crianças e os adolescentes nos dão diariamente.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/depressao-e-suicidio-na-infancia-e-na-adolescencia/">Depressão e suicídio na infância e na adolescência</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A depressão e a ansiedade duplicaram nas crianças e nos adolescentes devido ao isolamento social causado pela pandemia. Assim como o sedentarismo, a obesidade e os comportamentos aditivos (com especial destaque as redes sociais e os videojogos). É, por isso, muito importante estarmos atentos aos sinais que as crianças e os adolescentes nos dão diariamente.</strong></p>



<p>A depressão é causada por sentimentos de descrença e de falta de esperança em algo ou alguém. Estes sentimentos limitam a capacidade que a criança ou jovem tem em pensar e encontrar soluções alternativas para um determinado problema e/ou situação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sinais aos quais devemos estar atentos:&nbsp;</strong></h2>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-1024x1024.jpg" alt="sinais depressão" class="wp-image-17622" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-1024x1024.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-300x300.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-150x150.jpg 150w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-768x769.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-460x460.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-100x100.jpg 100w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-160x160.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-320x320.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-480x480.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-640x641.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1-960x961.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/05/Quadro1.jpg 1061w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Tristeza e perda de esperança</strong></h3>



<p>A tristeza corrói-nos por dentro assim como a desilusão (de algo ou de alguém). Por vezes a tristeza, sendo ela tão profunda, faz com que a pessoa desacredite nela e nos outros. Perde a esperança de que a sua situação melhore, que a pessoa que perdeu volte para ela, que seja perdoada por isto ou aquilo, que a pessoa que tanto gosta e está doente melhore, etc…</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Irritabilidade e agressividade</strong></h3>



<p>A irritabilidade e a agressividade andam de mãos dadas com a pessoa que sofre de depressão. Como a pessoa não tem a capacidade de agir de forma a encontrar solução para o seu problema, irrita-se mais facilmente e torna-se agressiva (nos atos e nas palavras) por se sentir frustrada em não conseguir reverter a situação na qual se encontra.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Isolamento</strong></h3>



<p>A criança e jovem que sofre de depressão tem tendência a afastar-se dos seus familiares e amigos. Fecha-se numa concha e não demonstra o seu verdadeiro estado de alma. Este isolamento faz com que a pessoa evite o contacto com os outros e, por isso, dificulta uma boa comunicação, apoio e aconselhamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Choro fácil e frequente</strong></h3>



<p>O estado depressivo é de tal ordem que basta a pessoa ouvir o seu próprio nome e as lágrimas caem-lhe pelo rosto. A emotividade e a sensibilidade estão descontroladas e andam também de mãos dadas com a pessoa que sofre de depressão. Este choro é uma consequência de várias emoções.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Insucesso escolar</strong></h3>



<p>A desmotivação por não ter os melhores resultados, por não perceber a matéria, por não se identificar com aquele professor e/ou colega de carteira, por ter dificuldade em estudar a partir de casa, por não gostar mesmo daquela matéria, por sentir falta de atividades práticas e em grupos pode levar a um estado depressivo. É importante não exigir mais do que a criança e adolescente consegue dar. É fundamental prestar apoio e decidir juntamente com o aluno qual o caminho a seguir para inverter a situação e ganhar motivação pelos estudos e pela escola.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Fadiga e falta de energia</strong></h3>



<p>É normal que a criança e adolescente, estando num quadro depressivo, tenha falta de energia e se sinta constantemente cansado/a. Isto porque, quando se está triste, quando se está mais em baixo, tem-se menos apetite e por conseguinte alimenta-se mal. Por outro lado, também existem alterações no sono que vão deixar a pessoa mais cansada quando acorda do que quando se deitou.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Agitação</strong></h3>



<p>O facto de não sabermos o que fazer para resolver o nosso <a href="https://www.facebook.com/socialeducatorsconsultancy/posts/468065018385678" target="_blank" rel="noreferrer noopener">problema</a>, sair de um quadro depressivo, ter motivação para agir e fazer acontecer o que gostaríamos que acontecesse, provoca uma certa dose de ansiedade e de agitação. A mente do ser humano só sossega quando tem as coisas controladas e a pessoa vive em paz com as situações e/ou desafios que lhe vão aparecendo diariamente.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Perda de interesse nas atividades</strong></h3>



<p>Se a criança e adolescente evita estar com familiares e amigos, é normal que também perca todo o interesse em fazer as atividades que até então gostava de fazer. A mente está voltada para o problema e não para a festa que vai haver logo à noite em casa da Maria ou do Manuel. É, por isso, fundamental que os <a href="https://simplyflow.pt/as-melhores-estrategias-para-uma-parentalidade-positiva/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pais</a> incentivem os seus filhos a conviverem com os seus amigos, convidando os amigos dos filhos a virem até lá a casa.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Mudanças no sono e na alimentação</strong></h3>



<p>Como referido anteriormente, o sono e a alimentação sofrem alterações quando a pessoa se encontra com uma situação de depressão. Na verdade, não é só o sono e a alimentação que sofrem alterações, o próprio aspecto físico também sofre. Pois a pessoa perde a vontade de se vestir, de se cuidar e até em alguns casos de fazer a sua prática de higiene pessoal diariamente.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Dores e mau estar físico inexplicáveis</strong></h3>



<p>O desconforto é de tal ordem que o corpo sofre com as consequências provocadas pela privação do sono e por uma alimentação desequilibrada. O corpo dá-nos sempre sinais de como está a nossa mente.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Sentimento de culpa e de inutilidade</strong></h3>



<p>A depressão leva uma pessoa a sentir que não tem aptidão para fazer nada, que não é suficientemente boa para merecer algo (um objecto, um trabalho, um amor) e que a culpa de isto ou aquilo acontecer foi sua. Enquanto não trabalhar este estado de alma, a culpa, a pessoa não consegue sair deste quadro depressivo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Dificuldade de concentração</strong></h3>



<p>Uma pessoa com depressão não consegue concentrar-se no óbvio e ter a destreza de encontrar as soluções para os seus problemas, caso contrário não estaria a viver uma situação de depressão. Perde-se a concentração, a motivação e o foco no que é realmente importante.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Pensamentos sobre morte e suicídio</strong></h3>



<p>Passa pela cabeça da pessoa que se morrer fica o assunto resolvido, que não provoca mais sofrimento aos outros, nem atrapalha mais a vida a ninguém.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Todos estes pensamentos são legítimos, mas é aí que todo o alerta deve ser acionado.</strong></h2>



<p><strong>Mas, como?</strong></p>



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			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Primeiramente saiba que, <strong>o suicídio é a segunda maior causa de morte na adolescência</strong>, sendo que a primeira são os acidentes rodoviários.</p>



<p>Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se que <strong>o suicídio infojuvenil acontece depois da puberdade, entre os 15 e os 19 anos de idade.</strong></p>



<p>E quais são os<strong> fatores</strong> que levam uma criança ou adolescente a colocar um ponto final na sua curta, mas marcante história de vida?</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Falta de comunicação com os pais e amigos;</li><li>Relacionamento familiar conflituoso;</li><li>Insucesso escolar e stress académico;</li><li>Morte de um familiar ou amigo próximo;</li><li>o fim de uma relação amorosa;</li><li>Mudança de casa, escola, cidade, país e, em alguns casos, de estrutura familiar (adoção e famílias de acolhimento);</li><li>Bullying e humilhação;</li><li>Rejeição social devido à orientação sexual, etnia, religião, etc.;</li><li>Doenças mentais e doenças físicas;</li><li>Falta de propósito e de objectivos de vida;</li><li>Angústia, frustração, depressão e raiva.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como podemos ajudar a evitar uma depressão ou um desfecho tão trágico, como o suicídio?</strong></h2>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Ter atenção</strong> aos sinais de depressão;</li><li><strong>Ser compreensiva/o</strong> e ouvir apenas (sem julgamentos) o que o seu filho tem para lhe contar. De forma alguma, lhe diga o que deve ou não fazer, apenas o faça sentir-se ouvido e entendido por si;</li><li><strong>Encorajar o seu filho a conviver mais com os amigos</strong>. É importante não estarem isolados dos amigos e fazerem atividades juntos;</li><li>Garanta uma <strong>alimentação saudável </strong>e a prática de<strong> exercício físico</strong> (mesmo que seja em casa). Por exemplo: peça para ele ser o seu personal trainer, assim garante que ele está a fazer algo bom para ele;</li><li><strong>Consulte um pedopsiquiatra para uma melhor recomendação</strong>. Cada caso é um caso e deve ser entendido de forma cuidada, única e especial.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Contactos para ter sempre à mão:&nbsp;</strong></h2>



<p>Partilho aqui também alguns <strong>contactos de instituições de apoio </strong>que podem ser úteis a qualquer um de nós e que deve ficar registado, para além da agenda telefónica do telemóvel, num lugar visível e acessível a todos os membros da sua família.</p>



<p>Partilhe toda esta informação com os seus familiares e amigos, porque quem vê caras não vê corações, e esta situação pode estar a ser vivida nas mesmas quatro paredes que você, ou ao virar da esquina.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>SOS VOZ AMIGA</strong> (número gratuito), entre as 16h e as 24h – 213 544 545</li><li><strong>CONVERSA AMIGA</strong> (número gratuito), entre as 15h e as 22h – 808 237 327 e 210 027 159</li><li><strong>SOS ESTUDANTE</strong>, entre as 20h e as 01h – 239 484 020</li><li><strong>TELEFONE DA ESPERANÇA</strong>, entre as 20h e as 23h – 222 080 707</li><li><strong>TELEFONE DA AMIZADE</strong>, entre as 16h e as 23h – 228 323 535</li></ul>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-Kwh30' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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