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	<title>Arquivo de Escolas - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Arquivo de Escolas - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>A série &#8220;Adolescência&#8221;</title>
		<link>https://simplyflow.pt/a-serie-adolescencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2025 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[Série]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta série fez-me sentir que os adolescentes vivem muitas vezes esta fase das suas vidas a sentirem-se perdidos. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/a-serie-adolescencia/">A série &#8220;Adolescência&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Bastou apenas um dia para que a minissérie “Adolescência” alcançasse o primeiro lugar entre as séries mais vistas da plataforma de streaming Netflix. Dirigida por Philip Barantini e escrita por Stephen Graham e Jack Thorne, esta série de apenas quatro episódios conquistou não só os especialistas e críticos de cinema, como o público em geral.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que faria se o seu filho adolescente fosse acusado de homícidio?&nbsp;</strong></h2>



<p>Esta é a pergunta de partida para esta narrativa, baseada em factos verídicos. A história retrata uma família que vê a sua vida mudar drasticamente depois de Jamie Miller (interpretado por Owen Cooper), de 13 anos, ser preso pelo homicídio de uma adolescente que frequentava a sua escola.</p>



<figure class="wp-block-embed aligncenter is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Adolescência | Trailer oficial | Netflix" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/8SUlP91IX8c?feature=oembed&#038;enablejsapi=1&#038;origin=https://simplyflow.pt" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um desconhecido dentro de casa</strong></h2>



<p>É assustador perceber, ao longo da série, como os pais de Jamie se sentem perdidos por suspeitarem que, se calhar, pouco ou nada sabem sobre quem o filho realmente é. A criança que educaram da forma que lhes pareceu ser a certa, com valores seguros para que fosse uma pessoa de bem e muito amada, revelou-se um jovem bem diferente. A irmã, que recebeu uma educação similar, mostra-se uma jovem equilibrada e com comportamentos ajustados à sua idade.&nbsp;</p>



<p>Esta é uma realidade vivida por muitos pais: dois filhos, a mesma educação e resultados totalmente diferentes. Nem sempre se consegue explicar como é que isso acontece. Tem a ver com a personalidade de cada um, com as interacções que vão tendo ao longo da vida com a família, os seus pares e figuras de referência.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A poderosa influência da Internet</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-vLHlT' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Os pais têm hoje uma concorrência muito forte e atraente: a Internet, e todo o mundo que coloca dentro do quarto e da vida dos jovens. Em particular, as <a href="https://simplyflow.pt/quais-sao-os-perigos-das-redes-sociais-para-criancas-e-adolescentes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">redes sociais</a>, com a sua linguagem própria, as suas regras, a frequente ausência de valores como a <a href="https://simplyflow.pt/porque-e-importante-potenciar-a-empatia-nas-criancas-e-jovens/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">empatia</a>, a <a href="https://simplyflow.pt/qual-o-impacto-que-a-solidariedade-tem-no-nosso-bem-estar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">solidariedade</a> e o respeito por quem ou aquilo que é diferente, e a imposição de padrões a todos os níveis.&nbsp;</p>



<p>Eu diria que, uma vez que alguém entra nas redes, é ligado o sistema permanente de sobrevivência, porque, a qualquer momento, por uma coisa minúscula e desprovida de qualquer importância, pode ser terraplanado pelos seus seguidores ou por qualquer criatura que se cruze com a publicação feita. A avaliação, o julgamento e a comparação são permanentes. É preciso maturidade e robustez emocional para saber lidar de forma tranquila com esta realidade, que muitas vezes apunhala por completo a <a href="https://simplyflow.pt/5-dicas-para-aumentar-a-autoestima-na-adolescencia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">autoestima</a> de um jovem.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um sistema em desequilíbrio</strong></h2>



<p>Quando terminei esta série, não senti que as redes sociais eram as únicas responsáveis pela realidade que a história retrata. A forma como a vida hoje está organizada faz com que os pais tenham menos disponibilidade para o seu papel de cuidar, educar, ouvir e orientar. Os próprios pais estão muitas vezes sujeitos a uma pressão diária terrível, para cumprir as suas obrigações profissionais e serem ainda bons pais, bons companheiros e por aí adiante.&nbsp;</p>



<p>Por outro lado, grande parte das escolas não está a ser capaz de se atualizar a ponto de continuar a cativar os alunos, enquanto aprendem. O sistema de ensino é, infelizmente, não poucas vezes, caduco, negligenciando a importância de criar laços com o outro e de sentir empatia para com as suas vivências. O objetivo são as notas. E de que interessa ter notas altas, se não conseguimos criar uma relação saudável com os outros?&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A urgência da inteligência emocional</strong></h2>



<p>Acresce a isto que se fala pouco de inteligência emocional, em todos os contextos. Introduzir a <a href="https://simplyflow.pt/tag/inteligencia-emocional/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inteligência emocional</a> desde a creche, por exemplo, ajudaria a apetrechar as crianças com a capacidade para verbalizar o que sentem e mecanismos para processar as várias emoções de forma a não ficarem arrumadas no sítio errado.&nbsp;</p>



<p>Os próprios pais deveriam ter a oportunidade de aprender a importância de saber ouvir, valorizar e respeitar o que um filho sente, pensa ou diz. O ideal era que cada lar fosse, por excelência, o lugar mais seguro e onde quem lá vivesse se conhecesse verdadeiramente.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ser o norte de quem se sente perdido</strong></h2>



<p>Esta série fez-me sentir que os adolescentes vivem muitas vezes esta fase das suas vidas a sentirem-se perdidos. Como se as suas bússolas tivessem deixado de funcionar e não soubessem que caminho escolher. E a única coisa que nos pedem é que voltemos a ser o seu norte. Que sejamos capazes todos, de abraçar esse desafio com amor.</p>



<p class="has-small-font-size">Nota: Fotografia destaque por <a href="https://www.instagram.com/fuifotografar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Verónica Silva</a></p>



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			</item>
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		<title>Menos ecrãs, mais vida!</title>
		<link>https://simplyflow.pt/menos-ecras-mais-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mónica Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jan 2025 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Ecrãs]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Menos ecrãs mais vidas]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Mónica Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Telemóveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Somos seres sociais, de afectos, de ligações, com vontade de pertencer. O mundo virtual pode dar a sensação de cumprir estas necessidades, mas é pouco real.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na azáfama diária em que vivemos, um dia paramos e percebemos que não dedicamos o tempo necessário ao que nos faz bem e é importante. Deixamos de escutar ativamente, de olhar para o outro, vivemos distraídos no mundo virtual e totalmente abstraídos da realidade.</p>



<p>Acabamos por passar os dias numa rapidez incansável, entre tarefas familiares, pessoais e o trabalho que tantas vezes nos consome além do horário laboral. As solicitações não param: trabalho, atividades extracurriculares dos miúdos, entra no carro, sai do carro, chega a casa&#8230; São tempos tão acelerados que até saborear uma refeição se torna um desafio.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A dependência do smartphone</strong></h2>



<p>Quer queiramos quer não, fomos invadidos pela necessidade constante de estar conectados, e muitos caem na tentação de ver o telemóvel até na hora da refeição, mesmo que acompanhados. Este pequeno “microcomputador de bolso” concentra tudo: mensagens do chefe, promoções, notícias, redes sociais, jogos&#8230; Uma infinidade de estímulos e solicitações que nos dispersam, comprometendo o aqui e agora.</p>



<p>Ao privilegiarmos os equipamentos eletrónicos em detrimento das relações humanas, a mente hiperestimulada não descansa. Instala-se o cansaço, a dispersão, o vício normalizado. <strong>Será este aparelho, que nos aproxima de tudo e nos distancia de tanto, assim tão inteligente?</strong></p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-5IrFp' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os perigos para crianças e jovens</strong></h2>



<p>Os estudos falam por si e as nossas experiências pessoais enquanto adultos provam a nossa dependência dos <em>smartphones</em> e, não obstante o desenvolvimento cerebral completo nesta fase de vida, todos reconhecemos a dificuldade de controlar o vício.&nbsp;</p>



<p>No caso das crianças e jovens, torna-se ainda mais assustador que tenham o seu dia, as suas interações, os seus momentos de brincadeira e socialização invadidos por notificações, mensagens de <em>Whatsapp</em>, <em>TikTok</em>, fotografias, publicações, jogos online e/ou até pornografia! Sem capacidade de autorregulação, vêem-se reféns deste aparelho, deixando para trás atividades muito mais ativas, interessantes e relevantes ao nível do relacionamento humano essencial.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A pressa em publicar, responder ou jogar transforma-se numa prioridade ilusória.&nbsp;</strong></h2>



<p>Mais do que um sorriso, um abraço ou expressar emoções cara-a-cara, o que é urgente é ser rápido a responder, a publicar, a jogar e a não perder informação para conseguir estar a par de tudo – uma ilusão tão longe da verdade. Este cenário poderia ser evitado ao utilizar-se um telemóvel simples, sem acesso a internet e aplicações, o chamado <em>dumbphone</em>, que serve apenas para fazer e receber chamadas e SMS,<strong> e que satisfaz as necessidades básicas de comunicação entre a família e a criança.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O impacto nas escolas</strong></h2>



<p>Nas escolas o desfocar da realidade que o uso de <em>smartphone</em> promove, leva as crianças a preferirem a sua companhia ao invés da companhia dos seus amigos.&nbsp;</p>



<p>Nós, todos, somos seres sociais, de afectos, de ligações, com vontade de pertencer. O mundo virtual pode dar a sensação de cumprir estas necessidades, mas é pouco real. A empatia não se alcança atrás dos ecrãs e é fundamental a sua prática nas escolas.&nbsp;</p>



<p>Foi pela defesa do direito a brincar e socializar de forma saudável, pela redução do <em>ciberbullyi</em>ng, para garantir a privacidade das crianças e jovens (no caso de filmagens sem consentimento) e pela proteção contra conteúdos impróprios que, em Maio de 2023, decidi criar a petição <strong>“</strong><a href="https://peticaopublica.com/?pi=PT116223" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Viver o Recreio Escolar sem Ecrãs de <em>Smartphones</em></strong></a><strong>”</strong>, tendo tido como testemunhas as crianças e as famílias que reclamavam esses direitos. A ideia de escolas livres de <em>smartphones</em> começou a ser debatida a nível nacional, com o apoio de várias famílias, professores, pediatras e psicólogos. A conclusão foi unânime: <strong>os <em>smartphones</em> trazem mais desvantagens do que benefícios no contexto escolar</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O Movimento Menos Ecrãs, Mais Vida</strong></h2>



<p>No âmbito do Movimento que co-fundei, em Janeiro de 2024, com outras três mães professoras, defendemos que as escolas devem ser espaços livres de <em>smartphones</em>. Não somos contra a tecnologia, aliás somos a favor do uso de recursos tecnológicos, mas acreditamos que há alternativas mais saudáveis, como, por exemplo, usar computadores nas aulas e não smartphones, e utilizar os livros físicos e não manuais digitais.</p>



<p>Além disso, o uso de ecrãs como <em>smartphones</em> e <em>tablets</em> em escolas com <a href="https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT118968" target="_blank" rel="noreferrer noopener">manuais digitais</a> pode exceder as <a href="https://l.facebook.com/l.php?u=https%3A%2F%2Fneuropediatria.pt%2Fwp-content%2Fuploads%2FRecomendacoes-SPNP-ecras-e-tecnologia-digital-2.pdf%3Ffbclid%3DIwZXh0bgNhZW0CMTAAAR1kkDH6-En4qgJBiVcdbcnMu9HyEQzXrAq-Ti60ciez2tQ80XNciHRkVhc_aem_mkEng-zELGCXE_c_Mb2B7w&amp;h=AT3BUvfxO7eXqqiAzpOry_6opwZtdxhG1caLreCKGKQ2SZJQf7omLAA91WdDfId61Le-LqqQh0cHwycSrBdA8rNk-z5akvFOT7rLX7vnkhb2i7pduOHvESxxIoBCdYHTIdpiYLzgpDajHWIDcgKk&amp;__tn__=-UK-R&amp;c[0]=AT3LfCbMsMi-Kmtp0gK-aFpxyISZHTNg0UG_yPB18vfppYIlnl5rFJDECWutaBDiqrD9uCetNSahvvJ4FUi92yrcKi9IAklOz9MPs13oRPt-PBmk9qYuI98kmkgsWziMM8JaEMSxNtZRPe6PnXwL3eJFJ0TFFna_Xzcj8CeNK1TGRRblX5Ae_VyCY8DynlCeR4WmcldaBC2apxNpUjKoF-mwoA" target="_blank" rel="noreferrer noopener">recomendações</a> da <a href="https://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.neuropediatria.pt%2F%3Ffbclid%3DIwZXh0bgNhZW0CMTAAAR21AbvYQIgXrXaYWtDJ0GLse_PcLMEZGF6dy3fSiaE83DbRKop_FbxQ0Hg_aem_4ZekcYMmW6Az4TqSzVfz5Q&amp;h=AT2eaG1Jaotz9YHemcP9vVhMhYI7IFswmEvZLNpe4C12BGuZqqFsCtskGMxdLTia0v54c7alXK6tqzsMjvbF_jfWlcihmvBCNtCOTUFFZK69SCkcFkYRoka_y6212L2yjMnG6SwE9vkfIXSBHSKz0A" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sociedade Portuguesa de Neuropediatria</a>, pondo em causa a saúde das crianças e jovens.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Escola: um espaço seguro e saudável</strong></h2>



<p>Se a escola deve promover campanhas de sensibilização? Sim!&nbsp;</p>



<p>Se pode alertar para os perigos da internet? Sim!&nbsp;</p>



<p>Se deve ensinar a fazer pesquisas em computadores? Sim!&nbsp;</p>



<p>Se os <em>smartphones</em> devem fazer parte do espaço escolar? Não!&nbsp;</p>



<p>A escola não deve fazer parte do <a href="https://simplyflow.pt/as-consequencias-da-adicao-as-tecnologias/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">problema</a>, mas ser um local seguro onde está garantida a privacidade das crianças e jovens, onde se promove o seu bem-estar físico mental e social e onde podem brincar, socializar e aprender livres de dependências digitais. Esse é um direito das crianças e dos jovens, e um dever das escolas.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-5IrFp' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div><br></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como prevenir o bullying?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-prevenir-o-bullying/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Semear Valores]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[bullying]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
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		<category><![CDATA[Forças de carácter]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Semear Valores]]></category>
		<category><![CDATA[Valores]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As causas do bullying são múltiplas e os estudos apontam para uma combinação de vários fatores. Como podem os valores contribuir para a prevenção do bullying?</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/como-prevenir-o-bullying/">Como prevenir o bullying?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A preocupação da sociedade civil relativamente ao bullying tem vindo a crescer. Tal facto não será alheio aos dados divulgados pela Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) que apontam para um aumento de 181% de situações de bullying entre 2020 e 2022. A maioria dos comportamentos de bullying (81,7%) ocorreu nas instalações escolares e em 71% dos casos agressor e vítima eram da mesma turma.</p>



<p>De acordo com a Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP), o <strong>bullying refere-se a qualquer “comportamento exercido por um indivíduo ou grupo com intenção de controlar, prejudicar ou magoar alguém física ou psicologicamente”</strong>. O bullying pode manifestar-se de várias formas: enquanto intimidação, agressão ou humilhação física, psicológica, relacional ou sexual.</p>



<p><strong>As causas do bullying são múltiplas e os estudos apontam para uma combinação de vários fatores. </strong>A título de exemplo, os agressores reportam muitas vezes terem sido vítimas de bullying no passado, usando o bullying como forma de quebrar o ciclo de marginalização social. O exercício do poder e domínio sobre o outro, percepcionado como mais fraco, é usado como resposta ao medo de rejeição social e como forma de reconhecimento e validação por parte de outros.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como podem os valores contribuir para a prevenção do bullying?</strong></h2>



<p>Já <a href="https://simplyflow.pt/o-que-sao-virtudes-e-forcas-de-carater/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a> apresentámos um modelo da Psicologia que ajuda as crianças (e adultos) a tomarem uma maior consciência dos valores e do seu uso no dia-a-dia. Trata-se do modelo das Virtudes e Forças de Caráter, elaborado por uma equipa de investigadores, liderada pelos psicólogos Christopher Peterson e Martin Seligman no início deste século.</p>



<p>Esta equipa fez um levantamento extensivo das características mais valorizadas por diversas culturas, ao longo de diferentes épocas históricas, do qual resultou um conjunto de 24 forças de caráter, agrupadas em 6 virtudes. São elas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Virtude da Sabedoria e conhecimento</strong>: Pensamento Crítico, Gosto pela aprendizagem, Perspetiva, Curiosidade e Criatividade;</li>



<li><strong>Virtude da Coragem</strong>: Bravura, Persistência, Honestidade e Entusiasmo;</li>



<li><strong>Virtude da Humanidade</strong>: Amor, Generosidade e Inteligência social;</li>



<li><strong>Virtude da Transcendência</strong>: Apreciação da Beleza e Excelência, Gratidão, Esperança, Humor e Espiritualidade;</li>



<li><strong>Virtude da Temperança</strong>: Prudência, Autocontrolo, Humildade e Perdão;</li>



<li><strong>Virtude da Justiça</strong>: Liderança, Justiça e Trabalho em Equipa.</li>
</ul>



<p>As forças de caráter traduzem-se em pensamentos, sentimentos e comportamentos. Elas constituem uma linguagem comum que descreve o que há de melhor na humanidade, refletem a nossa identidade pessoal, produzem resultados positivos para nós e para os outros (por exemplo: bem-estar, relacionamentos positivos) e contribuem para o bem comum.</p>



<p>Sabe-se hoje que<strong> é possível promover o uso consciente das forças de caráter desde a infância</strong>. Nas escolas, os programas anti-bullying com base no Modelo das Virtudes e Forças de Caráter aparecem consistentemente associados a menos dinâmicas de conflito bully-vítima.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Também em Portugal, num projeto implementado pela <a href="https://semearvalores.pt/index.php/projetos-em-escolas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Semear Valores</a> em 2018/19, onde participaram 183 alunos do 1.º ciclo, constatou-se que no final do ano letivo essas crianças mostravam mais comportamentos de entreajuda e menos problemas de comportamento entre si, comparativamente com alunos da mesma idade que não participaram no projeto.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E em casa, o que podem os pais fazer para cultivar as forças de caráter nas crianças e jovens?&nbsp;</strong></h2>



<p>Os pais e as famílias têm um papel essencial na promoção do uso consciente das forças de caráter.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5 sugestões para pôr em prática com os seus filhos:</strong></h3>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-iV2y7' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>1. Conheça as suas principais forças de caráter e de como as pode usar</strong></h4>



<p>O nosso bem-estar impacta diretamente o bem-estar dos nossos filhos! Ao conhecer as suas principais forças e procurar meios para as pôr em prática vai trazer-lhe energia e alegria e um sentimento de autenticidade. Descubra as suas forças de assinatura, através do exercício <a href="https://semearvalores.pt/index.php/2021/04/19/forcas-360o/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Forças 360º</a>.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>2. Tome consciência da prática dessas forças no dia-a-dia&nbsp;</strong></h4>



<p>Nós somos os principais modelos de educação dos nossos filhos. As crianças estão muito atentas a todos os nossos comportamentos, mesmo quando achamos que elas não estão a ver ou a ouvir. Por exemplo, quando um condutor de outro carro comete uma transgressão, o que diz em voz alta? <strong>É importante estarmos conscientes daquilo que pensamos, sentimos e dizemos (especialmente ao pé das crianças).&nbsp;</strong></p>



<p>As forças de caráter traduzem-se em pensamentos, sentimentos e comportamentos. De que adianta falarmos aos nossos filhos sobre a importância do auto-controlo ou da tolerância, quando no dia-a-dia, o nosso comportamento reflete o contrário? De que adianta falarmos sobre a importância de nos sentirmos gratos quando passamos o dia a queixarmo-nos? A propósito, já experimentou passar um dia sem se queixar de nada? Ora experimente!</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>3. Ajude os seus filhos a reconhecer as suas principais forças e dê-lhes oportunidades para as praticar.</strong></h4>



<p>O seu filho/a tem as forças da Apreciação da Beleza e Excelência e da Curiosidade? Por que não organizar um percurso de orientação na natureza, com pistas pelo caminho? E se tiver as forças da Liderança e do Amor, porque não incentivá-lo a organizar um evento para a família ou para os amigos? <strong>Ao reconhecerem e usarem as suas forças de caráter, as crianças sentem-se mais amadas e </strong><a href="https://simplyflow.pt/como-e-que-podemos-levar-os-nossos-filhos-a-acreditar-neles-mesmos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>confiantes</strong></a><strong>, o que as torna menos propensas a dinâmicas de violência.</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>4. Ajude os seus filhos a reconhecer as forças nos outros</strong></h4>



<p>Ajudar os seus filhos a reconhecer as forças dos colegas, dos amigos e de outros adultos, promove um olhar apreciativo daquilo que é semelhante, mas especialmente do que é diferente. Faça-o de uma forma não comparativa. A ideia não é dizer: “<em>Olha como a Joana é tão Persistente! (e tu não)</em>”. A ideia é levá-los “apenas” a admirar as forças do outro. Pode perguntar: “<em>Que forças achas que a Joana mostrou ao não desistir daquele trabalho?</em>”.</p>



<p>A mensagem a passar é a de que todos temos uma combinação especial de forças, (interesses e aptidões) que nos torna verdadeiramente únicos! <strong>Ao ser capaz de apreciar genuinamente os outros, a probabilidade do seu filho magoar ou agredir o outro, diminui.</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>5. Ajude os seus filhos a desenvolver as forças de caráter menos desenvolvidas.</strong></h4>



<p><strong>Há forças naturais e inevitáveis em nós. E há outras com as quais temos mais dificuldades. Está tudo certo. Somos todos diferentes.</strong></p>



<p>O seu filho tem alguma dificuldade em usar a força da Empatia? O que pode fazer para o ajudar a colocar-se no lugar do outro? Experimente ajudá-lo a lembrar-se de uma situação onde ele se tenha sentido excluído ou magoado por alguém.&nbsp;</p>



<p>O seu filho tem dificuldade em usar o Perdão? O que pode fazer para o ajudar a fazer as pazes e libertar-se desse peso? (O que é diferente de insistir para que ele mantenha essa amizade)</p>



<p>Investigue um pouco e saiba como pode ajudá-los a crescer e a manter relacionamentos saudáveis ao longo de toda a vida!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como podem os recursos da Semear Valores ajudar a cultivar forças de caráter?&nbsp;</strong></h2>



<p>A Semear Valores tem apostado em recursos pedagógicos que ajudam famílias e educadores formais a cultivar as forças dos próprios e das crianças com quem convivem ou trabalham.&nbsp;</p>



<p>Contar histórias é uma das formas mais eficazes de levar às crianças mensagens importantes e que ficam na memória. Assim, o livro infantil “<a href="https://semearvalores.pt/index.php/product/livro-infantil-yuki-o-robo-com-coracao-os-superpoderes-da-amizade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Yuki, o robô com coração. Os Superpoderes da Amizade</a>” tem também como propósito despertar nas crianças a consciência das suas forças e a apreciação dos outros. Foi pensado para leitores entre os 6 e os 10 anos, mas o feedback que já recebemos de várias famílias e escolas mostraram-nos que o Yuki simplesmente toca corações, não importando a idade! O livro já inspirou também uma meditação que pode ouvir <a href="https://www.youtube.com/watch?v=zWAs6PA68kI" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a> e criar nas crianças bem-estar. </p>



<p>Com o principal objetivo de descobrir, incentivar e reconhecer as crianças pelo uso das suas forças na vida diária, criámos dois produtos: o Jogo e as Medalhas Crescer em Forças! Visite a loja da <a href="https://semearvalores.pt/index.php/loja/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Semear Valores</a> e descubra mais sobre eles!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quanto mais cultivarmos conscientemente a prática de forças como a gratidão, perseverança, perdão, honestidade, espiritualidade, empatia, entre outras, sobra menos espaço para comportamentos de violência e humilhação do outro.</strong></h2>



<p>Do que está à espera?</p>



<p class="has-small-font-size"><strong>Bibliografia:</strong>&nbsp;</p>



<ul class="has-small-font-size wp-block-list">
<li>Associação Portuguesa de Apoio à Vítima:&nbsp; https://apav.pt/apav_v3/index.php/pt/estatisticas-apav</li>



<li>Burke, J., &amp; Mc Guckin, C. (2022). Bullying and character development: An examination of character strengths associated with bullying and cyberbullying in Postprimary Schools in Ireland. <em>Journal of Character Education, 18</em>(1), 51-68.</li>



<li>Giannouli, V. et al. (2022). Causes of bullying, different reasons for bullying and characteristics. Identity of the victims according to the bullies.<em>European Journal of Social Sciences Studies, 8</em>(3). Available at: https://oapub.org/soc/index.php/EJSSS/article/view/1386.</li>



<li>Niemiec, Ryan M. (2018), <em>Character Strengths Interventions: a field guide for practitioners.</em> Hogrefe Publishing</li>



<li>Ordem dos Psicólogos Portugueses: https://www.ordemdospsicologos.pt</li>



<li>Peterson, C., &amp; Seligman, M. E. P. (2004). <em>Character Strenghts and Virtues: A handbook and Classification. </em>New York: Oxford University Press and Washington, D.C.:&nbsp; American Psychological Association.</li>
</ul>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-iV2y7' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Meditação e Qigong nas Escolas</title>
		<link>https://simplyflow.pt/meditacao-e-qigong-nas-escolas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jul 2023 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Faro]]></category>
		<category><![CDATA[meditação]]></category>
		<category><![CDATA[Meditação em Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Patrícia Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Qigong]]></category>
		<category><![CDATA[Ren Xue]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alunos e professores experimentaram a “respiração consciente”, o “foco interno” e a conexão com o corpo, entre muitas outras práticas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Através do projeto de “Meditação em Ação”, consegui realizar o sonho de levar a meditação e o Qigong para as escolas. Com o apoio do diretor e dos professores, vi os alunos envolverem-se com entusiasmo e experimentarem os diversos benefícios, tais como: calma, liberdade e alegria. Cada prática em grupo foi uma experiência maravilhosa para todos nós.</strong> <strong>Segue-se o relato de uma jornada de um ano rumo à concretização deste sonho, que está a impactar positivamente a vida destas crianças.</strong></p>



<p>No dia 15 de novembro, celebrou-se o primeiro aniversário do início do meu papel como facilitadora de um projeto de meditação nas escolas públicas de Portugal. Tudo começou em novembro de 2018, durante o último ano do meu curso de professores e terapeutas de Ren Xue, na Califórnia. Naquele momento, imaginei-me a ensinar Qigong a alunos e professores nas escolas. <strong>O universo organizou e reorganizou as circunstâncias, colocando-me no agrupamento de escolas certo para tornar esse sonho realidade durante o ano letivo de 2021/2022.</strong> O diretor do <a href="https://aejdfaro.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agrupamento de Escolas João de Deus</a> (AEJD) criou um Projeto de Saúde Mental para beneficiar todos os envolvidos na escola. Rapidamente, apresentei-me como uma professora qualificada de meditação, especificamente de Qigong.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O apoio fundamental do diretor e a concretização do Projeto</strong></h2>



<p>O diretor Carlos Luís mostrou-se extremamente aberto e garantiu que, se surgisse uma oportunidade, me incluiria no projeto e assim foi. Juntamente com uma equipa de psicólogos e o próprio diretor, delineamos todas as atividades do Projeto. Assumi o papel de facilitadora das sessões de “<strong>Meditação em Ação</strong>” (nome que demos ao Projeto dentro do Projeto Saúde Mental) para as 18 turmas do Pré-escolar e 1.º ciclo do AEJD. <strong>Cada turma participa numa sessão semanal de 30 minutos durante o período escolar, com horários ajustados em colaboração com os respetivos professores titulares de turma.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O despertar da importância da meditação e da prática do Qigong</strong></h2>



<p>Nas primeiras sessões, explorei <strong>a importância da meditação e do estar no momento presente por meio de histórias, vídeos e exercícios diversos</strong>. Alunos e professores experimentaram a “respiração consciente”, o “foco interno” e a conexão com o corpo, entre muitas outras práticas. Também abordamos emoções, valores como compaixão, gratidão, paz e harmonia. Reconhecendo a necessidade de movimento para as crianças, que passam a maior parte do dia sentadas em suas carteiras, mostrei-lhes um vídeo demonstrando a prática do primeiro método de Qigong &#8211; o Tian Yuan. Imediatamente, os alunos reconheceram o movimento como o de voar como pássaros. Perguntei-lhes se gostariam de aprender e a resposta foi dada com bastante entusiasmo! Assim começou a “viagem” de prática do Tian Yuan para os cerca de 347 alunos envolvidos, embalados pela história que criei em torno dos movimentos dessa prática.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A surpreendente atividade de meditação em grupo e o envolvimento inspirador</strong></h2>



<p>Com o final do ano letivo a aproximar-se, surgiu a ideia de reunir todas as turmas de cada escola para uma atividade de meditação em movimento em grande grupo. O meu objetivo era surpreender o estimado Laoshi (professor) Yuan Tze, mentor e criador do sistema Ren Xue e Yuan Qigong, e também os meus alunos. Porém, fomos nós que acabámos por ser surpreendidos por ele! Ao saber que estavam tantas crianças a aprender e a praticar Yuan Qigong, ele enviou-nos uma mensagem em vídeo. E, como as crianças sabiam que um dia praticariam todas juntas e que ele veria, essa mensagem motivou-os ainda mais. Então, os alunos empenharam-se em melhorar os movimentos a cada prática.</p>



<p><strong>Os dias de prática conjunta nas três escolas foram maravilhosos! Sentia-se uma atmosfera de calma, paz, liberdade e felicidade. Isso tanto para os alunos, como para mim! O sonho estava a tornar-se real!</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Impactos positivos e gratidão</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-mAd3Z' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Os alunos imaginaram-se como gaivotas num oceano de belas ondas, pois foi assim que eu lhes ensinei movimentos. Eles adoraram “chuveirinho” porque nesse exercício as sensações de Qi eram mais intensas. Ainda sinto encanto ao recordar esses momentos…</p>



<figure class="wp-block-embed aligncenter is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Yuan Qigong &amp; Mindfulness in Schools" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/euSY2BqNSaI?feature=oembed&#038;enablejsapi=1&#038;origin=https://simplyflow.pt" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Houve uma época em que considerei abandonar o ensino, principalmente devido à instabilidade enfrentada todos os anos. Porém, quando voltei à escola, <strong>percebi que, apesar de tudo, ainda adorava trabalhar com crianças. Com elas, tenho um propósito e minha vida ganha um sentido real. No entanto, trabalhar com meditação e Qigong é o que realmente me completa!</strong>&nbsp;</p>



<p>Sou grata ao universo, à vida, ao sistema Ren Xue, à extraordinária abertura e confiança do diretor do AEJD, à ajuda, colaboração e amizade de uma equipa de professores fabulosa que abriu as portas das salas de aula! Agradeço a todos os envolvidos nesta jornada e também aos meus alunos pela ajuda, pela entrega, confiança e por todos os ensinamentos… Eles são a minha maior motivação e fonte de alegria.</p>



<p>Desde 2004, trabalho como professora contratada. Apenas no ano passado fui reconduzida. Estou a dar continuidade ao projeto com 19 turmas envolvidas, 19 professores titulares e mais de 350 alunos que ensino todas as semanas. Nas páginas das escolas do agrupamento são publicados vídeos e fotos de algumas sessões. <strong>Observo uma grande evolução por parte dos alunos. Eles conseguem envolver-se completamente na atividade, mesmo com ruído ao seu redor. Alguns alunos até já me disseram que praticam autonomamente em casa quando sentem necessidade de se acalmarem. </strong>Sem dúvida, isso me deixa muito feliz e realizada.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Meditação e Qigong nas Escolas" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/E2u1dAqS2f0?feature=oembed&#038;enablejsapi=1&#038;origin=https://simplyflow.pt" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Inspirar o mundo expandido o sonho</strong></h2>



<p>Este ano, tenho abordado bastante a questão das emoções e, na semana de 13 a 17 de fevereiro, os meus alunos e colegas refletiram sobre as “5 linguagens do Amor” (um livro de Gary Chapman). Foi lindo presenciar as reflexões de crianças, com idades entre os 4 e os 9 anos, sobre as diferentes maneiras de dar e receber amor!</p>



<p>Na Escola da Ria Formosa até criamos personagens para representar as 5 emoções básicas. A ideia foi da professora Beatriz Machado, eu desenhei os bonecos e a professora Maria Gorete Ribeiro costurou.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/07/Emocoes-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-19847" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/07/Emocoes-1024x576.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/07/Emocoes-300x169.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/07/Emocoes-768x432.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/07/Emocoes-1536x864.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/07/Emocoes-1920x1080.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/07/Emocoes-1170x658.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/07/Emocoes-585x329.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/07/Emocoes.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><strong>Quero ressaltar que os meus alunos são pioneiros e têm sido fonte de inspiração para o mundo! </strong>Tenho recebido contatos de professores da Nova Zelândia, Austrália, EUA e Europa que procuram auxílio para introduzir o Yuan Qigong nas suas escolas. E, claro que sonho em expandir esta prática para outras escolas a nível nacional, para que um maior número de alunos possa experimentar os benefícios do Yuan Qigong. Esse é o meu sonho. A continuação deste meu sonho que se tornou realidade.&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>Juntos, podemos transformar vidas!</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-mAd3Z' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>O que verdadeiramente importa no regresso às aulas?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-que-verdadeiramente-importa-no-regresso-as-aulas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Aulas]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[fátima lopes]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Professores]]></category>
		<category><![CDATA[regresso às aulas]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Avizinha-se mais um regresso às aulas e, este ano, a primeira preocupação deveria ser resgatar as crianças e os jovens e ajudá-los a arrumar as consequências de toda esta experiência de dois confinamentos. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Avizinha-se mais um regresso às aulas e, este ano, a primeira preocupação deveria ser resgatar as crianças e os jovens e ajudá-los a arrumar as consequências de toda esta experiência de dois confinamentos.&nbsp;</strong></p>



<p>Confinamento. Desconfinamento. Ora estão na escola, mas com restrições e sem poderem brincar como habitualmente. Ora voltam para casa, para as aulas online. Pouco ou nenhum contacto presencial com os colegas. Assim, foram os dois últimos anos letivos. Já parámos para pensar em tudo o que os estudantes passaram desde que a pandemia chegou? Por exemplo, um estudante universitário que vai agora para o terceiro ano de faculdade, pouco ou nenhum contacto teve com os colegas. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É preciso dar espaço e tempo para que as crianças e os jovens possam recuperar de toda esta instabilidade.&nbsp;</strong></h2>



<p>E se as duas primeiras semanas de regresso das crianças e dos jovens às escolas, não tivesse como preocupação imediata dar matérias? Se a principal preocupação nestas primeiras semanas fosse recuperar o envolvimento direto com o outro? Eu digo duas semanas, mas até podem ser mais. Não se trata de uma perda de tempo, mas, sim, de um investimento certeiro nas pessoas.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O <a href="https://www.dge.mec.pt/noticias/calendario-escolar-20212022" target="_blank" rel="noreferrer noopener">regresso às escolas</a> tem de ser primeiro para resgatar os jovens e as crianças para o contacto normalizado com o outro. </strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-Q0XTK' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Há crianças que não querem regressar, que afirmam que estão bem com o ensino à distância. E isto é muito assustador e muito perigoso! Mais do que apostar na aprendizagem intelectual, que também é importante, é preciso criar atividades em que os jovens tenham de estar uns com os outros para falar, para trocarem opiniões, para fazerem coisas que os ajudem a regular os seus comportamentos. É preciso incentivá-los a partilharem o que sentem e pensam à volta de tudo isto, até porque temos de nos lembrar que um dos efeitos perversos da <a href="https://simplyflow.pt/perceber-a-covid-19/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pandemia</a> foi o facto de tudo passar pelo mundo digital. A aprendizagem e os contactos passaram a ser feitos através das tecnologias e os miúdos acabaram por se <a href="https://simplyflow.pt/as-consequencias-da-adicao-as-tecnologias/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">viciar</a> muito nesta solução. Eles já não conseguem pensar em aprendizagem fora do mundo digital. Cabe-nos a nós <a href="https://simplyflow.pt/como-ajudar-os-filhos-a-brincar-e-comunicar-na-escola-nesta-nova-realidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ajudá-los</a> a aprender e experienciar através de outras formas. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tecnologias de lado. Mãos na massa.&nbsp;</strong></h2>



<p>Que sejam feitas atividades aqui, ali e acolá, onde eles passem por experiências e que é uma forma de voltarem a ensaiar as relações interpessoais onde ficaram destreinados. É preciso ensinar de novo aos nossos filhos que não há nada mais valioso do que as pessoas perto de nós, olhos nos olhos. É por aqui que as escolas deveriam começar. E, quando as crianças e os jovens tiverem restabelecido a sua relação de confiança com o outro, então aí sim, vamos para a aprendizagem intelectual.&nbsp;</p>



<p>São nestas atividades em que os miúdos simplesmente são, que muito provavelmente, os professores vão detetar situações de crianças e jovens que não estão efetivamente bem e que poderão precisar de um acompanhamento diferente. E isto só é possível de identificar em ambientes diferentes. Uma criança que se recusa participar nas atividades, que nunca quer tocar em nada, nem em ninguém, que nunca quer estar presente, é um sinal de alarme. E se todos estiverem sentados numa sala de aula e essa criança estiver calada, se calhar passa simplesmente por uma criança tímida.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Levar a escola para fora das secretárias.&nbsp;</strong></h2>



<p>Este deveria ser o caminho antes de entrarmos na corrida para as notas espetaculares e as crianças brilhantes intelectualmente, que no fundo podem sentir-se emocionalmente solitárias.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-Q0XTK' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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