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	<title>Arquivo de dicas - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 31 Jul 2025 17:14:52 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de dicas - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<item>
		<title>5 Dicas para manter a identidade no coração da família</title>
		<link>https://simplyflow.pt/5-dicas-para-manter-a-identidade-no-coracao-da-familia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 05:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Casal]]></category>
		<category><![CDATA[cláudia morais]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[identidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No fundo, manter-nos “bem” em família não é um destino — é uma dança constante. Umas vezes mais descoordenada, outras mais fluida.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/5-dicas-para-manter-a-identidade-no-coracao-da-familia/">5 Dicas para manter a identidade no coração da família</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há dias em que tudo parece um malabarismo sem fim. Fazemos o jantar enquanto respondemos a mensagens do trabalho, tentamos dar atenção ao filho que quer mostrar um jogo e ao mesmo tempo ouvir o parceiro que fala sobre o seu dia de trabalho. Às vezes, damos por nós a pensar:&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><em>“Mas onde estou eu no meio disto tudo?”</em></strong></h2>



<p>Esta é uma pergunta fundamental. Porque <strong>quando deixamos de nos ver, deixamos também de ver os outros com clareza</strong>.</p>



<p>Manter a individualidade e promover o bem-estar da família não é um luxo — é uma necessidade. E começa por sermos <strong>gentis connosco</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como manter o “eu” sem perder o “nós”?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-PqHjo' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Ser boa mãe, boa companheira, boa profissional — e ainda estar bem? Nem sempre dá. E está tudo bem.</strong></h3>



<p>Muitas mulheres vivem com uma pressão silenciosa de conseguir “chegar a todo o lado” — serem mães presentes, profissionais competentes, companheiras carinhosas, amigas disponíveis, e ainda meditar, treinar e cozinhar de forma saudável. Mas essa exigência invisível vai-nos esvaziando. E quando estamos esgotadas, é difícil cuidar dos outros com a qualidade que ambicionamos.</p>



<p><strong>Exemplo realista:</strong><strong><br></strong>Há dias em que o jantar é massa com atum e ninguém morre por isso. Em vez de insistir numa refeição perfeita, sente-se com as crianças e brinque com o cheiro da comida. Em vez de forçar uma conversa profunda com o companheiro à noite, talvez baste um abraço mais demorado.</p>



<p><strong>Dicas práticas:</strong></p>



<p>Escolha três prioridades para o dia. Não sete. Três.</p>



<p>Quando se apanhar a pensar “devia estar a fazer mais”, respire e repita: <em>“Estou a fazer o possível com o que tenho hoje”.</em></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Não se anule em nome do amor: ninguém ganha com isso.</strong></h3>



<p>Há mães e companheiras que se vão anulando porque querem “ver todos felizes”. Mas uma casa cheia de pessoas satisfeitas e uma mulher exausta é uma equação que tem tudo para dar errado.</p>



<p><strong>Exemplo identificável:</strong><strong><br></strong>Se adia sempre o seu treino, a sua pausa, o seu café, para responder ao que todos pedem, está a ensinar (sem querer) que as suas necessidades não são importantes.<br>E as crianças aprendem mais com o que vêem do que com o que lhes dizemos. Como se sentiria se visse os seus filhos (adultos) emocionalmente esgotados por quererem chegar a todo o lado?</p>



<p><strong>Dicas práticas:</strong></p>



<p>Comece a verbalizar os seus próprios limites com calma e clareza:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>“Agora preciso de descansar 10 minutos. Daqui a pouco podemos brincar.”</em></li>



<li>Dê o exemplo de uma mulher que cuida dos outros <strong>sem deixar de cuidar de si</strong>.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. O que quer realmente ensinar às suas crianças?</strong></h3>



<p>Antes de reagir à birra, à desarrumação ou ao barulho, pergunte-se:<br><strong><em>“O que é que quero que o meu filho aprenda com este momento?”</em></strong><strong><br></strong>Se o foco for apenas controlar o comportamento, perde-se a oportunidade de ensinar sobre regulação emocional, empatia e autonomia.</p>



<p><strong>Exemplo concreto:</strong><strong><br></strong>Se o seu filho grita porque não quer tomar banho e a sua primeira reação é gritar de volta, pare. Respire. E diga: <em>“Percebo que não te apeteça agora. Mas o banho é importante. Posso ajudar-te a escolher se vais com a toalha vermelha ou com a azul?”</em>.</p>



<p><strong>Dicas práticas:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Em vez de castigos automáticos, use perguntas: <em>“O que é que aconteceu? O que é que podemos fazer diferente da próxima vez?”</em>;</li>



<li>Lembre-se: está a educar um adulto em construção, não a moldar uma criança submissa. </li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. O tédio não é o inimigo. É um convite à criatividade.</strong></h3>



<p>Na tentativa de manter os filhos sempre entretidos, muitos pais enchem as crianças de atividades, <a href="https://simplyflow.pt/quais-sao-os-perigos-das-redes-sociais-para-criancas-e-adolescentes/">ecrãs</a>, estímulos. Mas o tédio é essencial para que surja a criatividade, a imaginação, a invenção.</p>



<p><strong>Exemplo do quotidiano:</strong><strong><br></strong>Se o seu filho disser <em>“estou aborrecido”</em>, evite correr para “resolver”. Diga apenas: <em>“Que bom! É no tédio que nascem ideias incríveis. Vai ver o que é que consegues inventar”</em>.</p>



<p><strong>Dicas práticas:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tenha uma “caixa do tédio” com papéis, lápis, pedaços de cartão, botões, fitas — e deixe-os explorar;</li>



<li>Não preencha todos os minutos do dia. O vazio é fértil.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Nem tudo vai correr bem. E isso não significa que esteja a falhar.</strong></h3>



<p>Famílias felizes não são as que não <a href="https://www.facebook.com/apsicologaresponde/posts/pfbid02Q1UsYk7j8eoPyvs13ANPEiXspFpZXTbKD7vEBUF7PdrFrn4yrKUipXSr1sLo3spQl" target="_blank" rel="noreferrer noopener">discutem</a> ou que têm sempre tudo sob controlo. São as que sabem reparar. Pedir desculpa. Recomeçar. E rir do caos quando for possível.</p>



<p><strong>Exemplo realista:</strong><strong><br></strong>O banho foi uma guerra, o jantar ficou salgado, o seu companheiro respondeu torto e a sua filha chorou porque a meia não estava “bem posta”. Tudo isso é normal.</p>



<p><strong>Dica prática:</strong></p>



<p>Crie uma rotina mínima de conexão no fim do dia:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>“Hoje foi um dia cheio. Obrigada por estarem aqui para me apoiar.”</em></li>



<li>Baixe as expectativas. Em vez de uma “família perfeita”, procure construir <strong>relações suficientemente boas</strong>.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>No fundo, manter-nos “bem” em família não é um destino — é uma dança constante. Umas vezes mais descoordenada, outras mais fluida. Às vezes há pisadelas, há quem se magoe. Na maior parte do tempo pode ser muito divertido e aconchegante.</strong></h2>



<p>O mais importante? Dançarmos juntos, sem nos esquecermos do nosso próprio ritmo.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-PqHjo' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Sono infantil: como criar uma rotina para noites mais tranquilas</title>
		<link>https://simplyflow.pt/sono-infantil-como-criar-uma-rotina-para-noites-mais-tranquilas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hugo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2025 04:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Bebés]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatria]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sono é uma necessidade básica para todos, mas quando falamos de bebés, crianças e adolescentes tem um impacto ainda maior.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O sono é uma necessidade básica para todos os seres humanos, mas quando falamos de bebés, crianças e adolescentes tem um impacto ainda maior. É imprescindível para garantir o bem-estar físico, psicológico, emocional e social, pelo que deve ser sempre uma prioridade na gestão do dia-a-dia.&nbsp;</strong></p>



<p>Estes são alguns conselhos de acordo com as diferentes faixas etárias:</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>. Primeiros meses de vida</strong></h2>



<p>Todos os bebés precisam de se sentir seguros para conseguirem dormir. E, nos primeiros meses, a maior segurança que podem ter é mesmo a presença da mãe e do pai, e o seu contacto físico. Por esse motivo, é perfeitamente normal que adormeçam ao colo, porque é o local mais seguro para eles. Aos poucos, e sempre de acordo com o comportamento de cada <a href="https://simplyflow.pt/o-livro-do-seu-bebe/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bebé</a>, pode-se ir tentando dar segurança com o colo, mas ao mesmo tempo tentar que o bebé perceba que consegue adormecer sozinho, colocando-o ainda acordado no berço, desde que ele fique confortável. Progressivamente (e ao ritmo de cada um), o bebé vai perceber que a presença da mãe e/ou do pai é suficiente para ficar tranquilo e acaba por ser suficiente para que consiga adormecer por si. O mais importante neste processo é sempre não criar momentos de conflito nem choro, para que esta transição seja o mais natural e “saudável” possível.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>. Idade pré-escolar&nbsp;</strong></h2>



<p>A idade pré-escolar é uma fase de enormes descobertas, pelo que é perfeitamente normal que as crianças estejam ávidas para experimentar tudo. Para além disso, é também uma altura a partir do qual a maior parte dos filhos está com a mãe e pai apenas a partir do fim da tarde, o que faz com que valorizem ainda mais a sua companhia nessa altura do dia. E isso vai refletir-se, muitas vezes, numa maior resistência em ir para a cama, tentando prolongar o tempo que passam acordados com os pais. Por isso mesmo, os principais conselhos para essa fase são os seguintes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Invista em tempo de qualidade com o seu filho durante o dia;</li>



<li>Resista à tentação de introduzir <a href="https://simplyflow.pt/serao-as-tecnologias-amigas-das-criancas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ecrãs</a>, principalmente na hora antes de ir <a href="https://pediatriaparatodos.com/2021/03/19/dormir-bemfaz-bem/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dormir</a>;</li>



<li>Evite brincadeiras muito “excitantes” 30 minutos antes de ir para a cama.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>. Idade escolar</strong></h2>



<p>A partir desta idade as crianças passam a ter o seu dia muito mais regrado e entram também em cena os famosos trabalhos de casa. Por isso mesmo, precisam de ter garantido tempo de lazer &#8211; brincadeira não estruturada, livre para fazerem o que mais gostam. Assim, para além dos conselhos descritos anteriormente, é fundamental incluir no seu dia-a-dia atividades que lhes dêem prazer e que permitam gerir o seu bem-estar emocional de uma forma saudável, evitando sobrecarregá-las com atividades extra-curriculares que as impeçam de ter tempo livre.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>. Adolescência&nbsp;</strong></h2>



<p>A partir da adolescência, é frequente existir um fenómeno que se chama “atraso de fase” e que se traduz, de forma simples, numa alteração do ritmo de sono que faz com que os adolescentes entrem na fase de sono mais tarde do que habitualmente. É fundamental gerir as suas atividades também em função desta diferença biológica. Alguns conselhos importantes são só seguintes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Evitar o uso abusivo de ecrãs, particularmente 30 minutos a 1 hora antes de ir dormir;</li>



<li>Evitar atividades desportivas a partir do fim da tarde, o que nem sempre é fácil pelos horários dos treinos desportivos;</li>



<li>Evitar o consumo de bebidas excitantes (incluindo refrigerantes e chás), principalmente à noite;</li>



<li>Promover uma boa higiene de sono;</li>



<li>Estimular um maior descanso ao fim de semana, quando há mais facilidade em “compensar” se durante a semana for mais difícil manter um sono adequado.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sono infantil: E durante as férias?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-8zdvJ' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Por fim, gostaria apenas de deixar uma palavra para esta época do ano, em que as crianças e adolescentes já estão de férias. É normal que as rotinas não sejam exatamente iguais às do tempo de aulas e não há problema em que isso aconteça. Mas é muito importante não descurar o descanso, pelo papel insubstituível que o sono tem para o bem-estar global de todas as pessoas. Assim, aproveitem bem as <a href="https://simplyflow.pt/ferias-com-criancas-que-medicacao-preciso-levar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">férias</a>, mas aproveitem para descansar e dormir de forma adequada, porque só assim vão conseguir usufruir da melhor forma possível esta que é a altura do ano mais importante para a maior parte das famílias!</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-8zdvJ' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Dicas para fazer a diferença numa entrevista de emprego</title>
		<link>https://simplyflow.pt/dicas-para-fazer-a-diferenca-numa-entrevista-de-emprego/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carla Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 05:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[Carla Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista de emprego]]></category>
		<category><![CDATA[entrevistas de emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que estratégia, arte ou acontecimento cósmico faz com que uma entrevista de emprego resulte numa proposta concreta? É a pergunta de milhões.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/dicas-para-fazer-a-diferenca-numa-entrevista-de-emprego/">Dicas para fazer a diferença numa entrevista de emprego</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Que estratégia, arte ou acontecimento cósmico faz com que uma entrevista de emprego resulte numa proposta concreta? É a pergunta de milhões.</strong></p>



<p>A entrevista pode ser um dos momentos mais desafiantes num processo de recrutamento — especialmente para quem acabou de sair da universidade e está à procura do primeiro emprego. A falta de experiência profissional, ou simplesmente a pouca prática nestas “andanças”, pode aumentar a insegurança. A pressão para “parecer o candidato certo”, a ansiedade com “o que é que o recrutador me vai perguntar” e o medo de não dar “a resposta certa” têm peso.</p>



<p>Então, esta é a primeira ideia que quero desmistificar desde já: uma entrevista não é — ou não deve ser — um interrogatório, onde um candidato ensaia e recita as suas melhores respostas. <strong>Uma entrevista de emprego deve ser uma conversa entre duas pessoas que procuram saber se podem construir algo juntas</strong>. Ora, como qualquer boa conversa, uma entrevista deve fazer-se de escuta, partilha e perguntas.</p>



<p>Sim, um candidato deve fazer perguntas durante uma entrevista.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma entrevista de emprego não é um interrogatório, é uma conversa. Façam perguntas.</strong></h2>



<p><strong>Colocar questões — no fundo, ser curioso — é uma das formas mais eficazes de mostrar interesse genuíno e vontade de fazer parte de uma equipa ou projeto</strong>. Um exemplo: “Referiu que a vossa equipa está a crescer. Quais têm sido os maiores desafios nesta fase?”. Perguntas como esta, que têm como ponto de partida um detalhe dado pelo entrevistador, permitem ao candidato posicionar-se como alguém com capacidade para escutar ativamente e com intenção.</p>



<p>Há ainda um momento-chave para colocar questões: o final da entrevista. Perguntar sobre os próximos passos demonstra interesse pelo processo. E, <strong>no</strong> <strong>caso de não ser selecionado, é importante pedir </strong><strong><em>feedback</em></strong><strong> – perguntar o que poderia ter sido feito de forma diferente. </strong>Esta informação permite melhorar na entrevista seguinte.</p>



<p>Numa entrevista de emprego, <strong>mais do que estar pronto para responder, vá preparado para perguntar</strong>. Saber escutar e ser curioso são competências de comunicação valiosas — e que fazem a diferença no mundo do trabalho.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mais uma estratégia <em>fit</em> que faz a diferença</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-8cuLa' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>A <a href="https://simplyflow.pt/falar-ou-calar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">comunicação</a> é uma habilidade — e, como qualquer habilidade, desenvolve-se com as ferramentas certas e, acima de tudo, com treino e persistência.</p>



<p>Na <a href="https://carlarocha.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Carla Rocha Comunicação</a>, desenvolvemos recentemente um <strong>curso online com estratégias de comunicação — verbal e não verbal, de escrita e imagem — para ajudar quem está a dar os primeiros passos no mercado de trabalho</strong> a comunicar o seu valor com clareza, autenticidade e intencionalidade.</p>



<p>Por vezes, a (ainda) tímida experiência profissional pode gerar dúvidas sobre como se apresentar numa entrevista ou elaborar uma carta de motivação que se destaque. Mas a verdade é esta: <strong>quem está à procura do primeiro emprego já tem uma história para contar – as experiências pessoais e académicas enriquecem essa história</strong>. Atividades extracurriculares, desporto ou voluntariado revelam competências que as empresas valorizam, como capacidade de trabalho em equipa, criatividade e espírito de iniciativa.</p>



<p>Uma das estratégias práticas que partilhamos no curso online <em>Entrevistas que dão emprego</em> é esta: antes da entrevista, analise bem o descritivo da função a que se candidata e identifique três competências-chave. Depois, prepare exemplos que demonstrem essas competências. Por exemplo: “Notei que valorizam o espírito de equipa. Durante a universidade, fui capitão da equipa de basquetebol. Aprendemos a apoiar-nos uns aos outros em momentos de pressão”. <strong>Mostre — de forma concreta — que as suas competências fazem <em>fit</em> com as necessidades da empresa</strong>.</p>



<p>Estas e outras estratégias de comunicação estão disponíveis no curso online <a href="https://carlarocha.pt/entrevistas-que-dao-emprego/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Entrevistas que dão emprego</em></a>, que conta também com dicas de especialistas em recrutamento — que conhecem o processo melhor do que ninguém.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-8cuLa' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como aproveitar o verão de forma equilibrada (e feliz!)</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-aproveitar-o-verao-de-forma-equilibrada-e-feliz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Pinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo São]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Férias]]></category>
		<category><![CDATA[Joana Pinho]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Verão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=24352</guid>

					<description><![CDATA[<p>Não se trata de perfeição, mas, sim, de viver de forma consciente. E acredita: um verão equilibrado é um verão bem mais saboroso, por  dentro e por fora.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/como-aproveitar-o-verao-de-forma-equilibrada-e-feliz/">Como aproveitar o verão de forma equilibrada (e feliz!)</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Verão é sinónimo de sol, praia, férias e, claro, gelados! Para muitos, é a estação mais aguardada do ano. Para outros, que estão num processo de perda de peso ou a tentar criar e manter bons hábitos alimentares, é um causador de ansiedade. A boa notícia é que não é preciso escolher entre viver o verão de forma prazerosa e leve ou manter uma alimentação equilibrada. É possível conjugar os dois, com flexibilidade e sem culpa!</strong></p>



<p>No verão saímos da nossa rotina habitual, vamos de férias, fazemos e comemos coisas diferentes e está tudo bem com isso. Aliás, é aconselhado, porque fugir da rotina faz parte de um estilo de vida saudável. O segredo para manter o equilíbrio é fazer escolhas conscientes e não cair no extremismo do “agora é tudo ou nada”. Ou seja, não tens de abdicar do teu gelado preferido. No entanto, tens opções muito mais leves do que os cones cheios de cobertura e recheio, se quiseres fazer uma escolha mais consciente ou consumir gelados com maior frequência.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Gelados &#8211; Quais as melhores escolhas?</strong></h2>



<p>Os gelados de gelo, gelado de leite com fruta ou mesmo um mini gelado infantil são boas alternativas que podem ter menos de 100 kcal, uma diferença gigante face aos gelados mais calóricos que podem ter 300 a 400 kcal ou até uma bola de Berlim que pode chegar às 500 Kcal!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E quanto à bola de Berlim…&nbsp;</strong></h2>



<p>Para muitos é tradição comer uma bola de Berlim na praia. Se for o teu caso ou se te apetecer, podes comê-la, saboreando e aproveitando o momento com prazer e sem culpa. No entanto, se vais de férias uma semana não precisas de comer uma bola todos os dias, certo?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Podes fazer sempre escolhas inteligentes que te garantam prazer sem prejudicar os teus&nbsp; objetivos.</strong></h2>



<p>Por exemplo, <strong>na esplanada</strong> também tens opções interessantes e menos calóricas, como café com gelo (menos convencional, mas delicioso!), água com limão e hortelã ou frize light. Para petiscar, os tremoços, azeitonas, percebes ou moelas são excelentes alternativas. Se quiseres algo mais composto, pensa em wraps de frango grelhado, saladas completas (sem molhos pesados e atenção às “saladas bomba”, que têm mais calorias que uma pizza!) ou sandes em pão escuro com recheios simples e saciantes.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Nas férias, com uma rotina diferente é natural fazeres menos refeições por dia. Se estás a dormir mais ou a fazer refeições com maior quantidade, não precisas forçar os lanches habituais</strong><strong><em>. </em></strong><strong>Escuta o teu corpo.</strong></h2>



<p>Tenta intercalar as refeições mais indulgentes com mais leves. Por exemplo, se jantaste uma pizza deliciosa à beira-mar, no dia seguinte, ao almoço, podes escolher um prato de peixe grelhado com salada e arroz. Lembra-te: não vais estragar a tua jornada <strong>por saborear um prato típico, </strong>uma <strong>sobremesa especial </strong>ou <strong>brindar com vinho. </strong>A culpa não tem lugar à mesa. Escolhe com intenção. Come devagar. E aproveita cada momento — porque isso também é saúde.</p>



<p>Se vais <strong>passar o dia fora</strong>, numa caminhada, passeio ou a estender a toalha na <a href="https://www.instagram.com/joanapinho.nutricionista/p/DLiTS0ToC3z/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">praia</a>, prepara um mini “kit sobrevivência” para levares contigo com alimentos que te vão ajudar a manter uma alimentação equilibrada. É muito prático e vai evitar decisões impulsivas de última hora! </p>



<p>Podes incluir:&nbsp;</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-GEOhQ' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>• Fruta fresca (maçã, pêssego, uvas, cerejas&#8230;);&nbsp;</p>



<p>• Fruta desidratada em saquetas individuais (20g);&nbsp;</p>



<p>• Queijinhos Babybel, mini mozzarellas ou iogurte proteico;&nbsp;</p>



<p>• Tortitas de arroz ou milho, gressinos, tostas;&nbsp;</p>



<p>• Frutos gordos (amêndoas, caju, avelãs&#8230;);&nbsp;</p>



<p>• Barras proteicas com poucos açúcares;&nbsp;</p>



<p>• Gelatina fresca com fruta;&nbsp;</p>



<p>• Snacks no frasco: iogurte natural, aveia, sementes de chia e morango — delicioso!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Adapta a atividade física às férias.</strong></h2>



<p>Para além disso, não tens de “compensar” o jantar com uma corrida no dia seguinte. Em vez disso, faz uma caminhada ao fim da tarde, nada no mar, brinca com os miúdos, explora a vila a pé, sobe as escadas em vez de usar o elevador. São todas ótimas formas de te manteres ativa com prazer. O que importa é mexeres-te, não precisa de ser obrigatoriamente um “treino”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Outro aspeto essencial é a hidratação!</strong>&nbsp;</h2>



<p>Por isso, anda sempre com uma garrafinha de&nbsp; água atrás. Se não fores fã de água simples, junta-lhe rodelas de limão, pepino ou folhas de hortelã. A hidratação é ainda mais importante em dias de calor e sol.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Acima de tudo, lembra-te disto: férias não são para contar calorias. São para criar&nbsp; memórias.&nbsp;</strong></h2>



<p>Por isso, em vez de te focares no que “não podes”, escolhe o que te faz bem, o que te sabe bem e o que te ajuda a continuar a sentir-te no teu melhor, mesmo fora da&nbsp; rotina.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Aproveita o verão com prazer e equilíbrio. </strong></h2>



<p>Não se trata de perfeição, mas, sim, de viver de forma consciente. E acredita: <strong>um verão equilibrado é um verão bem mais saboroso, por dentro e por fora</strong>. </p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-GEOhQ' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dicas para evitar a retenção de líquidos</title>
		<link>https://simplyflow.pt/dicas-para-evitar-a-retencao-de-liquidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Bravo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 05:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[João Bravo]]></category>
		<category><![CDATA[Retenção de líquidos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=24314</guid>

					<description><![CDATA[<p>A retenção de líquidos pode comprometer o conforto diário, mas há soluções naturais e acessíveis para recuperar o bem-estar.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sente inchaço, pernas pesadas ou dificuldade em eliminar líquidos? A retenção de líquidos é um problema comum que afeta o bem-estar e pode estar relacionada com má circulação, desequilíbrios hormonais, alimentação inadequada, calor ou sedentarismo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os 5 suplementos mais eficazes para reduzir a retenção de líquidos:</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1 – Orthosiphon (Chá de Java)</strong></h3>



<p>Um dos mais potentes diuréticos naturais. Estimula a eliminação do excesso de líquidos sem causar perdas excessivas de <a href="https://simplyflow.pt/a-importancia-dos-sais-minerais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">minerais</a>. É especialmente útil para quem sofre de inchaço nas pernas, tornozelos ou abdómen.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2 – Clorela</strong></h3>



<p>Alga rica em clorofila, com forte ação desintoxicante. Ajuda a remover metais pesados e toxinas acumuladas no organismo, favorecendo o funcionamento dos rins e do fígado — órgãos fundamentais na regulação dos líquidos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3 – Spirulina</strong></h3>



<p>Alga altamente nutritiva, rica em antioxidantes, ferro e proteína. Contribui para a desintoxicação, combate <a href="https://simplyflow.pt/inflamacao-cronica-a-causa-de-muitas-doencas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inflamações</a> que favorecem a retenção e promove energia e vitalidade durante o processo de drenagem.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4 – Cavalinha</strong></h3>



<p>Planta medicinal com reconhecido efeito diurético e remineralizante. Estimula os rins, reduz o inchaço e contribui para a eliminação de líquidos de forma segura, sendo útil em quadros de retenção leve a moderada.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5 – Extrato de alcachofra</strong></h3>



<p>Com ação hepatoprotetora e diurética suave, estimula o fígado a eliminar toxinas e auxilia a digestão. Ideal para quem sente <a href="https://simplyflow.pt/inchaco-gases-e-distensao-abdominal-como-resolver/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inchaço</a> após as refeições ou retém líquidos com facilidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dicas para evitar a retenção de líquidos de forma natural:</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-FMfq8' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Hidrate-se – mais água, menos retenção</strong></h3>



<p>Pode parecer contraditório, mas beber água é essencial. Quando há pouca ingestão de líquidos, o organismo retém água como mecanismo de defesa. Beba entre 1,5 a 2 litros de água por dia, preferencialmente fora das refeições. Pode também beber uma infusão de cavalinha com alcachofra.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Reduza o consumo de sal e alimentos processados</strong></h3>



<p>O excesso de sal altera o equilíbrio entre sódio e potássio nas células, favorecendo a retenção. Evite enlatados, enchidos, caldos prontos e snacks salgados. Prefira ervas aromáticas, limão e especiarias naturais para temperar os alimentos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Pratique atividade física diariamente</strong></h3>



<p>O movimento ativa a circulação sanguínea e linfática. <a href="https://www.facebook.com/reel/696220472805123" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Caminhadas</a>, natação, yoga ou treino funcional são eficazes para estimular a drenagem. Apenas 30 minutos por dia podem fazer uma grande diferença.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Consuma alimentos com ação diurética</strong></h3>



<p>Inclua no dia a dia alimentos ricos em água, potássio e antioxidantes, pois ajudam a desinchar de forma natural. ficam aqui alguns exemplos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pepino;</li>



<li>Aipo;</li>



<li>Melancia;</li>



<li>Espargos;</li>



<li>Ananás;</li>



<li>Alcachofra.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Aposte em suplementos drenantes com acompanhamento profissional</strong></h3>



<p>Os suplementos naturais podem acelerar o processo de eliminação de líquidos, mas devem ser usados com critério. O ideal é fazê-lo com o acompanhamento de um profissional de saúde integrativa.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>6. Eleve as pernas e evite ficar muito tempo na mesma posição</strong></h3>



<p>Se passa muitas horas sentado(a) ou de pé, o retorno venoso fica comprometido. Sempre que possível, eleve as pernas durante alguns minutos, faça pausas para caminhar e evite cruzar as pernas por períodos prolongados.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A retenção de líquidos pode comprometer o conforto diário, mas há soluções naturais e acessíveis para recuperar o bem-estar.&nbsp;</strong></h2>



<p>Com suplementação adequada, alimentação equilibrada e movimento diário, é possível ajudar o organismo a funcionar melhor, sentir-se mais leve e com mais energia.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-FMfq8' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Alimentos que nos hidratam no verão</title>
		<link>https://simplyflow.pt/alimentos-que-nos-hidratam-no-verao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 04:53:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[João Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Verão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=24308</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estar bem hidratado deve, ou pelo menos deveria, ser uma preocupação durante todo o ano, especialmente no verão. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando pensamos em alimentação, normalmente valorizamos as calorias ou os nutrientes que os alimentos nos fornecem. Mas raramente valorizamos o contributo dos mesmos para o nosso estado de hidratação. O que não deixa de ser curioso, pois a água é, ela própria, um macronutriente.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estar bem hidratado deve, ou pelo menos deveria, ser uma preocupação durante todo o ano, especialmente no verão.&nbsp;</strong></h2>



<p>A prova disso mesmo é que todo o funcionamento do nosso corpo depende do seu estado de hidratação. O tempo quente, os dias mais compridos, com mais atividade, e eventualmente a prática de mais<a href="https://www.facebook.com/reel/1224766099309320" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> exercício físico</a> são fatores que nos fazem perder mais água corporal, e que reforçam a necessidade de a repormos, através do que bebemos, mas também do que comemos. Por tudo isto, mais importante do que definirmos um valor de água que se deve ingerir por dia, faz todo o sentido valorizar a ausência de cor e cheiro na nossa urina. Esse é o melhor indicador para sabermos que estamos bem hidratados.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>São vários os alimentos que nos podem ajudar a melhorar o nosso estado de hidratação:</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-cRpUC' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Fruta – </strong>nesta altura do ano a variedade de fruta aumenta significativamente. Além disso, as <a href="https://simplyflow.pt/frutas-de-verao-uma-verdadeira-tentacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">frutas de verão</a> são tradicionalmente mais sumarentas, o que significa que nos vão fornecer uma maior quantidade de água. Portanto, ao consumirmos fruta à sobremesa das refeições, ou como snack, estamos não apenas a aumentar o consumo de fibra, vitaminas, minerais, antioxidantes, entre outros, mas também estamos a hidratar-nos melhor;</li>



<li><strong>Legumes –</strong> os legumes são também alimentos extremamente nutritivos e simultaneamente ricos em água. Pensando no nosso estado de hidratação, a forma mais eficaz de os consumir é na sopa, pois assim vamos aproveitar não apenas a água dos legumes, mas também a água da cozedura dos mesmos. Mas se forem consumidos na forma de salada, legumes cozinhados, ou como ingrediente de várias receitas, também vão ser uma importante ajuda para nos hidratarmos bem;</li>



<li><strong>Gelatina –</strong> esta opção está longe de ser tão nutritiva como as frutas e os legumes. No entanto, não deixa de ser uma opção interessante para nos hidratarmos, principalmente se optarmos pelas versões sem açúcar. Além disso, vai permitir acrescentar algo doce à nossa alimentação, o que pode fazer com que não se recorra a outros alimentos bem menos interessantes;</li>



<li><strong>Leite e iogurtes – </strong>a inclusão de leite e iogurtes nas rotinas diárias vai permitir um aporte significativo de proteína, minerais (como o cálcio), mas também de água. Além disso, o seu consumo pode dar um toque mais refrescante à nossa alimentação, o que pode ser uma mais-valia no verão;</li>



<li><strong>Batidos –</strong> o consumo de batidos pode ser uma forma simples e eficaz de consumirmos alimentos muito nutritivos e que, de outra forma, não iríamos consumir. Além disso, sendo um tipo de alimento líquido/pastoso, o seu teor de água é também elevado, ou seja, vai ser uma boa ajuda para ficarmos bem hidratados.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Garanta que o seu corpo tem a quantidade de água de que necessita.</strong></h2>



<p>Portanto, apesar de tradicionalmente associarmos o conceito de hidratação àquilo que bebemos, na realidade a nossa alimentação também pode ter um impacto importante nesse contexto. <a href="https://simplyflow.pt/alimentacao-quais-as-melhores-escolhas-alimentares-para-uma-vida-longa-e-saudavel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Escolher alimentos</a> que nos hidratam deve ser uma preocupação constante, para garantir que a quantidade de água que o nosso corpo dispõe é suficiente para manter a sua funcionalidade e, consequentemente, para se conseguir preservar o nosso estado de saúde.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-cRpUC' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Desafios da parentalidade na era digital</title>
		<link>https://simplyflow.pt/desafios-da-parentalidade-na-era-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Inês Afonso Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 05:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Era digital]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Inês Afonso Marques]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=24302</guid>

					<description><![CDATA[<p>Apesar de ter nascido numa era digital, isso não é sinónimo de que o seu filho tenha nascido com a capacidade de autorregulação.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/desafios-da-parentalidade-na-era-digital/">Desafios da parentalidade na era digital</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O seu filho nasceu na era digital. É um facto. O acesso a dispositivos eletrónicos é inevitável. Alguns dados recentes referem que 53% das crianças entre os oito e os doze anos têm o seu próprio <em>tablet</em> e 24% o seu próprio <em>smartphone. </em>67% dos adolescentes têm o seu próprio <em>smartphone. </em>Gostando-se mais ou menos, a tecnologia, nas suas múltiplas formas, faz parte da realidade de todos nós. Na parentalidade, esta realidade é acompanhada por desafios.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A boa notícia é que é possível promover uma utilização segura e positiva da tecnologia no seio das famílias, transformando desafios em oportunidades e não em riscos.</strong></h2>



<p>Logo à partida, há duas ideias essenciais que quero partilhar consigo:</p>



<p>1. Faz o que eu faço, não o que eu digo. Comece por ser o exemplo da relação que gostava que o seu filho tivesse com a tecnologia. De nada servirá pedir-lhe que não use o telemóvel durante as refeições se, sistematicamente, utilizar o seu telemóvel nessas situações ou que não utilize o telemóvel nas viagens de carro, quando o vê a si a fazer isso constantemente.</p>



<p>2. Quem bem aprende, cedo começa. Ou seja, qualquer que seja a idade do seu filho ou o tipo de tecnologia em causa, à medida que vai dando acesso a dispositivos eletrónicos é essencial que crie mecanismos para esse acesso ser seguro e positivo. Um uso desregrado, onde impera a autogestão, por norma, dá sempre mau resultado. Por isso, não parta do princípio que, quando dá acesso ao seu filho ao mundo digital, ele sabe o que é suposto fazer.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tecnologia: um valioso recurso ou uma permanente dor de cabeça?</strong></h2>



<p>Comunicar, brincar, aprender e distrair são quatro verbos a que um telemóvel, uma consola, um computador ou uma televisão podem estar positivamente ligados. Contudo, para que esse elo seja mesmo positivo há aspetos que não podem ser ignorados: informação, função, tempo, qualidade e monitorização. Neles reside em grande medida a diferença entre tecnologia ser um valioso recurso e transformar-se numa permanente dor de cabeça.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Há coisas que não deixa o seu filho fazer sozinho por considerar que ele ainda não tem responsabilidade suficiente para o fazer. Fará sentido deixá-lo à deriva pelos mundos digitais?&nbsp;</strong></h2>



<p>Verifico tanta superproteção em áreas em que as crianças beneficiariam de maior autonomia e assisto, com receio, confesso, a um excesso de confiança nas crianças e adolescentes (no início da adolescência) quanto ao uso que fazem das tecnologias. Efetivamente, por especificidades do neurodesenvolvimento o seu filho não será capaz de &#8211; de forma ágil &#8211; parar, controlar impulsos, antecipar consequências, discernir o adequado do não adequado. E por isso, a supervisão é essencial.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Supervisão não é controlo. Proibir não costuma ser a melhor forma de assegurar segurança. Em vez de interditar, eduque para a responsabilidade, de acordo com a idade (e maturidade) do seu filho.&nbsp;</strong></h2>



<p>As boas notícias não apagam os riscos e estes estão à espreita. O assunto é sério e os perigos são reais. Apesar de ter nascido numa era digital, isso não é sinónimo de que o seu filho tenha nascido com a capacidade de autorregulação. Não faz sentido deixá-lo em autogestão na relação que faz com a tecnologia. Da mesma forma que o ajuda a controlar, por exemplo, a quantidade de doces que consome, também faz sentido interferir e regular o consumo de tecnologia.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância da qualidade das interações com os dispositivos eletrónicos</strong></h2>



<p>Embora seja tentador definir limites de horas que se revelem seguros e saudáveis para o uso de tecnologia na família, vários grupos de especialistas acreditam agora que as recomendações focadas em quantidade de tempo deixam de ser as mais úteis. A Academia Americana de Pediatria, mais recentemente, tem apostado, nas suas recomendações, em realçar a importância da qualidade das interações com os dispositivos eletrónicos e não dar destaque à dimensão quantidade de tempo. Apesar disso, o recurso à tecnologia nunca deverá impedir o movimento, as <a href="https://simplyflow.pt/brincar-e-um-direito-das-criancas-todos-os-dias-do-ano/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">brincadeiras</a> criativas, as interações cara a cara, a aprendizagem “pondo a mão na massa”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Independentemente da idade, quando abrir a porta da tecnologia ao seu filho&#8230;</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Explique-lhe as regras básicas de etiqueta a adotar no mundo virtual;</li>



<li>Na escolha de jogos, aplicações e programas, respeite sempre as idades recomendadas. Acontece, por exemplo, que o filme aparentemente mais inócuo pode esconder estímulos que, em idades para o qual não é recomendado, podem desencadear medos e <a href="https://simplyflow.pt/como-criar-criancas-seguras-e-felizes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inseguranças</a>;</li>



<li>Recorra a pequenos acordos (ou contratos) em que ficam explicitadas todas as regras que façam sentido no seio da vossa família. «O quê? Quando? Onde? E como?» São perguntas que vos orientarão na reflexão de aspetos relevantes de navegação nesta era onde tudo parece encaixar no digital;</li>



<li>Para estimular a capacidade de autorregulação, utilizem despertadores ou ativem limites de tempo;</li>



<li>Ecrãs antes de dormir: não! A exposição à luz azul emitida pelos ecrãs perto da hora de deitar e adormecer pode inibir a produção da melatonina. Enquanto este tipo de luz parece estar associado a vigilância e foco durante o dia, a exposição a ela ao final do dia pode pregar uma partida ao cérebro, levando-o a interpretar que ainda é dia e, portanto, deixando-o ativo em vez de sonolento;</li>



<li>Promova relações reais, <em>offline</em>;</li>



<li>Estimule atividades sem ecrãs. Garanto-lhe que, se se predispuser a jogar um jogo tradicional ou de tabuleiro com o seu filho, ele vai alinhar;</li>



<li>Investigue estratégias e aplicações que permitem a utilização de controlos parentais, quer em termos de tempo, como de limitação de conteúdos. Como exemplo de uma dor de cabeça que pode surgir quando não existe nenhum tipo de controlo, digo-lhe que há crianças que acedem a conteúdos de pornografia nos seus telemóveis. Crianças! Escusado será dizer que a pornografia é uma temática que, quando acedida de forma precoce e descontextualizada, pode criar diversos mal-entendidos e visões enviesadas da realidade;</li>



<li>Abaixo o sedentarismo. Tecnologia em casa e todos a mexer, porque a tecnologia não pode ser um entrave à prática de atividade física.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Resumindo…</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-2VTJN' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não é necessário olhar para a <a href="https://simplyflow.pt/como-gerir-o-uso-da-tecnologia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tecnologia</a> como algo a abolir. Foque-se em ensinar hábitos saudáveis que o seu filho levará para a vida;</li>



<li>Ensine desde cedo. Explique que os dispositivos eletrónicos não são brinquedos. Aborde as potencialidades e também os riscos que um uso desregrado pode esconder. Respeitando sempre a capacidade de compreensão inerente à idade do seu filho, realce aspetos essenciais sobre regras de etiqueta no mundo virtual e revisite as mesmas à medida que ele vai crescendo, adaptando às novas necessidades;</li>



<li>Seja flexível. As exceções não fazem a regra. Ou seja, um tempo de tecnologia acima do habitual num determinado dia, na sequência de um trabalho escolar, de uma viagem de avião mais longa, de uma conversa por videochamada com um familiar com quem não se fala há muito tempo não será problemático;</li>



<li>Na associação ecrãs e sono seja rígido. Pelo menos 30 minutos antes de dormir todos os ecrãs devem ser desligados;</li>



<li>Não confunda monitorização com invasão de privacidade;</li>



<li>Informe e informe-se. Ajude o seu filho a tomar boas decisões, a discernir a veracidade ou segurança de certas notícias ou programas, a filtrar a informação que partilha. E como a velocidade da evolução tecnológica é estonteante, procure manter-se informado sobre o que está «na moda».</li>
</ul>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-2VTJN' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como definir valores de semanada/mesada para crianças e adolescentes?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-definir-valores-de-semanada-mesada-para-criancas-e-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carina Meireles]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 04:56:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[carina meireles]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de finanças]]></category>
		<category><![CDATA[mesada]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
		<category><![CDATA[semanada]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A atribuição de semanada/mesada não deve ser entendida como uma simples entrega de dinheiro, mas antes como uma ferramenta de aprendizagem.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/como-definir-valores-de-semanada-mesada-para-criancas-e-adolescentes/">Como definir valores de semanada/mesada para crianças e adolescentes?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A educação financeira é uma competência essencial para a vida adulta, mas continua a ser muitas vezes esquecida na formação das crianças e jovens. Introduzir uma semanada ou mesada pode ser uma excelente forma de lhes ensinar, desde cedo, a gerir dinheiro com responsabilidade.</strong></p>



<p>Cada criança tem o seu ritmo, cada família tem a sua realidade financeira e cada contexto pode exigir ajustes. Ainda assim, existem orientações práticas que podem ajudar a tornar esta experiência educativa e positiva para todos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A semanada e a mesada como ferramentas educativas</strong></h2>



<p>A atribuição de uma semanada ou mesada não deve ser entendida como uma simples entrega de dinheiro, mas antes como uma ferramenta de aprendizagem. Ao gerir um valor fixo com regularidade, a criança começa a desenvolver noções fundamentais sobre o valor do dinheiro, a importância da poupança, a diferença entre necessidades e desejos, e as consequências das suas escolhas de consumo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Idade recomendada e periodicidade: quando começar?</strong></h2>



<p>A introdução da semanada pode acontecer por volta dos 6 anos, altura em que a maioria das crianças já começa a compreender conceitos simples como “guardar” e “gastar”. Nesta fase, a periodicidade semanal é geralmente a mais adequada, pois o tempo de espera entre entregas é mais curto e facilita a aprendizagem. Esperar um mês inteiro por novo dinheiro pode ser demasiado abstrato para crianças mais novas.</p>



<p>A partir dos 12 anos, depende muito de como estiver o processo de aprendizagem da criança, apesar de alguns especialistas ainda recomendarem a semanada nestas idades. A mesada, neste caso, representa um desafio adicional e estimula a responsabilidade. Na idade mais jovem, aí sim fará mais sentido uma mesada, porque com um acompanhamento desde pequeno, já começa a ter uma noção mais precisa de como deve gerir o seu dinheiro e as prioridades e faz mais sentido atribuir uma mesada com uma idade mais adiantada. Apesar destas indicações, cada caso deve ser avaliado individualmente. O mais importante é garantir que a criança ou jovem compreende os objetivos da semanada ou mesada e que existe acompanhamento por parte dos adultos responsáveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Definir o valor: o que deve ser tido em conta?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-zndUO' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Determinar o valor a atribuir é, muitas vezes, o aspeto mais delicado. Não há montantes fixos recomendados por idade, mas é fundamental que o valor esteja adequado à realidade financeira da família, às necessidades da criança e ao objetivo pedagógico da atribuição do dinheiro. Pode começar por exemplo de 2 a 4€ por semana e ir vendo como vai correndo e depois quando passar para mesada poderá ser, por exemplo, 10 a 20€ por mês, dependendo muito da realidade financeira de cada família.</p>



<p>Uma abordagem prática consiste em, por exemplo, analisar os gastos habituais da criança ao longo de uma semana ou mês e, a partir daí, definir um valor base. Por exemplo, se a criança costuma receber dinheiro esporádico para comprar um lanche ou um pequeno brinquedo, esse montante pode ser canalizado para a semanada ou mesada. Assim, em vez de estar dependente de pedidos avulsos, passa a ter uma quantia fixa e aprende a tomar decisões com base nesse limite.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A poupança como parte da aprendizagem</strong></h2>



<p>Uma das grandes vantagens de dar uma semanada ou mesada é a oportunidade de ensinar a importância da poupança. Independentemente do valor atribuído, pode ser estabelecida a regra (ou sugestão) de guardar uma percentagem para objetivos futuros.&nbsp;</p>



<p>Este hábito, se cultivado desde cedo, tem impacto a longo prazo. Ajuda a criança a perceber que nem tudo se conquista de imediato e que vale a pena abdicar de pequenos prazeres momentâneos para alcançar algo maior. Para os mais pequenos, um <a href="https://simplyflow.pt/a-importancia-do-mealheiro-para-as-criancas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mealheiro</a> visual pode ser uma ferramenta motivadora, permitindo acompanhar o crescimento da poupança. Para os mais velhos, pode ponderar-se a utilização de aplicações ou contas bancárias específicas para jovens, que permitam acompanhar saldos e movimentos e até <a href="https://www.carinameireles.pt/blog/financas-pessoais-como-comecar-investir/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">investir</a> dinheiro.</p>



<p>Por isso, <strong>a definição de uma semanada ou mesada para crianças e adolescentes é muito mais do que uma questão de dar dinheiro</strong>. Trata-se de um processo educativo que, se bem acompanhado, prepara os jovens para uma vida adulta mais consciente e equilibrada financeiramente.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-zndUO' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como escolher o tapete de Yoga ideal?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-escolher-o-tapete-de-yoga-ideal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristina Luís Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Como escolher o tapete de yoga]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo São]]></category>
		<category><![CDATA[Cristina Luís Coelho]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tapete de Yoga]]></category>
		<category><![CDATA[Tapete de yoga de cortiça]]></category>
		<category><![CDATA[Yoga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antes de investir num tapete de Yoga, é essencial avaliar alguns critérios para garantir que este responde às suas necessidades específicas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Praticar Yoga é uma experiência transformadora que traz equilíbrio físico e mental. No entanto, para garantir uma experiência única, com conforto e segurança durante a prática, é fundamental escolher o tapete de Yoga adequado. A oferta no mercado é vasta: desde materiais, espessuras e texturas diferentes, até características especiais, como aderência, sustentabilidade, cheiros e alergias. Vamos explorar as principais opções de tapetes de Yoga, o que considerar na escolha e, ainda, uma das opções mais faladas ultimamente e mais sustentável: o tapete de cortiça.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que considerar na escolha do tapete</strong></h2>



<p>Antes de investir num tapete de Yoga, é essencial avaliar alguns critérios para garantir que este responde às suas necessidades específicas. Caso contrário, estará sempre a gastar dinheiro em novos tapetes, à procura de uma prática mais envolvente e integrada.</p>



<p>Então, quais são esses critérios?</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Matéria do tapete</strong></h3>



<p>A matéria do tapete influencia diretamente o conforto, a aderência e a durabilidade. Os tapetes mais comuns são feitos em PVC, TPE, borracha natural, algodão e cortiça:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>PVC</strong>: barato e durável, mas pouco ecológico e pode escorregar se houver transpiração;<br></li>



<li><strong>TPE (Elastómero Termoplástico)</strong>: mais ecológico que o PVC, leve e confortável, mas com menor durabilidade;<br></li>



<li><strong>Borracha Natural</strong>: boa aderência e sustentável, mas pesada e com um cheiro característico, que pode ser desagradável;<br></li>



<li><strong>Algodão</strong>: ideal para práticas suaves, como Hatha ou Kundalini, mas com pouca aderência em práticas mais dinâmicas;<br></li>



<li><strong>Cortiça</strong>: natural, sustentável, excelente aderência, sem cheiro, leve e ideal para práticas intensas.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Espessura</strong></h3>



<p>A espessura do tapete afeta o conforto e a estabilidade na prática:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Menos de 3 mm</strong>: tapete fino, proporciona maior conexão com o chão e é ideal para trabalhar o equilíbrio. Não recomendado para quem tem lesões nos joelhos;<br></li>



<li><strong>4-5 mm</strong>: espessura adequada para a maioria das práticas, oferecendo equilíbrio entre conforto e estabilidade;<br></li>



<li><strong>Mais de 6 mm</strong>: ótimo para práticas suaves ou para quem tem problemas nos joelhos, mas pouco prático para o trabalho de equilíbrio.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Aderência</strong></h3>



<p>Escorregar durante a prática de Yoga compromete os benefícios da própria prática, seja esta mais dinâmica ou não. Mesmo em práticas lentas, as transições são feitas em movimento e requerem boa aderência.</p>



<p>Para evitar escorregões, o tapete deve ter uma superfície antiderrapante. A cortiça, por exemplo, torna-se mais aderente em contacto com a humidade (explicarei melhor mais adiante), enquanto o PVC tende a tornar-se escorregadio.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Portabilidade</strong></h3>



<p>Se praticar em vários locais, o transporte do tapete torna-se um fator importante. Deve-se considerar o peso e a facilidade de transporte.</p>



<p>Os tapetes de cortiça costumam ser leves e fáceis de enrolar, enquanto os de borracha natural são geralmente mais pesados.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sustentabilidade</strong></h3>



<p>Cada vez mais, a opção por produtos ecológicos é relevante. Tapetes feitos de cortiça e borracha natural são biodegradáveis e têm um menor impacto ambiental.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Porquê escolher um tapete de cortiça?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-7VpIO' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p><strong>A cortiça destaca-se como uma das opções mais sustentáveis e funcionais para a prática de Yoga.</strong> A sua superfície natural é agradável ao toque e oferece excelente aderência.</p>



<p>A cortiça possui uma camada exterior hidrofóbica chamada <em>suberina</em> (que repele a água), mas a sua textura absorve ligeiramente o suor, o que evita escorregadelas e aumenta a aderência com o uso, especialmente em práticas como <a href="https://simplyflow.pt/fascia-6-beneficios-do-yoga-fascial-para-a-saude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Yoga</a> ou fitness.</p>



<p>Tem um equilíbrio ideal entre suavidade e firmeza:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Suave o suficiente para se adaptar e gerar atrito;</li>



<li>Firme o suficiente para suportar peso sem escorregar ou afundar.</li>
</ul>



<p>Como Embaixadora da marca <a href="https://www.paulothecorkman.com/?v=fc9fdf084e29" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Paulo the Corkman</em></a>, posso afirmar com convicção que, após experimentar quatro tipos diferentes de tapetes de Yoga em cortiça, encontrei nesta marca a combinação perfeita de conforto, durabilidade e aderência. Já uso há um ano diariamente, tendo-me acompanhado em viagens, aulas ao ar livre e práticas intensas.</p>



<p>O que me conquistou definitivamente foi a resistência e leveza do tapete. Mesmo após muitos usos, mantém-se em ótimo estado, sem perder a aderência característica da cortiça. Além disso, o compromisso com a sustentabilidade torna-o uma escolha consciente para quem valoriza práticas ecologicamente responsáveis.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/06/unnamed-683x1024.jpg" alt="tapete de yoga" class="wp-image-24237" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/06/unnamed-683x1024.jpg 683w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/06/unnamed-200x300.jpg 200w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/06/unnamed-768x1152.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/06/unnamed-1024x1536.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/06/unnamed-1365x2048.jpg 1365w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/06/unnamed-1920x2880.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/06/unnamed-1170x1755.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/06/unnamed-585x878.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/06/unnamed-scaled.jpg 1707w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure></div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dicas finais:</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Priorize qualidade e conforto, mesmo que isso implique um investimento ligeiramente maior (a rentabilidade será superior);</li>



<li>Leve em consideração o tipo de prática que realiza com mais frequência.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Escolher o tapete certo pode fazer toda a diferença na sua jornada de Yoga.</strong></h2>



<p>Para <a href="https://www.cristinaluiscoelho.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mim</a>, a cortiça alia sustentabilidade, praticidade e conforto, sendo a escolha ideal para quem busca um equilíbrio entre natureza e funcionalidade.</p>



<p><strong>Namastê.</strong></p>



<p class="has-small-font-size">Nota: As imagens foram disponibilizadas pela especialista. </p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-7VpIO' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O meu filho range os dentes durante a noite. Devo ficar preocupado?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-meu-filho-range-os-dentes-durante-a-noite-devo-ficar-preocupado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Cebola]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2025 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Bruxismo]]></category>
		<category><![CDATA[bruxismo do sono]]></category>
		<category><![CDATA[Bruxismo do sono nas crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Cebola]]></category>
		<category><![CDATA[Ranger os dentes]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os estudos indicam que entre 15% a 40% das crianças podem ter episódios de bruxismo, dependendo da idade e do método de avaliação.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É natural que os pais fiquem alarmados ao ouvir aquele barulho estranho vindo do quarto: dentes a ranger enquanto a criança dorme. Este comportamento, conhecido como bruxismo do sono, levanta muitas questões: Será normal? Precisa de acompanhamento? Poderá indicar algo mais sério?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é exactamente o bruxismo do sono nas crianças?</strong></h2>



<p>Trata-se de um movimento involuntário dos músculos da mastigação que ocorre enquanto a criança dorme. Pode manifestar-se de duas formas: ou apertam com força os dentes, ou fazem mesmo aquele som de ranger. Na maioria das vezes, nem se apercebem do que está a acontecer. As causas? São variadas — desde factores genéticos, passando por questões emocionais, até alterações no sono.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É frequente nas crianças?</strong></h2>



<p>Sim, e bastante. Os estudos indicam que entre 15% a 40% das crianças podem ter episódios de bruxismo, dependendo da idade e do método de avaliação. A parte positiva é que, com alguma regularidade, tende a desaparecer por volta da adolescência.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que costuma estar na origem do bruxismo?</strong></h2>



<p>Como já referi, as razões podem ser múltiplas. Eis algumas das mais comuns:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Distúrbios do sono (como apneia do sono, síndrome das pernas inquietas, sonambulismo, terrores nocturnos, entre outros);</li>



<li>Ansiedade e stress — por exemplo, situações de divórcio, <em>bullying</em>, ou mesmo níveis de energia muito elevados (como no caso do défice de atenção/hiperactividade);</li>



<li>Excesso de exposição a ecrãs e consumo elevado de açúcar;</li>



<li>Predisposição genética (quando há outros casos na família);</li>



<li>Refluxo gastroesofágico.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Devo ficar preocupado?</strong></h2>



<p>Nem sempre. Em muitos casos, o bruxismo é transitório e não causa problemas. No entanto, se for persistente, pode originar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Sonolência diurna e possível impacto no desempenho escolar;</li>



<li>Sono superficial ou pouco reparador, sobretudo quando há outros distúrbios associados;</li>



<li>Dores de cabeça;</li>



<li>Disfunção temporomandibular (incluindo estalidos nas articulações, dor na face e nos maxilares, dor ao mastigar, dificuldade em abrir ou fechar a boca);</li>



<li>Desgaste dos dentes.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Que sinais devo observar?</strong></h2>



<p>Esteja atento a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Queixas de dor na zona do maxilar ou da cara ao acordar;</li>



<li>Dentes com sinais visíveis de desgaste ou pequenas fracturas;</li>



<li>Roncos ou interrupções na respiração durante o sono;</li>



<li>Sono agitado, pesadelos frequentes ou episódios de terror nocturno;</li>



<li>Irritabilidade ou cansaço invulgar durante o dia.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que posso fazer?</strong></h2>



<p>Se suspeita que o seu filho possa ter <a href="https://simplyflow.pt/o-que-e-o-bruxismo-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bruxismo</a>, o melhor é consultar um pediatra ou dentista. Em certos casos, pode ser útil fazer um estudo do sono, como uma polissonografia. Além disso, há mudanças no quotidiano que podem ajudar bastante:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-vhPZR' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Reduzir o tempo em frente a ecrãs, sobretudo antes de deitar;</li>



<li>Evitar doces e bebidas açucaradas à noite;</li>



<li>Promover uma boa higiene do sono, através de:
<ul class="wp-block-list">
<li>Horários consistentes para ir dormir e acordar;</li>



<li>Um quarto escuro, silencioso e livre de estímulos;</li>



<li>Evitar brincadeiras agitadas antes de deitar;</li>



<li>Criar uma rotina relaxante (banho morno, leitura, música suave);</li>
</ul>
</li>



<li>Caso haja sinais de ansiedade — como em situações de<a href="https://www.instagram.com/pedrocebola_dds/p/DJPcAnZsaZc/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> separação dos pais</a> ou <em>bullying</em> —, é essencial o apoio de um psicólogo;</li>



<li>Prática de <em>mindfulness</em> e exercício físico regular;</li>



<li>Em certas situações, o uso de dispositivos intra-orais pode ser recomendado para proteger os dentes — mas só depois de identificadas todas as causas possíveis.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Em resumo</strong></h2>



<p>Ouvir o ranger dos dentes do seu filho pode ser inquietante, mas na maioria das vezes não é motivo de alarme. O som em si não é o principal problema — o essencial é perceber o que pode estar por trás dele.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-vhPZR' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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