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	<title>Arquivo de Crianças - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 17 Jul 2025 14:27:38 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Crianças - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Sono infantil: como criar uma rotina para noites mais tranquilas</title>
		<link>https://simplyflow.pt/sono-infantil-como-criar-uma-rotina-para-noites-mais-tranquilas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hugo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2025 04:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Bebés]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatria]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sono é uma necessidade básica para todos, mas quando falamos de bebés, crianças e adolescentes tem um impacto ainda maior.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/sono-infantil-como-criar-uma-rotina-para-noites-mais-tranquilas/">Sono infantil: como criar uma rotina para noites mais tranquilas</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O sono é uma necessidade básica para todos os seres humanos, mas quando falamos de bebés, crianças e adolescentes tem um impacto ainda maior. É imprescindível para garantir o bem-estar físico, psicológico, emocional e social, pelo que deve ser sempre uma prioridade na gestão do dia-a-dia.&nbsp;</strong></p>



<p>Estes são alguns conselhos de acordo com as diferentes faixas etárias:</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>. Primeiros meses de vida</strong></h2>



<p>Todos os bebés precisam de se sentir seguros para conseguirem dormir. E, nos primeiros meses, a maior segurança que podem ter é mesmo a presença da mãe e do pai, e o seu contacto físico. Por esse motivo, é perfeitamente normal que adormeçam ao colo, porque é o local mais seguro para eles. Aos poucos, e sempre de acordo com o comportamento de cada <a href="https://simplyflow.pt/o-livro-do-seu-bebe/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bebé</a>, pode-se ir tentando dar segurança com o colo, mas ao mesmo tempo tentar que o bebé perceba que consegue adormecer sozinho, colocando-o ainda acordado no berço, desde que ele fique confortável. Progressivamente (e ao ritmo de cada um), o bebé vai perceber que a presença da mãe e/ou do pai é suficiente para ficar tranquilo e acaba por ser suficiente para que consiga adormecer por si. O mais importante neste processo é sempre não criar momentos de conflito nem choro, para que esta transição seja o mais natural e “saudável” possível.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>. Idade pré-escolar&nbsp;</strong></h2>



<p>A idade pré-escolar é uma fase de enormes descobertas, pelo que é perfeitamente normal que as crianças estejam ávidas para experimentar tudo. Para além disso, é também uma altura a partir do qual a maior parte dos filhos está com a mãe e pai apenas a partir do fim da tarde, o que faz com que valorizem ainda mais a sua companhia nessa altura do dia. E isso vai refletir-se, muitas vezes, numa maior resistência em ir para a cama, tentando prolongar o tempo que passam acordados com os pais. Por isso mesmo, os principais conselhos para essa fase são os seguintes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Invista em tempo de qualidade com o seu filho durante o dia;</li>



<li>Resista à tentação de introduzir <a href="https://simplyflow.pt/serao-as-tecnologias-amigas-das-criancas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ecrãs</a>, principalmente na hora antes de ir <a href="https://pediatriaparatodos.com/2021/03/19/dormir-bemfaz-bem/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dormir</a>;</li>



<li>Evite brincadeiras muito “excitantes” 30 minutos antes de ir para a cama.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>. Idade escolar</strong></h2>



<p>A partir desta idade as crianças passam a ter o seu dia muito mais regrado e entram também em cena os famosos trabalhos de casa. Por isso mesmo, precisam de ter garantido tempo de lazer &#8211; brincadeira não estruturada, livre para fazerem o que mais gostam. Assim, para além dos conselhos descritos anteriormente, é fundamental incluir no seu dia-a-dia atividades que lhes dêem prazer e que permitam gerir o seu bem-estar emocional de uma forma saudável, evitando sobrecarregá-las com atividades extra-curriculares que as impeçam de ter tempo livre.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>. Adolescência&nbsp;</strong></h2>



<p>A partir da adolescência, é frequente existir um fenómeno que se chama “atraso de fase” e que se traduz, de forma simples, numa alteração do ritmo de sono que faz com que os adolescentes entrem na fase de sono mais tarde do que habitualmente. É fundamental gerir as suas atividades também em função desta diferença biológica. Alguns conselhos importantes são só seguintes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Evitar o uso abusivo de ecrãs, particularmente 30 minutos a 1 hora antes de ir dormir;</li>



<li>Evitar atividades desportivas a partir do fim da tarde, o que nem sempre é fácil pelos horários dos treinos desportivos;</li>



<li>Evitar o consumo de bebidas excitantes (incluindo refrigerantes e chás), principalmente à noite;</li>



<li>Promover uma boa higiene de sono;</li>



<li>Estimular um maior descanso ao fim de semana, quando há mais facilidade em “compensar” se durante a semana for mais difícil manter um sono adequado.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sono infantil: E durante as férias?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-vFnPi' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Por fim, gostaria apenas de deixar uma palavra para esta época do ano, em que as crianças e adolescentes já estão de férias. É normal que as rotinas não sejam exatamente iguais às do tempo de aulas e não há problema em que isso aconteça. Mas é muito importante não descurar o descanso, pelo papel insubstituível que o sono tem para o bem-estar global de todas as pessoas. Assim, aproveitem bem as <a href="https://simplyflow.pt/ferias-com-criancas-que-medicacao-preciso-levar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">férias</a>, mas aproveitem para descansar e dormir de forma adequada, porque só assim vão conseguir usufruir da melhor forma possível esta que é a altura do ano mais importante para a maior parte das famílias!</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-vFnPi' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Desafios da parentalidade na era digital</title>
		<link>https://simplyflow.pt/desafios-da-parentalidade-na-era-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Inês Afonso Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 05:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Era digital]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Inês Afonso Marques]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de ter nascido numa era digital, isso não é sinónimo de que o seu filho tenha nascido com a capacidade de autorregulação.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O seu filho nasceu na era digital. É um facto. O acesso a dispositivos eletrónicos é inevitável. Alguns dados recentes referem que 53% das crianças entre os oito e os doze anos têm o seu próprio <em>tablet</em> e 24% o seu próprio <em>smartphone. </em>67% dos adolescentes têm o seu próprio <em>smartphone. </em>Gostando-se mais ou menos, a tecnologia, nas suas múltiplas formas, faz parte da realidade de todos nós. Na parentalidade, esta realidade é acompanhada por desafios.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A boa notícia é que é possível promover uma utilização segura e positiva da tecnologia no seio das famílias, transformando desafios em oportunidades e não em riscos.</strong></h2>



<p>Logo à partida, há duas ideias essenciais que quero partilhar consigo:</p>



<p>1. Faz o que eu faço, não o que eu digo. Comece por ser o exemplo da relação que gostava que o seu filho tivesse com a tecnologia. De nada servirá pedir-lhe que não use o telemóvel durante as refeições se, sistematicamente, utilizar o seu telemóvel nessas situações ou que não utilize o telemóvel nas viagens de carro, quando o vê a si a fazer isso constantemente.</p>



<p>2. Quem bem aprende, cedo começa. Ou seja, qualquer que seja a idade do seu filho ou o tipo de tecnologia em causa, à medida que vai dando acesso a dispositivos eletrónicos é essencial que crie mecanismos para esse acesso ser seguro e positivo. Um uso desregrado, onde impera a autogestão, por norma, dá sempre mau resultado. Por isso, não parta do princípio que, quando dá acesso ao seu filho ao mundo digital, ele sabe o que é suposto fazer.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tecnologia: um valioso recurso ou uma permanente dor de cabeça?</strong></h2>



<p>Comunicar, brincar, aprender e distrair são quatro verbos a que um telemóvel, uma consola, um computador ou uma televisão podem estar positivamente ligados. Contudo, para que esse elo seja mesmo positivo há aspetos que não podem ser ignorados: informação, função, tempo, qualidade e monitorização. Neles reside em grande medida a diferença entre tecnologia ser um valioso recurso e transformar-se numa permanente dor de cabeça.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Há coisas que não deixa o seu filho fazer sozinho por considerar que ele ainda não tem responsabilidade suficiente para o fazer. Fará sentido deixá-lo à deriva pelos mundos digitais?&nbsp;</strong></h2>



<p>Verifico tanta superproteção em áreas em que as crianças beneficiariam de maior autonomia e assisto, com receio, confesso, a um excesso de confiança nas crianças e adolescentes (no início da adolescência) quanto ao uso que fazem das tecnologias. Efetivamente, por especificidades do neurodesenvolvimento o seu filho não será capaz de &#8211; de forma ágil &#8211; parar, controlar impulsos, antecipar consequências, discernir o adequado do não adequado. E por isso, a supervisão é essencial.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Supervisão não é controlo. Proibir não costuma ser a melhor forma de assegurar segurança. Em vez de interditar, eduque para a responsabilidade, de acordo com a idade (e maturidade) do seu filho.&nbsp;</strong></h2>



<p>As boas notícias não apagam os riscos e estes estão à espreita. O assunto é sério e os perigos são reais. Apesar de ter nascido numa era digital, isso não é sinónimo de que o seu filho tenha nascido com a capacidade de autorregulação. Não faz sentido deixá-lo em autogestão na relação que faz com a tecnologia. Da mesma forma que o ajuda a controlar, por exemplo, a quantidade de doces que consome, também faz sentido interferir e regular o consumo de tecnologia.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância da qualidade das interações com os dispositivos eletrónicos</strong></h2>



<p>Embora seja tentador definir limites de horas que se revelem seguros e saudáveis para o uso de tecnologia na família, vários grupos de especialistas acreditam agora que as recomendações focadas em quantidade de tempo deixam de ser as mais úteis. A Academia Americana de Pediatria, mais recentemente, tem apostado, nas suas recomendações, em realçar a importância da qualidade das interações com os dispositivos eletrónicos e não dar destaque à dimensão quantidade de tempo. Apesar disso, o recurso à tecnologia nunca deverá impedir o movimento, as <a href="https://simplyflow.pt/brincar-e-um-direito-das-criancas-todos-os-dias-do-ano/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">brincadeiras</a> criativas, as interações cara a cara, a aprendizagem “pondo a mão na massa”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Independentemente da idade, quando abrir a porta da tecnologia ao seu filho&#8230;</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Explique-lhe as regras básicas de etiqueta a adotar no mundo virtual;</li>



<li>Na escolha de jogos, aplicações e programas, respeite sempre as idades recomendadas. Acontece, por exemplo, que o filme aparentemente mais inócuo pode esconder estímulos que, em idades para o qual não é recomendado, podem desencadear medos e <a href="https://simplyflow.pt/como-criar-criancas-seguras-e-felizes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inseguranças</a>;</li>



<li>Recorra a pequenos acordos (ou contratos) em que ficam explicitadas todas as regras que façam sentido no seio da vossa família. «O quê? Quando? Onde? E como?» São perguntas que vos orientarão na reflexão de aspetos relevantes de navegação nesta era onde tudo parece encaixar no digital;</li>



<li>Para estimular a capacidade de autorregulação, utilizem despertadores ou ativem limites de tempo;</li>



<li>Ecrãs antes de dormir: não! A exposição à luz azul emitida pelos ecrãs perto da hora de deitar e adormecer pode inibir a produção da melatonina. Enquanto este tipo de luz parece estar associado a vigilância e foco durante o dia, a exposição a ela ao final do dia pode pregar uma partida ao cérebro, levando-o a interpretar que ainda é dia e, portanto, deixando-o ativo em vez de sonolento;</li>



<li>Promova relações reais, <em>offline</em>;</li>



<li>Estimule atividades sem ecrãs. Garanto-lhe que, se se predispuser a jogar um jogo tradicional ou de tabuleiro com o seu filho, ele vai alinhar;</li>



<li>Investigue estratégias e aplicações que permitem a utilização de controlos parentais, quer em termos de tempo, como de limitação de conteúdos. Como exemplo de uma dor de cabeça que pode surgir quando não existe nenhum tipo de controlo, digo-lhe que há crianças que acedem a conteúdos de pornografia nos seus telemóveis. Crianças! Escusado será dizer que a pornografia é uma temática que, quando acedida de forma precoce e descontextualizada, pode criar diversos mal-entendidos e visões enviesadas da realidade;</li>



<li>Abaixo o sedentarismo. Tecnologia em casa e todos a mexer, porque a tecnologia não pode ser um entrave à prática de atividade física.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Resumindo…</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-lNy1x' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não é necessário olhar para a <a href="https://simplyflow.pt/como-gerir-o-uso-da-tecnologia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tecnologia</a> como algo a abolir. Foque-se em ensinar hábitos saudáveis que o seu filho levará para a vida;</li>



<li>Ensine desde cedo. Explique que os dispositivos eletrónicos não são brinquedos. Aborde as potencialidades e também os riscos que um uso desregrado pode esconder. Respeitando sempre a capacidade de compreensão inerente à idade do seu filho, realce aspetos essenciais sobre regras de etiqueta no mundo virtual e revisite as mesmas à medida que ele vai crescendo, adaptando às novas necessidades;</li>



<li>Seja flexível. As exceções não fazem a regra. Ou seja, um tempo de tecnologia acima do habitual num determinado dia, na sequência de um trabalho escolar, de uma viagem de avião mais longa, de uma conversa por videochamada com um familiar com quem não se fala há muito tempo não será problemático;</li>



<li>Na associação ecrãs e sono seja rígido. Pelo menos 30 minutos antes de dormir todos os ecrãs devem ser desligados;</li>



<li>Não confunda monitorização com invasão de privacidade;</li>



<li>Informe e informe-se. Ajude o seu filho a tomar boas decisões, a discernir a veracidade ou segurança de certas notícias ou programas, a filtrar a informação que partilha. E como a velocidade da evolução tecnológica é estonteante, procure manter-se informado sobre o que está «na moda».</li>
</ul>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-lNy1x' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>



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			</item>
		<item>
		<title>Como definir valores de semanada/mesada para crianças e adolescentes?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-definir-valores-de-semanada-mesada-para-criancas-e-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carina Meireles]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 04:56:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[carina meireles]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
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		<category><![CDATA[finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de finanças]]></category>
		<category><![CDATA[mesada]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
		<category><![CDATA[semanada]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A atribuição de semanada/mesada não deve ser entendida como uma simples entrega de dinheiro, mas antes como uma ferramenta de aprendizagem.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A educação financeira é uma competência essencial para a vida adulta, mas continua a ser muitas vezes esquecida na formação das crianças e jovens. Introduzir uma semanada ou mesada pode ser uma excelente forma de lhes ensinar, desde cedo, a gerir dinheiro com responsabilidade.</strong></p>



<p>Cada criança tem o seu ritmo, cada família tem a sua realidade financeira e cada contexto pode exigir ajustes. Ainda assim, existem orientações práticas que podem ajudar a tornar esta experiência educativa e positiva para todos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A semanada e a mesada como ferramentas educativas</strong></h2>



<p>A atribuição de uma semanada ou mesada não deve ser entendida como uma simples entrega de dinheiro, mas antes como uma ferramenta de aprendizagem. Ao gerir um valor fixo com regularidade, a criança começa a desenvolver noções fundamentais sobre o valor do dinheiro, a importância da poupança, a diferença entre necessidades e desejos, e as consequências das suas escolhas de consumo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Idade recomendada e periodicidade: quando começar?</strong></h2>



<p>A introdução da semanada pode acontecer por volta dos 6 anos, altura em que a maioria das crianças já começa a compreender conceitos simples como “guardar” e “gastar”. Nesta fase, a periodicidade semanal é geralmente a mais adequada, pois o tempo de espera entre entregas é mais curto e facilita a aprendizagem. Esperar um mês inteiro por novo dinheiro pode ser demasiado abstrato para crianças mais novas.</p>



<p>A partir dos 12 anos, depende muito de como estiver o processo de aprendizagem da criança, apesar de alguns especialistas ainda recomendarem a semanada nestas idades. A mesada, neste caso, representa um desafio adicional e estimula a responsabilidade. Na idade mais jovem, aí sim fará mais sentido uma mesada, porque com um acompanhamento desde pequeno, já começa a ter uma noção mais precisa de como deve gerir o seu dinheiro e as prioridades e faz mais sentido atribuir uma mesada com uma idade mais adiantada. Apesar destas indicações, cada caso deve ser avaliado individualmente. O mais importante é garantir que a criança ou jovem compreende os objetivos da semanada ou mesada e que existe acompanhamento por parte dos adultos responsáveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Definir o valor: o que deve ser tido em conta?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-KwsQa' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Determinar o valor a atribuir é, muitas vezes, o aspeto mais delicado. Não há montantes fixos recomendados por idade, mas é fundamental que o valor esteja adequado à realidade financeira da família, às necessidades da criança e ao objetivo pedagógico da atribuição do dinheiro. Pode começar por exemplo de 2 a 4€ por semana e ir vendo como vai correndo e depois quando passar para mesada poderá ser, por exemplo, 10 a 20€ por mês, dependendo muito da realidade financeira de cada família.</p>



<p>Uma abordagem prática consiste em, por exemplo, analisar os gastos habituais da criança ao longo de uma semana ou mês e, a partir daí, definir um valor base. Por exemplo, se a criança costuma receber dinheiro esporádico para comprar um lanche ou um pequeno brinquedo, esse montante pode ser canalizado para a semanada ou mesada. Assim, em vez de estar dependente de pedidos avulsos, passa a ter uma quantia fixa e aprende a tomar decisões com base nesse limite.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A poupança como parte da aprendizagem</strong></h2>



<p>Uma das grandes vantagens de dar uma semanada ou mesada é a oportunidade de ensinar a importância da poupança. Independentemente do valor atribuído, pode ser estabelecida a regra (ou sugestão) de guardar uma percentagem para objetivos futuros.&nbsp;</p>



<p>Este hábito, se cultivado desde cedo, tem impacto a longo prazo. Ajuda a criança a perceber que nem tudo se conquista de imediato e que vale a pena abdicar de pequenos prazeres momentâneos para alcançar algo maior. Para os mais pequenos, um <a href="https://simplyflow.pt/a-importancia-do-mealheiro-para-as-criancas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mealheiro</a> visual pode ser uma ferramenta motivadora, permitindo acompanhar o crescimento da poupança. Para os mais velhos, pode ponderar-se a utilização de aplicações ou contas bancárias específicas para jovens, que permitam acompanhar saldos e movimentos e até <a href="https://www.carinameireles.pt/blog/financas-pessoais-como-comecar-investir/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">investir</a> dinheiro.</p>



<p>Por isso, <strong>a definição de uma semanada ou mesada para crianças e adolescentes é muito mais do que uma questão de dar dinheiro</strong>. Trata-se de um processo educativo que, se bem acompanhado, prepara os jovens para uma vida adulta mais consciente e equilibrada financeiramente.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-KwsQa' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>O meu filho range os dentes durante a noite. Devo ficar preocupado?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-meu-filho-range-os-dentes-durante-a-noite-devo-ficar-preocupado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Cebola]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2025 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Bruxismo]]></category>
		<category><![CDATA[bruxismo do sono]]></category>
		<category><![CDATA[Bruxismo do sono nas crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Cebola]]></category>
		<category><![CDATA[Ranger os dentes]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os estudos indicam que entre 15% a 40% das crianças podem ter episódios de bruxismo, dependendo da idade e do método de avaliação.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É natural que os pais fiquem alarmados ao ouvir aquele barulho estranho vindo do quarto: dentes a ranger enquanto a criança dorme. Este comportamento, conhecido como bruxismo do sono, levanta muitas questões: Será normal? Precisa de acompanhamento? Poderá indicar algo mais sério?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é exactamente o bruxismo do sono nas crianças?</strong></h2>



<p>Trata-se de um movimento involuntário dos músculos da mastigação que ocorre enquanto a criança dorme. Pode manifestar-se de duas formas: ou apertam com força os dentes, ou fazem mesmo aquele som de ranger. Na maioria das vezes, nem se apercebem do que está a acontecer. As causas? São variadas — desde factores genéticos, passando por questões emocionais, até alterações no sono.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É frequente nas crianças?</strong></h2>



<p>Sim, e bastante. Os estudos indicam que entre 15% a 40% das crianças podem ter episódios de bruxismo, dependendo da idade e do método de avaliação. A parte positiva é que, com alguma regularidade, tende a desaparecer por volta da adolescência.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que costuma estar na origem do bruxismo?</strong></h2>



<p>Como já referi, as razões podem ser múltiplas. Eis algumas das mais comuns:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Distúrbios do sono (como apneia do sono, síndrome das pernas inquietas, sonambulismo, terrores nocturnos, entre outros);</li>



<li>Ansiedade e stress — por exemplo, situações de divórcio, <em>bullying</em>, ou mesmo níveis de energia muito elevados (como no caso do défice de atenção/hiperactividade);</li>



<li>Excesso de exposição a ecrãs e consumo elevado de açúcar;</li>



<li>Predisposição genética (quando há outros casos na família);</li>



<li>Refluxo gastroesofágico.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Devo ficar preocupado?</strong></h2>



<p>Nem sempre. Em muitos casos, o bruxismo é transitório e não causa problemas. No entanto, se for persistente, pode originar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Sonolência diurna e possível impacto no desempenho escolar;</li>



<li>Sono superficial ou pouco reparador, sobretudo quando há outros distúrbios associados;</li>



<li>Dores de cabeça;</li>



<li>Disfunção temporomandibular (incluindo estalidos nas articulações, dor na face e nos maxilares, dor ao mastigar, dificuldade em abrir ou fechar a boca);</li>



<li>Desgaste dos dentes.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Que sinais devo observar?</strong></h2>



<p>Esteja atento a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Queixas de dor na zona do maxilar ou da cara ao acordar;</li>



<li>Dentes com sinais visíveis de desgaste ou pequenas fracturas;</li>



<li>Roncos ou interrupções na respiração durante o sono;</li>



<li>Sono agitado, pesadelos frequentes ou episódios de terror nocturno;</li>



<li>Irritabilidade ou cansaço invulgar durante o dia.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que posso fazer?</strong></h2>



<p>Se suspeita que o seu filho possa ter <a href="https://simplyflow.pt/o-que-e-o-bruxismo-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bruxismo</a>, o melhor é consultar um pediatra ou dentista. Em certos casos, pode ser útil fazer um estudo do sono, como uma polissonografia. Além disso, há mudanças no quotidiano que podem ajudar bastante:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-jnfSp' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Reduzir o tempo em frente a ecrãs, sobretudo antes de deitar;</li>



<li>Evitar doces e bebidas açucaradas à noite;</li>



<li>Promover uma boa higiene do sono, através de:
<ul class="wp-block-list">
<li>Horários consistentes para ir dormir e acordar;</li>



<li>Um quarto escuro, silencioso e livre de estímulos;</li>



<li>Evitar brincadeiras agitadas antes de deitar;</li>



<li>Criar uma rotina relaxante (banho morno, leitura, música suave);</li>
</ul>
</li>



<li>Caso haja sinais de ansiedade — como em situações de<a href="https://www.instagram.com/pedrocebola_dds/p/DJPcAnZsaZc/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> separação dos pais</a> ou <em>bullying</em> —, é essencial o apoio de um psicólogo;</li>



<li>Prática de <em>mindfulness</em> e exercício físico regular;</li>



<li>Em certas situações, o uso de dispositivos intra-orais pode ser recomendado para proteger os dentes — mas só depois de identificadas todas as causas possíveis.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Em resumo</strong></h2>



<p>Ouvir o ranger dos dentes do seu filho pode ser inquietante, mas na maioria das vezes não é motivo de alarme. O som em si não é o principal problema — o essencial é perceber o que pode estar por trás dele.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-jnfSp' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Menos ecrãs, mais vida!</title>
		<link>https://simplyflow.pt/menos-ecras-mais-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mónica Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jan 2025 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Ecrãs]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Menos ecrãs mais vidas]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Mónica Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Telemóveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Somos seres sociais, de afectos, de ligações, com vontade de pertencer. O mundo virtual pode dar a sensação de cumprir estas necessidades, mas é pouco real.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/menos-ecras-mais-vida/">Menos ecrãs, mais vida!</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na azáfama diária em que vivemos, um dia paramos e percebemos que não dedicamos o tempo necessário ao que nos faz bem e é importante. Deixamos de escutar ativamente, de olhar para o outro, vivemos distraídos no mundo virtual e totalmente abstraídos da realidade.</p>



<p>Acabamos por passar os dias numa rapidez incansável, entre tarefas familiares, pessoais e o trabalho que tantas vezes nos consome além do horário laboral. As solicitações não param: trabalho, atividades extracurriculares dos miúdos, entra no carro, sai do carro, chega a casa&#8230; São tempos tão acelerados que até saborear uma refeição se torna um desafio.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A dependência do smartphone</strong></h2>



<p>Quer queiramos quer não, fomos invadidos pela necessidade constante de estar conectados, e muitos caem na tentação de ver o telemóvel até na hora da refeição, mesmo que acompanhados. Este pequeno “microcomputador de bolso” concentra tudo: mensagens do chefe, promoções, notícias, redes sociais, jogos&#8230; Uma infinidade de estímulos e solicitações que nos dispersam, comprometendo o aqui e agora.</p>



<p>Ao privilegiarmos os equipamentos eletrónicos em detrimento das relações humanas, a mente hiperestimulada não descansa. Instala-se o cansaço, a dispersão, o vício normalizado. <strong>Será este aparelho, que nos aproxima de tudo e nos distancia de tanto, assim tão inteligente?</strong></p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-zAcpq' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os perigos para crianças e jovens</strong></h2>



<p>Os estudos falam por si e as nossas experiências pessoais enquanto adultos provam a nossa dependência dos <em>smartphones</em> e, não obstante o desenvolvimento cerebral completo nesta fase de vida, todos reconhecemos a dificuldade de controlar o vício.&nbsp;</p>



<p>No caso das crianças e jovens, torna-se ainda mais assustador que tenham o seu dia, as suas interações, os seus momentos de brincadeira e socialização invadidos por notificações, mensagens de <em>Whatsapp</em>, <em>TikTok</em>, fotografias, publicações, jogos online e/ou até pornografia! Sem capacidade de autorregulação, vêem-se reféns deste aparelho, deixando para trás atividades muito mais ativas, interessantes e relevantes ao nível do relacionamento humano essencial.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A pressa em publicar, responder ou jogar transforma-se numa prioridade ilusória.&nbsp;</strong></h2>



<p>Mais do que um sorriso, um abraço ou expressar emoções cara-a-cara, o que é urgente é ser rápido a responder, a publicar, a jogar e a não perder informação para conseguir estar a par de tudo – uma ilusão tão longe da verdade. Este cenário poderia ser evitado ao utilizar-se um telemóvel simples, sem acesso a internet e aplicações, o chamado <em>dumbphone</em>, que serve apenas para fazer e receber chamadas e SMS,<strong> e que satisfaz as necessidades básicas de comunicação entre a família e a criança.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O impacto nas escolas</strong></h2>



<p>Nas escolas o desfocar da realidade que o uso de <em>smartphone</em> promove, leva as crianças a preferirem a sua companhia ao invés da companhia dos seus amigos.&nbsp;</p>



<p>Nós, todos, somos seres sociais, de afectos, de ligações, com vontade de pertencer. O mundo virtual pode dar a sensação de cumprir estas necessidades, mas é pouco real. A empatia não se alcança atrás dos ecrãs e é fundamental a sua prática nas escolas.&nbsp;</p>



<p>Foi pela defesa do direito a brincar e socializar de forma saudável, pela redução do <em>ciberbullyi</em>ng, para garantir a privacidade das crianças e jovens (no caso de filmagens sem consentimento) e pela proteção contra conteúdos impróprios que, em Maio de 2023, decidi criar a petição <strong>“</strong><a href="https://peticaopublica.com/?pi=PT116223" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Viver o Recreio Escolar sem Ecrãs de <em>Smartphones</em></strong></a><strong>”</strong>, tendo tido como testemunhas as crianças e as famílias que reclamavam esses direitos. A ideia de escolas livres de <em>smartphones</em> começou a ser debatida a nível nacional, com o apoio de várias famílias, professores, pediatras e psicólogos. A conclusão foi unânime: <strong>os <em>smartphones</em> trazem mais desvantagens do que benefícios no contexto escolar</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O Movimento Menos Ecrãs, Mais Vida</strong></h2>



<p>No âmbito do Movimento que co-fundei, em Janeiro de 2024, com outras três mães professoras, defendemos que as escolas devem ser espaços livres de <em>smartphones</em>. Não somos contra a tecnologia, aliás somos a favor do uso de recursos tecnológicos, mas acreditamos que há alternativas mais saudáveis, como, por exemplo, usar computadores nas aulas e não smartphones, e utilizar os livros físicos e não manuais digitais.</p>



<p>Além disso, o uso de ecrãs como <em>smartphones</em> e <em>tablets</em> em escolas com <a href="https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT118968" target="_blank" rel="noreferrer noopener">manuais digitais</a> pode exceder as <a href="https://l.facebook.com/l.php?u=https%3A%2F%2Fneuropediatria.pt%2Fwp-content%2Fuploads%2FRecomendacoes-SPNP-ecras-e-tecnologia-digital-2.pdf%3Ffbclid%3DIwZXh0bgNhZW0CMTAAAR1kkDH6-En4qgJBiVcdbcnMu9HyEQzXrAq-Ti60ciez2tQ80XNciHRkVhc_aem_mkEng-zELGCXE_c_Mb2B7w&amp;h=AT3BUvfxO7eXqqiAzpOry_6opwZtdxhG1caLreCKGKQ2SZJQf7omLAA91WdDfId61Le-LqqQh0cHwycSrBdA8rNk-z5akvFOT7rLX7vnkhb2i7pduOHvESxxIoBCdYHTIdpiYLzgpDajHWIDcgKk&amp;__tn__=-UK-R&amp;c[0]=AT3LfCbMsMi-Kmtp0gK-aFpxyISZHTNg0UG_yPB18vfppYIlnl5rFJDECWutaBDiqrD9uCetNSahvvJ4FUi92yrcKi9IAklOz9MPs13oRPt-PBmk9qYuI98kmkgsWziMM8JaEMSxNtZRPe6PnXwL3eJFJ0TFFna_Xzcj8CeNK1TGRRblX5Ae_VyCY8DynlCeR4WmcldaBC2apxNpUjKoF-mwoA" target="_blank" rel="noreferrer noopener">recomendações</a> da <a href="https://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.neuropediatria.pt%2F%3Ffbclid%3DIwZXh0bgNhZW0CMTAAAR21AbvYQIgXrXaYWtDJ0GLse_PcLMEZGF6dy3fSiaE83DbRKop_FbxQ0Hg_aem_4ZekcYMmW6Az4TqSzVfz5Q&amp;h=AT2eaG1Jaotz9YHemcP9vVhMhYI7IFswmEvZLNpe4C12BGuZqqFsCtskGMxdLTia0v54c7alXK6tqzsMjvbF_jfWlcihmvBCNtCOTUFFZK69SCkcFkYRoka_y6212L2yjMnG6SwE9vkfIXSBHSKz0A" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sociedade Portuguesa de Neuropediatria</a>, pondo em causa a saúde das crianças e jovens.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Escola: um espaço seguro e saudável</strong></h2>



<p>Se a escola deve promover campanhas de sensibilização? Sim!&nbsp;</p>



<p>Se pode alertar para os perigos da internet? Sim!&nbsp;</p>



<p>Se deve ensinar a fazer pesquisas em computadores? Sim!&nbsp;</p>



<p>Se os <em>smartphones</em> devem fazer parte do espaço escolar? Não!&nbsp;</p>



<p>A escola não deve fazer parte do <a href="https://simplyflow.pt/as-consequencias-da-adicao-as-tecnologias/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">problema</a>, mas ser um local seguro onde está garantida a privacidade das crianças e jovens, onde se promove o seu bem-estar físico mental e social e onde podem brincar, socializar e aprender livres de dependências digitais. Esse é um direito das crianças e dos jovens, e um dever das escolas.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-zAcpq' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div><br></p>
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		<item>
		<title>Ecrãs e Crianças: Como proteger o desenvolvimento dos mais pequenos</title>
		<link>https://simplyflow.pt/ecras-e-criancas-como-proteger-o-desenvolvimento-dos-mais-pequenos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Proença dos Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Dec 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Ecrãs]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Proença dos Santos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, os ecrãs fazem parte da nossa rotina, mas será que conhecemos os impactos que têm nas crianças?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, os ecrãs fazem parte da nossa rotina, mas será que conhecemos os impactos que têm nas crianças? A <a href="https://neuropediatria.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sociedade Portuguesa de Neuropediatria</a> (SPN) lançou um alerta: <strong>os dispositivos digitais, como telemóveis e tablets, devem ser usados com extrema moderação</strong> nas idades mais jovens. Afinal, o uso excessivo pode prejudicar o neurodesenvolvimento, o comportamento e até as competências sociais e físicas dos mais pequenos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os perigos de um “entretenimento fácil”</strong></h2>



<p>Enquanto neuropediatra e membro da Direção da SPN, tenho assistido na minha prática clínica que os ecrãs táteis, ao contrário da televisão ou dos primeiros computadores, criam uma exposição contínua a estímulos. As crianças levam o telemóvel para todo o lado: no carro, à mesa do restaurante ou até a caminho da escola. Isso compromete o desenvolvimento neurológico, porque estão habituadas a uma &#8216;dopamina fácil&#8217; e não aprendem a lidar com o aborrecimento, frustração ou a lutar para conquistar objetivos mais difíceis.</p>



<p>Este impacto estende-se a todas as áreas do Neurodesenvolvimento infantil:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Desenvolvimento motor:</strong> Crianças que passam muito tempo em ecrãs podem ter dificuldades em tarefas motoras simples como jogar à bola, andar de bicicleta, escrever, recortar ou pintar;</li>



<li><strong>Linguagem:</strong> Em vez de aprenderem a comunicar com os pais e colegas, muitas crianças reproduzem palavras em inglês ou brasileiro, retiradas de vídeos ou aplicações. Estas alterações acentuam traços de isolamento social e dificultam o estabelecimento de vínculos e criação de empatia;</li>



<li><strong>Comportamento:</strong> Os pais que recorrem ao tablet para gerir birras acabam por reforçar a incapacidade de lidar com frustrações, algo essencial para o desenvolvimento emocional, perdendo a necessária figura de autoridade.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Recomendações da SPN: Menos é mais</strong></h2>



<p>A <a href="https://neuropediatria.pt/wp-content/uploads/Recomendacoes-SPNP-ecras-e-tecnologia-digital-2.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SPN deixa orientações claras baseadas na revisão da literatura para ajudar as famílias a regular o uso de tecnologia nas diferentes idades</a>:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-9E5Az' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Até aos 3 anos:</strong> Evitar completamente os ecrãs, com exceção de videochamadas. Televisão limitada a 30 minutos por dia;</li>



<li><strong>Dos 4 aos 6 anos:</strong> Máximo de 30 minutos diários, sempre sob supervisão de um adulto;</li>



<li><strong>Dos 7 aos 11 anos:</strong> Não mais do que uma hora por dia, com controlo parental. Reforçar atividades saudáveis como exercício físico e leitura;</li>



<li><strong>Dos 12 aos 18 anos:</strong> O tempo de ecrã pode aumentar gradualmente, mas nunca ultrapassando duas horas diárias até aos 15 anos, ou três horas entre os 16 e os 18 anos.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>À mesa, sem ecrãs</strong></h2>



<p>Um momento especial como as refeições deve ser partilhado, não passado a olhar para um telemóvel. <em>“A mesa é um espaço de interação social, onde se criam memórias e partilhas. Quando damos um tablet a uma criança, estamos a excluí-la desses momentos.”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cuidar hoje, proteger o futuro</strong></h2>



<p>Assim, sublinhamos que <strong>limitar o uso de ecrãs não é apenas uma medida de proteção imediata, mas, sim, um investimento no futuro das crianças</strong>. Tal como já olhamos com repulsa para práticas que eram comuns há 50 anos, como dar álcool às crianças, daqui a algumas décadas, o uso excessivo de dispositivos digitais será visto com os mesmos olhos.</p>



<p>O aumento da prevalência e gravidade de patologias como a Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção, Autismo, Dificuldades de aprendizagem, alterações de comportamento está estreitamente relacionada com a utilização destas tecnologias.</p>



<p>Cuidar das crianças significa ajudá-las a desenvolverem-se de forma equilibrada e saudável. Afinal, o melhor presente que lhes podemos dar é a possibilidade de explorarem o mundo com as suas próprias mãos e imaginação.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-9E5Az' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>7 Atividades para férias de Natal em família</title>
		<link>https://simplyflow.pt/7-atividades-para-ferias-de-natal-em-familia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[fátima lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Férias de Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estamos quase nas férias escolares do Natal e, para nós, pais, é sempre um desafio. Sugiro que envolvamos os miúdos em tudo o que for possível relacionado com o Natal.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/7-atividades-para-ferias-de-natal-em-familia/">7 Atividades para férias de Natal em família</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos quase nas férias escolares do Natal e, para nós, pais, é sempre um desafio. Temos de cumprir as nossas agendas profissionais, fazer as compras de Natal e preparar as refeições e viagens, caso não passemos esta data em casa. Enfim, uma verdadeira correria.</p>



<p>Cada idade traz os seus desafios e, claro, o que queremos é que os nossos filhos ocupem da melhor forma os dias em que estão longe das obrigações escolares. O tempo arrefeceu muito e o frio pede-nos para ficarmos mais por casa. Assim sendo, sugiro que envolvamos os miúdos em tudo o que for possível relacionado com o Natal.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>7 Sugestões para fazer em família nas férias de Natal:</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Decoração de Natal: Deixá-los brilhar</strong></h3>



<p>Podem decorar a casa à maneira deles e, mesmo que não seja exatamente da forma que achamos mais bonita, tem o valor de ter sido feito por eles. Quando já sabem que o Pai Natal não é real – embora eu continue a gostar da ideia de que ele existe – podem também embrulhar os presentes que vieram das lojas sem embrulho.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Embrulhos sustentáveis e originais</strong></h3>



<p>Eu opto sempre por trazer os presentes por embrulhar, por questões ambientais e económicas. Podem ser alguns cêntimos em cada embrulho e em cada saco, mas no final alguma coisa significa para a nossa carteira. Em termos ambientais, a diferença já é muito maior porque, como reciclo papéis, laços e sacos de umas vezes para as outras, não contribuo para o <a href="https://simplyflow.pt/natal-menos-desperdicio-mais-consciencia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">desperdício</a> inenarrável desta época. Desafiar os miúdos a inventar novas formas de embrulhar os presentes também é algo que eles normalmente gostam. Utilizar, por exemplo, páginas de jornais e revistas velhas para os embrulhos resulta sempre em algo original.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Cozinha: Um espaço de partilha e criatividade</strong></h3>



<p>Outra área que pode ocupar de forma positiva os nossos filhos é a cozinha. Desafiá-los a fazer <a href="https://simplyflow.pt/receita-de-bolachas-em-espiral/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bolachas</a> ou biscoitos e colocar em frascos para oferecer à família e aos amigos é uma atividade gratificante. <a href="https://simplyflow.pt/de-uma-nova-vida-as-embalagens/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Frascos</a> reciclados e decorados por eles. Com três tintas, dois pincéis e restos de tecido para cobrir as tampas, fazem-se presentes criativos e personalizados.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Artesanato com elementos da natureza</strong></h3>



<p>Apanhar elementos secos da natureza e pintá-los é outra sugestão. Serve para criar <a href="https://simplyflow.pt/5-decoracoes-de-natal-feitas-a-mao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">peças originais</a> para oferecer no Natal e para os ocupar enquanto desafiam a sua criatividade. </p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Jogos e momentos de convívio em família</strong></h3>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-i3F85' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Os jogos de tabuleiro funcionam sempre como um divertimento muito valioso. Vale a pena partilhar esses momentos com eles, porque, por norma, divertimo-nos tanto ou mais do que eles.&nbsp;</p>



<p>Ver um filme e comer pipocas também é uma receita infalível para estar em família de forma aconchegante.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>6. Ensinar a destralhar: Um hábito saudável</strong></h3>



<p>Por fim, também podemos aproveitar as férias para destralhar com os nossos filhos, levando-os a fazer uma escolha rigorosa daquilo com que querem ficar: brinquedos, jogos, livros e roupas. Guardar só porque sim não é uma opção. Há coisas que guardamos para recordação, mas têm de ser excepções. Habituar os nossos filhos a não serem acumuladores de coisas é muito importante. Ajudá-los a aprender a partilhar e a doar aquilo de que eventualmente ainda gostam, mas já não utilizam, é um ensinamento valioso. Até porque para que o novo entre, é preciso deixar sair o “velho”. E, claro, os pertences têm de estar em bom estado e estimados, para que quem os receba possa valorizar essa oferta sem se sentir diminuído.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>7. Pequenos teatros, grandes memórias</strong></h3>



<p>Para os mais criativos e com disponibilidade, fazer pequenos teatros em casa, com os amigos dos filhos e a família, é sempre uma boa ideia. São momentos de boa disposição que ficam para sempre na memória de todos.</p>



<p><strong>As </strong><a href="https://simplyflow.pt/ferias-escolares-a-porta-e-agora/?utm_source=Facebook&amp;utm_medium=Post&amp;utm_campaign=Simply+Flow" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>férias</strong></a><strong> estão a chegar. Vamos lá!</strong></p>



<p class="has-small-font-size">Nota: Fotografia por <a href="https://www.instagram.com/fuifotografar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Verónica Silva</a></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-i3F85' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Livro de atividades para as férias de Natal</title>
		<link>https://simplyflow.pt/livro-de-atividades-para-as-ferias-de-natal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Sequeira Nobre]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LAZER]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Férias de Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Joana Nobre Garcia]]></category>
		<category><![CDATA[Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Transforme as férias de Natal dos mais pequenos num momento ainda mais mágico!</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Transforme as férias de Natal dos mais pequenos num momento ainda mais mágico! Para ajudar nessa tarefa, preparei um mini-livro de atividades para crianças, cheio de ideias fáceis e económicas que vão encher os próximos dias de diversão. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="778" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/11/SF-ACT-NATAL-4-1024x778.jpg" alt="férias de Natal" class="wp-image-23148" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/11/SF-ACT-NATAL-4-1024x778.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/11/SF-ACT-NATAL-4-300x228.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/11/SF-ACT-NATAL-4-768x583.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/11/SF-ACT-NATAL-4-1536x1166.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/11/SF-ACT-NATAL-4-2048x1555.jpg 2048w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/11/SF-ACT-NATAL-4-1920x1458.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/11/SF-ACT-NATAL-4-1170x888.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/11/SF-ACT-NATAL-4-585x444.jpg 585w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>“As minhas atividades de férias de Natal”</strong></h2>



<p>Este é um caderno de atividades que inclui:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Passatempos e <a href="https://simplyflow.pt/decorar-com-as-obras-primas-dos-mais-pequenos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pinturas</a> para horas de entretenimento;</li>



<li><em>Crafts</em> simples, perfeitos para brincar, <a href="https://simplyflow.pt/5-decoracoes-de-natal-feitas-a-mao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">decorar a casa</a> ou dar um toque especial aos presentes e assim surpreender família e amigos;</li>



<li>Espaço para construir um conto de Natal encantador; </li>



<li>E, claro, a tradicional carta ao Pai Natal, para que não falte nada!</li>
</ul>



<p>Sabia que <a href="https://www.ctt.pt/grupo-ctt/media/projetos-e-campanhas/as-cartas-pai-natal?srsltid=AfmBOopvdkg0gwxP8PTexXUrj-PzXWnukuZCLVuiXucP6XvEn4KpmOx3" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pode enviar a carta ao Pai Natal para os CTT</a> e receber uma resposta? Um momento que ficará, de certeza, na memória dos mais pequenos e de toda a família. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Pronto para horas de diversão? </strong></h2>



<p>Basta imprimir e começar a diversão. Faça o download gratuito e entre no espírito natalício com a família!</p>



<div data-wp-interactive="core/file" class="wp-block-file"><object data-wp-bind--hidden="!state.hasPdfPreview" hidden class="wp-block-file__embed" data="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/11/As-minhas-actividades-de-ferias-Natal-Rosapomposa.pdf" type="application/pdf" style="width:100%;height:600px" aria-label="Incorporação de As-minhas-actividades-de-ferias-Natal-Rosapomposa."></object><a id="wp-block-file--media-ddef6cbe-ca4f-4303-a05a-56964ff19335" href="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/11/As-minhas-actividades-de-ferias-Natal-Rosapomposa.pdf">As-minhas-actividades-de-ferias-Natal-Rosapomposa</a><a href="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/11/As-minhas-actividades-de-ferias-Natal-Rosapomposa.pdf" class="wp-block-file__button wp-element-button" download aria-describedby="wp-block-file--media-ddef6cbe-ca4f-4303-a05a-56964ff19335">Descarregar</a></div>
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		<title>Como ajudar uma criança a gerir o medo?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-ajudar-uma-crianca-a-gerir-o-medo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tânia Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Como assustares um monstro]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[medo]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Tânia Correia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando negamos os medos das crianças não evitamos que os sintam. Muitas vezes, passam a guardá-los para si, o que as assusta ainda mais por sentirem que não serão compreendidas.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/como-ajudar-uma-crianca-a-gerir-o-medo/">Como ajudar uma criança a gerir o medo?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Contrariamente ao que tantas vezes se pensa, o medo é uma emoção saudável e, por isso, altamente adaptativa. O medo é uma espécie de botão de alarme que sinaliza a novidade, o inesperado, e, nalguns casos, aquilo que implica uma resposta rápida, mais instintiva, como fugirmos da estrada se ouvirmos um carro buzinar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O medo na infância</strong></h2>



<p>Na infância, em que o mundo tem tanta novidade, em que a sensação de controlo sobre a realidade é menor (a criança controla tão pouco), e em que a fantasia traz tantos cenários possíveis, o medo irá aparecer com maior frequência, sempre com o intuito de permitir à criança proteger-se e adaptar-se ao mundo à sua volta.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando surgem os primeiros medos?</strong></h2>



<p>Os primeiros medos podem surgir logo após o nascimento, como o medo de sons repentinos e mais altos. Ao longo do tempo, esses medos evoluem para aquilo que é mais difícil a criança controlar, como os animais, o escuro e os monstros.</p>



<p>É sobretudo no campo da fantasia que para os adultos os medos se tornam mais difíceis de compreender e, por não fazerem parte da sua realidade, existe uma tendência para os negar, apontando evidências concretas que comprovam a sua inexistência. No entanto, importa termos em conta um aspecto essencial: <strong>a fantasia da criança é muitas vezes a sua realidade. Em termos de desenvolvimento é para essa vivência intensa da fantasia que a criança está preparada.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como ajudar as crianças a lidar com o medo?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-EeW23' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Quando negamos os medos das crianças não evitamos que os sintam. Muitas vezes, passam a guardá-los para si, o que as assusta ainda mais por sentirem que não serão compreendidas. Mais, como é que os adultos as podem proteger se nem sequer acreditam naquilo que as assusta? E aqui voltamos a encontrar-nos com a fantasia que conduz a criança por um mar de cenários que a deixarão insegura.</p>



<p><strong>Aceitarmos os medos das crianças tranquiliza-as por saberem que são compreendidas.</strong> Desta forma, abrem-se portas para que possamos, em conjunto, e partindo da fantasia, criar respostas para aquilo que mais as assusta.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/11/como_assustares_um_monstro-1-1024x1024.jpg" alt="medo" class="wp-image-23007" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/11/como_assustares_um_monstro-1-1024x1024.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/11/como_assustares_um_monstro-1-300x300.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/11/como_assustares_um_monstro-1-150x150.jpg 150w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/11/como_assustares_um_monstro-1-768x769.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/11/como_assustares_um_monstro-1-585x585.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/11/como_assustares_um_monstro-1.jpg 1452w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>O livro “</strong><a href="https://www.leyaonline.com/pt/livros/infantil-e-juvenil/4-6-anos/literatura-infantil/como-assustares-um-monstro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Como assustares um monstro</strong></a><strong>” explora o imaginário infantil de forma leve e divertida, criando respostas práticas para aqueles que são os receios mais comuns, como o escuro e os monstros. </strong></h2>



<p>No decorrer da leitura, a criança descobre que afinal os monstros têm medos e que ela os pode assustar todas as noites (há uma inversão de papéis com muitas gargalhadas à mistura). Desta forma, encontra uma resposta concreta que a faz sentir protegida e segura.&nbsp;</p>



<p><strong>Uma das experiências mais marcantes que qualquer ser humano poderá sentir ao longo da vida é sentir-se conectado. Este livro traz essa oportunidade, unindo adultos e crianças dentro do seu mundo interno, enquanto constroem uma resposta cá fora.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-EeW23' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<title>5 Dicas para preparar o novo ano letivo</title>
		<link>https://simplyflow.pt/5-dicas-para-preparar-o-novo-ano-letivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hugo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Ano letivo]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatria]]></category>
		<category><![CDATA[regresso às aulas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O novo ano letivo está a começar e, com ele, surgem também algumas preocupações dos pais. Por esse motivo, faz sentido pensar antecipadamente em alguns pontos para facilitar esta reentrada nas rotinas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O novo ano letivo está a começar e, com ele, surgem também algumas preocupações dos pais. Por esse motivo, faz sentido pensar antecipadamente em alguns pontos para facilitar esta reentrada nas rotinas.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5 Pontos a considerar na reentrada nas rotinas escolares:</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Sono</strong></h3>



<p>O descanso é uma necessidade básica para todos os seres humanos e para as crianças ainda mais. Claro que nas férias os horários de deitar e acordar são um pouco diferentes dos horários praticados durante o tempo de aulas, mas, precisamente por esse motivo, é importante ir aproximando progressivamente os tempos de descanso do que vai ser a rotina de sono das crianças, para garantir que o <a href="https://pediatriaparatodos.com/2021/03/19/dormir-bemfaz-bem/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sono</a> é salvaguardado quando começar o ano letivo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Alimentação</strong></h3>



<p>À semelhança do que se passa com o sono, também os horários de alimentação variam mais nas férias. Do mesmo modo, faz sentido ir aproximando aos poucos esses horários da rotina diária que vai ser realizada pela criança, de forma a não haver grandes discrepâncias <a href="https://simplyflow.pt/regresso-as-aulas-o-que-esperar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">quando começarem as aulas</a>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Gerir expectativas</strong></h3>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-zMQ03' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Este ponto é importantíssimo! As expectativas das crianças e das mães e dos pais devem ser sempre adequadas e não colocar demasiada pressão às crianças, muito menos logo no início. Assim, é fundamental que as mães e os pais preparem os seus filhos para o início do ano letivo, mas sem nunca se esquecer que eles são crianças e, como tal, não é justo incutir-lhes responsabilidades desadequadas relativamente à sua idade. Saber gerir expectativas nem sempre é fácil, mas é imprescindível para que o ano letivo corra bem.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Garantir tempo para a criança</strong></h3>



<p>Este é outro aspeto muito importante! Apesar das obrigações escolares, as crianças precisam de tempo para serem crianças, para <a href="https://simplyflow.pt/brincar-na-natureza/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">brincar</a>, para fazer o que elas gostam ou então, simplesmente, para não fazer nada. E isso tem de ser salvaguardado quando se estipulam as rotinas do dia-a-dia, o que nem sempre acontece…</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Peso das mochilas</strong></h3>



<p>Todos nós sabemos que o peso das mochilas é enorme e completamente desadequado para a maior parte das crianças. Por esse motivo, faz sentido definir o que é imprescindível de transportar na mochila do que é dispensável, para minimizar, dentro do possível, o peso completamente excessivo que a maior parte das mochilas tem.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Antecipar para preparar: Um dos segredos para um bom início de ano</strong></h2>



<p>Estes são apenas alguns conselhos, mas o principal é mesmo<strong> ir antecipando o que pode acontecer para que, com o tempo adequado, se consiga preparar previamente este início do ano letivo que vai agora começar</strong>.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-zMQ03' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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