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	<title>Arquivo de Birras - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Arquivo de Birras - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Aprenda a lidar com as birras intermináveis</title>
		<link>https://simplyflow.pt/aprenda-a-lidar-com-as-birras-interminaveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laura Sanches]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Apr 2023 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Birras]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[Como educar crianças desafiantes]]></category>
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		<category><![CDATA[Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os momentos das birras não servem para ensinar lições nem dar sermões, nem para resolver problemas, até porque nem as crianças estarão com disponibilidade para as ouvir nem nós para as ensinar. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/aprenda-a-lidar-com-as-birras-interminaveis/">Aprenda a lidar com as birras intermináveis</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das dúvidas mais frequentes dos pais passa por saber como devem lidar com as chamadas birras das crianças e como é que podem acabar com elas. Na verdade não gosto muito da palavra birra porque dá um sentido pejorativo à expressão da criança, como se ela não tivesse o direito de se expressar daquela forma. Por isso, em primeiro lugar, <strong>é importante compreendermos que não precisamos de acabar com estas expressões mais descontroladas das crianças e que elas não são o problema nem o inimigo e não significam que exista necessariamente algo de errado com a criança</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando é que podemos dizer que existe um problema?&nbsp;</strong></h2>



<p>Sobretudo quando a criança não se deixa confortar pelos adultos nos momentos de birra. Se temos muita dificuldade em ajudar os nossos filhos a voltarem a regular-se nestes momentos isso pode ser sinal de que não estamos a ser capazes de os ajudar nesse processo de aprendizagem tão importante. Porque estes momentos podem ser momentos de aprendizagem importantes, sim. Não no sentido em que muitas vezes pensamos: não são alturas para dar lições nem para a criança aprender como se deve ou não comportar, mas são <strong>momentos para aprender que pode confiar nos adultos</strong>. Pode <strong>confiar que estes a ajudarão a integrar tudo aquilo que está a sentir e que saberão mantê-la segura e protegida durante estas explosões mais descontroladas</strong>. Esta é mesmo a mensagem principal que precisamos de transmitir aos nossos filhos nestes momentos: que somos capazes de acolher as suas emoções e de os ajudar a integrá-las.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Precisamos de mostrar que as emoções deles não nos assustam, não nos intimidam e que não são erradas. Porque não existem emoções erradas.&nbsp;</strong></h2>



<p>As emoções são algo que nos acontece em resposta a algo externo ou interno. Por exemplo, se eu tiver uma dor muito forte, posso sentir medo.&nbsp;</p>



<p>As <strong>emoções servem para nos levar a agir</strong>, por isso, por si mesmas, elas <strong>não são boas nem más</strong>. E <strong>também não são algo que possamos controlar</strong>, ao contrário do que se costuma pensar.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Precisamos de ensinar os nossos filhos a lidarem com as suas emoções, aceitando-as e integrando-as como parte da sua experiência.&nbsp;</strong></h2>



<p>As crianças mais novas sentem as emoções de uma forma mais crua porque o seu cérebro ainda não se desenvolveu o suficiente para as temperar com um lado mais racional. Só a partir dos seis, sete anos de idade é que começa a desenvolver-se uma zona do cérebro que permite que as crianças comecem a ser mais capazes de pensar sobre as suas emoções e também de controlarem os impulsos que estas naturalmente acordam nelas. Por isso, as crianças explodem muito mais do que um adulto e também de forma muito mais descontrolada e intensa, porque os seus filtros ainda não estão desenvolvidos. E não podemos fazer absolutamente nada para apressar este crescimento, só podemos criar as condições necessárias para que ele aconteça.&nbsp;</p>



<p>Este amadurecimento do cérebro não pode ser ensinado nem <a href="https://www.facebook.com/laura.sanches/posts/pfbid031ayupSwX1az9KqEQwmXaChd5Qmfiuvuct5ssf8u2djoS13ZgsbuJz3Dh9SKriCZ8l?locale=pt_PT" target="_blank" rel="noreferrer noopener">treinado</a> e precisa que algumas condições existam para que ele se torne possível. A principal é a segurança: <strong>as crianças precisam de se sentir seguras com os adultos para serem capazes de lidar com as suas emoções</strong>. É esta capacidade de lidar com as emoções e de as integrar que faz com que o cérebro amadureça, mas se a segurança não existir este amadurecimento pode demorar mais tempo ou nunca chegar sequer a acontecer. Por isso é que existem tantos adultos tão imaturos. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os momentos das birras não servem para ensinar lições nem dar sermões, nem para resolver problemas, até porque nem as crianças estarão com disponibilidade para as ouvir nem nós para as ensinar.&nbsp;</strong></h2>



<p>Estes momentos servem, acima de tudo, para sermos capazes de demonstrar que as aceitamos, acolhemos as suas emoções e as conseguimos manter seguras. Então um aspecto fundamental é que sejamos capazes de mostrar que aceitamos as emoções mesmo quando não gostamos do comportamento. Mesmo que acreditemos que aquele comportamento precisa de ser corrigido, as emoções precisam de ser aceites.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como lidar com a frustração e acolher as emoções das crianças?</strong></h2>



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			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Muitas vezes os pais têm medo de lidar com esta expressão emocional intensa e descontrolada das crianças porque não conseguem lidar com as suas próprias emoções, porque têm dificuldade em integrar a sua própria zanga ou a sua própria tristeza ou frustração e, por isso, não conseguem lidar com as dos seus filhos. Nestes casos geralmente existem duas saídas: ou ficam muito focados em tentar parar aquela expressão tentando distrair a criança do que sente a todo o custo ou cedem imediatamente aos seus pedidos para não terem de lidar com aquilo. Estes dois caminhos ensinam às crianças que as suas emoções são perigosas, são tão perigosas que os pais fazem tudo para não lidar com elas. E com o tempo, se repetirmos muito isto, isso vai fazendo com que a criança aprenda que precisa de se defender dessa emoção e essa defesa passa por se desligar dela. Isto quer dizer que a emoção acontece na mesma mas já não passa pela consciência e é aqui que podemos encontrar a raíz de muitos problemas até na idade adulta: neste desligar do corpo e da manifestação de determinadas emoções que acontecem nele por não sabermos lidar com elas. Porque <strong>as emoções despertam sempre determinadas sensações, têm uma componente física e biológica importante, por isso, para as ignorarmos temos também que nos desligar do corpo</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Precisamos de transmitir aos nossos filhos que é seguro entrarem em contacto com as emoções deles, mesmo as mais intensas e mesmo as que são expressas de forma mais descontrolada.&nbsp;</strong></h2>



<p>É muito importante também que sejamos capazes de transmitir que a ligação que têm connosco está intacta, sobretudo com as crianças mais pequenas. Porque antes dos seis, sete anos de idade, as crianças não conseguem ter sentimentos ambivalentes, por isso quando estão zangadas estão só zangadas e não conseguem perceber que é possível estar zangado e gostar de alguém ao mesmo tempo. Por isso quando os pais se zangam muito elas ficam com muito medo que os pais já não gostem delas e é importante transmitir que isso não é verdade.&nbsp;</p>



<p>Isto não quer dizer que temos que ficar impávidos e serenos perante as explosões dos pequenos, isto não é realista e nem sequer é necessário: quando temos uma criança em pleno modo de explosão e descontrolo emocional é suposto que isso provoque também em nós alguma reação. Na verdade <strong>as crianças</strong> precisam também desse espelho, <strong>precisam de sentir que as suas emoções provocam algum efeito em nós, têm algum eco</strong>. E <strong>nós também precisamos de contactar com as emoções delas para sermos capazes de transmitir uma atitude empática</strong>. Então não precisamos de ficar em modo zen, mas <strong>também é importante saber que não é bom que mostremos descontrolo</strong>, claro. E, acima de tudo, sempre que dizemos ou fazemos algo de que depois nos arrependemos é importante assumir que temos a responsabilidade de reparar a relação, de mostrar que continuamos a gostar deles. Podemos fazer isto com um pedido de desculpas ou não, mas <strong>o essencial é que as crianças saibam que a relação está intacta e que nós nos lembremos que é o papel do adulto cuidar da relação, nunca da criança</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É fundamental também transmitir que elas não são responsáveis pelos nossos sentimentos.&nbsp;</strong></h2>



<p>Não podemos dizer a uma criança que estamos muito tristes com ela ou muito zangados e que isso só vai passar quando ela nos pedir desculpa. Porque este é um peso demasiado grande para as crianças carregarem. São os adultos que são responsáveis por aquilo que sentem e as crianças não têm responsabilidade nenhuma sobre isso. Dar-lhes esse peso só cria insegurança e ansiedade.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>As crianças não fazem birra para conseguir alguma coisa.&nbsp;</strong></h2>



<p>É importante desconstruir esta ideia de que as crianças fazem birra para conseguir alguma coisa. Isto implicaria que as crianças tivessem uma capacidade de previsão e de auto-controlo que até para um adulto poderia ser difícil. As crianças não fazem birra para conseguir nada, nem se descontrolam com nenhuma intenção específica. <strong>As <a href="https://www.presenca.pt/collections/colecao-laura-sanches/products/como-educar-criancas-desafiantes" target="_blank" rel="noreferrer noopener">crianças</a> fazem birra quando ficam muito frustradas porque, a determinada altura, alguma coisa não estava a funcionar para elas.  </strong>A frustração é uma emoção intensa que provoca uma reação que pode muito facilmente levar ao descontrolo emocional e comportamental em algumas crianças (e até em alguns adultos), por isso <strong>o nosso papel precisa sempre de ser o de as ajudar a restabelecer esse controlo, integrando essa frustração e lidando com a tristeza que está sempre por trás dela</strong>. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A auto-regulação de que tanto se fala e que, por vezes, se diz que as crianças precisam de aprender na verdade é um mito. </strong></h2>



<p><strong>A principal estratégia de regulação dos seres humanos é mesmo a co-regulação</strong>: precisamos que as outras pessoas nos ajudem a lidar com as emoções e a integrar o que sentimos e, se isto é válido para os adultos, para as crianças mais ainda porque o seu cérebro e o seu sistema nervoso ainda são muito imaturos para serem capazes de fazer sozinhos esse caminho. Por isso, <strong>o mais importante mesmo para que os nossos filhos sejam capazes de aprender a lidar com as suas frustrações é terem uma relação segura com um adulto presente e disponível para as ajudar a lidar com as suas emoções</strong>.</p>


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<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="671" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/como_educar_criancas_desafiantes_mail-671x1024.jpg" alt="birras" class="wp-image-19044" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/como_educar_criancas_desafiantes_mail-671x1024.jpg 671w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/como_educar_criancas_desafiantes_mail-197x300.jpg 197w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/como_educar_criancas_desafiantes_mail-768x1171.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/como_educar_criancas_desafiantes_mail-1007x1536.jpg 1007w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/como_educar_criancas_desafiantes_mail-1343x2048.jpg 1343w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/como_educar_criancas_desafiantes_mail-460x701.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/como_educar_criancas_desafiantes_mail-160x244.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/como_educar_criancas_desafiantes_mail-320x488.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/como_educar_criancas_desafiantes_mail-480x732.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/como_educar_criancas_desafiantes_mail-640x976.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/como_educar_criancas_desafiantes_mail-960x1464.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/como_educar_criancas_desafiantes_mail-1120x1708.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/04/como_educar_criancas_desafiantes_mail-scaled.jpg 1679w" sizes="(max-width: 671px) 100vw, 671px" /></figure></div>


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		<title>Como podem os pais lidar com as birras e zangas dos filhos?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-podem-os-pais-lidar-com-as-birras-e-zanga-dos-filhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Semear Valores]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Mar 2023 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Birras]]></category>
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		<category><![CDATA[Zanga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de ser um desafio, apoiar os seus filhos nestas tempestades emocionais é mesmo importante!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>“Vai-te embora!”; “Isto é uma porcaria!”; “Quero estar sozinho!”.</em></strong><strong> Estas frases ditas bem alto exprimem a zanga de muitas crianças. Por vezes, em vez de gritar, dão cabeçadas ou atiram-se para cima da cama ou do sofá, ou batem na cabeça, ou desatam a chorar. Se o seu filho ou filha reage intensamente às situações, não desespere, temos algumas mensagens para si. Ora leia!</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Primeira mensagem: A zanga é uma emoção muito valiosa para o ser humano.&nbsp;</strong></h2>



<p>Sentimo-nos zangados quando acreditamos que os nossos direitos foram transgredidos. Por exemplo, alguém nos disse algo que sentimos como ofensivo. A zanga funciona como um alerta. Algo não está bem e devemos procurar perceber o que nos está realmente a incomodar, para o tentar resolver.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Segunda mensagem: Não está sozinho/a.&nbsp;</strong></h2>



<p>Muitos pais passam pelo mesmo com os seus filhos e é difícil saber como agir perante a intensidade de tais comportamentos. A boa notícia é que podemos aprender a apoiar melhor os nossos filhos nestas situações de grande descontrolo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Terceira mensagem: As crianças têm muita dificuldade em lidar com a zanga.&nbsp;</strong></h2>



<p>Na verdade, é a emoção mais difícil de gerir, para elas. O auto-controlo é uma competência que vamos desenvolvendo durante a infância e a adolescência. Se até para os adultos é por vezes difícil, imagine para uma criança, que ainda está no início da sua aprendizagem.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quarta mensagem: Como é que você próprio/a lida com a zanga? Já parou para pensar nisso?&nbsp;</strong></h2>



<p>Quando está realmente muito zangado, o que faz? É que as crianças aprendem mais com o que vêem e ouvem à sua volta (especialmente com os seus modelos de educação) do que com o que lhes dizemos para fazer.</p>



<p>É importante assumir quando estamos zangados, identificar o que é que está a acontecer que nos faz sentir zangados, procurar estratégias para nos acalmarmos e responder à situação da melhor maneira. Quando não o fazemos, podemos deslocar a raiva para outras pessoas, que nada têm a ver com o que nos deixa realmente incomodados.&nbsp;&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Emoções ao rubro!&nbsp;</strong></h2>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><em>“Mas, afinal o que posso fazer?”</em></strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-u5lXP' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Se quer ajudar os seus filhos a lidar com emoções intensas como a zanga, antes de mais terá de olhar para si e perceber o que pode melhorar na forma como lida com esta emoção.</p>



<p>No momento da crise ou da birra é também importante dar mais espaço (distância física) à criança. Muitas vezes, elas pedem mesmo isso: <em>“Vai-te embora!”</em>. Nestas alturas, procure não se sentir ofendido, apesar do tom de voz dos seus filhos. É até um bom sinal o facto da sua filha ou filho conseguir verbalizar o que necessita naquele momento. Encare-o como um pedido. Diga-lhe apenas que vai para a sala, por exemplo, e que, se ele/a precisar, pode ir lá ter consigo ou chamá-lo/a.&nbsp;</p>



<p>Fale sempre num tom calmo e evite falar muito, porque nestas alturas as crianças não conseguem prestar atenção ao que lhes é dito. Aos poucos, vá pedindo à criança para respirar fundo e faça-o também, ao lado dela (isto ajudará a acalmá-lo também a si).&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A parte mais importante para ajudar os filhos a atravessar essa nuvem de tempestade que é uma birra, é manter a paciência.&nbsp;</strong></h2>



<p>À medida que o seu filho se vai acalmando e sinta que se pode ir aproximando, mantenha-se disponível para o toque. É muito reconfortante, as crianças sentirem o consolo de um abraço, quando estiverem preparadas para o receber.&nbsp;</p>



<p>Às vezes, é importante falar com a criança sobre o que aconteceu que a fez sentir-se zangada, o que é que ela pode pensar ou fazer de maneira diferente da próxima vez que algo parecido aconteça. Decida qual o melhor momento para ter esta conversa. Nem sempre a criança está logo recetiva para falar sobre o que aconteceu, até porque muitas vezes se sente envergonhada por se ter descontrolado. Não exija pedidos de desculpa.</p>



<p>Por fim, pode e deve reforçar qualquer momento em que o seu filho ou filha mostrou algum autocontrolo, para ele/a perceber que é algo possível de alcançar. Na <a href="https://semearvalores.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Semear Valores</a> temos umas medalhas ótimas para reforçar o autocontrolo e outras <a href="https://simplyflow.pt/o-que-sao-virtudes-e-forcas-de-carater/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">forças</a> como a bondade, a gratidão, a coragem, o amor, entre outras. Descubra-as <a href="https://semearvalores.pt/index.php/product/medalhas-crescer-em-forcas-pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Apesar de ser um desafio, apoiar os seus filhos nestas tempestades emocionais é mesmo importante!</strong></h2>



<p>Sempre que o seu filho ou filha sente que o ajudou a atravessar uma destas tempestades (e, às vezes, ajudar é simplesmente ter estado lá com ele/a sem se ter descontrolado também), ele/a aprende que pode contar consigo nas situações mais difíceis, os laços entre vocês saem fortalecidos e, aos poucos, ele/a vai desenvolvendo autocontrolo para lidar com os desafios que a vida lhe trará.</p>



<p><strong>Nota: </strong>Se quer aprender mais sobre este tema, deixamos-lhe algumas sugestões de leitura:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mindfulness para Pais, de Laura Sanches (Manuscrito);</li>



<li>Laboratório de Emoções, de <a href="https://simplyflow.pt/tag/tania-correia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tânia Correia</a> (Oficina do Livro);</li>



<li>Educar pela Positiva &#8211; Um Guia para Pais e Educadores, de Nuno Pinto Martins (Bertrand Editora).</li>
</ul>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-u5lXP' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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