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	<title>Arquivo de ansiedade - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Arquivo de ansiedade - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<item>
		<title>12 Estratégias para gerir o stress e a ansiedade no Natal</title>
		<link>https://simplyflow.pt/12-estrategias-para-gerir-o-stress-e-a-ansiedade-no-natal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Caldeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Mariana Caldeira]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Relações familiares tóxicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pouco falamos sobre isto, mas a verdade é que o Natal pode pesar para quem tem de estar com familiares mais difíceis.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Chegou o tão temido mês para tantas pessoas. Pouco falamos sobre isto, mas a verdade é que o Natal pode pesar para quem tem de estar com familiares mais difíceis. Vivemos numa sociedade que dá muita importância à família, e de facto a família é importante, mas também pode causar muitos danos. Estas crenças sociais fazem com que a maioria das pessoas sinta uma pressão muito grande para que o Natal seja vivido em família.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O lado menos falado do Natal…</strong></h2>



<p>À partida, esta época implica convívios familiares e estes momentos são propícios para situações que podem ser muito desconfortáveis, tais como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Comentários sobre o nosso corpo ou o que comemos;</li>



<li>Perguntas mais intrusivas sobre a nossa vida privada;</li>



<li>Comparações com outros familiares;</li>



<li>Críticas, cobranças, chantagens emocionais. </li>
</ul>



<p>Estas situações, para além de causarem um grande desconforto, são muito difíceis de gerir emocionalmente e podem efetivamente causar danos na nossa autoestima. E tudo isto pode ser verdadeiramente pesado para quem tem famílias mais difíceis.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><em>“Natal é família, amor e união.”</em></strong><strong> Mas, será que é mesmo assim para todos?</strong></h2>



<p>Numa altura em que se ouvem músicas de Natal por todo o lado, em que a publicidade promove estes encontros familiares em torno da mesa e em que parece que não existe sequer a possibilidade de podermos pensar num Natal diferente, porque <em>“Natal é família, amor e união”</em>, há de facto quem fique num lugar, simbolicamente falando, muito desafiante.&nbsp;</p>



<p>Quando nos encontramos neste lugar, em que não sentimos o tal amor e união, podemos acreditar que estamos errados, que o problema é nosso. Afinal, parece que todas as outras pessoas à nossa volta gostam do Natal e são felizes nesta época, exceto nós! E quando tentamos falar sobre o que sentimos, somos desvalorizados porque <em>“família é família</em>”. Esta invalidação pode atingir proporções maiores quando pensamos e sentimos que não temos uma família boa para nós porque não somos merecedores e/ou não somos suficientemente bons.</p>



<p>Importa desconstruir estas crenças, porque não é por ser família que temos de aceitar maus-tratos, humilhações, manipulações, entre outros. E não é por ser Natal que temos de estar com quem nos faz sentir mal.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O desafio de fazer diferente</strong></h2>



<p>Mas falar é fácil, e a realidade não é assim tão simples. Muitas vezes deixar de passar o Natal com a família implica ficarmos sozinhos, e isso também cria um grande peso. Implica também sentir o julgamento dos outros, nomeadamente de familiares, e isso pode causar muita angústia e até culpa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como gerir o stress e a ansiedade no Natal?</strong></h2>



<p>Como sei que, à partida, não é fácil fazer diferente, deixo, de seguida, algumas estratégias para gerir a ansiedade desta época:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-1MYcO' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Seleciona os conteúdos que consomes nas redes sociais;</li>



<li>Aumenta os momentos de autocuidado;</li>



<li>Dá atenção e espaço ao que sentes. As tuas emoções são válidas e precisam de ser geridas;</li>



<li>Respeita os teus limites e protege-te de situações que causem desconforto (como por exemplo: ir a centros comerciais, ir a jantares de Natal, etc.);</li>



<li>Promove momentos sociais com pessoas que te façam sentir bem;</li>



<li>Organiza os dias das festividades de forma que estejas menos tempo com pessoas que te causem desconforto;</li>



<li>Pede apoio a alguém da tua confiança para te ajudar a sair de situações ou conversas desconfortáveis (podem ter um sinal, por exemplo);</li>



<li>Estabelece limites, mesmo que indiretos (como por exemplo: sair das situações), para que não haja tanto espaço para estares nessas situações desconfortáveis;</li>



<li>Permite-te comer de forma livre para evitar um ciclo de restrições e de exageros. Lembra-te que perdido por cem é só perdido por cem, não é perdido por mil;</li>



<li>Identifica os teus gatilhos (aquilo que os outros dizem ou fazem e que te levam a reagir de forma mais exagerada) e respira fundo nessas situações, não vais resolver nada nestes contextos;</li>



<li>Ajusta as tuas expectativas em relação aos presentes, às refeições, às pessoas e às suas atitudes;</li>



<li>Cria uma distância emocional. Aceita que não podes mudar os outros e que aquilo que os outros fazem diz mais sobre eles do que sobre ti;</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E porque não procurar ajuda profissional?</strong></h2>



<p>Pode ser importante procurar ajuda. <strong>A terapia proporciona um espaço seguro que nos permite pensar sobre </strong><a href="https://simplyflow.pt/tudo-o-que-se-passa-aqui-dentro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>tudo o que temos cá dentro</strong></a>.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-1MYcO' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Autocuidado &#8211; Uma ferramenta transformadora</title>
		<link>https://simplyflow.pt/autocuidado-uma-ferramenta-transformadora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena Paixão]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jul 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[autocuidado]]></category>
		<category><![CDATA[Burnout]]></category>
		<category><![CDATA[helena paixão]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[o poder do autocuidado]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Poder do  Autocuidado convida-nos a abrandar e olhar para dentro com compaixão, permitindo-nos expandir o autoconhecimento, ampliar a autoestima e a fazer uma gestão consciente e saudável das nossas emoções.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A sociedade moderna avança a um ritmo alucinante. Vivemos num mundo que não pára, onde os desafios pessoais, profissionais e sociais disputam frequentemente a nossa atenção. A tecnologia, embora tenha facilitado muitos aspetos das nossas vidas, também nos trouxe a pressão de estarmos permanentemente disponíveis e conectados. O resultado? Um permanente estado de alerta, stress e contra-relógio, que pode impactar de forma negativa na nossa saúde e&nbsp; bem-estar geral.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Importa saber que, muitas vezes, a ansiedade e o burnout são um grito por ajuda!&nbsp;</strong></h2>



<p>A pressão constante para acompanhar o ritmo vigente pode ser profundamente desgastante, traduzindo-se em estados de exaustão e, no limite, em situações de burnout. É determinante reconhecer os sinais de exaustão antes que se agravem para um estado de burnout. Sentir-se constantemente sobrecarregado, ter dificuldade para se desconectar, sentir dificuldade em manter a concentração e notar sintomas físicos e emocionais intensos, são&nbsp; alertas que não deve ignorar. <strong>A busca pela produtividade incessante pode ter um custo&nbsp; elevadíssimo na nossa saúde (física, mental e emocional).&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O poder do autocuidado</strong></h2>



<p>O meu livro “<a href="https://www.livroshorizonte.pt/produto/o-poder-do-autocuidado/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O Poder do Autocuidado</a>” surge como uma ferramenta essencial para nos ajudar a&nbsp; gerir os desafios – internos e externos – com os quais nos podemos deparar nesta – exigente – Era atual, desempenhando um papel crucial na intervenção e sobretudo na prevenção dos quadros referidos. Foi criado com o objetivo de ser integrado na nossa vida diária e contribuir ativamente para uma melhor gestão do stress e ansiedade, de forma a abraçarmos o equilíbrio e recuperarmos o “controlo” do nosso bem-estar global.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="933" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/06/Hard_Cover_A4_Book_Mockup_3-copiar-1-1024x933.jpg" alt="autocuidado" class="wp-image-22334" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/06/Hard_Cover_A4_Book_Mockup_3-copiar-1-1024x933.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/06/Hard_Cover_A4_Book_Mockup_3-copiar-1-300x273.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/06/Hard_Cover_A4_Book_Mockup_3-copiar-1-768x699.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/06/Hard_Cover_A4_Book_Mockup_3-copiar-1-1536x1399.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/06/Hard_Cover_A4_Book_Mockup_3-copiar-1-2048x1865.jpg 2048w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/06/Hard_Cover_A4_Book_Mockup_3-copiar-1-1920x1748.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/06/Hard_Cover_A4_Book_Mockup_3-copiar-1-1170x1065.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/06/Hard_Cover_A4_Book_Mockup_3-copiar-1-585x533.jpg 585w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>Num mundo cada vez mais agitado e stressante, e neste ritmo tão acelerado quanto exaustivo que vivemos, é fácil negligenciarmos as nossas necessidades e esquecermos de nos colocar na nossa hierarquia de prioridades, podendo mesmo dar por nós com um diálogo interior negativo ou um crítico interno severo e implacável que não nos permite parar sem sentir culpa. &#8220;O Poder do  Autocuidado&#8221; convida-nos a abrandar e olhar para dentro com compaixão, permitindo-nos expandir o autoconhecimento, ampliar a autoestima e a fazer uma gestão consciente e saudável das nossas emoções. É um lembrete gentil de que cuidar de nós próprios não é um marcador de egoísmo, mas sim um ato de amor-próprio crucial para a nossa saúde e bem-estar global.  </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Nós estamos sempre connosco próprios, que possamos ser a nossa melhor companhia.&nbsp;</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-fmxiA' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Nós só amamos quem conhecemos, que possamos ampliar o nosso autoconhecimento. O nosso corpo é o nosso templo, que possamos nutri-lo com consciência.&nbsp;</p>



<p>A nossa mente é uma peça-chave para tudo funcionar saudavelmente, que possamos cuidar&nbsp; dela com curiosidade e gentileza.</p>



<p><strong>O autocuidado não é uma fórmula mágica ou um passaporte de imunidade mental, porém é seguramente uma ferramenta transformadora para mergulharmos no nosso Ser e fazermos do&nbsp; autocuidado um estilo de vida, em prol de uma vida mais leve, plena e feliz!</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-fmxiA' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>5 passos para lidar com a ansiedade dos estudos</title>
		<link>https://simplyflow.pt/5-passos-para-lidar-com-a-ansiedade-dos-estudos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hugo Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Mar 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Morais]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lidar com a ansiedade dos estudos pode ser um desafio, mas não é impossível.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A ansiedade dos estudos é uma realidade com a qual muitos estudantes lidam diariamente. A pressão para obter boas notas e a quantidade de conhecimento em diferentes áreas a adquirir num curto espaço de tempo podem ser fatores que resultam numa ansiedade descontrolada. No entanto, é possível aprender a prevenir e a gerir esses sentimentos de maneira mais eficaz.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5 passos úteis para ajudar a lidar com a ansiedade durante os estudos:</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1- Organização do plano de estudos</strong></h3>



<p>Uma das principais causas da ansiedade relacionada aos estudos é a sensação de estar sobrecarregado com uma quantidade aparentemente interminável de tarefas e material para rever. Para evitar esse sentimento avassalador, <strong>a organização do tempo com antecedência é crucial</strong>. Utilizando um “planner” semanal (existem várias apps que podem utilizar para o efeito) podemos <strong>desenvolver um plano de estudos detalhado, dividindo as tarefas em etapas menores e estabelecendo prazos realistas</strong>. Ao fragmentar o material em partes gerenciáveis, evitamos a sensação de estarmos sobrecarregados e teremos um caminho mais claro e exequível a seguir. Em termos práticos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Priorizar as tarefas, ou seja, identificar as tarefas mais importantes e urgentes, e estabelecer metas equilibradas entre ambição e realismo;</li>



<li>De seguida e recorrendo a um “planner” semanal definimos um horário de estudos e reservamos blocos de tempo específicos para cada disciplina ou tarefa. Ao estabelecermos um cronograma claro conseguimos ter uma visão geral das nossas responsabilidades, de uma forma atempada e serena;</li>



<li>Finalmente devemos analisar e ajustar regularmente o nosso plano de estudos, porque dificilmente vamos acertar à primeira, e porque devemos constantemente estar alinhados com as nossas necessidades. É por isso que devemos estar abertos a fazer alterações e perceber que se uma abordagem específica não estiver a funcionar, não devemos hesitar em experimentar novas estratégias até encontrar o plano de estudos que funcione melhor, em vez de desistirmos do próprio processo de criarmos um plano.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2- Gestão do tempo: técnica Pomodoro</strong></h3>



<p>Uma técnica de gestão do tempo que recomendo é a técnica Pomodoro, onde <strong>alternamos entre períodos de estudo concentrado e pausas regulares</strong>.<strong> </strong>Está estudado que maratonas contínuas de estudo não são eficientes e desgastam-nos emocionalmente, ao passo que com esta técnica conseguimos ser mais eficazes na gestão do nosso tempo e com menor dispêndio de energia.</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-GR8zt' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>O método Pomodoro é simples e consiste em dividirmos o nosso tempo de estudo em períodos de 2h, e cada período de 2h dividirmos em quatro blocos de 30 minutos. Vamos agora distribuir as atividades e matérias que queremos executar ou estudar nesses blocos.</p>



<p>Esta técnica defende que devemos realizar a atividade que definimos durante 25 minutos. Terminando esse tempo temos uma pausa de 5 minutos, mesmo que isso implique interromper o que estávamos a fazer, porque aí é que reside a mais-valia desta técnica. Nestas pausas devemos sair do nosso local de estudo, desligar e descomprimir. Passados os 5 minutos retornamos e continuamos. E assim sucessivamente até que completemos as duas horas. Antes de entrarmos noutro período Pomodoro devemos descansar 30 minutos. Existem estudos que indicam que esta abordagem ajuda a manter a concentração e a produtividade ao longo do tempo.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3- Pratique técnicas de relaxamento</strong></h3>



<p>A respiração profunda, a meditação e o mindfulness são exemplos de práticas que podem ajudar a reduzir os níveis de ansiedade. Estas práticas devem fazer parte da nossa rotina diária de forma a potenciarmos os seus resultados e agirmos também de forma preventiva, e não apenas quando sentimos ansiedade. Dessa prática diária resultam automatismos mentais e biológicos cujos efeitos permitem uma melhor regularização da nossa ansiedade. Por isso, <strong>dediquem alguns minutos do vosso dia para praticar essas técnicas, especialmente antes e depois de períodos intensos de estudo</strong>. Isso <strong>ajudará a manter a mente calma e focada</strong>.&nbsp;</p>



<p>Além disso, não subestimemos a importância de cuidarmos do nosso bem-estar físico e mental. Mantém uma dieta equilibrada, dorme o suficiente e pratica exercício físico regularmente. Um estilo de vida saudável pode ter um impacto significativo na nossa capacidade de lidar com a ansiedade. Parece ser uma dica muito básica, não é? Então, porque não a estamos a praticar? Comecem hoje com algo simples e sintam as melhorias ao longo do tempo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4- Estabeleça limites e prioridades</strong></h3>



<p>É fácil cairmos na armadilha de tentar abraçar mais do que podemos suportar. <strong>É</strong>, por isso, <strong>importante estabelecer limites claros para o tempo de estudo e aprender a dizer não a atividades que não são prioritárias</strong>. Embora possa parecer produtivo tentar realizar várias tarefas ao mesmo tempo, isso pode prejudicar a eficiência e a qualidade do estudo. Para além que tentarmos lidar com múltiplas tarefas simultaneamente só aumentará a nossa ansiedade e diminuirá a nossa produtividade. Devemos por isso concentrar-nos numa tarefa de cada vez e eliminar distrações, tais como notificações do telemóvel e/ou redes sociais. Utilizando a técnica Pomodoro referida no passo 2, é possível gerir melhor estas distrações e assim dedicar total atenção à atividade em que estamos a trabalhar e cumprirmos com o nosso plano de estudo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5- Pratique o autocuidado</strong></h3>



<p>Parece uma dica algo simplista, mas não é. Afinal, quantos de nós tem plena consciência da sua mais valia e sabe claramente o que tem de fazer para melhorar a sua qualidade de vida e não o fazemos? Ficamos com a sensação que tudo se coloca à frente deste nosso tempo, ao ponto de sentirmos que já não controlamos o nosso dia a dia e que os dias não são mais do que um emaranhado sequencial de tarefas e responsabilidades? Já se sentiram assim, certo? Pois é, este passo parece simples mas não é, e com o acumular do tempo o nosso próprio corpo vai manifestar-se para aquilo que não estamos a fazer ou decidir por nós. É por isso que <strong>devemos programar atividades de autocuidado</strong> e que as devemos colocar no nosso plano de estudos. Sim, <strong>estas atividades de autocuidado devem constar no mesmo plano de estudos</strong>. <strong>Só quando colocamos no mesmo patamar de prioridades os estudos e o autocuidado é que vamos conseguir obter o devido equilíbrio</strong>. Não existe produtividade ou um bom estudo, sem um bom equilíbrio emocional. Por isso, comecem a colocar no vosso planeamento, os vossos hobbies, tempo ao ar livre, atividades físicas, passar tempo com amigos ou família, ler por prazer ou simplesmente relaxar e descontrair. É essencial encontrarmos um equilíbrio saudável entre os estudos e o tempo livre para evitar a exaustão e a sobrecarga mental.</p>



<p>Lembrem-se que priorizar o autocuidado não é um luxo, mas, sim, uma parte fundamental para uma boa saúde mental e emocional, o que é essencial para conseguirmos atingir os nossos objetivos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Lidar com a ansiedade dos estudos pode ser um desafio, mas não é impossível. Acredita eu sei, porque passei pelo mesmo.&nbsp;</strong></h2>



<p>Alguns dos passos que vos passei neste artigo são do senso comum, no entanto pode ser que desta vez, pelo menos desta vez, elas se possam efetivar nas vossas vidas e passem realmente a fazer parte do vosso dia a dia e de forma consistente.&nbsp;</p>



<p>Ao implementarem estas dicas, vão estar mais bem equipados para maximizar a vossa eficiência, e alcançarem os vossos <a href="https://www.facebook.com/hugomoraismentalcoach/posts/pfbid0nQpEaHiY9ccN9ywWqyuiwoxXWQVj7urkSH3Vqf8UnQjSVpnwX2sTm6CoGKSNiXS7l" target="_blank" rel="noreferrer noopener">objetivos</a>, ao mesmo tempo que encontram um equilíbrio saudável entre os estudos e <a href="https://simplyflow.pt/ja-sabes-o-que-queres-ser/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">outras áreas da vida</a>. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Lembrem-se de que devemos ser pacientes connosco mesmo enquanto trabalhamos para melhorar a nossa organização e produtividade nos estudos.</strong>&nbsp;</h2>



<p>É um processo que vai sendo otimizado ao longo do tempo. Asseguro, no entanto, que a partir do momento em que começares já te vais sentir melhor.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Relembrar, por fim, que está tudo bem em pedir ajuda quando precisamos e que não estás sozinho na tua jornada.&nbsp;</strong></h2>



<p>Falar com um amigo, membro da família ou mesmo um profissional na área pode ajudar a sentires-te compreendido, mas também a colocar as tuas preocupações em perspectiva e a dar inputs que melhorem a tua qualidade de vida. Estamos juntos!</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-GR8zt' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>A ansiedade aumenta o apetite ou comer aumenta a ansiedade?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/a-ansiedade-aumenta-o-apetite-ou-comer-aumenta-a-ansiedade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Bravo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Mar 2023 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Apetite]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[João Bravo]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É preciso compreender que a ansiedade interfere diretamente com o sistema de recompensa no cérebro. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Está comprovado que <strong>a ansiedade pode aumentar o desejo por comida</strong>. E isto pode ocorrer sobretudo por duas razões:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Por um lado, a ingestão de alguns alimentos ajuda a libertar endorfinas, que, ainda que temporariamente, dão uma sensação de bem-estar e de melhorias no humor. Claro que isto é um efeito de curto prazo e que gera “ressaca”; Ou seja, quando este efeito passa a pessoa tende a sentir-se mais ansiosa ou depressiva, gerando um círculo vicioso;</li>



<li>Por outro lado, as pessoas sentem mais fome quando estão mais ansiosas ou deprimidas. Estes estados aumentam sobretudo o apetite por alimentos ricos em açúcar, produtos processados, alimentos com alto teor em gordura ou sal, mas sobretudo alimentos muito calóricos, tais como os doces no geral.</li>
</ul>



<p>É preciso compreender que <strong>a ansiedade interfere diretamente com o sistema de recompensa no cérebro</strong>. Para muitas pessoas a alimentação exagerada funciona como uma válvula de escape.</p>



<p>O próprio aumento de cortisol, resultante do excesso de ansiedade, faz com que aumente também a vontade e o desejo por alimentos ricos em gordura e alimentos açucarados. Mas, por outro lado, também já se sabe que quanto mais gordura saturada e mais açúcar uma pessoa consumir, mais cortisol e mais hormonas relacionadas com a ansiedade vai produzir, aumentando assim os níveis de ansiedade.&nbsp;</p>



<p><strong>O consumo de hidratos de carbono simples gera alterações no humor e tende a aumentar a ansiedade</strong>. Então, é muito fácil entrar neste círculo vicioso.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O aumento da ansiedade gera mais fome – fome emocional.&nbsp;</strong></h2>



<p>Isto significa que quanto mais calorias comemos mais a ansiedade aumenta. É aquela velha história: <em>“se correr o bicho pega, se ficar o bicho come”</em>. Então aqui impõe-se uma questão:&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como é que podemos terminar com este círculo?</strong></h2>



<p>Existem dois pontos chave:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Evitar os alimentos ricos em gordura saturada, hidratos de carbono e açúcar </strong>&#8211; Devemos restringir a ingestão de hidratos de carbono simples (como, por exemplo: bolos, chocolate, bolachas, refrigerantes, etc.), alimentos feitos com farinhas processadas e refinadas (uma vez que geram os mesmos efeitos que o açúcar), evitar os alimentos fritos, alimentos processados e alimentos com muita gordura saturada;</li>



<li><strong>Controlar a ansiedade </strong>&#8211; Na realidade, este é um ponto bem difícil e sensível. Quando conseguimos controlar a ansiedade, existem mudanças muito positivas que acontecem no nosso corpo. A nossa saúde melhora brutalmente e é muito mais fácil <a href="https://simplyflow.pt/o-que-nos-anda-a-engordar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">emagrecer</a>. </li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3 Dicas para controlar a ansiedade:&nbsp;</strong></h2>



<p>Aqui ficam, então, algumas dicas para controlar a ansiedade:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-c2bI8' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Faça exercício físico.&nbsp;</strong></h3>



<p>A prática diária de exercício é das coisas que mais ajuda a controlar a ansiedade, bem como outros problemas do sistema nervoso. E, às vezes, uma caminhada de meia a uma hora ajuda imediatamente a reduzir a ansiedade.&nbsp;</p>



<p>Eu tenho consciência, e sei pela minha experiência pessoal, mas sobretudo com os meus pacientes, que quando uma pessoa sofre de <a href="https://www.facebook.com/photo.php?fbid=737284074424849&amp;set=pb.100044297880734.-2207520000.&amp;type=3" target="_blank" rel="noreferrer noopener">insónia</a>, ansiedade ou <a href="https://simplyflow.pt/como-ultrapassar-a-depressao-ou-o-esgotamento/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">depressão</a>, a última coisa que lhe apetece fazer é sair de casa e fazer exercício. A tendência é sentirem-se cansados e irem para o sofá. Mas, garanto-vos, se contrariarem isto e fizerem exercício vão recuperar muito rapidamente. O cansaço desaparece porque muitas vezes o cansaço é mental &#8211; é a síndrome do pensamento acelerado, ou seja, uma mente que não para e que gasta muita energia nesse processo. </p>



<p>Mesmo pessoas que tomam antidepressivos ou ansiolíticos, potencializam – e muito – os resultados destes medicamentos, se fizerem exercício.</p>



<p><strong>Fazer exercício físico é mesmo muito importante, e quando menos lhe apetecer, é quando mais está a precisar! </strong>O truque é não pensar e ter sempre o equipamento do desporto à mão, umas sapatilhas ou uns sapatos mais confortáveis e ir, sem pensar demasiado, porque se entrar numa guerra contra a ansiedade, ela vai aumentar e ganhar a guerra.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Pratique meditação, técnicas de respiração, técnicas de relaxamento, </strong><strong><em>mindfulness</em></strong><strong>, exercícios de bioenergética.</strong></h3>



<p>Muitas vezes nem precisa de muito tempo, uma vez que 10, 20 minutos por dia já tem um impacto brutal no controlo da ansiedade e da depressão</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Recorra à ajuda de um/a especialista que lhe aconselhe quais os melhores suplementos.&nbsp;</strong></h3>



<p>Outro ponto que também abordo com os meus pacientes é a utilização de suplementos, pois está provado que a utilização de algumas plantas e alguns suplementos ajudam a controlar a depressão, ansiedade, a <a href="https://simplyflow.pt/alimentos-e-comportamentos-que-nos-ajudam-a-melhorar-a-qualidade-do-sono/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">insónia</a> e também a vontade de comer. Plantas como a valeriana, a passiflora, ashwagandha, ginseng e suplementos como o magnésio, os ómegas-3, são muito úteis no controlo da ansiedade.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A ansiedade aumenta o apetite ou comer aumenta a ansiedade?" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/0zzSRlSzx5Y?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-c2bI8' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como contornar a ansiedade durante a gravidez?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-contornar-a-ansiedade-durante-a-gravidez/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marta Martins Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2023 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Marta Martins Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na hora de contornar a ansiedade na gravidez, todas as estratégias são válidas desde que nunca a prejudiquem a si ou ao seu bebé. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A gravidez por si só é um período de mudanças drásticas na vida de uma mulher e, consequentemente, de toda a sua família, sendo muito comum que apresentem sintomas de ansiedade durante a gestação.&nbsp;</strong></p>



<p>Como principais sintomas destacam-se o descontrolo emocional, palpitação cardíaca, falta de ar, preocupação em excesso e inseguranças.</p>



<p>Existem alguns cuidados e estratégias para ter uma gestação mais serena, segura e sem ansiedade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>6 Dicas para viver a gravidez de forma mais serena, segura e sem ansiedade:</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Cuide da sua alimentação</strong></h3>



<p>Comer bem melhora a vida de qualquer pessoa, sobretudo numa grávida onde vai fazer toda a diferença no seu dia-a-dia, mas também no desenvolvimento do bebé. Existem muitos alimentos que possuem efeitos naturais de maior calma e diminuição de ansiedade. Informe-se junto do seu Médico ou Nutricionista.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Durma bem</strong></h3>



<p>Uma boa rotina de sono tem efeitos incríveis no seu bem-estar. Procure ter uma boa rotina de sono e verá melhorias significativas na ansiedade.&nbsp;</p>



<p>Tente desde início dormir 8 horas de sono, deite-se cedo e sempre à mesma hora, evitando tecnologias e dando prioridade a livros e revistas leves e relaxantes, baixando a quantidade e intensidade de luz.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Faça exercício físico</strong></h3>



<p>Certifique-se, junto do seu Médico, se pode praticar alguma actividade física e vejam em conjunto o que melhor se enquadra na sua situação. Ele poderá indicar quais os exercícios mais apropriados e em que momento os pode fazer sem prejudicar a sua gestação.</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-zDoA2' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Praticar exercício ou actividades físicas traz benefícios em qualquer momento da vida, incluindo, durante a gravidez. Além dos benefícios para o corpo, também ajuda a aliviar a mente e a combater a ansiedade.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Leia sobre o tema</strong></h3>



<p>A melhor maneira de combater pequenas dúvidas e alguma ansiedade é lendo muito sobre o assunto. Não somente sobre a gravidez e a saúde da mulher, mas sobre sintomas e algumas ocorrências, consigo mesma e com esta nova vida que está a ser gerada dentro de si. Escolha sempre ler livros ou artigos de especialistas em cada área específica. Certifique-se que procura fontes fidedignas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Fale sobre o assunto</strong></h3>



<p>Absorver conteúdo enriquecedor é sempre uma mais-valia. Contudo, deve anotar todas as dúvidas que podem advir tanto da leitura, como no seu dia-a-dia, que devem ser esclarecidas junto do seu médico assistente neste período.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>6. Mantenha-se informada</strong></h3>



<p>Com os últimos acontecimentos de novos horários de maternidade e fecho de outras, procure estar sempre informada junto do site da <a href="https://www.dgs.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Direcção Geral de Saúde</a>, onde pode consultar a qualquer momento os horários de funcionamento de cada maternidade, bem como ir ouvindo estações de rádio onde passe este tipo de informação.</p>



<p>Tendo toda a informação disponível, tendo já o plano de parto efectuado, e do conhecimento do seu Médico, resta somente dirigir-se atempadamente (quando possível) a uma maternidade, logo que haja sinais de início de parto ou alguma questão que deva ser vista pelo seu Médico.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Na hora de contornar a ansiedade na <a href="https://simplyflow.pt/a-magia-da-gravidez/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">gravidez</a>, todas as estratégias são válidas desde que nunca a prejudiquem a si ou ao seu bebé. </strong></h2>



<p>Conte sempre com o seu Médico e caso sinta necessidade, procure um Psicólogo. <strong>Desfrute em pleno deste momento de vida tão especial para qualquer mulher.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-zDoA2' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como comer sem sentir culpa, ansiedade ou descontrolo?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-comer-sem-sentir-culpa-ansiedade-ou-descontrolo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sónia Marcelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Aug 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Comer]]></category>
		<category><![CDATA[Comida]]></category>
		<category><![CDATA[Culpa]]></category>
		<category><![CDATA[Descontrolo]]></category>
		<category><![CDATA[Descontrolos]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Sónia Marcelo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A longo prazo, esta situação de culpa e ansiedade pode levar a descontrolos e compulsões alimentares e o ciclo inicia-se, levando a um aumento cada vez maior de peso e acumulação de massa gorda.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vivemos numa época em que se valoriza cada vez mais o Ter, o exterior, as aparências. Em que andamos diariamente numa correria (como se corrêssemos contra o tempo), sempre atrasados para algo, que muitas vezes nem sabemos o que é. Queremos sempre mais do que aquilo que temos. O marketing e a comunicação fazem-nos sentir insatisfeitos. Permanentemente insatisfeitos connosco, com a nossa vida, com o nosso corpo.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E nesta busca incessante por uma vida perfeita queremos também um corpo perfeito.&nbsp;</strong></h2>



<p>Para o conseguir recorremos muitas vezes a dietas, restrições e até punições contra nós mesmos e o nosso corpo. A culpa por termos comido algo calórico que, pensamos nós, era proibido leva-nos à ansiedade. Os “e se” começam a surgir na nossa mente que coloca todos os cenários possíveis e geralmente os piores cenários.</p>



<p>Se esta culpa continuar facilmente vamos ter o pensamento “<a href="https://simplyflow.pt/6-dicas-para-manter-a-motivacao-numa-dieta/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">perdido por 100, perdido por 1000</a>”, em que sempre que comermos algo calórico, por mais pequena que seja a porção, vamos pensar que já está tudo “estragado”, que já não somos bons o suficiente, nem merecedores de um corpo mais saudável e caímos no exagero alimentar. </p>



<p>A longo prazo, esta situação de culpa e ansiedade pode levar a descontrolos e compulsões alimentares e o ciclo inicia-se, levando a um aumento cada vez maior de peso e acumulação de massa gorda.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual é um dos principais motivos para este ciclo acontecer?</strong></h2>



<p>Está a focar-se na <strong>restrição</strong> em vez de se focar em<strong> mudar o seu pensamento e mudar a forma de se relacionar com a comida</strong> e assim conseguir fazer uma alimentação equilibrada! Por isso, vou partilhar 4 estratégias para conseguir comer, de forma saudável e <a href="https://www.facebook.com/nutricionistasoniamarcelo/posts/pfbid0J5CHWvsJTzVHUcjT4EcbNKGRijHQ31ZaKnEGzg4PmCXTfm7CyZUkeMi2BpQkR6pHl" target="_blank" rel="noreferrer noopener">emagrecer</a>, sem sentimentos de culpa, ansiedade ou descontrolos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>4 Dicas para conseguir comer de forma saudável e emagrecer sem sentimentos de culpa, ansiedade ou descontrolos: </strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-aw84G' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Amor-próprio e valorização pessoal</strong></h3>



<p>Já diz o ditado “se eu não gostar de mim, quem gostará?”. Aprenda a amar-se, a ser a sua melhor amiga/melhor amigo, a ser gentil e paciente consigo e a compreender que é linda/lindo como é, que as imperfeições fazem de si um ser único, perfeito e especial. Este é o ponto de partida para conseguir ter uma relação saudável consigo mesma/o, com o seu corpo e com a alimentação. Se se valorizar e o seu “eu” for uma prioridade vai querer comer alimentos que sabe que a vão nutrir de forma positiva. Que lhe vão dar saúde e energia. Não vai querer “castigar” e punir o seu corpo ora com o excesso alimentar e de calorias, açúcar, gordura… ora com a fome e a restrição.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Aceitação</strong></h3>



<p>Aceitarmo-nos como somos, como os outros são, como a sociedade funciona. Aceitar o nosso corpo, com as suas imperfeições. Aceitar que vão existir semanas desafiantes. Aceitar que o importante não é apenas chegar à meta (a um determinado número de peso), mas, sim, aproveitar esta viagem para se conhecer melhor, para conhecer o seu corpo, estar atenta às suas necessidades, praticar uma alimentação intuitiva, saborear os momentos e as aprendizagens. Aceitar que o emagrecimento não é apenas sobre o que comemos ou deixamos de comer, mas, sim, a forma como encaramos os desafios da vida, a nossa capacidade de nos adaptarmos aos ambientes (colegas que levam bolachas para o escritório, festas de anos, férias…), a forma como nos vemos a nós mesmas/os, a nossa força e resiliência.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Reeducação alimentar</strong></h3>



<p>Aprender a escutar mais o corpo. A sentir. A perceber o que precisamos de comer em cada momento do nosso dia, nas diferentes fases da nossa semana, dos meses e anos.&nbsp;</p>



<p>Podemos comer de tudo. Não existem, ou não deveriam existir, alimentos proibidos. Existem, sim, alimentos que nos vão nutrir de forma mais positiva e, por isso, devem ser privilegiados e fazer parte do nosso dia-a-dia. E outros alimentos com uma densidade energética muito grande que não nos trazem benefícios e que, por isso, devemos comer apenas quando nos fizer realmente sentido, sem que haja fome emocional associada, e de forma pontual e moderada.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Comer devagar e praticar a atenção plena (</strong><strong><em>mindfulness eating</em></strong><strong>)</strong></h3>



<p>Aprender a estar no momento presente. Aprender a desfrutar da refeição, sem distrações. Olhar para o prato, para os diferentes alimentos, cores, formas. Comer com consciência e atenção, mastigando bem os alimentos, sentindo os seus sabores, texturas. Saborear os alimentos e estar atenta/o aos sinais da saciedade. Devemos comer até estarmos 80% satisfeitos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O peso não é apenas resultado do que comemos, mas, principalmente, o resultado da forma como lidamos com as nossas emoções.&nbsp;</strong></h2>



<p>Esta é uma frase que digo muitas vezes. <strong>Para se libertar da culpa e da ansiedade, trabalhe a sua mente (focada em soluções, no positivismo, otimismo, na aceitação), trabalhe as suas emoções (sinta-as, aprenda a lição que lhe querem dar e liberte-as) e viva o momento presente, com amor, gentileza e compaixão.</strong></p>



<p>Tal como Buda diz a escolha deve ser “o caminho do meio”.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-aw84G' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Efeitos terapêuticos das Mandalas na ansiedade</title>
		<link>https://simplyflow.pt/efeitos-terapeuticos-das-mandalas-na-ansiedade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Apr 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LAZER]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[Mandalas]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[meditação]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=17480</guid>

					<description><![CDATA[<p>A ansiedade é, efetivamente, um problema cada vez mais incidente e todos nós, de forma mais ou menos leve, nos sentimos ansiosos em algum momento da nossa vida.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quando foi a última vez que decidiu e conseguiu parar para fazer algo que o faz verdadeiramente sentir bem? No meio da rotina diária, da correria, encontramos tempo para estar online, para trabalhar, cuidar da casa, da família, mas e tempo para cuidar de nós mesmos? Tempo para fazer algo prazeroso e que nos traga saúde física, mental e emocional?</strong></p>



<p>A maioria de nós vive no futuro, mas numa exigência de que tudo aconteça para ontem. É uma roda-viva, um corre-corre diário, um ritmo alucinante e duro aquele que exigem e exigimos de nós mesmos todos os dias. E, como se não bastasse, para além deste viver permanente no futuro, vivemos muitas vezes com medo desse futuro. É este mesmo medo que nos causa diferentes graus e intensidades de ansiedade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A ansiedade é, efetivamente, um problema cada vez mais incidente e todos nós, de forma mais ou menos leve, nos sentimos ansiosos em algum momento da nossa vida.</strong></h2>



<p>Por isso, venho falar de algo natural, gratuito, acessível e fácil de utilizar para ajudar a minimizar a ansiedade: <strong>desenhar e pintar mandalas</strong>!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Efeitos terapêuticos das Mandalas na ansiedade:</strong></h2>



<p>As mandalas são uma ferramenta que nos ajuda a controlar e, muitas vezes, a eliminar a ansiedade ou picos de ansiedade. Se se permitir tirar alguns minutos do seu dia, aqueles minutos que são vitais para estarmos com nós mesmos, eu vou mostrar-lhe como.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mandalas vs Ansiedade em 3 pontos essenciais:</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-B60Kz' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list"><li>A ansiedade é um estado que nos leva para o <strong>Futuro</strong> e nos faz preocupar, ou seja, pré-ocupar com algo que não existe. As mandalas são uma ferramenta que nos faz estar no <strong>Presente</strong>, no aqui e no agora;</li><li>A ansiedade é algo que surge, às vezes aparentemente sem razão, como uma espécie de emoção que traz angústia, dor, tensão e muita insegurança. As mandalas são uma ferramenta que te ajuda a libertar essa dor, a acalmar, apaziguar a dor e te traz segurança e equilíbrio;</li><li>A ansiedade aumenta os níveis de cortisol (conhecida como hormona do stress). A pintura de mandalas, sendo uma atividade relaxante que nos leva a um estado meditativo, produz serotonina (conhecida como hormona da felicidade).</li></ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Pintar mandalas &#8211; uma terapia complementar e necessária</strong></h2>



<p><a href="https://simplyflow.pt/vamos-pintar-mandalas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pintar mandalas</a> possibilita-nos dar um novo foco ao corpo e à mente e desenvolver novas formas de relaxamento e serenidade. Trata-se de uma <strong>meditação ativa</strong>, que induz ao relaxamento e a uma conexão interior profunda. Para além disso, este tipo de meditação é ativada pela cor, pela beleza e harmonia da conjugação das cores, que nos afetam de forma positiva do início ao fim do processo.</p>



<p>Cada cor, cada forma, cada traço do desenho e da pintura que criamos fazem com que dentro de nós o “caos” também se alinhe e organize.&nbsp;</p>



<p>Aliada a uma respiração consciente e profunda, produz bem-estar geral, regulando determinados sinais nervosos, melhorando o desempenho de todo o nosso sistema nervoso.</p>



<p>Sem descurar ou minimizar a importância de tratamento ou acompanhamento médico, em algumas situações de ansiedade, a minha proposta é que usemos as mandalas como uma ferramenta complementar na ajuda ao combate da mesma. Para tal, deixo algumas propostas práticas de <a href="https://www.facebook.com/mariami.mandalas/posts/1314003175790505" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mandalaterapia</a>. Pode descarregar <a href="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/04/Propostas-Mandalaterapia-Simply-Flow.pdf">aqui</a> e usar sempre que se sentir ansiosa/o e usufrua de um bom relaxamento!</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-B60Kz' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>3 Técnicas para lidar com pensamentos ansiosos</title>
		<link>https://simplyflow.pt/3-tecnicas-para-lidar-com-pensamentos-ansiosos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Mendes Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Nov 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Nuno Mendes Duarte]]></category>
		<category><![CDATA[pensamentos ansiosos]]></category>
		<category><![CDATA[preocupações excessivas]]></category>
		<category><![CDATA[Superar a ansiedade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=16397</guid>

					<description><![CDATA[<p>Vou apresentar-lhe três técnicas para lidar com um estilo de pensamentos ansiosos específico: as preocupações excessivas. Ou os pensamentos-novelo, como lhes chamo no meu livro “Superar a Ansiedade”. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/3-tecnicas-para-lidar-com-pensamentos-ansiosos/">3 Técnicas para lidar com pensamentos ansiosos</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A sua ansiedade pode conter diversos sintomas que não são facilmente identificados. Entre estes encontram-se os seus pensamentos. Muitas vezes, existe a tentação de dividir os pensamentos em categorias. Como se alguns pensamentos fossem negativos e outros fossem positivos e todo o seu esforço deveria consistir em “pensar positivo”. Ou como se as preocupações fossem uma perda de tempo e se resolvessem “se não pensares mais nisso”. Curiosamente, se lhe acontecer o mesmo que à maioria das pessoas irá sentir frustração e pensar que deveria controlar melhor estes pensamentos.&nbsp;</p>



<p><strong>Estas abordagens à </strong><a href="https://simplyflow.pt/3-estrategias-praticas-para-superar-a-ansiedade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>ansiedade</strong></a><strong> e aos pensamentos ansiosos não funcionam: pensar positivo e suprimir pensamentos. </strong></p>



<p>Vou apresentar-lhe três técnicas para lidar com um estilo de pensamentos ansiosos específico:<strong> as preocupações excessivas</strong>. Ou os pensamentos-novelo, como lhes chamo no meu livro “<a href="https://www.presenca.pt/products/superar-a-ansiedade" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Superar a Ansiedade</a>”. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Aprenda 3 técnicas para lidar com pensamentos ansiosos:</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-64XNQ' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Identificação&nbsp;</strong></h3>



<p>Provavelmente ainda não notou que quando está ansioso a sua atenção fica presa, num processo em espiral, a remoer os seus pensamentos. E, este processo, prolonga e aumenta tanto as emoções negativas como as crenças inadequadas sobre si próprio. Portanto, se não tiver consciência de que isto está a acontecer consigo terá dificuldade em interromper a espiral e libertar a sua atenção. Por isto, <strong>a primeira das técnicas para lidar com os seus pensamentos-novelo, consiste em identificar a sua presença</strong>.</p>



<p>Normalmente, sabemos que estes pensamentos surgem sob a forma de perguntas abertas, tais como: “E se&#8230;?” ou “Será que…?”. Notará com facilidade que as perguntas e cenários que está a colocar, não têm uma resposta possível e concreta. Se começar a escrutinar o conteúdo e a tentar garantir que o que está a pensar não vai acontecer, enrola-se no fio. Ao tentar desafiar se o que pensa é ou não é verdadeiro, o novelo cresce. Como exemplo, se quiser ver o novelo a crescer é só começar a tentar responder à preocupação: “Será que sou competente?”. A seguir dirá: “Bem, tenho feito projectos muito bons e têm sido elogiados”. E depois: “Sim, mas achas que isso é suficiente para seres competente?”. Que segue para: “E se apenas me elogiaram porque ficava bem dizerem isso, como é que eu sei se o que escrevi é bom?”. E acrescenta: “Vejo outros a escreverem projectos melhores, se calhar eu não sou assim tão competente como eles”. Então, tenta resolver novamente: “Eu devia conseguir escrever mais rápido e com mais qualidade todas as semanas”. E volta a questionar -se: “Sim, mas mesmo que faças isso, como é que vais conseguir garantir que és competente?”&#8230; Como lhe digo, é um novelo infindável. </p>



<p>Se é este o seu caso, o que queremos é que <strong>saia do novelo, modificando a relação com a forma como pensa</strong>. Assim,<strong> em vez de tentar responder aos pensamentos-novelo, terá de identificar e criar distância em relação aos mesmos</strong>. O objectivo não é suprimir ou travar os pensamentos. O que se procura é deixar correr o comboio do pensamento sem entrar em nenhuma carruagem.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Etiquetar o pensamento</strong></h3>



<p>Para poder criar algum distanciamento em relação à espiral de preocupação, poderá reconhecer os pensamentos, sensações ou emoções que está a ter, colocando etiquetas que ajudam a chamar as experiências por aquilo que elas são. <strong>Esta categorização permite que se distancie dos conteúdos e aprenda a desenvolver uma conversa interna mais objectiva.&nbsp;</strong></p>



<p>Procure identificar, dizendo em voz alta, se necessário, qual a experiência que está a ter no momento. Por exemplo, procure ler as seguintes frases, notando a diferença em termos de impacto emocional:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>“Será que sou competente?”</li><li>“Estou a ter o pensamento: será que sou competente?”</li></ul>



<p>Normalmente, as pessoas sentem que através da técnica utilizada na segunda frase não existe a mesma urgência de resposta do que na primeira frase. Como se a primeira frase fosse o início da espiral de pensamentos-novelo, e, na segunda frase, percebemos que na realidade é apenas um pensamento-novelo, ao qual não temos de dar resposta.&nbsp;</p>



<p><strong>Instruções:</strong></p>



<p>O modelo para este exercício é o seguinte: sempre que identificar as perguntas abertas, cujas respostas são pouco concretizáveis e que parecem ramificar-se em problemas cada vez maiores, que bloqueiam a sua capacidade de decisão, diga para si próprio: “Estou a ter o pensamento …… (descreva o seu pensamento)”. Poderá acrescentar ainda: “Já sei que este é um pensamento-novelo, ao qual não me é útil responder”.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Distanciar-se do pensamento</strong></h3>



<p>Continuando com o pressuposto de que não vai entrar num diálogo interno, a tentar desafiar os pensamentos de preocupação, pode continuar a criar distância olhando para os pensamentos como nuvens na sua cabeça. <strong>Através desta técnica, irá aprender a relacionar-se com os pensamentos, observando-os como um fenómeno natural, passageiro, em constante transformação e sem qualquer significado emocional.</strong>&nbsp;</p>



<p>Vou pedir-lhe que leia as instruções abaixo e, quando as tiver percebido, feche os olhos e faça o exercício. Procure fazer este exercício durante 5 minutos. Coloque um relógio ou temporizador perto de si, quando começar.&nbsp;</p>



<p><strong>Instruções:</strong></p>



<p>Feche os olhos por um pouco. Comece a aperceber-se da intensa actividade mental que está a ocorrer.&nbsp;</p>



<p>Imagine, agora, que cada pensamento, raciocínio e imagem mental que surge dentro de si é uma nuvem no seu céu interno.&nbsp;</p>



<p>Repare na sua forma e na sua passagem. Observe a sua actividade interna como quem observa um céu com nuvens a passar, de diversas formas e feitios.&nbsp;</p>



<p>Apenas nuvens, formas passageiras, sem que o seu conteúdo se distinga ou tenha relevância neste momento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“E se eu não conseguir aplicar estas técnicas?”</strong></h2>



<p>Estas são apenas algumas das técnicas que lhe poderão começar a criar algum espaço de liberdade em relação à sua preocupação. Se pretender conhecer mais poderá consultar o livro “<a href="https://www.presenca.pt/products/superar-a-ansiedade" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Superar a Ansiedade</a>”, ou se estiver a passar por uma situação de ansiedade elevada ou excessiva poderá marcar consulta comigo, na <a href="https://www.oficinadepsicologia.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Oficina de Psicologia</a>.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-64XNQ' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<title>3 Estratégias práticas para superar a ansiedade</title>
		<link>https://simplyflow.pt/3-estrategias-praticas-para-superar-a-ansiedade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Mendes Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Oct 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Nuno Mendes Duarte]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[Superar a ansiedade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=16013</guid>

					<description><![CDATA[<p>Se sabe que a ansiedade é uma emoção e se quer regular a sua ansiedade, então terá de garantir alguns pilares de estabilidade emocional.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/3-estrategias-praticas-para-superar-a-ansiedade/">3 Estratégias práticas para superar a ansiedade</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sei que existem momentos na sua vida em que se quer desafiar, em que gostaria de se propor a projectos importantes ou até mesmo simplesmente mudar de direcção. No entanto, é como se a sua vontade estivesse bloqueada por um medo irracional ou todas as suas preocupações conspirassem contra si. Isso, uma conspiração de novelos juntinhos de pensamento que a vão amarrando e travando a sua progressão. Por fim fica presa em indecisões ou a evitar o mundo que tanto quer alcançar.</p>



<p>É provável que, nesses momentos importantes, a emoção que sente se chame <strong>ansiedade</strong>. E, se já está a ser muito intensa, relativamente frequente e a impede de estar em situações importantes para si ou bloqueia as suas tomadas de decisão – é muito importante que não arraste mais a situação, pois poderá estar a enfrentar uma perturbação da ansiedade. No meu livro “<a href="https://www.presenca.pt/products/superar-a-ansiedade" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Superar a Ansiedade</a>”, ensino-lhe um plano para regular a sua ansiedade, aprender a acalmar o corpo ansioso, combater os pensamentos que catastrofizam o futuro e ajudá-la a libertar-se dos seus novelos de preocupação.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="668" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/superar_a_ansiedade_mail-668x1024.jpg" alt="superar a ansiedade" class="wp-image-16015" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/superar_a_ansiedade_mail-668x1024.jpg 668w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/superar_a_ansiedade_mail-196x300.jpg 196w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/superar_a_ansiedade_mail-768x1177.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/superar_a_ansiedade_mail-1002x1536.jpg 1002w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/superar_a_ansiedade_mail-1336x2048.jpg 1336w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/superar_a_ansiedade_mail-460x705.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/superar_a_ansiedade_mail-160x245.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/superar_a_ansiedade_mail-320x490.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/superar_a_ansiedade_mail-480x736.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/superar_a_ansiedade_mail-640x981.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/superar_a_ansiedade_mail-960x1471.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/superar_a_ansiedade_mail-1120x1716.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/superar_a_ansiedade_mail-scaled.jpg 1671w" sizes="(max-width: 668px) 100vw, 668px" /></figure></div>



<p>Neste artigo, procurei centrar-me nos princípios fundamentais para que possa sentir mais calma no seu corpo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"> <strong>3 Estratégias práticas para superar a ansiedade:</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1.</strong> <strong>O sono contribui para o seu equilíbrio emocional</strong></h3>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-2cHmW' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Se sabe que a ansiedade é uma emoção e se quer regular a sua ansiedade, então terá de garantir alguns pilares de estabilidade emocional. Anda a dormir bem e acorda com a sensação de que está descansada? Ou o sono é algo a que tem de dar atenção reforçada? <strong>Sem dormir bem, não conseguirá viver tranquila</strong>. Pode ser que, com pequenas modificações, consiga alguns ganhos importantes:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Uma hora antes de ir dormir, garanta que não mexe mais em ecrãs. Escreva numa agenda qualquer preocupação que tenha para o dia seguinte, fechando mentalmente o seu dia, sem levar essas preocupações para a sua cama;</li><li>Antes de adormecer, pratique relaxamento muscular progressivo (se quiser, encontrará no livro as instruções para o fazer);</li><li>Cumpra um horário de sono rigoroso durante 15 dias (ou seja, acordar sempre à mesma hora e deitar-se aproximadamente 8 horas antes do momento de acordar).</li></ul>



<p>Diga-me depois como se sentiu só por implementar estas pequenas alterações na rotina. Vamos continuar a rever os princípios básicos?</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2.</strong>&nbsp; <strong>A respiração é uma âncora de estabilidade mental</strong></h3>



<p>Outro dos pilares fundamentais para gerir a sua ansiedade é <strong>compreender de que forma pode acalmar o seu corpo ao longo do dia</strong>. Neste caso, peço-lhe que repare no seu corpo e nos sinais de que está ansiosa. Talvez o seu padrão respiratório se altere, ou começa a sentir agitação e não consegue estar parada, talvez sinta uma pressão no peito,&nbsp; taquicardia ou desconforto gastrointestinal. Em qualquer dos casos, estes podem ser sinais da existência de ansiedade. Para poder modificar estas sensações vou explicar-lhe uma estratégia fundamental que modifica a sua resposta ansiosa. O <strong>exercício da respiração abdominal</strong> tem como principal objectivo regular a sua respiração quando se sente ansiosa:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Sente -se confortavelmente. O ideal será colocar uma mão sobre o seu peito e outra sobre o abdómen. Fará isto para aumentar a consciência sobre os movimentos. Quererá sentir a respiração fluida e profunda, mas sem sentir que está a fazer um esforço excessivo;</li><li>Imagine que tem um balão dentro da sua barriga. Quando inspira, esse balão começa a encher, o que faz dilatar os músculos da sua parede abdominal, ficando assim a sua barriga com a forma de um balão cheio. Quando expira, imagine que o balão se esvazia, o que conduz à sensação de suave contracção da parede abdominal;</li><li>Uma dica importante é sentir que os seus ombros permanecem descaídos e relaxados. Se estiver a colocar muito ar e muita pressão na caixa torácica, os ombros irão movimentar -se;</li><li>Agora que a parte mecânica está percebida, vamos ao ritmo. Na respiração abdominal, deverá garantir que a expiração demora sempre o dobro da inspiração. O que sugiro é que conte os segundos em que inspira (por exemplo, 3 segundos) e depois expire no dobro do tempo (dado o exemplo, 6 segundos). O ciclo respiratório faz -se então da seguinte forma: inspira pelo nariz 3 segundos – expira pela boca 6 segundos – pausa 2 segundos.</li><li>Faça a respiração abdominal durante 3-5 minutos e termine o exercício ao fim desse tempo. Repare no conjunto de sensações do seu corpo. Se sentir que a ansiedade está sob controlo, cumpriu o objectivo!</li></ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3.</strong>&nbsp; <strong>O exercício físico é tudo o que imagina e mais</strong></h3>



<p>A boa notícia para quem quer controlar a ansiedade é que, ao longo dos últimos anos, vários investigadores conseguiram identificar de que modo <strong>o exercício físico diminui a ansiedade</strong> e que mecanismos fisiológicos e psicológicos lhe estão associados. Quanto aos mecanismos fisiológicos, destaco os seguintes:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>As pessoas que treinam há mais tempo, que estão mais fisicamente capazes, sentem -se mais relaxadas após o seu treino do que aquelas que treinam há menos tempo. Por isso, é importante não treinar apenas uma vez por semana e repetir várias vezes os treinos – para garantir o efeito consistente de relaxamento;</li><li>O exercício físico ajuda a controlar as reacções do stresse e regular os processos emocionais, nos quais se inclui a ansiedade;</li><li>As endorfinas são hormonas que lhe proporcionam uma sensação de bem-estar e relaxamento. O exercício físico activa a libertação de endorfinas no sistema nervoso, ajudando na diminuição de ansiedade após a actividade física.</li></ul>



<p>Quanto aos mecanismos psicológicos, parecem-me relevantes os que se seguem:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>A sensibilidade à ansiedade é um conceito que se refere à tendência que as pessoas têm em catastrofizar ou interpretar erradamente as sensações relacionadas com a ansiedade. Esta tendência baseia-se na crença de que as sensações de ansiedade vão resultar em consequências físicas, psicológicas ou sociais desastrosas. Ao fazer exercício físico, está exposto às sensações que tenta evitar: coração acelerado, calor ou suor. Logo, aumenta a sua tolerância à presença dessas sensações. E é assim que aprende que as sensações fisiológicas temidas podem ser desconfortáveis, mas não são uma verdadeira ameaça, pois acabam por passar;</li><li>A auto-eficácia é a crença que temos sobre o quão competentes somos para lidar com uma determinada situação. No caso da ansiedade, quanto mais acredita que tem competências e controlo sobre uma potencial ameaça, mais tranquilo se irá sentir. À medida que as suas capacidades físicas melhoram com a prática de exercício, irá sentir mais resistência e menos dores. Assim, um exercício físico que lhe permita um bom nível de desafio e aprendizagem irá aumentar a sua auto-eficácia. Ou seja, quanto mais confiança no seu corpo e nas suas capacidades tiver, menor será a sua ansiedade;</li><li>A distracção é outra das razões apontadas para que a realização de exercício diminua a ansiedade. Neste caso, ao fazer exercício físico está a usufruir de uma pausa ou abstracção das suas actividades diárias. É como um momento especial em que aquilo que lhe provoca ansiedade desaparece da sua mente e apenas está concentrado no treino que está a fazer.</li></ul>



<p>Por isso, já sabe, <strong>para conseguir uma adequada regulação da ansiedade terá de se movimentar todos os dias mais um bocadinho</strong>.&nbsp;</p>



<p>Espero que consiga estabilizar estes três pilares no próximo mês. Nessa altura, trarei novas dicas para saber lidar com os seus pensamentos ansiosos.</p>



<p>Até lá, <strong>durma bem, respire bem e mexa-se ainda melhor</strong>!</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-2cHmW' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
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		<title>Como a ansiedade afeta a nossa relação com a comida</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-a-ansiedade-afeta-a-nossa-relacao-com-a-comida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lillian Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Sep 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Comida]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Lillian Barros]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição funcional]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[stress]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quer seja pelo consumo excessivo, quer na procura de alimentos específicos (normalmente ricos em açúcares, sal ou sabores intensos), mas também no extremo oposto, como a recusa alimentar e a ausência de apetite profundo. Estas são situações despoletadas por sentimentos, estados de espírito e não por necessidades energéticas ou fisiológicas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A pandemia e o confinamento vieram agravar os estados de ansiedade e depressão, comprometendo a saúde mental e o nosso bem-estar emocional. Sendo que só em Portugal, as doenças do foro psicológico representam a terceira principal causa de incapacidade, tornando-se claro que não devem ser desvalorizadas. E, claro está, a alimentação tem uma relação muito próxima com estes estados.</strong></p>



<p>Sabia que a alimentação influencia estados de ansiedade e depressão? Quer seja pelo consumo excessivo, quer na procura de alimentos específicos (normalmente ricos em açúcares, sal ou sabores intensos), mas também no extremo oposto, como a recusa alimentar e a ausência de apetite profundo. Estas são situações despoletadas por sentimentos, estados de espírito e não por necessidades energéticas ou fisiológicas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Comer para afogar as mágoas</strong></h2>



<p>Em consulta é muito comum relatos de pacientes que partilham que quando passam por fases mais tristes ou se encontram mais deprimidos, sentem uma maior vontade de comer. Normalmente, <strong>esta vontade surge “de repente” e de forma intensa, quase impulsiva</strong>. Habitualmente é específica por um alimento ou grupo de alimentos em particular, e mesmo após o seu consumo a necessidade persiste, levando a um consumo exagerado do ponto de vista de quantidade. Quanto mais comem, menos contentes se sentem consigo próprios e mais ansiosos ficam. Juntando à equação vem a sensação de culpa e de falha consigo próprios que geram desconfortos emocionais semelhantes aos da origem e que, muitas vezes, levam à repetição do comportamento. Volta e meia, mais lhes apetece comer, para afogar as mágoas quase como se associasse a forma de castigo. No fundo, <strong>este é um ciclo vicioso</strong>. E quando esta situação perdura pode, efetivamente, levar ao ganho de peso ou ao boicote de resultados aquando de um processo de emagrecimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Alimentos como recompensas</strong></h2>



<p>É típico usar a alimentação como recompensa, como reconforto ou como prémio, porque também a associamos a estados felizes: “Eu mereço, logo vou buscar um doce”. <strong>Este comportamento está intimamente ligado à nossa educação</strong>. Desde pequenos que os nossos pais e avós nos dizem que podemos comer uma sobremesa se nos portarmos bem ou comer o nosso gelado preferido se tivermos boas notas. <strong>Não comemos mais ou pior apenas quando estamos tristes, afinal de contas a felicidade também é festejada à volta da mesa, e isto é cultural. </strong>Quando fazemos anos, a celebração é feita com bolos, gomas, guloseimas, fritos e salgados. Para não falar dos banquetes de casamentos, baptizados e mais um sem fim de festejos. Muitas vezes a estes momentos felizes associamos alimentos de fraca qualidade nutricional&nbsp; e excesso alimentar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas, então, como controlar toda esta ansiedade e vontade de comer?</strong></h2>



<p>A <strong>principal estratégia é</strong>, nada mais, nada menos, do que <strong>tentarmos </strong><a href="https://simplyflow.pt/aprenda-a-comer-para-si-com-a-alimentacao-funcional/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>conhecermo-nos</strong></a>. <strong>Percebermos como o nosso corpo e mente funcionam</strong>.</p>



<p>A fome é a sensação provocada pela necessidade de ingerir alimentos e <strong>existem dois tipos de fome: a fisiológica e a emocional </strong>(ou psicológica).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Fome fisiológica vs fome emocional (ou psicológica):&nbsp;</strong></h3>



<p>A fome fisiológica existe pois o nosso organismo tem de suprir necessidades energéticas e nutricionais através da ingestão de alimentos, fundamentais à sobrevivência e à manutenção da saúde. Por outro lado, a fome emocional (ou psicológica) é independente das nossas necessidades físicas. É uma vontade de comer em função do nosso estado emocional.</p>



<p>A fome fisiológica surge de forma gradual, intensificando-se progressivamente com o passar do tempo se não nos alimentarmos e dá sinais concretos como falta de energia, desconforto gástrico, sensação de estômago vazio, dores de cabeça, visão turva e fraqueza. Esta fome despoleta a necessidade de nos alimentarmos, mas não nos obriga a comer de imediato.</p>



<p>Contrariamente, a fome emocional surge subitamente, de forma intensa, quase como um impulso voraz e de necessidade de resposta urgente, envolvendo a ingestão de alimentos de forma inconsciente e automática. Ao contrário da fome física em que o corpo necessita de alimento, não existindo uma procura por um alimento específico, já a fome emocional é direcionada a um alimento ou grupo de alimentos específicos, normalmente ricos em açúcares ou gordura, que não é possível ser substituído.</p>



<p>Após a ingestão alimentar, a fome física é controlada e desaparece, enquanto que a fome emocional é normalmente associada a “saco sem fundo” e mesmo comendo em grande quantidade a vontade de comer mantém-se.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando as emoções promovem alterações fisiológicas</strong></h2>



<p>Na verdade, a ansiedade e o stress são mecanismos de sobrevivência muito importantes para todos os animais. No fundo, protegem-nos, visto que nos permitem pensar e agir rapidamente em casos de perigo e ameaça. No entanto, este mecanismo leva a uma rápida depleção do açúcar na nossa corrente sanguínea, já que estamos a alimentar muitos órgãos ao mesmo tempo. Como consequência, este desequilíbrio provoca-nos uma vontade intensa de comer especificamente o tal doce. Porém, em vez de cedermos a esta vontade de comer, é importante antecipá-la e agir sobre o fator que a despoletou.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>7 estratégias para gerir a fome emocional:</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Antecipar a fome.</strong></h3>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-eX8tc' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Se passamos o dia a comer pouco e mal e saltámos refeições ao longo do dia, é natural que cheguemos a casa com uma fome desgraçada, o que tornará difícil escolher adequadamente o que vamos comer. Certamente, a fome é tanta que iremos pegar na primeira coisa que nos aparecer à frente, recaindo frequentemente a escolha em alimentos densamente calóricos, nomeadamente bolachas e refeições pré-preparadas. Portanto, junta-se a fome com a vontade de comer, reunindo-se a ansiedade com uma fatura em atraso daquilo que não consumimos durante o dia e, nessa altura, é muito mais complicado gerirmos as nossas escolhas alimentares. Por isso, devemos andar um bocadinho para trás e, <strong>em vez de procurarmos saciar-nos no momento exato da crise, devemos tentar controlar o apetite antes que ele aconteça</strong>. Para tal, <strong>é essencial identificarmos o que desencadeia esta vontade de comer</strong>. Perceber se é sempre no mesmo momento, por exemplo, quando os filhos finalmente vão para a cama ou quando chegamos a casa e relaxamos. Nestes casos, <strong>devemos lanchar qualquer coisa saudável antes de descompensarmos</strong>, ou seja, antes de nos surgir aquela fome cega de hidratos de carbono. Devemos antecipar a fome.</p>



<p>Se chegamos a casa já perto da hora de jantar e estamos esganados de fome, porque não antecipar a sopa do jantar? Se a consumirmos logo, acalmamos a fome, forramos o estômago com um alimento nutritivo e depois, quando realmente for hora, fazemos o resto da refeição. Assim, evitamos petiscar antes da refeição e comer o dobro ao jantar.</p>



<p>Se for durante a tarde ou à ceia, podemos ter ovos cozidos preparados para consumir, ou ter mini quiches sem massa só com ovo e restos do almoço, ou ainda optarmos por uma mão cheia de <a href="https://www.facebook.com/lillianbarros/posts/5981733338534002" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tremoços</a> bem demolhados. Podemos também selecionar um iogurte, mas ter atenção e escolher um que não tenha adição de açúcar ou equivalentes. Se quisermos consumir um pão, devemos preferir a variedade integral, que é mais saciante e prolonga a saciedade por mais tempo, e devemos evitar os hidratos de carbono de absorção rápida. Por outro lado, os <a href="https://www.facebook.com/lillianbarros/posts/6091902874183714" target="_blank" rel="noreferrer noopener">frutos secos</a>, apesar de saudáveis, são extremamente calóricos, pelo que se houver dificuldade em controlar as quantidades, não serão a melhor opção.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Não fazer dietas restritivas!&nbsp;</strong></h3>



<p>Mesmo que a quarentena tenha sido um período difícil e que tenhamos engordado, <strong>deixar de comer ou restringir completamente um grupo alimentar não é uma estratégia saudável, nem eficaz a longo prazo</strong>. Quando restringimos muito a nossa alimentação junta-se a ansiedade com a fome verdadeira &#8211; a fome fisiológica. Numa primeira fase até podemos perder algum peso, mas rapidamente recuperamo-lo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Limitar o açúcar.</strong></h3>



<p>Quando fazemos uma alimentação completa e nutritiva durante o dia, não ficamos muitas horas sem comer, e ainda assim descompensamos, então temos de arranjar outra estratégia. É comum continuar a apetecer-nos o tal doce, porque o açúcar é, de certa forma, viciante. Por isso, <strong>é necessário fazer um “desmame” do açúcar</strong>. Para o fazer, <strong>não existe nenhuma fórmula mágica, sendo necessária uma individualização, que tanto poderá ser no sentido de um corte mais radical ou de um corte progressivo</strong>. Neste sentido, <strong>a canela pode ser uma ajuda</strong>, dado que estabiliza os níveis de açúcar no sangue. Podemos até colocar um pau de canela na água para a aromatizar.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Distinguir fome de sede.</strong></h3>



<p><strong>O centro da fome e o centro da sede estão muito perto, razão pela qual se poderá tornar difícil reconhecer qual das duas efetivamente temos.</strong> Assim, quando estamos desidratados a nossa perceção pode ser a de que temos fome. Para contornar, uma estratégia é bebermos um bom copo de água antes de iniciarmos a refeição. Podemos também fazer uma entrada rica em água: sopa, salada, vegetais salteados, etc.. Adicionalmente, antes de dormir ou quando estamos mais ansiosos, podemos tomar uma infusão de lavanda, camomila ou passiflora, já que além de nos hidratar, ajuda-nos a relaxar.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Não levar as travessas e tachos para a mesa.&nbsp;</strong></h3>



<p>É muito mais provável repetirmos e petiscarmos quando temos os alimentos facilmente ao nosso alcance. Deste modo, <strong>devemos servir-nos apenas uma vez</strong> e evitar este estímulo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>6. Evitar distrações à refeição.</strong></h3>



<p>Embora nos possamos não aperceber, <strong>tendemos a consumir mais quando estamos a fazer outras tarefas em simultâneo</strong>, como ver televisão ou comer enquanto nos deslocamos para algum lado. Deste modo, <strong>é importante concentrarmo-nos na refeição e fazê-la num local calmo</strong>. Para além disso, devemos saborear cada garfada/colherada/dentada e mastigar muito bem os alimentos, para darmos tempo ao nosso cérebro de percecionar a saciedade.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>7. Evitar estímulos que facilmente se repercutam em escolhas menos saudáveis.&nbsp;</strong></h3>



<p>Por exemplo, ter alimentos menos saudáveis ou cujas quantidades não consigamos controlar em casa, como bolachas, manteiga de amendoim, frutos secos. É natural que seja difícil resistir-lhes e vamos ter muito mais tendência a ir buscar “só” uma bolachinha e acabar por comer o pacote inteiro. Caso não seja possível, devemos procurar sair do local da tentação, por exemplo, evitar ir diretamente à despensa onde estão estes alimentos e <strong>parar um pouco para pensar se são realmente estes os alimentos que o nosso corpo precisa</strong>. Da mesma forma, se sabemos que passar pela pastelaria ou ir às compras com fome nos leva a fazer escolhas menos nutritivas, devemos evitar fazê-lo. Não significa que não possamos encaixar estes alimentos menos nutritivos na nossa alimentação. Significa, sim, que <strong>devemos guardar as exceções para dias excecionais</strong>. Equilíbrio acima de tudo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Em conclusão:</strong></h2>



<p><strong>Muito embora não consigamos controlar a ansiedade diretamente através da alimentação, conseguimos controlar os fatores que nos levam a juntar a fome com a vontade de comer.</strong> Para isso, é necessária uma abordagem individualizada, para conseguirmos estabelecer as estratégias que eficazmente nos ajudam a fazer a melhor gestão da nossa alimentação.</p>



<p>Para além disso, a ansiedade e o stress têm efeitos nefastos no nosso organismo, nomeadamente a libertação de radicais livres, pelo que <strong>a alimentação pode amenizar um pouco as consequências para a saúde e o envelhecimento precoce</strong> que estes provocam.</p>



<p>Por fim, mas não menos importante, <strong>nestas alturas de maior stress e ansiedade, devemos recorrer a apoio psicológico. Para sermos realmente saudáveis temos de estar bem física e mentalmente.</strong></p>



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