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	<title>Arquivo de Aceitar - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Arquivo de Aceitar - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Como aceitar o que não podemos mudar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Tapia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Apr 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Aceitação]]></category>
		<category><![CDATA[Aceitar]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Tapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das maiores fontes de infelicidade não é o que lhe acontece, mas, sim, a sua resistência a aceitar-se a si, aos outros, aos acontecimentos que lhe sucedem. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/como-aceitar-o-que-nao-podemos-mudar/">Como aceitar o que não podemos mudar?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-right is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>O que importa não são os acontecimentos</p><p>mas a forma como reage aos mesmos.”</p><cite>Epiteto</cite></blockquote>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Aceitação para que te quero?</strong></h2>



<p>Uma das maiores fontes de infelicidade não é o que lhe acontece, mas, sim, a sua resistência a aceitar-se a si, aos outros, aos acontecimentos que lhe sucedem. Pergunta-se: “Mas, como é possível aceitar o sofrimento, o desaire, a perda, a rejeição, o infortúnio, o desamor e tantas outras faces da experiência humana que lhe provocam, sofrimento e perplexidade?”.&nbsp;</p>



<p>Questiona-se como pode aprovar, aceitar características pessoais situações que lhe trazem mal-estar? Como aceitar que que o seu corpo não é aquele que deseja, não é tão bonito(a) ou sedutor(a) quanto desejaria, que não é tão bem- sucedido(a) como gostaria, ou como aprovar aquela crítica demolidora de quem menos esperava, a traição de quem mais confiava, ou o instalar de uma doença, surgimento de um desaire profissional, desemprego, separação, divórcio ou morte de alguém de quem muito gosta. Ao aceitar não estará a provocar situação ou vida de infortúnio, sofrimento e mal-estar ao aprovar o que não quer? Será que não estará, desta forma, a escolher precisamente o que menos deseja para a sua vida?</p>



<p>Ainda que lhe pareça antinatural ou anti intuitivo este não é um ditame nem da religião judaico cristã, nem do budismo ou de outra orientação qualquer. Trata-se, sim, de uma evidência que a ciência valida de diversas formas. Ou seja, <strong>uma importante fonte de bem-estar e saúde mental consiste em aprender a reconhecer e aceitar quer os pensamentos, quer as emoções sem tentar influenciar, suprimir, controlar, mudar ou evitar os mesmos</strong>.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-right is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Um homem não pode estar confortável</p><p>Sem a sua própria aprovação.”</p><cite>Mark Twain</cite></blockquote>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais os benefícios da autoaceitação?</strong></h2>



<p>Estimar-se, gostar de si com as suas qualidades e defeitos, aceitar os aspetos que menos aprecia, quando não os consegue alterar ou erradicar, é fundamental para a sua saúde mental e o seu bem-estar. O conforto, da alma, da mente (e do corpo), precisa desta auto aprovação, desta serenidade que alguns invocam na oração da sabedoria: “Concedei-me, Senhor a serenidade necessária para aceitar as coisas que não posso modificar, coragem para modificar aquelas que posso e sabedoria para conhecer a diferença”.</p>



<p>Resiste a estas palavras porque nem sequer é religioso(a), nem se considera alguém espiritual. Não o faça porque acredita em algo transcendente, mas, pelo menos, experimente, pois, <strong>de acordo com diversos estudos científicos, a auto-aceitação tem sido positivamente associada com saúde mental, auto estima, satisfação interpessoal e capacidade para lidar com as emoções, lidar com o stress</strong>. Pelo contrário, a baixa auto aceitação está relacionada com perturbações alimentares, depressão e ansiedade. Assim sendo, pergunto: Será que não pode experimentar pelo menos? O pior que pode acontecer é não funcionar, mas se calhar este é precisamente o ponto em que se encontra: nada funciona, não encontra solução e sente-se presa(o) num lugar de incerteza, insegurança e desvalor próprio. O que tem a perder se experimentar? Talvez confirmar que não tem saída, que está condenada(o) a uma vida de vazio, falta de sentido e de mal-estar. Mas será que não é já aí que se encontra? Então, o que fazer? Continue e mais abaixo terá algumas sugestões que poderá experimentar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que fazer para ajudar a aumentar a aceitação?</strong></h2>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-right is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>A aceitação do que aconteceu</p><p>É o primeiro passo</p><p>Para superar as consequências de qualquer infortúnio.”</p><cite>William James</cite></blockquote>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>a) Aceitação radical</strong></h3>



<p>A aceitação radical, de acordo com Marsha Linehan, implica <strong>aprender a aceitar a vida tal como é naquilo que não se pode mudar ou não se quer alterar</strong>. A capacidade de aceitar que o tempo está mau precisamente nos seus dias de férias, ou que alguém não cumpriu o prometido, ou que não conseguiu ter o desempenho desejado não lhe retira o desapontamento, a tristeza, o medo ou qualquer emoção que possa estar a sentir, mas ajuda-a(o) a lidar melhor com as situações e a treinar-se para lidar com outras circunstâncias mais difíceis.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>b) Sentido de propósito</strong></h3>



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			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-right is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>O trauma bloqueia o amor</p><p>O amor cura o trauma.”</p><cite>Franck Anderson</cite></blockquote>



<p>Quando encontra um sentido, um propósito ou um sentido de contributo direciona a sua atenção para fora de si. Pode fazê-lo pura e simplesmente amando alguém ou encontrando valores espirituais que a/o direcionem para contribuir no trabalho, para servir a família ou a comunidade em geral, ou apenas encontrar um sentido de serviço em que o mote passa a ser não o próprio eu, mas, sim, algo ou alguém que o transcende a si. Há estudos que comprovam que ter um sentido de missão que ajude/beneficie terceiros é uma forma de aumentar e direcionar a confiança pessoal e auto aceitação. <strong>Este sentido de propósito pode ser designado como auto-transcendência que aumenta a serotonina, considerada como uma substância estabilizadora de humor que atua numa zona do cérebro que aumenta a auto-aceitação.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>c)</strong> <strong>Autocompaixão</strong></h3>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-right is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>A felicidade só pode existir na aceitação.”</p><cite>George Orwell<strong>&nbsp;</strong></cite></blockquote>



<p>A autocompaixão implica gentileza e compreensão ao invés de autocrítica para si própria(o) quando sofre, erra, ou se sente inadequada(o). <strong>Ter autocompaixão implica reconhecer que as dificuldades da vida, os limites pessoais, a imperfeição são condições do ser humano, por isso não é algo que aconteça a si em particular, mas a todas as pessoas. </strong>A melhor forma de lidar com isso é com compreensão e gentileza consigo própria(o) e consequentemente com os outros que experimentam as mesmas circunstâncias ou limites.</p>



<p>Para se desenvolver a autocompaixão, de acordo com <a href="https://self-compassion.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Kristin Neff</a>, uma das especialistas neste campo, é preciso cultivar a atenção plena (mindfulness) que é um estado da mente em que, ao invés de se julgar, observa-se, constata-se os pensamentos e emoções sem tentar suprimi-los, negá-los ou avaliá-los como sendo bons ou maus.</p>



<p>Talvez não se identifique com nada do que foi dito, nem lhe faça sentido nenhuma das estratégias propostas: aceitação radical, sentido de propósito ou autocompaixão. Mas se a felicidade só poder existir onde houver aceitação então, <a href="https://simplyflow.pt/nao-te-rendas-a-resiliencia-uma-arte-da-resistencia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">experimente</a>.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-right is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Comece por ouvir o vento, pois ele fala;&nbsp;</p><p>Escute o silêncio, pois ele diz;&nbsp;</p><p>Ouça o coração, pois ele sabe.”&nbsp;</p><cite>Provérbio nativo americano</cite></blockquote>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-g3VTx' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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