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	<title type="text">Simply Flow by Fátima Lopes</title>
	<subtitle type="text">Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</subtitle>

	<updated>2025-07-31T17:15:30Z</updated>

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	<entry>
		<author>
			<name>Cláudia Morais</name>
							<uri>http://www.apsicologa.com/</uri>
						</author>

		<title type="html"><![CDATA[5 Dicas para manter a identidade no coração da família]]></title>
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		<id>https://simplyflow.pt/?p=24373</id>
		<updated>2025-07-02T19:21:38Z</updated>
		<published>2025-07-30T05:19:00Z</published>
		<category scheme="https://simplyflow.pt/" term="FAMÍLIA" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Casal" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="cláudia morais" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="dicas" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Família" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Filhos" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="identidade" />
		<summary type="html"><![CDATA[<p>No fundo, manter-nos “bem” em família não é um destino — é uma dança constante. Umas vezes mais descoordenada, outras mais fluida.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/5-dicas-para-manter-a-identidade-no-coracao-da-familia/">5 Dicas para manter a identidade no coração da família</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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					<content type="html" xml:base="https://simplyflow.pt/5-dicas-para-manter-a-identidade-no-coracao-da-familia/"><![CDATA[<p>Há dias em que tudo parece um malabarismo sem fim. Fazemos o jantar enquanto respondemos a mensagens do trabalho, tentamos dar atenção ao filho que quer mostrar um jogo e ao mesmo tempo ouvir o parceiro que fala sobre o seu dia de trabalho. Às vezes, damos por nós a pensar:&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><em>“Mas onde estou eu no meio disto tudo?”</em></strong></h2>



<p>Esta é uma pergunta fundamental. Porque <strong>quando deixamos de nos ver, deixamos também de ver os outros com clareza</strong>.</p>



<p>Manter a individualidade e promover o bem-estar da família não é um luxo — é uma necessidade. E começa por sermos <strong>gentis connosco</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como manter o “eu” sem perder o “nós”?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-VwnFq' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Ser boa mãe, boa companheira, boa profissional — e ainda estar bem? Nem sempre dá. E está tudo bem.</strong></h3>



<p>Muitas mulheres vivem com uma pressão silenciosa de conseguir “chegar a todo o lado” — serem mães presentes, profissionais competentes, companheiras carinhosas, amigas disponíveis, e ainda meditar, treinar e cozinhar de forma saudável. Mas essa exigência invisível vai-nos esvaziando. E quando estamos esgotadas, é difícil cuidar dos outros com a qualidade que ambicionamos.</p>



<p><strong>Exemplo realista:</strong><strong><br></strong>Há dias em que o jantar é massa com atum e ninguém morre por isso. Em vez de insistir numa refeição perfeita, sente-se com as crianças e brinque com o cheiro da comida. Em vez de forçar uma conversa profunda com o companheiro à noite, talvez baste um abraço mais demorado.</p>



<p><strong>Dicas práticas:</strong></p>



<p>Escolha três prioridades para o dia. Não sete. Três.</p>



<p>Quando se apanhar a pensar “devia estar a fazer mais”, respire e repita: <em>“Estou a fazer o possível com o que tenho hoje”.</em></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Não se anule em nome do amor: ninguém ganha com isso.</strong></h3>



<p>Há mães e companheiras que se vão anulando porque querem “ver todos felizes”. Mas uma casa cheia de pessoas satisfeitas e uma mulher exausta é uma equação que tem tudo para dar errado.</p>



<p><strong>Exemplo identificável:</strong><strong><br></strong>Se adia sempre o seu treino, a sua pausa, o seu café, para responder ao que todos pedem, está a ensinar (sem querer) que as suas necessidades não são importantes.<br>E as crianças aprendem mais com o que vêem do que com o que lhes dizemos. Como se sentiria se visse os seus filhos (adultos) emocionalmente esgotados por quererem chegar a todo o lado?</p>



<p><strong>Dicas práticas:</strong></p>



<p>Comece a verbalizar os seus próprios limites com calma e clareza:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>“Agora preciso de descansar 10 minutos. Daqui a pouco podemos brincar.”</em></li>



<li>Dê o exemplo de uma mulher que cuida dos outros <strong>sem deixar de cuidar de si</strong>.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. O que quer realmente ensinar às suas crianças?</strong></h3>



<p>Antes de reagir à birra, à desarrumação ou ao barulho, pergunte-se:<br><strong><em>“O que é que quero que o meu filho aprenda com este momento?”</em></strong><strong><br></strong>Se o foco for apenas controlar o comportamento, perde-se a oportunidade de ensinar sobre regulação emocional, empatia e autonomia.</p>



<p><strong>Exemplo concreto:</strong><strong><br></strong>Se o seu filho grita porque não quer tomar banho e a sua primeira reação é gritar de volta, pare. Respire. E diga: <em>“Percebo que não te apeteça agora. Mas o banho é importante. Posso ajudar-te a escolher se vais com a toalha vermelha ou com a azul?”</em>.</p>



<p><strong>Dicas práticas:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Em vez de castigos automáticos, use perguntas: <em>“O que é que aconteceu? O que é que podemos fazer diferente da próxima vez?”</em>;</li>



<li>Lembre-se: está a educar um adulto em construção, não a moldar uma criança submissa. </li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. O tédio não é o inimigo. É um convite à criatividade.</strong></h3>



<p>Na tentativa de manter os filhos sempre entretidos, muitos pais enchem as crianças de atividades, <a href="https://simplyflow.pt/quais-sao-os-perigos-das-redes-sociais-para-criancas-e-adolescentes/">ecrãs</a>, estímulos. Mas o tédio é essencial para que surja a criatividade, a imaginação, a invenção.</p>



<p><strong>Exemplo do quotidiano:</strong><strong><br></strong>Se o seu filho disser <em>“estou aborrecido”</em>, evite correr para “resolver”. Diga apenas: <em>“Que bom! É no tédio que nascem ideias incríveis. Vai ver o que é que consegues inventar”</em>.</p>



<p><strong>Dicas práticas:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tenha uma “caixa do tédio” com papéis, lápis, pedaços de cartão, botões, fitas — e deixe-os explorar;</li>



<li>Não preencha todos os minutos do dia. O vazio é fértil.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Nem tudo vai correr bem. E isso não significa que esteja a falhar.</strong></h3>



<p>Famílias felizes não são as que não <a href="https://www.facebook.com/apsicologaresponde/posts/pfbid02Q1UsYk7j8eoPyvs13ANPEiXspFpZXTbKD7vEBUF7PdrFrn4yrKUipXSr1sLo3spQl" target="_blank" rel="noreferrer noopener">discutem</a> ou que têm sempre tudo sob controlo. São as que sabem reparar. Pedir desculpa. Recomeçar. E rir do caos quando for possível.</p>



<p><strong>Exemplo realista:</strong><strong><br></strong>O banho foi uma guerra, o jantar ficou salgado, o seu companheiro respondeu torto e a sua filha chorou porque a meia não estava “bem posta”. Tudo isso é normal.</p>



<p><strong>Dica prática:</strong></p>



<p>Crie uma rotina mínima de conexão no fim do dia:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>“Hoje foi um dia cheio. Obrigada por estarem aqui para me apoiar.”</em></li>



<li>Baixe as expectativas. Em vez de uma “família perfeita”, procure construir <strong>relações suficientemente boas</strong>.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>No fundo, manter-nos “bem” em família não é um destino — é uma dança constante. Umas vezes mais descoordenada, outras mais fluida. Às vezes há pisadelas, há quem se magoe. Na maior parte do tempo pode ser muito divertido e aconchegante.</strong></h2>



<p>O mais importante? Dançarmos juntos, sem nos esquecermos do nosso próprio ritmo.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-VwnFq' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</entry>
		<entry>
		<author>
			<name>Maria Ana Vaz Pinto</name>
					</author>

		<title type="html"><![CDATA[Fisioterapia respiratória: um fôlego novo para quem fumou]]></title>
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		<id>https://simplyflow.pt/?p=24429</id>
		<updated>2025-07-23T09:49:21Z</updated>
		<published>2025-07-29T04:46:00Z</published>
		<category scheme="https://simplyflow.pt/" term="SAÚDE" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="fisioterapia respiratória" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Maria Ana Pinto" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="saúde" />
		<summary type="html"><![CDATA[<p>Procurar apoio especializado é investir numa vida mais livre, activa e com mais ar para respirar.</p>
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]]></summary>

					<content type="html" xml:base="https://simplyflow.pt/fisioterapia-respiratoria-um-folego-novo-para-quem-fumou/"><![CDATA[<p>O tabagismo é um dos principais inimigos da saúde respiratória. Com o tempo, fumar compromete a função respiratória e destrói as estruturas dos pulmões, provocando doenças como a tão temida DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica). A dificuldade em respirar, a tosse persistente, o cansaço fácil e a sensação constante de falta de ar tornam-se parte do dia-a-dia de quem fumou durante anos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O papel da fisioterapia respiratória</strong></h2>



<p>É aqui que entra a <strong>fisioterapia respiratória</strong>, uma área ainda pouco conhecida por muitos, mas com um papel fundamental na gestão dos sintomas e na melhoria da qualidade de vida, isoladamente ou integrada em programas de reabilitação respiratória.</p>



<p>Através de técnicas específicas, exercício físico e ensino, o fisioterapeuta consegue ajudar o ex-fumador a recuperar a tolerância ao esforço que o tabaco retirou e a permitir um retorno à autonomia no dia-a-dia.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Entre as abordagens terapêuticas mais utilizadas estão:</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-mu3a4' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o exercício físico,<br></li>



<li>os exercícios de controlo ventilatório,<br></li>



<li>o fortalecimento dos músculos respiratórios,<br></li>



<li>as técnicas de remoção de secreções,<br></li>



<li>e o ensino de estratégias para melhorar a autonomia e a gestão da doença em casa.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Benefícios comprovados e resultados reais</strong></h2>



<p>Com acompanhamento adequado, as pessoas conseguem reduzir a sensação de falta de ar, aumentar a tolerância ao esforço e diminuir a frequência de infecções respiratórias. A ciência já confirmou a eficácia da fisioterapia respiratória no controlo da DPOC e de outras doenças respiratórias associadas ao tabagismo, embora o acesso ainda não esteja amplamente disponível.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Parar de fumar é o início — não o fim</strong></h2>



<p>A cessação tabágica é sempre o primeiro e mais importante passo, mas não precisa — nem deve — ser o último. A fisioterapia respiratória oferece uma nova oportunidade para quem vive com as consequências do tabaco: recuperar o fôlego, retomar actividades do dia-a-dia com menos limitações e ganhar qualidade de vida.</p>



<p><strong>Procurar apoio especializado é investir numa vida mais livre, activa e com mais ar para respirar.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Dica final:&nbsp;</strong></h3>



<p>Se sente falta de ar com frequência, experimente este exercício simples: inspire pelo nariz durante 3 segundos e expire lentamente pela boca com os lábios semicerrados. Vai ajudar a controlar melhor a respiração e a reduzir a ansiedade associada à falta de ar.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-mu3a4' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</entry>
		<entry>
		<author>
			<name>Fátima Lopes</name>
							<uri>https://simplyflow.pt</uri>
						</author>

		<title type="html"><![CDATA[“A Viagem pelo Clima” e a proteção da casa da humanidade]]></title>
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		<id>https://simplyflow.pt/?p=24454</id>
		<updated>2025-07-28T17:19:26Z</updated>
		<published>2025-07-25T17:13:00Z</published>
		<category scheme="https://simplyflow.pt/" term="SUSTENTABILIDADE" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="fátima lopes" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Sustentabilidade" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Viagem pelo clima" />
		<summary type="html"><![CDATA[<p>Terminou na passada segunda-feira a 3.ª edição do evento “Viagem pelo Clima” e, tal como nos anos anteriores, acompanhei cada uma das equipas.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/a-viagem-pelo-clima-e-a-protecao-da-casa-da-humanidade/">“A Viagem pelo Clima” e a proteção da casa da humanidade</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></summary>

					<content type="html" xml:base="https://simplyflow.pt/a-viagem-pelo-clima-e-a-protecao-da-casa-da-humanidade/"><![CDATA[<p>Terminou na passada segunda-feira a 3.ª edição do evento “<a href="https://www.viagempeloclima.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Viagem pelo Clima</a>”, organizado pela empresa <a href="https://get2c.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Get2C</a>. Vários jovens foram selecionados para participar nesta iniciativa e agrupados em três equipas: a equipa Ar, a equipa Terra e a equipa Água. O desafio consistia em percorrer, da forma mais sustentável possível, os municípios que tinham aderido ao projeto.</p>



<p>Este ano, contámos com os municípios de Cascais, Braga, Setúbal, Figueira da Foz, Vila Franca de Xira e Lagos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sustentabilidade em ação</strong></h2>



<p>Todos os dias, as equipas colocavam na plataforma do evento os seus consumos de água, os alimentos que ingeriam, os transportes escolhidos para se deslocarem, o dinheiro gasto e o tempo investido em cada deslocação. O dinheiro inventado para esta iniciativa foi baptizado de “climas”, e o objetivo era gastar o mínimo possível e da forma mais sustentável.</p>



<p>Em cada cidade por onde passavam, havia tarefas e desafios a cumprir, pelos quais eram avaliados e que tinham de ser devidamente comunicados nas redes sociais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conhecer, aprender, fazer</strong></h2>



<p>Nalgumas cidades, entrevistaram pessoas cujos valores e ações ajudam a proteger o ambiente. Noutras, foram conhecer negócios sustentáveis e diferenciadores que provam que <strong>a rentabilidade pode andar de mãos dadas com a sustentabilidade</strong>. Noutras ainda, meteram mãos à obra para realizar tarefas que ajudassem a proteger ou recuperar o ambiente.</p>



<p>Como embaixadora da “<a href="https://simplyflow.pt/viagem-pelo-clima/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Viagem pelo Clima</a>”, juntamente com outros 13 embaixadores, foi muito bom ver o entusiasmo destes jovens, que até aqui não se conheciam e que vinham de áreas profissionais completamente distintas, a batalharem com entusiasmo pela casa da humanidade, que é de todos nós: o nosso planeta.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1222-683x1024.jpg" alt="viagem pelo clima" class="wp-image-24461" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1222-683x1024.jpg 683w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1222-200x300.jpg 200w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1222-768x1152.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1222-1024x1536.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1222-1365x2048.jpg 1365w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1222-1920x2880.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1222-1170x1755.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1222-585x877.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1222-scaled.jpg 1707w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure></div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Experiências no terreno</strong></h2>



<p>Tal como nos anos anteriores, acompanhei cada uma das equipas a uma das localidades:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-qVxnF' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'>



<ul class="wp-block-list">
<li>Com a <strong>equipa Terra</strong>, estive na <strong>Figueira da Foz</strong>, onde entrevistámos pessoas extraordinárias como o <a href="https://simplyflow.pt/3-a-edicao-do-intercultural-surf-for-kids/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Eurico</a>, que dirige uma escola de surf, e a Tânia Múxima, uma mulher viajante pelo mundo;</li>



<li>Depois, segui para <strong>Setúbal</strong> com a <strong>equipa Água</strong>, onde conhecemos vários negócios locais com preocupações sustentáveis e que conseguiram implantar-se com sucesso;</li>



<li>Por fim, estive com a <strong>equipa Ar</strong> em <strong>Braga</strong>, onde procedemos à limpeza de uma parte do rio Este.</li>
</ul>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="768" height="1024" data-id="24456" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1053-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-24456" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1053-768x1024.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1053-225x300.jpg 225w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1053-1152x1536.jpg 1152w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1053-1536x2048.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1053-1170x1560.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1053-585x780.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1053.jpg 1913w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="768" height="1024" data-id="24459" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1056-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-24459" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1056-768x1024.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1056-225x300.jpg 225w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1056-1152x1536.jpg 1152w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1056-1536x2048.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1056-scaled.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1056-1170x1560.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1056-585x780.jpg 585w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" data-id="24458" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1055-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-24458" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1055-768x1024.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1055-225x300.jpg 225w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1055-1152x1536.jpg 1152w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1055-1536x2048.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1055-scaled.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1055-1170x1560.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1055-585x780.jpg 585w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>
</figure>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um futuro com esperança</strong></h2>



<p>Em todas estas experiências, aprendi muito. Acima de tudo, convivi com o entusiasmo e a alegria destes jovens, que procuravam tocar as pessoas com quem se cruzavam. O investimento que faziam para contagiar as populações com as suas preocupações ambientais foi altamente inspirador.</p>



<p>Com eles, senti que vale a pena ter esperança. Com eles, tive a certeza de que <strong>o pouco que fazemos pode representar muito</strong>. Com eles, confirmei que <strong>uma das coisas mais perigosas é a indiferença</strong>. E com eles, aprendi a aceitar que nem todos têm ainda a mesma consciência sobre as questões ambientais — razão pela qual <strong>temos mesmo de desenvolver paciência e flexibilidade para os ajudar a chegar ao sítio onde também poderão colaborar de forma positiva</strong>.</p>



<p><strong>Obrigada a todos pelo muito que me ensinaram.</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1220-683x1024.jpg" alt="viagem pelo clima" class="wp-image-24460" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1220-683x1024.jpg 683w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1220-200x300.jpg 200w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1220-768x1152.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1220-1024x1536.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1220-1365x2048.jpg 1365w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1220-1920x2880.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1220-1170x1755.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1220-585x878.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1220-scaled.jpg 1707w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure></div>


<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-qVxnF' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div><br></p>
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			</entry>
		<entry>
		<author>
			<name>Hugo Rodrigues</name>
							<uri>http://www.blogpediatriaparatodos.blogspot.com</uri>
						</author>

		<title type="html"><![CDATA[Sono infantil: como criar uma rotina para noites mais tranquilas]]></title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://simplyflow.pt/sono-infantil-como-criar-uma-rotina-para-noites-mais-tranquilas/" />

		<id>https://simplyflow.pt/?p=24406</id>
		<updated>2025-07-08T12:02:00Z</updated>
		<published>2025-07-22T04:58:00Z</published>
		<category scheme="https://simplyflow.pt/" term="SAÚDE" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Adolescentes" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Bebés" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Crianças" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="dicas" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Família" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Hugo Rodrigues" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Pediatria" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="saúde" />
		<summary type="html"><![CDATA[<p>O sono é uma necessidade básica para todos, mas quando falamos de bebés, crianças e adolescentes tem um impacto ainda maior.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/sono-infantil-como-criar-uma-rotina-para-noites-mais-tranquilas/">Sono infantil: como criar uma rotina para noites mais tranquilas</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></summary>

					<content type="html" xml:base="https://simplyflow.pt/sono-infantil-como-criar-uma-rotina-para-noites-mais-tranquilas/"><![CDATA[<p><strong>O sono é uma necessidade básica para todos os seres humanos, mas quando falamos de bebés, crianças e adolescentes tem um impacto ainda maior. É imprescindível para garantir o bem-estar físico, psicológico, emocional e social, pelo que deve ser sempre uma prioridade na gestão do dia-a-dia.&nbsp;</strong></p>



<p>Estes são alguns conselhos de acordo com as diferentes faixas etárias:</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>. Primeiros meses de vida</strong></h2>



<p>Todos os bebés precisam de se sentir seguros para conseguirem dormir. E, nos primeiros meses, a maior segurança que podem ter é mesmo a presença da mãe e do pai, e o seu contacto físico. Por esse motivo, é perfeitamente normal que adormeçam ao colo, porque é o local mais seguro para eles. Aos poucos, e sempre de acordo com o comportamento de cada <a href="https://simplyflow.pt/o-livro-do-seu-bebe/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bebé</a>, pode-se ir tentando dar segurança com o colo, mas ao mesmo tempo tentar que o bebé perceba que consegue adormecer sozinho, colocando-o ainda acordado no berço, desde que ele fique confortável. Progressivamente (e ao ritmo de cada um), o bebé vai perceber que a presença da mãe e/ou do pai é suficiente para ficar tranquilo e acaba por ser suficiente para que consiga adormecer por si. O mais importante neste processo é sempre não criar momentos de conflito nem choro, para que esta transição seja o mais natural e “saudável” possível.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>. Idade pré-escolar&nbsp;</strong></h2>



<p>A idade pré-escolar é uma fase de enormes descobertas, pelo que é perfeitamente normal que as crianças estejam ávidas para experimentar tudo. Para além disso, é também uma altura a partir do qual a maior parte dos filhos está com a mãe e pai apenas a partir do fim da tarde, o que faz com que valorizem ainda mais a sua companhia nessa altura do dia. E isso vai refletir-se, muitas vezes, numa maior resistência em ir para a cama, tentando prolongar o tempo que passam acordados com os pais. Por isso mesmo, os principais conselhos para essa fase são os seguintes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Invista em tempo de qualidade com o seu filho durante o dia;</li>



<li>Resista à tentação de introduzir <a href="https://simplyflow.pt/serao-as-tecnologias-amigas-das-criancas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ecrãs</a>, principalmente na hora antes de ir <a href="https://pediatriaparatodos.com/2021/03/19/dormir-bemfaz-bem/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dormir</a>;</li>



<li>Evite brincadeiras muito “excitantes” 30 minutos antes de ir para a cama.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>. Idade escolar</strong></h2>



<p>A partir desta idade as crianças passam a ter o seu dia muito mais regrado e entram também em cena os famosos trabalhos de casa. Por isso mesmo, precisam de ter garantido tempo de lazer &#8211; brincadeira não estruturada, livre para fazerem o que mais gostam. Assim, para além dos conselhos descritos anteriormente, é fundamental incluir no seu dia-a-dia atividades que lhes dêem prazer e que permitam gerir o seu bem-estar emocional de uma forma saudável, evitando sobrecarregá-las com atividades extra-curriculares que as impeçam de ter tempo livre.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>. Adolescência&nbsp;</strong></h2>



<p>A partir da adolescência, é frequente existir um fenómeno que se chama “atraso de fase” e que se traduz, de forma simples, numa alteração do ritmo de sono que faz com que os adolescentes entrem na fase de sono mais tarde do que habitualmente. É fundamental gerir as suas atividades também em função desta diferença biológica. Alguns conselhos importantes são só seguintes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Evitar o uso abusivo de ecrãs, particularmente 30 minutos a 1 hora antes de ir dormir;</li>



<li>Evitar atividades desportivas a partir do fim da tarde, o que nem sempre é fácil pelos horários dos treinos desportivos;</li>



<li>Evitar o consumo de bebidas excitantes (incluindo refrigerantes e chás), principalmente à noite;</li>



<li>Promover uma boa higiene de sono;</li>



<li>Estimular um maior descanso ao fim de semana, quando há mais facilidade em “compensar” se durante a semana for mais difícil manter um sono adequado.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sono infantil: E durante as férias?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-4ATpd' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Por fim, gostaria apenas de deixar uma palavra para esta época do ano, em que as crianças e adolescentes já estão de férias. É normal que as rotinas não sejam exatamente iguais às do tempo de aulas e não há problema em que isso aconteça. Mas é muito importante não descurar o descanso, pelo papel insubstituível que o sono tem para o bem-estar global de todas as pessoas. Assim, aproveitem bem as <a href="https://simplyflow.pt/ferias-com-criancas-que-medicacao-preciso-levar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">férias</a>, mas aproveitem para descansar e dormir de forma adequada, porque só assim vão conseguir usufruir da melhor forma possível esta que é a altura do ano mais importante para a maior parte das famílias!</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-4ATpd' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</entry>
		<entry>
		<author>
			<name>Carla Rocha</name>
							<uri>https://carlarocha.pt/</uri>
						</author>

		<title type="html"><![CDATA[Dicas para fazer a diferença numa entrevista de emprego]]></title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://simplyflow.pt/dicas-para-fazer-a-diferenca-numa-entrevista-de-emprego/" />

		<id>https://simplyflow.pt/?p=24411</id>
		<updated>2025-07-08T12:18:54Z</updated>
		<published>2025-07-21T05:18:00Z</published>
		<category scheme="https://simplyflow.pt/" term="WORK-LIFE BALANCE" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Carla Rocha" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="dicas" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Entrevista de emprego" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="entrevistas de emprego" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Work-Life Balance" />
		<summary type="html"><![CDATA[<p>Que estratégia, arte ou acontecimento cósmico faz com que uma entrevista de emprego resulte numa proposta concreta? É a pergunta de milhões.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/dicas-para-fazer-a-diferenca-numa-entrevista-de-emprego/">Dicas para fazer a diferença numa entrevista de emprego</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></summary>

					<content type="html" xml:base="https://simplyflow.pt/dicas-para-fazer-a-diferenca-numa-entrevista-de-emprego/"><![CDATA[<p><strong>Que estratégia, arte ou acontecimento cósmico faz com que uma entrevista de emprego resulte numa proposta concreta? É a pergunta de milhões.</strong></p>



<p>A entrevista pode ser um dos momentos mais desafiantes num processo de recrutamento — especialmente para quem acabou de sair da universidade e está à procura do primeiro emprego. A falta de experiência profissional, ou simplesmente a pouca prática nestas “andanças”, pode aumentar a insegurança. A pressão para “parecer o candidato certo”, a ansiedade com “o que é que o recrutador me vai perguntar” e o medo de não dar “a resposta certa” têm peso.</p>



<p>Então, esta é a primeira ideia que quero desmistificar desde já: uma entrevista não é — ou não deve ser — um interrogatório, onde um candidato ensaia e recita as suas melhores respostas. <strong>Uma entrevista de emprego deve ser uma conversa entre duas pessoas que procuram saber se podem construir algo juntas</strong>. Ora, como qualquer boa conversa, uma entrevista deve fazer-se de escuta, partilha e perguntas.</p>



<p>Sim, um candidato deve fazer perguntas durante uma entrevista.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma entrevista de emprego não é um interrogatório, é uma conversa. Façam perguntas.</strong></h2>



<p><strong>Colocar questões — no fundo, ser curioso — é uma das formas mais eficazes de mostrar interesse genuíno e vontade de fazer parte de uma equipa ou projeto</strong>. Um exemplo: “Referiu que a vossa equipa está a crescer. Quais têm sido os maiores desafios nesta fase?”. Perguntas como esta, que têm como ponto de partida um detalhe dado pelo entrevistador, permitem ao candidato posicionar-se como alguém com capacidade para escutar ativamente e com intenção.</p>



<p>Há ainda um momento-chave para colocar questões: o final da entrevista. Perguntar sobre os próximos passos demonstra interesse pelo processo. E, <strong>no</strong> <strong>caso de não ser selecionado, é importante pedir </strong><strong><em>feedback</em></strong><strong> – perguntar o que poderia ter sido feito de forma diferente. </strong>Esta informação permite melhorar na entrevista seguinte.</p>



<p>Numa entrevista de emprego, <strong>mais do que estar pronto para responder, vá preparado para perguntar</strong>. Saber escutar e ser curioso são competências de comunicação valiosas — e que fazem a diferença no mundo do trabalho.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mais uma estratégia <em>fit</em> que faz a diferença</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-mGUe3' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>A <a href="https://simplyflow.pt/falar-ou-calar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">comunicação</a> é uma habilidade — e, como qualquer habilidade, desenvolve-se com as ferramentas certas e, acima de tudo, com treino e persistência.</p>



<p>Na <a href="https://carlarocha.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Carla Rocha Comunicação</a>, desenvolvemos recentemente um <strong>curso online com estratégias de comunicação — verbal e não verbal, de escrita e imagem — para ajudar quem está a dar os primeiros passos no mercado de trabalho</strong> a comunicar o seu valor com clareza, autenticidade e intencionalidade.</p>



<p>Por vezes, a (ainda) tímida experiência profissional pode gerar dúvidas sobre como se apresentar numa entrevista ou elaborar uma carta de motivação que se destaque. Mas a verdade é esta: <strong>quem está à procura do primeiro emprego já tem uma história para contar – as experiências pessoais e académicas enriquecem essa história</strong>. Atividades extracurriculares, desporto ou voluntariado revelam competências que as empresas valorizam, como capacidade de trabalho em equipa, criatividade e espírito de iniciativa.</p>



<p>Uma das estratégias práticas que partilhamos no curso online <em>Entrevistas que dão emprego</em> é esta: antes da entrevista, analise bem o descritivo da função a que se candidata e identifique três competências-chave. Depois, prepare exemplos que demonstrem essas competências. Por exemplo: “Notei que valorizam o espírito de equipa. Durante a universidade, fui capitão da equipa de basquetebol. Aprendemos a apoiar-nos uns aos outros em momentos de pressão”. <strong>Mostre — de forma concreta — que as suas competências fazem <em>fit</em> com as necessidades da empresa</strong>.</p>



<p>Estas e outras estratégias de comunicação estão disponíveis no curso online <a href="https://carlarocha.pt/entrevistas-que-dao-emprego/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Entrevistas que dão emprego</em></a>, que conta também com dicas de especialistas em recrutamento — que conhecem o processo melhor do que ninguém.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-mGUe3' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</entry>
		<entry>
		<author>
			<name>Diana Gaspar</name>
							<uri>https://dianagaspar.pt/</uri>
						</author>

		<title type="html"><![CDATA[Como identificar uma amizade tóxica?]]></title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://simplyflow.pt/como-identificar-uma-amizade-toxica/" />

		<id>https://simplyflow.pt/?p=24361</id>
		<updated>2025-07-02T14:46:56Z</updated>
		<published>2025-07-17T05:45:00Z</published>
		<category scheme="https://simplyflow.pt/" term="MENTE SÃ" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="amigos" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Amizade" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="amizade tóxica" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Amizades tóxicas" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Diana Gaspar" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Mente Sã" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="relações tóxicas" />
		<summary type="html"><![CDATA[<p>Sabemos que uma má amizade se pode desenhar numa relação tóxica, podendo trazer consequências físicas, emocionais e mentais muito negativas.</p>
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]]></summary>

					<content type="html" xml:base="https://simplyflow.pt/como-identificar-uma-amizade-toxica/"><![CDATA[<p>Se há relações que nos fazem bem e que nos dão outro tipo de alento na vida são as amizades. Ter um bom amigo, ou um grupo de bons amigos, é uma lufada de ar fresco numa vida de verões quentes e um aconchego nos dias em que nos sentimos desprotegidos e com frio. Os amigos são colo, suporte, alegria, companhia, uma boa gargalhada e uma saída até de madrugada. Amigos também são verdade, aliás, não há boas amizades sem boas doses de verdade e autenticidade, e isso significa que um amigo também é aquele que partilha uma vida, perspetivas e opiniões com empatia, respeito e carinho. E se uma boa amizade prolonga a vida, uma má amizade tira-a na mesma medida.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sabemos que uma má amizade se pode desenhar numa relação tóxica, podendo trazer consequências físicas, emocionais e mentais muito negativas para os envolvidos.&nbsp;</strong></h2>



<p>Relatos de dores de cabeça, barriga, ansiedade, tristeza, medo, estão na lista de sintomas que a maior parte das pessoas manifesta quando está a viver uma amizade abusiva, e, por isso, tóxica.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas, afinal o que é uma amizade tóxica?&nbsp;</strong></h2>



<p>Uma amizade tóxica pode ter várias manifestações e expressões, mas assume geralmente algumas manifestações como os exemplos que a seguir descrevo:&nbsp;</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-GEVlS' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a sensação constante de competição (se está sempre a competir com o seu amigo ou sente que ele está sempre em competição consigo em relação a tudo o que fazem, têm e são);</li>



<li>um dos elementos assume uma postura mais agressiva e de superioridade acabando o outro por assumir uma posição de vítima e um papel de inferioridade;</li>



<li>presença de crítica constante que pode ser feita à frente de outros amigos e pessoas;</li>



<li>comunicação agressiva, indelicada e com adjetivos muitas vezes inadequadas (burro, feio, desadequdado, gordo, desajeitado, incompetente, etc.), sendo apresentada como uma forma de estar verdadeira, sincera e honesta;</li>



<li>As necessidades de uma das pessoas são sempre mais importantes do que as da outra. Há sempre uma presença mais egocêntrica por um dos elementos, fluindo a conversa sempre mais em função de uma das pessoas do que da outra;</li>



<li>relação percebia como muito absorvente e intensa, e como se os assuntos da relação vivessem só em função de um dos elementos;</li>



<li>o investimento na relação pode não ser igual, havendo a sensação que há uma pessoa que investe e se organiza mais em função da relação e das necessidades do outro, do que a outra;</li>



<li>presença de algum tipo de violência física e verbal;</li>



<li>medo de dar a opinião ou de partilhar uma ideia ou experiência por parte do elemento mais frágil e vulnerável;</li>



<li>aquilo que se dá parece estar sempre envolvido em algum tipo de cobrança entre o que seu dá e o que se recebe;</li>



<li>quem assume a posição de maior liderança na relação assume que a sua vida e os seus problemas são sempre mais complicados e difíceis do que os do outro;</li>



<li>no caso de existir um amigo em comum, quem assume uma postura de superioridade e, por isso, abusiva, tenta sempre excluir o mais vulnerável e frágil;</li>



<li>raramente há comentários ou elogios ao sucesso e às conquistas do amigo.</li>
</ul>



<p>Há vários tipos de manifestações podendo uma relação de amizade ter um ou mais do que um dos tópicos anteriormente partilhados. De todo o modo, na dúvida, e como costumo dizer aos meus pacientes, <strong>se não tiver certeza se está numa amizade tóxica perceba como fica o seu corpo antes e após estar com esse amigo</strong>. O corpo às vezes é mais sábio do que a nossa mente e sistema de avaliação. Há uns tempos uma paciente verbalizava que sentia medo de dar a sua opinião a uma amiga porque se sentia criticada e com dor de cabeça sempre depois de estar com ela. Se dúvidas houvesse, o corpo estaria a dar as respostas necessárias.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A maior parte das relações tóxicas não o são no seu início.</strong></h2>



<p>Isto acontece porque uma grande parte das vezes a pessoa com o perfil abusivo e de superioridade se apresenta como uma pessoa simpática, afável e disponível e a pessoa com um perfil mais frágil e de vítima, com maior necessidade de dizer a tudo que sim, desejabilidade elevada e <a href="https://simplyflow.pt/porque-sentimos-tanta-necessidade-de-ser-aceites/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">necessidade de sentir que gostam de si</a>. Junta-se desta forma <em>“a fome à vontade de comer”</em>. Tal como em outro tipo de relações afetivas, há quase sempre um período inicial onde pode parecer tudo perfeito, e uma amizade para a vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É possível protegermo-nos deste tipo de relacionamentos tóxicos?</strong></h2>



<p>Costumo dizer que pessoas com comportamentos tóxicos e perfis abusivos podem todos os dias chegar às nossas vidas, mas que só ficam aquelas que deixamos ficar. Assim, acredito que há tanta <a href="https://www.facebook.com/dianacoimbragaspar/posts/pfbid0B5yPPpdXKnqyMHJ2FjMopRyg2otaxWLrqKkTVYwwJZuiXegKvYWLdymBZtfNiw4Jl" target="_blank" rel="noreferrer noopener">responsabilidade</a> em que agride, de como em que se deixa agredir, reconhecendo claro, que alguns de nós estarão mais aptos a defenderem-se do que outros, e assim sendo, precisamos todos de aprender a libertarmo-nos deste tipo de <a href="https://simplyflow.pt/porque-nos-mantemos-em-relacoes-toxicas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">relacionamentos</a>. </p>



<p>Normalmente o amigo com o perfil abusivo e tóxico é tão auto-centrado que pode ser quase incapaz de ser empático e de ter autoconsciência dos seus comportamentos e necessidades. Por outro lado, há no amigo mais vulnerável e frágil uma necessidade de ajudar e servir que o torna mais permeável a este tipo de relacionamentos. Daí a importância extrema, de nos educarmos a treinar limites respeitosos.&nbsp;</p>



<p>As boas pessoas dizem que não e precisam de desenvolver a capacidade de se respeitarem tanto a si, como respeitam os outros. Desta forma estará&nbsp; mais capaz de se proteger deste tipo de relações e amizades. Por outro lado, também sabemos que as pessoas com mais tendência a manterem uma postura mais frágil e de inferioridade nos relacionamentos, são maioritariamente pessoas que não se valorizam e que acreditam que ninguém gosta delas. Existindo esta crença, mais vale uma relação abusiva do que ficarem sozinhos para o resto da vida, acreditam eles. Este tipo de verbalizações são muito comuns de ouvir na minha prática profissional.</p>



<p>Se o leitor se mantém e algum tipo de amizade tóxica recomendo que trabalhe a sua auto-estima, que aprenda a valorizar-se e que aprenda a gostar de si. Tem o direito de criar na sua vida relações saudáveis, de respeito e de verdadeira amizade. Se está numa relação tóxica e sente que é agressor, perceba que a sua fragilidade é tão grande como a do amigo que agride. Quando estamos bem connosco e acreditamos no nosso valor não temos necessidade de tratar mal quem quer que seja para nos sentirmos melhor e mais seguros.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Crie uma realidade diferente para si</strong></h2>



<p>Se está numa relação tóxica e sente que se coloca como vítima, perceba que a única forma de deixar de o ser é aprender a respeitar-se e que o seu valor não é proporcional aos sins que diz e à aceitação que precisa por parte dos outros. Aprenda a valorizar-se e a respeitar-se. Dessa forma mais ninguém vai abusar de si. Reconheça o que aprendeu sobre si através dos seus relacionamentos, reconheça também o que sente e perceba o que quer e o que não quer para a sua vida, com a certeza que não mudando ninguém, pode sempre mudar-se a si próprio e criar outro tipo de realidade interna e externa. Acredito que a qualidade das relações que vive também é proporcional à relação de qualidade que tem consigo mesmo.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-GEVlS' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</entry>
		<entry>
		<author>
			<name>Fátima Lopes</name>
							<uri>https://simplyflow.pt</uri>
						</author>

		<title type="html"><![CDATA[Leve o cérebro de férias, mas não o desligue]]></title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://simplyflow.pt/leve-o-cerebro-de-ferias-mas-nao-o-desligue/" />

		<id>https://simplyflow.pt/?p=24440</id>
		<updated>2025-07-31T17:14:32Z</updated>
		<published>2025-07-16T05:04:00Z</published>
		<category scheme="https://simplyflow.pt/" term="LAZER" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="cérebro" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Criminalia" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="fátima lopes" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Férias" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Lazer" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Livro" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Livros" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Vasco Catarino Soares" />
		<summary type="html"><![CDATA[<p>“Criminalia” é uma excelente sugestão para quem quer aproveitar as férias com leveza, sem abdicar de cuidar do bem-estar mental.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/leve-o-cerebro-de-ferias-mas-nao-o-desligue/">Leve o cérebro de férias, mas não o desligue</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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					<content type="html" xml:base="https://simplyflow.pt/leve-o-cerebro-de-ferias-mas-nao-o-desligue/"><![CDATA[<p><strong>Se está à procura de uma leitura divertida, envolvente e, ao mesmo tempo, desafiante para os dias de verão, “Criminalia – Resolva estes 40 crimes… se for capaz!” pode ser exatamente aquilo de que precisa. Assinado por Vasco Catarino Soares, psicólogo clínico e neuropsicólogo, este livro oferece muito mais do que um simples passatempo: é um verdadeiro treino mental disfarçado de jogo policial, ideal para manter o cérebro activo durante as férias.</strong></p>



<p>Ao longo de 144 páginas, assuma o papel de assistente do excêntrico Inspector Manuel Massada — uma figura prestes a reformar-se e visivelmente farto da profissão. Entre acessos de fúria e almoçaradas demasiado regadas, Massada já não tem paciência para resolver crimes e conta consigo para o substituir. Se conseguir cumprir a missão, poderá ser promovido a Inspector-Detective!&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Exercite o cérebro com humor e mistério nestas férias</strong></h2>



<p>São 40 crimes, desde homicídios com requintes <em>gourmet</em> a conspirações internacionais, todos à espera de serem resolvidos através de pistas, enigmas e deduções inteligentes. Este é um livro que desafia a lógica e a atenção ao detalhe, tudo embrulhado numa narrativa leve e bem-humorada. Ideal para quem gosta de manter a mente alerta, mesmo quando o corpo está deitado na toalha da praia.</p>



<p><a href="https://simplyflow.pt/author/vasco-catarino-soares/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Vasco Catarino Soares</a> volta a mostrar como é possível aliar conhecimento científico e diversão. Psicólogo clínico e neuropsicólogo, é também uma figura respeitada no campo da estimulação mental, tendo desenvolvido programas inovadores de reabilitação cognitiva e formação na área da saúde mental.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img loading="lazy" decoding="async" width="202" height="300" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/Capa-do-livro-Criminalia-202x300.jpg" alt="Criminalia Cérebro Férias" class="wp-image-24441" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/Capa-do-livro-Criminalia-202x300.jpg 202w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/Capa-do-livro-Criminalia-691x1024.jpg 691w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/Capa-do-livro-Criminalia-768x1139.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/Capa-do-livro-Criminalia-1036x1536.jpg 1036w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/Capa-do-livro-Criminalia-1381x2048.jpg 1381w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/Capa-do-livro-Criminalia-1170x1735.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/Capa-do-livro-Criminalia-585x867.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/Capa-do-livro-Criminalia-scaled.jpg 1727w" sizes="(max-width: 202px) 100vw, 202px" /></figure></div>


<p>“Criminalia” não é apenas um livro de enigmas, é uma proposta inteligente para estimular a mente de forma lúdica. O leitor é desafiado a pensar de forma criativa, a fazer conexões improváveis e a manter a atenção de forma focada, tudo isto enquanto se diverte com os diálogos mordazes e imprevisíveis do inspetor Massada.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Neste verão, troque os passatempos habituais por um desafio mais estimulante.&nbsp;</strong></h2>



<p>“<a href="https://www.presenca.pt/products/criminalia?srsltid=AfmBOooorcP6kYxQ2AZhBbBwUY3Lo0c9VPhjFwsbYKPNZK5TQK6NyYeT" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Criminalia</a>” é uma excelente sugestão para quem quer aproveitar as férias com leveza, sem abdicar de cuidar do bem-estar mental. Prepare-se para rir, pensar e, quem sabe, descobrir o detective que há em si!</p>



<p class="has-small-font-size">Nota: Fotografia por <a href="https://www.instagram.com/fuifotografar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Verónica Silva</a> </p>



<p></p>
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		<entry>
		<author>
			<name>Filipa Teles</name>
					</author>

		<title type="html"><![CDATA[Como viver com mais equilíbrio, vitalidade e consciência?]]></title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://simplyflow.pt/como-viver-com-mais-equilibrio-vitalidade-e-consciencia/" />

		<id>https://simplyflow.pt/?p=24367</id>
		<updated>2025-07-31T17:15:30Z</updated>
		<published>2025-07-15T16:17:00Z</published>
		<category scheme="https://simplyflow.pt/" term="SAÚDE" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Filipa Teles" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="O corpo sabe quem és" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="saúde" />
		<summary type="html"><![CDATA[<p>Num tempo em que tudo parece urgente e efémero, viver com equilíbrio passou a ser um verdadeiro acto de coragem. </p>
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					<content type="html" xml:base="https://simplyflow.pt/como-viver-com-mais-equilibrio-vitalidade-e-consciencia/"><![CDATA[<p>Num tempo em que tudo parece urgente e efémero, viver com equilíbrio deixou de ser apenas uma escolha saudável — passou a ser um verdadeiro acto de coragem. A desconexão com o corpo, o afastamento dos ritmos naturais e a falta de escuta interna tornaram-se comuns. Muitas vezes, sintomas como cansaço persistente, insónias, ciclos menstruais irregulares, desconfortos digestivos, compulsão alimentar, dores menstruais, queda de cabelo, baixa libido ou ansiedade são encarados como parte inevitável da vida adulta. Mas não são. São sinais — e o corpo avisa muito antes de adoecer.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A vitalidade como prioridade</strong></h2>



<p>A vitalidade não é um luxo. É a base de uma vida plena e deveria ser uma prioridade. Cuidar da nossa fisiologia natural não é uma tendência: é um compromisso com aquilo que temos de mais essencial. É escolher viver com mais presença, mais clareza e mais vida — algo que exige coragem, consistência e responsabilidade, muito para além da ideia romântica da motivação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Confiar no corpo</strong></h2>



<p>Hoje, mais do que nunca, é urgente sair do ciclo de sobrevivência e recuperar a confiança no corpo. Porque, ao contrário do que tantas vezes nos ensinaram, ele não está contra nós — ele comunica connosco, se soubermos escutar e respeitar os seus sinais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Da fertilidade à longevidade</strong></h2>



<p>Na prática clínica, acompanho mulheres e homens em diferentes fases da vida — da pré-concepção à menopausa ou andropausa (toda a vida, portanto!). Da fertilidade à longevidade, como costumo dizer. E o que observo é claro: quando o objectivo é viver mais tempo com saúde e vitalidade, a fisiologia natural tende a restabelecer-se. Os níveis hormonais melhoram, o sistema imunitário equilibra-se, o sono regula-se, a digestão torna-se mais eficaz, a libido regressa. E, com isso, a fertilidade reaparece de forma espontânea e descomplicada.</p>



<p>Focar apenas na fertilidade pode trazer resultados pontuais. Mas quando cuidamos da longevidade, activamos os pilares que sustentam a saúde a longo prazo — e a fertilidade deixa de ser esforço para voltar a ser expressão natural.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Não, não é uma utopia viver com saúde, energia e propósito. Mas exige sair do piloto automático, romper padrões, parar de adiar.&nbsp;</strong></h2>



<p>Se esperarmos pela motivação para começar, é provável que nada mude. É a acção que traz clareza, e é o compromisso que gera verdadeira transformação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>8 práticas essenciais para viver com mais saúde, vitalidade e longevidade:</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-f3Sei' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Alimentação real, variada e anti-inflamatória</strong></h3>



<p>Prefira alimentos naturais, com boa densidade nutricional. Reduza o consumo de ultraprocessados, farinhas refinadas, açúcares e álcool (se for todos os sábados, já não é excepção — é rotina disfarçada).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Suplementação personalizada</strong></h3>



<p>Embora a base deva ser sempre a alimentação e o estilo de vida, há carências que exigem atenção clínica. A suplementação bem orientada pode optimizar a regulação hormonal, o sistema imunitário e a performance metabólica. Uma equipa multidisciplinar é fundamental e, por isso, na <a href="https://www.instagram.com/essenceprimecare/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Essence</a> encaminhamos sempre quando necessário para a nutrição.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Medicina Chinesa Integrativa</strong></h3>



<p>Quando aliada à Medicina Funcional Integrativa — tal como a Medicina Tradicional Chinesa, uma abordagem clínica baseada na investigação da causa raiz, na interligação entre sistemas (digestivo, imunitário, hormonal, neurológico, etc.) e na optimização da saúde de forma personalizada — o impacto é amplificado.</p>



<p>Esta união entre a ciência e a essência permite cruzar padrões energéticos com marcadores laboratoriais, respeitando a bioindividualidade e os factores ambientais, genéticos e emocionais que influenciam o estado de saúde. Compreende-se, assim, que a epigenética desempenha um papel determinante na forma como esses factores moldam a expressão da saúde ao longo da vida.</p>



<p>O resultado são estratégias terapêuticas mais integradas, eficazes e duradouras, que promovem avaliações mais profundas, tratamentos personalizados e uma abordagem centrada na prevenção e restauração da saúde.</p>



<p>O foco é uma equipa multidisciplinar que coloque o utente no centro da sua prática e tenha uma visão holística, funcional e integrativa.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Exercício físico (idealmente de manhã)</strong></h3>



<p>Estimula o metabolismo, melhora o humor, fortalece os músculos, favorece o cortisol e regula o ritmo circadiano.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Sono de qualidade (idealmente das 22h00 às 06h00)</strong></h3>



<p>Durante este período, o corpo regenera tecidos,  favorece a melatonina, equilibra hormonas e optimiza as suas funções essenciais.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>6. Microbioma intestinal equilibrado</strong></h3>



<p>A saúde gastrointestinal impacta directamente o sistema imunitário, o metabolismo, o humor e até o funcionamento neurológico.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>7. Respiração consciente</strong></h3>



<p>Respirar de forma lenta e profunda activa o sistema nervoso parassimpático, reduz o stress e melhora a oxigenação celular — uma prática simples, mas com impacto profundo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>8. As 5 pessoas mais próximas de nós</strong></h3>



<p>Somos profundamente influenciados por quem nos rodeia. Estar próximo de pessoas que nos respeitam, inspiram e apoiam é determinante para a saúde emocional, hormonal e até imunológica.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O corpo sabe. Escutá-lo é transformar a vida.</strong></h2>



<p>A vida não precisa de ser vivida em esforço constante, nem num corpo que apenas resiste à espera de um dia ideal para, então, começar a viver de verdade. Quando aprendemos a escutá-lo, compreendê-lo e cuidar dele com respeito, tudo se transforma.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="414" height="640" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/Capa-livro-O-corpo-sabe-quem-es.jpeg" alt="equilíbrio vitalidade" class="wp-image-24368" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/Capa-livro-O-corpo-sabe-quem-es.jpeg 414w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/Capa-livro-O-corpo-sabe-quem-es-194x300.jpeg 194w" sizes="(max-width: 414px) 100vw, 414px" /></figure></div>


<p>No livro “<a href="https://www.portoeditora.pt/produtos/ficha/o-corpo-sabe-quem-es/31517383" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O Corpo Sabe Quem És</a>”, partilho esta visão integrativa da saúde com ferramentas práticas que nos ajudam a viver em maior sintonia com a nossa natureza, com mais vitalidade, clareza e presença. Porque <strong>o bem-estar não deve ser uma excepção. Deve ser o ponto de partida</strong>.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-f3Sei' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</entry>
		<entry>
		<author>
			<name>Joana Pinho</name>
							<uri>https://joanapinho.com/</uri>
						</author>

		<title type="html"><![CDATA[Como aproveitar o verão de forma equilibrada (e feliz!)]]></title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://simplyflow.pt/como-aproveitar-o-verao-de-forma-equilibrada-e-feliz/" />

		<id>https://simplyflow.pt/?p=24352</id>
		<updated>2025-07-31T17:14:52Z</updated>
		<published>2025-07-14T05:00:00Z</published>
		<category scheme="https://simplyflow.pt/" term="ALIMENTAÇÃO" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="alimentação" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Corpo São" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="dicas" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Férias" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Joana Pinho" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="saúde" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Verão" />
		<summary type="html"><![CDATA[<p>Não se trata de perfeição, mas, sim, de viver de forma consciente. E acredita: um verão equilibrado é um verão bem mais saboroso, por  dentro e por fora.</p>
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					<content type="html" xml:base="https://simplyflow.pt/como-aproveitar-o-verao-de-forma-equilibrada-e-feliz/"><![CDATA[<p><strong>Verão é sinónimo de sol, praia, férias e, claro, gelados! Para muitos, é a estação mais aguardada do ano. Para outros, que estão num processo de perda de peso ou a tentar criar e manter bons hábitos alimentares, é um causador de ansiedade. A boa notícia é que não é preciso escolher entre viver o verão de forma prazerosa e leve ou manter uma alimentação equilibrada. É possível conjugar os dois, com flexibilidade e sem culpa!</strong></p>



<p>No verão saímos da nossa rotina habitual, vamos de férias, fazemos e comemos coisas diferentes e está tudo bem com isso. Aliás, é aconselhado, porque fugir da rotina faz parte de um estilo de vida saudável. O segredo para manter o equilíbrio é fazer escolhas conscientes e não cair no extremismo do “agora é tudo ou nada”. Ou seja, não tens de abdicar do teu gelado preferido. No entanto, tens opções muito mais leves do que os cones cheios de cobertura e recheio, se quiseres fazer uma escolha mais consciente ou consumir gelados com maior frequência.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Gelados &#8211; Quais as melhores escolhas?</strong></h2>



<p>Os gelados de gelo, gelado de leite com fruta ou mesmo um mini gelado infantil são boas alternativas que podem ter menos de 100 kcal, uma diferença gigante face aos gelados mais calóricos que podem ter 300 a 400 kcal ou até uma bola de Berlim que pode chegar às 500 Kcal!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E quanto à bola de Berlim…&nbsp;</strong></h2>



<p>Para muitos é tradição comer uma bola de Berlim na praia. Se for o teu caso ou se te apetecer, podes comê-la, saboreando e aproveitando o momento com prazer e sem culpa. No entanto, se vais de férias uma semana não precisas de comer uma bola todos os dias, certo?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Podes fazer sempre escolhas inteligentes que te garantam prazer sem prejudicar os teus&nbsp; objetivos.</strong></h2>



<p>Por exemplo, <strong>na esplanada</strong> também tens opções interessantes e menos calóricas, como café com gelo (menos convencional, mas delicioso!), água com limão e hortelã ou frize light. Para petiscar, os tremoços, azeitonas, percebes ou moelas são excelentes alternativas. Se quiseres algo mais composto, pensa em wraps de frango grelhado, saladas completas (sem molhos pesados e atenção às “saladas bomba”, que têm mais calorias que uma pizza!) ou sandes em pão escuro com recheios simples e saciantes.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Nas férias, com uma rotina diferente é natural fazeres menos refeições por dia. Se estás a dormir mais ou a fazer refeições com maior quantidade, não precisas forçar os lanches habituais</strong><strong><em>. </em></strong><strong>Escuta o teu corpo.</strong></h2>



<p>Tenta intercalar as refeições mais indulgentes com mais leves. Por exemplo, se jantaste uma pizza deliciosa à beira-mar, no dia seguinte, ao almoço, podes escolher um prato de peixe grelhado com salada e arroz. Lembra-te: não vais estragar a tua jornada <strong>por saborear um prato típico, </strong>uma <strong>sobremesa especial </strong>ou <strong>brindar com vinho. </strong>A culpa não tem lugar à mesa. Escolhe com intenção. Come devagar. E aproveita cada momento — porque isso também é saúde.</p>



<p>Se vais <strong>passar o dia fora</strong>, numa caminhada, passeio ou a estender a toalha na <a href="https://www.instagram.com/joanapinho.nutricionista/p/DLiTS0ToC3z/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">praia</a>, prepara um mini “kit sobrevivência” para levares contigo com alimentos que te vão ajudar a manter uma alimentação equilibrada. É muito prático e vai evitar decisões impulsivas de última hora! </p>



<p>Podes incluir:&nbsp;</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-l7iEw' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>• Fruta fresca (maçã, pêssego, uvas, cerejas&#8230;);&nbsp;</p>



<p>• Fruta desidratada em saquetas individuais (20g);&nbsp;</p>



<p>• Queijinhos Babybel, mini mozzarellas ou iogurte proteico;&nbsp;</p>



<p>• Tortitas de arroz ou milho, gressinos, tostas;&nbsp;</p>



<p>• Frutos gordos (amêndoas, caju, avelãs&#8230;);&nbsp;</p>



<p>• Barras proteicas com poucos açúcares;&nbsp;</p>



<p>• Gelatina fresca com fruta;&nbsp;</p>



<p>• Snacks no frasco: iogurte natural, aveia, sementes de chia e morango — delicioso!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Adapta a atividade física às férias.</strong></h2>



<p>Para além disso, não tens de “compensar” o jantar com uma corrida no dia seguinte. Em vez disso, faz uma caminhada ao fim da tarde, nada no mar, brinca com os miúdos, explora a vila a pé, sobe as escadas em vez de usar o elevador. São todas ótimas formas de te manteres ativa com prazer. O que importa é mexeres-te, não precisa de ser obrigatoriamente um “treino”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Outro aspeto essencial é a hidratação!</strong>&nbsp;</h2>



<p>Por isso, anda sempre com uma garrafinha de&nbsp; água atrás. Se não fores fã de água simples, junta-lhe rodelas de limão, pepino ou folhas de hortelã. A hidratação é ainda mais importante em dias de calor e sol.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Acima de tudo, lembra-te disto: férias não são para contar calorias. São para criar&nbsp; memórias.&nbsp;</strong></h2>



<p>Por isso, em vez de te focares no que “não podes”, escolhe o que te faz bem, o que te sabe bem e o que te ajuda a continuar a sentir-te no teu melhor, mesmo fora da&nbsp; rotina.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Aproveita o verão com prazer e equilíbrio. </strong></h2>



<p>Não se trata de perfeição, mas, sim, de viver de forma consciente. E acredita: <strong>um verão equilibrado é um verão bem mais saboroso, por dentro e por fora</strong>. </p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-l7iEw' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>



<p></p>
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		<entry>
		<author>
			<name>Márcia Inês Coelho</name>
							<uri>https://www.marciainescoelho.com/</uri>
						</author>

		<title type="html"><![CDATA[Quando o tempo não cura: O que fazer com a dor que ficou]]></title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://simplyflow.pt/quando-o-tempo-nao-cura-o-que-fazer-com-a-dor-que-ficou/" />

		<id>https://simplyflow.pt/?p=24320</id>
		<updated>2025-07-31T17:15:18Z</updated>
		<published>2025-07-10T04:12:00Z</published>
		<category scheme="https://simplyflow.pt/" term="MENTE SÃ" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="dor emocional" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Feridas emocionais" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Márcia Inês Coelho" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Mente Sã" /><category scheme="https://simplyflow.pt/" term="Traumas" />
		<summary type="html"><![CDATA[<p>Há dores que não gritam, mas cansam. Há feridas que não sangram, mas moldam. E nenhuma delas é pequena demais para merecer a sua atenção.</p>
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]]></summary>

					<content type="html" xml:base="https://simplyflow.pt/quando-o-tempo-nao-cura-o-que-fazer-com-a-dor-que-ficou/"><![CDATA[<p>Já sentiu que há algo em si que não entende completamente? Uma ansiedade que surge do nada. Uma tristeza que parece não ter razão de ser. Uma raiva súbita, quase desproporcional. Ou até uma sensação crónica de insuficiência — como se estivesse sempre a falhar, ainda que esteja a fazer o seu melhor. Muitos de nós aprendemos a justificar estas sensações com frases como <em>“devo estar cansado”</em>; <em>“sou mesmo sensível”</em>; <em>“é só uma fase”</em>. E às vezes é. Mas noutras, não. E se, por detrás desses estados emocionais aparentemente “sem explicação”, houver algo mais profundo — algo que nunca teve espaço para ser sentido, nomeado, compreendido? Talvez seja um trauma antigo que nunca teve tempo, lugar ou segurança para doer. Uma dor que não foi ouvida, mas que se mantém viva, a pulsar de forma invisível nas nossas escolhas, nos nossos relacionamentos, na forma como lidamos com o mundo e connosco.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Feridas invisíveis: Mas, afinal, todos temos traumas? (</strong><strong><em>Spoiler</em></strong><strong>: sim, de alguma forma)</strong></h2>



<p>Quando falamos de trauma é comum pensarmos em eventos extremos: abusos, acidentes, perdas devastadoras ou violência. E, sim, estes eventos podem ser profundamente traumáticos. Mas o trauma emocional é mais abrangente do que isso e, muitas vezes, mais silencioso.</p>



<p>Trauma não é apenas o que nos aconteceu, mas o impacto que isso teve dentro de nós. É o que sentimos quando algo ultrapassa a nossa capacidade de compreender, integrar ou processar. Quando nos sentimos desamparados, sozinhos, inseguros ou sem recursos para lidar com a realidade, o nosso corpo e a nossa mente fazem o que for preciso para nos proteger: dissociam, bloqueiam, congelam.</p>



<p>Além disso, a dor emocional nem sempre nasce daquilo que nos acontece, mas do que não acontece e deveria ter acontecido. Falamos da ausência de segurança emocional, de validação, de presença afetuosa. Falamos de crescer num ambiente onde não havia espaço para sentir, onde o amor era condicionado, onde o erro era punido e não compreendido.</p>



<p>Por exemplo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Uma criança que chorava e era chamada de “dramática” pode crescer a acreditar que expressar emoções é algo errado;</li>



<li>Um adolescente que nunca ouviu um “estou orgulhoso de ti” pode tornar-se um adulto que vive em busca de aprovação constante;</li>



<li>Alguém que cresceu com pais emocionalmente ausentes pode desenvolver dificuldade em confiar ou criar intimidade.</li>
</ul>



<p>Estas experiências moldam-nos de forma subtil, mas poderosa. E o mais desafiante é que, muitas vezes, tornamo-nos adultos funcionais — conseguimos trabalhar, estudar, ter relações —, mas por dentro sentimos uma exaustão profunda, um vazio que não sabemos explicar, uma insegurança constante que parece não ter fim.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E se eu não me lembrar da minha infância?</strong></h2>



<p>Este é um dos sinais mais comuns de que pode haver dor emocional não processada: lacunas de memória afetiva. Não se lembrar de quase nada da infância não significa, necessariamente, que nada aconteceu. Pode significar, na verdade, que houve uma necessidade de nos afastarmos da experiência para conseguirmos sobreviver-lhe emocionalmente.</p>



<p>Quando somos pequenos, o nosso sistema nervoso ainda está em desenvolvimento. Se crescemos em ambientes onde era preciso estar sempre em alerta ou onde não havia espaço para sermos vulneráveis, o corpo cria formas de sobreviver. Esquecer pode ser uma dessas estratégias.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como sabemos que há algo por digerir e integrar?</strong></h2>



<p>Nem sempre o trauma se apresenta como uma memória dolorosa clara. Muitas vezes, ele vive nas entrelinhas da nossa vida:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-bJrWh' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Na compulsão por agradar e evitar conflitos;</li>



<li>No medo de desiludir os outros;</li>



<li>No desconforto em sermos vistos ou em partilhar vulnerabilidades;</li>



<li>Na sensação constante de ter de provar valor;</li>



<li>Na dificuldade em pedir ajuda;</li>



<li>No perfeccionismo que esconde o medo da rejeição;</li>



<li>Na tendência a sabotar relacionamentos que começam a ficar demasiado próximos.</li>
</ul>



<p>Estes comportamentos, muitas vezes normalizados pela sociedade, podem ser formas de nos protegermos da dor original. Mas são também sinais de que talvez haja algo dentro de nós a pedir cuidado, atenção e integração.</p>



<p>O perigo de acharmos que isso faz parte da nossa personalidade, é que viveremos sempre condicionados a fugir da dor ou a tentar preencher os vazios que ela nos causa, sem sermos capazes de compreender a sua origem, questionar os padrões que nos limitam ou oferecer a nós mesmos o cuidado que nunca recebemos. Continuaremos a reagir, em vez de escolher conscientemente. A repetir, em vez de transformar. A sobreviver, em vez de viver com inteireza.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Primeiros passos para lidar com a dor emocional</strong></h2>



<p>Uma ferida emocional não se trata como se trata uma dor de cabeça. Não há atalhos. Mas há caminhos. Aqui ficam alguns passos fundamentais para iniciar o seu processo:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Aprender a sentir — sem se afogar</strong></h3>



<p>Muitas pessoas cresceram a acreditar que sentir é perigoso. Que “ser forte” é não chorar, não demonstrar dor, não ser “fraco”. Mas sentir é humano. E necessário.</p>



<p>O primeiro passo para processarmos as nossas feridas é reaprender a estar com as nossas emoções (especialmente quando doem!), sem julgar, sem evitar, sem dramatizar. Sentir com presença, com curiosidade: <em>O que estou a sentir? Onde sinto isto no corpo? O que esta emoção quer dizer?</em></p>



<p>Mas, atenção: sentir não é o mesmo que se afundar na dor. Por isso é que precisamos treinar a nossa autorregulação emocional: aprender a identificar emoções, nomeá-las e criar espaço interno para as acolher. Técnicas como respiração consciente, meditação, <em>journaling</em> (escrita terapêutica), movimento corporal ou simplesmente conversar com alguém de confiança são formas de criar esse espaço seguro.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Acolher as partes feridas — sem se confundir com elas</strong></h3>



<p>Todos temos partes nossas que ficaram presas em experiências antigas. A criança que se sentiu rejeitada. O adolescente que aprendeu a calar. O adulto que se protege, afastando-se.<br>Curar passa por reconhecer essas partes, dar-lhes voz e espaço, mas sem nos identificarmos completamente com elas. <em>“Eu sinto rejeição”</em> é diferente de <em>“eu sou rejeitável”</em>. Acolher essas versões com compaixão — sem as deixar comandar a nossa vida — é um gesto poderoso de maturidade emocional.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Restaurar gradualmente a sua integridade — crescer com a ferida (e não apesar dela!)</strong></h3>



<p>A dor emocional não precisa de ser transformada em algo bonito para ter valor. Mas, muitas vezes, quando é sentida e integrada com verdade, ela pode tornar-se fértil. É aí que a ferida, em vez de nos definir, passa a revelar uma força que antes estava adormecida.</p>



<p>Não se trata de romantizar a dor, mas de reconhecer que, ao integrarmos a ferida, ganhamos acesso a recursos internos que talvez nunca tivéssemos desenvolvido de outra forma: empatia, presença, resiliência, autenticidade, propósito.</p>



<p>Este processo é o que chamamos de «crescimento pós-traumático». Não se trata de apagar o passado, mas de escolher crescer a partir dele — com mais consciência, mais profundidade, mais conexão com quem realmente somos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um convite à coragem emocional</strong></h2>



<p>Este artigo não pretende dar todas as respostas — e talvez nem devesse. Porque, às vezes, o mais importante não é encontrar uma solução imediata, mas abrir espaço para a pergunta certa.</p>



<p>E se viver com mais leveza, mais inteireza e mais verdade for possível?</p>



<p>E se a dor que carrega em silêncio não for um defeito, mas um sinal de que algo dentro de si está a pedir para ser cuidado — não ignorado, não racionalizado, não ultrapassado à força?</p>



<p>Há dores que não gritam, mas cansam. Há feridas que não sangram, mas moldam. E nenhuma delas é pequena demais para merecer a sua atenção.</p>



<p>Talvez esteja na altura de deixar de sobreviver em piloto automático, e começar a viver com presença. De se ouvir com mais ternura, de se olhar com mais honestidade. Não para se consertar — mas para se reencontrar.</p>


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<figure class="aligncenter size-medium"><img loading="lazy" decoding="async" width="202" height="300" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/06/Capa-do-livro-Quando-algo-nao-esta-bem-202x300.jpg" alt="dor" class="wp-image-24321" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/06/Capa-do-livro-Quando-algo-nao-esta-bem-202x300.jpg 202w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/06/Capa-do-livro-Quando-algo-nao-esta-bem-690x1024.jpg 690w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/06/Capa-do-livro-Quando-algo-nao-esta-bem-768x1140.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/06/Capa-do-livro-Quando-algo-nao-esta-bem-1035x1536.jpg 1035w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/06/Capa-do-livro-Quando-algo-nao-esta-bem-1380x2048.jpg 1380w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/06/Capa-do-livro-Quando-algo-nao-esta-bem-1170x1737.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/06/Capa-do-livro-Quando-algo-nao-esta-bem-585x868.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/06/Capa-do-livro-Quando-algo-nao-esta-bem-scaled.jpg 1725w" sizes="(max-width: 202px) 100vw, 202px" /></figure></div>


<p>O meu livro “<a href="https://www.presenca.pt/products/quando-algo-nao-esta-bem?srsltid=AfmBOopBlJj2i3Q9LEw1iScwG5JaGARGn-WWroLXbV-a7QdqM-2CJ0ik" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Quando algo não está bem – Compreender o trauma e cuidar das feridas emocionais do passado</a>” nasceu precisamente desse lugar: não como um manual de respostas rápidas, mas como um espelho gentil e um mapa possível para quem sente, cá dentro, que há qualquer coisa que precisa de ser ouvida.</p>



<p>É um convite à coragem emocional: A coragem de parar. De sentir. De voltar a si. E de acreditar que, mesmo com feridas, é possível recomeçar com verdade.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-bJrWh' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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