Comunicar no digital de forma real e autêntica

Adriana Lopes // Maio 9, 2024
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forma real
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Como comunicar no digital de forma real e autêntica? Esta é a pergunta que muitos de nós nos colocamos quando lançamos a nossa marca pessoal no digital, especialmente nas redes sociais.

Queremos ser diferentes e mostrar ao mundo que temos algo único e que acrescenta valor, mas fomos educados pela sociedade a seguir padrões que nos levam facilmente a ter tendência para fazer tudo igual.

Além disso, estamos cada vez mais a ser inundados com informação, estratégias, inteligência artificial e fórmulas mágicas e rápidas para o sucesso. No entanto, para comunicarmos de forma real, não há atalhos. Precisamos de trilhar o caminho do autoconhecimento, começando por nos questionarmos sobre as nossas competências e os nossos talentos para depois, sim, começarmos a construir uma marca pessoal.

É a peculiaridade da nossa essência que nos vai permitir comunicar de forma alinhada.

É preciso falarmos a nossa própria língua e usarmos a nossa própria voz. Não vale a pena tentarmos ser alguém diferente, porque até o nosso corpo comunica, e se não houver coerência e congruência, isso vai-se manifestar.

É muito importante entender que não é sobre nós, mas sobre o outro.

Para isso, precisamos de conhecer o nosso “cliente ideal”: quais são os seus interesses, as suas necessidades, o que procura e como é que nós podemos acrescentar valor? É essencial dirigirmo-nos ao nosso público com autenticidade, transparência, empatia e atenção.

Muitas vezes, o que falha nos negócios é pensarmos que a relação termina após a venda. Na verdade, é aí que ela começa verdadeiramente.

Focamo-nos em angariar mais clientes em vez de nutrir os que já temos. Porquê? Pelo mesmo motivo pelo qual temos tendência a fazer tudo igual: medo da escassez, medo de não sermos bons o suficiente pelo que somos para ter um negócio de sucesso. É este medo que aciona o piloto automático, o estado de querer “mais e mais” de forma desmedida, que nos leva ao burnout, tirando-nos do que é necessário: estar presente, responder, interagir, valorizar e fomentar. Em equilíbrio.

Por fim, é essencial saber ouvir. 

Devemos receber o feedback, as críticas e as sugestões de melhoria. Rodearmo-nos de pessoas que saibam mais que nós e que nos causem “desconforto” é fundamental. Tudo o que nos toca é porque ainda não foi sentido. Ter humildade para aprender com os outros, sejam mentores, clientes, parceiros, amigos, familiares ou seguidores, é o que nos vai permitir evoluir.

É esta consciência que ajuda a construir uma identidade sólida e reconhecível ao longo do tempo. Afinal, o digital é apenas um meio que nos pode levar a muitos caminhos. 

Não há nada mais mágico e transformador do que cumprir o papel que viemos desempenhar na nossa vida e poder impactar de forma real e autêntica as vidas que se cruzam com a nossa.

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