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	<title>Arquivo de SUSTENTABILIDADE - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Arquivo de SUSTENTABILIDADE - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<item>
		<title>“A Viagem pelo Clima” e a proteção da casa da humanidade</title>
		<link>https://simplyflow.pt/a-viagem-pelo-clima-e-a-protecao-da-casa-da-humanidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 17:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SUSTENTABILIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[fátima lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem pelo clima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Terminou na passada segunda-feira a 3.ª edição do evento “Viagem pelo Clima” e, tal como nos anos anteriores, acompanhei cada uma das equipas.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/a-viagem-pelo-clima-e-a-protecao-da-casa-da-humanidade/">“A Viagem pelo Clima” e a proteção da casa da humanidade</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Terminou na passada segunda-feira a 3.ª edição do evento “<a href="https://www.viagempeloclima.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Viagem pelo Clima</a>”, organizado pela empresa <a href="https://get2c.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Get2C</a>. Vários jovens foram selecionados para participar nesta iniciativa e agrupados em três equipas: a equipa Ar, a equipa Terra e a equipa Água. O desafio consistia em percorrer, da forma mais sustentável possível, os municípios que tinham aderido ao projeto.</p>



<p>Este ano, contámos com os municípios de Cascais, Braga, Setúbal, Figueira da Foz, Vila Franca de Xira e Lagos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sustentabilidade em ação</strong></h2>



<p>Todos os dias, as equipas colocavam na plataforma do evento os seus consumos de água, os alimentos que ingeriam, os transportes escolhidos para se deslocarem, o dinheiro gasto e o tempo investido em cada deslocação. O dinheiro inventado para esta iniciativa foi baptizado de “climas”, e o objetivo era gastar o mínimo possível e da forma mais sustentável.</p>



<p>Em cada cidade por onde passavam, havia tarefas e desafios a cumprir, pelos quais eram avaliados e que tinham de ser devidamente comunicados nas redes sociais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conhecer, aprender, fazer</strong></h2>



<p>Nalgumas cidades, entrevistaram pessoas cujos valores e ações ajudam a proteger o ambiente. Noutras, foram conhecer negócios sustentáveis e diferenciadores que provam que <strong>a rentabilidade pode andar de mãos dadas com a sustentabilidade</strong>. Noutras ainda, meteram mãos à obra para realizar tarefas que ajudassem a proteger ou recuperar o ambiente.</p>



<p>Como embaixadora da “<a href="https://simplyflow.pt/viagem-pelo-clima/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Viagem pelo Clima</a>”, juntamente com outros 13 embaixadores, foi muito bom ver o entusiasmo destes jovens, que até aqui não se conheciam e que vinham de áreas profissionais completamente distintas, a batalharem com entusiasmo pela casa da humanidade, que é de todos nós: o nosso planeta.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1222-683x1024.jpg" alt="viagem pelo clima" class="wp-image-24461" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1222-683x1024.jpg 683w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1222-200x300.jpg 200w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1222-768x1152.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1222-1024x1536.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1222-1365x2048.jpg 1365w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1222-1920x2880.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1222-1170x1755.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1222-585x877.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1222-scaled.jpg 1707w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure></div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Experiências no terreno</strong></h2>



<p>Tal como nos anos anteriores, acompanhei cada uma das equipas a uma das localidades:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-4PGyb' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'>



<ul class="wp-block-list">
<li>Com a <strong>equipa Terra</strong>, estive na <strong>Figueira da Foz</strong>, onde entrevistámos pessoas extraordinárias como o <a href="https://simplyflow.pt/3-a-edicao-do-intercultural-surf-for-kids/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Eurico</a>, que dirige uma escola de surf, e a Tânia Múxima, uma mulher viajante pelo mundo;</li>



<li>Depois, segui para <strong>Setúbal</strong> com a <strong>equipa Água</strong>, onde conhecemos vários negócios locais com preocupações sustentáveis e que conseguiram implantar-se com sucesso;</li>



<li>Por fim, estive com a <strong>equipa Ar</strong> em <strong>Braga</strong>, onde procedemos à limpeza de uma parte do rio Este.</li>
</ul>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="768" height="1024" data-id="24456" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1053-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-24456" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1053-768x1024.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1053-225x300.jpg 225w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1053-1152x1536.jpg 1152w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1053-1536x2048.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1053-1170x1560.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1053-585x780.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1053.jpg 1913w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" data-id="24458" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1055-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-24458" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1055-768x1024.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1055-225x300.jpg 225w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1055-1152x1536.jpg 1152w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1055-1536x2048.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1055-scaled.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1055-1170x1560.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1055-585x780.jpg 585w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>
</figure>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um futuro com esperança</strong></h2>



<p>Em todas estas experiências, aprendi muito. Acima de tudo, convivi com o entusiasmo e a alegria destes jovens, que procuravam tocar as pessoas com quem se cruzavam. O investimento que faziam para contagiar as populações com as suas preocupações ambientais foi altamente inspirador.</p>



<p>Com eles, senti que vale a pena ter esperança. Com eles, tive a certeza de que <strong>o pouco que fazemos pode representar muito</strong>. Com eles, confirmei que <strong>uma das coisas mais perigosas é a indiferença</strong>. E com eles, aprendi a aceitar que nem todos têm ainda a mesma consciência sobre as questões ambientais — razão pela qual <strong>temos mesmo de desenvolver paciência e flexibilidade para os ajudar a chegar ao sítio onde também poderão colaborar de forma positiva</strong>.</p>



<p><strong>Obrigada a todos pelo muito que me ensinaram.</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1220-683x1024.jpg" alt="viagem pelo clima" class="wp-image-24460" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1220-683x1024.jpg 683w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1220-200x300.jpg 200w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1220-768x1152.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1220-1024x1536.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1220-1365x2048.jpg 1365w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1220-1920x2880.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1220-1170x1755.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1220-585x878.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/07/IMG_1220-scaled.jpg 1707w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure></div>


<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-4PGyb' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div><br></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Perda florestal – Desmistificar as terras agrícolas como o principal fator</title>
		<link>https://simplyflow.pt/perda-florestal-desmistificar-as-terras-agricolas-como-o-principal-fator/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Albano Beja Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2025 05:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SUSTENTABILIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Albano Beja Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta]]></category>
		<category><![CDATA[Florestas]]></category>
		<category><![CDATA[Perda Florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A relação entre agricultura e a desflorestação é complexa e exige uma análise ponderada.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/perda-florestal-desmistificar-as-terras-agricolas-como-o-principal-fator/">Perda florestal – Desmistificar as terras agrícolas como o principal fator</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Não deixa de ser curioso, e um pouco irónico, que a ideia de um conflito inevitável entre agricultura e floresta continue a resistir ao tempo. A meu ver, trata-se de um mito com barbas. Para o compreender, é preciso recuar milhares de anos, até à alvorada da nossa civilização, quando o mundo se dividia entre caçadores-recolectores e agricultores, cada qual a projectar nos deuses formas opostas de ver a vida: uns veneravam a floresta e os seus habitantes selvagens; os outros, os campos e as colheitas. Passaram mais de dez mil anos. E com tudo o que temos em mãos – clima, biodiversidade, território – insistir nesse antagonismo é mais do que anacrónico: é pobre, é pouco imaginativo, é não ver as pontes que hoje, mais do que nunca, precisamos de atravessar entre o campo e o arvoredo.</strong></p>



<p>Mas convém não ficarmos apenas pela metáfora ou pela nostalgia civilizacional. Se descermos ao terreno dos dados e da realidade atual, o quadro é bem mais matizado e surpreendente, para quem ainda vê na agricultura o inimigo natural da floresta.</p>



<p>A desflorestação – ou a fragmentação e redução da área florestal – é frequentemente apresentada como uma das principais ameaças ambientais da atualidade, associada à perda de biodiversidade, à degradação dos solos e às alterações climáticas. No entanto, a conversão de floresta em terras agrícolas nem sempre é o principal motor deste fenómeno, e quando o é ocorre em contextos muito específicos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A relação entre agricultura e a desflorestação é complexa e exige uma análise ponderada.&nbsp;</strong></h2>



<p>Em algumas regiões do mundo – nomeadamente na <strong>Amazónia, na Bacia do Congo e no Sudeste Asiático – a conversão de florestas tropicais em terrenos agrícolas é, de facto, uma das principais causas da perda florestal</strong>. No Brasil, por exemplo, o avanço da agropecuária continua a ser um dos grandes impulsionadores da destruição florestal, alimentado pela procura global por carne bovina e soja. De forma semelhante, a Malásia e a Indonésia têm assistido à conversão de vastas áreas de floresta tropical em plantações de palma, destinadas à produção de óleo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Contudo, em muitas outras partes do mundo, incluindo na Europa, a tendência tem sido inversa.&nbsp;</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-L5TQn' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>De acordo com dados do <strong>Eurostat</strong>, entre 1990 e 2020, a área florestal da União Europeia aumentou em cerca de <strong>14 milhões de hectares</strong> — o equivalente a aproximadamente <strong>140.000 km²</strong>, <strong>uma área superior à da Grécia ou aos territórios de Portugal e Eslováquia juntos</strong>. Este crescimento representa um acréscimo de <strong>cerca de 10%</strong> na cobertura florestal europeia nas últimas três décadas. Este fenómeno tem sido por vezes descrito como uma inversão de séculos de desflorestamento, mas essa leitura requer alguma nuance histórica. Até ao surgimento dos combustíveis fósseis — com destaque para o petróleo no final do século XIX — <strong>a principal fonte de energia doméstica e até industrial era a madeira</strong>. Florestas inteiras eram abatidas para alimentar fornos, lareiras, caldeiras e pequenas indústrias. Este padrão de consumo de madeira, combinado com a expansão agrícola e demográfica, levou à degradação florestal generalizada na Europa.</p>



<p>Prova disto são <strong>múltiplas obras de pintura paisagística entre os séculos XVI e XIX</strong>, de artistas como Jacob van Ruisdael, Claude Lorrain ou mesmo os pintores românticos britânicos, que retratam colinas despidas de árvores, campos cultivados até ao limite, ou vales totalmente desmatados. Locais que hoje reconhecemos como densamente florestados — como partes do sul da Alemanha, norte de Itália, ou certas regiões de França e da Península Ibérica — surgem nestas obras como territórios essencialmente agrícolas ou pastoris. As florestas atuais são, muitas vezes, <strong>florestas de retorno</strong>, formadas sobre terras outrora utilizadas na agricultura e pastorícia.</p>



<p>O regresso da floresta na Europa não pode ser atribuído exclusivamente às políticas ambientais da União Europeia, embora estas tenham tido um papel relevante, nomeadamente através da <strong>Política Agrícola Comum (PAC)</strong> e do <strong>Pacto Ecológico Europeu (</strong><strong><em>Green Deal</em></strong><strong>)</strong>. Este último integra a <strong>Estratégia de Biodiversidade da UE para 2030</strong>, que prevê, entre outras metas, a <strong>plantação de 3 mil milhões de árvores até 2030</strong>, com critérios ecológicos rigorosos. Esta ação visa melhorar a biodiversidade, aumentar o sequestro de carbono e reforçar a resiliência dos ecossistemas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Para além da ação política, os avanços da genética e biotecnologia na produção vegetal e animal, do início deste milénio, contribuíram para a libertação de áreas agrícolas.&nbsp;</strong></h2>



<p>Culturas mais produtivas, adaptadas a diferentes climas, e animais com melhor conversão alimentar reduziram a pressão sobre o território. Em consequência, muitos dos terrenos agrícolas necessários até a um passado recente, têm sido alvo de reflorestação natural ou planeada.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Contudo, é crucial sublinhar que mais floresta não significa, necessariamente, melhor floresta.&nbsp;</strong></h2>



<p>O abandono agrícola tem levado à proliferação de florestas homogéneas e pouco resilientes, com espécies como o eucalipto ou o pinheiro-bravo. A falta de gestão ativa aumenta o <strong>risco de incêndios e a perda de diversidade funcional. E Portugal conhece bem <a href="https://simplyflow.pt/cartao-reflorestar-para-a-serra-da-estrela/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">este</a> dilema: quando o verde se instala sem critério, o que cresce não é uma floresta, é combustível à espera de uma faísca.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-L5TQn' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Cuidar da natureza também está na sua mão</title>
		<link>https://simplyflow.pt/cuidar-da-natureza-tambem-esta-na-sua-mao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hélia Marchante e Elizabete Marchante]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2025 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SUSTENTABILIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[Elizabete Marchante]]></category>
		<category><![CDATA[Espécies invasoras]]></category>
		<category><![CDATA[Hélia Marchante]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Semana sobre Espécies Invasoras]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao cuidar dos nossos ecossistemas, estamos também a proteger, entre outros, a nossa saúde e a beleza natural que faz parte da nossa identidade.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/cuidar-da-natureza-tambem-esta-na-sua-mao/">Cuidar da natureza também está na sua mão</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong><em>“Cada indivíduo importa. Cada indivíduo tem um papel a desempenhar. Cada indivíduo faz a diferença.”</em></strong></p>
<cite>Jane Goodall</cite></blockquote>



<p>Já parou para pensar que proteger a natureza começa muitas vezes com pequenos gestos, mas conscientes? Escolher o que plantamos no jardim, o que deixamos nos trilhos por onde passamos ou o que partilhamos com os outros pode fazer toda a diferença. Às vezes, até libertar um animal de estimação exótico — como uma tartaruga ou um peixe que já não queremos — pode contribuir para desequilíbrios nos ecossistemas e causar problemas sérios.</p>



<p>As espécies exóticas invasoras são um exemplo claro disso — <strong>plantas, animais e outros organismos que chegam de outros territórios, se reproduzem sem ajuda humana e se espalham sem controlo</strong>, acabando por se estabelecer em grande quantidade e causar danos profundos à biodiversidade, à agricultura, à economia e até à nossa saúde. Muitas vezes são introduzidas acidentalmente ou de forma inconsciente, e é por isso que a informação e a sensibilização são tão importantes.</p>



<p><strong>A boa notícia? Cada um de nós pode ajudar a travar este problema.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um problema que não tem fronteiras</strong></h2>



<p>De acordo com um relatório de 2019 da <strong>IPBES</strong> (Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços dos Ecossistemas), as espécies invasoras são já a <strong>quinta principal ameaça à biodiversidade no planeta</strong>. Em 2023, a mesma plataforma estimou que os prejuízos causados por estas espécies ultrapassam os <strong>423 mil milhões de dólares por ano</strong>, estando associadas a mais de <strong>60% das extinções </strong>de espécies na Terra. E os seus efeitos <strong>não se limitam ao ambiente</strong> — tocam de perto o nosso dia-a-dia e bem-estar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Na <strong>agricultura</strong> destroem culturas e aumentam os custos de produção;</li>



<li>Na <strong>pesca</strong> alteram ecossistemas aquáticos e ameaçam espécies nativas;</li>



<li>Nos <strong>serviços dos ecossistemas</strong> prejudicam a qualidade da água, alteram os ciclos de nutrientes e aumentam o risco de incêndios;</li>



<li>Na <strong>economia local</strong> afetam pescadores, apicultores e produtores florestais, além de custos muito elevados no seu controlo;</li>



<li>Na <strong>saúde</strong> algumas espécies provocam alergias, são tóxicas, causam ferimentos ou transmitem doenças;</li>



<li>No <strong>lazer e bem-estar</strong> limitam o acesso a zonas naturais e tornam os espaços verdes menos seguros ou agradáveis.</li>
</ul>



<p>De facto, 85% dos impactes das espécies invasoras na natureza e na qualidade de vida das pessoas são negativos, ainda que algumas também tenham efeitos positivos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E em Portugal?</strong></h2>



<p>Também por cá os impactes são bem visíveis. Eis alguns exemplos de <a href="https://simplyflow.pt/especies-invasoras-em-portugal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">espécies invasoras</a> já estabelecidas e muito disseminadas no nosso território:</p>



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			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A <strong>mimosa (</strong><strong><em>Acacia dealbata</em></strong><strong>)</strong> domina encostas e impede a regeneração da floresta, substituindo as espécies autóctones, afetando as cadeias tróficas e provocando alergias;</li>



<li>O <strong>jacinto-de-água (</strong><strong><em>Pontederia crassipes</em></strong><strong>)</strong> cobre totalmente rios e albufeiras, afetando a biodiversidade aquática, o abastecimento de água, a pesca, os desportos náuticos e até a circulação de embarcações;</li>



<li>A <strong>erva-das-Pampas (</strong><strong><em>Cortaderia selloana</em></strong><strong>)</strong> invade dunas, terrenos baldios e bermas de estradas, competindo com a vegetação autóctone, provocando alergias graves depois do verão e podendo magoar devido às folhas cortantes;</li>



<li>O <strong>chorão-das-praias (</strong><strong><em>Carpobrotus edulis</em></strong><strong>)</strong>, muito comum na nossa costa, parece inofensivo, mas desequilibra os sistemas dunares, substitui a vegetação nativa e agrava a erosão costeira;</li>



<li>A <strong>vespa-asiática (</strong><strong><em>Vespa velutina</em></strong><strong>)</strong> ameaça as abelhas e outros insetos, os produtores de mel e representa um risco para quem é alérgico às suas picadas;</li>



<li>O <strong>lagostim-vermelho (</strong><strong><em>Procambarus clarkii</em></strong><strong>)</strong> e o <strong>peixe-gato (</strong><strong><em>Silurus glanis</em></strong><strong>)</strong> desequilibram os ecossistemas aquáticos e afetam a pesca artesanal.</li>
</ul>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" data-id="23972" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/04/carpobrotus-edulis-mira-1-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-23972" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/04/carpobrotus-edulis-mira-1-1024x768.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/04/carpobrotus-edulis-mira-1-300x225.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/04/carpobrotus-edulis-mira-1-768x576.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/04/carpobrotus-edulis-mira-1-1536x1152.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/04/carpobrotus-edulis-mira-1-1920x1440.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/04/carpobrotus-edulis-mira-1-1170x878.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/04/carpobrotus-edulis-mira-1-585x439.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/04/carpobrotus-edulis-mira-1.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" data-id="23971" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/04/carpobrotus-edulis-mira-11-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-23971" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/04/carpobrotus-edulis-mira-11-1024x768.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/04/carpobrotus-edulis-mira-11-300x225.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/04/carpobrotus-edulis-mira-11-768x576.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/04/carpobrotus-edulis-mira-11-1536x1152.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/04/carpobrotus-edulis-mira-11-1920x1440.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/04/carpobrotus-edulis-mira-11-1170x878.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/04/carpobrotus-edulis-mira-11-585x439.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/04/carpobrotus-edulis-mira-11.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</figure>



<p></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/04/carpobrotus-edulis-mira-3-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-23973" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/04/carpobrotus-edulis-mira-3-1024x768.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/04/carpobrotus-edulis-mira-3-300x225.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/04/carpobrotus-edulis-mira-3-768x576.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/04/carpobrotus-edulis-mira-3-1536x1152.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/04/carpobrotus-edulis-mira-3-1920x1440.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/04/carpobrotus-edulis-mira-3-1170x878.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/04/carpobrotus-edulis-mira-3-585x439.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/04/carpobrotus-edulis-mira-3.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p></p>



<p>Todas estas espécies <strong>interferem com a qualidade de vida humana, a economia, o turismo, a agricultura… e com o planeta que queremos deixar às próximas gerações</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que diz a nossa lei?</strong></h2>



<p>Em Portugal continental, desde 2019, o <strong>Decreto-Lei n.º 92/2019</strong> proíbe a detenção, cultivo, criação, comércio, introdução na natureza e o repovoamento de espécies incluídas na <strong>Lista Nacional de Espécies Invasoras</strong> (LNEI) – estão listadas mais de 100 espécies de algas e plantas, e mais de 90 espécies de animais. Na Madeira está em vigor o <strong>Decreto Legislativo Regional n.º 17/2023/M</strong> e nos Açores o <strong>Decreto Legislativo Regional n.º 15/2012/A</strong>, que também listam muitas espécies.<br>Mas, mesmo que as leis sejam importantes, sem <strong>a ação de cada cidadão não fazem muita diferença.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que podemos fazer?</strong></h2>



<p>A boa notícia é que <strong>todos podemos fazer parte da solução</strong>. Cada gesto conta:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Escolher <strong>espécies nativas</strong> (ou exóticas “seguras”) para jardins e varandas;</li>



<li>Nunca <strong>libertar animais de estimação</strong> ou plantas ornamentais na natureza;</li>



<li><strong>Informar-nos</strong> e partilhar o que sabemos com amigos, escolas ou vizinhos; comece por explorar o <a href="http://invasoras.pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">invasoras.pt</a>, que reúne muita informação sobre plantas invasoras;</li>



<li><strong>Participar em ações locais</strong> de remoção, formação ou sensibilização;</li>



<li>Usar <strong>apps ou plataformas de ciência-cidadã</strong> (por exemplo, o iNaturalist/ BioDiversity4All) para registar e mapear espécies invasoras.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Junte-se à #SEI2025</strong></h2>



<p>De <strong>3 a 11 de maio de 2025</strong>, decorre a próxima edição da <strong>Semana sobre Espécies Invasoras (#SEI2025)</strong> — um movimento que une Portugal e Espanha para <strong>sensibilizar, informar e mobilizar</strong> cidadãos e entidades.</p>



<p>Através de ações de controlo ou educativas, formações, passeios interpretativos, oficinas e até projetos de ciência cidadã — como o <a href="https://www.inaturalist.org/projects/macro-bioblitz-sei2025" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>MACRO-Bioblitz</strong></a>, que convida cada cidadão a registar espécies invasoras no seu território — a #SEI2025 é uma oportunidade para <strong>agirmos em conjunto por um futuro mais sustentável</strong>.</p>



<p>Pode juntar-se de duas formas:</p>



<p>1&#xfe0f;) Organizando uma atividade e registando-a na plataforma da #SEI2025;</p>



<p>2&#xfe0f;) Participando em atividades promovidas por outras entidades ou grupos.</p>



<p>Descubra mais em: <a href="https://www.speco.pt/sei" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.speco.pt/sei</a>&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Porque proteger a natureza é cuidar de nós</strong></h2>



<p>As espécies invasoras são, muitas vezes, um problema que passa despercebido, mas tem consequências bem reais e, por vezes, graves. Ao <strong>cuidar dos nossos ecossistemas</strong>, estamos também a proteger a nossa <strong>saúde</strong>, o nosso <strong>bem-estar</strong>, a nossa <strong>economia</strong> e a <strong>beleza natural</strong> que faz parte da nossa identidade.</p>



<p><strong>Neste caminho, ninguém é pequeno demais para fazer a diferença.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-8hESK' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Poluição ambiental “humana” vs criação de animais</title>
		<link>https://simplyflow.pt/poluicao-ambiental-humana-vs-criacao-de-animais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Graça Mariano]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jan 2025 12:34:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SUSTENTABILIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[criação de animais]]></category>
		<category><![CDATA[Graça Mariano]]></category>
		<category><![CDATA[impacte ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[poluição]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o aumento da população e ao mesmo tempo o abandono do interior, começou a haver um total afastamento das atividades rurais, deixando até, no meio citadino, de se entender que é a Terra que alimenta o homem.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/poluicao-ambiental-humana-vs-criacao-de-animais/">Poluição ambiental “humana” vs criação de animais</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Homem foi evoluindo, desde os tempos em que caçava e se alimentava de carne crua, tendo a descoberta do fogo benfeitorizado esse consumo, o que permitiu desenvolver o seu cérebro. Não importa situar no calendário esta evolução, mas, sim, apenas perceber o que permitiu ao homem desenvolver o seu cérebro. </p>



<p>Não podemos escamotear esta informação, <strong>somos mais inteligentes porque consumimos carne ao longo dos tempos</strong> [há milhões de anos]. A cozedura da carne veio permitir que a mastigação passasse a ser mais eficiente e, ao mesmo tempo, sem risco, face à destruição de eventuais patogénicos. E o Homem foi tendo mais e mais inteligência.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A carne como fonte de nutrientes essenciais</strong></h2>



<p><strong>Este introito serve para reconhecer que o consumo de produtos de origem animal/carne é fundamental</strong>: a carne contém todos os aminoácidos necessários e fornece-os em pequenos volumes de consumo. Veja-se o exemplo do fígado, em que 6 g apenas fornecem a uma criança as necessidades diárias totais de Vitaminas A, B12, Folato, cálcio, ferro e zinco, em apenas 9 Kcal. Para obter a mesma quantidade à base de espinafres, precisaríamos de 280g e forneceríamos 66Kcal. Basta pensarmos como seria mais fácil para uma criança obter os nutrientes acima.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Absorção de nutrientes: Carne vs. Vegetais</strong></h2>



<p>É importante sublinhar que a riqueza de um alimento relativamente a um determinado nutriente, não é apenas quantificada pela quantidade que contém desse nutriente, mas é muito importante que este possa ser adequadamente absorvido. Como exemplo: 100g de carne de vaca contém 4 mg de ferro e 100g de figos secos contém aproximadamente a mesma quantidade. Contudo, uma vez ingeridos, obteremos 0,7mg de ferro proveniente da carne ao passo que absorveremos menos de 0,2mg a partir dos figos. E este mesmo tipo de diferença pode ser encontrado noutros nutrientes fundamentais, tais como o zinco ou o cálcio.&nbsp;</p>



<p>Outro nutriente fundamental é a vitamina B12, essencial para o bom desenvolvimento do sistema nervoso, a qual apenas pode ser obtida a partir do consumo de produtos animais.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Restringir da dieta o leite, os ovos, o peixe ou a carne é possível, mas não é fácil.&nbsp;</strong></h2>



<p>Milhões de pessoas não o podem fazer, por não terem acesso a suplementos alimentares que garantam os nutrientes removidos ao deixaram de&nbsp; usufruir de uma dieta omnívora.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A criação de animais foi-se desenvolvendo, tal como a perceção da poluição ambiental.</strong></h2>



<p>A população foi crescendo e consequentemente foi necessário desenvolver a criação de animais, para que fosse possível produzir carne suficiente para alimentar as pessoas. Foram surgindo empresas com modernas práticas de criação animal, oferecendo aos consumidores, a preços mais acessíveis, a carne, o leite e os ovos, proporcionando assim o consumo destes bens alimentares, ricos em proteína animal e em outros importantes nutrientes.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A poluição e a criação de animais</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-0hFb3' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Com o aumento da população e ao mesmo tempo o abandono do interior, começou a haver um total afastamento das atividades rurais, deixando até, no meio citadino, de se entender que é a Terra que alimenta o homem. Começou a haver perceção da perturbação do ambiente e de como pode interagir com a vida futura, comprometendo mesmo as gerações vindouras. A palavra de ordem passou a ser a concentração de dióxido de carbono [CO<sub>2</sub>] no ambiente, elemento crucial da fotossíntese, que pode ocorrer de forma natural por meio da respiração de organismos vivos, na decomposição de matéria orgânica e em erupções vulcânicas, mas que também pode ser obtido através de processos industriais, entre outros da combustão de combustíveis fósseis.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A criação de animais e os gases com efeito de estufa</strong></h2>



<p>Ficámos todos conscientes de como a alta concentração de dióxido de carbono leva a uma série de alterações climáticas, como poluição do ar, formação de chuva ácida, desequilíbrio do efeito estufa e consequentemente a elevação da temperatura da Terra. Apontou-se de imediato o mundo rural como causador principal da poluição ambiental, sobretudo devido à emissão de metano [CH<sub>4</sub>] pelos animais. Este gás e o CO<sub>2</sub> passaram a ser identificados como os gases com efeito de estufa [GEE] a precisarem de serem mitigados o mais possível para que o futuro possa ser viável.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual a diferença entre CO</strong><strong><sub>2</sub></strong><strong> e CH</strong><strong><sub>4</sub></strong><strong> na criação de animais?</strong></h2>



<p>Talvez devido à falta de ligação e ao desconhecimento da vida rural, algumas minorias, ruidosas, urbanas, foram assumindo que os produtos de origem animal seriam dispensáveis, pelo que, começaram a considerar que a redução do seu consumo mitigaria os efeitos nefastos, da sua produção, no ambiente. É claro que a criação de animais, como todas as outras atividades, gera GEE, contudo esta não é, nem de longe, uma das principais causas dos GEE.</p>



<p>A FAO [<em>Food and Agriculture Organization</em>] estima que os GEE provenientes de fontes animais equivale a 14,5% do total das emissões diretas ou indiretas. Talvez seja interessante, destrinçar o CO<sub>2</sub> do CH<sub>4</sub>, que não é mais do que o gás expelido pelos animais [especialmente os ruminantes], devendo-se sublinhar o facto do metano ter na atmosfera uma vida de cerca de 10 anos, enquanto o CO<sub>2</sub> aí permanece mais de mil anos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O ciclo natural do carbono na criação de animais</strong></h2>



<p>O metano, ao fim de 10 anos, também se transforma em CO<sub>2</sub>, mas este CO<sub>2</sub> de origem animal tem um impacte menor no aquecimento global, uma vez que faz parte do ciclo de carbono, um ciclo natural que foi quebrado com a chegada dos combustíveis fósseis. Para ilustrar este aspeto, há que explicar que o metano emitido pelas vacas tem a sua origem na erva que comem. Erva essa que absorveu o CO<sub>2 </sub>&nbsp;para crescer. Quando o animal a digere, parte da celulose da erva é convertida em metano, o qual em 10 anos será novamente convertido em CO<sub>2</sub>. Outras plantas utilizam este gás para crescer e retiram-no da atmosfera, e assim sucessivamente. Logo o CO<sub>2</sub> animal faz, então, parte do ciclo do carbono, e será capturado por ervas e verduras, as quais, por sua vez, serão consumidas por outros ruminantes, fechando o ciclo. O CO<sub>2</sub> que emitimos quando respiramos é medido da mesma forma.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Combustíveis fósseis vs. Gases de origem animal</strong></h2>



<p>Pelo contrário, os combustíveis fósseis estiveram enterrados durante milhões de anos e, uma vez libertados, o CO<sub>2</sub> resultante da sua utilização não faz parte de nenhum ciclo. O planeta não dispõe de recursos para absorver da mesma forma que dispõe de recursos para absorver os gases de origem animal. A própria <em>Greenpeace</em> reconheceu que a poluição diminuiu significativamente durante o confinamento imposto pela pandemia de <a href="https://simplyflow.pt/perceber-a-covid-19/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Covid-19</a>. Sendo de notar que não houve redução de animais de produção durante esse período, poderemos inferir assim que os combustíveis fósseis são os que mais contribuem para as emissões de GEE.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A produção de ruminantes não é o principal responsável pelas emissões de GEE.&nbsp;</strong></h2>



<p>De acordo com a FAO (2013), a produção animal contribui para o total das emissões mundiais antropogénicas apenas em 14,5%. Segundo o Eurostat [Instituto de Estatística da União Europeia], em 2018, as indústrias produtoras de energia tiveram a maior quota (28,0%) das emissões totais de GEE, seguidas pela combustão de combustíveis pelos utilizadores (25,5%) e pelo sector dos transportes (24,6%). <strong>Apesar dos animais libertarem efetivamente gases com efeitos de estufa</strong>, e dentro das espécies, os bovinos, serem aqueles que mais contribuem para essa emissão, seguindo-se suínos, aves, e só depois os pequenos ruminantes, <strong>as indústrias produtoras de energia e os transportes são os principais responsáveis por este tipo de emissões</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O papel positivo da criação de animais</strong></h2>



<p>Por outro lado, importa salientar que a criação de animais, para além de produzir alimentos fundamentais para uma alimentação equilibrada [carne e leite], é um setor que cria emprego e riqueza social em múltiplas áreas rurais, as quais se tornam de novo habitadas, gerando atividade agrícola implícita e outras atividades paralelas que levam à fixação das pessoas ao interior, as quais gerem/tratam das florestas que assim são protegidas de incêndios. <strong>A criação de animais é a única atividade que fixa efetivamente pessoas ao interior, pois os animais precisam de mão humana diariamente.&nbsp;</strong></p>



<p>Para além disso, existem regiões onde a agricultura não seria possível e que apenas a pastagem [criação de animais] pode dar uso a terras que seriam abandonadas. Um estudo realizado pela FAO em 2018, publicado em <em>Global Food Security</em>, investigou o tipo de terra utilizado para a produção de alimentação animal, onde se concluiu que dos 2,5 mil milhões de ha necessários, 77% são pastagens, com uma grande proporção de pastagens que não puderam ser convertidas em terras de cultivo, isto é, nestes locais nada mais poderia ser produzido.</p>



<p>Desde que se iniciou a criação de animais, que as Boas Práticas têm vindo a ser implementadas, as quais, naturalmente, podem ser sempre melhoradas. Na verdade, a expressão “energia circular”, que se tornou “moda”, não é mais do que a adoção do modelo circular preconizado no mundo rural desde há milhões de anos. O exemplo que se espelha é o consumo pelos animais de subprodutos da agricultura que se destinariam a serem eliminados por não poderem ser metabolizados pelo homem. Os animais conseguem evitar desperdício alimentar por consumirem os tais subprodutos não edíveis pelo homem &#8211; refiro-me a erva, palha e farelo, que são aproveitados pelos animais para a sua alimentação.</p>



<p>Também será importante desmistificar os pressupostos [consumo de água, energia e bem-estar animal] que têm sido identificados como favoráveis à produção de proteínas de laboratório &#8211; e que será tema para outra oportunidade &#8211; face à desonestidade intelectual que está na sua base.</p>



<p><strong>No geral, os consumidores sabem muito pouco das regras que são impostas pela União Europeia quer na criação e abate dos animais quer na produção de carne, em termos de Bem-Estar Animal e de higiene dos Alimentos. Talvez seja esta a principal razão para que algumas minorias combatam o desconhecido.</strong> Exatamente porque não conhecem que a legislação europeia em termos de criação de animais, Bem-Estar Animal, Saúde e Segurança dos Alimentos é a mais exigente do planeta.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O equilíbrio entre saúde e sustentabilidade</strong></h2>



<p>Em jeito de conclusão, a criação de animais não pode ser avaliada apenas pelo impacte ambiental, até porque é um setor que já há muito tem implementadas Boas Práticas com vista a reduzir a emissão de GEE, ao contrário de outras atividades.&nbsp;</p>



<p>Para além disso, a criação de animais é uma atividade que permite o equilíbrio do ecossistema, criando postos de trabalho no interior e dinamizando regiões que estariam condenadas ao abandono. Fixar as pessoas em locais outrora desprezados, permite trazer alguma harmonia geográfica, bem como o tratamento da floresta, evitando os famigerados incêndios.</p>



<p>Também, não menos importante, é o facto de a criação de animais permitir a produção de alimentos fundamentais: a carne e o leite, necessários para uma Dieta Alimentar Equilibrada, a serem consumidos nas proporções preconizadas na Roda dos Alimentos.</p>



<p>Permito-me, então, terminar com a seguinte mensagem: <strong>Seja Omnívoro, pela Sua Saúde e pela Saúde do Planeta!</strong></p>



<p class="has-small-font-size">Nota: Este texto foi escrito tendo por base o livro de Juan Pascual, “Razões para ser Omnívoro: Pela tua Saúde e a do Planeta”, traduzido para português pela APIC e ainda textos escritos pelo Professor Manuel Chaveiro Soares, Digníssimo Engenheiro Agrónomo.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-0hFb3' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Tiago e o Bosque Verde</title>
		<link>https://simplyflow.pt/tiago-e-o-bosque-verde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena Vilela da Mota]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SUSTENTABILIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[Helena Vilela da Mota]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[plástico]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago e o Bosque Verde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>"Tiago e o Bosque Verde" é uma divertida história que nos cativa do início ao fim, não só pelas personagens, mas também pela sua mensagem.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A um bosque mágico de cogumelos gigantes e de árvores centenárias chegou uma misteriosa criatura que mudará para sempre a vida de todos os animais deste bosque. Até o leirão Bernardo perdeu a sua cauda e pelagem de tanto susto! Que estranha criatura é esta que chegou ao Bosque Verde? Pode ter as cores do arco-íris. Voa, mas não é pássaro. Nada, mas não é peixe nem é, tão pouco, um sapo a coaxar! Tem uma boca grande e umas orelhas para pendurar!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“</strong><a href="https://cordeldeprata.pt/produto/tiago-e-o-bosque-verde/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Tiago e o Bosque Verde</strong></a><strong>” é uma divertida história que nos cativa do início ao fim, não só pelas personagens, mas também pela sua mensagem. </strong></h2>



<p>A poluição e as suas consequências, tanto no meio-ambiente como na saúde pública, é um dos temas de debate mais intenso na nossa sociedade actual. Uma grande parcela deve-se aos resíduos de plástico. Ainda não é conhecido totalmente qual será o seu efeito a longo prazo nos ecossistemas e em nós.</p>



<p>A invenção do plástico revolucionou o nosso mundo. Devido às suas características principais de durabilidade e leveza, este material é utilizado em praticamente todos os utensílios do nosso dia-a-dia, desde as pontas de cigarro, escovas de dentes, roupa, bebidas engarrafadas, material médico, até aos pneus. Contudo, como é que um material tão multifuncional se tornou uma grande dor de cabeça para o nosso planeta?&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É precisamente pela sua resistência e durabilidade que o plástico, material sem qualquer paralelismo na natureza, é tão difícil de decompor-se quando exposto no meio ambiente. </strong></h2>



<p>E é desta forma, que na companhia da lebre Tiago e dos seus amigos do Bosque Verde, entre os quais um morcego que adora pregar partidas ou um castor, que é um verdadeiro atleta, somos convidados a reflectir sobre essa tal criatura, de uma força imensurável, que anda tanto na água como no ar, invade as suas casas e que os ataca.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><strong>“Tiago e o Bosque Verde”, mais do que um livro, uma consciência</strong></strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-Ee2Dv' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Pelas suas ilustrações encantadoras que retratam a fauna e a flora portuguesa, <a href="https://tiagoeobosqueverde.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">esta história</a> sensibiliza-nos também sobre a biodiversidade e a importância de preservar e cuidar da natureza. E como se não bastasse, esta história tem uma música que vai certamente deliciar os mais pequenos!</p>



<p><strong>Estão curiosos para conhecer as aventuras do Bosque Verde?</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="833" height="1000" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/IMG_0618.jpeg" alt="" class="wp-image-22152" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/IMG_0618.jpeg 833w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/IMG_0618-250x300.jpeg 250w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/IMG_0618-768x922.jpeg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/IMG_0618-585x702.jpeg 585w" sizes="(max-width: 833px) 100vw, 833px" /></figure></div>


<p class="has-small-font-size"><strong>Nota da autora:</strong> Texto escrito não respeitando o novo acordo ortográfico.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-Ee2Dv' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/tiago-e-o-bosque-verde/">Tiago e o Bosque Verde</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Espécies invasoras em Portugal</title>
		<link>https://simplyflow.pt/especies-invasoras-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hélia Marchante e Elizabete Marchante]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 May 2024 16:03:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SUSTENTABILIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[Elizabete Marchante]]></category>
		<category><![CDATA[Espécies invasoras]]></category>
		<category><![CDATA[Hélia Marchante]]></category>
		<category><![CDATA[invasões biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Semana sobre Espécies Invasoras]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=21992</guid>

					<description><![CDATA[<p>Além de serem uma ameaça à biodiversidade e modificarem os ecossistemas e seus serviços, as espécies invasoras afetam profunda e negativamente a economia, a segurança alimentar e hídrica, a saúde humana e as identidades culturais, etc..</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/especies-invasoras-em-portugal/">Espécies invasoras em Portugal</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Há plantas e animais que vieram de fora e estão a invadir o nosso território e trazem mais prejuízos que benefícios.</strong></p>



<p>Com os dias solarengos e mais horas de luz, sabe bem sair de casa e aproveitar o contacto com a natureza. Seja um passeio pelo parque, pelo jardim, uma caminhada na floresta ou à beira mar, estamos sempre rodeados por animais, plantas e outros seres vivos. Mas já parámos para os observar? Sabemos de onde vêm? Que nomes têm? Percebemos que há muitos diferentes? Que alguns estão por todo o lado e outros são mais raros? Todos reconhecemos uma girafa, chamamo-la pelo nome e sabemos que existe naturalmente em África, mas não a vamos encontrar em Portugal quando saímos à rua. O mesmo tipo de reconhecimento acontece com uma parte dos animais carismáticos “grandes e fofinhos”. No entanto, no caso das plantas, muitos de nós veem apenas “verde”, sem distinguir se são espécies diferentes (os cientistas até cunharam o fenómeno como “cegueira vegetal”), muito menos sabemos dar-lhes nome ou ter a perceção se sempre existiram em Portugal ou não. No caso dos animais mais pequenos e discretos não é muito diferente. Mas, de facto, muitas das espécies que nos rodeiam vieram de outros países e continentes e não teriam qualquer hipótese de chegar até nós sem a ajuda do Homem, seja essa ajuda intencional ou acidental.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>De onde são originárias as espécies que vemos ao nosso redor?</strong></h2>



<p>Muitas espécies sempre cá estiveram – são nativas ou autóctones – mas outras há que vieram das mais variadas regiões do mundo. Por vezes, os nomes que lhes damos sugerem de onde vêm. As batatas e as ervas-das-Pampas vieram da América do Sul, as mimosas e os eucaliptos da Austrália, o lagostim-vermelho-da-luisiana e o girassol da América do Norte, a nespereira e a vespa-asiática da Ásia, os trevos-azedos e a melancia de África, a palmeira-das-canárias das canárias, o siluro da Europa Central, o caranguejo-azul do Atlântico Oeste. <strong>Temos em Portugal espécies de todos os cantos do mundo. Às espécies que são originárias de outros territórios e foram introduzidas em Portugal, há muito ou pouco tempo, chamamos exóticas.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>As espécies exóticas são um problema?</strong></h2>



<p>Não necessariamente. Muitas delas permitem que tenhamos a qualidade de vida que temos atualmente, com a diversidade de alimentos que comemos, as madeiras que utilizamos, as plantas que embelezam os nossos jardins e arruamentos ou os animais que vemos no jardim zoológico ou na capoeira. A maioria fica “quieta” nos locais onde as plantamos ou semeamos, no caso das plantas, e não tem capacidade para se reproduzir e multiplicar sozinha, sem a nossa ajuda. Trazem muitos benefícios! Mas, há uma parte das espécies exóticas que se adapta muito bem ao novo território, começa a reproduzir-se sem ajuda do Homem, afasta-se dos locais onde foi introduzida, atinge grandes densidades e promove impactes negativos a vários níveis – essas são espécies exóticas e invasoras e, essas sim, são um problema!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual o problema das espécies exóticas que são invasoras?</strong></h2>



<p>Num relatório de 2019 da <em>Intergovernmental Platform on Biodiversity and Ecosystem Services</em> (IPBES) sobre a biodiversidade, as espécies invasoras foram identificadas como uma das principais causas de perda de biodiversidade em termos globais<sup data-fn="200fa15e-fec0-4b5a-bbe7-922668794679" class="fn"><a id="200fa15e-fec0-4b5a-bbe7-922668794679-link" href="#200fa15e-fec0-4b5a-bbe7-922668794679">1</a></sup>. Homogeneízam as paisagens e tiram-lhes a diversidade. Queremos deixar um mundo assim para as gerações futuras? Mais recentemente, um relatório da mesma Plataforma, de setembro do ano passado, dedicado às espécies invasoras<sup data-fn="01547ac6-cf74-40d2-89ef-759b8aab51ed" class="fn"><a id="01547ac6-cf74-40d2-89ef-759b8aab51ed-link" href="#01547ac6-cf74-40d2-89ef-759b8aab51ed">2</a></sup>, analisou toda a informação disponível sobre invasões biológicas a nível global e concluiu que estas espécies são uma grave ameaça não só à natureza, mas também às pessoas e à qualidade de vida. Os resultados são alarmantes. Mais de 3500 espécies são invasoras em diferentes regiões da Terra. Estas espécies estão relacionadas, de forma direta ou indireta, com 60% das extinções de espécies a nível mundial, os custos globais anuais destas espécies (em 2019) ultrapassavam já os 423 mil milhões de dólares (e são assumidamente subestimados). Apesar de muitas das espécies atualmente invasoras terem inicialmente sido introduzidas com algum propósito, e, portanto, também têm efeitos positivos, mais de 80% dos impactes destas espécies nos serviços dos ecossistemas e na boa qualidade de vidas das pessoas são negativos. Mas que impactes são estes? Além de serem uma ameaça à biodiversidade e modificarem os ecossistemas e seus serviços, as espécies invasoras afetam profunda e negativamente a economia, a segurança alimentar e hídrica, a saúde humana e as identidades culturais, etc..</p>



<p>Em Portugal, o cenário não é diferente. Os exemplos são muitos e ilustram claramente os impactes a diferentes níveis. Comecemos por exemplos de plantas. </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" data-id="22019" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/acacia-longifolia-area-invadida-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-22019" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/acacia-longifolia-area-invadida-1024x768.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/acacia-longifolia-area-invadida-300x225.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/acacia-longifolia-area-invadida-768x576.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/acacia-longifolia-area-invadida-1536x1152.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/acacia-longifolia-area-invadida-1170x878.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/acacia-longifolia-area-invadida-585x439.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/acacia-longifolia-area-invadida.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="608" data-id="22020" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Acacia-longifolia-Autor-Elizabete-Marchante-1024x608.jpg" alt="" class="wp-image-22020" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Acacia-longifolia-Autor-Elizabete-Marchante-1024x608.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Acacia-longifolia-Autor-Elizabete-Marchante-300x178.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Acacia-longifolia-Autor-Elizabete-Marchante-768x456.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Acacia-longifolia-Autor-Elizabete-Marchante-1536x911.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Acacia-longifolia-Autor-Elizabete-Marchante-1170x694.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Acacia-longifolia-Autor-Elizabete-Marchante-585x347.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Acacia-longifolia-Autor-Elizabete-Marchante.jpg 1768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</figure>



<p></p>



<p>A acácia-de-espigas (nome científico: <em>Acacia longifolia</em>, da Austrália) cobre vastas extensões das dunas litorais substituindo e ameaçando muitas espécies nativas, alterando os ciclos de carbono e de nutrientes, e destruindo o equilíbrio dos ecossistemas dunares.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Hedychium-gardneriamun-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-22018" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Hedychium-gardneriamun-1024x576.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Hedychium-gardneriamun-300x169.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Hedychium-gardneriamun-768x432.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Hedychium-gardneriamun-1536x864.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Hedychium-gardneriamun-2048x1152.jpg 2048w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Hedychium-gardneriamun-1920x1080.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Hedychium-gardneriamun-1170x658.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Hedychium-gardneriamun-585x329.jpg 585w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></p>



<p>A conteira (<em>Hedychium gardnerianum</em>, da Ásia) é uma das espécies mais frequentes nas ilhas dos Açores, forma áreas densas e impenetráveis, que impedem o desenvolvimento de vegetação nativa e degradam os ecossistemas naturais.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" data-id="22021" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Cortaderia-selloana-Porto-25-1-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-22021" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Cortaderia-selloana-Porto-25-1-1024x768.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Cortaderia-selloana-Porto-25-1-300x225.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Cortaderia-selloana-Porto-25-1-768x576.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Cortaderia-selloana-Porto-25-1-1536x1152.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Cortaderia-selloana-Porto-25-1-1920x1440.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Cortaderia-selloana-Porto-25-1-1170x878.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Cortaderia-selloana-Porto-25-1-585x439.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Cortaderia-selloana-Porto-25-1.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" data-id="22022" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Cortaderia-selloana-Porto-38-1-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-22022" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Cortaderia-selloana-Porto-38-1-1024x768.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Cortaderia-selloana-Porto-38-1-300x225.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Cortaderia-selloana-Porto-38-1-768x576.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Cortaderia-selloana-Porto-38-1-1536x1152.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Cortaderia-selloana-Porto-38-1-2048x1536.jpg 2048w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Cortaderia-selloana-Porto-38-1-1920x1440.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Cortaderia-selloana-Porto-38-1-1170x878.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Cortaderia-selloana-Porto-38-1-585x439.jpg 585w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</figure>



<p></p>



<p>A erva-das-Pampas (<em>Cortaderia selloana,</em> da América do Sul) expande-se rapidamente, com sementes dispersas pelo vento; além de ser uma ameaça à biodiversidade nativa, prejudica a segurança rodoviária, impossibilita a utilização de terrenos onde invade e é um problema grave em termos de saúde humana já que o seu pólen é alergénico e ocorre no fim do verão/início de outono, uma altura do ano em que poucas gramíneas estão em flor em Portugal, pelo que acrescentou um novo pico de alergias nas nossas agendas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="616" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Eichhornia-crassipes-9-1024x616.jpg" alt="" class="wp-image-22017" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Eichhornia-crassipes-9-1024x616.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Eichhornia-crassipes-9-300x180.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Eichhornia-crassipes-9-768x462.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Eichhornia-crassipes-9-1536x924.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Eichhornia-crassipes-9-1920x1155.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Eichhornia-crassipes-9-1170x704.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Eichhornia-crassipes-9-585x352.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Eichhornia-crassipes-9.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></p>



<p>O jacinto-de-água (<em>Pontederia crassipes</em>, da América do Sul) cobre totalmente o espelho de água em grandes extensões de rios, ribeiras, canais, lagoas e outras massas de água impossibilitando a utilização da água para agricultura (por exemplo, arrozais), navegação, pesca, recreio ou rega, além de destruir o habitat de muitas espécies, diminuindo a diversidade de fauna e flora nativas.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" data-id="22015" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Acacia-dealbata-19fev22-Cabanas-Viriato-29-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-22015" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Acacia-dealbata-19fev22-Cabanas-Viriato-29-1024x576.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Acacia-dealbata-19fev22-Cabanas-Viriato-29-300x169.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Acacia-dealbata-19fev22-Cabanas-Viriato-29-768x432.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Acacia-dealbata-19fev22-Cabanas-Viriato-29-1536x864.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Acacia-dealbata-19fev22-Cabanas-Viriato-29-2048x1152.jpg 2048w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Acacia-dealbata-19fev22-Cabanas-Viriato-29-1920x1080.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Acacia-dealbata-19fev22-Cabanas-Viriato-29-1170x658.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Acacia-dealbata-19fev22-Cabanas-Viriato-29-585x329.jpg 585w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" data-id="22016" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Acacia-dealbata-Geres-26fev23-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-22016" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Acacia-dealbata-Geres-26fev23-1024x576.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Acacia-dealbata-Geres-26fev23-300x169.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Acacia-dealbata-Geres-26fev23-768x432.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Acacia-dealbata-Geres-26fev23-1536x864.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Acacia-dealbata-Geres-26fev23-2048x1152.jpg 2048w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Acacia-dealbata-Geres-26fev23-1920x1080.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Acacia-dealbata-Geres-26fev23-1170x658.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/Acacia-dealbata-Geres-26fev23-585x329.jpg 585w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</figure>



<p></p>



<p>A mimosa (<em>Acacia dealbata</em>, da Austrália) é das espécies de plantas invasoras mais disseminadas na parte continental do território, é uma séria ameaça à biodiversidade, além de promover alergias em humanos, ser promovida pelos incêndios e ter impactes também económicos, já que invade áreas utilizadas para silvicultura ou mesmo agricultura. A sanguinária-do-Japão (<em>Fallopia japonica</em>, da Ásia) forma extensos tapetes fechados que impedem o desenvolvimento de outras espécies de plantas, particularmente em áreas ribeirinhas, mas o seu crescimento vigoroso provoca também danos avultados em infraestruturas construídas, como calçadas, canalizações, estradas ou muros. </p>



<p>Mas também há muitos animais invasores. O siluro ou peixe-gato-europeu (<em>Silurus glanis</em>, da Europa Central) é uma ameaça para a biodiversidade, por exemplo, no rio Tejo, mas também para a pesca profissional e para a gastronomia regional. O periquito-de-colar (<em>Psittacula krameri, </em>da África tropical e sul da Ásia) está presente principalmente em Lisboa, mas também noutras cidades, e, além de barulhentos, competem com as espécies nativas pelos mesmos locais de nidificação, e podem competir por alimentos com outros animais. A tartaruga-da-Flórida (<em>Trachemys scripta, </em>da América do Norte) preda e compete com as espécies nativas, e pode contribuir para a dispersão de doenças e parasitas que podem afetar as populações nativas de cágados e outra biodiversidade aquática, e até mesmo os humanos. A vespa-asiática (<em>Vespa velutina</em>, da Ásia) é um predador de outros insetos, impactando negativamente as comunidades de polinizadores nativos, inclusive as populações da abelha do mel, onde a predação pode levar a prejuízos económicos; causa alarde social, apesar de a sua picada, ao contrário do que por vezes se pensa, só se tornar potencialmente perigosa se a vítima for alérgica e desencadear um choque anafilático. O visão-americano (<em>Neovison vison, </em>da América do Norte) preda várias espécies nativas, compete com carnívoros nativos como o toirão (<em>Mustela putorius</em>) ou a lontra (<em>Lutra lutra</em>) e consegue formar híbridos com o visão-europeu estando a pôr em risco a espécie.&nbsp;</p>



<p>E haveria muitos mais exemplos, centenas deles, entre plantas, animais e outros organismos no continente e nas ilhas<sup data-fn="78194ee6-f138-46f3-ae2f-efd183a1379f" class="fn"><a id="78194ee6-f138-46f3-ae2f-efd183a1379f-link" href="#78194ee6-f138-46f3-ae2f-efd183a1379f">3</a></sup>. No global, muitos destes impactes refletem-se em impactes nos serviços que os ecossistemas nos prestam e em termos económicos, tanto a nível de prejuízos causados pelas espécies como pelos custos muito avultados da gestão e controlo das mesmas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os problemas são tão graves que existe legislação dedicada às espécies invasoras desde 1999, o que reflete bem o reconhecimento do problema desde há mais de duas décadas</strong><sup data-fn="e1248f3b-bfd2-4df9-969e-7e015d1bd486" class="fn"><a id="e1248f3b-bfd2-4df9-969e-7e015d1bd486-link" href="#e1248f3b-bfd2-4df9-969e-7e015d1bd486">4</a></sup><strong>.&nbsp;</strong></h2>



<p>No entanto, as invasões biológicas continuam a ser desconhecidas de uma grande parte da população, apesar de os cidadãos poderem ter um papel relevante quer na prevenção das invasões biológicas e na mitigação dos seus impactes, se estiverem alerta para o problema, quer no seu agravamento, se desconhecerem esta ameaça e promoverem espécies invasoras.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Para diminuir o desconhecimento e aumentar a sensibilização dos cidadãos sobre invasões biológicas, desde 2020, é organizada em Portugal a Semana sobre Espécies Invasoras</strong><sup data-fn="808ad663-7e40-4132-b7dd-1bdd941fd910" class="fn"><a id="808ad663-7e40-4132-b7dd-1bdd941fd910-link" href="#808ad663-7e40-4132-b7dd-1bdd941fd910">5</a></sup><strong>.&nbsp;</strong></h2>



<p>No ano seguinte esta iniciativa estendeu-se a Espanha e desde aí realiza-se anualmente nos dois países.&nbsp;</p>



<p>Este ano, a Semana sobre Espécies Invasoras: Portugal e Espanha &#8211; #SEI2024 realiza-se de 4 a 12 de maio e é promovida pela&nbsp;<a href="https://www.speco.pt/inveco" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rede Portuguesa de Estudo e Gestão de Espécies Invasoras &#8211; Rede InvECO</a>, associada à SPECO, pela&nbsp;<a href="https://invasoras.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">plataforma INVASORAS.PT</a>, pelos projetos&nbsp;<a href="http://www.lifecoocortaderia.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LIFE COOP Cortaderia</a>&nbsp; e&nbsp;<a href="http://www.lifeinvasaqua.com/pt-pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LIFE INVASAQUA</a>&nbsp;e pelo&nbsp;<a href="https://geibuc.wixsite.com/geib?s=03" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Grupo Especialista em Invasiones Biólogicas</a>. Aos promotores juntam-se numerosas Entidades/ Associações/ Grupos informais, entre municípios, escolas, associações ambientais e similares, entidades de investigação e ensino superior, projetos, entre outros. Cada entidade organiza de forma independente uma ou várias atividades, de forma a aumentar a visibilidade e dar projeção à temática das Invasões Biológicas. De formas diversas e complementares, pretende-se contribuir para aumentar a sensibilização sobre as invasões biológicas em prol da Conservação da Biodiversidade e do Restauro dos Ecossistemas.</p>



<p>Entre ações de controlo, Bioblitzs, campanhas nas redes sociais, exposições, formações, palestras e webinares, percursos para mapear espécies invasoras, há muito por onde escolher de norte a sul, passando pelas ilhas. Algumas atividades são organizadas para públicos-alvo particulares, como escolas ou colaboradores das entidades, mas no geral há muitas atividades abertas ao público. Consulte <a href="https://www.speco.pt/inveco/sei" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o mapa</a> e participe nas atividades que mais lhe interessar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas o que pode cada um de nós fazer para prevenir e mitigar os impactes das espécies invasoras?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-LmciA' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Há muitas pequenas e grandes opções que podem fazer a diferença.</p>



<p>Primeiro há que apostar na prevenção.&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aprender a reconhecer as espécies invasoras e NÃO as utilizar. Não só porque com isso se previnem os muitos impactes negativos que podem causar, mas porque é interdita a detenção, cultivo, criação, comércio, introdução na natureza ou repovoamento de espécies incluídas na Lista Nacional de Espécies Invasoras (Decreto-Lei n.º 92/2019), todos os exemplos referidos acima. Há muita informação disponível online, por exemplo, em <a href="https://invasoras.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://invasoras.pt/</a> no caso das plantas.&nbsp;</li>



<li>Sempre que possível, preferir espécies de plantas autóctones como ornamentais.</li>



<li>Adotar medidas de biossegurança/ boas-práticas de limpeza e desinfeção (entre outras) para diminuir a dispersão de espécies invasoras. É muito fácil transportar e disseminar espécies invasoras através de sementes ou fragmentos agarrados ao calçado, roupa, equipamentos, solos e outros produtos, pelo que há que evitar ao máximo sermos nós os vetores de dispersão.</li>



<li>Muito cuidado com animais de estimação. NUNCA libertar peixes de aquário, pássaros de gaiola, tartarugas, gatos, etc.. Muitos conseguem sobreviver na natureza e é assim que começam novas invasões. Adicionalmente, não deitar fragmentos de plantas para o ralo após lavar aquários – muitas plantas aquáticas reproduzem-se por fragmentos e facilmente chegam a cursos de água e sobrevivem, tornando-se invasoras.</li>



<li>Planear cuidadosamente onde depositar plantas exóticas removidas de jardins e espaços verdes – muitas sementes e fragmentos sobrevivem e podem começar novos focos de invasão.</li>



<li>“Passar palavra” sobre a problemática das espécies invasoras.</li>



<li>Viajar leve – quando for viajar, não levar ou trazer organismos vivos.</li>
</ul>



<p>Por outro lado, para as espécies que já estão presentes no território há que ajudar a mitigar os seus impactes.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Gerir e controlar (melhor) as espécies invasoras – há já muitas entidades que promovem formações e capacitação sobre o tema.</li>



<li>Participar ou organizar ações de voluntariado para controlo de espécies invasoras. Nas várias regiões do país, com maior ou menor regularidade, há entidades que organizam atividades deste tipo.</li>



<li>Se detetar invasoras à venda, primeiro alerte; se não funcionar, denuncie: Linha SOS Ambiente e Território: 808 200 520; sepna@gnr.pt.</li>



<li>Colaborar em projetos de ciência-cidadã, por exemplo, ajudar a mapear espécies invasoras – na #SEI2024 está a promover-se o <a href="https://www.biodiversity4all.org/projects/macro-bioblitz-sei2024" target="_blank" rel="noreferrer noopener">MACRO Bioblitz</a> em que todos podem participar, mas há muitos projetos em que pode participar, por exemplo o projeto <a href="https://www.biodiversity4all.org/projects/invasoras-pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Invasoras.pt</a> na plataforma <a href="https://www.biodiversity4all.org/home" target="_blank" rel="noreferrer noopener">BioDiversity4All/iNaturalist</a>.</li>



<li>Participar na <a href="https://www.speco.pt/inveco/sei" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Semana sobre Espécies Invasoras 2024: Portugal &amp; Espanha</a></li>



<li>Inscrever-se na <a href="https://www.speco.pt/inveco" target="_blank" rel="noreferrer noopener">InvECO &#8211; Rede Portuguesa de Estudo e Gestão de Espécies Invasoras</a>, associada à <a href="https://www.speco.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SPECO – Sociedade Portuguesa de Ecologia</a></li>
</ul>


<ol class="wp-block-footnotes"><li id="200fa15e-fec0-4b5a-bbe7-922668794679"> https://www.ipbes.net/global-assessment<br> <a href="#200fa15e-fec0-4b5a-bbe7-922668794679-link" aria-label="Vá para a referência 1 das notas de rodapé"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/21a9.png" alt="↩" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />︎</a></li><li id="01547ac6-cf74-40d2-89ef-759b8aab51ed">https://onet.ipbes.net/ias <a href="#01547ac6-cf74-40d2-89ef-759b8aab51ed-link" aria-label="Vá para a referência 2 das notas de rodapé"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/21a9.png" alt="↩" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />︎</a></li><li id="78194ee6-f138-46f3-ae2f-efd183a1379f">Ver Lista Nacional de Espécies Invasoras e Listas da Madeira e Açores associadas à legislação referida no ponto abaixo. <a href="#78194ee6-f138-46f3-ae2f-efd183a1379f-link" aria-label="Vá para a referência 3 das notas de rodapé"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/21a9.png" alt="↩" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />︎</a></li><li id="e1248f3b-bfd2-4df9-969e-7e015d1bd486">Atualmente, está em vigor o Decreto-Lei n.º 92/2019 no continente, o Decreto Legislativo Regional n.º 15/2012/A nos Açores e o Decreto Legislativo Regional n.º 17/2023/M na Madeira, e o Regulamento EU n.º 1143/2014 a nível Europeu. <a href="#e1248f3b-bfd2-4df9-969e-7e015d1bd486-link" aria-label="Vá para a referência 4 das notas de rodapé"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/21a9.png" alt="↩" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />︎</a></li><li id="808ad663-7e40-4132-b7dd-1bdd941fd910">Após o sucesso da Semana Nacional sobre Espécies Invasoras 2020, que decorreu apenas em Portugal, de 10 a 18 de outubro de 2020, a SEI passou a realizar-se em Portugal e Espanha desde 2021. A Semana Ibérica sobre Espécies Invasoras 2021 decorreu de 29 de maio a 6 de junho e contou com a realização de 175 atividades, organizadas por 138 Entidades. No ano seguinte, de 21 a 29 de maio, decorreu a Semana sobre Espécies Invasoras 2022: Portugal e Espanha (#SEI2022), que contou com 257 atividades organizadas por 228 entidades aderentes. A #SEI2023 decorreu de 13 a 21 de maio e contou com a participação de 254 entidades, que organizaram 282 atividades. <a href="#808ad663-7e40-4132-b7dd-1bdd941fd910-link" aria-label="Vá para a referência 5 das notas de rodapé"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/21a9.png" alt="↩" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />︎</a></li></ol>


<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-LmciA' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/especies-invasoras-em-portugal/">Espécies invasoras em Portugal</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Presente único, útil e sustentável para o Dia da Mãe</title>
		<link>https://simplyflow.pt/presente-unico-util-e-sustentavel-para-o-dia-da-mae/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Sequeira Nobre]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Apr 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SUSTENTABILIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[Dia da Mãe]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Joana Nobre Garcia]]></category>
		<category><![CDATA[Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[presente]]></category>
		<category><![CDATA[presentes dia da mãe]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=21889</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ao oferecermos este presente, não só mimamos as nossas mães, como também contribuímos para a redução do desperdício e para a preservação do ambiente.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/presente-unico-util-e-sustentavel-para-o-dia-da-mae/">Presente único, útil e sustentável para o Dia da Mãe</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Dia da Mãe está quase a chegar. Nada melhor do que homenagear as nossas mães com um presente útil e sustentável! E que tal oferecer uns discos desmaquilhantes reutilizáveis?</strong></p>



<p>Todas nós, mulheres, utilizamos discos desmaquilhantes no nosso quotidiano. Por que não ajudar o ambiente ao optarmos por discos em tecido que podem ser lavados na máquina e reutilizados inúmeras vezes?</p>



<p>Para complementar este presente para o Dia da Mãe, podemos ainda incluir um pequeno saco para guardar os discos desmaquilhantes. São muito simples de fazer e apenas vão precisar de retalhos de tecido, como, por exemplo, flanela ou turco, dependendo da preferência por texturas mais suaves ou mais abrasivas.</p>



<p>Além disso, para quem aprecia trabalhos manuais, a opção de coser à mão com um ponto decorativo também é viável, pois o uso da máquina de costura é opcional.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Celebrar o Dia da Mãe com </strong><a href="https://simplyflow.pt/de-uma-nova-vida-as-embalagens/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>presentes amigos do ambiente</strong></a></h2>



<p>Ao oferecermos este presente, não só mimamos as nossas mães, como também contribuímos para a<strong> redução do desperdício</strong> e para a <strong>preservação do ambiente</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como fazer discos desmaquilhantes reutilizáveis?</strong></h2>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="764" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-1-1024x764.jpg" alt="" class="wp-image-21890" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-1-1024x764.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-1-300x224.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-1-768x573.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-1-585x437.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-1.jpg 1093w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<h3 class="wp-block-heading"><strong>Vai precisar de:</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Retalhos de tecido;</li>



<li>Flanela ou turco;</li>



<li>Tampa ou copo redondo;</li>



<li>Lápis;</li>



<li>Tesoura e alfinetes;</li>



<li>Máquina de costura ou agulha e linha.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como fazer:</strong></h3>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-e2hy6' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Escolha tecidos coloridos e de preferência ricos em algodão;</li>



<li>Corte um quadrado de tecido um pouco maior que a tampa ou copo que vai usar como molde. Corte também a flanela ou o turco do mesmo tamanho. Junte o tecido e a flanela e coloque um alfinete para ficarem bem juntinhos;</li>



<li>Coloque a tampa ou o copo no centro do tecido;</li>



<li>Com um lápis desenhe o contorno da tampa ou do copo;</li>



<li>Corte por cima do risco do lápis;</li>



<li>Cosa à volta com ponto de ziguezague. Termine passando a ferro para que fiquem impecáveis!</li>
</ol>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="644" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-2-1024x644.jpg" alt="" class="wp-image-21895" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-2-1024x644.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-2-300x189.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-2-768x483.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-2-585x368.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-2.jpg 1122w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="764" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-3-1024x764.jpg" alt="Dia da mãe presente" class="wp-image-21891" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-3-1024x764.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-3-300x224.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-3-768x573.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-3-585x437.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-3.jpg 1076w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como fazer </strong><a href="https://simplyflow.pt/como-fazer-sacos-de-tecido-reutilizaveis/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>sacos de tecido</strong></a><strong>?</strong></h2>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="776" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-4-1024x776.jpg" alt="Dia da mãe presente" class="wp-image-21893" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-4-1024x776.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-4-300x227.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-4-768x582.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-4-585x443.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-4.jpg 1055w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<h3 class="wp-block-heading"><strong>Vai precisar de:</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tecido;</li>



<li>Fita de cetim;</li>



<li>Alfinete de ama;</li>



<li>Máquina de costura ou agulha e linha.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como fazer:</strong></h3>



<ol class="wp-block-list">
<li>Corte um pedaço de tecido que tenha de altura mais 7 cm de que os discos e de comprimento o dobro do raio dos discos (mais 10 cm);</li>



<li>Dobre o tecido ao meio com a face bonita para dentro;</li>



<li>Cosa à volta deixando a parte de cima por coser e 5 cm na parte lateral. Cosa apenas o resto da lateral e a parte de baixo. Chuleie para que fique mais perfeito;</li>



<li>Chuleie a parte de cima do saco;</li>



<li>Vire 2 cm para fora e cosa junto ao chuleio fazendo uma bainha;</li>



<li>Coloque o alfinete de ama na ponta da fita e faça o alfinete passar pela bainha que fez. Vire o saco pela frente e está pronto!</li>
</ol>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="654" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-5-1024x654.jpg" alt="" class="wp-image-21894" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-5-1024x654.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-5-300x192.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-5-768x491.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-5-585x374.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-5.jpg 1122w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="769" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-6-1024x769.jpg" alt="" class="wp-image-21892" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-6-1024x769.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-6-300x225.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-6-768x577.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-6-585x439.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/04/Dia-da-mae-Fig-6.jpg 1064w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Sustentabilidade e moda: A revolução do couro vegetal</title>
		<link>https://simplyflow.pt/sustentabilidade-e-moda-a-revolucao-do-couro-vegetal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dulce Guarda e Mónica Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SUSTENTABILIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[Dulce Guarda]]></category>
		<category><![CDATA[Mónica Gonçalves]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=21358</guid>

					<description><![CDATA[<p>No mundo contemporâneo, onde a consciência ambiental desempenha um papel fundamental, a escolha de acessórios sustentáveis torna-se cada vez mais crucial.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/sustentabilidade-e-moda-a-revolucao-do-couro-vegetal/">Sustentabilidade e moda: A revolução do couro vegetal</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O mercado está numa constante procura de novas alternativas para o sector têxtil. Esta procura implica a sustentabilidade no processo de produção dos materiais e uma oferta cuja origem não comprometa o ambiente.</strong></p>



<p>A indústria da moda tem o objectivo ambicioso de promover uma alteração no paradigma neste sector, ou seja, marcar um novo ritmo de mudança e acelerar a criação de produtos de alto valor acrescentado a partir de recursos biológicos, em alternativa às matérias de base fóssil, com consumos conscientes, bem como utilização de materiais naturais e/ou reciclados e recorrer a técnicas artesanais para a fabricação de novas alternativas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O desafio torna-se enorme, pois substituir produtos de origem fóssil não é tão fácil como parece. E porquê?&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>Porque a durabilidade dos materiais 100% naturais não caminha lado a lado com a dos produtos de origem sintética. E, por sua vez, os materiais de origem animal ou vegetal ainda são dependentes de altos consumos de água.</strong> Se olharmos para o caso da produção de uma t-shirt de algodão, a mesma para chegar ao consumidor final precisa de atravessar um longo processo que não se compadece com o que chamamos “desperdício zero”, pois a mesma chega aos milhares de litros de água para estar perfeita para a venda em loja.</p>



<p>Cada vez mais, temos novas alternativas no mercado que tentam obstinadamente substituir o couro animal, que para muitos é apenas um subproduto alimentar, mas que para mim na ótica de investigadora e produtora, é um produto que necessita de muita água, no seu processo de curtimenta, e leva com uma grande quantidade de químicos &#8211; como é o caso do crómio &#8211; que, por sua vez, não abraçam o mundo verde que tanto ambicionamos. Estas alternativas ao couro animal têm 2 mundos: ou temos materiais que se dizem ser sustentáveis como couro de cato, ananás, maçã e etc… mas se analisarmos aprofundadamente, estamos perante um material com uma grande percentagem de poliuretano (origem fóssil) e uma percentagem abaixo de 10% de material orgânico. Então? Estamos realmente a ser sustentáveis? Eu julgo que não.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Temos também materiais verdadeiramente naturais, com um baixo consumo de água e uma grande quantidade de resíduo ou até mesmo de matéria de origem natural, mas que o seu ciclo de vida é mais curto que o dos materiais convencionais.&nbsp;</strong></h2>



<p>Este é o desafio, o mercado não está ainda sensibilizado para aceitar a faceta orgânica do ciclo destes substratos. Continuamos a enfrentar consumidores, que afirmam procurar sustentabilidade mas que depois não estão sensibilizados para aceitar que este tipo de materiais, precisam de outros cuidados como: protecção aos raios UV, acondicionamento nas épocas húmidas. Metaforicamente temos que pensar que se temos cuidados com a nossa pele, porque não devemos ter com estes materiais e assim aceitar as suas características, para que finalmente os mesmos entrem em força no nosso mercado e, por sua vez, passem a fazer parte do nosso dia-a-dia?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como chegar a um meio termo entre sustentabilidade e durabilidade?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-DBFGi' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Como descrito no início do texto, <strong>no mundo contemporâneo, onde a consciência ambiental desempenha um papel fundamental, a escolha de </strong><a href="https://www.facebook.com/BacktoBasicsAtelier/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>acessórios sustentáveis</strong></a><strong> torna-se cada vez mais crucial</strong>. Nesse contexto, os acessórios em couro vegetal <em>handmade</em> destacam-se como uma opção não apenas elegante, mas também <em>eco-friendly</em>. <strong>Malas, carteiras, porta-chaves, porta-cartões e outros itens feitos à mão não só oferecem um toque artesanal único, mas também possuem características intrínsecas que os tornam uma escolha sustentável e duradoura.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O couro vegetal, quando produzido de forma responsável, é um material que resiste ao teste do tempo.&nbsp;</strong></h2>



<p>Optar por acessórios em <a href="https://www.facebook.com/courodealfarrroba" target="_blank" rel="noreferrer noopener">couro vegetal</a> <em>handmade</em> significa investir em produtos que não apenas exibem habilidades artesanais excepcionais, mas também possuem uma durabilidade impressionante. Esses itens não são apenas passageiros na moda; eles transcendem as tendências efémeras, permanecendo relevantes temporada após temporada.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A longa vida útil dos acessórios em couro contribui significativamente para a sustentabilidade.&nbsp;</strong></h2>



<p>Enquanto produtos de baixa qualidade podem necessitar de substituição frequente, os acessórios em couro <em>handmade</em> resistem ao desgaste diário, permanecendo intactos e muitas vezes melhorando com o tempo. Isso não só reduz a pegada ambiental associada à produção constante, mas também diminui a quantidade de resíduos gerados. E se acrescentarmos o facto de estarmos a falar de couro vegetal, ou seja, couro cuja sua curtimenta é feita com plantas, o grau de sustentabilidade aumenta ainda mais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Assim sendo a escolha por acessórios em couro vegetal e outros materiais verdadeiramente sustentáveis </strong><strong><em>handmade</em></strong><strong> não é apenas uma decisão de moda, mas uma afirmação de compromisso com a sustentabilidade.&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>O investimento em itens deste género não apenas reduz o impacto ambiental, mas também adiciona um toque de autenticidade e elegância ao dia-a-dia. </strong>Ao optar por estes materiais e acessórios, estamos a escolher não apenas um estilo atemporal, mas também um compromisso consciente com um mundo mais sustentável.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Novos Artesãos | Mudar para Melhor" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/XwVKBKXO6HA?list=PLs4LApijxasleaEI5MIkgg38jWvusbgUz" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-DBFGi' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<title>Quais são os desafios da sustentabilidade do oceano?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/quais-sao-os-desafios-da-sustentabilidade-do-oceano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fundação Oceano Azul]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2023 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SUSTENTABILIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional de Limpeza Costeira]]></category>
		<category><![CDATA[Educar para uma Geração Azul]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Oceano Azul]]></category>
		<category><![CDATA[Oceano]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=20814</guid>

					<description><![CDATA[<p>É fundamental promover a literacia e sensibilização da sociedade para os desafios que o oceano enfrenta e para a importância de reconhecer o valor central do oceano para o planeta.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/quais-sao-os-desafios-da-sustentabilidade-do-oceano/">Quais são os desafios da sustentabilidade do oceano?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Dia Internacional de Limpeza Costeira<em> </em>é um movimento global com impacto local e é celebrado pelo mundo, mas de forma especial em Portugal. Todos os anos, diversas organizações e movimentos de cidadãos nacionais, de norte a sul do país e ilhas, mobilizam-se massivamente e unem a sociedade civil em prol do oceano. O principal objetivo é o de alertar e sensibilizar para a problemática do lixo marinho, através da organização de ações de limpeza em praias, zonas costeiras, rios, lagos e outros ecossistemas naturais.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Pedro-Pina_Foz-Lizandro-55.jpg" alt="" class="wp-image-20853" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Pedro-Pina_Foz-Lizandro-55.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Pedro-Pina_Foz-Lizandro-55-300x200.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Pedro-Pina_Foz-Lizandro-55-768x512.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Pedro-Pina_Foz-Lizandro-55-585x390.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Pedro-Pina_Foz-Lizandro-55-263x175.jpg 263w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">OceanoAzulFoundation_Pedro Pina_Foz Lizandro</figcaption></figure>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_TWorlds_P-Magoito-45-1024x683.jpg" alt="oceano" class="wp-image-20858" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_TWorlds_P-Magoito-45-1024x683.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_TWorlds_P-Magoito-45-300x200.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_TWorlds_P-Magoito-45-768x512.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_TWorlds_P-Magoito-45-1536x1024.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_TWorlds_P-Magoito-45-2048x1365.jpg 2048w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_TWorlds_P-Magoito-45-1920x1280.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_TWorlds_P-Magoito-45-1170x780.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_TWorlds_P-Magoito-45-585x390.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_TWorlds_P-Magoito-45-263x175.jpg 263w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">OceanoAzulFoundation_TWorlds_P Magoito</figcaption></figure>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É fundamental promover a literacia e sensibilização da sociedade para os desafios que o oceano enfrenta e para a importância de reconhecer o valor central do oceano para o planeta.</strong>&nbsp;</h2>



<p>Por isso, a <a href="https://www.oceanoazulfoundation.org/pt-pt/#m150page" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fundação Oceano Azul</a> abraçou esta iniciativa em 2019 e motivou, ao longo de 5 anos, mais de 350 movimentos de cidadãos, agrupamentos escolares, ONG, escolas de surf, centros de mergulho a organizarem ações de limpeza, contando com a participação de mais de 34.000 voluntários, que recolheram mais de 250 toneladas de lixo. Apesar de o Dia Internacional de Limpeza Costeira (16 de setembro) ser celebrado pelo mundo inteiro, estes números tornam Portugal num líder no que respeita ao empenho e envolvimento da sociedade nesta iniciativa.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Pedro-Pina_Foz-Lizandro-48-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-20852" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Pedro-Pina_Foz-Lizandro-48-683x1024.jpg 683w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Pedro-Pina_Foz-Lizandro-48-200x300.jpg 200w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Pedro-Pina_Foz-Lizandro-48-768x1152.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Pedro-Pina_Foz-Lizandro-48-585x878.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Pedro-Pina_Foz-Lizandro-48.jpg 1024w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-element-caption">OceanoAzulFoundation_Pedro Pina_Foz Lizandro</figcaption></figure></div>


<p>Após a celebração deste ano, que decorreu de 16 a 29 de setembro, os números voltam a demonstrar um grande envolvimento da sociedade civil, contabilizando mais de 10 mil voluntários e cerca de 450 organizações que recolheram 37 toneladas de lixo. De destacar o envolvimento, uma vez mais, de cerca de 200 turmas do programa <a href="https://geracaoazul.org/educar-para-uma-geracao-azul/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Educar para uma Geração Azul</a> (EGA), o que corresponde a cerca de quatro mil alunos. A participação de alunos e professores nestas ações de limpeza está em linha com um dos eixos de ação da Fundação Oceano Azul, que visa <strong>promover a literacia sobre o oceano</strong> e assim criar uma nova Geração Azul, formando cidadãos e possíveis futuros decisores, que estarão <strong>mais conscientes dos desafios da sustentabilidade do oceano</strong>.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-6 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" data-id="20851" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_MindCut_Full_Tiago-77-683x1024.jpg" alt="oceano" class="wp-image-20851" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_MindCut_Full_Tiago-77-683x1024.jpg 683w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_MindCut_Full_Tiago-77-200x300.jpg 200w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_MindCut_Full_Tiago-77-768x1152.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_MindCut_Full_Tiago-77-1024x1536.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_MindCut_Full_Tiago-77-1365x2048.jpg 1365w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_MindCut_Full_Tiago-77-1920x2880.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_MindCut_Full_Tiago-77-1170x1755.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_MindCut_Full_Tiago-77-585x878.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_MindCut_Full_Tiago-77-scaled.jpg 1707w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-element-caption">OceanoAzulFoundation_MindCut_Full_Tiago</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="684" height="1024" data-id="20855" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Silves_MindCut-13-684x1024.jpg" alt="oceano" class="wp-image-20855" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Silves_MindCut-13-684x1024.jpg 684w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Silves_MindCut-13-200x300.jpg 200w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Silves_MindCut-13-768x1150.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Silves_MindCut-13-1026x1536.jpg 1026w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Silves_MindCut-13-1368x2048.jpg 1368w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Silves_MindCut-13-1920x2875.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Silves_MindCut-13-1170x1752.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Silves_MindCut-13-585x876.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Silves_MindCut-13-scaled.jpg 1710w" sizes="(max-width: 684px) 100vw, 684px" /><figcaption class="wp-element-caption">OceanoAzulFoundation_Silves_MindCut</figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_TWorlds_P-Magoito-44-1024x683.jpg" alt="oceano" class="wp-image-20857" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_TWorlds_P-Magoito-44-1024x683.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_TWorlds_P-Magoito-44-300x200.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_TWorlds_P-Magoito-44-768x512.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_TWorlds_P-Magoito-44-1536x1024.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_TWorlds_P-Magoito-44-2048x1365.jpg 2048w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_TWorlds_P-Magoito-44-1920x1280.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_TWorlds_P-Magoito-44-1170x780.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_TWorlds_P-Magoito-44-585x390.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_TWorlds_P-Magoito-44-263x175.jpg 263w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">OceanoAzulFoundation_TWorlds_P Magoito</figcaption></figure>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O lixo marinho é um problema real e devastador: 80% do lixo encontrado tem origem em atividades humanas em terra e apenas cerca de 20% provém de atividades diretamente ligadas ao mar.&nbsp;</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-u5X1P' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>De destacar que as beatas, as garrafas de plástico e as latas de metal são o lixo recolhido mais comum, o que reforça estes números. <a href="https://simplyflow.pt/um-mar-de-plastico-uma-descoberta-reveladora/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A maioria do lixo marinho pertence à categoria de plástico</a> e é um problema real, quando os estudos indicam que entram, a cada minuto, no oceano o equivalente a dois camiões deste material, o que tem impactos devastadores nos ecossistemas aquáticos.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Pedro-Pina_Foz-Lizandro-98.jpg" alt="" class="wp-image-20854" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Pedro-Pina_Foz-Lizandro-98.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Pedro-Pina_Foz-Lizandro-98-300x200.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Pedro-Pina_Foz-Lizandro-98-768x512.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Pedro-Pina_Foz-Lizandro-98-585x390.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Pedro-Pina_Foz-Lizandro-98-263x175.jpg 263w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">OceanoAzulFoundation_Pedro Pina_Foz Lizandro</figcaption></figure></div>


<figure class="wp-block-gallery aligncenter has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-7 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1707" height="2560" data-id="20850" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Caba-Pescador_MindCut-61-scaled.jpg" alt="" class="wp-image-20850" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Caba-Pescador_MindCut-61-scaled.jpg 1707w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Caba-Pescador_MindCut-61-200x300.jpg 200w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Caba-Pescador_MindCut-61-683x1024.jpg 683w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Caba-Pescador_MindCut-61-768x1152.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Caba-Pescador_MindCut-61-1024x1536.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Caba-Pescador_MindCut-61-1365x2048.jpg 1365w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Caba-Pescador_MindCut-61-1920x2880.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Caba-Pescador_MindCut-61-1170x1755.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/10/OceanoAzulFoundation_Caba-Pescador_MindCut-61-585x878.jpg 585w" sizes="(max-width: 1707px) 100vw, 1707px" /><figcaption class="wp-element-caption">OceanoAzulFoundation_Caba Pescador_MindCut</figcaption></figure>
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<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>As ações de limpeza costeiras, subaquáticas, de rios, lagos ou cursos de água, são uma das soluções para combater o problema do lixo marinho e estão ao alcance de todos os cidadãos.&nbsp;</strong></h2>



<p>Estas ações não só permitem recolher lixo que, ou já entrou, ou está prestes a entrar nestes ecossistemas naturais, como também permitem desenvolver nos cidadãos <strong>um olhar mais atento sobre o que realmente se passa no meio envolvente</strong>, promovendo o espírito de cooperação e de missão conjunta, que depois se propaga na vida quotidiana de cada um.</p>



<p>Sob o mote “<strong>O oceano é global, a ação é local</strong>”, esta iniciativa internacional decorre todos os anos, durante uma semana, com várias ações pelo país. A Fundação Oceano Azul congratula todos os envolvidos pela pronta resposta e desafia uma vez mais a uma celebração conjunta pelo oceano no próximo ano.</p>



<p class="has-small-font-size">Nota: Todas as fotografias do artigo foram disponibilizadas pela <a href="https://www.oceanoazulfoundation.org/pt-pt/#m150page" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fundação Oceano Azul</a>.&nbsp;Fotografia destaque &#8211; OceanoAzulFoundation_TWorlds_P Magoito.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-u5X1P' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/quais-sao-os-desafios-da-sustentabilidade-do-oceano/">Quais são os desafios da sustentabilidade do oceano?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Viagem pelo clima</title>
		<link>https://simplyflow.pt/viagem-pelo-clima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2023 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SUSTENTABILIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[fátima lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem pelo clima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como embaixadora do projeto “Viagem pelo clima - Rumo à neutralidade carbónica”, comecei a minha viagem por Portugal em Gouveia.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/viagem-pelo-clima/">Viagem pelo clima</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading"><strong>Viagem pelo clima em Portugal. Rumo à neutralidade carbónica.&nbsp;</strong></h2>



<p>Tomei conhecimento há uns meses do projeto “<a href="https://www.viagempeloclima.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Viagem pelo clima</a>”, pensado pela empresa <a href="https://www.get2c.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">GET2C</a>, com o objetivo de levar 3 equipas a viajar por vários municípios do nosso país, da forma mais sustentável possível. Foram muitas as pessoas que se inscreveram, com idades e percursos de vida bastante diferentes, mas sempre movidas por uma gigante vontade de <strong>aumentar a consciência sobre as questões ambientais</strong> e levar as pessoas a <strong>fazer escolhas mais amigas do ambiente</strong>. </p>



<p>Os elementos selecionados foram agregados em 3 equipas: a equipa da terra, a equipa da água e a equipa do ar. Todas as equipas têm de passar pelos vários municípios aderentes e aí criar desafios que envolvam a participação da população, da autarquia e de outras entidades locais. Em cada desafio é feita uma avaliação e a recompensa é na moeda “climas”. A equipa vencedora irá à próxima COP 28, a conferência das Nações Unidas para as Alterações Climáticas, que se realizará no Dubai.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-8 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="20679" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00002-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-20679" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00002-1024x683.jpeg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00002-300x200.jpeg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00002-768x512.jpeg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00002-1536x1024.jpeg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00002-1170x780.jpeg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00002-585x390.jpeg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00002-263x175.jpeg 263w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00002.jpeg 1800w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="20678" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00001-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-20678" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00001-1024x683.jpeg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00001-300x200.jpeg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00001-768x512.jpeg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00001-1536x1024.jpeg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00001-1170x780.jpeg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00001-585x390.jpeg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00001-263x175.jpeg 263w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00001.jpeg 1800w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</figure>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Equipa água &#8211; Respeitar a água, um recurso tão valioso</strong></h2>



<p>Como embaixadora deste evento, comecei a minha viagem por Gouveia, onde estive com a equipa água em Aldeias a refletir com os idosos sobre as questões relacionadas com o uso que antigamente se dava à água e o uso que se dá hoje. Foi uma reflexão coletiva muito interessante, com um desfiar de múltiplas memórias e o apontar de caminhos que permitam tratar a água com o respeito que ela merece. Dali seguimos para o Instituto de Gouveia – Escola Profissional, onde assistimos a uma aula sobre os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) dada pela equipa água aos jovens alunos. Por fim, foi feita uma visita ao CERVAS – Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Equipa ar &#8211; Turismo ecológico</strong></h2>



<p>A seguir viajei até Faro para me encontrar com a equipa ar, para um dia de turismo ecológico. Começámos por um passeio de barco solar na Ria Formosa, onde pudemos avistar várias espécies de pássaros. Seguimos para a baixa de Faro para conhecermos uma loja de roupa em segunda mão e <a href="https://simplyflow.pt/como-podemos-ser-mais-sustentaveis-e-conscientes-no-descarte-da-nossa-roupa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">upcycling</a> (<a href="https://www.facebook.com/Konceitor/?locale=pt_PT" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Konceito – r</a>). Dali continuámos a pé até ao Museu Municipal de Faro, onde tivemos direito a uma magnífica visita feita pelo diretor. Por fim, um passeio pela cidade num Tuk Tuk elétrico. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00005-1024x683.jpeg" alt="viagem pelo clima" class="wp-image-20681" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00005-1024x683.jpeg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00005-300x200.jpeg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00005-768x512.jpeg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00005-1536x1024.jpeg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00005-2048x1366.jpeg 2048w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00005-1920x1280.jpeg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00005-1170x780.jpeg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00005-585x390.jpeg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00005-263x175.jpeg 263w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Equipa terra &#8211; Evitar o desperdício alimentar</strong></h2>



<p>A última viagem desta minha participação enquanto embaixadora foi a uma aldeia nos arredores de Odemira, onde a equipa terra criou uma atividade especial chamada “Chef pelo clima”. Os cidadãos foram desafiados a criar uma refeição sustentável feita a partir de produtos em risco de desperdício. A competição dividiu-se em 3 grupos e finalizado o desafio foi impossível escolher apenas um vencedor. Todas as equipas conseguiram criar refeições maravilhosas, sem desperdiçar nada. E porquê? Porque todos têm animais nas suas casas que acham que tudo o que sobrou da preparação deste manjar é&nbsp; um pitéu especial.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Terminei o acompanhamento das equipas de coração cheio. </strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-PfaDJ' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Primeiro por conhecer gente genuinamente interessada nas questões ambientais. Segundo por perceber que as autarquias aderentes estão a empenhar-se para <strong>mudar o que for necessário para atingir a neutralidade carbónica</strong>. Há a consciência de que é um caminho duro, exigente e complexo, mas é preciso avançar e motivar todos a fazer a sua parte para <strong>melhorar e proteger o clima</strong>. Para o bem da humanidade.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00003-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-20680" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00003-1024x683.jpeg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00003-300x200.jpeg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00003-768x512.jpeg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00003-1536x1024.jpeg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00003-1170x780.jpeg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00003-585x390.jpeg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00003-263x175.jpeg 263w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/09/image00003.jpeg 1800w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-PfaDJ' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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