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	<title>Arquivo de FAMÍLIA - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Arquivo de FAMÍLIA - Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>5 Dicas para manter a identidade no coração da família</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 05:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Casal]]></category>
		<category><![CDATA[cláudia morais]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[identidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No fundo, manter-nos “bem” em família não é um destino — é uma dança constante. Umas vezes mais descoordenada, outras mais fluida.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/5-dicas-para-manter-a-identidade-no-coracao-da-familia/">5 Dicas para manter a identidade no coração da família</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há dias em que tudo parece um malabarismo sem fim. Fazemos o jantar enquanto respondemos a mensagens do trabalho, tentamos dar atenção ao filho que quer mostrar um jogo e ao mesmo tempo ouvir o parceiro que fala sobre o seu dia de trabalho. Às vezes, damos por nós a pensar:&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><em>“Mas onde estou eu no meio disto tudo?”</em></strong></h2>



<p>Esta é uma pergunta fundamental. Porque <strong>quando deixamos de nos ver, deixamos também de ver os outros com clareza</strong>.</p>



<p>Manter a individualidade e promover o bem-estar da família não é um luxo — é uma necessidade. E começa por sermos <strong>gentis connosco</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como manter o “eu” sem perder o “nós”?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-4J0EX' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Ser boa mãe, boa companheira, boa profissional — e ainda estar bem? Nem sempre dá. E está tudo bem.</strong></h3>



<p>Muitas mulheres vivem com uma pressão silenciosa de conseguir “chegar a todo o lado” — serem mães presentes, profissionais competentes, companheiras carinhosas, amigas disponíveis, e ainda meditar, treinar e cozinhar de forma saudável. Mas essa exigência invisível vai-nos esvaziando. E quando estamos esgotadas, é difícil cuidar dos outros com a qualidade que ambicionamos.</p>



<p><strong>Exemplo realista:</strong><strong><br></strong>Há dias em que o jantar é massa com atum e ninguém morre por isso. Em vez de insistir numa refeição perfeita, sente-se com as crianças e brinque com o cheiro da comida. Em vez de forçar uma conversa profunda com o companheiro à noite, talvez baste um abraço mais demorado.</p>



<p><strong>Dicas práticas:</strong></p>



<p>Escolha três prioridades para o dia. Não sete. Três.</p>



<p>Quando se apanhar a pensar “devia estar a fazer mais”, respire e repita: <em>“Estou a fazer o possível com o que tenho hoje”.</em></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Não se anule em nome do amor: ninguém ganha com isso.</strong></h3>



<p>Há mães e companheiras que se vão anulando porque querem “ver todos felizes”. Mas uma casa cheia de pessoas satisfeitas e uma mulher exausta é uma equação que tem tudo para dar errado.</p>



<p><strong>Exemplo identificável:</strong><strong><br></strong>Se adia sempre o seu treino, a sua pausa, o seu café, para responder ao que todos pedem, está a ensinar (sem querer) que as suas necessidades não são importantes.<br>E as crianças aprendem mais com o que vêem do que com o que lhes dizemos. Como se sentiria se visse os seus filhos (adultos) emocionalmente esgotados por quererem chegar a todo o lado?</p>



<p><strong>Dicas práticas:</strong></p>



<p>Comece a verbalizar os seus próprios limites com calma e clareza:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>“Agora preciso de descansar 10 minutos. Daqui a pouco podemos brincar.”</em></li>



<li>Dê o exemplo de uma mulher que cuida dos outros <strong>sem deixar de cuidar de si</strong>.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. O que quer realmente ensinar às suas crianças?</strong></h3>



<p>Antes de reagir à birra, à desarrumação ou ao barulho, pergunte-se:<br><strong><em>“O que é que quero que o meu filho aprenda com este momento?”</em></strong><strong><br></strong>Se o foco for apenas controlar o comportamento, perde-se a oportunidade de ensinar sobre regulação emocional, empatia e autonomia.</p>



<p><strong>Exemplo concreto:</strong><strong><br></strong>Se o seu filho grita porque não quer tomar banho e a sua primeira reação é gritar de volta, pare. Respire. E diga: <em>“Percebo que não te apeteça agora. Mas o banho é importante. Posso ajudar-te a escolher se vais com a toalha vermelha ou com a azul?”</em>.</p>



<p><strong>Dicas práticas:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Em vez de castigos automáticos, use perguntas: <em>“O que é que aconteceu? O que é que podemos fazer diferente da próxima vez?”</em>;</li>



<li>Lembre-se: está a educar um adulto em construção, não a moldar uma criança submissa. </li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. O tédio não é o inimigo. É um convite à criatividade.</strong></h3>



<p>Na tentativa de manter os filhos sempre entretidos, muitos pais enchem as crianças de atividades, <a href="https://simplyflow.pt/quais-sao-os-perigos-das-redes-sociais-para-criancas-e-adolescentes/">ecrãs</a>, estímulos. Mas o tédio é essencial para que surja a criatividade, a imaginação, a invenção.</p>



<p><strong>Exemplo do quotidiano:</strong><strong><br></strong>Se o seu filho disser <em>“estou aborrecido”</em>, evite correr para “resolver”. Diga apenas: <em>“Que bom! É no tédio que nascem ideias incríveis. Vai ver o que é que consegues inventar”</em>.</p>



<p><strong>Dicas práticas:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tenha uma “caixa do tédio” com papéis, lápis, pedaços de cartão, botões, fitas — e deixe-os explorar;</li>



<li>Não preencha todos os minutos do dia. O vazio é fértil.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Nem tudo vai correr bem. E isso não significa que esteja a falhar.</strong></h3>



<p>Famílias felizes não são as que não <a href="https://www.facebook.com/apsicologaresponde/posts/pfbid02Q1UsYk7j8eoPyvs13ANPEiXspFpZXTbKD7vEBUF7PdrFrn4yrKUipXSr1sLo3spQl" target="_blank" rel="noreferrer noopener">discutem</a> ou que têm sempre tudo sob controlo. São as que sabem reparar. Pedir desculpa. Recomeçar. E rir do caos quando for possível.</p>



<p><strong>Exemplo realista:</strong><strong><br></strong>O banho foi uma guerra, o jantar ficou salgado, o seu companheiro respondeu torto e a sua filha chorou porque a meia não estava “bem posta”. Tudo isso é normal.</p>



<p><strong>Dica prática:</strong></p>



<p>Crie uma rotina mínima de conexão no fim do dia:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>“Hoje foi um dia cheio. Obrigada por estarem aqui para me apoiar.”</em></li>



<li>Baixe as expectativas. Em vez de uma “família perfeita”, procure construir <strong>relações suficientemente boas</strong>.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>No fundo, manter-nos “bem” em família não é um destino — é uma dança constante. Umas vezes mais descoordenada, outras mais fluida. Às vezes há pisadelas, há quem se magoe. Na maior parte do tempo pode ser muito divertido e aconchegante.</strong></h2>



<p>O mais importante? Dançarmos juntos, sem nos esquecermos do nosso próprio ritmo.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-4J0EX' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Desafios da parentalidade na era digital</title>
		<link>https://simplyflow.pt/desafios-da-parentalidade-na-era-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Inês Afonso Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 05:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Era digital]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Inês Afonso Marques]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de ter nascido numa era digital, isso não é sinónimo de que o seu filho tenha nascido com a capacidade de autorregulação.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/desafios-da-parentalidade-na-era-digital/">Desafios da parentalidade na era digital</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O seu filho nasceu na era digital. É um facto. O acesso a dispositivos eletrónicos é inevitável. Alguns dados recentes referem que 53% das crianças entre os oito e os doze anos têm o seu próprio <em>tablet</em> e 24% o seu próprio <em>smartphone. </em>67% dos adolescentes têm o seu próprio <em>smartphone. </em>Gostando-se mais ou menos, a tecnologia, nas suas múltiplas formas, faz parte da realidade de todos nós. Na parentalidade, esta realidade é acompanhada por desafios.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A boa notícia é que é possível promover uma utilização segura e positiva da tecnologia no seio das famílias, transformando desafios em oportunidades e não em riscos.</strong></h2>



<p>Logo à partida, há duas ideias essenciais que quero partilhar consigo:</p>



<p>1. Faz o que eu faço, não o que eu digo. Comece por ser o exemplo da relação que gostava que o seu filho tivesse com a tecnologia. De nada servirá pedir-lhe que não use o telemóvel durante as refeições se, sistematicamente, utilizar o seu telemóvel nessas situações ou que não utilize o telemóvel nas viagens de carro, quando o vê a si a fazer isso constantemente.</p>



<p>2. Quem bem aprende, cedo começa. Ou seja, qualquer que seja a idade do seu filho ou o tipo de tecnologia em causa, à medida que vai dando acesso a dispositivos eletrónicos é essencial que crie mecanismos para esse acesso ser seguro e positivo. Um uso desregrado, onde impera a autogestão, por norma, dá sempre mau resultado. Por isso, não parta do princípio que, quando dá acesso ao seu filho ao mundo digital, ele sabe o que é suposto fazer.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tecnologia: um valioso recurso ou uma permanente dor de cabeça?</strong></h2>



<p>Comunicar, brincar, aprender e distrair são quatro verbos a que um telemóvel, uma consola, um computador ou uma televisão podem estar positivamente ligados. Contudo, para que esse elo seja mesmo positivo há aspetos que não podem ser ignorados: informação, função, tempo, qualidade e monitorização. Neles reside em grande medida a diferença entre tecnologia ser um valioso recurso e transformar-se numa permanente dor de cabeça.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Há coisas que não deixa o seu filho fazer sozinho por considerar que ele ainda não tem responsabilidade suficiente para o fazer. Fará sentido deixá-lo à deriva pelos mundos digitais?&nbsp;</strong></h2>



<p>Verifico tanta superproteção em áreas em que as crianças beneficiariam de maior autonomia e assisto, com receio, confesso, a um excesso de confiança nas crianças e adolescentes (no início da adolescência) quanto ao uso que fazem das tecnologias. Efetivamente, por especificidades do neurodesenvolvimento o seu filho não será capaz de &#8211; de forma ágil &#8211; parar, controlar impulsos, antecipar consequências, discernir o adequado do não adequado. E por isso, a supervisão é essencial.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Supervisão não é controlo. Proibir não costuma ser a melhor forma de assegurar segurança. Em vez de interditar, eduque para a responsabilidade, de acordo com a idade (e maturidade) do seu filho.&nbsp;</strong></h2>



<p>As boas notícias não apagam os riscos e estes estão à espreita. O assunto é sério e os perigos são reais. Apesar de ter nascido numa era digital, isso não é sinónimo de que o seu filho tenha nascido com a capacidade de autorregulação. Não faz sentido deixá-lo em autogestão na relação que faz com a tecnologia. Da mesma forma que o ajuda a controlar, por exemplo, a quantidade de doces que consome, também faz sentido interferir e regular o consumo de tecnologia.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância da qualidade das interações com os dispositivos eletrónicos</strong></h2>



<p>Embora seja tentador definir limites de horas que se revelem seguros e saudáveis para o uso de tecnologia na família, vários grupos de especialistas acreditam agora que as recomendações focadas em quantidade de tempo deixam de ser as mais úteis. A Academia Americana de Pediatria, mais recentemente, tem apostado, nas suas recomendações, em realçar a importância da qualidade das interações com os dispositivos eletrónicos e não dar destaque à dimensão quantidade de tempo. Apesar disso, o recurso à tecnologia nunca deverá impedir o movimento, as <a href="https://simplyflow.pt/brincar-e-um-direito-das-criancas-todos-os-dias-do-ano/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">brincadeiras</a> criativas, as interações cara a cara, a aprendizagem “pondo a mão na massa”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Independentemente da idade, quando abrir a porta da tecnologia ao seu filho&#8230;</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Explique-lhe as regras básicas de etiqueta a adotar no mundo virtual;</li>



<li>Na escolha de jogos, aplicações e programas, respeite sempre as idades recomendadas. Acontece, por exemplo, que o filme aparentemente mais inócuo pode esconder estímulos que, em idades para o qual não é recomendado, podem desencadear medos e <a href="https://simplyflow.pt/como-criar-criancas-seguras-e-felizes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inseguranças</a>;</li>



<li>Recorra a pequenos acordos (ou contratos) em que ficam explicitadas todas as regras que façam sentido no seio da vossa família. «O quê? Quando? Onde? E como?» São perguntas que vos orientarão na reflexão de aspetos relevantes de navegação nesta era onde tudo parece encaixar no digital;</li>



<li>Para estimular a capacidade de autorregulação, utilizem despertadores ou ativem limites de tempo;</li>



<li>Ecrãs antes de dormir: não! A exposição à luz azul emitida pelos ecrãs perto da hora de deitar e adormecer pode inibir a produção da melatonina. Enquanto este tipo de luz parece estar associado a vigilância e foco durante o dia, a exposição a ela ao final do dia pode pregar uma partida ao cérebro, levando-o a interpretar que ainda é dia e, portanto, deixando-o ativo em vez de sonolento;</li>



<li>Promova relações reais, <em>offline</em>;</li>



<li>Estimule atividades sem ecrãs. Garanto-lhe que, se se predispuser a jogar um jogo tradicional ou de tabuleiro com o seu filho, ele vai alinhar;</li>



<li>Investigue estratégias e aplicações que permitem a utilização de controlos parentais, quer em termos de tempo, como de limitação de conteúdos. Como exemplo de uma dor de cabeça que pode surgir quando não existe nenhum tipo de controlo, digo-lhe que há crianças que acedem a conteúdos de pornografia nos seus telemóveis. Crianças! Escusado será dizer que a pornografia é uma temática que, quando acedida de forma precoce e descontextualizada, pode criar diversos mal-entendidos e visões enviesadas da realidade;</li>



<li>Abaixo o sedentarismo. Tecnologia em casa e todos a mexer, porque a tecnologia não pode ser um entrave à prática de atividade física.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Resumindo…</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-jqSei' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não é necessário olhar para a <a href="https://simplyflow.pt/como-gerir-o-uso-da-tecnologia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tecnologia</a> como algo a abolir. Foque-se em ensinar hábitos saudáveis que o seu filho levará para a vida;</li>



<li>Ensine desde cedo. Explique que os dispositivos eletrónicos não são brinquedos. Aborde as potencialidades e também os riscos que um uso desregrado pode esconder. Respeitando sempre a capacidade de compreensão inerente à idade do seu filho, realce aspetos essenciais sobre regras de etiqueta no mundo virtual e revisite as mesmas à medida que ele vai crescendo, adaptando às novas necessidades;</li>



<li>Seja flexível. As exceções não fazem a regra. Ou seja, um tempo de tecnologia acima do habitual num determinado dia, na sequência de um trabalho escolar, de uma viagem de avião mais longa, de uma conversa por videochamada com um familiar com quem não se fala há muito tempo não será problemático;</li>



<li>Na associação ecrãs e sono seja rígido. Pelo menos 30 minutos antes de dormir todos os ecrãs devem ser desligados;</li>



<li>Não confunda monitorização com invasão de privacidade;</li>



<li>Informe e informe-se. Ajude o seu filho a tomar boas decisões, a discernir a veracidade ou segurança de certas notícias ou programas, a filtrar a informação que partilha. E como a velocidade da evolução tecnológica é estonteante, procure manter-se informado sobre o que está «na moda».</li>
</ul>



<p></div>
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<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Educar com culpa</title>
		<link>https://simplyflow.pt/educar-com-culpa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laura Sanches]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2025 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Culpa]]></category>
		<category><![CDATA[Educar com culpa]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Laura Sanches]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A culpa pode ajudar-nos a perceber se há alguma coisa que precisemos de corrigir e isto pode ser muito importante.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/educar-com-culpa/">Educar com culpa</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vivemos tempos em que pode parecer cada vez mais difícil ser pai ou mãe de uma criança. O <a href="https://simplyflow.pt/burnout-parental/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Burnout parental</a> que nem existia até há pouco tempo atrás, hoje é uma expressão cada vez mais conhecida e usada e até já há estudos que demonstraram que uma boa parte dos pais se sente assoberbado pelo stress na maioria dos dias.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Muitos pais sentem-se extremamente culpados e há uma tendência para acreditar que precisam de se livrar da culpa para serem capazes de fazer bem o seu papel, quando isto não é verdade.&nbsp;</strong></h2>



<p>A culpa aparece sempre que assumimos a responsabilidade de cuidar de alguém e se nos livramos dela também nos livramos dessa responsabilidade, que é precisamente o oposto daquilo que precisam os nossos filhos. Por isso, aquilo de que precisamos é de criar uma relação com ela e um espaço para que ela exista dentro de nós. Quando fazemos isto percebemos que ela também tem a sua utilidade, porque pode servir para nos guiar em direcção aos nossos valores, áquilo que é importante para nós.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A culpa pode ajudar-nos a perceber se há alguma coisa que precisemos de corrigir e isto pode ser muito importante.&nbsp;</strong></h2>



<p>Mas também é útil saber que ela pode aparecer mesmo em situações em que a culpa não é necessariamente nossa e por isso o mais importante é mesmo sermos capazes de a ver como o reverso da medalha daquilo a que Gordon Neufeld chama o instinto alfa: aquele que nos põe no lugar de cuidar e que nos faz assumir a responsabilidade de preencher as necessidades de outra pessoa, e que é fundamental para sermos capazes de educar qualquer criança que esteja aos nossos cuidados.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os pais dos nossos dias estão cada vez mais isolados e uma boa parte deles não tem uma verdadeira rede de apoio para educar as crianças.</strong></h2>



<p>O facto da sociedade já não se organizar maioritariamente de uma forma hierárquica e o individualismo crescente que tem vindo a acontecer nas últimas décadas fazem com que os pais não tenham ninguém que cuide se si, enquanto cuidam dos filhos e isto também é um dos factores que pode contribuir para o desgaste parental.</p>



<p>Também estamos cada vez mais conscientes do impacto que têm as nossas acções no desenvolvimento das crianças e do impacto que a infância tem na construção dos futuros adultos, além de que o facto das famílias terem cada vez menos filhos também faz com que invistam cada vez mais na sua educação e isto faz que estejamos cada vez mais preocupados com o impacto das nossas acções e com a forma como queremos educar.</p>



<p>A proliferação de vários especialistas e até de <em>influencers </em>que nos dizem como devemos educar juntamente com a visão comportamentalista que ainda vigora na nossa cultura também não ajudam a que os pais se sintam seguros e confiantes no seu papel, algo que contribui para o aumento da ansiedade e dos sentimentos de angústia e até de desespero.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Emoções, instintos e a importância da relação entre pais e filhos</strong></h2>



<p>O comportamentalismo tende a desvalorizar o contexto em que as crianças são educadas e faz-nos acreditar que precisamos de fórmulas e ferramentas (que os especialistas dominam e vendem) para educar as crianças, fórmulas do tipo se fizer x acontece y. O problema é que as crianças não são seres isolados e o seu comportamento depende do contexto e, acima de tudo, das emoções. São as emoções que nos fazem agir e o comportamentalismo tende a apontar sobretudo à parte mais visível do icebergue, a que está a superfície, que é o comportamento e esquece-se que é o que está por baixo que tem mais peso: <strong>as emoções e instintos</strong>.</p>



<p>Esta visão também faz estragos quando recomenda aos pais que ignorem os seus instintos e que desvalorizem o contexto mais importante em que as crianças crescem: <strong>a relação com os adultos que cuidam de si</strong>. É esta relação que molda todo o seu desenvolvimento e é nela que está a base para o amadurecimento da criança. Então tudo aquilo que fizermos para educar uma criança precisa de ter por base esta ideia de que <strong>é através da relação que podemos educar</strong> e precisamos de ter em conta como é que o nosso comportamento influencia e tem impacto nessa relação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Educar com culpa</strong></h2>



<p>No livro “<a href="https://www.presenca.pt/products/educar-com-culpa?srsltid=AfmBOoqoG6CscNRssjg6C6v9IQPTr-nxTKUI2wlFtJDe941vI8PWP6I_" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Educar com Culpa</a>” descrevo a importância dos pais serem capazes de recuperar o seu instinto alfa e como podem usá-lo para tornar mais fácil a tarefa de educar os seus filhos.</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-mwDVh' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Uma criança que é educada por adultos que sabem ocupar esta posição de cuidar também será uma criança que cresce mais tranquila e segura, com mais probabilidades de amadurecer e de desenvolver todo o seu potencial.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="202" height="300" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/educar_sem_com_culpa_MAIL-202x300.jpg" alt="" class="wp-image-24068" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/educar_sem_com_culpa_MAIL-202x300.jpg 202w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/educar_sem_com_culpa_MAIL-691x1024.jpg 691w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/educar_sem_com_culpa_MAIL-768x1138.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/educar_sem_com_culpa_MAIL-1036x1536.jpg 1036w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/educar_sem_com_culpa_MAIL-1382x2048.jpg 1382w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/educar_sem_com_culpa_MAIL-1170x1734.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/educar_sem_com_culpa_MAIL-585x867.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/educar_sem_com_culpa_MAIL-scaled.jpg 1727w" sizes="(max-width: 202px) 100vw, 202px" /></figure></div>


<p>É um livro em que também falo da importância de desenvolvermos uma cultura que valorize mais a brincadeira porque <strong>é a brincar que as crianças podem realmente amadurecer</strong>. E as crianças dos nossos dias têm cada vez menos tempo e espaço para brincar, porque os <a href="https://simplyflow.pt/ecras-e-criancas-como-proteger-o-desenvolvimento-dos-mais-pequenos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ecrãs</a> vieram roubar muito desse espaço, mas também porque os adultos confiam e compreendem cada vez menos o valor da brincadeira livre que praticamente desapareceu da vida das nossas crianças.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Preservar o espaço para a brincadeira livre</strong></h2>



<p>É importante termos noção de que <strong>é a brincar que as crianças podem aprender e desenvolver praticamente todas as competências de que precisam para a sua vida</strong>. E, como adultos, precisamos de encontrar forma de preservar esse espaço de brincadeira nas suas vidas, mantendo-as longe de <a href="https://simplyflow.pt/menos-ecras-mais-vida/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ecrãs</a>, mas não só. Para que as crianças se sintam verdadeiramente livres para <a href="https://www.instagram.com/laura.m.s.sanches/p/DD5BzXtsdH0/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">brincar</a>, também precisamos de <strong>confiar na importância da brincadeira</strong>, mas também da <strong>relação</strong>, porque as crianças precisam de sentir-se <strong>seguras</strong> para serem capazes de brincar de verdade.&nbsp;</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-mwDVh' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<item>
		<title>A importância da leitura em família</title>
		<link>https://simplyflow.pt/a-importancia-da-leitura-em-familia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Viegas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2025 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Viegas]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[Ler]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Criar rituais de leitura em família é uma forma simples e poderosa de integrar o livro na vida quotidiana.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/a-importancia-da-leitura-em-familia/">A importância da leitura em família</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Numa sociedade cada vez mais ocupada, acelerada e ansiosa, quão especial seria se <strong>criássemos tempo</strong> para ler tranquilamente com os nossos filhos? <strong>Ler em família pode muito bem ser o seu novo ritual familiar.</strong> E, segundo a <em>Children’s Reading Foundation</em>, <strong>20 minutos por dia são suficientes!</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ler em família é mais do que aprender palavras, é criar laços.</strong></h2>



<p>Além de enriquecer o vocabulário, desenvolver a linguagem, fomentar a imaginação e estimular o pensamento crítico, <strong>a leitura em família também promove a relação emocional entre pais e filhos</strong>, favorecendo momentos de atenção plena que transmitem amor e segurança aos mais novos.</p>



<p>Por mais cansados que estejamos, <strong>é tão recompensador assistir ao entusiasmo das crianças</strong> no momento de escolher a história que vão ler (ou que lhes vamos ler). Folhear as páginas em conjunto (ou não estarmos autorizados a tal). Ouvir mil e um comentários que prolongam o mais possível o momento (e nós quase a adormecer).&nbsp;</p>



<p>Ter uma pilha de livros em cima da mesa de cabeceira. Ter mais <a href="https://calonodedo.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">livros</a> do que estantes. E, mesmo assim, visitar bibliotecas e requisitar livros. Entrar em livrarias e comprar outros tantos. Calcorrear Feiras do Livro até doerem as pernas. Fazer pequenos teatros. Caminhar na rua e recordar uma história. «Lembras-te…?» «Parece…» E, de repente, ser o ouvinte das histórias mais criativas e mirabolantes! <strong>E perceber que aquela planta começou com uma simples semente.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Já escolheu o seu ritual de leitura em família?</strong></h2>



<p>Criar rituais de leitura em família é uma forma simples e poderosa de integrar o <a href="https://simplyflow.pt/9-dicas-para-incentivar-as-criancas-a-ler/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">livro</a> na vida quotidiana.<strong> </strong></p>



<p><strong>Muitas famílias reservam alguns minutos antes de dormir para lerem juntos, transformando o fim do dia num momento de calma e ternura. </strong>Outras preferem criar o «momento da história» ao fim de semana, quando todos escolhem um livro e exploram em conjunto, sentados no sofá ou espalhados pelo chão da sala. <strong>Há quem vá mais longe e estabeleça um pequeno clube de leitura familiar</strong>, em que pais e filhos leem o mesmo livro e partilham opiniões, como verdadeiros críticos literários.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dicas para começar:</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-PMH9Z' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p><strong>Se é sua intenção incutir o hábito da leitura na sua família, </strong>recorde esta palavra de ordem: descomplique!&nbsp;</p>



<p>Comece com alguns minutos diários e vá aumentando gradualmente. <strong>Não precisa de grandes sessões de leitura nem de horários rígidos.</strong> É sempre uma boa ideia deixar que os mais novos escolham a história (e, para não haver discussões, intercalar os dias). Sim, mesmo que seja sempre a mesma história. As crianças gostam de previsibilidade, pois transmite-lhes segurança.&nbsp;</p>



<p><strong>Acima de tudo, é importante que a leitura em família seja um momento de prazer (não uma obrigação).</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-center is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong><em>“As crianças tornam-se leitores no colo dos pais.”</em></strong></p>
<cite><strong>Emilie Buchwald</strong></cite></blockquote>



<p>Num mundo cada vez mais acelerado, encontrar momentos de verdadeira conexão em família pode parecer um desafio. Mas a <a href="https://simplyflow.pt/como-pode-a-leitura-fomentar-a-saude-mental-de-criancas-e-jovens/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">leitura</a> oferece-nos essa preciosa oportunidade: <strong>bastam poucos minutos por dia para criar memórias afetivas duradouras e estimular o desenvolvimento emocional e intelectual das crianças.</strong> Quando lemos com os nossos filhos, não estamos apenas a ensinar palavras, estamos a transmitir amor, presença e atenção plena. </p>



<p>Boas leituras!</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-PMH9Z' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>



<p></p>
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		<item>
		<title>Parabéns, “tia” linda do coração! </title>
		<link>https://simplyflow.pt/parabens-tia-linda-do-coracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Prata]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 May 2025 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Carolina Prata]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[parabéns]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parabéns, “tia” linda do coração! Espero que continues a espalhar a tua luz por mais 50 anos (no mínimo).</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há pessoas que não “entram” na nossa vida.</p>



<p>Simplesmente um dia aparecem nela como se sempre tivessem estado.&nbsp;</p>



<p>Como se a nossa alma já as reconhecesse.&nbsp;</p>



<p>Acho que foi isso que aconteceu connosco. Quando nos encontrámos, foi como se já fizéssemos parte da vida, do caminho e do coração uma da outra.</p>



<p></p>



<p>Não somos de sangue,</p>



<p>mas somos família. Escolhemos ser.&nbsp;</p>



<p>E isso é fácil de perceber.&nbsp;</p>



<p>Na forma como me lês sem eu dizer uma palavra, como me dás colo, como me tentas proteger de quem não me faz bem e como me “chateias” quando como pouco. (E vice-versa.)</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Neste dia especial, quero agradecer-te.&nbsp;</strong></h2>



<p>Obrigada por todas as vezes em que me ajudaste a encontrar um caminho, em que me deste a palavra certa, os abraços que me confortaram e o silêncio que tantas vezes vale mais que mil palavras.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="768" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/F930D0AD-69B1-4055-812B-0B1FAE78E912-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-24054" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/F930D0AD-69B1-4055-812B-0B1FAE78E912-1024x768.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/F930D0AD-69B1-4055-812B-0B1FAE78E912-300x225.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/F930D0AD-69B1-4055-812B-0B1FAE78E912-768x576.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/F930D0AD-69B1-4055-812B-0B1FAE78E912-1536x1152.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/F930D0AD-69B1-4055-812B-0B1FAE78E912-2048x1536.jpg 2048w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/F930D0AD-69B1-4055-812B-0B1FAE78E912-1920x1440.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/F930D0AD-69B1-4055-812B-0B1FAE78E912-1170x878.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/F930D0AD-69B1-4055-812B-0B1FAE78E912-585x439.jpg 585w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>Obrigada por todos os momentos em que rimos até doer a barriga e eu começar a soprar para me aguentar (e tu a gozar comigo), por todos os momentos em que confiámos sem medo e partilhámos o que se guarda no fundo do peito. Fizemos um pacto e cumprimos. E continuaremos a cumprir.</p>



<p>Porque sabemos que a outra vai entender. Sempre.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="768" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/IMG_5789.JPEG-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-24052" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/IMG_5789.JPEG-1024x768.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/IMG_5789.JPEG-300x225.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/IMG_5789.JPEG-768x576.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/IMG_5789.JPEG-1536x1152.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/IMG_5789.JPEG-2048x1536.jpg 2048w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/IMG_5789.JPEG-1920x1440.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/IMG_5789.JPEG-1170x878.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/IMG_5789.JPEG-585x439.jpg 585w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p></p>



<p>Temos 26 anos de diferença e, ainda assim, encontramo-nos no mesmo tempo. Eu sou uma criança com uma alma velha e tu uma adulta com um espírito jovem e a capacidade de entrar nas brincadeiras mais parvas que me passam pela cabeça. Talvez seja essa a explicação. Se houver uma.&nbsp;</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Parabéns, “tia” linda do coração!&nbsp;</strong></h2>



<p>Espero que continues a espalhar a tua luz por mais 50 anos (no mínimo).</p>



<p><em>Love you!</em></p>



<p>“Sobrinha” Carol</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/9C31F518-B767-406A-9866-0E9371A78A24-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-24055" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/9C31F518-B767-406A-9866-0E9371A78A24-768x1024.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/9C31F518-B767-406A-9866-0E9371A78A24-225x300.jpg 225w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/9C31F518-B767-406A-9866-0E9371A78A24-1152x1536.jpg 1152w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/9C31F518-B767-406A-9866-0E9371A78A24-1536x2048.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/9C31F518-B767-406A-9866-0E9371A78A24-scaled.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/9C31F518-B767-406A-9866-0E9371A78A24-1170x1560.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/05/9C31F518-B767-406A-9866-0E9371A78A24-585x780.jpg 585w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure></div><p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/parabens-tia-linda-do-coracao/">Parabéns, “tia” linda do coração! </a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conta-me a tua história</title>
		<link>https://simplyflow.pt/conta-me-a-tua-historia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2025 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[A tua história]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[fátima lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta é uma forma muito especial de preservar histórias que, de outra forma, poderiam perder-se com o tempo.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/conta-me-a-tua-historia/">Conta-me a tua história</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>“A Tua História” é uma marca que nasce da vontade de preservar o mais valioso que temos: as memórias. Através de livros únicos e personalizados, oferece uma forma especial de eternizar histórias familiares, ligando gerações e celebrando laços afetivos.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estes livros funcionam como verdadeiras cápsulas do tempo.&nbsp;</strong></h2>



<p>Cada página convida à partilha de episódios da infância, tradições familiares, conquistas pessoais, lições de vida e até <a href="https://simplyflow.pt/perpetuar-as-receitas-da-familia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">receitas que merecem ser passadas de geração em geração</a>. Com espaço para colar fotografias e registar aventuras, os livros tornam-se dinâmicos e bastante pessoais. São, também, uma sugestão perfeita de prenda – cheia de significado e emoção.</p>



<p>Por exemplo, os títulos “Pai, conta-me a tua história” e “Mãe, conta-me a tua história” foram criados para que pais e mães possam partilhar recordações, pensamentos e momentos marcantes com as futuras gerações. Mas existe a possibilidade de oferecer um destes livros a outras figuras importantes da sua vida, como:&nbsp; avós, filhos, companheiros, padrinhos ou madrinhas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Responder às questões dos livros é simples e intuitivo, mesmo para quem não tem o hábito de escrever.&nbsp;</strong></h2>



<p>As perguntas orientadoras ajudam a dar forma às memórias e as páginas são amplas e permitem escrever (quase) sem limitações. Estes livros podem ainda ser completados a solo ou em conjunto com os filhos ou netos, promovendo assim momentos de verdadeira conexão e escuta.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“A Tua História”: guardar memórias, construir legados</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-P49mU' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'>



<p>Esta é uma forma muito especial de preservar histórias que, de outra forma, poderiam perder-se com o tempo. E se, por qualquer motivo, o livro não corresponder às expectativas, a marca permite a devolução até 30 dias após a compra, com reembolso garantido.</p>



<p>“<a href="https://tuahistoria.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A Tua História</a>” oferece, assim, mais do que um simples objeto para ser guardado na estante lá de casa: entrega uma herança emocional, pronta a ser descoberta e redescoberta no futuro, num gesto de amor que promete atravessar o tempo através das diferentes gerações da família.</p>



<p class="has-small-font-size">Nota: Fotografia por <a href="https://www.instagram.com/fuifotografar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Verónica Silva</a> </p>



<p class="has-small-font-size"></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-P49mU' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div><br></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Antes de ser pai</title>
		<link>https://simplyflow.pt/antes-de-ser-pai/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Chagas Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2025 12:40:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Pai]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Chagas Freitas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antes de ser pai, pensei que era eu a pessoa mais importante da minha vida. Hoje, sei que não sou.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/antes-de-ser-pai/">Antes de ser pai</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de ser pai, pensei que sabia o que era o <a href="https://ohospitaldealfaces.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">amor</a>.</p>



<p>Hoje, sei que não sabia.&nbsp;</p>



<p></p>



<p></p>



<p>Antes de ser pai, pensei que sabia o que me fazia feliz.</p>



<p>Hoje, sei que não sabia.</p>



<p></p>



<p></p>



<p>Antes de ser pai, pensei que era eu a pessoa mais importante da minha vida.</p>



<p>Hoje, sei que não sou.</p>



<p></p>



<p></p>



<p>Antes de ser pai, pensei que sabia quem eu era.</p>



<p>Hoje, sei que não sabia.</p>



<p></p>



<p></p>



<p>Ser pai não é um papel; é um filme completo, uma película interminável, um passeio constante entre o que somos e o que podemos ser.</p>



<p></p>



<p></p>



<p>Antes de ser pai, estava tão aquém de tudo o que poderia ser.&nbsp;</p>



<p>Hoje, ainda estou. Mas estou a caminho, sempre a caminho, de mim.</p>



<p></p>



<p></p>



<p>Ser pai não é menos do que isso: ser.</p>



<p></p>



<p></p>



<p>Obrigado, meu filho, por seres, em mim, o caminho que sem ti não saberia percorrer.</p>



<p></p>



<p></p>



<p>Vamos?</p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Podia ter acabado muito mal…</title>
		<link>https://simplyflow.pt/podia-ter-acabado-muito-mal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Feb 2025 10:14:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Brownie]]></category>
		<category><![CDATA[cão]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[fátima lopes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nossa amiga ficou muito traumatizada com o que viveu. Quando se apercebeu do que aconteceu, percebeu que, para salvar o Brownie, pôs a sua própria vida em risco.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/podia-ter-acabado-muito-mal/">Podia ter acabado muito mal…</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como muitos de vós sabem, temos um quinto elemento na família aqui em casa: o nosso Brownie. Um cão que está connosco há oito anos e que amamos e cuidamos verdadeiramente. <a href="https://simplyflow.pt/amar-um-animal-e-um-privilegio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Quem tem animais de estimação e o coração no sítio certo</a> sabe que criamos com eles uma ligação fortíssima, que nos leva a fazer tudo para que estejam bem e felizes.</p>



<p>Uma das rotinas diárias é passeá-los. Nós conseguimos passear o Brownie três vezes por dia, o que é ótimo. O Brownie continua a ser um cão brincalhão e vivaço e, sempre que se encontra com outros cães, não perde a oportunidade de correr e saltar até que as forças lhe faltem.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Passeios com a devida segurança</strong></h2>



<p>Eu não gosto de soltar o Brownie em sítios que não estejam devidamente pensados para isso. Se estiver no campo, num local aberto e sem o risco de aparecerem outros cães, aproveito para o deixar em liberdade, para que possa fazer as suas buscas e escavações. No Alentejo, é onde estou mais à vontade para isso.</p>



<p>Quando estou em Lisboa e sou eu a passeá-lo, só o solto nos parques para cães, porque têm regras e só podem ser usados por animais que sejam pacíficos e convivam bem com os outros. É raro encontrar aí <em>dog walkers</em>, mas penso que se percebe porquê.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O encontro inesperado</strong></h2>



<p>Um destes dias, uma amiga nossa foi passear o Brownie para uma zona de Lisboa com grandes espaços verdes. Passeou-o sempre à trela até que encontrou um parque para cães. Como estava vazio, soltou o Brownie para que corresse à vontade.</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-pOJ6S' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Eis que surge um Pitbull, sem trela nem açaime, como a lei obriga para cães de raças potencialmente perigosas, acompanhado por uma jovem. O que se passou a seguir foi muito rápido. Os dois cães começaram a correr juntos e o Brownie levantou as patas na direção do outro cão, para brincar, como é normal. Só que o Pitbull não interpretou o gesto da mesma forma e atacou de imediato o Brownie, numa cena violenta.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A coragem da nossa amiga</strong></h2>



<p>A rapariga que acompanhava o Pitbull não era a dona, mas sim uma <em>dog walker</em>, sem qualquer experiência ou autoridade sobre o animal. Vendo o Pitbull decidido a acabar o que tinha começado, a nossa amiga pôs a vida em risco e segurou o cão pelo dorso. Com os nervos e a adrenalina, ganhou uma força que não era dela. Acabou por conseguir levantar o Pitbull e libertar o Brownie.</p>



<p>A jovem limitou-se a gritar e lá conseguiu pôr a trela no cão que estava sob a sua responsabilidade. A nossa amiga pegou no Brownie ao colo, que se estava a esvair em sangue, e atou-lhe um pano que tinha no carro à pata. Procurou desesperadamente na internet um hospital veterinário aberto àquela hora da manhã e seguiu em grande velocidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O tratamento e a recuperação</strong></h2>



<p>O Brownie foi muito bem socorrido e tratado. Teve de fazer análises por causa da imensa perda de sangue e ser visto por um médico cirurgião, pois todas as mordidas tinham sido na pata, que já tinha uma enorme cicatriz de <a href="https://simplyflow.pt/em-2020-so-quero-amar-e-ser-amada-pelos-meus/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">quando ele esteve desaparecido e ficou preso numa armadilha</a>. Felizmente, a recuperação tem sido muito boa e, em breve, o Brownie terá alta.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/02/IMG_4566-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-23646" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/02/IMG_4566-1024x768.jpeg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/02/IMG_4566-300x225.jpeg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/02/IMG_4566-768x576.jpeg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/02/IMG_4566-1536x1152.jpeg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/02/IMG_4566-2048x1536.jpeg 2048w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/02/IMG_4566-1920x1440.jpeg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/02/IMG_4566-1170x878.jpeg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2025/02/IMG_4566-585x439.jpeg 585w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></p>



<p>O dono do Pitbull responsabilizou-se, consciente de que o seu cão não podia passear sem trela nem açaime. A nossa amiga ficou muito traumatizada com o que viveu. Quando se apercebeu do que aconteceu, percebeu que, para salvar o Brownie, pôs a sua própria vida em risco. Agora, temos de a ajudar a superar este episódio, que podia ter acabado muito mal para todos.</p>



<p class="has-small-font-size">Nota: Fotografia destaque por <a href="https://www.instagram.com/fuifotografar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Verónica Silva</a></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-pOJ6S' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>



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			</item>
		<item>
		<title>Pais felizes, filhos felizes</title>
		<link>https://simplyflow.pt/pais-felizes-filhos-felizes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Inês Afonso Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 05:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Inês Afonso Marques]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A felicidade é contagiosa! Pais felizes criam um ambiente familiar onde os filhos crescem mais confiantes e resilientes. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>As crianças são observadoras atentas e os seus pais são os seus modelos preferenciais. Uma relação positiva entre os pais serve como modelo para os filhos. Observando a forma como os pais se relacionam, as crianças aprendem sobre as várias dimensões das relações interpessoais. Ao presenciarem respeito, afeto, compreensão e empatia na relação dos pais, tenderão a reproduzir esses valores nas suas próprias relações. E isto também é válido, desejável e possível, mesmo quando falamos de pais que (já) não são um casal, mas que funcionam como uma equipa parental, atenta e focada no crescimento harmonioso dos filhos.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Aquilo que faço está a ensinar algo</strong></h2>



<p>As crianças estão particularmente atentas às atitudes, à forma como os pais resolvem problemas, às suas estratégias de gestão emocional e ao seu estilo de comunicação. Nesse sentido, tudo o que um pai faz, individualmente ou na relação com os outros, incluindo o outro progenitor, serve de modelo para os filhos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O impacto da comunicação na educação emocional</strong></h2>



<p>Crianças que crescem num contexto de boa comunicação sentem-se mais à vontade para expressar as suas emoções, preocupações e ideias, o que fortalece os laços familiares e promove um crescimento mais saudável. Crianças que observam os pais a cuidarem de si e a gerirem as suas emoções de forma eficaz compreendem a importância das emoções e sentem-se mais <a href="https://simplyflow.pt/como-promover-a-autoestima-e-a-autoconfianca-das-criancas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">confiantes</a> para contactar e gerir as suas próprias <a href="https://simplyflow.pt/o-fascinante-mundo-das-emocoes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">emoções</a>.</p>



<p>Crianças que crescem em contextos onde se estimula uma mentalidade flexível e de crescimento, onde os desafios são vistos como oportunidades de aprendizagem, sentem-se mais capazes de abordar e resolver os seus problemas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Aquilo que mostrar é aquilo que o seu filho vai aprender</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-khQiI' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Do ponto de vista individual, um pai ou uma mãe que cuida de si, que se sente em equilíbrio e que investe no seu autocuidado, está emocionalmente mais disponível para atender às necessidades dos filhos com consciência, atenção e respeito. Pais que cuidam de si são pais que cuidam melhor dos filhos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Autocuidado não é egoísmo, é generosidade.</strong></h2>



<p>Conheço muitos pais que encaram o autocuidado, ou seja, dedicar algum do seu tempo a tarefas que fomentem o seu bem-estar (uma saída com amigos, uma ida ao ginásio, uma massagem, um jantar a dois, uma aula de dança…), como um ato de egoísmo. Pelo contrário! Como costumo dizer, autocuidado não é luxo, é uma necessidade de todos os pais felizes e focados no bem-estar dos filhos. Para cuidar bem de alguém, tem de se sentir, em primeira instância, bem consigo próprio.</p>



<p>Não estará a falhar nem a prejudicar o seu filho se investir algum tempo em atividades que não incluam filhos e que sirvam para nutrir a sua saúde física e psicológica. A premissa é: para poder ser um bom cuidador, terá de estar em forma. Se estiver num registo de esforço permanente, acredite que a paciência lhe vai faltar, o discernimento lhe vai fugir, o equilíbrio dará lugar ao caos e a satisfação com a vida em geral, e com a parentalidade em particular, começará a esmorecer.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A felicidade é contagiosa!</strong></h2>



<p>Pais felizes criam um ambiente familiar onde os filhos crescem mais <a href="https://www.presenca.pt/products/criancas-confiantes-criancas-capazes?variant=40147736789149&amp;country=PT&amp;currency=EUR&amp;utm_medium=product_sync&amp;utm_source=google&amp;utm_content=sag_organic&amp;utm_campaign=sag_organic&amp;gad_source=1&amp;gclid=CjwKCAiAzba9BhBhEiwA7glbar7KqAhJm9TRM9VRRZ8zw4DRPI8grbFQLV2a3TE0L2LaSNMH1_CKLxoCRrwQAvD_BwE" target="_blank" rel="noreferrer noopener">confiantes</a> e <a href="https://simplyflow.pt/resiliencia-uma-ferramenta-a-colocar-na-mochila-dos-nossos-filhos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">resilientes</a>.</p>



<p><strong>Pais felizes, filhos felizes: todos ganham!</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-khQiI' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>7 Atividades para férias de Natal em família</title>
		<link>https://simplyflow.pt/7-atividades-para-ferias-de-natal-em-familia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[fátima lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Férias de Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estamos quase nas férias escolares do Natal e, para nós, pais, é sempre um desafio. Sugiro que envolvamos os miúdos em tudo o que for possível relacionado com o Natal.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/7-atividades-para-ferias-de-natal-em-familia/">7 Atividades para férias de Natal em família</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos quase nas férias escolares do Natal e, para nós, pais, é sempre um desafio. Temos de cumprir as nossas agendas profissionais, fazer as compras de Natal e preparar as refeições e viagens, caso não passemos esta data em casa. Enfim, uma verdadeira correria.</p>



<p>Cada idade traz os seus desafios e, claro, o que queremos é que os nossos filhos ocupem da melhor forma os dias em que estão longe das obrigações escolares. O tempo arrefeceu muito e o frio pede-nos para ficarmos mais por casa. Assim sendo, sugiro que envolvamos os miúdos em tudo o que for possível relacionado com o Natal.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>7 Sugestões para fazer em família nas férias de Natal:</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Decoração de Natal: Deixá-los brilhar</strong></h3>



<p>Podem decorar a casa à maneira deles e, mesmo que não seja exatamente da forma que achamos mais bonita, tem o valor de ter sido feito por eles. Quando já sabem que o Pai Natal não é real – embora eu continue a gostar da ideia de que ele existe – podem também embrulhar os presentes que vieram das lojas sem embrulho.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Embrulhos sustentáveis e originais</strong></h3>



<p>Eu opto sempre por trazer os presentes por embrulhar, por questões ambientais e económicas. Podem ser alguns cêntimos em cada embrulho e em cada saco, mas no final alguma coisa significa para a nossa carteira. Em termos ambientais, a diferença já é muito maior porque, como reciclo papéis, laços e sacos de umas vezes para as outras, não contribuo para o <a href="https://simplyflow.pt/natal-menos-desperdicio-mais-consciencia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">desperdício</a> inenarrável desta época. Desafiar os miúdos a inventar novas formas de embrulhar os presentes também é algo que eles normalmente gostam. Utilizar, por exemplo, páginas de jornais e revistas velhas para os embrulhos resulta sempre em algo original.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Cozinha: Um espaço de partilha e criatividade</strong></h3>



<p>Outra área que pode ocupar de forma positiva os nossos filhos é a cozinha. Desafiá-los a fazer <a href="https://simplyflow.pt/receita-de-bolachas-em-espiral/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bolachas</a> ou biscoitos e colocar em frascos para oferecer à família e aos amigos é uma atividade gratificante. <a href="https://simplyflow.pt/de-uma-nova-vida-as-embalagens/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Frascos</a> reciclados e decorados por eles. Com três tintas, dois pincéis e restos de tecido para cobrir as tampas, fazem-se presentes criativos e personalizados.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Artesanato com elementos da natureza</strong></h3>



<p>Apanhar elementos secos da natureza e pintá-los é outra sugestão. Serve para criar <a href="https://simplyflow.pt/5-decoracoes-de-natal-feitas-a-mao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">peças originais</a> para oferecer no Natal e para os ocupar enquanto desafiam a sua criatividade. </p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Jogos e momentos de convívio em família</strong></h3>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-BCc61' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Os jogos de tabuleiro funcionam sempre como um divertimento muito valioso. Vale a pena partilhar esses momentos com eles, porque, por norma, divertimo-nos tanto ou mais do que eles.&nbsp;</p>



<p>Ver um filme e comer pipocas também é uma receita infalível para estar em família de forma aconchegante.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>6. Ensinar a destralhar: Um hábito saudável</strong></h3>



<p>Por fim, também podemos aproveitar as férias para destralhar com os nossos filhos, levando-os a fazer uma escolha rigorosa daquilo com que querem ficar: brinquedos, jogos, livros e roupas. Guardar só porque sim não é uma opção. Há coisas que guardamos para recordação, mas têm de ser excepções. Habituar os nossos filhos a não serem acumuladores de coisas é muito importante. Ajudá-los a aprender a partilhar e a doar aquilo de que eventualmente ainda gostam, mas já não utilizam, é um ensinamento valioso. Até porque para que o novo entre, é preciso deixar sair o “velho”. E, claro, os pertences têm de estar em bom estado e estimados, para que quem os receba possa valorizar essa oferta sem se sentir diminuído.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>7. Pequenos teatros, grandes memórias</strong></h3>



<p>Para os mais criativos e com disponibilidade, fazer pequenos teatros em casa, com os amigos dos filhos e a família, é sempre uma boa ideia. São momentos de boa disposição que ficam para sempre na memória de todos.</p>



<p><strong>As </strong><a href="https://simplyflow.pt/ferias-escolares-a-porta-e-agora/?utm_source=Facebook&amp;utm_medium=Post&amp;utm_campaign=Simply+Flow" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>férias</strong></a><strong> estão a chegar. Vamos lá!</strong></p>



<p class="has-small-font-size">Nota: Fotografia por <a href="https://www.instagram.com/fuifotografar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Verónica Silva</a></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-BCc61' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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