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	<title>Vera Ribeiro, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Vera Ribeiro, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Será o prazer construído ou inato?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/sera-o-prazer-construido-ou-inato/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vera Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Feb 2020 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Vera Ribeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Seremos capazes desde a nascença, de poder desfrutar de algo ou de um momento e ter&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Seremos capazes desde a nascença, de poder desfrutar de algo ou de um momento e ter prazer sem que tal nos seja ensinado?&nbsp;</strong></p>



<p>Podemos dizer que é meia verdade. <strong>Nascemos com a capacidade de responder a estímulos e sentirmos gratificação, mas no curso da nossa vida vão-nos ensinando a gostar e ter prazer numas coisas em detrimento de outras. </strong>É assim que vamos construindo os nossos centros de prazer.&nbsp;</p>



<p>O nosso cérebro é um aliado nesta viagem. É ele que regista cada momento que vivemos e vai guardando numas gavetas aquilo que é bom para nós e o que não nos faz bem em outras. <strong>O circuito de prazer dos humanos não é uma tarefa simples, mas é possível aprender a identificar todos os atalhos para que possamos seguir o caminho da felicidade e consecutivamente do prazer.</strong></p>



<p>Já dizia o professor de neurociências David Linden, há coisas que somos “programados para gostar” como, por exemplo, comer, beber água e ter relações sexuais, não é assim tão natural!.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“Porque estou triste se era suposto estar feliz?” </strong></h2>



<p>A nossa cultura, experiência individual de vida, vai ditar aquilo que gostamos ou não, mas<strong> há momentos na nossa vida que somos confrontadas com a ausência de prazer em simples coisas ou acontecimentos, o que nos deixa com a sensação de vazio imenso e sensação de impotência</strong>. Já lhe aconteceu? Estar num momento em que seria suposto explodir de alegria e não ser capaz de corresponder a essa emoção?</p>



<p><strong>Vivemos numa era em que a procura do prazer está acima de todas as coisas. É quase que obrigatório estar presente, mas a capacidade de sentir é que, infelizmente, não é constante.</strong></p>



<p>A nossa sociedade elevou a fasquia e quer nos mostrar a toda hora que devemos estar felizes e contentes, agradecidos, e lutarmos apenas e só por aquilo que nos faz felizes. Ok,&nbsp; concordo. Mas, <strong>querer ser, não é o mesmo de o ser na realidade… </strong>Muitas vezes aquilo que nos impede de atingir esses padrões de felicidade e prazer na nossa vida, tem que ver com a forma como a projetamos nos nossos dias. “Vou fazer isto ou aquilo que me vai fazer feliz e realizada”, mas depois chega o momento e dizemos para nós mesmas: “Estou a fazer aquilo que gosto neste momento, mas não sinto prazer nisso”.&nbsp;&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é que se passa? </strong></h2>



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			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>A nossa sociedade ensina-nos a consumir tudo aquilo que nós achamos que nos vai fazer felizes, o que não nos acontece é a sensação de saciedade no final.</p>



<p><strong>Programar situações faz com que muitas vezes esteja a antecipar a fonte de prazer, e é por essa mesma razão que pode acontecer que, no momento de concretização, não sinta o prazer esperado. É mais provável que seja feliz quando é surpreendida </strong>do que com as ações que promove para se sentir feliz e com prazer. Por exemplo: na sexualidade/intimidade conjugal, quanto mais programação e rotina sobre o tema, menor será o prazer. <strong>O prazer não está onde achamos garantidamente que está, mas, sim, onde descobrimos por improviso, sem instrução.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O prazer está em crise e em decrescente na nossa sociedade. </strong></h2>



<p>Estamos a viver como robots. A obedecer a ordens que vêm nos livros, faça assim e assado para ser feliz ou para ter mais prazer. Só fazemos aquilo que nos programam para fazer. Ou seja, tudo menos sentir! <strong>Estamos a tornar-nos máquinas com dificuldade em sentir as suas próprias emoções.</strong></p>



<p>Refletimos sobre a dor e a perda, mas não refletimos sobre o prazer. Estamos numa era que nos diz: “Se gostas faz”, “Se queres compra”, “Se já não estás apaixonada deixa-o”&#8230; <strong>Vivemos nesta corrida que não nos deixa parar para sentir! Pensar pelas próprias cabeças e tomar a decisão de procurar objetivamente ser e sentir-se feliz.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como podemos contrariar esta corrente que nos está a levar para um caminho de apatia e vazio emocional? </strong></h2>



<p>Refletindo. Pare e pense em si. Pense nos momentos em que se sentiu verdadeiramente feliz. Não naqueles que a sociedade quer que você diga, mas, sim, naqueles que foi mesmo feliz, independentemente de ser esperado ou não.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que significa para si sentir-se feliz?</strong></h2>



<p>A felicidade não tem lugar ou modo. O prazer pode estar em pequenos gestos, coisas, pessoas. Explore. Reflita e sinta porque é isso que nos distingue enquanto raça humana.&nbsp;</p>



<p>Não há segredos sobre esta descoberta. <strong>Seja mais natural.</strong> Ponha de parte os manuais de auto-ajuda e <strong>arrisque-se a viver a sua vida como ela é e a aproveitar os momentos de prazer que se vão cruzando no seu caminho</strong>.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-YEI07' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<title>O início da vida sexual dos filhos</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-inicio-da-vida-sexual-dos-filhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vera Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Oct 2018 01:16:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vera Ribeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando devo falar com o meu filho sobre sexualidade? A educação sexual do seu filho não&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><b>Quando devo falar com o meu filho sobre sexualidade?</b></h2>
<p><b>A educação sexual do seu filho não começa na adolescência, mas, sim, na infância.</b><span style="font-weight: 400;"> Não é no momento em que sente que ele pode iniciar a atividade sexual que se vai sentar ao seu lado para ter “aquela conversa”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As vossas conversas vão se proporcionado ao longo da educação que lhe vai dando, nos momentos que são criados pelo seu filho. </span><b>Desde a idade dos &#8220;porquês&#8221; que está a educá-lo sexualmente, porque as perguntas começam cedo e, por isso, a educação que lhe dá sobre sexualidade, também.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não são só os pais educam, como a escola, os pares, amigos dos pais, grupos extra escola, a internet, etc. </span><b>A informação vai sendo absorvida em vários locais por várias pessoas, mas é claro que cabe aos pais orientar</b><span style="font-weight: 400;"> para que estas pesquisas e conhecimento possam ser feitos nos locais mais apropriados. </span></p>
<h2><b>O meu filho já é sexualmente ativo. E, agora?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os pais, por norma, são os últimos a saber que os seus filhos já iniciaram as relações sexuais porque a grande maioria apenas informa sobre os perigos, doenças, gravidez, etc, esquecendo-se daquilo que é fundamental num relacionamento a dois &#8211; as emoções, os afetos, amar e respeitar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Claro que </span><b>há perigos que devem ser advertidos, mas não pode ser essa a única direção, porque a primeira relação sexual</b><span style="font-weight: 400;"> não pode ser vista como um &#8220;marco&#8221; na história, um exame que temos todos de passar com uma excelente nota, quer no desempenho quer na prevenção da gravidez ou de doenças; </span><b>É um ato que deverá implicar maturidade sim, mas pelo significado emocional sendo em simultâneo responsável pela sua saúde</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>Ensine o seu filho a ser assertivo.</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais importante ainda é ensinar o seu filho a ser assertivo, a saber seguir o caminho com o qual se identifica sem que o demovam. Saber o que quer, o que não quer, o que gosta e não gosta&#8230; e não se deixar influenciar por terceiros, saber valer as suas escolhas. </span><b>Saber dizer &#8220;não&#8221;, no que toca à sexualidade é de extrema importância</b><span style="font-weight: 400;">! Porque são momentos em que o seu filho está sozinho e tem de saber tomar uma posição.</span></p>
<h2><b>Quando devo levar o meu filho a uma consulta?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Sempre e desde sempre! </span><b>Uma consulta médica não serve apenas para quando estamos doentes, há transformações corporais que devem ser acompanhadas.</b><span style="font-weight: 400;"> As raparigas na altura da menarca (primeira menstruação), os meninos com o aparecimento dos caracteres sexuais secundários (pêlos no corpo e no rosto). Se for um clínico que dê abertura aos jovens, nessas consultas pode até deixar o seu filho uns momentos a sós com o médico para que possa colocar as suas dúvidas à vontade sem receios. </span><b>Até porque a ida ao médico também é para isso mesmo &#8211; tratar, mas também prevenir que se adoeça.</b></p>
<h2><b>E, se, por exemplo, encontrar pílulas na mochila da minha filha?</b></h2>
<p><b>Em primeiro lugar, calma. Pode confrontar o porquê de estarem ali, mas com abertura, para que a adolescente possa explicar, e não num sentido punitivo. A punição só servirá para que não partilhe nada com os pais. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mesmo se aplica ao encontrar um preservativo na mala do seu filho ou filha, não abona a favor, chamar a atenção do porquê em ter encontrado um preservativo, nem perguntar se precisa de ajuda em saber como se coloca. Mais uma vez esteja por perto e apto a responder a alguma dúvida que surja; Como, por exemplo, “tenho um amigo que o filho precisava de saber mais informações sobre tal e tal…”, dar o exemplo de situações de amigos e familiares por vezes é bom para que o adolescente se identifique e faça perguntas que não são “supostamente” exclusivamente suas, até porque é bastante normal os adolescentes utilizarem muitas vezes exemplos de “amigos” quando, na realidade, as dúvidas são suas, e aí só tem de os esclarecer sem questionar o tipo de dúvida.</span></p>
<h2><b>Mantenha uma relação aberta para que exista diálogo com o seu filho.</b></h2>
<p><b>São mais os pais que se têm de preparar para a sexualidade dos filhos do que eles mesmos para a sua primeira relação sexual.</b><span style="font-weight: 400;"> Tudo deve ser seguir o curso natural e não imposto. </span></p>
<p><b>Nunca se esqueça que os filhos mais informados, com melhor relação e abertura no diálogo com os pais, são aqueles que iniciam a vida sexual mais tarde, pois são mais conscientes das suas emoções, decisões, autónomos, livres, assertivos e felizes com a respectiva sexualidade.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Certamente que será o melhor pai/mãe nas atitudes que tem para com o seu filho. Não existe uma regra; Apenas maior sensibilidade.</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>É preciso falar sobre Educação Sexual!</title>
		<link>https://simplyflow.pt/e-preciso-falar-sobre-educacao-sexual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vera Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Sep 2018 08:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vera Ribeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sexualidade já deixou de ser tabu na nossa sociedade.  Passou a ser um tema chave abordado&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><b>Sexualidade já deixou de ser tabu na nossa sociedade</b><span style="font-weight: 400;">. </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Passou a ser um tema chave abordado todos os dias em diversos locais, abrangendo diferentes faixas etárias. Longe vai o tempo em que não se podia falar sobre o assunto. Hoje vivemos uma banalização da sexualidade, resumindo o conceito a relações sexuais/coito, quando a sexualidade vai muito para além do encontro de dois ou mais corpos.</span></p>
<h2><b>Educar sobre sexualidade: sim ou não?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Sexualidade é amor… relação com o próprio, o seu corpo e sentimentos, os afetos são bem mais importantes na sexualidade do que tudo aquilo que advém de uma relação. São (só) a base de tudo e de todos! essa é a sexualidade que deve ser incutida nas escolas e nas crianças da nossa sociedade. </span></p>
<h2><b>Educação Sexual a partir de que idade?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Há pouco tempo questionavam-me sobre a Educação Sexual a crianças a partir dos 5 anos de idade, que a sociedade ainda não estaria preparada para algo tão precoce… Errado! Pode até começar antes dessa idade e não é nenhuma aberração, mas, sim, inteligência. Não podemos continuar a ouvir a palavra “sexualidade” e fazer ligação direta para “sexo” porque uma, não é sinónimo da outra, sendo assim mais fácil de entender, que o trabalho que deve ser desenvolvido nas escolas é um trabalho educativo e preventivo, e não o de ensinar como se faz sexo ou o que isso é.</span></p>
<h2><b>Qual é a abordagem correcta de Educação Sexual?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A abordagem correta de Educação Sexual em crianças tem como fundamento dotá-las sobre a definição de género, noção do corpo, a sua origem, os seus afetos, os afetos do outro, noção do conceito de família e higiene. Temas chave a abordar com as crianças numa perspetiva educativa de mudança da percepção sobre a sexualidade, bem como dar informação à criança sobre temas, que a nossa sociedade ainda tem receio de falar.</span></p>
<h2><b>E, quem o deverá fazer?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A educação deve começar em casa. Os pais devem deixar de dar nomes infantis às partes do corpo dos seus filhos. Eles desenvolvem-se muito mais em saber os nomes correctos do que nomes fictícios que dali a uns tempos vão saber que estão errados. Uma coisa é a criança dar um nome por própria idealização outra coisa é infantilizarmos nomes ligados à sexualidade para “proteger” a criança. Dou o exemplo dos órgãos genitais: porquê ensinar que a vagina se chama “pipi” ou o pénis se chama “pilinha”, ao invés de os intitular pelos respectivos nomes? Não faz sentido e não é desenvolvimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A educação começa em casa consigo! Ao educar o seu filho de uma forma transparente sem receios estará a dar-lhe mais oportunidades de desenvolvimento e conhecimento. Não coloque os seus receios e dúvidas à frente do desenvolvimento de uma criança, liberte-se de preconceitos e clichês!</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>4 Dicas para melhorar a sua relação amorosa</title>
		<link>https://simplyflow.pt/4-dicas-para-melhorar-o-seu-relacionamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vera Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Feb 2018 20:31:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O amor nas relações está em vias de extinção!   Quando me refiro a amor, englobo&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/4-dicas-para-melhorar-o-seu-relacionamento/">4 Dicas para melhorar a sua relação amorosa</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><b>O amor nas relações está em vias de extinção!  </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando me refiro a amor, englobo tudo aquilo que o envolve, desde o sentimento puro de pertença, respeito, contemplação e de cuidar do outro, bem como o envolvimento íntimo e química entre o casal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A combinação destes factores nem sempre é fácil, mas não podemos esperar que nos “caiam no colo” sem termos de fazer alguma coisa a esse propósito. Nada neste mundo vive sem ser “alimentado”, como se de uma planta se tratasse; Cuidar e alimentar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Está em crise&#8230; o amor&#8230;porque não há investimento, nem o colocamos como uma prioridade na nossa vida, tal como quando falamos do trabalho, que para muitos é primordial, por ser fonte do rendimento familiar ou por realização pessoal. Mas, não nos esqueçamos que o amor na relação, é fundamental para a “família”, sem esta base nada se sustenta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, algo tem de mudar, e começa em cada um de nós… dentro de nós, o nosso amor próprio, a nossa fonte de vida. Isso, sim, é importante! </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Inspire, expire e sinta amor dentro de si, na sua rotina de vida, não deixe que a vida se torne cinzenta e mecânica, só nós podemos dar cor ao nosso mundo, mas para isso, deve colocar um lembrete escrito num papel a dizer </span><b>amor</b><span style="font-weight: 400;"> nos locais onde passe no seu quotidiano; Como por exemplo: no espelho da casa de banho, na porta do frigorífico, na porta do roupeiro, etc. E, comprometa-se a fazer algo sempre que vê esse </span><i><span style="font-weight: 400;">post-it</span></i><span style="font-weight: 400;">, nem que seja lembrar-se, naquele momento, que deverá amar ou explorar tal sentimento.</span></p>
<h2><b>4 dicas para melhorar o seu relacionamento:</b></h2>
<ul>
<li><b>Nunca omitir opiniões! </b><span style="font-weight: 400;">Se gosta diga! Se não gosta deve dizê-lo também. Essa sinceridade só vai ajudá-lo a sentir-se bem consigo e na relação com o outro.</span></li>
<li><b>Evocar os sentidos:</b></li>
</ul>
<p>&#8211; Saiba escutar &#8211; É u<span style="font-weight: 400;">ma das bases da relação humana e também amorosa. Sabermos ouvir o outro com calma e compreender o que nos é dito, todos os dias, é a chave para o sucesso;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Olhe bem para o(a) seu (ua) parceiro(a) &#8211; E</span><span style="font-weight: 400;">stamos todos os dias com a nossa cara metade, mas não olhamos verdadeiramente para a cara do outro. Olhe, admire, e transmita esse amor pelo seu olhar em resposta;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Beije bem &#8211; Seja nu</span><span style="font-weight: 400;">m relacionamento novo como num duradouro, nada como um beijo mais profundo sem ser apenas contacto labial. É uma forma de transmitir amor/atração/desejo, nunca perca isso;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Toque e deixe-se tocar &#8211; T</span><span style="font-weight: 400;">oque fisicamente no seu parceiro, abracem-se e digam que se amam. Todos os dias? Sim! Não vai entrar na rotina, não se preocupe. Porque é muito bom sabermos o que o outro sente, bem como o carinho através do abraço, não tem que ter cariz sexual;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; SMS com amor </span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Envie uma mensagem carinhosa por dia. Dizer frente a frente é importante, mas poder ler várias vezes ao dia também nos enche o coração.</span></p>
<ul>
<li><b>Faça um plano à vez</b>; N<span style="font-weight: 400;">uma semana você e na semana seguinte a sua cara metade. O plano é ter a responsabilidade de organizar algo para os dois; Um jantar, uma ida ao cinema, etc.</span></li>
<li><b>Beije! </b>N<span style="font-weight: 400;">ão existe melhor antidepressivo natural.</span></li>
</ul>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/4-dicas-para-melhorar-o-seu-relacionamento/">4 Dicas para melhorar a sua relação amorosa</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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