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	<title>Vasco Catarino Soares, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 23 May 2025 10:40:38 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Vasco Catarino Soares, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Brain Rot: Como o consumo de conteúdos digitais triviais está a “desligar” o nosso cérebro</title>
		<link>https://simplyflow.pt/brain-rot-como-o-consumo-de-conteudos-digitais-triviais-esta-a-desligar-o-nosso-cerebro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vasco Catarino Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 05:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Brain Rot]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[Exercícios para Recarregar o Cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[Exercícios para um cérebro mais inteligente]]></category>
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		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Vasco Catarino Soares]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brain Rot, como consequência da actividade excessiva de scroll nas redes sociais, leva a que haja uma diminuição das capacidades cognitivas humanas.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/brain-rot-como-o-consumo-de-conteudos-digitais-triviais-esta-a-desligar-o-nosso-cerebro/">Brain Rot: Como o consumo de conteúdos digitais triviais está a “desligar” o nosso cérebro</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O termo&nbsp;<em>Brain Rot</em>, que se pode traduzir como “apodrecimento cerebral”, é de uso recente e está intimamente ligado ao uso das redes sociais. Está relacionado com uso excessivo do expediente de fazer&nbsp;<em>scroll</em>&nbsp;nas plataformas digitais, o que é o mesmo que dizer: fazer uso excessivo (durante muito tempo e muito frequentemente) da observação de pequenos segmentos de informação com pouco conteúdo. Muitas vezes com carácter lúdico e pouco exigente com a veracidade da informação veiculada.&nbsp;</p>



<p>O problema não está propriamente no acto de fazer&nbsp;<em>scroll</em>&nbsp;(navegação infinita), mas antes no hábito que isso cria e na ânsia de querer ver sempre mais e mais, sem que os espectadores se sintam satisfeitos e deem a tarefa por concluída. Isto acaba por se tornar num vício, que promete a satisfação pessoal, porém esta nunca chega e as pessoas sentem-se compelidas a continuar incessantemente nesta actividade. Enquanto em qualquer outra actividade humana existe um propósito e uma conclusão, neste comportamento em particular parece não existir essa objectividade. Para que seja mais claro,&nbsp;<strong>vejamos o mecanismo normal da actividade humana</strong>:&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>fazer algo para alcançar um objectivo; </li>



<li>verificar se o objectivo foi alcançado;</li>



<li>se sim cessa atividade, se não continua até atingir o objectivo.  </li>
</ol>



<p>No caso do&nbsp;<em>scroll</em>&nbsp;infinito nas redes sociais, parece faltar os passos mencionados. A actividade continua sem a verificação do cumprimento dos objectivos (porque não há objectivo claro) e, por isso, também não há a necessidade de fechar a actividade.&nbsp;</p>



<p>Alguns irão argumentar que é uma actividade lúdica e que, por isso, não há objectivos. Respondo a essa formulação com a afirmação de que, do ponto de vista do funcionamento psicológico do ser humano,&nbsp;<strong>toda a actividade tem um propósito</strong>; toda a atividade visa obter algo. No caso de uma actividade lúdica, trata-se de obter gratificação, satisfação ou prazer. No entanto, parece que as pessoas que estão envolvidas nesta actividade da busca contínua nas redes sociais não conseguem obter o sentimento de satisfação que as faça parar. E consequentemente, mantêm-se nesta actividade sem obter o desejado prazer, nem algo significativo, em termos de aprendizagem ou informação útil.</p>



<p>Neste ponto, vamos ater-nos à outra característica que torna esta actividade pouco favorável ao autodesenvolvimento: o conteúdo informativo é muitas vezes pobre e falso (não conforme com a realidade/verdade). O objectivo de quem cria este tipo de conteúdo é o de alcançar um maior número de visualizações. Ora, tendo as redes sociais alguns anos de existência, foi-se percebendo que conteúdos curtos e muito focados (logo pouco abrangentes), centrados em produzir choque ou espanto eram os conteúdos que mais atraiam as pessoas, precisamente por terem essas características de rapidez e intensidade. Porém, não são estes os conteúdos que trazem informação verdadeiramente útil ou que promovem a capacidade de análise e reflexão, que são as faculdades que estimulam o desenvolvimento cerebral.&nbsp;</p>



<p>Aqui relembro que o cérebro é estimulado e activado para o desenvolvimento pela actividade que lhe damos (pensar, resolver <a href="https://simplyflow.pt/treine-o-cerebro-para-solucionar-problemas-de-forma-eficaz/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">problemas</a>, analisar a informação, etc.). Exactamente o que parece faltar na actividade de <em>scroll</em>. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><em>Brain Rot</em></strong><strong>&nbsp;– Consequências para o cérebro</strong></h2>



<p>Assim, podemos afirmar que o&nbsp;<em>Brain Rot</em>, como consequência da actividade excessiva de&nbsp;<em>scroll&nbsp;</em>nas redes sociais, leva a que haja uma diminuição das capacidades cognitivas humanas. Primeiro, pelo facto de não estimular as redes neuronais correspondentes às funções cerebrais, como são exemplo o foco de atenção, a concentração, a memória e a flexibilidade mental.&nbsp;</p>



<p>Depois, porque cria um hábito de consumir segmentos de informação muito curtos (típicos destas plataformas digitais), incapacitando os indivíduos de suportarem informação mais longa e que exija análise, comparação e reflexão. Neste âmbito, sabe-se que actualmente a capacidade para manter a atenção focada nos segmentos das redes sociais (<em>attention spans</em>) é de cerca de 3 a 5 segundos, ao passo que nos anos 2000 este valor situava-se nos 14 a 18 segundos &#8211; uma diminuição acentuada.&nbsp;</p>



<p>Ora, o cérebro das pessoas hoje é o mesmo que nos anos 2000. O que se passou foi o efeito de habituação às coisas rápidas e curtas, típicas das plataformas digitais. E esta habituação levou a que haja uma certa impaciência em relação a conteúdos mais longos (mas com melhor qualidade informativa). A consequência máxima é a de estarmos mais mal informados e com um cérebro pouco estimulado, o que de certo modo nos deixa menos capacitados que as gerações que não estiveram sujeitas a este fenómeno.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3 Principais consequências do&nbsp;</strong><strong><em>Brain Rot:</em></strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Diminuição da capacidade de concentração</strong></h3>



<p>A concentração caracteriza-se pela possibilidade de manter a capacidade de atenção num estímulo ou actividade por longos períodos. Como é sabido muitas das actividades humanas exigem capacidade de concentração. Exigem-no porque são mais complexas, compostas de encadeamentos e sequências de acções: observar o que já está feito, o que falta fazer, o que se deve fazer primeiro e o que se deve seguir, quando já está terminada a tarefa e se é necessário corrigir algo.&nbsp;</p>



<p>Quando, como acontece actualmente com o fenómeno de&nbsp;<em>Brain Rot</em>, a concentração humana se vê diminuída isso significa que teremos maior dificuldade para realizar estas actividades que nos são indispensáveis. Na realidade, o nosso cérebro não perde a sua massa de neurónios (as unidades de funcionamento cerebral), mas perde-se a diversidade de ligações entre estes neurónios, o que faz empobrecer as funções cognitivas do mesmo.&nbsp;</p>



<p>Esta é, à primeira vista, a maior consequência do&nbsp;<em>Brain Rot</em>: a perda de capacidade de concentração. Se a capacidade de concentração se vê diminuída, daí derivam impactos reais para a vida das pessoas, que de um modo geral se concretizam em menor capacidade para lidar com tarefas ou acções mais complexas e menor motivação para iniciar seja o que for.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Memória afectada</strong></h3>



<p>Memória é a capacidade de manter informação ao nível do consciente para uso imediato e também de armazenamento de informação a longo prazo (anos) para recuperação posterior. Ainda que seja uma função cerebral distinta da anterior, para que se possa realizar da melhor forma, precisa de uma boa recolha de informação, que é precisamente o trabalho realizado pela função de Atenção e Concentração. Melhor dizendo: para que alguém possa memorizar (armazenar informação) e depois, mais tarde, recuperar essa informação é imperioso que tenha existido uma aquisição integral dessa mesma informação (prestar atenção e manter a concentração).&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A nossa capacidade de memória, tal como as outras, depende de a exercitarmos. Exercitar é realizar frequentemente estas funções. Parece paradoxal, porém é exactamente o que resulta melhor. Isto poderia resumir-se na frase: se queres ter uma melhor memória pratica a memorização. É isto que parece estar a faltar quando falamos de&nbsp;<em>Brain Rot</em>, ou melhor, quando falamos do hábito de praticar&nbsp;<em>scroll</em>&nbsp;e consumir conteúdos rápidos, superficiais, com pouca substância e que exigem pouca reflexão. O que fica a faltar é a exercitação da massa neuronal do cérebro. São conteúdos que não exigem pensamento: estão prontos a consumir com uma imediata satisfação (pouco duradoura) e que levam à rápida transição para o próximo conteúdo, que tem exactamente as mesmas características.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Pouca flexibilidade mental</strong></h3>



<p>A flexibilidade mental passa pela facilidade em mudar de tarefas quando tal se impõe. Trata-se de mudar os processamentos mentais para executar tarefas diferentes das que se estava a realizar. De um modo geral, abdicar de ideias, pensamentos, condutas de acção e mudar para outras tantas com alguma rapidez. Esta aptidão pode ser necessária em algumas situações de vida.&nbsp;</p>



<p>Um exemplo é quando insistimos em algo que temos como correcto, sejam ideias ou condutas, e não está a dar o resultado que desejamos. Nesse caso temos de analisar a situação e procurar uma outra resposta, o que implica capacidade para abandonar a convicção presente e procurar uma nova, em vez de insistir na mesma.&nbsp;</p>



<p>Outro exemplo é o que se verifica quando uma acção que empreendemos já está concluída e torna-se necessário continuar, para terminar uma tarefa inacabada, com outra acção diferente; aqui é imperativo mudar rapidamente toda a nossa mentalidade para iniciar um tipo diferente de actividade. Em ambos os casos colocamos em jogo a flexibilidade mental.</p>



<p>No entanto, quando observamos a actividade de&nbsp;<em>scroll</em>&nbsp;não notamos que ocorra o exercício da Flexibilidade mental; verificamos que há uma atitude estática e expectante: o consumidor apenas observa, sem realizar qualquer movimento significativo de análise e reflexão. Ainda que o espectador entre em contacto, rapidamente, com muitos conteúdos, não exerce qualquer outra actividade significativa que não seja observar. E isso não promove desenvolvimento cerebral.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><em>Brain Rot</em></strong><strong>&nbsp;&#8211; Como recuperar o seu cérebro?</strong></h2>



<p>Apesar das consequências do <em>scroll</em> &#8211; que tanto são promovidas pelas plataformas digitais como pelo comportamento dos usuários &#8211; se revelarem negativas, elas não são definitivas. <strong>É sempre possível reverter estes efeitos pouco benéficos para o cérebro humano.</strong> Esta situação pode ser contrariada, menorizada e ultrapassada. </p>



<p>Veja nestas consequências negativas um sinal que serve de aviso para a necessidade de tomar medidas, para passar à acção. O cérebro é plástico. Ou seja, podemos reeducá-lo e&nbsp;<strong>fortalecer as nossas capacidades cognitivas com hábitos simples e conscientes</strong>. Eis algumas estratégias:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-dWKO2' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Consumo regrado de plataformas digitais</strong></h3>



<p>O consumo regrado, como o nome indica, passa por não se perder numa navegação sem propósito ou limites. Não se deixe apanhar na armadilha de ir vendo mais uma postagem ou mais um vídeo, sem que isso lhe sirva para algum propósito além do simples consumo indiscriminado. No fundo, trata-se de se engajar numa actividade consciente, escolhendo conteúdo que realmente agregam algum valor.&nbsp;</p>



<p>Deve começar por&nbsp;<strong>definir que conteúdos realmente lhe interessam</strong>, substituindo o navegar que lhe é imposto pelo&nbsp;<em>feed</em>&nbsp;das plataformas digitais. Ao definir o que é do seu interesse, já tem um objectivo, que pode tentar seguir, sem se perder com outros conteúdos que forneçam pouco estímulo cognitivo.&nbsp;</p>



<p>Também, deve estabelecer que tempo está realmente disposto a despender nas redes sociais e, estabelecido este tempo, ater-se a esses<strong>&nbsp;limites temporais diários</strong>. Isso irá impedir que se perca no tempo e dê por si a gastar horas do seu dia.&nbsp;</p>



<p>Isto não quer dizer que tenha de abdicar de algum tempo para a diversão. Mas alerto que deverá estabelecer, também, limites para essa actividade.&nbsp;</p>



<p>Procure ler livros ou conteúdo digital longo, que seja mais completo e tenha uma perspectiva alargada da informação. Isso irá ajudar a que as suas capacidades de concentração e reflexão melhorem bastante.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Detox digital</strong></h3>



<p>O descanso tecnológico (detox digital)&nbsp;<strong>consiste em escolher algumas horas do seu dia e semana para se desligar completamente das actividades nas plataformas digitais</strong>.&nbsp;</p>



<p>As horas que precedem a hora do deitar são a altura indicada para se desligar. Esta comprovado que quem está “conectado” a estas horas tende a perder tempo de sono/descanso e tem mais dificuldade em adormecer. Em parte, deve-se ao facto de muitas vezes os conteúdos dos&nbsp;<em>social media</em>&nbsp;serem excitatórios, o que não promove o relaxamento e desligamento propício ao sono.</p>



<p>Assim, para fomentar o referido detox digital deve começar por desactivar notificações de aplicações (apps) não essenciais. Se tem apps e notificações que são importantes para o seu trabalho deve mantê-las, mas desligue-as quando não está no seu horário de trabalho. Pode, igualmente, desligar-se de seguir contas que não agregam valor, de notícias sensacionalistas, de conteúdos violentos ou que veiculem conteúdo discriminatório.&nbsp;</p>



<p>Outra atitude que pode tomar é a de deixar o telemóvel fora do seu quarto ou sem som (se o mantiver no quarto).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Exercício cerebral</strong></h3>



<p>Exercitar o seu cérebro&nbsp;<strong>é a atitude com maior potencial para desenvolver as suas capacidades cognitivas</strong>. Seja para recuperar do&nbsp;<em>Brain Rot</em>, para recuperar de sequelas de AVCs ou, simplesmente, para quem quer ter melhores capacidades cerebrais.&nbsp;</p>



<p>Sempre que exercitamos o cérebro, ele está a ser alterado na sua estrutura (localização e modo como se ligam as células neuronais) e na sua função (diferentes processos e sequências de acção neuronal). E isto acontece em qualquer altura do nosso desenvolvimento, sejamos novos ou velhos. A&nbsp;<strong>neurogénese</strong>&nbsp;e a&nbsp;<strong>neuroplasticidade</strong>&nbsp;são os dois fenómenos que sustentam esta possibilidade. A questão está em como fazer estes fenómenos reverterem a favor de melhores funções cognitivas. A resposta não poderia ser mais simples: exercitando essas mesmas funções com exercícios específicos; obrigando os neurónios que contribuem para estas tarefas a exercer os passos correctos que compõem a função.&nbsp;</p>



<p>Observemos as seguintes leis que se aplicam às células cerebrais: a) quantas mais vezes um neurónio é excitado (activado) mais rapidamente ele exerce a sua função; b) quando grandes grupos de neurónios estão em actividade, os que se encontram nas proximidades são atraídos para colaborar com eles, dando corpo à <em>performance</em> de uma função cognitiva. Estas duas leis do funcionamento cerebral garantem o sucesso da actividade de exercitar o cérebro na obtenção de melhores funções cognitivas. E é isso que lhe proponho nos livros que escrevi com programas de treino cerebral. Livros como o “<a href="https://www.presenca.pt/collections/colecao-vasco-catarino-soares/products/150-exercicios-para-um-cerebro-activo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Exercite o seu cérebro, 150 exercícios para um cérebro activo</a>” ou “<a href="https://www.presenca.pt/collections/colecao-vasco-catarino-soares/products/exercicios-para-recarregar-o-cerebro" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Exercícios para recarregar o cérebro</a>” são um instrumento poderoso para recuperar ou conquistar melhores capacidades cerebrais, como a capacidade de atenção, memória e flexibilidade mental. </p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-left is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong><em>“Somos nós que fazemos o nosso cérebro!”</em></strong></p>
</blockquote>



<p>Não se esqueça disto.&nbsp;</p>



<p>Agora já sabe o que tem de fazer. Está nas suas mãos ter um cérebro mais activo, afinado e obter melhores funções cognitivas.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-dWKO2' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Treine o cérebro para solucionar problemas de forma eficaz</title>
		<link>https://simplyflow.pt/treine-o-cerebro-para-solucionar-problemas-de-forma-eficaz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vasco Catarino Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jan 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Vasco Catarino Soares]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para resolver um problema, seja ele qual for, com maior ou menor grau de dificuldade, temos de nos socorrer de várias capacidades cerebrais diferentes.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/treine-o-cerebro-para-solucionar-problemas-de-forma-eficaz/">Treine o cérebro para solucionar problemas de forma eficaz</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Resolver problemas eficazmente não é uma capacidade cerebral isolada; não há uma função cognitiva exclusiva para resolver problemas. Resolver problemas é possível graças à acção das várias capacidades cognitivas (cerebrais) que possuímos. No interior do nosso cérebro, várias redes neuronais com diferentes funções trabalham em colaboração para que todos os nossos pensamentos, emoções e acções se realizem da forma mais harmoniosa possível. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Componentes cerebrais envolvidas na solução de problemas</strong></h2>



<p>Para resolver um problema, seja ele qual for, com maior ou menor grau de dificuldade, temos de nos socorrer de várias capacidades cerebrais diferentes, tais como capacidade de prestar atenção a todos os detalhes da realidade, recorrer à nossa memória para procurar situações semelhantes, procurar erros praticados em soluções passadas, funções de análise e comparação de informação, previsão de consequências das nossas acções e estabelecer um plano de acção.&nbsp;</p>



<p>Porém, estas diferentes partes, ainda que com funções específicas, fazem um trabalho coordenado com vista a um objectivo. À frente desta coordenação tem de estar um centro de comando. Caso contrário as diferentes funções cerebrais não poderiam determinar que objectivo iriam perseguir, nem como o fazer. Uma vez que, como já foi referido, têm funções específicas no cérebro e elas servem para diferentes propósitos. E por isso é preciso existir um centro de comando, que determina que acções são necessárias e por que ordem devem ser executadas. Este centro fica situado na parte frontal do cérebro, mais especificamente na parte pré-frontal, ao nível da testa. Foi a última estrutura cerebral a surgir na evolução do cérebro ao longo da existência do Homem na Terra, o que também significa que, no ser humano, é o último a atingir a maturidade (estima-se que pelos 18-19 anos). É considerado o topo do funcionamento executivo e por isso recebe muitas vezes o nome de funções executivas. Organiza respostas a problemas complexos, planeia os passos necessários de uma acção até ao objectivo, procura na memória dados e experiências relevantes, adapta estratégias para integrar informação nova, guia o comportamento com as verbalizações e mantém a informação na memória de trabalho (memória de curto prazo). O circuito orbitofrontal gere os impulsos emocionais em formas adaptadas e socializadas de resposta e transforma-as em respostas de comportamento produtivo, tais como a empatia, o altruísmo, a interpretação das expressões faciais, etc..</p>



<p><strong>Mas, perguntará o leitor, não temos já essas capacidades para enfrentarmos as demandas da vida e resolver problemas?</strong> Certamente que temos essas capacidades, mas estas carecem de ser desenvolvidas. Além do mais, não são constantes: ao longo da nossa vida podem estar mais ou menos capazes para enfrentar as exigências que se colocam. Dependem do esforço e do cuidado que lhes dedicamos. Em suma, de treinarmos bem estas capacidades.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Sabemos hoje que o cérebro humano se altera constantemente desde a infância até ao último dos seus dias. Assim, e naturalmente, as funções cognitivas também se modificam ao longo da vida, umas vezes em nosso benefício e outras em nosso prejuízo. Digamos que se deixássemos a natureza das coisas seguir o seu curso, o que mais facilmente aconteceria seria que as nossas capacidades fossem diminuindo gradualmente com <a href="https://simplyflow.pt/como-prevenir-o-envelhecimento-do-cerebro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o avançar da idade</a>. Mas ao contrário do que se acreditava antes do surgimento das neurociências, <strong>podemos de facto obter um excelente rendimento do nosso cérebro em qualquer idade</strong>. Há sempre potencial para melhorar as nossas capacidades cognitivas independentemente do estado em que elas se encontrem na actualidade. E isto pode ser feito através do treino cerebral. Sim! É isso mesmo! Treino das capacidades cerebrais com exercícios estruturados específicos para cada função cerebral. Estes exercícios podem ser encontrados nos livros «<a href="https://www.presenca.pt/collections/colecao-vasco-catarino-soares/products/exercite-o-seu-cerebro" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Exercite o Seu Cérebro</a>» e «<a href="https://www.presenca.pt/collections/colecao-vasco-catarino-soares/products/exercicios-para-recarregar-o-cerebro" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Exercícios para Recarregar o Cérebro</a>», que pode encontrar nas livrarias em Portugal.<strong> Se treinarmos todas as funções cerebrais teremos um melhor cérebro, mais capaz de lidar com o mundo (situações e pessoas) e os problemas que este coloca. </strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Competências para a solução de problemas</strong></h2>



<p>As principais competências para a solução dos problemas, sejam eles simples decisões diárias ou grandes dilemas de vida, são sensivelmente as mesmas, ainda que o grau de implicação possa variar: a) capacidade de análise; b) sensibilidade para observar diferentes perspectivas; c) procurar soluções criativas; d) admitir e aprender com os erros.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>a) Capacidade de análise </strong></h3>



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			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Diante de um problema, é comum sermos tentados a adotar uma abordagem superficial. No entanto, aumentar a capacidade de análise implica mergulhar mais fundo, questionar premissas e desmembrar o problema em partes acessíveis. O cérebro, do mesmo modo que um músculo, fortalece-se quando enfrenta desafios complexos. São os exercícios de resolução de problemas, que variam desde simples quebra-cabeças, jogos de estratégia, até questões do dia-a-dia, que desempenham um papel fundamental neste processo de desenvolvimento da capacidade de análise.</p>



<p>A prática regular de quebra-cabeças e problemas lógicos, por exemplo, oferece um terreno fértil para o desenvolvimento da capacidade analítica. Cada peça exige um olhar atento, uma habilidade de reconhecer padrões e uma capacidade de visualizar o todo a partir de partes aparentemente desconexas. Esta prática não apenas aguça o cérebro, como também o prepara para enfrentar os problemas mais complexos da vida.</p>



<p>Os jogos de estratégia, por sua vez, proporcionam um ambiente virtual para a aplicação prática da análise. Ao antecipar movimentos, avaliar possíveis cenários e identificar pontos fracos, o cérebro condiciona-se a pensar de maneira mais crítica e sistemática. Esta abordagem estratégica não só amplia a capacidade analítica, mas também alimenta a capacidade para lidar com as complexidades inesperadas.</p>



<p>Por seu turno, as questões do dia-a-dia oferecem oportunidades valiosas para melhorar a capacidade de análise. Desde a resolução de problemas no trabalho até decisões quotidianas, cada situação é uma oportunidade para aplicar o pensamento analítico. Ao partir um desafio maior em pequenas partes, o seu cérebro torna-se mais eficiente na identificação de soluções eficazes.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>b) Observar diferentes perspectivas</strong></h3>



<p>Uma mente habituada a diferentes perspectivas é, por natureza, uma mente enriquecida. Uma mente que não se acomoda a padrões familiares de resolver as questões. Exercitar o seu cérebro para abraçar diferentes perspetivas exige uma exposição constante a diferentes culturas, ideias e disciplinas. Participar em debates, explorar obras de autores variados e dialogar com pessoas de origens diversas são métodos eficazes para ampliar o pensamento. Ao abordar um problema sob diferentes ângulos, promove-se o desenvolvimento de uma flexibilidade crucial para lidar com desafios complexos.</p>



<p>A participação em debates e discussões proporciona um ambiente propício para a exposição a diferentes perspetivas. O confronto de ideias e a consideração de pontos de vista opostos não só desafiam o cérebro, mas também afinam a sua capacidade de compreensão e apreciação da diversidade de pensamento.&nbsp;</p>



<p>A leitura de obras de diferentes autores é uma porta aberta para mundos distintos de pensamento. Cada autor traz consigo uma bagagem única de experiências e visões de mundo, expandindo assim as fronteiras do conhecimento. A diversidade literária alimenta a mente com uma riqueza de perspetivas, fornecendo um arsenal de ideias para abordar problemas sob vários pontos de vista.</p>



<p>O diálogo com pessoas de origens diversas é uma fonte rica de ideias. Ao praticar a empatia e ouvir atentamente, o nosso cérebro abre-se para novas possibilidades. A troca de experiências e perspetivas oferece uma compreensão mais profunda da complexidade humana, enriquecendo a capacidade de enfrentar desafios com sensibilidade e compreensão.</p>



<p>Ao encarar um problema sob diferentes ângulos, a mente torna-se mais versátil e mais bem preparada para a inovação. A flexibilidade mental resultante da exposição a diversas perspectivas é um trunfo valioso na resolução de problemas complexos. Em última análise, a riqueza de pensamento que surge da diversidade é um catalisador para soluções inovadoras e uma mente enriquecida.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>c) Procurar soluções criativas</strong></h3>



<p>A capacidade de buscar soluções não convencionais é a essência da criatividade. Treinar o cérebro para esta abordagem implica uma prática regular de exercícios de pensamento lateral, nos quais o foco está em encontrar soluções fora dos parâmetros habituais. Ao romper com a convencionalidade, o cérebro encontra-se mais adaptável e propenso a inovações. Isto não significa apenas pensar “fora da caixa”, mas redefinir a própria caixa. A exploração de campos do conhecimento que estão fora da nossa área de especialidade é outro método eficaz para estimular a criatividade.</p>



<p>A prática de exercícios de pensamento lateral é uma jornada pelo terreno do inusitado. Estes exercícios desafiam a mente a abandonar as rotas tradicionais de pensamento e a explorar caminhos menos habituais. Ao confrontarmos o cérebro com situações onde a resposta não é óbvia ou evidente, possibilitamos o desenvolvimento da capacidade de encontrar soluções únicas e inovadoras. Pode encontrar exercícios deste tipo no livro «<a href="https://simplyflow.pt/exercicios-para-um-cerebro-mais-inteligente/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Exercícios para um cérebro mais inteligente</a>».</p>



<p>Ao estimular a criatividade através da busca de soluções não convencionais, não estamos apenas a resolver problemas de maneira única, mas também cimentando o caminho para descobertas e inovações significativas. A capacidade de desafiar o <em>status quo</em> e explorar novos horizontes é o que impulsiona a criatividade, transformando a mente num terreno fértil para ideias revolucionárias.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>d) Lidar com erros</strong></h3>



<p>O medo de errar paralisa o nosso pensamento criativo. Entender que o erro é uma parte intrínseca do processo de aprendizagem e que a mudança de planos não é uma derrota, mas uma oportunidade de ajustar o caminho que iniciamos, é vital. Cultivar uma mentalidade de crescimento, onde os erros são encarados como oportunidades para aprender, fortalece a resiliência mental.</p>



<p>Ao enfrentar desafios criativos, a ideia do erro como algo a ser evitado a todo o custo pode provocar um bloqueio significativo. No entanto, ao perceber o erro como uma bússola, que nos indica que há melhorias a fazer, a nossa mente fica liberta da paralisia e abraça uma abordagem mais ousada. Cada erro passa a ser visto como mais um bloco na construção do edifício da mestria.</p>



<p>A mudança de planos é inevitável em qualquer empreendimento criativo. Encará-la não como uma derrota, mas como uma oportunidade para um ajustamento estratégico, é uma perspetiva valiosa. A mente flexível não vê a necessidade de se vincular rigidamente a um plano inicial. Em vez disso, ela adapta-se às circunstâncias, aprende com as experiências e ajusta a sua trajetória para melhor chegar ao objetivo final.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Treinar o cérebro para solucionar problemas eficazmente é uma busca contínua.&nbsp;</strong></h2>



<p>Ao integrar estas práticas na nossa rotina diária, estamos a moldar a forma como abordamos os desafios e a própria estrutura da nossa capacidade mental. A arte de solucionar problemas, assim, torna-se uma jornada fascinante de autodescoberta e melhoramento constante, onde iremos necessitar de toda a nossa capacidade de raciocínio lógico e criatividade.</p>



<p>É precisamente essa capacidade lógica de olhar para o mundo e encontrar uma maneira eficaz de solucionar problemas que quero estimular com os exercícios que estão no livro «<a href="https://www.presenca.pt/collections/manuscrito/products/exercicios-para-um-cerebro-mais-inteligente" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Exercícios para um Cérebro Mais Inteligente</a>». </p>



<p>Os benefícios esperados com a realização destes exercícios são:&nbsp;</p>



<p>• desenvolver mais a sua competência para resolver problemas;&nbsp;</p>



<p>• encontrar incoerências nos enunciados que lhe são apresentados e que lhe permitam distinguir o verdadeiro do falso;&nbsp;</p>



<p>• aumentar a sua capacidade de análise e encarar as diferentes perspectivas da realidade;&nbsp;</p>



<p>• alterar a sua mentalidade para procurar soluções menos óbvias para os problemas;&nbsp;</p>



<p>• encarar melhor o erro e a mudança de planos;&nbsp;</p>



<p>• aumentar a sua capacidade para organizar informação, ideias e pensamentos de modo a encontrar soluções para problemas;&nbsp;</p>



<p>• aumentar a sua tenacidade e resiliência para completar desafios;&nbsp;</p>



<p>• aumentar a sua capacidade de observação e atenção ao significado das palavras.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-pwVm8' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Exercícios para um cérebro mais inteligente</title>
		<link>https://simplyflow.pt/exercicios-para-um-cerebro-mais-inteligente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vasco Catarino Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[Exercícios para um cérebro mais inteligente]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Vasco Catarino Soares]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a vida stressante característica dos tempos actuais e com as dificuldades de controlo emocional que têm vindo a afectar, cada vez mais frequentemente, o cidadão comum e que ficam bem visíveis quando espreitamos para as redes sociais e verificamos que as pessoas se irritam e insultam com uma facilidade e frequência exageradas, senti que este era o momento certo para criar exercícios que pudessem contribuir para desenvolver a capacidade de raciocínio lógico das pessoas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Com a vida stressante característica dos tempos actuais e com as dificuldades de controlo emocional que têm vindo a afectar, cada vez mais frequentemente, o cidadão comum e que ficam bem visíveis quando espreitamos para as redes sociais e verificamos que as pessoas se irritam e insultam com uma facilidade e frequência exageradas, senti que este era o momento certo para criar exercícios que pudessem contribuir para desenvolver a capacidade de raciocínio lógico das pessoas. Pretende-se que as pessoas conquistem uma maior capacidade para reflectir, controlar as emoções, medir consequências e planear uma resposta com vista a alcançar uma solução (o oposto ao descontrolo emocional).</strong></p>



<p>Assim, criei o livro «<a href="https://www.presenca.pt/collections/manuscrito/products/exercicios-para-um-cerebro-mais-inteligente" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Exercícios para um Cérebro Mais Inteligente</a>», com 140 desafios para pessoas de todas as idades, para que se juntem e tentem resolver os problemas lá expostos. Com a família, os amigos ou até a solo, miúdos e graúdos podem divertir-se a “puxar pela cabeça” ao mesmo tempo que trabalham as competências de raciocínio lógico e de pensamento criativo. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="668" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/exercicios_para_um_cerebro_mais_inteligente_MAIL-668x1024.jpg" alt="exercícios" class="wp-image-18546" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/exercicios_para_um_cerebro_mais_inteligente_MAIL-668x1024.jpg 668w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/exercicios_para_um_cerebro_mais_inteligente_MAIL-196x300.jpg 196w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/exercicios_para_um_cerebro_mais_inteligente_MAIL-768x1178.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/exercicios_para_um_cerebro_mais_inteligente_MAIL-1002x1536.jpg 1002w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/exercicios_para_um_cerebro_mais_inteligente_MAIL-1336x2048.jpg 1336w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/exercicios_para_um_cerebro_mais_inteligente_MAIL-460x705.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/exercicios_para_um_cerebro_mais_inteligente_MAIL-160x245.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/exercicios_para_um_cerebro_mais_inteligente_MAIL-320x491.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/exercicios_para_um_cerebro_mais_inteligente_MAIL-480x736.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/exercicios_para_um_cerebro_mais_inteligente_MAIL-640x981.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/exercicios_para_um_cerebro_mais_inteligente_MAIL-960x1472.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/exercicios_para_um_cerebro_mais_inteligente_MAIL-1120x1717.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/exercicios_para_um_cerebro_mais_inteligente_MAIL-scaled.jpg 1670w" sizes="(max-width: 668px) 100vw, 668px" /></figure></div>


<p>No exercício da minha profissão de psicólogo, fui-me apercebendo de como é difícil para grande parte da população manter o equilíbrio entre a razão e a reacção emocional (em particular a intempestiva, ofensiva, agressiva). Não raras vezes, a razão fica em desvantagem. E isto é muitas vezes um transtorno; são respostas a problemas que criam ainda mais problemas. Pensar racionalmente é bastante mais eficaz. Em especial, quando temos de resolver problemas ou obstáculos que nos são impostos contra a nossa vontade. Além do mais, este tipo de pensamento permite-nos exercer controlo inibitório sobre as emoções (que não são a melhor resposta aos problemas, salvo raras excepções em que estamos em perigo iminente de vida). Foi por tudo isto que elaborei um programa inteiramente dedicado ao pensamento lógico (é o principal foco) e ao pensamento criativo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Somos emocionais ou racionais?</strong></h2>



<p>Vou começar por dizer que somos ambas as coisas: emocionais e racionais. Porém, no início, no princípio dos tempos, os primeiros seres humanos (e assim foi durante muito tempo) reagiam ao meio circundante de modo emocional (não confundir com sentimental). Eram seres que precisavam de recolher alimentos, fugir de ameaças à sua vida (animais selvagens), atacar outros animais para alimento e tinham de se reproduzir (comportamento sexual). Ora, todas estas actividades dependiam de reacções emocionais como irritação, medo, nojo, tristeza, antecipação alegria, confiança e pouco precisavam de uma capacidade racional. Repare que neste mundo primitivo e algo hostil, o ser humano precisava destas reacções emocionais para ser rápido a responder. Um exemplo: se um homem ou mulher se deparasse com um animal selvagem, o mecanismo emocional espoletava imediatamente a resposta mais eficaz, que seria fugir. O que leva à fuga é primeiro a emoção do medo e depois acção correspondente: correr. Agora, vejamos: se o tal homem ou mulher fossem racionais e começassem a pensar no que seria melhor fazer o mais provável é que quando chegassem a uma conclusão já estivessem nas garras e dentes de um destes animais.&nbsp; Por aqui já se percebe que, nessa altura, seria pouco vantajoso o pensamento racional. Por esse motivo a nossa biologia, a organização do nosso cérebro, estava preparada para este modo mais emocional de funcionar.&nbsp;</p>



<p>Depois, ao longo dos milénios, <strong>fomos adquirindo um modo racional de pensar, para agir sobre o mundo</strong>. Esse modo racional permitiu-nos construir ferramentas e soluções para controlar o ambiente à nossa volta e garantir protecção face aos perigos e, desse modo, já não estaríamos tão dependentes das respostas emocionais. Porém, o modo emocional está tão enraizado em nós que quase tem primazia face à racionalidade: em situações de grande carga emotiva sobra pouco espaço para a racionalidade. Quando duas pessoas discutem e se zangam começa a dominar a emotividade e a decrescer a racionalidade. O ser humano é iminentemente um ser emocional; é o que nos está colado à pele. Ao ser assim, o que acontece é que toma decisões e age, muitas vezes, condicionado pela «força da emoção».&nbsp;</p>



<p><strong>Somos emocionais e racionais, mas a verdade é que somos seres emocionais há muito mais tempo do que racionais.</strong> E face a esta realidade ainda há muito caminho para que a espécie consiga (se tal alguma vez acontecerá) alcançar um bom nível de racionalidade; um nível que nos garanta um mundo sem guerras ou atropelos aos direitos humanos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Porque devemos estimular o raciocínio lógico?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-PaQpe' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Face ao que expliquei atrás (as pessoas agem mais pela emoção, com os “nervos à flor da pele”) apercebemo-nos que temos de incentivar a que as pessoas procurem explorar mais as soluções lógicas para resolver as suas vidas. Isto porque são elas que proporcionam resultados mais compensadores. Mas também percebemos que modos novos de fazer as coisas e qualitativamente diferentes do habitual (criatividade) são aquele pequeno diferencial que muda radicalmente um cenário e possibilita grandes ganhos qualitativos. Daí eu insistir nestes dois pontos e aconselhar a que se façam exercícios para estimular a capacidade lógica e o potencial criativo de cada um. A capacidade lógica e a criatividade são dois modos divergentes de abordar a realidade e o meio à nossa volta. Porém, podemos observar vários casos, ou melhor, situações, em que ambas podem encontrar-se para uma acção conjunta. Um cérebro bem exercitado nestes âmbitos tem sempre uma grande vantagem sobre o cérebro comum.&nbsp;</p>



<p>Para entender por que motivo defendo que devemos apostar no raciocínio lógico temos antes de abordar o seu oposto: a emoção. E começo por salientar que tanto a emoção como a razão lógica são os dois grandes modos de pensar e agir sobre o meio à nossa volta. Formulamos opiniões e tomamos decisões, ora ponderando os prós e os contras, medindo as consequências de modo racional, ora deixando-nos levar pelas nossas emoções e agindo de acordo com esse estado emocional (seja ele de alegria, tristeza, decepção, raiva, etc.), sem ponderar muito as consequências possíveis.&nbsp;</p>



<p>Quantas vezes não nos chateámos, criámos equívocos, ou dissemos palavras amargas a pessoas nossas amigas ou familiares porque nos apontaram alguma falha (que realmente cometemos)? E sobre a qual depois de pensarmos com calma (racionalmente) até somos os primeiros a admiti-la? Mas quando nos avisam disso a nossa reacção primeira é ficarmos irritados e sentirmo-nos atacados, gerando imediatamente uma resposta irada de contra-ataque, ofendemos as pessoas e dizemos algo grave e injusto de que nos arrependeremos mais tarde. O que está em jogo aqui? Razão ou emoção? Calculo que tenha respondido emoção, certo? Respondeu bem. Não é certamente um raciocínio lógico, ponderado que nos leva a insultar ou agredir pessoas. É sempre uma resposta emocional descontrolada.</p>



<p>É por esta razão que <strong>devemos adquirir uma maior capacidade de raciocínio lógico: para podermos analisar as situações, averiguar as opções que temos, observar as consequências possíveis e, só depois, fazer escolhas racionais. Escolhas que nos levem a boas soluções ou, não sendo tal alcançável, que não nos coloquem em maiores dificuldades.&nbsp;</strong></p>



<p>Se olharmos para a esfera do trabalho verificamos que não ser lógico e racional pode ter um custo elevado. Más decisões e juízos pouco informados estão entre as razões para encontrar dissabores com colegas e superiores hierárquicos. E isto levará a consequências negativas, como ostracização, intrigas, más avaliações de <a href="https://simplyflow.pt/como-recarregar-o-cerebro-e-ser-mais-produtivo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">desempenho</a>, perda de oportunidades de promoção, baixa remuneração e, na pior das hipóteses, despedimento. </p>



<p>Ora, se no trabalho as coisas podem correr mal, na vida privada de cada um as más decisões, baseadas em respostas emocionais (descontroladas), não terão melhores resultados, e poderemos contar com discussões pouco (ou nada) produtivas, sentimentos de rejeição por parte dos que amamos, desentendimentos com os filhos, separação, divórcio, zangas e rupturas com amigos e isolamento social.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Devemos abdicar da nossa emocionalidade?</strong></h2>



<p>Não! Não devemos abdicar desta nossa característica. Nós seremos sempre seres emocionais. Mesmo que quiséssemos não conseguiríamos anular a nossa emocionalidade. A emoção e os sentimentos não são algo apenas negativo e desnecessário ao ser humano. Não devemos, de modo algum, reduzir a importância das emoções e dos sentimentos na vida das pessoas. Essa importância é inegável. O ser humano não é uma máquina; não é um autómato sem emoções ou sentimentos. Essas duas facetas (emoção e razão) farão sempre parte de nós. <strong>O que devemos conseguir é estabelecer uma relação de equilíbrio que nos permita explorar e adquirir algum domínio sobre as emoções, e, em alguns casos, anular ao máximo algumas delas, consoante o prejuízo que nos possam estar a causar. Este equilíbrio é o que nos permite ter benefícios reais na gestão da nossa vida.&nbsp;</strong></p>



<p>De resto, devo acrescentar que o que temos de glorioso em nós é a capacidade de pensar construtivamente, de criar formas reflectidas de agir sobre as coisas e problemas, mas também aproveitar as emoções positivas que nos fazem amar e querer colaborar com os outros. É isso que nos faz evoluir e que nos torna melhores pessoas. No fundo, pessoas que procuram formas de melhorar o mundo à sua volta.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É precisamente essa capacidade lógica de olhar para o mundo e encontrar uma maneira eficaz de solucionar problemas que quero estimular com os exercícios que estão no livro «Exercícios para um Cérebro Mais Inteligente».&nbsp;</strong></h2>



<p>Os benefícios esperados com a realização destes exercícios são:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li>desenvolver mais a sua competência para resolver problemas;&nbsp;</li><li>encontrar incoerências nos enunciados que lhe são apresentados e que lhe permitam distinguir o verdadeiro do falso;&nbsp;</li><li>aumentar a sua capacidade de análise e encarar as diferentes perspectivas da realidade;&nbsp;</li><li>alterar a sua mentalidade para procurar soluções menos óbvias para os problemas;&nbsp;</li><li>encarar melhor o erro e a mudança de planos;&nbsp;</li><li>aumentar a sua capacidade para organizar informação, ideias e pensamentos de modo a encontrar soluções para problemas;&nbsp;</li><li>aumentar a sua tenacidade e resiliência para completar desafios;&nbsp;</li><li>aumentar a sua capacidade de observação e atenção ao significado das palavras.</li></ul>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-PaQpe' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como prevenir o envelhecimento do cérebro?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-prevenir-o-envelhecimento-do-cerebro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vasco Catarino Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jul 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Vasco Catarino Soares]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Deixo aqui algumas indicações de atitudes e comportamentos que irão ajudar a prevenir o envelhecimento não saudável do cérebro. Se fizer tudo que está a seu alcance, poderá mesmo obter melhorias notórias no seu desempenho cognitivo.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/como-prevenir-o-envelhecimento-do-cerebro/">Como prevenir o envelhecimento do cérebro?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Como deve calcular, é perfeitamente natural e espectável que com o avançar da idade o nosso corpo vá sofrendo algum desgaste e que o seu regular funcionamento se veja afectado. É um facto da vida. E para o qual devemos estar preparados. Ora o cérebro sendo um órgão, ainda que especial, não deixa de estar sujeito a esta condição e, por isso, também ele passível de sofrer de envelhecimento. Todavia, no caso do cérebro há formas de conseguir prevenir os efeitos deste mecanismo de envelhecimento.&nbsp;</strong></p>



<p>É verdade. <strong>É possível criar condições para que os efeitos sejam menorizados e inclusive obter melhorias notáveis de desempenho cerebral, mesmo em pessoas de idade mais avançada.</strong> Agora, há que perceber que isto não acontece ocasionalmente; não é uma questão genética ou de sorte, que pode acontecer a uns poucos privilegiados e os outros, infelizes, têm de se contentar com o seu destino. Não! Não é nada disso!&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Para ter um cérebro activo, mesmo em idades avançadas, há que investir em actividades que promovam a saúde e o desenvolvimento neuronal do cérebro.</strong></h2>



<p>Aqui, comparando novamente o cérebro aos outros órgãos, podemos acrescentar que em certa medida ele é especial: tem uma reserva de novos neurónios (que nascem a períodos) que podem ser usados para reforçar algumas das funções cerebrais (neurogénese) e tem a capacidade &#8211; quando devidamente estimulado – de alterar as redes neuronais que determinam o seu funcionamento (neuroplasticidade).</p>



<p>Então, <strong>temos uma reserva de novos neurónios que podem ser utilizados para reforçar as nossas funções cerebrais e também mecanismos de aceleração</strong>, que no caso do cérebro correspondem a melhoria das competências cerebrais (memória, capacidade de concentração, agilidade mental, etc.). Porém, para que estes benefícios se façam sentir no cérebro de cada um de nós, tem de haver uma “ordem” nossa. <strong>Este fenómeno só acontece se adoptarmos determinado tipo de actividades e estilo de vida</strong>; se tivermos uma vida pouco activa intelectualmente e pouco saudável estes benefícios serão reduzidos, ou mesmo nulos.</p>



<p><strong>Cada um de nós pode tirar partido desta forma de trabalhar do cérebro, mas para isso temos de querer e agir nesse </strong><a href="https://simplyflow.pt/como-recarregar-o-cerebro-e-ser-mais-produtivo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>sentido</strong></a><strong>.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5 Dicas para prevenir o envelhecimento não saudável do cérebro:</strong></h2>



<p>Deixo aqui <strong>algumas indicações de atitudes e comportamentos </strong>que irão ajudar a prevenir o envelhecimento não saudável do cérebro. Se fizer tudo que está a seu alcance, poderá mesmo obter melhorias notórias no seu desempenho cognitivo:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-sCpVB' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1 &#8211; Fazer exercícios para o cérebro</strong></h3>



<p>A primeira coisa que aconselho a fazer é exercício para o cérebro. Fazer exercício específico para o cérebro e criar o hábito de o fazer com regularidade. <strong>Do mesmo modo que fazer exercício físico regular nos garante uma boa forma física, o exercício cerebral leva-nos a obter uma boa forma cerebral.</strong> E esta boa forma cerebral garante-nos bons desempenhos cognitivos no dia-a-dia, tanto no plano profissional, como no âmbito da nossa vida pessoal. Como medida preventiva, sabemos hoje que atrasa e menoriza os impactos de doenças demenciais, como o Alzheimer. Assim, esperam-se, entre outras tantas, melhorias ao nível da capacidade de memória, de concentração, de agilidade mental, nas competências da linguagem e raciocínio lógico.</p>



<p><strong>É importante que esta actividade seja regular e não apenas algo que se faz muito esporadicamente. </strong>É fácil perceber que da prática ocasional não se podem esperar grandes resultados. O mesmo acontece com o exercício físico: prática esporádica não leva ninguém a atingir uma boa forma. Mantenha sempre esta ideia do exercício físico em mente, porque o que se passa com o exercício cerebral não é muito diferente.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O que é exercício cerebral?</strong></h4>



<p><strong>O exercício cerebral são actividades que “obrigam” as células do cérebro (neurónios) a executar as acções que vão reforçar as funções cerebrais que queremos desenvolver mais.</strong> Por exemplo, se queremos estimular a nossa função da concentração temos de fazer actividades que nos obrigam a estar muito concentrados. Mas, se por outro lado, queremos ter uma melhor capacidade de memória, temos de nos embrenhar em actividades que nos forcem a memorização. Para lhe facilitar a vida nesta actividade tão importante para o seu cérebro, criei planos de exercícios estruturados e pensados especificamente para este efeito, que foram publicados em livros (<a href="https://www.presenca.pt/collections/colecao-vasco-catarino-soares/products/exercite-o-seu-cerebro" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Exercite o Seu Cérebro</a>; <a href="https://www.presenca.pt/collections/colecao-vasco-catarino-soares/products/150-exercicios-para-um-cerebro-activo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">150 Exercícios para um Cérebro Activo</a>; <a href="https://www.presenca.pt/collections/colecao-vasco-catarino-soares/products/exercicios-para-recarregar-o-cerebro" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Exercícios para Recarregar o Cérebro</a>). Assim, basta-lhe pegar nestes livros e seguir o plano diário de exercícios feitos para obter resultados com maior rapidez. Quero salientar que não se trata de um qualquer livro genérico de passatempos, mas antes de livros especializados para o efeito. </p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2 &#8211; Alimentação apropriada para o cérebro</strong></h3>



<p>Toda a alimentação que ingerimos afecta-nos para o bem e para o mal. Nem tudo o que comemos é necessário ao bom funcionamento do corpo. E muito do que comemos faz-nos mal. <strong>Deixo aqui algumas sugestões para uma alimentação que cuida especialmente do seu cérebro. Alimentos que nos ajudam a activar a atenção, concentração, memória e outros que ajudam a combater os processos inflamatórios comuns no nosso organismo</strong>: Abacate, aipo, alecrim, azeite extra virgem, beterraba, brócolos, caldo de osso, chocolate negro, curcuma, frutos secos, gema de ovo, groselha, hortaliças, mirtilo, óleo de coco, salmão, sardinha, sálvia, sementes de abóbora, tomate.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3 &#8211; Dormir bem</strong></h3>



<p>De todos os estudos que se têm debruçado sobre o sono podemos extrair uma grande conclusão: <strong>a grande maioria dos autores estima que o número ideal de horas que o nosso corpo e cérebro precisam esteja entre as 7 e 8 horas</strong>. Há inclusive autores que encontraram evidências de um acréscimo de risco de morte prematura entre as pessoas que dormem menos de 6 horas diárias.</p>



<p><strong>Estas horas ideais de sono às quais deveríamos entregar o nosso corpo são um elemento-chave para manter o cérebro em boa forma. </strong>Esta magnífica “máquina” precisa de se desligar a períodos regulares, o que lhe permite repousar da actividade que exerce durante as horas de vigília, pois a actividade exagerada pode levar à exaustão. Outra ideia que é defendida desde os primórdios da ciência psicologia, principalmente por Freud, refere-se ao papel reorganizador do sono sobre as experiências e acumular de informação, muitas vezes caótica, que ocorre durante o dia. O sono e os sonhos encarregar-se-iam de organizar este material. Sem sono apenas acumulariamos pressão e possivelmente respostas agressivas face ao real.</p>



<p>Estudos recentes têm demonstrado que durante o sono, uns “pequenos trabalhadores” chamados células da glia (que existem no cérebro além dos neurónios) exercem a uma função de limpeza de “material tóxico” prejudicial ao cérebro, incluindo o tipo de proteínas que se desenvolve nas pessoas com demência. Também se verificou que nesta fase se estabeleciam novas conexões entre neurónios que consolidavam os conhecimentos adquiridos durante o dia. A este propósito gostaria de acrescentar que há uma posição que facilita este processo de limpeza do cérebro enquanto dorme: deitado de lado, em posição fetal.</p>



<p>Resumindo, <strong>durma pelo menos 7 horas por noite e se o fizer na posição fetal obterá maiores benefícios para o seu cérebro</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4 &#8211; Exercício físico</strong></h3>



<p>A actividade física desempenha também um importante papel no capítulo da saúde cerebral. Não só proporciona uma boa condição esquelético-muscular e cardio-respiratória, como também pode ajudar a melhorar a condição cognitiva, quando explorado em favor desta. Vamos a factos, sabe-se que a actividade física promove a formação de uma proteína que dá pelo nome de BDNF e que actua sobre certos neurónios ajudando na sua sobrevivência e que é um factor de desenvolvimento de novos neurónios e novas conexões entre neurónios (o substracto para o desenvolvimento cognitivo). A boa notícia é que a BDNF é mais activa em neurónios ligados à aprendizagem, memória e funções executivas (planeamento, execução, regulação e verificação). E para que este efeito aconteça, <strong>não é necessário fazer exercício pesado, nem passar longas horas de ginásio. Basta, que se mantenha o hábito de fazer pequenas caminhadas de 30 a 60 minutos</strong>. Segundo alguns estudos, com dados de saúde de indivíduos obtidos durante 35 anos, demostraram que a actividade física (entre outros factores) era um dos elementos-chave que contribuiam para a redução em 60% no risco de desenvolver uma demência. Podemos, assim, com toda a propriedade afirmar que <strong>a falta de exercício físico corresponde a menos neurónios e menos conexões entre neurónios</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5 &#8211; Conviver, evitar o isolamento social</strong></h3>



<p>Conviver e estabelecer relacionamento com os nossos semelhantes sempre foi uma das actividades preferidas dos seres humanos. Este tipo de interacção não só proporciona sensações prazerosas (quando as interacções são positivas) como promove a actividade cerebral.</p>



<p>O prazer proporcionado pelo contacto social promove um incremento de certas substâncias químicas no cérebro. Essas substâncias, por sua vez, induzem ao bem-estar e reforço da aquisição e memorização de informação. Pelo que podemos dizer que a informação que é veiculada em contexto social de convívio é melhor retida pelo cérebro. Outra das vantagens é a de termos melhor capacidade de ouvir, aceitar opiniões e pontos de vista diferentes dos nossos: quando queremos promover uma boa interacção com os demais, estamos mais dispostos a não sermos tão rígidos quanto às nossas posições e isso leva-nos a ouvir o que os outros têm a dizer. Mesmo nem sempre partilhado dessas opiniões vamos ouvi-las e não raras vezes damos por nós a pensar nelas e até a admitir que possam ter alguma validade. E é este o mecanismo que nos permite adquirir novas informações e pontos de vista. No fundo a contribuir para a actividade cerebral.</p>



<p>Por outro lado, o isolamento não provoca grande actividade cerebral. Em estudos recentes verificou-se que o isolamento social provoca alterações na estrutura cerebral, com perdas cognitivas. Estas perdas fazem sentir-se com maior impacto nas pessoas idosas, levando ao aumento de risco de demência. Não conviver não só não ajuda a desenvolver e aprimorar as nossas capacidades cerebrais, como ainda tem um efeito de levar à perda do que já eram as nossas capacidades habituais. <strong>As redes cerebrais de convívio, por um lado, e de aprendizagem e memória, por outro, são muito próximas e partilham actividade. Daí haver esta ligação entre a actividade social e a actividade global do cérebro.&nbsp;</strong></p>



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		<title>Como recarregar o cérebro e ser mais produtivo?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-recarregar-o-cerebro-e-ser-mais-produtivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vasco Catarino Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Mar 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Exercícios para Recarregar o Cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Vasco Catarino Soares]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Percebemos, nos últimos tempos, que tem surgido um número cada vez maior de pessoas a experimentar sintomas que dificultam o desempenho de tarefas que antes executavam com facilidade. É o caso, por exemplo, de não nos lembrarmos de alguns nomes de pessoas, esquecermo-nos de compromissos ou termos dificuldade em evocar algum episódio do passado.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O desgaste natural do tipo de vida </strong><strong><em>stressante</em></strong><strong> que todos fazemos actualmente tem impacto no cérebro. Percebemos, nos últimos tempos, que tem surgido um número cada vez maior de pessoas a experimentar sintomas que dificultam o desempenho de tarefas que antes executavam com facilidade. É o caso, por exemplo, de não nos lembrarmos de alguns nomes de pessoas, esquecermo-nos de compromissos ou termos dificuldade em evocar algum episódio do passado.</strong></p>



<p>A doença covid-19 e o confinamento, ainda que pareça desconexo deste assunto, também acrescentou sintomas a este fenómeno, a que hoje damos o nome de <strong>névoa mental</strong> (mental fog). <strong>Cansaço, desconcentração frequente, lentidão de pensamento, falta de paciência e dificuldades de memória fazem parte deste novo fenómeno.</strong> Os seus impactos na vida quotidiana e, já agora, ao nível psicológico não são de ignorar. Convém combater de início e impedir que se tornem crónicos, porque a sua qualidade de vida depende da saúde do seu cérebro.&nbsp;</p>



<p>Com esse objectivo em vista, indicarei alguns conselhos que podem ajudar a ultrapassar esta condição e conseguir ter um cérebro mais produtivo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>&nbsp;7 Dicas para conseguir ter um cérebro mais produtivo:</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Exercite o seu cérebro</strong></h3>



<p>Ao exercitar o seu cérebro vai obter dois tipos de ganho que contribuem para um <strong>cérebro mais activo e recarregado</strong>. O primeiro é um aumento de células cerebrais nas funções exercitadas; mais células disponíveis para ter melhor cérebro. O segundo é o de as células cerebrais passarem a efectuar mais conexões entre si. Isso leva a uma maior interconectividade entre funções do cérebro, alcançando-se um efeito ampliado de reforço geral do cérebro.</p>



<p>Cerque-se de actividades cognitivas desafiantes, tais como encontrar diferenças entre imagens ou objectos muito semelhantes, resolver pequenos problemas de cálculo mental rapidamente, adquirir novo vocabulário e aprender coisas novas, entre outras.</p>



<p>Para lhe facilitar a vida criei uma série de exercícios que, com 10 minutos por dia, estimulam 12 competências cerebrais (2 tipos de atenção, 3 tipos de memória, 2 tipos verbais, 2 tipo visuais, raciocínio lógico, raciocínio numérico, criatividade), que estão publicadas no livro «<a href="https://www.presenca.pt/collections/colecao-vasco-catarino-soares/products/exercicios-para-recarregar-o-cerebro" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Exercícios para Recarregar o Cérebro</a>». Se for mais exigente e quiser obter resultados mais apurados este é o programa de treino cerebral indicado para si.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="668" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/03/exercicios_para_recarregar_o_cerebro_MAIL-668x1024.jpg" alt="exercícios para recarregar o cérebro" class="wp-image-17211" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/03/exercicios_para_recarregar_o_cerebro_MAIL-668x1024.jpg 668w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/03/exercicios_para_recarregar_o_cerebro_MAIL-196x300.jpg 196w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/03/exercicios_para_recarregar_o_cerebro_MAIL-768x1178.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/03/exercicios_para_recarregar_o_cerebro_MAIL-1002x1536.jpg 1002w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/03/exercicios_para_recarregar_o_cerebro_MAIL-1336x2048.jpg 1336w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/03/exercicios_para_recarregar_o_cerebro_MAIL-460x705.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/03/exercicios_para_recarregar_o_cerebro_MAIL-160x245.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/03/exercicios_para_recarregar_o_cerebro_MAIL-320x491.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/03/exercicios_para_recarregar_o_cerebro_MAIL-480x736.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/03/exercicios_para_recarregar_o_cerebro_MAIL-640x981.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/03/exercicios_para_recarregar_o_cerebro_MAIL-960x1472.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/03/exercicios_para_recarregar_o_cerebro_MAIL-1120x1717.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/03/exercicios_para_recarregar_o_cerebro_MAIL-scaled.jpg 1670w" sizes="(max-width: 668px) 100vw, 668px" /></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Obtenha hábitos de alimentação e sono saudáveis</strong></h3>



<p>Escolha alimentos que são bons para o cérebro. De um modo geral, e salvo excepções por questões de saúde, os alimentos com <strong>ácidos gordos ómega-3</strong> (salmão, sardinhas e atum), com <strong>vitaminas </strong>e<strong> glutatião</strong> (bróculos), um anti-oxidante que protege as células cerebrais, os feijões (<strong>proteínas </strong>e<strong> minerais</strong>) e frutas (vitaminas), são os que mais potencial têm para manter um cérebro jovem e altamente produtivo.</p>



<p>Não prescinda das suas <strong>7 a 8 horas de sono</strong>. Durante o sono há células cerebrais que fazem uma limpeza do material tóxico que é produzido diariamente no cérebro. Sem o sono adequado o cérebro não pode efectuar da melhor forma este “trabalho” tão importante.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Empenhe-se no exercício físico</strong></h3>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-EJNTI' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>O exercício físico estimula a produção de uma proteína (a BDNF) que promove o <strong>desenvolvimento de neurónios</strong> e a <strong>criação de mais ligações entre si</strong> (de que o cérebro tanto precisa para manter funções e estado óptimo). As pequenas corridas e as caminhadas são o tipo de exercício que mais contribui para este efeito. Vá mudando o local onde as pratica para que possa ir observando as características das diferentes paisagens até as dominar. Repare que era isto que os homens nómadas faziam, conseguindo assim galopar na evolução.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Conviva, converse, socialize</strong></h3>



<p>Aconselho veementemente a socializar. Mantenha conversações com diferentes pessoas, com as mais diversas profissões e que se interessem por assuntos e actividades diferentes. Desta diversidade e do hábito que adquirir vai ver que resulta uma <strong>maior abertura e flexibilidade</strong>. Vai também observar que de diferentes vidas e modos de lidar com os problemas também resultam boas soluções. E o seu cérebro vai beneficiar mais do que imagina.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Procure novas actividades</strong></h3>



<p>De tempos a tempos procure empreender novas actividades. Isto ajuda a <strong>evitar a estagnação</strong>. Se estiver a fazer sempre as mesmas coisas está a automatizá-las e a impedir a activação das redes cognitivas que procuram soluções (os processos automáticos estimulam menos neurónios). Pode, por exemplo, aprender mais sobre um tema da actualidade, praticar um desporto que desafie o intelecto, aprender um instrumento musical, jogar às cartas ou xadrez.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>6. Não fuja do difícil</strong></h3>



<p>Há sempre tarefas ou actividades que temos mais dificuldade em executar. A tendência natural é para as evitar. Mas o meu conselho é para que não o faça; não fuja das tarefas que tem dificuldade em realizar (mas que por algum motivo tem de as fazer), pois como tem de chegar a uma resposta, vai tentar compensar com uma solução de desenrasque, activando assim <strong>redes cerebrais que se consolidarão</strong> (mas que não são as melhores para a tarefa), fazendo com que vá optando sempre pela mesma resposta de “atalho”. A isto damos o nome de <strong>aprendizagem negativa</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>7. Reflicta sobre o óbvio e o que faz diariamente de modo automático</strong></h3>



<p>Habitue-se a ir reflectindo sobre o que faz e porque o faz de determinada forma. Isto promove o que se chama <strong>metacognição</strong> (análise realizada pelo próprio sobre o seu estado emocional e modo de agir). A metacognição permite-nos desenvolver a capacidade de controlo emocional e comportamental, pelo conhecimento adquirido sobre nós próprios e, em última análise, modificar comportamentos e reacções emocionais.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-EJNTI' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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