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	<title>Vânia Duarte, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Vânia Duarte, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>O que podemos aprender com o Solstício de Inverno?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-que-podemos-aprender-com-o-solsticio-de-inverno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vânia Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Dec 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, dia 21 de Dezembro, celebramos oficialmente o Solstício de Inverno, caracterizado pela chegada desta estação e por ser o dia mais curto do ano, o que consequentemente traz a noite mais longa. E claro que muitos de nós por vivermos num país tão abençoado de sol tendemos a olhar para esta altura do ano de uma forma mais triste. Dias curtos, frio, chuva e pouca vontade de sair de casa. Mas o que podemos mesmo aprender com esta chegada?</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-que-podemos-aprender-com-o-solsticio-de-inverno/">O que podemos aprender com o Solstício de Inverno?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Hoje, dia 21 de Dezembro, celebramos oficialmente o Solstício de Inverno, caracterizado pela chegada desta estação e por ser o dia mais curto do ano, o que consequentemente traz a noite mais longa. E claro que muitos de nós por vivermos num país tão abençoado de sol tendemos a olhar para esta altura do ano de uma forma mais triste. Dias curtos, frio, chuva e pouca vontade de sair de casa. Mas o que podemos mesmo aprender com esta chegada?</strong></p>



<p>Na cultura pagã esta época é conhecida como Yule, existindo várias celebrações à volta da temática noite e dia. A ideia era celebrar a vitória da Luz contra a sombra uma vez que a partir daqui os dias aos poucos começam a ficar maiores e o sol ganha cada vez mais espaço.&nbsp;</p>



<p>Ora eu gosto sempre de olhar para estas festividades com um sentido curioso e perceber aquilo que posso aprender com elas para levar aos meus alunos uma nova forma de olharmos para diferentes épocas do ano, pois <strong>tal como nós o nosso ano é cíclico e precisa de ser vivido dessa forma</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A vitória da Luz contra a sombra</strong></h2>



<p>Esta analogia da vitória da Luz contra a sombra é algo que podemos trazer de forma regular para as nossas vidas e pergunto muitas vezes a quem pratica comigo na <a href="https://casalagomyoga.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Casa Lagom Yoga</a>, de que forma procuram manter uma vida Iluminada, de que forma procuram manter uma vida cheia no meio do caos da vida. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma vida cheia no meio do caos da vida</strong></h2>



<p>Se olharmos para o caos da vida com os mil afazares, as muitas vezes que dizemos <em>“não tenho tempo”</em>, as outras tantas vezes em que terminamos um dia a sentirmo-nos uma nulidade por não termos conseguido cumprir todas as tarefas insanas que ainda achamos ser possível concretizar num dia podemos afirmar que este é o lado sombra. Ora olhando para uma sociedade que está cada vez mais privada de contacto humano caindo na falácia da proximidade que as redes sociais criam mas que efetivamente afastam ainda mais, é fácil perceber que as pessoas estão na sua maioria cansadas, irritadas, infelizes, descontentes e desmotivadas, ou seja, estão embrulhadas numa completa sombra de coisas para fazer, coisas para comprar, coisas para ter mas estão cada vez menos presentes.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Muitas coisas para fazer e muito pouco para realmente receber</strong></h2>



<p>E chegamos a uma época, onde a sua essência seria a família, a companhia, a presença a entrega, mas aquilo que mais vemos é a irritação de longas filas de trânsito, longas filas em lojas, o correr desenfreado por compras e mais compras de coisas que vão apenas acumular sem as quererem realmente. E entramos mais uma vez na sombra do consumismo.&nbsp;</p>



<p>E por fim, temos uma época fria, onde a chuva, os dias curtos e o frio fazem parte e tendemos a cair facilmente nas desculpas do <em>“hoje não vou ao </em><a href="https://simplyflow.pt/yoga-um-caminho-que-te-leva-de-volta-a-casa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>yoga</em></a><em>/ao ginásio porque está a chover”</em>, escolhendo de forma automática o não cuidar de nós, o não tirar tempo para nós porque algo que faz parte de uma estação – a chuva – apareceu.</p>



<p>Ora estas escolhas, de cair no rebuliço desenfreado de uma época que perdeu o seu sentido apelando loucamente ao consumismo, versus deixarmos que as desculpas adiem o nosso autocuidado para as promessas de ano novo que todos irão fazer mas que passados 20 dias já se perderam novamente no rebuliço da vida, torna a nossa vida repleta de muitas coisas para fazer e muito pouco para realmente receber. Assim, gosto sempre de desafiar os meus alunos a encontrarem e nutrirem momentos de luz no seu dia.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Precisamos de equilíbrio nas 24h que temos. </strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-jv2PK' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Precisamos de viver com um propósito, de tornar o tempo valioso, precisamos de perceber que aquele tempo que escolhemos estar em longas filas para entrar num centro comercial e comprar presentes de forma desenfreada já não vai voltar. E que <strong>esse tempo poderia ter sido o melhor presente se o tivéssemos dado genuinamente a alguém que amamos</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dar tempo. Dar tempo a quem amamos, dar tempo a nós mesmos.&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>É assim que acendemos a chama da luz no meio da sombra que são muitas vezes os nossos dias.</strong> E, como digo tantas vezes na escola, não precisamos de tirar 2h por dia para cuidar de nós. Se era bom ter 1h por dia todos os dias – sim, claro – mas não sendo possível, porque não 20 minutos a <a href="https://simplyflow.pt/a-importancia-de-uma-respiracao-consciente/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">respirar</a> ainda na tua cama? A torcer o corpo, alongar, espreguiçar. Porque não esquecer o telemóvel e pegares no livro que andas a adiar? Porque não pegares no telemóvel e em vez de fazeres scroll infinito ligares aquela pessoa que andas a dizer “temos de combinar” há imenso tempo e efetivamente combinares algo. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dar tempo. Ter tempo. É o maior presente. É a maior luz que podes ter na tua vida.&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>É quando te permites escolher primeiro e aos que realmente amas de forma mesmo verdadeira que a luz vence a sombra.&nbsp;</strong></p>



<p>É quando olhamos para a vida como passageira que percebemos que o Inverno e os seus dias escuros, cinzentos e chuvosos também passam e lá à frente quando o calor voltar em força, a falta de água se tornar uma realidade e não aguentarmos estar sem um ar condicionado, voltaremos a pensar que lá longe existe um Inverno e um frio que até iria saber bem.&nbsp;</p>



<p>Acima de tudo, o<strong> Solstício de Inverno lembra-nos que tudo na vida faz parte de um ciclo, e que é possível encontrar beleza na escuridão se a soubermos iluminar de forma realmente intencional</strong>.&nbsp;</p>



<p class="has-small-font-size">Nota: Fotografia por Margarida Pestana&nbsp;</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-jv2PK' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<title>A importância de uma respiração consciente</title>
		<link>https://simplyflow.pt/a-importancia-de-uma-respiracao-consciente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vânia Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Mar 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo São]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Respiração]]></category>
		<category><![CDATA[Respiração consciente]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Vânia Duarte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se pensarmos que o corpo humano consegue viver até 50 dias sem comida, 3 dias sem água, mas apenas consegue chegar aos 4 minutos sem oxigénio, como é que é possível passarmos uma vida inteira sem nos preocuparmos em observar o estado na nossa respiração?</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/a-importancia-de-uma-respiracao-consciente/">A importância de uma respiração consciente</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>São muitas as pessoas que passam grande parte da vida preocupadas com o que devem/podem comer para serem mais saudáveis e tantas outras que bebem religiosamente uma percentagem de água diária para manter o corpo bem hidratado. E tudo isto está absolutamente certo, mas e a respiração? Se pensarmos que o corpo humano consegue viver até 50 dias sem comida, 3 dias sem água, mas apenas consegue chegar aos 4 minutos sem oxigénio, como é que é possível passarmos uma vida inteira sem nos preocuparmos em observar o estado na nossa respiração?</strong></p>



<p>Respiração esta força vital que te permite estar aqui neste exato momento a ler o meu artigo, mas da qual muito provavelmente raramente te lembras.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Respiração este super poder que todos temos, mas que a maioria nem se apercebe.</strong></h2>



<p>Em contexto de aula, são muitas as pessoas que chegam até mim completamente desconectadas da sua respiração, com grandes crises de ansiedade e com tendência para a hiperventilação e isto mostra apenas uma única coisa: os elevados níveis de stress a que diariamente estamos sujeitos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Respirar conscientemente é muito mais do que uma coisa zen que se faz em aulas de <a href="https://simplyflow.pt/yoga-um-caminho-que-te-leva-de-volta-a-casa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Yoga</a>, é acima de tudo higiene mental e física. </strong></h2>



<p>Preparar a mente e o corpo antes de ir para a cama com alguns exercícios de respiração profunda, onde colocas as tuas mãos na barriga e respiras profundamente, ajuda a produzir óxido nítrico, uma molécula que é produzida naturalmente pelo nosso corpo e que permite a vasodilatação, relaxando assim os músculos. Isto significa que introduzir diariamente 10 a 15 minutos de respiração profunda e consciente antes de adormeceres te vai ajudar a teres uma noite mais descansada.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Todos nós respiramos isso é um facto, mas será que respiramos realmente bem? </strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-hVAYW' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Aquilo que mais observo nos alunos que chegam à minha escola é que a maioria tem uma respiração extremamente superficial, ou seja a respiração fica essencialmente na zona do peito sendo raro o respirar fundo, o expandir a barriga e o usar toda a capacidade do diafragma. Isto acaba por tornar as pessoas mais suscetíveis a desenvolverem ansiedade, a criarem tensões nos ombros e na cervical, pois ao não respirarem completamente o peito nunca se abre por completo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Se observarmos um bebé a respirar percebemos que a sua respiração é absolutamente extraordinária.&nbsp;</strong></h2>



<p>A barriga expande em primeiro lugar, conseguimos perceber que o diafragma está em pleno trabalho, e logo de seguida o peito e os ombros trabalham. É uma máquina perfeita a funcionar em pleno vapor e conseguimos perceber isso quando os bebés choram, por exemplo. Será que é por terem melhores cordas vocais do que nós adultos? Não. É essencialmente por usarem a sua capacidade respiratória a 100% conseguindo assim armazenar mais oxigénio dentro de si fazendo-se assim ouvir mais alto.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Com o passar do tempo, vamos perdendo a conexão com a respiração.</strong></h2>



<p>Ora o que vai acontecendo é que à medida que crescemos, à medida que começamos a ganhar consciência do nosso corpo, das responsabilidades, da vida no geral, <strong>o ser humano começa a viver muito mais em piloto automático levando lentamente à desconexão da respiração e ao atrofiar de um músculo extremamente importante: o diafragma</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O diafragma é um dos principais músculos da respiração.&nbsp;</strong></h2>



<p>Durante a inspiração, o diafragma contrai e desce e com isso reduz a pressão intratorácica e comprime as vísceras abdominais, facilitando assim a entrada de ar nos pulmões. Ao expirarmos o diafragma relaxa e sobe, aumentando assim a pressão intratorácica para expulsar o ar dos pulmões.</p>



<p>O que conseguimos perceber é que ao deixarmos de respirar profundamente e conscientemente o nosso diafragma começa a atrofiar e a perder capacidade de expansão e contração (tal como qualquer músculo, se não for devidamente usado e trabalhado). É por isto que muitas pessoas dizem algo como:&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><em>“Eu não respiro, nem me apercebo disso!”</em></strong></h2>



<p><strong>É óbvio que as pessoas respiram, mas é tão subtil que nunca chegam a perceber o impacto disto numa maior oxigenação do cerébro e do corpo como um todo.&nbsp;</strong></p>



<p>Queres saber um pequeno segredo? Acredito profundamente que se as pessoas respirassem profundamente todos os dias e se ligassem mais à respiração, teríamos uma sociedade mais feliz e menos preocupada, afinal de contas a respiração também ajuda a aumentar a serotonina, uma das hormonas da felicidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância de respirarmos conscientemente todos os dias.</strong></h2>



<p>A verdade é que depois de toda esta explicação mais teórica, aquilo que eu gostava realmente de deixar como um legado a quem se cruza comigo é <strong>a importância de pararmos diariamente por 10 a 15 minutos e criarmos este hábito de começar a respirar fundo</strong>. Não custa dinheiro, não precisas de nenhum aparelho específico, apenas precisas de sentar-te confortavelmente – gosto muito de sugerir sentar numa cadeira com os pés no chão, no entanto podes fazê-lo ao sentares-te no chão, desde que garantas que não começas a arredondar as costas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>No fundo é isto, fazer da respiração um hábito consciente.&nbsp;</strong></h2>



<p>Tal como te preocupas em comer bem, beber água, dormir as horas suficientes, começa também a trazer a preocupação de manteres uma respiração profunda e completa diariamente. Garanto-te que a tua saúde vai realmente agradecer.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="819" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/03/respirar1-1024x819.jpg" alt="respiração" class="wp-image-17352" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/03/respirar1-1024x819.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/03/respirar1-300x240.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/03/respirar1-768x614.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/03/respirar1-460x368.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/03/respirar1-160x128.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/03/respirar1-320x256.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/03/respirar1-480x384.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/03/respirar1-640x512.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/03/respirar1-960x768.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/03/respirar1-1120x896.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/03/respirar1.jpg 1350w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>2 Sugestões de respirações conscientes para praticares diariamente:&nbsp;</strong></h2>



<p>Se não souberes como o fazer podes usar estas duas sugestões que te deixo ou vires até à minha <a href="https://casalagomyoga.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">escola</a>, em Carcavelos, para aprenderes mais sobre respiração consciente.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Exercício para o acordar</strong></h3>



<p>Mantém as costas direitas e inspira bem lentamente durante 4 tempos e expira pelos mesmos tempos. Procura fazer no mínimo 10 ciclos desta respiração completa onde vais estar a abrir o peito e a permitir o corpo começar a tomar atenção que o dia está a começar.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Exercício antes de dormir</strong></h3>



<p>Deita-te na cama, coloca a mão esquerda na barriga e a mão direita no peito. Inspira de forma lenta e profunda em 4 tempos e expira em 8 tempos. Se sentires que é demasiado procura reduzir para 3-6, o objetivo aqui é duplicar a expiração para que a tua respiração se torne cada vez mais lenta e leve o teu corpo a entrar em modo de descanso.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Para terminar, uma curiosidade: </strong></h2>



<p><strong>Sabias que na Índia acredita-se que viemos ao mundo com um número limitado de respirações e que quanto mais rápido respirarmos mais depressa morremos?</strong> Se é verdade ou não, nunca saberemos, mas se pensares que no reino animal os animais que vivem mais tempo são os que respiram mais lentamente parece fazer sentido.</p>



<p class="has-small-font-size">Nota: Fotografias por Margarida Pestana</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-hVAYW' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>A magia dos cristais</title>
		<link>https://simplyflow.pt/a-magia-dos-cristais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vânia Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Nov 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[A magia dos cristais]]></category>
		<category><![CDATA[cristais]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Vânia Duarte]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais do que um livro para ler e colocar na estante, aquilo que quis foi criar um guia para a vida.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/a-magia-dos-cristais/">A magia dos cristais</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Lancei o meu primeiro livro, “A magia dos cristais”. Estou feliz, entusiasmada e com o coração cheio pelo feedback fabuloso que tenho recebido e aproveito, desde já, para te convidar para o lançamento presencial que vai acontecer já este sábado, dia 27 de Novembro, às 16h, na Fnac do CascaiShopping.</strong></p>



<p>Sou verdadeiramente apaixonada por cristais e, por isso, este livro reúne tudo aquilo que sempre senti falta em livros escritos em português. Falo-te de cristais individuais, rituais, grelhas, chakras, meditação, <a href="https://simplyflow.pt/journaling-o-que-e-e-quais-os-seus-beneficios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">journaling</a> e até cristais para cada área da casa. Partilho contigo uma série de conceitos sobre cristais mestres e até te trago toda uma área com alguns cristais falsos e manipulados. <strong>Mais do que um livro para ler e colocar na estante, aquilo que quis foi criar um guia para a vida.</strong> Um guia que possas consultar sempre que precisares e que vem acompanhado de fotografias lindíssimas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Poderia partilhar contigo sobre o que vais encontrar no livro, mas decidi aproveitar para te contar uma história sobre resiliência e sobre a importância de aprender a dizer não. E o que é que isto tem a ver com o meu livro? Tudo.</strong></h2>



<p>No final de 2018, decidi começar a fazer um processo de coaching para me ajudar a centrar naquilo que queria para a minha vida e, apesar de não imaginar que a <a href="https://suryacristais.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Surya Cristais</a> – a minha loja de minerais online &#8211;&nbsp; iria nascer no ano a seguir, eu já partilhava sobre cristais nas minhas redes sociais e ia percebendo que as pessoas estavam curiosas com este mundo.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="683" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/11/352021-vaniaduartelivro-1292-683x1024.jpg" alt="cristais" class="wp-image-16429" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/11/352021-vaniaduartelivro-1292-683x1024.jpg 683w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/11/352021-vaniaduartelivro-1292-200x300.jpg 200w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/11/352021-vaniaduartelivro-1292-768x1152.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/11/352021-vaniaduartelivro-1292-1024x1536.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/11/352021-vaniaduartelivro-1292-1365x2048.jpg 1365w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/11/352021-vaniaduartelivro-1292-460x690.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/11/352021-vaniaduartelivro-1292-160x240.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/11/352021-vaniaduartelivro-1292-320x480.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/11/352021-vaniaduartelivro-1292-480x720.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/11/352021-vaniaduartelivro-1292-640x960.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/11/352021-vaniaduartelivro-1292-960x1440.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/11/352021-vaniaduartelivro-1292-1120x1680.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/11/352021-vaniaduartelivro-1292-scaled.jpg 1707w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure></div>



<p>Nessa mesma altura surgiu a oportunidade de em 2019 ir fazer um retiro à Índia com a minha querida <a href="https://simplyflow.pt/author/rute-caldeira/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rute Caldeira</a> e eu, apesar de não ter dinheiro para o retiro, sabia que tinha de ir. Então, durante o processo de coaching surgiu a ideia de escrever um E-book de Cristais. Seria uma forma de perceber se aquilo que eu partilhava sobre cristais era realmente interessante para as pessoas e de juntar alguns euros para a viagem. E assim foi.&nbsp;</p>



<p>Durante todo o mês de Dezembro de 2018 estive a trabalhar naquele que foi o meu primeiro E-book de Cristais. Lancei-o no início de 2019 e, sem qualquer expectativa, foi um sucesso. Aconteceram, então, duas coisas:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Pagou a minha viagem à Índia;</li><li>Chegou ao conhecimento de uma editora através de partilhas feitas no Instagram por quem já tinha comprado.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>No início de Fevereiro de 2019 fui contactada por uma editora para editar um livro sobre cristais em Português. </strong></h2>



<p>Na época fiquei muito feliz com o convite, reuni com a editora, tive o contrato na minha mão e passado uma semana não só disse que não como recomendei outra pessoa da área para escrever o livro.&nbsp;</p>



<p>Foram muitas as pessoas que me disseram que estava a cometer um erro ao dizer que não a esta oportunidade, mas a verdade é que eu estava metida em muitos cursos ao mesmo tempo, mais o meu trabalho numa agência de publicidade, mais a vida familiar e apercebi-me que, apesar de ter lançado um E-book, <strong>a responsabilidade de escrever um livro era completamente diferente e eu ainda não tinha a maturidade suficiente para o fazer</strong>. Por isso disse que não.&nbsp;</p>



<p>A Surya Cristais nasceu nesse ano. Sem pressões de ter de correr bem, porque eu tinha o meu trabalho na agência. Era a minha semente que eu ia regando diariamente sem pensar realmente no que é que poderia ganhar com isto, foi desfrutar e confiar até que…</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Em Fevereiro de 2020 (exatamente um ano depois do primeiro convite) fui contactada por outra editora, a Nascente, para escrever um livro sobre cristais.</strong></h2>



<p>E nessa altura a ideia já não me pareceu estranha. A Surya Cristais estava a crescer e, por isso, aceitei reunir com eles. As coisas estavam realmente muito bem encaminhadas, mas de repente o mundo parou com a chegada da COVID-19. As editoras congelaram todos os lançamentos e este livro ficou em standby. Eu aceitei que assim era.</p>



<p><strong>Continuei a trabalhar diariamente para trazer os melhores cristais, para criar o melhor conteúdo e a ideia do livro, apesar de estar cá, não me angustiava. Eu sabia que se tivesse de acontecer iria chegar o momento.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Em Maio de 2020 recebo um convite de uma terceira editora.</strong></h2>



<p>Mais uma vez reuni com eles, tive o contrato na mão e estava tudo encaminhado para eu assinar, mas alguma coisa me dizia que devia esperar pois não sentia uma grande conexão com esta oportunidade. No dia em que falei com a terceira editora a dizer que não estava preparada para avançar recebi novo e-mail da Nascente a contactar-me para avançar. Isto aconteceu em Setembro de 2020 e foi aqui que assinámos contrato para durante os 10 meses a seguir criarmos <a href="https://www.2020.pt/loja/livro/a-magia-dos-cristais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">este livro</a> que chegou fisicamente às livrarias no dia 8 de Novembro e já é um verdadeiro sucesso de vendas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E porque é que conto isto tudo?</strong></h2>



<p>Por duas razões:&nbsp;</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-7bZfC' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list"><li><strong>Não tenhas medo de dizer que não.</strong> <strong>Não tenhas medo de esperar</strong>, mesmo que isso signifique que outras pessoas o possam fazer. <strong>Não tenhas medo de assumir quando algo é demasiado para ti no momento</strong>. Se confiares no teu trabalho e na tua verdade, o coração sabe sempre o caminho correto. Lembra-te que eu não só disse que não à primeira editora, como recomendei outra pessoa da área. Para muitos isto pode ser loucura, para mim é apenas uma coisa: segurança no meu trabalho.&nbsp;</li><li>Vão sempre existir vozes a clamar que chegaste onde chegaste por cunhas, por conhecimentos ou por sorte. Sempre. Será de certeza uma pequena minoria, mas vai acontecer. Tenhas tu 100 seguidores ou 1 milhão, tenhas tu 5 euros no bolso ou 5 mil, <strong>se as coisas te correrem bem, vai sempre existir alguém a dizer que só estás onde estás por qualquer coisa extra</strong>.&nbsp; Aquilo que mais aprendi ao longo destes anos é que <strong>se, ao final do dia, tiveres consciência que deste o teu melhor, o resto é apenas e só ruído</strong>.</li></ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ora este artigo podia ser a falar sobre o conteúdo do meu livro, mas prefiro deixar que a tua curiosidade o queira descobrir.&nbsp;</strong></h2>



<p>Já o encontras à venda em todas as livrarias físicas e online e até na minha loja onde o recebes autografado e com uma dedicatória especial.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="768" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/11/IMG_6298-768x1024.jpg" alt="cristais" class="wp-image-16431" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/11/IMG_6298-768x1024.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/11/IMG_6298-225x300.jpg 225w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/11/IMG_6298-1152x1536.jpg 1152w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/11/IMG_6298-1536x2048.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/11/IMG_6298-300x400.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/11/IMG_6298-460x613.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/11/IMG_6298-160x213.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/11/IMG_6298-320x427.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/11/IMG_6298-480x640.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/11/IMG_6298-640x853.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/11/IMG_6298-960x1280.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/11/IMG_6298-1120x1493.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/11/IMG_6298-scaled.jpg 1920w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Acima de tudo, aquilo que te quis mostrar é que não há mal em adiar sonhos e que é possível tornar os nossos objetivos realidade sem termos de entrar numa correria.</strong></h2>



<p>A verdade é que olhando para trás a melhor coisa que eu fiz foi efetivamente ter dito que não à primeira editora. Não porque a proposta fosse má, mas porque eu não estava preparada para viver isto e para me submeter à escrita de um livro. E não há nada de errado em admitir isto.</p>



<p><strong>Porque às vezes as melhores recompensas chegam depois de termos a coragem de dizer que não a coisas incríveis. </strong></p>



<p class="has-small-font-size">Nota: Fotografias por Margarida Pestana</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-7bZfC' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/a-magia-dos-cristais/">A magia dos cristais</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Outono como caminho para olhar para dentro</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-outono-como-caminho-para-olhar-para-dentro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vânia Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Oct 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo São]]></category>
		<category><![CDATA[Journaling]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Outono]]></category>
		<category><![CDATA[Vânia Duarte]]></category>
		<category><![CDATA[Yoga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os dias estão mais curtos, o nosso corpo começa a pedir alimentos mais quentes e aquela sensação de querer abrandar começa a tornar-se mais evidente. É esta a vibração de Outono que nos convida verdadeiramente a olhar para dentro para esta nossa casa interna e a desfrutar da nossa própria companhia.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-outono-como-caminho-para-olhar-para-dentro/">O Outono como caminho para olhar para dentro</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Outono chegou e, apesar dos dias de sol e calor se manterem por cá, a verdade é que a energia de recolhimento tão característica desta estação do ano já se sente. Os dias estão mais curtos, o nosso corpo começa a pedir alimentos mais quentes e aquela sensação de querer abrandar começa a tornar-se mais evidente. É esta a vibração de Outono que nos convida verdadeiramente a olhar para dentro para esta nossa casa interna e a desfrutar da nossa própria companhia.</strong></p>



<p>Olho para o Outono como <strong>uma verdadeira oportunidade para desconectar</strong>. Para deixar de lado o excesso de estímulos externos que as estações mais quentes nos proporcionam e conectarmo-nos mais com a respiração e com a fluidez de práticas que incentivem a <strong>tomada de consciência do nosso corpo como um todo</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É importante manter o corpo em movimento.&nbsp;</strong></h2>



<p>Apesar de aos poucos o frio começar a chegar e existir uma certa tendência para nos tornarmos mais letárgicos <strong>é realmente importante manter o corpo em movimento para que a nossa imunidade se mantenha forte e a mente saudável</strong>. Depois de um ano e meio bastante difíceis devido à pandemia é importante procurarmos<strong> atividades que nos nutram por inteiro e que nos mantenham motivados</strong> especialmente quando aos poucos a luz do dia começa a encurtar levando-nos muitas vezes a mergulhar durante horas na televisão.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Manter o auto cuidado sempre.&nbsp;</strong></h2>



<p>Como professora de Yoga e fundadora da <a href="https://casalagomyoga.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Casa Lagom</a> procuro incentivar os meus alunos a manterem o seu auto cuidado durante toda a semana. Não é só o momento que escolhem tirar para praticar Yoga nos dias em que vão à escola, é <strong>procurar bloquear todos os dias pelo menos 20 minutos para aquilo a que chamo higiene mental que no fundo é simplesmente parar, sentar e respirar</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Chega de adiar!</strong></h2>



<p>A verdade é que usamos muito a falta de tempo para justificar muitas coisas na nossa vida, mas será que existe realmente falta de tempo ou existe falta de gestão de tempo? E isto leva-nos a outra questão: o adiar. Quantos de nós já não fizeram resoluções de início de ano? <em>“É agora que vou emagrecer.” “É agora que vou cuidar de mim, mover-me ou começar a ler mais.”</em> Chega de adiar, <strong>é exatamente isto que a energia de Outono nos traz, esta energia de recolhimento, de nos permitirmos olhar para o nosso dia e procurar 20 minutos que sejam para parar</strong>.</p>



<p>Quem sabe esses 20 minutos não podem acontecer ao acordarmos um pouco mais cedo. Ou talvez durante a hora de almoço, em vez de ficarmos letárgicos a consumir redes sociais porque não usar esse tempo para caminhar, fechar os olhos e respirar profundamente, escrever sobre o que a alma quiser de forma completamente livre ou simplesmente alongar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>4 Dicas para manter a conexão no Outono:&nbsp;</strong></h2>



<p>Algumas dicas que me permitem conectar com a minha casa interna durante esta época são:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-wV71F' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Journaling</strong></h3>



<p>Eu sou completamente apaixonada pela escrita livre e já perdi a conta ao número de cadernos que enchi com pensamentos e ideias soltas que vou deixando. Não tem de ser nada elaborado e, na verdade, quanto mais sem expectativas for melhor. O segredo da escrita está em começar. Tal como Elizabeth Gilbert escreveu uma vez no fabuloso livro “A Grande Magia”, se ela estivesse à espera da chamada inspiração, nenhum livro dela teria nascido. A maior parte das vezes a escrita começa de forma forçada, uma palavra atrás da outra e quando damos por nós a mente desbloqueou. No entanto, como sei que para algumas pessoas a escrita não é um hábito vou deixar aqui três temáticas para desenvolver na sua prática de <a href="https://simplyflow.pt/journaling-o-que-e-e-quais-os-seus-beneficios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Journaling</a>:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Aponta três ideias para tornares os últimos meses do ano mais saudáveis e ativos e descreve passo a passo como os vais implementar.</li><li>Qual a memória que te traz mais alegria?</li><li>Outubro para ti combina com? Descreve o mais detalhadamente possível.</li></ul>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0195-683x1024.jpg" alt="olhar" class="wp-image-16157" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0195-683x1024.jpg 683w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0195-200x300.jpg 200w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0195-768x1152.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0195-1024x1536.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0195-1365x2048.jpg 1365w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0195-460x690.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0195-160x240.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0195-320x480.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0195-480x720.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0195-640x960.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0195-960x1440.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0195-1120x1680.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0195-scaled.jpg 1707w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Movimento</strong></h3>



<p>Eu sei que o frio tende a deixar-nos mais preguiçosos, mas é justamente por estarmos numa altura onde o sistema imunitário mais é colocado à prova que precisamos de nos mover. A minha opinião é que devemos sempre procurar uma modalidade que nos apaixone e entusiasme. É óbvio que como professora de Yoga vou sempre tentar espalhar os benefícios desta prática milenar que vão muito além das posturas acrobáticas que vemos por essas redes sociais fora. No entanto, aquilo que mais importa é efetivamente que faças alguma coisa que te entusiasma e não porque todos fazem.</p>



<p>Na minha escola, incentivo os alunos a combinarem práticas mais ativas como o Vinyasa, onde, para além da total consciência da respiração, trabalhamos a força e resistência muscular, com práticas de maior permanência como o Yin Yoga, onde a ausência de movimento e a longa permanência nas posturas permitem não só potenciar a <a href="https://simplyflow.pt/o-mito-da-flexibilidade-no-yoga/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">flexibilidade</a> e mobilidade geral do corpo. São um verdadeiro convite a desligar por completo. A verdade é que à primeira vista uma prática de maior permanência pode não ser atrativa para nós habitantes do Ocidente, mas garanto que assim que experimentamos a conjugação de práticas Yang (ativas) com práticas Yin (permanência) o corpo torna-se muito mais estável e com maior espaço. E a maior curiosidade de tudo isto é que pelo menos na Casa Lagom a aula que esgota por completo é exatamente a de Yin Yoga. Eu tenho uma teoria: passamos a vida a fugir do silêncio e da quietude e quando nos permitimos só estar percebemos o impacto nocivo que uma vida de estímulos externos traz à nossa mente.</p>



<figure class="wp-block-gallery aligncenter columns-2 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0389-683x1024.jpg" alt="" data-id="16161" data-full-url="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0389-scaled.jpg" data-link="https://simplyflow.pt/?attachment_id=16161" class="wp-image-16161" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0389-683x1024.jpg 683w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0389-200x300.jpg 200w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0389-768x1152.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0389-1024x1536.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0389-1365x2048.jpg 1365w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0389-460x690.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0389-160x240.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0389-320x480.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0389-480x720.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0389-640x960.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0389-960x1440.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0389-1120x1680.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0389-scaled.jpg 1707w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0286-683x1024.jpg" alt="olhar" data-id="16159" data-full-url="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0286-scaled.jpg" data-link="https://simplyflow.pt/?attachment_id=16159" class="wp-image-16159" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0286-683x1024.jpg 683w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0286-200x300.jpg 200w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0286-768x1152.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0286-1024x1536.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0286-1365x2048.jpg 1365w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0286-460x690.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0286-160x240.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0286-320x480.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0286-480x720.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0286-640x960.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0286-960x1440.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0286-1120x1680.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0286-scaled.jpg 1707w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure></li></ul></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Respiração</strong></h3>



<p>Li há uns tempos que uma boa técnica para não nos deixarmos acomodar é: quando tivermos vontade de ficar horas a ver tv, sentamo-nos no chão e simplesmente respiramos durante 5 minutos. Isto permite ao cérebro oxigenar e refrescar, e de repente o ficar apenas no sofá já não é tão atrativo. Não que de vez em quando não seja prazeroso ficar a ver uma boa série ou filme no sofá, mas a verdade é que a maioria das pessoas tem padrões diários muito repetidos. Acordamos, vamos para o trabalho, chegamos a casa, tratamos da família, vamos para o sofá e depois para a cama. O corpo precisa de outros estímulos e a mente também. Por isso, procura conectar-te mais com a tua respiração, tomar atenção ao número de vezes que inspiras e expiras por minuto, e procura diminuir esse número. Sabias que os animais que vivem mais tempo possuem respirações muito longas e respiram poucas vezes por minuto? Tem tudo a ver com permitir criar espaço para o peito expandir.</p>



<figure class="wp-block-gallery aligncenter columns-2 is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0267-683x1024.jpg" alt="olhar" data-id="16158" data-full-url="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0267-scaled.jpg" data-link="https://simplyflow.pt/?attachment_id=16158" class="wp-image-16158" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0267-683x1024.jpg 683w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0267-200x300.jpg 200w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0267-768x1152.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0267-1024x1536.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0267-1365x2048.jpg 1365w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0267-460x690.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0267-160x240.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0267-320x480.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0267-480x720.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0267-640x960.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0267-960x1440.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0267-1120x1680.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0267-scaled.jpg 1707w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0371-683x1024.jpg" alt="" data-id="16160" data-full-url="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0371-scaled.jpg" data-link="https://simplyflow.pt/?attachment_id=16160" class="wp-image-16160" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0371-683x1024.jpg 683w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0371-200x300.jpg 200w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0371-768x1152.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0371-1024x1536.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0371-1365x2048.jpg 1365w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0371-460x690.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0371-160x240.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0371-320x480.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0371-480x720.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0371-640x960.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0371-960x1440.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0371-1120x1680.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/10/182021-vaniaduarte-0371-scaled.jpg 1707w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure></li></ul></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Jogos de tabuleiro</strong></h3>



<p>Para terminar tinha de deixar um dos meus passatempos favoritos que combina tão bem com esta época e traz um novo estímulo mental. Chega de ficar agarrado ao telemóvel ou à televisão! Vamos recuperar aqueles hábitos antigos de fazer um puzzle ou jogar um jogo interessante de tabuleiro. Cá por casa somos muito fãs de jogos deste género e garanto que se passam 3 ou 4 horas fabulosas a criar estratégias e a rir sem nos lembrarmos que o telemóvel existe. Para além de fomentar as relações humanas, traz um novo estímulo ao nosso cérebro e isto é impagável.</p>



<p>Espero que gostes destas sugestões e que tornes o teu Outono bem propício ao teu autocuidado. Até à próxima.</p>



<p class="has-small-font-size">Nota: Fotografias por Margarida Pestana</p>



<p></div>
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		<item>
		<title>Yoga para a ansiedade &#8211; Será assim tão linear?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/yoga-para-a-ansiedade-sera-assim-tao-linear/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vânia Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Mar 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo São]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[stress]]></category>
		<category><![CDATA[Vânia Duarte]]></category>
		<category><![CDATA[Yoga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confesso que já perdi a conta ao número de vezes que me fizeram esta pergunta: “Vânia, sofro imenso de ansiedade, achas que o Yoga me vai ajudar?”. E eu acabo por responder quase sempre o mesmo: “Depende, sabes a causa para essa ansiedade?”. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Confesso que já perdi a conta ao número de vezes que me fizeram esta pergunta: “Vânia, sofro imenso de ansiedade, achas que o Yoga me vai ajudar?”. E eu acabo por responder quase sempre o mesmo: “Depende, sabes a causa para essa ansiedade?”.&nbsp;</p>



<p>Creio que nunca se falou tanto em ansiedade e saúde mental como nos dias de hoje, tal como acredito que nunca se criou tanto conteúdo e serviços ligados à ansiedade e, para mim, nada disto está errado se vier com uma nota&nbsp; – que não pode ser de rodapé –&nbsp; de que <strong>se estivermos a falar de ansiedade patológica é realmente importante procurarmos ajuda especializada</strong> e essa não se consegue em vídeos de YouTube, em programas de 7 semanas ou mesmo em aulas regulares de Yoga.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O Yoga não pode ser de todo encarado como uma resposta milagrosa para qualquer questão de saúde.&nbsp;</strong></h2>



<p>Ao longo deste meu percurso como professora de Yoga, tenho-me deparado com muitas pessoas que chegam às minhas aulas com picos de ansiedade, com muito stress acumulado e desejosas de encontrar algo que as ajude a centrar, a acalmar e a dar-lhes alguma sensação de controlo, e aquilo que explico sempre é que o Yoga por si só não é a cura para nada. <strong>Sim, o Yoga dá-nos melhor qualidade de vida. Sim, o Yoga pode ajudar na prevenção e tratamento de patologias</strong>, mas não pode ser de todo encarado como uma resposta milagrosa para qualquer questão de saúde.&nbsp;</p>



<p>E, para mim, se há algo que realmente me incomoda são frases como “Yoga para a ansiedade”, porque isto leva quem lê a acreditar que a pílula dourada está ali.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Yoga para a ansiedade &#8211; Será assim tão linear?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-nIyVW' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Em 2011 fui diagnosticada com Síndrome do Pânico numa época onde não se ouvia falar nisto. Ninguém falava abertamente sobre ataques de pânico, sobre ansiedade ou depressão, era um tema escondido e, por isso, eu própria o escondi. Fui acompanhada durante 2 anos e meio, fiz psicoterapia durante todo este tempo e estive medicada. Em 2013 quando dei início ao largar da medicação os profissionais que me acompanhavam sugeriram-me começar a praticar Yoga como forma de lidar melhor com a abstinência da medicação e foi assim que o <a href="https://simplyflow.pt/yoga-um-caminho-que-te-leva-de-volta-a-casa/">Yoga surgiu na minha vida</a> e se manteve até aos dias de hoje.</p>



<p>O Yoga foi, sem dúvida, uma ferramenta muito importante na minha recuperação, mas não foi por si só uma cura. Lembro-me que partilhei isto com o meu professor e ele próprio me explicou que a prática de Yoga me iria ajudar de certeza a controlar melhor a minha respiração em possíveis ataques de pânico futuros, mas que era importante continuar a ser acompanhada pela equipa que já me acompanhava. Ou seja, no fundo foi um <strong>trabalho multidisciplinar</strong> que me ajudou a equilibrar esta questão na minha vida e foi exatamente isto que me fez querer tornar-me professora de Yoga – ter visto na pele os benefícios da prática sem me esquecer da importância do um trabalho bem mais fundo que a própria pessoa precisa de fazer.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A ansiedade por si só não é uma coisa má.&nbsp;</strong></h2>



<p>Ora, em primeiro lugar acredito que é importante explicar que a ansiedade por si só não é uma coisa má. <strong>É importante sentirmos ansiedade porque é ela que também nos cria aquela vontade de, mesmo com medo, tentar ir um bocadinho mais longe. </strong>Ou a ansiedade que sentimos quando vamos conhecer alguém novo, ou vamos para uma casa nova. Nada disto é necessariamente mau e necessita de intervenção.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Então, quando é que a ansiedade se torna preocupante?</strong></h2>



<p>A <strong>ansiedade descontrolada</strong> que se pode tornar patológica é que é preocupante. <strong>A ansiedade que te começa a condicionar a vida é que faz soar alertas vermelhos.</strong> E, se por acaso aqui chegaste, claro que o Yoga pode ser importante para o teu processo, mas em primeiro lugar é necessário recorrer a um profissional de saúde.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O lado terapêutico do Yoga deve sempre ser conjugado devidamente com a ajuda profissional necessária.&nbsp;</strong></h2>



<p>Enquanto professores de Yoga &#8211; um professor com formação certificada em Yogaterapia seria o ideal &#8211; podemos, sim, trabalhar em conjunto com outros especialistas e criar todo um processo em que o nosso conhecimento na parte física, espiritual e respiratória pode ajudar a grandes melhorias no estado de saúde da pessoa que está connosco, mas <strong>em momento algum se podem apregoar técnicas de yoga para a </strong><a href="https://simplyflow.pt/o-que-e-a-ansiedade-ou-o-stress/"><strong>ansiedade</strong></a><strong> como se um medicamento rápido se tratasse</strong>.</p>



<p>Sim, existem técnicas respiratórias que ajudam muito a serenar o nosso sistema simpático. Existem até técnicas que feitas na cama ajudam a adormecer bem mais rápido. Tal como existem ásanas (posturas) que te podem ajudar a trazer um maior conforto num pico de ansiedade. Mas tudo isto é algo que tem de ser adaptado à pessoa e não passado como se fosse uma coisa para todos. Porque a verdade é que existem posturas que a umas pessoas lhes dão conforto e a outras lhes aumenta muito a ansiedade.</p>



<p>Acima de tudo, está-se a colocar o Yoga numa categoria para a qual ele não foi criado e podemos estar a criar falsas expectativas a pessoas que podem, sem dúvida, beneficiar do lado terapêutico do <a href="https://vaniaduarte.pt/yoga/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Yoga</a> se conjugado devidamente com a ajuda profissional necessária.</p>



<p class="has-small-font-size">Nota: Fotografia por Margarida Pestana</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-nIyVW' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<item>
		<title>Journaling &#8211; O que é e quais os seus benefícios?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/journaling-o-que-e-e-quais-os-seus-beneficios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vânia Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Jan 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Escrever]]></category>
		<category><![CDATA[Escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Journaling]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Vânia Duarte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O journaling tem ganho adeptos ao longo dos anos. É difícil traduzir journaling para português porque seria algo como escrever num diário, mas a verdade é que é muito mais do que escrever sobre como nos correu o dia.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O journaling tem ganho adeptos ao longo dos anos. É difícil traduzir journaling para português porque seria algo como escrever num diário, mas a verdade é que é muito mais do que escrever sobre como nos correu o dia.</strong></p>



<p>Quando me falam em journaling os meus olhos brilham, o coração acelera e automaticamente quero pegar na minha caneta e caderno e começar a escrever. E escrever o quê? O que a mente quiser e a alma pedir.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é o journaling?</strong></h2>



<p>Journaling <strong>é sobretudo sobre exercitar a mente e fazer-nos passar para o papel dúvidas, anseios, vitórias ou simplesmente aprofundar questões da nossa vida</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais os benefícios desta ferramenta de autoconhecimento?</strong></h2>



<p>Uso o journaling numa base diária há 5 anos. Já perdi a conta aos cadernos que enchi nestes últimos anos e em todos eles acabei por trazer grandes insights para a minha vida. Para mim, <strong>um dos maiores benefícios do journaling é ensinar-nos a parar e a observar o nosso estado de espírito e a vida que nos rodeia</strong>. É uma ferramenta poderosa para sairmos do modo automático em que estamos e, quem sabe, começar a delinear pequenas mudanças que se podem vir a transformar em gigantescas conquistas.</p>



<p>Foi através do journaling que comecei a elaborar a minha mudança de carreira. Escrevi muito sobre como seria a minha vida quando estivesse a fazer aquilo que realmente queria. Escrevi sobre as dificuldades. Sobre as coisas boas que iria ganhar. Tracei um plano inicial que fui alterando e comprometi-me que todos os dias ia trabalhar para acontecer aquela mudança que eu tinha colocado em papel. Escrevi também sobre o medo. E foi num dia maravilhoso de journaling que numa página inteira coloquei a data de saída da minha antiga empresa para me dedicar à minha nova vida profissional. 9 meses foi isso que estipulei naquela folha e foi exatamente isso que aconteceu.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quanto mais escrevemos sobre nós, mais nos conhecemos.</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-8QniU' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>E isto é o que mais me fascina no journaling. Não tem de ser feito para mudar de vida, mas quanto mais escrevemos sobre nós, mais nos conhecemos, <strong>mais vamos tendo noção das nossas forças e fraquezas e fica mais fácil saber para onde ir</strong>. </p>



<p>Da mesma forma gosto de o usar para agradecer todos os dias por algo bom que me tenha acontecido e isto é maravilhoso porque mostra-nos que <strong>quando nos permitimos parar mesmo e estar presentes no aqui e no agora percebemos que mesmo naqueles dias em que sentimos que são os piores de uma vida há sempre algo que foi realmente bom</strong> (o beijo ou o sorriso genuíno de alguém que amamos).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual a melhor altura para escrever?</strong></h2>



<p>Também me perguntam qual a melhor altura para o fazer e a minha resposta é sempre: a altura que for mais conveniente para cada um. Eu gosto muito de escrever quando acordo, depois da minha prática de <a href="https://simplyflow.pt/yoga-um-caminho-que-te-leva-de-volta-a-casa/">Yoga</a>. Mas também me acontece muito escrever depois de guiar os meus alunos no tapete. Normalmente, seja quando pratico ou quando dou aulas, tenho sempre o meu caderno perto de mim porque nem que seja um pequeno apontamento, algo vai ficar registado. No entanto, há quem prefira escrever ao final do dia, numa espécie de resumo sobre tudo o que aconteceu durante aquele dia.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como começar?</strong></h2>



<p>O journaling é um convite para estimular a mente, para a fazer sair do loop das redes sociais e do digital e trazer aquele momento de recolhimento, onde somos apenas nós, uma caneta e uma folha em branco com tanto espaço para contra histórias. E <strong>não precisa de escrever todos os dias, na verdade para começar eu recomendo sempre que exista um compromisso realista: 2 a 3 vezes por semana, 5 a 10 minutos</strong>, onde colocamos apenas alguns pensamentos soltos, ideias vagas, quase como se estivéssemos a fazer uma espécie de banco de dados para depois mais à frente aprofundar.</p>



<p>E se não sabe por onde começar, faça como eu fiz quando comecei e visite o <a href="https://www.pinterest.pt/">Pinterest</a>. Basta escrever desafios de journaling e vão aparecer vários com muitas perguntas para ir respondendo ao logo dos dias. Foi assim que iniciei em 2016 uma paixão que veio para ficar. Se não pode sempre começar por responder a uma simples e tão complexa questão:<strong> Quem sou eu realmente?</strong></p>



<p><strong>Boa escrita.&nbsp;</strong></p>



<p class="has-small-font-size">Nota: Fotografia por Margarida Pestana</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-8QniU' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Celebra as tuas conquistas sem pressas</title>
		<link>https://simplyflow.pt/celebra-as-tuas-conquistas-sem-pressas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vânia Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2020 07:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo São]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Vânia Duarte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2013 quando entrei pela primeira vez numa sala de Yoga confesso que não sabia muito&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/celebra-as-tuas-conquistas-sem-pressas/">Celebra as tuas conquistas sem pressas</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2013 quando entrei pela primeira vez numa sala de Yoga confesso que não sabia muito bem ao que o ia. O Yoga não era nada que desejasse praticar. Mas tinha-me sido recomendado pela minha psicóloga como forma de me ajudar com os meus ataques de pânico. A verdade foi apenas uma: eu odiei as aulas de Yoga!  Durante meses, fui ficando unicamente pela parte da respiração – pranayama. Isto porque comecei a sentir desde cedo o impacto que estas práticas de respiração consciente tinham no meu síndrome do pânico.</p>



<p>Ao final de 1 ano e meio acredito ter-me perdido de amores pelo Yoga. De repente já não eram só as práticas de pranayama que me faziam ficar, mas também toda a parte física – os ásanas. <strong>Apaixonei-me pelo movimento, pela fluidez, pelas capacidades que ia descobrindo em mim</strong>, pelo que não conseguia fazer e pelo que conseguia fazer. Passei a respirar Yoga por todos os meus poros e a verdade é que quanto mais praticava mais queria praticar e mais longe queria ir.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quanto mais praticava Yoga mais queria praticar e mais longe queria ir. </strong></h2>



<p>Esta paixão louca acabou por abrir espaço para que o meu ego surgisse no tapete. Um ego que me dizia que eu conseguia ir mais longe. Que me pedia para tentar uma nova postura porque a pessoa do lado já a fazia. Que me pedia para tentar uma das posturas desafiantes que tinha visto numa das fotografias que inundavam as redes sociais. Eu queria chegar mais longe! Por isso, durante alguns anos a minha prática deixou de ser algo terapêutico – aquilo que realmente me levou ao Yoga – para se tornar um desafio constante de mostrar que conseguia ir mais e mais longe.</p>



<p>Ora este ego, trazia várias questões ao de cima e uma delas era o não saber celebrar as minhas conquistas no tapete. <strong>Assim que conseguia uma coisa, por mais pequena que fosse, já estava a pensar na próxima. Colocava-me constantemente num estado de exigência que o verdadeiro Yoga não nos pede.</strong> Exigia fisicamente do meu corpo, levando-o muitas vezes a limites onde faltou pouco para me magoar.&nbsp;</p>



<p>Até que em 2018 magoei-me mesmo. Não a praticar Yoga, mas num treino de Crossfit. Magoei-me na cervical e tive de parar de treinar, mas não de fazer Yoga. Na verdade os médicos aconselharam muito o Yoga para me ajudar a recuperar da minha lesão, mas, teria de ser um Yoga muito restaurativo. Um Yoga terapêutico.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A nossa postura no tapete mostra muito da nossa postura na vida. </strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-H6Vvm' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Confesso que para mim, ou melhor para o meu ego, foi um choque perceber onde estava a minha prática naquela época e onde eu teria de estar naquele momento. Toda a minha prática mudou. Durante meses deixei de fazer inúmeras posturas que já fazia e isto, apesar de ter sido duro, foi <a href="https://simplyflow.pt/yoga-um-caminho-que-te-leva-de-volta-a-casa/">o caminho de volta ao verdadeiro Yoga</a>, aquele que há 5 anos me tinha levado pela primeira vez a uma sala. <strong>O Yoga que nutre, que cuida e que nos mostra que a nossa postura no tapete mostra muito da nossa postura na vida.</strong></p>



<p>Esse acidente acabou por moldar a prática que tenho hoje e a minha própria forma de ensinar. Acabou por moldar a forma como guio os meus alunos, como lhes procuro explicar que o ásana é realmente importante, mas que sem tudo o resto – <strong>respeito pelo corpo e pela mente</strong>, <strong>honestidade para saber quando estamos a ir longe de mais </strong>e<strong> total presença</strong> &#8211; não existe Yoga. Apenas existe ego.</p>



<p>Eu sei que a maior parte das pessoas começa a praticar Yoga pelo fascínio dos ásanas e não há absolutamente mal nenhum nisso. O ásana é um caminho, mas não deve ser o único escolhido porque acaba muitas vezes por trazer uma competição para o tapete que não nos é pedida no Yoga.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Deixámos de saber celebrar as nossas conquistas. </strong></h2>



<p>E quando olhamos para o dia-a-dia, percebemos que esta história não difere muito da forma como vivemos, das exigências que nos colocamos, do querer sempre mais mesmo quando conseguimos algo que já queríamos antes. Deixámos de saber celebrar as nossas conquistas. <strong>Deixámos de saborear as vitórias, com medo de parecer demasiado bom e porque vivemos numa sociedade competitiva onde temos de estar sempre um passo à frente.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Desliguemos o modo competitivo e que liguemos o modo de total presença. </strong></h2>



<p>E é isto que o Yoga, seja no tapete, seja na vida, nos pede, que desliguemos o modo competitivo e que liguemos o modo de total presença, onde nos permitimos <strong>celebrar conquistas por mais pequenas que sejam e deixar que o tempo se encarregue de nos trazer a próxima se assim tiver de ser</strong>.  </p>



<p class="has-small-font-size">Nota: Fotografia por Tânia Carvalho</p>



<p></div>
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		<item>
		<title>Como cultivar o amor-próprio?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-cultivar-o-amor-proprio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vânia Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Sep 2020 07:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[amor próprio]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Vânia Duarte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Amor-próprio este conceito tão bonito de que se fala tanto nos dias de hoje e que&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Amor-próprio este conceito tão bonito de que se fala tanto nos dias de hoje e que devia fazer parte da nossa vida desde o momento em que nascemos até ao momento em que partimos. Amor-próprio essa arte tão empoderadora e ao mesmo tempo tão desafiante.</strong></p>



<p>Vivi muitos anos sem amor-próprio. Demasiados para dizer a verdade. Entre um distúrbio alimentar que esteve comigo durante 8 anos até dietas infindáveis que me levaram ao hospital vezes sem conta. Foram mais de 15 anos a lutar contra o meu corpo, a minha imagem corporal e, acima de tudo, contra a minha cabeça.</p>



<p>Odiei-me muito. Quis trocar de corpo várias vezes. Procurei dietas e exercícios milagrosos vezes sem conta. Repeti ano após ano as mesmas promessas e resoluções de que ia conseguir alcançar um corpo de sonho e assim passar a gostar mais de mim. No final acabava sempre a compensar as minhas frustrações na comida.</p>



<p>A relação comigo própria acabou por mudar aos 30 anos quando fui parar ao hospital por causa de uma nova dieta que tinha feito. Nessa altura, depois de perceber que tinha andado os últimos 15 anos a lutar contra mim própria, decidi que tinha de mudar e, acima de tudo, mais do que o exterior eu precisava de realmente mudar a forma como olhava para mim.</p>



<p>A partir daí começou a minha grande jornada para nutrir o meu amor-próprio e aquilo que acabei por perceber foi que&#8230;&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O amor-próprio tem acima de tudo a ver com escolhas</strong>. </h2>



<p>Escolhas alimentares, escolhas na forma de viver e de estar, escolhas de pessoas que queres ou não ter na tua vida. Assim trago-te 4 dicas que para mim são fundamentais para nutrir o meu amor-próprio diariamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>4 Dicas para nutrir o amor-próprio diariamente: </strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-HGgRc' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Escolhe um mantra e repete-o todos os dias </strong></h3>



<p>Desde 2016 que tenho um mantra pessoal e que é: “Eu sou suficiente”. Digo este mantra todos os dias quando acordo em frente ao espelho. Isto pode parecer meio maluco, mas a verdade é que quando dizes algo todos os dias a tua mente acaba por interiorizar como sendo uma verdade. Ora durante anos eu disse a mim própria coisas muito pouco felizes, mas como o disse tantas vezes acabei por realmente acreditar que eu era aquilo que pensava. Assim, quando em 2016 procurei ajuda nutricional e psicológica para me curar comecei a fazer o inverso, a dizer algo bom e positivo sobre mim todos os dias e devagarinho este mantra interiorizou-se de tal forma que mesmo nos dias menos bons quando o digo, uma força acende-se cá dentro.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Permite-te ao silêncio </strong></h3>



<p>Eu sempre fui muito comunicativa e sempre gostei muito de estar rodeada de pessoas talvez para combater o facto de não me sentir bem na minha pele e não querer enfrentar isso. Quando decidi curar-me passei a experimentar passar tempo sozinha em silêncio, sem telemóveis, pessoas ou televisão e a verdade é que foi muitas vezes no silêncio que acabei por encontrar respostas para muitas questões pessoais que tinha. Assim passei a cultivar o silêncio pela manhã. Acordo mais cedo que o resto da casa e durante a primeira hora não digo absolutamente nada. Medito, respiro, escrevo no meu caderno, faço a minha prática de Yoga e só depois de tudo isto é que falo com alguém ou pego no telemóvel.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Escolhe comer por amor </strong></h3>



<p>A minha relação com a comida sempre foi muito disfuncional. Eu comia para celebrar ou comia para me punir e de ambos os lados a compulsão alimentar sempre fez parte. Quando pedi ajuda nutricional uma das coisas abordadas foi esta relação que eu tinha com a comida e percebi que independentemente de estar feliz ou triste tudo se resumia a escolhas. Ora se eu tinha a capacidade de escolher comer compulsivamente alimentos menos ricos nutricionalmente, também tinha a capacidade de fazer o inverso e sabia que de cada vez que o fazia era mais uma pequena vitória contra as compulsões. Passar a comer por amor a mim permitiu-me olhar para a comida não como algo com calorias e proibições, mas como um mundo de possibilidades que permitem o meu corpo funcionar de forma perfeita e manter-se saudável.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Faz algo que realmente te entusiasme</strong></h3>



<p>Pode ser uma atividade física, um hobbie ou simplesmente tirar meia hora por dia para ler um livro, mas é extremamente importante que nos afazares do dia a dia encontres espaço para fazeres uma coisa que realmente te apaixone e que te permita focares-te apenas em ti sem teres medo de estar a parecer egoísta. A verdade é que para estares bem com os outros e dares o teu melhor tens de estar bem contigo, por isso é importante que dentro do teu dia consigas manter uma atividade que seja apenas e só tua.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/08/cultivaramorproprio_Set20-1024x682.jpg" alt="" class="wp-image-12443" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/08/cultivaramorproprio_Set20-1024x682.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/08/cultivaramorproprio_Set20-300x200.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/08/cultivaramorproprio_Set20-768x512.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/08/cultivaramorproprio_Set20-1536x1024.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/08/cultivaramorproprio_Set20-460x307.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/08/cultivaramorproprio_Set20-160x107.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/08/cultivaramorproprio_Set20-320x213.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/08/cultivaramorproprio_Set20-480x320.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/08/cultivaramorproprio_Set20-640x427.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/08/cultivaramorproprio_Set20-960x640.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/08/cultivaramorproprio_Set20-1120x746.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/08/cultivaramorproprio_Set20.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>



<p>Acima de tudo aquilo que gostava de te passar é que o amor-próprio é feito de pequenos passos todos os dias e não de uma grande mudança repentina. Por isso, começa devagarinho e recomeça a cuidar de ti.&nbsp;</p>



<p class="has-small-font-size">Nota: Fotografias por Tânia Carvalho</p>



<p></div>
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		<item>
		<title>O mito da flexibilidade no Yoga</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-mito-da-flexibilidade-no-yoga/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vânia Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2020 07:06:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo São]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Vânia Duarte]]></category>
		<category><![CDATA[Yoga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Não faço Yoga porque não sou flexível.” Confesso que já perdi a conta às vezes que&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading"><strong>“Não faço Yoga porque não sou flexível.”</strong></h2>



<p>Confesso que já perdi a conta às vezes que ouvi esta frase de tantas pessoas que começaram a falar comigo sobre Yoga e acabaram a praticar nas minhas aulas.&nbsp;</p>



<p>Não condeno nem critico esta afirmação, na verdade entendo-a perfeitamente porque eu própria há 8 anos atrás quando comecei também pensei o mesmo, que não tinha capacidades para fazer aquelas posturas maravilhosas que via na internet e é por isso que hoje, como professora de Yoga, procuro <strong>acolher todas as formas de pensamento</strong> e <strong>ajudar cada pessoa a perceber por si o quanto todos nós podemos e conseguimos praticar Yoga</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Comecemos pelo início: O que é o Yoga?</strong></h2>



<p>Yoga para mim <strong>é saúde, é estar vivo, estar presente e consciente das nossas polaridades enquanto seres humanos</strong>. É uma prática física que pode ser mais ou menos exigente dentro daquilo que tu quiseres que seja e não porque alguém te diz que tens de fazer este ou aquele ásana. Saber ouvir o corpo e saber dizer “preciso de parar” é provavelmente das coisas que explico logo a qualquer aluno que comece a praticar comigo. A outra é que <strong>a única coisa que precisa de ser flexível é mesmo a tua cabeça</strong> para saberes lidar com o ego que tantas vezes vem ao de cima numa prática de Yoga (ou, na verdade, em qualquer outra) que te peça para mexer no desconforto.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é isto da flexibilidade então e porque é que é somos tão fixados nela quando se trata de Yoga?</strong></h2>



<p>Quando recuamos até aquele que se calcula ter sido <strong>o início do Yoga</strong> – cerca de 5.500 anos atrás – percebe-se que naquela época os poucos ásanas que existiam serviam essencialmente para preparar o corpo para um longo tempo sentado a meditar. Acredita-se que algumas das posturas sentadas que nos chegam nos dias de hoje tenham vindo da necessidade de encontrar formas mais confortáveis para se estar sentado bastante tempo, mas quando olhamos para os registos do que era o Yoga nesta época, e em outras que se sucederam, percebemos que efetivamente a única flexibilidade exigida era mesmo a mental. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/07/vania-duarte-2020-5967.jpg" alt="" class="wp-image-12103" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/07/vania-duarte-2020-5967.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/07/vania-duarte-2020-5967-300x200.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/07/vania-duarte-2020-5967-768x512.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/07/vania-duarte-2020-5967-460x307.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/07/vania-duarte-2020-5967-160x107.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/07/vania-duarte-2020-5967-320x213.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/07/vania-duarte-2020-5967-480x320.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/07/vania-duarte-2020-5967-640x427.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/07/vania-duarte-2020-5967-960x640.jpg 960w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>



<p><strong>O Yoga como o conhecemos hoje</strong>, com esta forma mais física, é algo relativamente recente, com cerca de 100 anos, e foi-nos trazido por Sri Tirumalai Krishnamacharya, considerado o pai do Yoga moderno e que ensinou alguns dos grandes nomes que acabaram por criar linhagens de Yoga muito conhecidas hoje em dia como Pattabhi Jois, Iyengar, Indra Devi (primeira mulher professora de Yoga) e Desikachar. Todos estes alunos estudaram com o mesmo professor e desenvolveram práticas completamente diferentes mostrando aqui que <strong>um yogi não pode, nem deve ensinar todos os seus alunos da mesma forma, pois todos são únicos tal como a prática de Yoga</strong>.&nbsp;</p>



<p>Os tempos evoluem, a forma do homem viver também e o Yoga, como filosofia que está em constante adaptação, também se transformou, em especial com a sua chegada ao Ocidente, onde o ritmo e estilo de vida são tão diferentes e é exatamente nesta altura que começamos a ver um Yoga mais físico, com ásanas mais desafiantes, onde a suposta flexibilidade é necessária.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O caminho até chegar a uma determinada postura de Yoga é tão importante como a própria postura.</strong></h2>



<p>Ora é fácil ficarmos rendidos a uma fotografia bonita numa qualquer rede social onde alguém faz uma postura difícil, mas aquilo que o Yoga nos mostra é que o caminho para lá chegar é tão importante como a própria postura. <strong>O Yoga mostra-nos a importância da total consciência da respiração, pois é ela que nos leva para as posturas e não a força ou a mente. </strong>Na verdade é quando mais tentamos chegar às posturas por via da força que acabamos por nos magoar.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Praticas Yoga porquê? </strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-CVH0N' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Se olhar para mim como praticante de Yoga percebo que sou tudo menos flexível. Sim acabei por ganhar alguma flexibilidade com os 8 anos de prática, mas não tenho um físico magro e esguio, e tenho joelhos fracos fruto de algumas lesões fora do Yoga que me fazem ter de adaptar alguns ásanas. Portanto, teria tudo para achar que o Yoga não era para mim. Mas, a verdade é que com o passar dos anos e de muitos momentos pouco Zen no meu tapete, fui percebendo o meu porquê.&nbsp;</p>



<p>O porquê de praticar Yoga, o porquê de querer e precisar de esticar o meu tapete todos os dias e o porquê de querer continuar. E, quando aqui cheguei, percebi que nada disto tinha a ver com fazer uma postura bonita para uma foto, mas, sim, com querer conhecer-me mais, com aprender a estar comigo com o meu lado luz e sombra e, acima de tudo, a <strong>viver mais em presença e menos em piloto automático</strong>. Quando aceitei isto deixei de me importar se na aula de Yoga era a pessoa mais ou menos flexível, se fazia ou não a postura que a colega do lado estava a fazer para me importar mais em ouvir o meu corpo.&nbsp;</p>



<p>É isto que pergunto muitas vezes aos meus alunos, qual o seu porquê. Porque estão ali. Porque querem ser flexíveis. Porque querem aquela postura. Porque me escolheram como professora. Questionamento numa sociedade que nos pede para aceitar tudo como certo é muito mais difícil do que colocar o pé atrás da cabeça. E isto é Yoga.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é a verdadeira flexibilidade?</strong></h2>



<p>Todos os ásanas existem por uma razão e <strong>compete a um professor guiar uma prática construtiva que te vá enraizando cada vez mais e que te permita expandir em total consciência</strong>. Mas aquilo que mais gosto de partilhar com os meus alunos é que ao final do dia não somos melhores pessoas por ficar em equilíbrio em cima das nossas mãos, mas ao darmos essas mãos a quem mais precisa vivemos verdadeiramente o estado de Yoga, onde <strong>a flexibilidade está na capacidade de nos desapegarmos de crenças, mitos e certezas absolutas</strong>. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/07/vania-duarte-2020-5942.jpg" alt="" class="wp-image-12102" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/07/vania-duarte-2020-5942.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/07/vania-duarte-2020-5942-300x200.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/07/vania-duarte-2020-5942-768x512.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/07/vania-duarte-2020-5942-460x307.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/07/vania-duarte-2020-5942-160x107.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/07/vania-duarte-2020-5942-320x213.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/07/vania-duarte-2020-5942-480x320.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/07/vania-duarte-2020-5942-640x427.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/07/vania-duarte-2020-5942-960x640.jpg 960w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>



<p>Namasté.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-small-font-size">Nota: Fotografias por Margarida Pestana </p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-CVH0N' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<item>
		<title>Yoga um caminho que te leva de volta a casa</title>
		<link>https://simplyflow.pt/yoga-um-caminho-que-te-leva-de-volta-a-casa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vânia Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2020 07:06:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo São]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Vânia Duarte]]></category>
		<category><![CDATA[Yoga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Poderia dizer muitas coisas sobre o que representa o Yoga para mim, mas casa é provavelmente&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Poderia dizer muitas coisas sobre o que representa o Yoga para mim, mas casa é provavelmente a melhor definição que encontro. É um voltar a mim mesma de cada vez que vou ao tapete e de cada vez que saio dele, é um olhar para dentro, para o que de mais belo tenho e para aquilo que mais tento esconder.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O Yoga mais do que uma prática é um estilo de vida.</strong></h2>



<p>E é exatamente isto que mais tento passar aos meus alunos, que o Yoga mais do que uma prática zen é uma prática que retira camadas, remove crenças e desbloqueia muitos padrões que temos. Assim, é impossível separar o Yoga do tapete do Yoga fora dele, porque o Yoga mais do que uma prática é um estilo de vida, <strong>é uma forma de estar, de respirar, de saborear, de enfrentar a própria vida</strong>. É um aprender constante que somos tão mais do que simples matéria física e que o bom e o menos bom é o que nos tornam efetivamente seres singulares.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O Yoga ensina-te que tens sempre o poder de escolha. </strong></h2>



<p>Uma das coisas que mais gosto de explicar a quem pratica comigo é que o Yoga não é um comprimido mágico que tu tomas e de repente a vida fica incrível e os problemas desaparecem. Muito pelo contrário, aquilo que sinto é que quanto mais mergulhas no Yoga mais vezes te deparas com fragilidades e ego e o que o Yoga te ensina é que tens sempre o poder de escolha. De escolher como queres viver, como queres estar, como queres enfrentar determinada situação. <strong>Escolhas. É isto que o Yoga te dá, a capacidade de te escolheres todos os dias, mesmo naqueles em que o céu não está tão azul na tua mente.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Yoga um caminho que te leva de volta a casa. &nbsp;</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-M6OKa' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>O Yoga entrou na minha vida em 2013 por aconselhamento médico depois de ter sido diagnosticada com síndrome do pânico e com uma depressão. Depois de mais de um ano e meio a tomar medicação e a fazer psicoterapia foi-me aconselhado experimentar Yoga para lidar melhor com a separação da medicação.&nbsp;</p>



<p>Fui experimentar descrente e detestei na verdade. As posturas, o ritmo, tudo me incomodava, mas desde a primeira aula a coisa que mais me chamou a atenção foi a respiração, o abrandar e a meditação e só e apenas por causa disso fui ficando. Não foram as posturas acrobáticas nem difíceis que me seduziram, mas, sim, o poder estar comigo e com a minha respiração sem ter medo de um novo ataque de pânico.&nbsp;</p>



<p>Durante muito tempo eu disse que não gostava de Yoga, e era verdade. Eu obrigava-me a ir praticar única e exclusivamente por causa da respiração. Passados alguns anos de me render à prática percebi o que é que me fez ficar aqueles anos todos: era a sede de estar verdadeiramente comigo. Eu tinha tanto medo de sofrer de ataques de pânico que passei a desligar-me da minha respiração e do bater do coração porque tudo isso me remetia automaticamente para menos bom. Mas no Yoga eu não podia fugir disso e a verdade é que acabei por perceber que sempre que me sentava no tapete para simplesmente respirar era quando eu voltava verdadeiramente a casa, era quando eu voltava mesmo a mim.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/06/vania-duarte-2020-5981.jpg" alt="" class="wp-image-12002" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/06/vania-duarte-2020-5981.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/06/vania-duarte-2020-5981-300x200.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/06/vania-duarte-2020-5981-768x512.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/06/vania-duarte-2020-5981-460x307.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/06/vania-duarte-2020-5981-160x107.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/06/vania-duarte-2020-5981-320x213.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/06/vania-duarte-2020-5981-480x320.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/06/vania-duarte-2020-5981-640x427.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/06/vania-duarte-2020-5981-960x640.jpg 960w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>



<p>Não, <strong>o Yoga não curou a minha síndrome do pânico nem a depressão, o que o Yoga me deu foram ferramentas para aceitar que esta condição não me definia e a partir daí nasceu um amor para a vida</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que o Yoga verdadeiramente nos dá </strong></h2>



<p>E isto é provavelmente aquilo que mais gosto de explicar aos meus alunos. Que <strong>mais do que posturas bonitas e acrobáticas aquilo que o Yoga nos dá é a possibilidade de nos sentarmos mesmo connosco</strong>. De nos escutarmos num mundo completamente caótico e cheio de ruído tóxico. E se nos propusermos a ouvir com atenção garanto que ouvimos a nossa alma e aí fica muito mais fácil de vivermos alinhados com aquilo que compõe a nossa essência. Fica mais fácil de dizer não quando não faz sentido. E fica, acima de tudo, mais fácil de aceitar que não precisamos do Yoga para sermos melhores pessoas ou Zen, porque<strong> tudo aquilo que precisamos já existe em nós</strong>. Só temos de escutar.&nbsp;</p>



<p><strong>Feliz Dia do Yoga.&nbsp;</strong></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/06/vania-duarte-2020-6510.jpg" alt="" class="wp-image-12005" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/06/vania-duarte-2020-6510.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/06/vania-duarte-2020-6510-300x200.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/06/vania-duarte-2020-6510-768x512.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/06/vania-duarte-2020-6510-460x307.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/06/vania-duarte-2020-6510-160x107.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/06/vania-duarte-2020-6510-320x213.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/06/vania-duarte-2020-6510-480x320.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/06/vania-duarte-2020-6510-640x427.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/06/vania-duarte-2020-6510-960x640.jpg 960w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>



<p class="has-small-font-size">Nota: Fotografias por Margarida Pestana.&nbsp;</p>



<p></div>
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