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	<title>Vânia Caldeira, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Vânia Caldeira, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<item>
		<title>Quando a sonolência pode matar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vânia Caldeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Condução segura]]></category>
		<category><![CDATA[Conduzir]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sono]]></category>
		<category><![CDATA[Sonolência]]></category>
		<category><![CDATA[Vânia Caldeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É importante relembrar uma causa subvalorizada de acidentes de viação – a sonolência ao volante. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/quando-a-sonolencia-pode-matar/">Quando a sonolência pode matar</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Todos os anos em épocas festivas e de férias há alertas acerca dos perigos da condução sob o efeito de álcool e do excesso de velocidade ao volante, conhecidas causas de acidentes rodoviários. É, no entanto, importante relembrar uma causa subvalorizada de acidentes de viação – a sonolência ao volante.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O perigo escondido atrás do volante</strong></h2>



<p>Num questionário online da <a href="https://www.sppneumologia.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sociedade Portuguesa de Pneumologia</a> (SPP) com mais de 2000 respostas, 51% dos inquiridos assumiu queixas de sonolência diurna excessiva. Noutro questionário mais recente da <a href="https://prp.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Prevenção Rodoviária Portuguesa</a> (PRP) em conjunto com uma empresa de cuidados respiratórios domiciliários, foram inquiridos 1002 condutores e os resultados são alarmantes: 1 em cada 4 condutores apresenta sonolência excessiva; cerca de 1 em cada 3 conduziram num estado de sonolência extrema e 9.4% chegaram a adormecer ao volante. 30% dos acidentes referidos pelos condutores no último ano e 21% dos quase-acidentes tiveram como causa o cansaço, a fadiga ou a sonolência.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A sonolência é um sintoma subjectivo e complexo que expressa a necessidade de sono e que vai impactar negativamente a performance na condução.&nbsp;&nbsp;</strong></h2>



<p>Além do compromisso da função cognitiva que condiciona a tomada de decisão, a atenção, o tempo de reacção e a coordenação motora, pode ocorrer a incidência de episódios involuntários de sono durante a condução. Os acidentes rodoviários causados pela sonolência são, por isso, acidentes que ocorrem a elevada velocidade, sem sinais de travagem e habitualmente com feridos graves e mortes associadas. Além disso, os estudos mostram que os condutores têm pouca percepção da sua real sonolência, tendendo a subestimá-la.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Grupos de risco para sonolência ao volante</strong></h2>



<p>Nos grupos de risco para sonolência ao volante destacam-se as pessoas que dormem pouco, os trabalhadores por turnos e os trabalhadores nocturnos, os adolescentes, os doentes que tomam fármacos sedativos, os motoristas profissionais (pela condução prolongada e muitas vezes nocturna) e as pessoas com doenças do sono não diagnosticadas e/ou não tratadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O mais importante é precisamente que as principais causas de sonolência são reversíveis ou tratáveis.</strong></h2>



<p>A principal causa de sonolência é comportamental – a privação de sono ou síndrome de sono insuficiente. Apesar das conhecidas necessidades de 7 a 9 horas de sono nos adultos, no questionário online da SPP 75% dos inquiridos referiu dormir menos de 7 horas e 19% menos de 6 horas por noite. As exigências profissionais, sociais e familiares continuam a roubar tempo ao sono, com risco directo para o próprio (riscos de saúde física cardiovascular e metabólica, mas também riscos para a saúde mental) e riscos para a saúde pública. Existem estudos que comparam a condução sonolenta, após privação de sono, à condução sob o efeito de álcool. Depende de todos, enquanto sociedade, mas também da responsabilidade individual de cada um, assegurar que se dorme o número necessário de horas também para estarmos aptos a conduzir.&nbsp;</p>



<p>A segunda causa de sonolência diurna excessiva é a apneia do sono, ou seja, a presença de paragens respiratórias durante o sono que contribuem para a fragmentação do mesmo, com sensação de sono não reparador, fadiga e cansaço no dia seguinte. Outros sintomas são o ressonar, os despertares nocturnos, as dificuldades de concentração ou atenção e as alterações de humor. Pode afectar até 50% dos homens na idade adulta e 23% das mulheres. Muitas vezes nas mulheres há sintomas menos habituais, como dor de cabeça, ansiedade, irritabilidade, depressão ou insónia. O excesso de peso e a obesidade são factores de risco importantes, tal como a idade e a menopausa. As pessoas com hipertensão, arritmias, insuficiência cardíaca ou diabetes também têm risco acrescido de desenvolver a doença.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É necessário um estudo do sono para confirmar o diagnóstico e existem vários tratamentos personalizados para cada caso.&nbsp;</strong></h2>



<p>O tratamento com pressão positiva (ventilador nocturno) demonstrou resolver a sonolência diurna excessiva. Particularmente os condutores profissionais de pesados devem procurar ajuda médica especializada se suspeitam de apneia – uma vez eficazmente tratada a apneia do sono, diminuem-se os riscos associados e o condutor não tem qualquer limitação para conduzir. Infelizmente muitas pessoas continuam a chegar à consulta de Sono apenas após um acidente ao volante. É fundamental o envolvimento da sociedade civil para assegurar que os condutores profissionais têm uma adequada avaliação em consulta de Sono.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como prevenir a sonolência ao volante?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-gNkOA' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>É importante destacar que muitas das atitudes que o condutor sonolento toma para mitigar a sonolência não têm qualquer evidência demonstrada (como abrir a janela, aumentar o volume da música, mascar pastilha ou molhar a cara). São medidas essenciais a preparação das viagens longas com boa higiene do sono prévia e planeamento do horário e de eventuais pausas ou meios de transporte alternativos quando a sonolência é persistente. É fundamental o reconhecimento precoce dos sinais de sonolência, como o pestanejar ou o bocejo frequentes, o comportamento automático (dificuldade em recordar o trajecto ou falhar a saída) ou o desvio na via. Nesses casos a condução deve ser interrompida assim que possível em segurança.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ao contrário do que muitas pessoas ainda acham “adormecer em qualquer lado” ou andar sonolento durante o dia não é normal e tem riscos para a saúde de todos. </strong></h2>



<p>No ano em que se assinala o mote de “tornar a saúde do sono uma prioridade” é essencial colocarmos o <a href="https://simplyflow.pt/a-importancia-do-sono/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sono</a> na agenda, assegurando um número de horas adequado às nossas necessidades, mas também vigiarmos a saúde do nosso sono e do sono dos nossos familiares e amigos. Na presença de sonolência deve ser procurada ajuda em consulta de Sono. <strong>Se tem sono, não conduza.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-gNkOA' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Acertámos o relógio. E quem nos acerta agora o sono?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/horario-de-verao-acertamos-o-relogio-e-quem-nos-acerta-agora-o-sono/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vânia Caldeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2025 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Horário de verão]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina do sono]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança de hora]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sono]]></category>
		<category><![CDATA[Vânia Caldeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No final de março, a hora mudou novamente. Mas de que forma essa mudança afecta o nosso sono?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>No final de março, a hora mudou novamente. Mas de que forma a mudança para o horário de verão afecta o nosso sono? </strong></p>



<p>Na altura em que foi criado este ajuste de horário, o mesmo era justificado com questões económicas para diminuir o consumo eléctrico, de gás e combustível e, ao mesmo tempo, aumentar a actividade ao final do dia, com o consequente aumento do consumo em várias áreas (restauração, hotelaria, comércio, práticas desportivas).&nbsp; Havia ainda a ideia de que poderia reduzir a criminalidade, uma vez que haveria mais luz natural ao final do dia. Na sociedade actual estes argumentos fazem pouco sentido, e os estudos disponíveis não confirmam os esperados ganhos económicos.&nbsp;</p>



<p>Além disso, a evidência científica mostra que a regularidade do horário é fundamental para a saúde do sono e que a necessidade de dois ajustes anuais do nosso relógio biológico (endógeno) em relação ao relógio cronológico (externo) desencadeia consequências significativas para o sono e para a saúde em geral.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O impacto do horário de verão no nosso ritmo biológico</strong></h2>



<p>Todos nós temos um ritmo biológico – circadiano (regulado pelo hipotálamo) –, que é ligeiramente superior a 24 horas e pode estar mais ou menos ajustado ao ritmo exógeno (cronológico). Existem vários sincronizadores (pistas) que alinham estes dois ritmos. O mais importante é a exposição à luz, mas também as refeições em horários regulares e a prática de atividade física ajudam nesse alinhamento. Na sociedade actual com a vida <em>indoor</em>, a iluminação nocturna e os dispositivos electrónicos podem surgir mais assincronias e distúrbios do sono associados.&nbsp;</p>



<p>O horário considerado mais benéfico para o nosso sono é o “<em>standard time</em>” ou <strong>horário de <a href="https://simplyflow.pt/o-sono-no-inverno/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inverno</a></strong>. Temos mais exposição à luz pela manhã, o que nos sincroniza com o ritmo externo. Ao final da tarde a perda de luz permite a produção da melatonina (“a hormona do sono”), que vai favorecer a tendência a adormecer e um sono de maior qualidade. </p>



<p>Já o <strong>horário de verão</strong>, ao prolongar a luz até mais tarde, traz vários desafios para o nosso sono. A ausência de luz pela manhã dificulta a sincronização do ritmo biológico e pode tornar-nos menos ativos, mais sonolentos e menos produtivos. Por outro lado, a exposição prolongada à luz ao final do dia inibe a produção de melatonina, atrasando o início do sono e comprometendo a sua qualidade, o que pode resultar numa maior fragmentação, mais despertares noturnos e uma sensação de sono não reparador.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quem sente mais o impacto da mudança?</strong></h2>



<p>Este impacto é particularmente mais sentido nos indivíduos com cronotipos mais tardios (preferência pela noite) e nos adolescentes. Classicamente (e por motivos biológicos em relação com a puberdade) os adolescentes têm um atraso de fase fisiológico que pode causar insónia inicial (dificuldade em adormecer) e muita dificuldade em acordar e sonolência ao longo da manhã. A mudança para o horário de verão agrava estes problemas e pode impactar, entre outras coisas, o desempenho escolar, mas também o humor (ansiedade e depressão) e o relacionamento com os outros.&nbsp;</p>



<p>Outro importante problema de saúde pública na nossa sociedade atual é a privação de sono ou sono insuficiente, ou seja, dormir menos do que o necessário. O sono insuficiente aumenta o risco de doenças cardiovasculares, distúrbios do humor (como a depressão) e compromete a segurança pública, uma vez que a sonolência ao volante é um fator de risco para acidentes rodoviários. Quem está privado de sono tem menos facilidade em adaptar-se à mudança da hora e vai ter mais efeitos deletérios da mesma.</p>



<p>Por fim, quem tem alguma doença de sono com fragmentação do mesmo (como apneia do sono ou insónia) também fica mais susceptível às consequências nefastas desta mudança.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>As consequências da mudança para o horário de verão</strong></h2>



<p>Apesar da evidência científica que favorece a manutenção do horário padrão <em>standard</em> e das recomendações de várias sociedades científicas internacionais nesse sentido, no final de março, a hora voltará a mudar no nosso país.</p>



<p><strong>Os impactos negativos na duração, continuidade e qualidade do sono podem persistir durante pelo menos uma semana após a alteração do relógio.</strong> Nos dias seguintes, há um aumento do risco de problemas cardiovasculares (como enfarte, arritmias e AVC), e também um acréscimo do número de acidentes de viação – estudos demonstram um aumento de 6% nos acidentes rodoviários fatais na semana seguinte à mudança para o horário de verão. Verificam-se ainda impactos negativos no humor e no funcionamento cognitivo, afetando a atenção, a concentração e a memória.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como minimizar os efeitos da mudança?</strong></h2>



<p>A melhor forma de nos prepararmos para a mudança de horário é assegurarmos uma boa “bagagem de sono”, que cumpra as nossas necessidades (7 a 9 horas nos adultos) e uma adequada higiene do sono:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-MvA7P' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quarto confortável para dormir, sem luz e sem ruído;</li>



<li>Optar por um jantar mais ligeiro, evitando o consumo excessivo de líquidos; </li>



<li>Manter um ambiente calmo ao final do dia.</li>
</ul>



<p>Para os indivíduos mais susceptíveis à mudança de horário, estas são algumas estratégias que podem ajudar na adaptação:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ajustar gradualmente o horário de deitar e acordar nos dias anteriores à mudança;</li>



<li>Aumentar a exposição solar durante o dia e diminuir a exposição à luz (incluindo a luz artificial dos dispositivos eletrónicos) à noite;</li>



<li>Praticar exercício físico de manhã;</li>



<li>Fazer pequenas sestas de 20 minutos na altura da transição, para evitar a privação de sono.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Torne a saúde do seu sono uma prioridade.&nbsp;</strong></h2>



<p>Coloque o sono na agenda e cuide dele. Se não dorme bem, procure ajuda médica especializada em consulta de Medicina do Sono.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-MvA7P' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>O sono no inverno</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-sono-no-inverno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vânia Caldeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Dec 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sono]]></category>
		<category><![CDATA[Vânia Caldeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O inverno traz com ele dias mais curtos e noites mais frias, o que pode influenciar a qualidade do nosso sono e trazer alguns desafios adicionais nesta época do ano.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-sono-no-inverno/">O sono no inverno</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O inverno traz com ele dias mais curtos e noites mais frias, o que pode influenciar a qualidade do nosso sono e trazer alguns desafios adicionais nesta época do ano.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que define um sono de qualidade?</strong></h2>



<p>Existem vários fatores que influenciam um sono de qualidade, que deve ser:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Suficiente em quantidade (7 a 9 horas para um adulto); </li>



<li>Regular; </li>



<li>Contínuo (sem despertares); </li>



<li>Reparador e satisfatório.</li>
</ul>



<p>Um factor fundamental para o sono é o ritmo circadiano que consiste no nosso relógio interno. Para garantir um bom sono, o nosso relógio interno deve estar sincronizado com o relógio externo – ou seja, com os horários da vida quotidiana (que acontece lá fora).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância do horário de inverno</strong></h2>



<p>Sabe-se que o conhecido “horário de inverno”, que é na verdade o horário-padrão, é também o horário mais saudável para o nosso sono e, consequentemente, para a nossa saúde física e mental. A exposição à luz solar mais cedo na manhã é um óptimo sincronizador para o nosso ritmo circadiano. Tal como a prática de atividade física pela manhã e as refeições regulares.</p>



<p>Com o final do dia a chegar mais cedo, a exposição à luz natural cessa mais precocemente, o que vai induzir a produção da melatonina, uma hormona essencial para o nosso alinhamento e para a indução do sono. É por isso que as noites mais longas do inverno favorecem um aumento do tempo de sono, mas também da sua qualidade e continuidade. Claro que é importante também o cuidado com a exposição à luz artificial (dos ecrãs) após o final da tarde para optimizar o sono.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conforto e ambiente: aliados para um sono reparador</strong></h2>



<p>Por outro lado, o inverno traz temperaturas mais frias. Desta forma é essencial ajustar a roupa do quarto e da cama para nos sentirmos confortáveis e assim favorecer um sono reparador.&nbsp;</p>



<p>Outros aspetos que ajudam a garantir que o quarto é o local perfeito para um sono de qualidade:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Garantir um bom isolamento da luz e do ruído no quarto;</li>



<li>Manter uma temperatura confortável no espaço;</li>



<li>Criar um ambiente acolhedor.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E as festividades, também influenciam o nosso sono?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-I12XD' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Em relação às épocas festivas é difícil que as mesmas não tenham impacto no sono de toda a família.</p>



<p>Entre os fatores que podem interferir na qualidade do descanso e que podemos assumir como “inimigos de um sono de qualidade” estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A quebra de rotinas;</li>



<li>Refeições copiosas mais ricas em gorduras e açúcares;</li>



<li>Ceias mais tardias;</li>



<li>Consumo de álcool e/ou refrigerantes.</li>
</ul>



<p>Assim, é fundamental aproveitar os dias antes e depois das festas para cuidar do nosso sono, mantendo horários regulares e assegurando uma boa bagagem de sono.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Prestar a devida atenção às necessidades dos que nos rodeiam</strong></h2>



<p>As <a href="https://simplyflow.pt/a-importancia-do-sono-durante-as-ferias/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">férias</a> e a convivência em família que esta época promove permitem-nos estar mais atentos aos nossos, identificar eventuais problemas e procurar ajuda. O sono não é excepção. A avó que tem dificuldade em adormecer pode precisar de ajuda, mas também o avô que adormece em qualquer lado ou o tio que ressona no sofá da sala. Identificar estas questões e procurar soluções é um passo importante para melhorar a qualidade de vida de todos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dê a si o melhor presente neste Natal!</strong></h2>



<p>Este Natal dê a si próprio/a o melhor dos presentes: um sono de qualidade que lhe permita tornar-se na sua melhor versão.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-I12XD' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>A importância do sono durante as férias</title>
		<link>https://simplyflow.pt/a-importancia-do-sono-durante-as-ferias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vânia Caldeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Férias]]></category>
		<category><![CDATA[Férias de Verão]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sono]]></category>
		<category><![CDATA[Vânia Caldeira]]></category>
		<category><![CDATA[Verão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora muitas das rotinas alteradas sejam uma inevitabilidade, podemos cuidar do nosso sono nas férias, para diminuir a disrupção causada e os efeitos nocivos da mesma.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/a-importancia-do-sono-durante-as-ferias/">A importância do sono durante as férias</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Se é verdade que esperamos o ano todo pelas merecidas férias, também é real o impacto que as mesmas podem ter na qualidade do nosso sono. Embora possam ser o escape perfeito para se dormir mais e melhor, as férias de verão podem trazer múltiplos desafios ao nosso sono, tanto pela alteração de rotinas essenciais para o sono, como pelas significativas diferenças na exposição à luz e à temperatura.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sabemos que o sono necessita de tempo, regularidade e oportunidade.&nbsp;</strong></h2>



<p>A alteração de rotinas no período de férias vai impactar negativamente o nosso sono &#8211; os horários tornam-se, muitas vezes, mais tardios e sobretudo irregulares, pode haver uma diminuição do tempo de sono, verifica-se alteração do ambiente e das rotinas familiares (os miúdos não têm escola), dos hábitos alimentares e até interrupção frequente das rotinas de exercício e actividade física.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Pela mudança de hora praticada no nosso país, além do calor, o verão traz ainda um horário com exposição mais tardia à luz solar, o que atrasa a produção da hormona do sono (melatonina) e pode dificultar o adormecer.&nbsp;</strong></h2>



<p>O tempo mais quente compromete a necessária diminuição da nossa temperatura central e pode ser causa de insónia no início da noite ou de despertares nocturnos frequentes.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando se viaja para fora do país pode surgir ainda o desafio adicional do </strong><strong><em>jet lag</em></strong><strong>, esse desencontro entre o nosso ritmo interno biológico e o ritmo exterior do sítio para onde vamos.&nbsp;</strong></h2>



<p>Os sintomas mais frequentes de <em>jet lag </em>são dificuldades com o sono (dificuldade em iniciar ou manter o sono, ou sonolência excessiva durante o dia), mas também fadiga, dor de cabeça, dificuldades de concentração ou queixas gastrointestinais.&nbsp;O distúrbio é habitualmente mais significativo se a viagem ocorrer para Este e tanto pior quanto o número de fusos horários atravessados.&nbsp;</p>



<p><strong>Embora muitas das rotinas alteradas sejam uma inevitabilidade, podemos cuidar do nosso sono nas férias, para diminuir a disrupção causada e os efeitos nocivos da mesma.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>7 Dicas para manter bons hábitos de sono nas férias de verão</strong></h2>



<p>Ficam, de seguida, algumas dicas para manter bons hábitos de sono também nas férias de verão:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-g80D9' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>manter um horário de sono regular com horas para acordar e deitar definidas (mesmo que mais tardias em relação ao período fora de férias), assegurando o cumprimento das necessidades individuais de sono de cada um (7 a 9 horas no adulto);</li>



<li>criar condições favoráveis ao sono no quarto onde se vai dormir; Ou seja, este deve ser escuro, fresco e confortável. Ajustar, ainda, a roupa de cama e o pijama à temperatura;</li>



<li>manter um estilo de vida saudável adaptado ao tempo de férias &#8211; fazer alguma actividade física pela manhã (uma caminhada na praia pode ser uma solução), evitar jantares copiosos e com elevada ingestão de álcool (pelo menos 2 a 3 horas antes de ir para a cama), evitar café ao final do dia e não fumar;</li>



<li>usar algumas pistas no nosso dia que nos ajudem a manter-nos alinhados mesmo no período de férias &#8211; as refeições em horários regulares e uma boa exposição à luz solar pela manhã são bons sincronizadores;</li>



<li>apesar do tempo de férias, por vezes com exigências sociais acrescidas, criar um momento ao final do dia de relaxamento e preparação para o sono evitando exposição à luz (incluindo dos dispositivos electrónicos) &#8211; pode ser uma conversa em família, uma música tranquila ou um bom livro antes de ir para a cama para dormir; </li>



<li>doentes com problemas de sono, como roncopatia (ressonar) e/ou apneia do sono (paragens respiratórias durante o sono), que façam tratamento com algum dispositivo nocturno (o CPAP ou o dispositivo de avanço mandibular) devem levar estes dispositivos para as férias, mantendo o tratamento, melhorando a qualidade do sono e diminuindo o risco associado;</li>



<li>no caso de viagens para o estrangeiro com significativo número de fusos horários atravessados, é benéfico ir preparando um ajuste dos tempos de sono nos dias anteriores para os horários do local para onde se vai &#8211; já no novo destino uma boa exposição ao sol e a regularidade dos horários das refeições e sono (de forma alinhada com o horário do novo local) também vão ajudar nesta transição. </li>
</ol>



<p><strong>Nas férias leve o sono consigo. E trate bem dele. </strong></p>



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		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-g80D9' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<title>Prevenir a pneumonia</title>
		<link>https://simplyflow.pt/prevenir-a-pneumonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vânia Caldeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Nov 2023 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Pneumonia]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Vânia Caldeira]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=20824</guid>

					<description><![CDATA[<p>A prevenção é a nossa principal arma para travar esta doença tão prevalente e as suas mortes.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A pneumonia é uma infecção respiratória aguda com envolvimento pulmonar e é uma causa importante de morbilidade e mortalidade no mundo.&nbsp;</strong></p>



<p>A pneumonia da comunidade é uma das principais causas de hospitalização potencialmente prevenível e entre 2000 e 2009 representou 3,7% do total de internamentos na população adulta portuguesa.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A idade é um dos mais importantes factores de risco para a doença. Após os 65 anos aumenta cerca de três vezes a incidência da mesma.&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>Os fumadores e os doentes portadores de algumas comorbilidades também estão em maior risco</strong> – como a Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC &#8211; mais frequentemente conhecida por “bronquite crónica” ou “bronquite do fumador”), a asma, a insuficiência cardíaca, a diabetes, a desnutrição, a má higiene oral, a doença renal ou hepática ou doentes com algum tipo de imunodeficiência. Além disso, <strong>doentes com compromisso da protecção da via aérea </strong>(sequelas de acidente vascular cerebral, demências, convulsões ou abuso de álcool)<strong> também vão ter maior risco de pneumonias</strong>.&nbsp;&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A pneumonia é uma doença infeciosa, ou seja, causada por microorganismos – maioritariamente bactérias ou vírus respiratórios.&nbsp;</strong></h2>



<p>Frequentemente começa por ocorrer uma infecção viral com posterior sobreinfecção bacteriana, pelo que as infecções virais também são factores de risco para as pneumonias bacterianas. Entre as causas de pneumonia viral destacam-se o vírus da gripe, o SARS-CoV2, Rinovírus ou o Vírus Sincicial Respiratório. O principal agente bacteriano é o <em>Streptococcus pneumoniae</em> (ou pneumococo) responsável pela doença pneumocócica.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>De acordo com a </strong><a href="https://www.who.int/pt/about" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Organização Mundial de Saúde</strong></a><strong> (OMS), a doença pneumocócica é responsável por 1,6 milhões de mortes por ano no mundo e uma importante causa de morte prevenível. </strong></h2>



<p>Graças à vacinação tem-se registado uma diminuição, quer da incidência da doença, quer da gravidade da mesma, mas continua a ser a principal causa de pneumonia bacteriana na comunidade. Em 2015, o pneumococo foi responsável por 41% dos internamentos de adultos com pneumonia em Portugal. Com a generalização da vacinação pneumocócica nos EUA o pneumococo é responsável actualmente por 15% das pneumonias, enquanto na Europa representa ainda cerca de 30% dos casos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os sintomas?</strong></h2>



<p>A doença pode cursar com vários sintomas, entre os quais, os <strong>sintomas respiratórios mais comuns &#8211; a tosse com ou sem expectoração, a dificuldade respiratória e/ou a dor torácica</strong>. A grande maioria dos doentes apresenta-se com <strong>febre </strong>e existem outros sintomas sistémicos que podem associar-se como <strong>sudorese intensa, calafrios, fadiga, dores musculares, diminuição do apetite ou dor de cabeça</strong>. Nos idosos, frequentemente, é uma doença pouco sintomática, muitas vezes sem febre ou com sintomas menos habituais, como confusão mental, o que aumenta o risco de não ser precocemente identificada.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como é feito o diagnóstico?</strong></h2>



<p><strong>A radiografia do tórax é o exame que permite confirmar a suspeita diagnóstica e contribui para avaliar a extensão da doença.</strong> É uma doença que em casos mais graves pode causar diminuição importante da oxigenação, agravamento de comorbilidades como a DPOC, a diabetes ou a doença renal crónica, e condicionar critérios de internamento. Por isso, <strong>tão importante como o seu diagnóstico precoce, é a avaliação da gravidade da doença, a decisão da necessidade de internamento e o início atempado de tratamento</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual é o tratamento?</strong></h2>



<p>O tratamento dirigido na pneumonia bacteriana consiste na realização de antibioterapia que cubra os principais agentes causadores da mesma, além da terapia de suporte (antipiréticos, analgésicos) e eventual oxigenoterapia suplementar quando necessário.</p>



<p>Apesar de a maioria dos doentes melhorar sem complicações, a pneumonia é uma doença grave que pode evoluir desfavoravelmente, sendo a mortalidade frequentemente associada ao aparecimento de complicações da própria pneumonia (abcesso pulmonar ou derrame pleural, agravamento da insuficiência respiratória ou sépsis) ou por eventos cardiovasculares associados (como o enfarte agudo do miocárdio ou as arritmias). A mortalidade da pneumonia adquirida na comunidade aos 30 dias é de cerca de 1% nos doentes tratados em ambulatório e até 25% no doente internado (dados dos EUA).&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A prevenção é a nossa principal arma para travar esta doença tão prevalente e as suas mortes. Entre as medidas essenciais para a prevenção encontram-se a cessação tabágica e a vacinação.</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-C2JOk' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p><strong>A vacinação da gripe diminui directamente o risco de pneumonia viral </strong>por Influenza e indirectamente o risco de posterior desenvolvimento de pneumonia bacteriana após a infecção viral. Esta vacinação decorre anualmente numa campanha sazonal no período do outono-inverno e visa aumentar a protecção dos doentes mais vulneráveis, que têm risco acrescido de doença grave e suas complicações.&nbsp;</p>



<p>A vacinação contra a gripe é gratuita para todos os indivíduos com idade igual ou superior a 60 anos, grávidas, pessoas em contextos especiais (residentes, utentes e profissionais de estabelecimentos sociais, hospitalares, prisionais) e portadores de doenças de risco. A vacinação está recomendada em doentes com doença crónica respiratória, cardiovascular, renal, hepática, neuromuscular ou hematológica, doentes com imunodeficiência, entre outras. Portadores de doenças prevalentes como a asma, a DPOC, a insuficiência cardíaca, a cirrose hepática, a diabetes e a obesidade devem ser vacinados. Pode mesmo ser realizada a coadministração das vacinas contra a gripe e contra a COVID-19 de forma segura e efectiva. Todas as restantes pessoas sem vacinação gratuita poderão ser vacinadas contra a gripe mediante prescrição médica.</p>



<p>A vacinação pneumocócica reduz a incidência da infecção por pneumoco, mas também a sua gravidade. A introdução da vacina pneumocócica conjugada 13-valente (ou seja, que cobre 13 serotipos do pneumococo) no <a href="https://www.sns24.gov.pt/tema/vacinas/programa-nacional-de-vacinacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Plano Nacional de Vacinação</a> foi uma medida importante para reduzir a incidência da doença, mas entretanto temos mais vacinas disponíveis que cobrem mais e diferentes serotipos, aumentando a protecção. Actualmente estão disponíveis as vacinas pneumocócicas conjugadas 15 e 20-valente e a vacina pneumocócica polissacarídea 23-valente. A vacinação pneumocócica está recomendada em todos os indivíduos com idade igual ou superior a 65 anos ou adultos com doença respiratória crónica (ex: DPOC, asma), doença cardíaca, renal ou hepática crónica, diabetes, dadores de medula óssea e imunocomprometidos (ex: HIV, doença oncológica). </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Agora que se aproxima um período de maior incidência de infecções respiratórias, nomeadamente com o pico de incidência da gripe, é aconselhável que as pessoas discutam as possibilidades de vacinação adequadas a si com o seu médico.&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>É também essencial a cessação tabágica e o controlo de comorbilidades (como a diabetes). E que estejam atentas a sintomas e sinais de infecção respiratória procurando ajuda médica atempada.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-C2JOk' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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