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	<title>Vânia Beliz, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Vânia Beliz, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Como falar com as crianças e os jovens sobre sexualidade?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vânia Beliz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2020 07:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vânia Beliz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Educação Sexual é uma ferramenta imprescindível na Educação. Apesar de ser uma área de extrema&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Educação Sexual é uma ferramenta imprescindível na Educação. Apesar de ser uma área de extrema importância é também alvo de muitas objecções. Quando falamos em Educação Sexual, a maior parte das pessoas, imagina sexo, como se falar de sexualidade fosse ensinar as crianças e os jovens simplesmente a ter relações sexuais. Reduzir a sexualidade ao coito é tão redutor como errado. Afinal, como falar com as crianças e os jovens sobre sexualidade?</strong></p>



<p>Trabalho em Educação Sexual há muitos anos e faço-o formalmente com crianças a partir dos 4 anos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que querem e precisam de saber as nossas crianças e jovens sobre sexualidade? </strong></h2>



<p>Aos <strong>2 anos </strong>as crianças já têm uma noção da sua identidade de género, se são meninos, se são meninas, já se comportam como a sociedade espera e reproduzem estereótipos pelo que observam. Nesta fase importante <strong>os cuidados da família firmam os vínculos e dão a segurança emocional à criança para que ela cresça mais segura</strong>. Trabalhar com eles, desde cedo, a importância de cuidar do corpo, de o amar como é, de o proteger, é, por isso, muito importante.&nbsp;</p>



<p>Aos <strong>3-4 anos</strong> as crianças deixam a fralda e experimentam uma autonomia com o seu corpo, mexem-lhe sem pudor e gostam de estar nus. <strong>Esta etapa é muito importante porque a criança não deve ser impedida de se tocar se o quiser. Porém, deve conhecer regras sociais importantes.</strong> Fazem perguntas sobre o corpo adulto, têm curiosidade pela diferença e pela sua origem, como se faz, como se nasce…</p>



<p>A <strong>entrada na escola faz com que as crianças aumentem a sua</strong> <strong>autonomia</strong>. As meninas aproximam-se dos seus pares havendo até um afastamento por interesses normalmente diferentes. Nesta altura os estereótipos estão muito presentes e as meninas procuram brincadeiras relacionadas com o universo feminino e os rapazes no seu universo masculino.</p>



<p><strong>As crianças hoje parecem crescer mais rápido.</strong> A erotizacão está muito presente no universo das meninas convidando-as a seguirem padrões de beleza, de sensibilidade deixando a coragem e a criatividade para os rapazes.</p>



<p>O corpo continua a crescer e no fim do primeiro ciclo, com <strong>9-10 anos</strong>, já temos meninas que menstruam entrando assim na puberdade. <strong>Falar com as crianças sobre crescimento é fundamental para o processo de aceitação e bem-estar.</strong> A ausência destes temas pode alimentar fantasmas que mais tarde podem condicionar a sua vida íntima e até a relação com o seu próprio corpo. Trabalhar a autoestima é assim muito importante.</p>



<p>Na <strong>puberdade e entrada na adolescência</strong> muitos jovens podem sentir se atraídos por alguém especial. Este desejo faz parte do nosso crescimento e da necessidade que temos de nos relacionar com outros à nossa volta.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância da Educação Sexual </strong></h2>



<p>As questões da orientação sexual são a principal queixa de quem se manifesta contra a Educação Sexual porque defendem que não há espaço para diversidade e que isso são invenções que vêm pôr em risco a família. O que é efetivamente uma família? Como é possível que ainda se esteja mergulhado na obscuridade de não se aceitar a diferença? E que consequências isso tem na felicidade das nossas crianças? Um dos motivos que leva os adolescentes ao suicídio é precisamente a não aceitação de si. O não se sentir apoiado, ouvido.</p>



<p>Alguém acredita que uma sessão de 45 minutos transforma a orientação dos jovens? Creio que não, mas pode fazer muito pela prevenção da homofobia, porque vivermos numa sociedade cada vez mais global e diversa. Isto não é importante?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando acontecem as primeiras relações sexuais? </strong></h2>



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			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>As primeiras relações sexuais acontecem, segundo os últimos dados, por volta dos 15-16 anos e <strong>nesta altura seria muito bom que os jovens estivessem informados sobre o seu corpo, consentimento, prevenção e prazer… </strong>Não podemos continuar a dizer que o sexo é uma coisa feia e errada, devemos, sim, <strong>sensibilizar para a responsabilidade de se tornarem sexualmente activos</strong>.&nbsp;</p>



<p>A gravidez na adolescência tem visto o seu número reduzir e as interrupções da gravidez também têm diminuído. O acesso ao planeamento familiar gratuito em todos os centros de saúde tem permitido um contato próximo com os jovens ainda que existam muitas melhorias a fazer, especialmente no atendimento e disponibilidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como a Internet tem revolucionado a intimidade dos nossos jovens </strong></h2>



<p>Hoje o acesso à Internet tem revolucionado a intimidade também dos nossos jovens. <strong>O envio de conteúdos íntimos, o sexo virtual, os sites de encontros, a pornografia, tudo isto precisa de ser decifrado e alvo de atenção por parte das famílias. </strong>A Educação Sexual acompanha todos estes temas e a educação formal nas escolas não se faz de costas voltadas para a família e muito menos contra os seus valores.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sabia que a Educação Sexual firma os seus conteúdos em orientações internacionais e nos direitos humanos? </strong></h2>



<p>Sim, é verdade. A Educação Sexual firma os seus conteúdos em orientações internacionais e nos direitos humanos. <strong>Impedir este trabalho é um retrocesso grave que vai comprometer a saúde das nossas crianças. </strong>Tem de haver bom senso para um tema tão importante e que jamais devia servir de arremesso.</p>



<p>Se as famílias ouvissem o que as crianças e os jovens querem e precisam saber talvez sobre sexualdiade, se fizessem mais movimentos para a defesa de disciplinas e áreas que contribuem para formarmos cidadãos mais informados, saudáveis e felizes seria um grande passo na educação das gerações futuras. </p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-f1VqQ' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<title>Como manter a chama acesa com o passar dos anos?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-manter-a-chama-acesa-com-o-passar-dos-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vânia Beliz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2020 07:01:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Casais]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Amorosas]]></category>
		<category><![CDATA[Vânia Beliz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o tempo muitos casais queixam-se da falta de interesse do outro sentindo-se até pouco desejados.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o tempo muitos casais queixam-se da falta de interesse do outro sentindo-se até pouco desejados. Durante a minha especialidade, o meu professor de endocronologia falou-nos da fisiologia da paixão, de como a “novidade” ativa vários órgãos do nosso corpo e de como as hormonas nos deixam em euforia. A paixão dura aproximadamente 18 meses. Lembro-me de ter achado aquele facto redutor e de ter sentido desânimo, como quando descobri que o Pai Natal não existe. Segundo o meu professor não seria possível sobrevivermos se vivêssemos com o coração a mil, fome e sem dormir. Mas&#8230;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Desde cedo que nos ensinam que é para sempre. Lembram-se de como terminavam todas as histórias? Tão pouco real… </strong></h2>



<p><strong>Manter a paixão pode ser até fisiologicamente difícil, mas o amor pode estar lá mesmo sem estrelinhas e sininhos.&nbsp;</strong></p>



<p>Viver a dois não é fácil, se ao início apenas o sexo importa e cada momento é único e especial, pois com o passar do tempo outras prioridades surgem. E descobrir realmente o outro pode ser um desafio&#8230; até desencantador.&nbsp;</p>



<p>Hoje em dia, com a vida exigente que temos, gostar do outro pode não ser suficiente para ultrapassar tantos desafios. E se antigamente, por conta de uma sociedade repressora, muitos casais permaneciam juntos, há quem diga que atualmente já não se faz um esforço, abandonando o barco à primeira dificuldade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Não existem receitas mágicas, mas é certo que o amor, os sentimentos não chegam.</strong> </h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-Za1ge' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Sempre considerei importante que nos preparássemos para as dificuldades em vez de acreditarmos quando nos dizem que é tudo cor de rosa e tentador. Acho que <strong>os ingredientes mais importantes num relacionamento são: o respeito que devemos ter pelo espaço e individualidade do outro e a admiração</strong>. Relações onde não existe espaço para continuarmos a existir têm mais dificuldade em resistir.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Se o amor, por si só, não é suficiente, não esperemos que o sexo o seja. </strong></h2>



<p>Tantas pessoas que têm uma vida sexual activa, mas que depois não há mais nada…</p>



<p>Costumo muitas vezes comparar as relações a um campo relvado que para permanecer verdejante precisa de ser regado, aparado, adubado… Assim são as nossas relações. Precisamos de as alimentar, cuidar e proteger.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É preciso alimentar, cuidar e proteger as nossas relações para que se mantenham acesas. </strong></h2>



<p>É importante reconhecermos que não existem relações perfeitas e que é na dificuldade que também crescemos e ultrapassamos obstáculos. Não devemos desistir à primeira, mas não devemos ficar se nos prejudicar ou diminuir.&nbsp;</p>



<p><strong>Manter uma relação acesa é muito mais do que preparar surpresas, é ver no casal oportunidade de crescimento para ambos, onde o respeito, a admiração e o cuidado pelo outro não pode faltar.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-Za1ge' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<title>Dignificar a nossa menstruação</title>
		<link>https://simplyflow.pt/dignificar-a-nossa-menstruacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vânia Beliz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2020 07:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo menstrual]]></category>
		<category><![CDATA[Menstruação]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Vânia Beliz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O nosso ciclo menstrual continua a ser um tema do qual quase não falamos, para muitas,&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/dignificar-a-nossa-menstruacao/">Dignificar a nossa menstruação</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O nosso ciclo menstrual continua a ser um tema do qual quase não falamos, para muitas, sinónimo de desconforto, sujidade e de nojo. A nossa percepção da menstruação vem da forma como o corpo feminino tem vindo a ser tratado.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Falar de menstruação está quase sempre associado aos cuidados de higiene. </strong></h2>



<p>Falar de menstruação está quase sempre associado aos cuidados de higiene, que nos últimos anos se multiplicam nas prateleiras dos supermercados. Não me lembro de alguma vez ter encontrado um produto para lavar prepúcios, pénis ou testículos, mas para a vulva e vagina parecem não faltar. Os pensos higiénicos ultra perfumados, finos, de todos os tamanhos invadem os corredores da higiene e prometem: “segurança”, “proteção”, “leveza” para “aqueles” dias “difíceis” do mês.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A maior parte das mulheres nunca ouviu falar de menstruação de forma positiva. </strong></h2>



<p>Alguém lhes disse que era um dói-dói, quando surpreenderam a mãe sentada na sanita, que viraríamos mulheres, que teríamos de ter muitos cuidados e mais responsabilidade.</p>



<p><strong>Menstruar foi apresentado para muitas com uma condenação</strong> como se nos arrancassem a boneca dos braços e nos transformássemos em mulheres&#8230; Já agora, antes éramos o que?&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é ser uma mulher? </strong></h2>



<p>A maior parte das meninas não sabe nada sobre menstruação e, por mais estranho que pareça, muitas mães também parecem não saber… <strong>Estima-se que 20% das mulheres nunca tenha visto a sua vulva, muitas nem sabem que temos orifícios diferentes e que xixi e fluxo menstrual saem por sítios diferentes. Estranho não é?</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A Educação Sexual é necessária para pôr fim a alguns tabus.</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-NDt1L' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>A Educação Sexual, obrigatória, parece não chegar às necessidades reais das crianças e dos jovens e, apesar da informação circular, agora, de forma bem mais rápida, parece que não é suficiente para pôr fim a alguns tabus.</p>



<p>Achamos que falar de menstruação não é necessário, mas quando nos juntamos e falamos de dificuldades e de desconfortos percebemos que <strong>o silêncio em nada tem contribuído para a nossa descoberta e ligação a esta fase tão importante do nosso ciclo de vida</strong>.</p>



<p>Apesar de conhecer diversas realidades, algumas que nem imaginamos ser possíveis, em Portugal, não há grande dificuldade, na sua generalidade, na aquisição do material de proteção para esta fase, ao contrário de outros países onde meninas faltam à escola e mulheres deixam de ir ao mercado vender porque não têm como se manter limpas durante os dias da sua menstruação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A menstruação é um sinal de saúde, de maturação e de celebração feminina. </strong></h2>



<p>Em Portugal a maior parte das meninas usa pensos higiénicos e muitas desconhecem outras alternativas, a maior parte queixa-se de dificuldade de menstruar no espaço público e as mais velhas sentem o mesmo. Nas escolas falta papel, sabão para as mãos, caixotes do lixo e até trincos nas portas que garantam privacidade. Faltam cortinas nos balneários para termos privacidade numa altura em que temos corpos tão diferentes e condições para podermos estar no espaço público a menstruar com a dignidade que merecemos. A menstruação é um sinal de saúde, de maturação e de celebração feminina.<strong> </strong>O nosso sangue não envenena e nem mata ninguém.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dia da Higiene Menstrual </strong></h2>



<p><strong>Queremos que as pessoas que menstruam, nem todas são mulheres, tenham a possibilidade de aprender mais sobre o seu corpo, de o aceitar e de experimentar esta fase como algo especial, sem vergonha, sem nojo, sem indiferença.</strong></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/05/Dignificar_menstruação_Maio20-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-11847" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/05/Dignificar_menstruação_Maio20-683x1024.jpg 683w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/05/Dignificar_menstruação_Maio20-200x300.jpg 200w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/05/Dignificar_menstruação_Maio20-768x1152.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/05/Dignificar_menstruação_Maio20-1024x1536.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/05/Dignificar_menstruação_Maio20-460x690.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/05/Dignificar_menstruação_Maio20-160x240.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/05/Dignificar_menstruação_Maio20-320x480.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/05/Dignificar_menstruação_Maio20-480x720.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/05/Dignificar_menstruação_Maio20-640x960.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/05/Dignificar_menstruação_Maio20-960x1440.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/05/Dignificar_menstruação_Maio20-1120x1680.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2020/05/Dignificar_menstruação_Maio20.jpg 1280w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure></div>



<p>A 28 de Maio celebra se o Dia da Higiene Menstrual ao qual muitas ativistas preferem chamar <strong>dignidade menstrual</strong>, <strong>para que nenhuma pessoa seja discriminada por menstruar. Para que ninguém sinta nojo do seu corpo e que possa ter acesso aos cuidados que precisa</strong>&#8230; um longo caminho quando pensamos nos milhões de mulheres deslocadas, sem acesso a água, sem acesso a um pano para se limpar e sem viver com a dignidade que tem direito.</p>



<p>Conheça <a href="https://menstrualhygieneday.org/about/about-mhday/">aqui </a>os projetos à volta do mundo que lutam por estes objetivos.</p>



<p><strong>Nota:</strong> De forma a assinalar o dia de hoje, estarei em directo na <a href="https://www.facebook.com/V%C3%A2nia-Beliz-Sexologia-516302375086802/">minha página de Facebook</a>, pelas 18h30, para um momento de partilha e aprendizagem. Vamos conversar com mulheres de vários países, que nos vão dar a perspectiva de como é a realidade de menstruar noutros contextos. Vamos, ainda, falar de bloqueios e obstáculos às meninas e mulheres e conhecer projetos, inspiradores.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-NDt1L' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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