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	<title>Teresa Manafaia, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Teresa Manafaia, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Nutrição de precisão &#8211; O que é e para que serve?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/nutricao-de-precisao-o-que-e-e-para-que-serve/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Teresa Manafaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2025 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição de precisão]]></category>
		<category><![CDATA[Otimização Metabólica]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Teresa Manafaia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nutrição de precisão pode revolucionar completamente a forma como nos alimentamos.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/nutricao-de-precisao-o-que-e-e-para-que-serve/">Nutrição de precisão &#8211; O que é e para que serve?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, tornou-se possível realizar recomendações nutricionais e de estilo de vida de forma personalizada, com base em exames laboratoriais. Desde a descodificação do genoma humano, a combinação da análise das predisposições genéticas com exames de sangue, urina, saliva, entre outros, constitui <strong>a estratégia mais completa para identificar as reais necessidades nutricionais de cada pessoa</strong>.</p>



<p>Contudo, apesar de esta possibilidade estar ao alcance dos países mais desenvolvidos e poder reduzir substancialmente a despesa pública associada a doenças crónicas – como as cardiovasculares, metabólicas e oncológicas, que estão entre as principais causas de morte –, os investimentos em saúde pública continuam a privilegiar o rastreio e o tratamento, em vez da prevenção. Acredito que num futuro próximo, possam ser usadas estratégias de saúde pública mais focadas na identificação de desequilíbrios com o objectivo da prevenção primária de doenças crónicas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Polarização alimentar e impacto na saúde</strong></h2>



<p>Ao navegar nas redes sociais e nos meios de comunicação, é possível constatar uma tentativa de polarização em termos de escolhas alimentares. Surgem tendências e formam-se grupos quase tribais, adeptos de regimes alimentares veganos, crudívoros, carnívoros e outros.&nbsp;</p>



<p>Na consulta de Otimização Metabólica é comum ver exames de pessoas que beneficiariam de um regime alimentar bastante diferente daquele que seguem. Por exemplo, em casos de carências severas e prolongadas de determinados nutrientes presentes exclusivamente em alimentos de origem animal, como a vitamina B12, a melhor estratégia seria integrar esses alimentos na dieta. Quando se detecta a falta de um nutriente específico, é provável que existam outras carências associadas, não detetáveis apenas pelas análises laboratoriais.</p>



<p>No caso da vitamina B12, por exemplo, se um vegano apresentar carência desta vitamina, é possível que também tenha carências de outros nutrientes essenciais presentes na carne, como a creatina, a carnosina e a taurina. Além disso, existem outros alimentos de origem animal onde a biodisponibilidade de vitaminas e minerais é muito mais exuberante do que no reino vegetal, como é o caso da vitamina A e do ferro, por exemplo. O inverso também ocorre: muitas pessoas que consomem baixíssimas quantidades de vegetais e frutas, necessitam de aumentar drasticamente o consumo deste tipo de alimentos para repor nutrientes mais exclusivos. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O papel dos exames laboratoriais na prevenção de doenças</strong></h2>



<p>Os exames laboratoriais permitem identificar lapsos na dieta e corrigir carências que, se prolongadas, podem levar ao desenvolvimento de doenças. Retomando o exemplo da vitamina B12, a sua deficiência severa e persistente está associada a patologias do sistema nervoso central, como a demência, e a problemas cardiovasculares, como o AVC e o enfarte, que têm taxas de mortalidade bastante elevadas nos países desenvolvidos. Por outro lado, também é comum observar nutrientes que se encontram em excesso, especialmente vitamina B6, devido a desequilíbrios da flora intestinal. Assim, a toma indiscriminada de suplementos de A a Z, pode agudizar esta tendência de excesso, levando a consequências várias, que podem incluir distúrbios neurológicos. Há que lembrar que os suplementos não são inócuos e devem ser recomendados por um profissional.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O futuro da nutrição de precisão</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-NfgUF' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>A nutrição de precisão pode revolucionar completamente a forma como nos alimentamos, ao integrar exames laboratoriais na definição da dieta e da suplementação ideais para cada pessoa. Após a realização dos exames, é essencial estar de mente aberta para introduzir os alimentos necessários à correção das carências nutricionais a longo prazo.</p>



<p>Os suplementos constituem um complemento importante, especialmente durante o período em que a pessoa ainda está a aprender a implementar os novos hábitos alimentares. Infelizmente, com o nosso estilo de vida actual, pode ser necessário tomar suplementos ao longo de todo o ano.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Personalização da nutrição e otimização do desempenho</strong></h2>



<p>A personalização da alimentação melhora a saúde, previne doenças e otimiza o desempenho físico e mental. A ciência nutricional avança para um modelo em que comer bem significa alimentar-se de acordo com as necessidades biológicas individuais, promovendo o bem-estar e a longevidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A interligação entre nutrição e exercício físico</strong></h2>



<p>A ciência do <a href="https://simplyflow.pt/qual-o-impacto-do-exercicio-e-nutricao-nas-doencas-metabolicas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">exercício</a> segue um princípio semelhante ao da nutrição de precisão. Os exames de sangue, urina e testes genéticos fornecem informações valiosas para recomendações nesta área. Estas devem ser combinadas com a avaliação do profissional do exercício – que inclui mobilidade, equilíbrio muscular, força e resistência –, de modo a obter um plano de treino verdadeiramente individualizado.</p>



<p>Marque já a sua consulta de <a href="https://www.jcs.pt/pt/equipa-clinica-e-profissionais-de-saude/teresa-manafaia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Otimização Metabólica</a> nas clínicas Joaquim Chaves ou GB Clinic. Venha traçar o seu perfil e descubra quais as estratégias de correcção adequadas para si.&nbsp;</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-NfgUF' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Qual o impacto do stress no metabolismo e na saúde em geral?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/qual-o-impacto-do-stress-no-metabolismo-e-na-saude-em-geral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Teresa Manafaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo São]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Metabólicas]]></category>
		<category><![CDATA[metabolismo]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[stress]]></category>
		<category><![CDATA[Teresa Manafaia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitas vezes a fonte de stress é o nosso trabalho, ou o nosso núcleo familiar, e simplesmente não é possível eliminar essa fonte. O que fazer?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading"><strong><em><strong><em>“Eu engordo por causa do stress.”</em></strong></em></strong></h2>



<p>Em primeiro lugar, há que esclarecer esta questão do stress. Existem dois tipos de stress: agudo e crónico. O nosso corpo está preparado para reagir de forma aguda perante uma situação identificada como perigosa, um stress agudo. Na verdade, as alterações hormonais que ocorrem numa situação de stress preparam-nos para reagir fisicamente (fugir ou lutar, o famoso “<em>fight or flight</em>”). Essas hormonas de stress, como o cortisol e a adrenalina, aumentam a nossa pulsação (frequência cardíaca) e quebram açúcares para que estes estejam disponíveis como combustível num comportamento de sobrevivência, que envolva contração muscular (o tal fugir ou lutar). Quando não existe resposta física com contração muscular após o momento de stress, a pulsação tende a baixar e os açúcares lançados na corrente sanguínea tendem a ser removidos e armazenados como gordura.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando é que o stress se torna problemático?</strong></h2>



<p>O stress torna-se problemático quando é crónico (de longa duração e não pontual) e não seguido de contração muscular. E o problema agrava-se quando a pessoa ainda consome alimentos ricos em açúcar (leia-se tudo o que é açúcar, mas também farinhas) e álcool. Como o aumento da produção de cortisol promove o aumento do apetite por açúcar e favorece o armazenamento de gordura na região abdominal, esta tríade (stress &#8211; sedentarismo &#8211; açúcar) é a combinação perfeita para desenvolver um distúrbio do metabolismo.</p>



<p>Com o aumento do consumo de açúcares, algo facilitado na nossa sociedade devido à disponibilidade de alimentos como refrigerantes, guloseimas, bolachas e pão, etc., a produção de insulina aumenta cronicamente devido à elevação contínua da glicémia (açúcar no sangue). Com o passar dos anos, promovendo este distúrbio, instalam-se condições com diagnóstico médico, como insulinorresistência (estado de pré-diabetes), esteatose hepática (fígado gordo) ou ainda hipertensão, todas elas associadas a inflamação. Ora estas condições são o pontapé de saída para as conhecidas <a href="https://simplyflow.pt/qual-o-impacto-do-exercicio-e-nutricao-nas-doencas-metabolicas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">doenças metabólicas</a>, incluindo obesidade, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares. Infelizmente, também estão associadas a cancro e outras doenças graves. <strong>Quando o metabolismo adoece, todo o corpo humano adoece.</strong></p>



<p>Vários autores<sup data-fn="c0208a4c-868f-4e50-b61f-fa1a3ddd7231" class="fn"><a href="#c0208a4c-868f-4e50-b61f-fa1a3ddd7231" id="c0208a4c-868f-4e50-b61f-fa1a3ddd7231-link">1</a></sup> referem um ciclo de “retroalimentação” relacionado com o stress. Este parece contribuir para o acúmulo de gordura, mas também vice-versa; a própria obesidade parece constituir um estado de stress crónico e pode causar disfunção hormonal. Além disso, a descrição da obesidade como uma condição inflamatória sistémica de baixo grau, que contribui para o desarranjo do equilíbrio metabólico, implica que as substâncias pró-inflamatórias segregadas pela própria gordura (células gordas ou adipócitos) têm um papel no desenvolvimento de distúrbios/doenças.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que a barriga tem a ver com o stress e o metabolismo?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-LcMz3' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>No meu livro “<a href="https://www.presenca.pt/products/perder-a-barriga-sem-fazer-abdominais" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Perder a Barriga sem fazer Abdominais</a>”, menciono esta relação. Aliás, todo o livro é baseado na ideia de que o acúmulo de gordura na região abdominal é uma consequência do stress combinado com sedentarismo e má alimentação. Os exercícios propostos no livro promovem a contração muscular (obviamente), mas também a redução dos níveis de cortisol. Todos os exercícios combinam contração muscular com respiração num padrão que tem uma ação anti-stress. Selecionei exercícios fáceis de executar por todas as pessoas, em que não são necessárias habilidades desportivas.</p>



<p>Os autores de um artigo publicado na revista científica <em>Obesity Reviews</em><sup data-fn="d9b39316-aa54-40d7-9f10-44df2a1eebb3" class="fn"><a id="d9b39316-aa54-40d7-9f10-44df2a1eebb3-link" href="#d9b39316-aa54-40d7-9f10-44df2a1eebb3">2</a></sup>, avançaram que, não só a obesidade central, mas a obesidade em geral, possa ser uma consequência da elevada atividade do eixo hipotálamo-pituitária-adrenal, o sistema responsável por regular a resposta ao stress.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que fazer quando não conseguimos suprimir a fonte de stress?</strong></h2>



<p><strong>É importante relembrar que, da mesma forma que os distúrbios do metabolismo se desenvolvem pelo estilo de vida, também podem ser corrigidas pelo mesmo. Ou seja, não são irreversíveis! </strong>No entanto, <strong>precisamos de tomar decisões importantes, para que o stress não interfira negativamente com a nossa saúde</strong>. </p>



<p>Muitas vezes a fonte de stress é o nosso trabalho, ou o nosso núcleo familiar, e simplesmente não é possível eliminar essa fonte. O que fazer? Terá de passar necessariamente por reprogramar a vida de modo a ter uma boa alimentação, exercício regular e trabalho respiratório. Corrigir os défices nutricionais também é recomendado, e isso pode ser feito através de um check-up bioquímico que mostre quais os défices existentes, que são individuais. </p>



<p>Referências bibliográficas:</p>


<ol class="wp-block-footnotes"><li id="c0208a4c-868f-4e50-b61f-fa1a3ddd7231">https://nyaspubs.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1196/annals.1367.008 <a href="#c0208a4c-868f-4e50-b61f-fa1a3ddd7231-link" aria-label="Vá para a referência 1 das notas de rodapé"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/21a9.png" alt="↩" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />︎</a></li><li id="d9b39316-aa54-40d7-9f10-44df2a1eebb3">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/12119665/ <a href="#d9b39316-aa54-40d7-9f10-44df2a1eebb3-link" aria-label="Vá para a referência 2 das notas de rodapé"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/21a9.png" alt="↩" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />︎</a></li></ol>


<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-LcMz3' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Qual o impacto do exercício e nutrição nas Doenças Metabólicas?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/qual-o-impacto-do-exercicio-e-nutricao-nas-doencas-metabolicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Teresa Manafaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 May 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Metabólicas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Teresa Manafaia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As doenças que mais matam na nossa civilização ocidental e industrial são consideradas Doenças Metabólicas, e são originadas no estilo de vida.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/qual-o-impacto-do-exercicio-e-nutricao-nas-doencas-metabolicas/">Qual o impacto do exercício e nutrição nas Doenças Metabólicas?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na linguagem corrente, quando se fala de metabolismo, normalmente é em referência à facilidade em engordar ou dificuldade em emagrecer. Contudo, se observarmos quais são as Doenças Metabólicas, elas incluem enfarte, AVC, Diabetes e Obesidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que são Doenças Metabólicas?</strong></h2>



<p>Como o próprio nome indica, as Doenças Metabólicas, são doenças que surgem a partir da disfunção do metabolismo. Quando nos referimos a disfunção do metabolismo, referimo-nos a problemas na produção de energia e/ou na degradação de substâncias.</p>



<p>As doenças que mais matam na nossa civilização ocidental e industrial são consideradas Doenças Metabólicas, e são originadas no estilo de vida: mais de ⅓ das mortes globais são devidas a enfarte, AVC ou outras doenças cardiovasculares. A diabetes também é uma doença metabólica, cuja mortalidade associada tem vindo a aumentar ano após ano<sup data-fn="5e97ef31-9e98-451e-a531-be0dd12f7af0" class="fn"><a id="5e97ef31-9e98-451e-a531-be0dd12f7af0-link" href="#5e97ef31-9e98-451e-a531-be0dd12f7af0">1</a></sup>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que conduz às Doenças Metabólicas?</strong></h2>



<p>As Doenças Metabólicas surgem quando alguns fatores se reúnem e persistem durante o tempo. São eles:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-ldF5O' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>níveis elevados de açúcar no sangue (em jejum);</li>



<li>aumento dos triglicéridos;</li>



<li>redução das HDL (colesterol “bom”);</li>



<li>pressão arterial alta;</li>



<li>aumento do perímetro abdominal e/ou relação cintura/anca.</li>
</ul>



<p>Quando acumulamos 3 ou mais destes fatores, estamos perante a Síndrome Metabólica / Síndrome X e ficamos sérios candidatos a desenvolver Doenças Metabólicas<sup data-fn="1b5b7e26-4a3c-45e7-b1ec-73895c09ced5" class="fn"><a id="1b5b7e26-4a3c-45e7-b1ec-73895c09ced5-link" href="#1b5b7e26-4a3c-45e7-b1ec-73895c09ced5">2</a></sup>.</p>



<p>O mais importante é que, se quisermos, conseguimos prevenir estas doenças em grande parte! Como? Controlando um simples fator: o perímetro de cintura.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que tem a barriga a ver com o metabolismo?</strong></h2>



<p>Em 2016 escrevi o livro “<a href="https://www.presenca.pt/products/perder-a-barriga-sem-fazer-abdominais" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Perder a Barriga sem fazer Abdominais</a>”, o qual entrou no top de vendas nesse mesmo verão. A minha satisfação foi enorme, não só pela sensação de sucesso, como também devido ao facto de que eu sabia que quem fizesse o programa, não só iria sentir-se mais elegante, como ficaria mais afastado de Doenças Metabólicas.&nbsp;</p>



<p>Isto porque uma das condições centrais da Síndrome X é a resistência à insulina, e esta encontra-se intimamente relacionada com a deposição de gordura na região abdominal3<sup data-fn="11b3c483-28c4-4174-9e85-50594a3327ed" class="fn"><a id="11b3c483-28c4-4174-9e85-50594a3327ed-link" href="#11b3c483-28c4-4174-9e85-50594a3327ed">3</a></sup>.</p>



<p>É importante reter que: <strong>da mesma forma que a maioria das Doenças Metabólicas se desenvolvem pelo estilo de vida, também poderão ser corrigidas pelo mesmo. Ou seja, poderão não ser irreversíveis!</strong></p>



<p>Se sofreu aumento do perímetro de cintura nos últimos tempos, procure quem o ajude a melhorar a sua alimentação e a fazer exercício adequado ao seu perfil.</p>



<p>Referências bibliográficas:</p>


<ol class="wp-block-footnotes"><li id="5e97ef31-9e98-451e-a531-be0dd12f7af0"><a href="https://ourworldindata.org/causes-of-death" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Causes of Death &#8211; Our World in Data</a> <a href="#5e97ef31-9e98-451e-a531-be0dd12f7af0-link" aria-label="Vá para a referência 1 das notas de rodapé"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/21a9.png" alt="↩" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />︎</a></li><li id="1b5b7e26-4a3c-45e7-b1ec-73895c09ced5"><a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK459248/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Metabolic Syndrome &#8211; StatPearls &#8211; NCBI Bookshelf (nih.gov)</a> <a href="#1b5b7e26-4a3c-45e7-b1ec-73895c09ced5-link" aria-label="Vá para a referência 2 das notas de rodapé"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/21a9.png" alt="↩" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />︎</a></li><li id="11b3c483-28c4-4174-9e85-50594a3327ed"><a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6752642/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">The ability of waist-to-height ratio to identify health risk &#8211; PMC (nih.gov)</a> <a href="#11b3c483-28c4-4174-9e85-50594a3327ed-link" aria-label="Vá para a referência 3 das notas de rodapé"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/21a9.png" alt="↩" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />︎</a></li></ol>


<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-ldF5O' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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