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	<title>Sonia Pinote Bernardes, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Sonia Pinote Bernardes, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Estratégias para sobreviver neste novo mundo tecnológico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sonia Pinote Bernardes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Sep 2023 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[novas tecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Sónia Pinote Bernardes]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A velocidade com que as novas tecnologias nos rodeiam força-nos de forma inconsciente a estar, a ser e a fazer. O excesso de informação produz uma fome de saber e de múltiplos estímulos que exigem de cada um novas estratégias de autorregulação.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quantos dias acorda já com vários pensamentos e preocupações? Tem o hábito de pegar no telemóvel mesmo antes de se levantar da cama? Tem consciência do que sente ao ver e ouvir tudo o que recebe de informações de marcas, vidas privadas e percursos profissionais? Teremos consciência do impacto de todos estes conteúdos na nossa saúde mental? Consegue perceber a tristeza? A alegria? A satisfação e/ou a insatisfação? O rancor? A empatia? A ansiedade que podem causar?</strong> </p>



<p>Nas suas rotinas, quando sai de casa, está mais ligada/o ao mundo exterior ou consegue parar e organizar o seu dia? É uma pessoa que mantém a sua atenção no passado, no futuro ou consegue viver no seu presente?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como se sente com as novas tecnologias? A emergência da inteligência artificial? Já parou para pensar? São uma ameaça ou um desafio?&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>Face a estas questões não existem respostas certas, “receitas únicas” para o </strong><a href="https://simplyflow.pt/o-stress-existe-o-problema-e-como-lidamos-com-ele/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>bem-estar</strong></a><strong> de cada um, permita-se a ler as próximas linhas, retire o que lhe fizer sentido e encontre “o seu tamanho” para se adaptar a este novo mundo.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O mundo está diferente. A rapidez com que se vive parece diferente.&nbsp;</strong></h2>



<p>Só quando nos permitimos parar, ou como a Fátima reforça no título do seu livro “<a href="https://www.wook.pt/livro/simply-flow-atreve-te-a-abrandar-fatima-lopes/28427053" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Atreve-te a abrandar</a>”, é que nos apercebemos da velocidade com que estamos a viver atualmente. Um mundo em constante mudança, imprevisível que afeta as nossas vidas sem darmos conta, que <strong>requer estratégias cognitivas e comportamentais para nos adaptarmos de forma saudável</strong>.</p>



<p>Parece algo recente, mas não, desde 1990 que existe o conceito “VUCA” forjado para cenários de guerra de grande imprevisibilidade, no final da guerra fria. Este acrónimo surge das várias estratégias que as forças armadas adquiriram perante a Volatility (Volatilidade), Uncertainty (incerteza), complexity (complexidade) e ambiguity (ambiguidade) das forças inimigas. Na nossa vida podemos estar perante um cenário semelhante sem nos darmos conta.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A velocidade com que as novas tecnologias nos rodeiam força-nos de forma inconsciente a estar, a ser e a fazer. O excesso de informação produz uma fome de saber e de múltiplos estímulos que exigem de cada um novas estratégias de autorregulação.</strong></h2>



<p>Surge neste contexto digital, acelerado pela pandemia, um novo acrónimo BANI, criado por um antropólogo norte-americano Jamais Cascio. Perante tantas mudanças esta sigla refere-se ao novo mundo. Brittle (Frágil), Anxious (Ansioso), Nonlinear (não linear) e Incomprehensible (incompreensível).</p>



<p>Como psicóloga, alerto para a <strong>necessidade de cada um trabalhar uma nova consciência sobre este “novo mundo” e deste modo tornar mais fácil o processo de adaptação</strong>.</p>



<p>A qualquer momento, a ansiedade surge como uma emoção normal e que, cada vez mais, deve ser respeitada e gerida como tal. A necessidade de <strong>planear</strong> a curto/médio prazo perante a incerteza e a <strong>forma como gerimos a informação e a literacia </strong>podem ser grandes ferramentas a ter no bolso. Ou seja, para sobreviver ao novo dia-a-dia podemos, em primeiro lugar, <strong>aumentar o nível de autoconsciência individual e relacional</strong>. Num segundo momento, podemos <strong>treinar a nossa atitude perante os problemas</strong> e encarar os mesmos como desafios e não como ameaças. Finalmente, não ter medo perante o incerto e atrevermo-nos a experimentar, treinando assim a <strong>agilidade</strong> e a <strong>flexibilidade mental e comportamental</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-center is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong><em>Não tenhas medo e sorri para a vida te sorrir.”</em></strong></p>
</blockquote>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-eGYmU' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Perante estas mudanças, <strong>a minha proposta é aprender sem medos</strong>. Nunca foi tão necessário <strong>não recear errar</strong>! Tentem e voltem a tentar sem medo de serem julgados e criticados.<strong> Ao errar podemos ter consciência do que não queremos e que o caminho a levar não é aquele … não existe problema em recuar ou mudar de direção.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É preciso encontrar harmonia neste novo mundo.&nbsp;</strong></h2>



<p>Sugiro também <strong>investir no conhecimento tecnológico</strong>, não ter receio, aqui falo para as pessoas para quem as novas tecnologias ainda causam algum medo e assustam. Dou como exemplo os robots de cozinha. Não substituem os tachos e as panelas das avós, mas são uma ajuda, numa atualidade onde as prioridades são diferentes. Isto não significa que as refeições sejam piores ou melhores, são simplesmente formas diferentes de chegar ao mesmo resultado.<strong> Sejamos honestos, complicámos as nossas vidas e ao mesmo tempo desenvolvemos instrumentos e ferramentas para a simplificar. E tudo com o mesmo objetivo: encontrar harmonia neste novo mundo.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estar preparado para o inesperado é fundamental.&nbsp;</strong></h2>



<p>Já pensaram que não controlamos a vida e nunca a controlámos? Neste novo mundo,esteja preparado para o inesperado. Para tal, <strong>quanto melhor estivermos organizados nas nossas vidas, melhor nos vamos adaptar ao imprevisível.</strong> Mas, é preciso ter em atenção que<strong> organização não significa controlo, mas, sim, planeamento</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Contribuir para o bem-estar coletivo.&nbsp;</strong></h2>



<p>Outra estratégia que considero de excelência é estarmos em colaboração uns com os outros, construir redes sociais, relações sólidas, cultivar a família e amigos. É necessário estar em conexão com quem nos identificamos e gerar mais valor individual ao criar laços fortes com quem criamos empatia. <strong>Apesar de todos sermos diferentes todos podemos contribuir para o bem-estar coletivo.</strong> Aceitar esta diversidade também pode ser algo a trabalhar neste novo cenário de maior globalização.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Neste novo mundo, não deixe de se colocar em primeiro lugar.&nbsp;</strong></h2>



<p>Faça um planeamento da sua vida, pense no que quer atingir, com foco e determinação, foque-se nos seus valores, nas suas crenças. <strong>Esta consciência pode ser das estratégias mais importantes para não perder o rumo neste mundo onde parece não existir limites e regras para o amanhã</strong>.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-eGYmU' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
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		<title>O stress existe. O problema é como lidamos com ele.</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-stress-existe-o-problema-e-como-lidamos-com-ele/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia Pinote Bernardes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Sónia Pinote Bernardes]]></category>
		<category><![CDATA[stress]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É fácil estarmos perdidos ou confusos. No percurso da nossa vida sofremos influências, aquilo que vivemos e sentimos pode conduzir-nos para muito longe do que realmente somos. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-stress-existe-o-problema-e-como-lidamos-com-ele/">O stress existe. O problema é como lidamos com ele.</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já parou para pensar que, desde que existimos como espécie humana, somos obrigados a fazer escolhas, consoante o ambiente que nos rodeia. Alguns Homens primitivos ao lidar com predadores, fugiram ou evitaram, outros enfrentaram, de acordo com as suas capacidades, mas sempre numa tentativa de adaptação e sobrevivência da espécie. O nosso corpo e a mente adaptam-se e evoluem dependendo das experiências.</p>



<p>Nestes momentos contemporâneos não é diferente em termos biológicos, cognitivos e comportamentais. <strong>O ser humano cresce e desenvolve-se sem se aperceber que está apenas a sobreviver.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Atualmente, vivemos numa sociedade onde tudo ocorre em pequenos e fugazes instantes.&nbsp;</strong></h2>



<p>Constantemente somos postos à prova, com novos desafios em que dissimulamos com facilidade a nossa fragilidade e <strong>esquecemos-nos de que somos humanos</strong>, vestimos boas roupas e utilizamos as mais fantásticas tecnologias. Por outro lado, somos geneticamente diferentes, com histórias e memórias distintas. E para tal, <strong>adaptamos-nos às nossas circunstâncias de acordo com o que pensamos, sentimos e acreditamos</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“Stress” é a palavra que normalmente utilizamos para expressar algo que nos incomoda, que perturba, que destabiliza ou simplesmente condiciona a&nbsp; nossa zona de conforto.&nbsp;&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>Não existe uma única receita para gerir todas estas sensações</strong>, que ultrapassam a forma como pensamos e existimos e, nesta perspetiva, tomamos consciência que começa por ser algo pessoal e intransmissível.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Com tanta informação, temos conhecimento de muitas estratégias, e se algumas fazem sentido e funcionam, outras nem tanto… dependem, por exemplo, da fase de vida que nos encontramos e/ou com quem a partilhamos. Por exemplo: uma mãe ou um pai com vários filhos, com problemas em gerir o seu tempo profissional e/ou pessoal, as estratégias que escolhe não são as mesmas que as de um/a jovem recém-licenciado/a, sem filhos e sem companheiro/a.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O primeiro passo para gerir o stress é o autoconhecimento.&nbsp;</strong></h2>



<p>É fácil estarmos perdidos ou confusos. <strong>No percurso da nossa vida sofremos influências, aquilo que vivemos e sentimos pode conduzir-nos para muito longe do que realmente somos. É fundamental compreender esta transformação. </strong>Algumas experiências podem nos ter feito sentir muito medo e, desde então, fazem com que nos comportemos de forma a controlar tudo à sua volta para não voltarmos a sentir aquela sensação de desconforto.&nbsp;</p>



<p>Nesta perspetiva, o primeiro passo para gerir o stress é o autoconhecimento, ou seja, <strong>encontrarmos respostas em nós próprios</strong>, isto é: quem sou eu no presente; como me vejo; quais os meus pontos fortes e aqueles em que sou mais frágil.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Neste exercício de autorreflexão, uma das atitudes mais facilitadoras é a da aceitação de quem somos e de que não controlamos tudo o que nos acontece.&nbsp;</strong></h2>



<p>Não controlamos, por exemplo, fenómenos da natureza, o trânsito ou a raiva do vizinho, ou seja, não dominamos as imprevisibilidades. O corpo, numa tentativa de sobrevivência, codifica as emoções sentidas e emite sinais de alerta perante estas situações. Estes sinais podem ser sintomas físicos, como uma dor de cabeça, uma dor no estômago, uma tensão nas costas, dificuldade em adormecer ou acordar no meio da noite, entre outros. Podemos treinar a consciência corporal, entender estes sinais e aprender a descodificar estas mensagens.&nbsp;</p>



<p>A prática de uma atividade física &#8211; como pilates, yoga, dança ou outra atividade mais capacitada &#8211; pode servir para <strong>conhecer melhor o meu corpo</strong>. <strong>E nesta consciência pode tornar se mais claro as verdadeiras causas que nos incomodam.</strong> Pode passar por uma dificuldade em comunicar com o parceiro/a, um conflito com colega/chefe, um processo de luto, entre outras. Ou seja, situações que todos nós podemos viver ou sentir. O que será diferente é a forma como cada um de nós irá dar significado às suas experiências.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><strong>O </strong><a href="https://simplyflow.pt/psicologo-quem-cuida-da-saude-mental-dos-psicologos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>psicólogo</strong></a><strong> pode ser uma ajuda fundamental para clarificar este caminho da mente. Porém, a nossa atitude é decisiva.&nbsp;</strong></strong></h2>



<p>Frases como a que a minha mãe me transmitiu <em>“sorrir para a vida para a vida nos sorrir”</em>, sempre ajudaram a olhar para os problemas como desafios e não como ameaças, assim como <strong>a forma como acreditamos em nós pode modificar a resolução dos problemas, a gestão do nosso stress</strong>.&nbsp;</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-SrKDw' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Se para uns o passado é algo que os atormenta, dificilmente vão saborear o presente. Se para outros o que vai acontecer no futuro os perturba e os deixa em ansiedade, também vai ser difícil aproveitar o momento presente. Ou seja, ao ler este texto, pode verificar se é uma pessoa que carrega memórias e já trouxe para si imagens do passado ou se está mais preocupado/a por verificar que ainda tem tantas coisas para fazer. Estas duas sensações impedem de desfrutar o que está a ler. O truque, neste momento, pode ser sorrir, suspirar e continuar a olhar para as palavras, ou seja, desfrutar este presente, em <em>mindfulness</em> e da escolha que fez ao ler este artigo.</p>



<p>Caso ainda tenha dificuldade em gerir o pensamento enquanto está a ler este artigo, por ter mil e uma coisas para fazer e pensar sobre isso, sugiro que <strong>treine a gestão de prioridades, organize o seu dia a dia, escreve numa agenda o que é importante para si e o </strong><strong><em>timing</em></strong><strong> para as concretizar</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><strong>Quando falamos em lidar com o stress, não posso deixar de acrescentar que, para além desta autorresponsabilização, somos seres sociais. Nem todos tivemos a oportunidade de desenvolver capacidades para fazer amizades ou de comunicar, no entanto é possível fazer escolhas com as quais desenvolvemos essa competência.&nbsp;</strong></strong></h2>



<p>Podemos simplesmente começar por pedir apoio, obter informações sobre atividades, sobre a forma como outros resolveram alguns problemas, seja no seio familiar, entre colegas e amigos, na comunidade, ou através de linhas de ajuda como o <a href="https://www.sns24.gov.pt/contacte-nos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SNS 24</a>. <strong><strong>Estratégias eficazes resolvem problemas</strong>. </strong>Se fizermos como alguns antepassados, que evitaram ou compensaram o stress com estratégias que aliviam, mas não resolvem, sabemos que os resultados podem não ser os melhores, e aí até podem surgir dependências, como excesso de consumo de álcool, de tabaco, de outras substâncias aditivas, uso excessivo do telemóvel, dos jogos, entre outras formas de compensar a frustração.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O stress existe e faz com que evoluamos. O problema são as escolhas que fazemos e como as utilizamos.&nbsp;</strong></h2>



<p>Numa sociedade uns vão evoluir, outros nem tanto, mas tudo correrá bem desde que<strong> cada um esteja consciente das consequências das suas escolhas.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-SrKDw' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>De médico e de louco, todos temos um pouco</title>
		<link>https://simplyflow.pt/saude-de-medico-e-de-louco-todos-temos-um-pouco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia Pinote Bernardes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Nov 2022 07:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[André Biscaia]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Daniela Machado]]></category>
		<category><![CDATA[DGS]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Barata]]></category>
		<category><![CDATA[SNS]]></category>
		<category><![CDATA[Sónia Pinote]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A forma como precisamos uns dos outros, deve prevalecer no acesso aos cuidados de saúde e na forma como comunicamos neste setor.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>“De médico e de louco, todos temos um pouco.”</em> Desde pequenos que ouvimos este provérbio português. Nele está implícita a facilidade com que emitimos uma opinião sobre um sintoma, doença ou tratamento e, ao mesmo tempo, a rapidez com que, por vezes, ficamos alterados emocionalmente quando não somos compreendidos naquilo que expressamos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O pequeno/grande passo da violência para a sua prevenção</strong></h2>



<p>Se existirem as circunstâncias ideais para acionar uma espécie de gatilho, em segundos, o ser humano passa de passivo a ativo, ou seja, de protetor a agressor. As teorias do <em>“eu acho que”</em>, na área da medicina e nas relações humanas, podem ser fonte de conflitos. É nas diferenças, nas percepções individuais, que a comunicação clara e assertiva tem uma extrema importância.</p>



<p><strong>Sentirmo-nos bem física e psicologicamente, é uma necessidade básica. </strong><a href="https://simplyflow.pt/saude-nao-e-so-a-ausencia-de-doenca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mais do que a ausência de doença</a>, sabermos lidar com os sintomas que nos surgem e com um determinado diagnóstico, é cada vez mais facilitado pelas novas tecnologias e pelo acesso à informação.</p>



<p>Com a informação, vem a responsabilidade de saber lidar com os sintomas e de aderir aos tratamentos de saúde. A <a href="https://simplyflow.pt/prevencao-mais-vale-prevenir-do-que-remediar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">prevenção</a> na área da saúde, começa pelo seu conhecimento e pela aquisição de comportamentos saudáveis que nos permitam evitar as doenças.&nbsp;</p>



<p>No entanto, a realidade ainda não é bem esta. Nem sempre controlamos o que nos acontece.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um SNS ao serviço de Portugal</strong></h2>



<p>Há 43 anos, iniciou-se em Portugal um Serviço Nacional de Saúde (SNS), dedicado ao bem-estar da população, em que os profissionais estariam disponíveis para cuidar, tratar e apoiar a diferentes níveis. Seja na prevenção, seja na intervenção, nas mais variadas unidades de saúde nacionais.</p>



<p>Desde então, a sociedade tem vindo a mudar. A saúde tem vindo a evoluir e os sistemas a ficarem mais complexos, com necessidade de mais organização e participação de todos.&nbsp;</p>



<p>É nesta complexidade, que surgem novos serviços, novos profissionais, com novas tecnologias, novos acessos à informação, novas exigências e novas responsabilidades. Mas também os utentes estão diferentes. Estão hoje mais informados, mais exigentes e capacitados. Razão pela qual perguntamos agora: Será que estamos mais envolvidos nesta relação com o nosso todo, em termos de saúde (corpo e mente)? Será que estamos mais próximos e fazemos equipa, com as unidades e profissionais que cuidam de nós? E até com a sociedade?</p>



<p><strong>Vivemos numa era onde as mudanças acontecem ao minuto. No entanto, na área da saúde existem tempos diferentes. E porquê ? Porque há princípios que deveriam ser respeitados por todos e, enquanto isso não acontecer, as mudanças serão sempre mais lentas.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um seminário sobre prevenção da violência para melhorar os cuidados de saúde&nbsp;</strong></h2>



<p>A forma como precisamos uns dos outros, deve prevalecer no acesso aos cuidados de saúde e na forma como comunicamos neste setor.</p>



<p>Nada deve justificar as situações de violência verbal, física ou de assédio moral, que existem nestes locais de trabalho. Não fazem sentido comportamentos apenas fundamentados em frustrações ou necessidades que não foram atendidas, no tempo que tínhamos previsto ou na forma que tínhamos idealizado.&nbsp;</p>



<p>O que aqui nos leva à reflexão é a forma como nos estamos a relacionar uns com os outros &#8211; quer entre profissionais, quer entre utentes, quer entre profissionais e utentes.&nbsp;</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-IVNj5' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Na nossa prática diária, como profissionais de saúde, temos desenvolvido estratégias para lidar com esta problemática. Mas não chegam. É preciso o envolvimento e a participação de todos nós. Para tal, temos colaborado num grupo nacional da DGS (Direção-Geral da Saúde), que está comprometido em operacionalizar um plano com medidas concretas para o bem-estar de profissionais de saúde e utentes &#8211;  o <a href="https://www.dgs.pt/prevencao-da-violencia-no-setor-da-saude.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Plano de Ação para a Prevenção da Violência no Setor da Saúde</a>, integrado no <a href="https://www.dgs.pt/pns-e-programas/prevencao-da-violencia-no-ciclo-de-vida.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Programa Nacional de Prevenção da Violência no Ciclo de Vida</a>.</p>



<p>Para combater estas situações de violência, sempre com a prevenção das mesmas no topo das prioridades, e em proximidade com um <a href="https://dre.pt/dre/detalhe/despacho/2102-2020-129160771" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gabinete de Segurança</a> criado para o efeito, os próximos passos serão <strong>alertar para a consciência individual de cada um de nós</strong>. Para tal, está a ser organizado um <a href="https://www.dgs.pt/em-destaque/seminario-violencia-no-setor-da-saude-da-prevencao-a-acao.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">seminário&nbsp; -“Violência no Setor da Saúde &#8211; da Prevenção à Ação” &#8211; no dia 17 novembro</a>, numa parceria da DGS, Gabinete de Segurança e todas as Regiões de Saúde, com acesso a todos e para todos &#8211; órgãos decisores, profissionais e utentes.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="700" height="700" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/image.png" alt="" class="wp-image-18564" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/image.png 700w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/image-300x300.png 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/image-150x150.png 150w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/image-460x460.png 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/image-100x100.png 100w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/image-160x160.png 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/image-320x320.png 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/image-480x480.png 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/11/image-640x640.png 640w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure></div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Saúde de todos e para todos</strong></h2>



<p>Enquanto utilizadores do SNS, um dia, vamos precisar de ajuda. Reconhecer a nossa postura e forma de estar nestes contextos é o começo para garantir a segurança e minimizar situações desagradáveis que, mais tarde ou mais cedo, vão ter consequências não apenas para nós, mas também para toda a sociedade. Não restam dúvidas que <strong>qualquer situação de violência que ocorra na área da Saúde afeta a qualidade dos cuidados prestados, do bem-estar da organização SNS e de toda a sociedade</strong>.&nbsp;</p>



<p>A missão deste grupo da DGS é <strong>promover comportamentos saudáveis e prevenir a violência</strong>. Promover estratégias, onde todos estamos envolvidos na resolução dos problemas do Serviço Nacional de Saúde. Porque a saúde é de todos e para todos. <strong>Cuidar de quem cuida é uma responsabilidade de toda a comunidade.&nbsp;</strong></p>



<p><strong>NOTA: </strong>Texto escrito em parceria com André Biscaia (Médico de Medicina Geral e Familiar; Coordenador do Plano de Ação para a Prevenção da Violência no Setor da Saúde, PAPVSS, DGS), Daniela Machado (Psicóloga Clínica; Coordenadora do Programa Nacional de Prevenção da Violência no Ciclo de Vida, PNPVCV, DGS) e Sérgio Barata (Subintendente; Coordenador do Gabinete de Segurança do Ministério da Saúde).</p>



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		<title>Qual o impacto que a solidariedade tem no nosso bem-estar?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/qual-o-impacto-que-a-solidariedade-tem-no-nosso-bem-estar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia Pinote Bernardes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Dec 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Solidariedade]]></category>
		<category><![CDATA[Sónia Pinote]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se dermos atenção ao que sentimos nos pequenos atos de solidariedade, como ajudar alguém numa aflição, ajudar a carregar um saco pesado ou dar o lugar no caso de mobilidade reduzida, a maioria de nós tem uma sensação agradável ao ajudar o outro, um sentimento de compaixão. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Num ano em que todos vivemos uma crise pandémica, tornou-se muito claro compreender e sentir o poder transformador de pequenos gestos na satisfação das nossas vidas, como um simples abraço, principalmente nos momentos mais difíceis e ameaçadores.</strong></p>



<p>As relações humanas foram e estão afetadas em várias áreas da sociedade devido, em parte, à necessidade de termos sido forçados a estar isolados uns dos outros. Perante uma nova realidade algumas pessoas desenvolveram sentimentos de medo, angústia e desespero. Outras, apesar destes sentimentos, redefiniram objetivos no que estaria ao seu alcance, começando por atitudes de solidariedade com quem estava ao seu lado para minimizar o sofrimento reconsertando assim o sentimento de comunidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A maioria de nós tem uma sensação agradável ao ajudar o outro, um sentimento de compaixão.</strong></h2>



<p>Se dermos atenção ao que sentimos nos pequenos atos de solidariedade, como ajudar alguém numa aflição, ajudar a carregar um saco pesado ou dar o lugar no caso de mobilidade reduzida, a maioria de nós tem uma sensação agradável ao ajudar o outro, um sentimento de compaixão. Uma energia que não se vê, mas que se consegue sentir.<strong> </strong>No voluntariado chega a ser descrito por algumas pessoas como uma sensação de euforia, seguido de momentos de calma profunda. Quando alguém faz algo por outra, num ato de altruísmo é estabelecida uma conexão social, podendo existir lugar para vínculo com identificação de pertença a algo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma energia que não se vê, mas que se consegue sentir.</strong></h2>



<p>Podemos explicar fisiologicamente estas sensações pela libertação de endorfinas, hormonas que produzimos e que nos fazem sentir com maior satisfação dando mais significado à vida. Existem estudos que reportam redução da sensação de depressão, não só pela ação de hormonas como a serotonina, mas também pelo processo de redirecionarmos os pensamentos para atitudes positivas ajudando a relativizar e a enfrentar os problemas do dia-a-dia, melhorando a capacidade de gerir o stress, aumentado assim a capacidade de resiliência. Como consequência destas atitudes é possível melhorar a qualidade do sono e alívio de dores físicas.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>É interessante sabermos que sempre que nos recordamos de ter ajudado alguém mantemos a sensação física e mental da experiência vivida, a libertação das hormonas permanece assim ativa, tal como a sensação de bem-estar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“Como é que posso sentir-me melhor?”</strong></h2>



<p>Em contexto de consulta, é comum as pessoas perguntarem: “Como é que posso sentir-me melhor?”. Neste contexto, como psicóloga e cidadã, para os primeiros passos, parece-me importante cada um <strong>definir o que lhe faz sentido</strong>, na sua realidade e circunstância, <strong>definir ações e atitudes</strong> onde a intenção deve estar focada em tornar o nosso redor em algo melhor. Começando no ato de <strong>amor-próprio</strong>, no <strong>auto-cuidado</strong> e assegurando as nossas <strong>necessidades básicas de conectar com os outros </strong>num ato de empatia e compaixão.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância dos pequenos gestos do dia-a-dia</strong></h2>



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<p>Ou seja, dar importância a gestos simples, como dizer “bom dia” não só para pessoas que conhecemos, mas para alguém que se cruza no nosso caminho, pode só por si ser algo socialmente gratificante. Ou, por vezes, o ato de ligar para alguém que está a passar dificuldade ou que se sente desamparada, ajudar o outro a partilhar e a ter oportunidade em encontrar saídas para os problemas, ou uma atitude simples em responder a uma mensagem apenas por assistência moral, pode <strong>promover esperança</strong>.</p>



<p>Nos nossos locais de trabalho podemos igualmente ter propósitos diários para além dos objetivos definidos. Por exemplo, eu, enquanto <a href="https://simplyflow.pt/psicologo-quem-cuida-da-saude-mental-dos-psicologos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">psicóloga clínica</a> num hospital, a minha função é dar apoio aos profissionais de saúde. Aqueles que foram chamados de super-heróis, aos quais batemos palmas. Na verdade, a minha missão vai para além de um apoio clínico, o de estar numa atitude empática, ou seja, atenta às necessidades atuais dos nossos heróis, sinto uma maior vontade em ir trabalhar diariamente, gerando significado no meu propósito de vida.</p>



<p>Perante o atual clima de imprevisibilidade, onde surgem sentimentos de medo e insegurança, <strong>não tenho dúvidas que para além destes benefícios individuais que contribuem para o bem-estar, as atitudes de solidariedade são fontes de energia renováveis para a sobrevivência humana nos períodos de crise económica social e política</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>20 de Dezembro, Dia Mundial da Solidariedade</strong></h2>



<p>Neste ano, no Dia Mundial da Solidariedade, apelo à <strong>urgência da coesão social baseada no respeito pela diversidade, no reconhecer a importância de todos numa sociedade em relações de interdependência, respeitando sentimentos, ideias e pensamentos</strong>.</p>



<p>Sendo o bem-estar algo único e intransmissível, o impacto da solidariedade é algo que quando encontrado em cada um de nós produz uma energia de conexão que pode produzir uma melhor sustentabilidade para o nosso planeta.</p>



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		<title>Quem cuida da saúde mental dos psicólogos?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/psicologo-quem-cuida-da-saude-mental-dos-psicologos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia Pinote Bernardes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Jul 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Psicólogo]]></category>
		<category><![CDATA[Psicólogos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[Sónia Pinote]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ser psicóloga/o deverá ser uma escolha consciente. Consciente de como vamos cuidar, escutar, orientar para caminhos. Aprender a lidar com o sofrimento do outro, ouvir as tristezas, angústias, desesperos, desilusões, desamores e inúmeros conflitos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ser psicóloga/o deverá ser uma escolha consciente.</strong> Consciente de como vamos cuidar, escutar, orientar para caminhos. Aprender a lidar com o sofrimento do outro, ouvir as tristezas, angústias, desesperos, desilusões, desamores e inúmeros conflitos. Aprender a escutar, por vezes sem podermos dar logo a solução. Aprender a lidar com os processos de transferência quando nos falam de um filho hiperactivo, de um processo de divórcio, de uma morte de alguém querido. Tudo isto é um processo de uma vida para nos tornarmos líderes no <strong>cuidar</strong>, desenvolvendo uma comunicação assertiva, sem ofender, sem criticar, sem fazer juízos de valor. Mesmo tendo sentido crítico e valores pessoais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quem nos ouve? Quem nos entende? Como lidar com a nossa profissão?&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>Quem temos de ouvir em primeiro lugar? Eu diria que a nós próprios. </strong>É também uma capacidade a adquirir, parar para reflectir que existem consequências nos processos terapêuticos. Aprender em cada caso quais as distâncias sem perdermos a empatia e nos tornarmos insensíveis ou querer à força resolver os problemas dos outros.</p>



<p>Apesar de a maioria de nós acharmos que estamos num lugar seguro, de ouvinte, temos de aprender a lidar com o trauma que pode surgir ao escutar os constantes apelos de ajuda e relatos de história recheadas de sofrimento. É uma expectativa falsa e que pode trazer consequências quando não nos cuidamos.&nbsp;</p>



<p>Sentimentos de impotência, lidar com expectativas, medo de errar, culpa, isolamento social, dúvidas sobre a existência humana e foco no sofrimento podem ser possíveis sinais que podem levar a depressão, a crises de ansiedade e doenças psicossomáticas no psicólogo.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O psicólogo que cuida tem de estar cuidado, de ser cuidado.&nbsp;</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-TZQ2E' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Ao longo da minha carreira e vida pessoal fui percebendo a enorme necessidade de me auto-cuidar. Desenvolver <strong>confiança interior</strong> no caminho pessoal de autoconhecimento e adquirir ferramentas de <strong>assertividade</strong> desenvolvendo uma atitude de <strong>humildade </strong>e <strong>esperança</strong> no processo de cuidar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma profissão que se constrói cuidando dos outros, num investimento pessoal e partilhado.</strong></h2>



<p>Não foram os livros que me mostraram como ser psicóloga. Os manuais deram-me ferramentas, orientações, mas é na experiência do dia-a-dia, muitas vezes na tentativa erro, no desafio com as pessoas que cuido, com os mestres e colegas que cruzei academicamente, onde vou buscar o cuidar da minha vocação. Pessoas únicas, histórias diferentes, com necessidades e emoções diferentes.</p>



<p>Também aprendi a impor limites sociais, informar os amigos e familiares que não estamos sempre a analisar tudo ao nosso redor ou que não temos a capacidade de ler mentes ou prever o futuro, são frases que ouço muitas vezes. Agora já não me importo, mas quando comecei a minha profissão há 16 anos fazia-me confusão e, por vezes, sentia que tinha de corresponder a esse estigma do psicólogo.&nbsp;</p>



<p>Como qualquer paciente, tenho a minha história pessoal, a minha família imperfeita, os meus dilemas e problemas. O psicólogo deve aceitar esta parte de si e trabalhar continuamente, aceitando-se como um processo da sua actividade profissional. É nessa atitude que aparece a destreza na <strong>empatia</strong> e a <strong>generosidade</strong> em <strong>ajudar</strong> o outro.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Partilhar com os colegas emoções sentidas, casos difíceis, sair da capa de “super-heróis da mente” ajuda e tranquiliza dúvidas e ansiedades.&nbsp;</strong></h2>



<p>Sempre pratiquei atividades lúdicas que me davam maior <strong>clareza</strong>. Há 5 anos encontrei no crossfit momentos de auto-superação física, mas é no mar, onde pratico a modalidade do kitesurf e me sinto <strong>livre</strong> e mais <strong>capaz</strong>, duas <strong>qualidades essenciais para melhor cuidar do outro</strong>. Nestes momentos dedicados à minha pessoa, faço reset e recupero energias.</p>



<p>Como refere o recente <a href="https://simplyflow.pt/encontrei-o-amor-onde-menos-esperava/">livro</a> da Fátima, “<strong>Ter o coração no sítio certo</strong>” parece-me uma boa frase para cuidar de quem cuida.</p>



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