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	<title>Sofia Serrano, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Sofia Serrano, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<item>
		<title>Sabe o que é o baby brain?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/sabe-o-que-e-o-baby-brain/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Serrano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2018 10:55:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sofia Serrano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que muda no cérebro das grávidas? Sabemos que ficar grávida é entrar num novo mundo:&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/sabe-o-que-e-o-baby-brain/">Sabe o que é o baby brain?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><b>O que muda no cérebro das grávidas?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Sabemos que ficar grávida é entrar num novo mundo: o que podemos e devemos comer, o que vestir, como cuidar do nosso bebé, que cremes usar, os carrinhos ideais para os passeios, as camas que garantem um melhor sono, e muito, muito mais. Amigos, familiares e até desconhecidos adoram dar-nos palpites e opiniões, comentar experiências de parto, falar das noites sem dormir, do quanto devemos engordar. Mas, ainda há um assunto muito pouco falado: </span><b>com tantas mudanças ao longo dos 9 meses, o que muda no cérebro das grávidas?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante a gravidez, sabemos que há mudanças importantes no corpo das mães: há um aumento de peso, as ancas alargam, as mamas aumentam. Mas, e então a mente? Será que o nosso cérebro também muda durante a gravidez? A resposta é sim. </span><b>O cérebro das grávidas muda &#8211; em termos de função e de estrutura. </b><span style="font-weight: 400;">Tanto, que os investigadores designam estas mudanças como &#8220;baby brain&#8221;.</span></p>
<h2><b>O que é o baby brain?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Quantas grávidas não notam que se esquecem do lugar onde deixaram as chaves de casa ou o telemóvel? E, de levar os exames para a consulta?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se até há pouco tempo estas</span><b> alterações de memória </b><span style="font-weight: 400;">eram tidas como um mito da gravidez, são cada vez mais levadas bem a sério.</span><b> Pensa-se que cerca de 80% das grávidas têm alterações da função cognitiva! </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foi publicado este ano um estudo no Medical Journal of Australia que comprova isso mesmo &#8211; &nbsp;mulheres grávidas e não grávidas realizaram uma série de tarefas, incluindo testes de memória, e foram comparadas relativamente aos resultados. Conclusão: as grávidas tiveram piores resultados nos testes de atenção, tomada de decisões, planeamento e memória.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os investigadores concluíram também que não parece haver impacto importante no dia-a-dia (por exemplo interferência com trabalho), mas a grávida nota que as suas capacidades estão diferentes. Mas, não ficamos por aqui. Em 2017 outro grupo de investigadores provou que há alterações da substância cinzenta no cérebro das grávidas &#8211; existe mesmo uma redução de certas áreas em comparação com as mulheres não grávidas. Porém, nem tudo é mau… </span><b>A boa notícia é que parece haver uma reorganização neuronal dessas áreas cerebrais, dando-nos a capacidade tão característica das mães de multitasking e de estabelecer uma relação saudável com o filho, tendo a capacidade de descodificar as necessidades do mesmo.</b></p>
<h2><b>O baby brain existe</b><span style="font-weight: 400;">.</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A nossa mente também muda durante a gravidez e o melhor é contarmos com o aparecimento de lapsos de memória, ao mesmo tempo que ganhamos a capacidade de ligação com o recém-nascido e de cuidar.</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>A Menopausa: mudar, de forma saudável</title>
		<link>https://simplyflow.pt/a-menopausa-mudar-de-forma-saudavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Serrano]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Oct 2018 07:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Ginecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sofia Serrano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde que uma mulher tenha brilho nos olhos, nenhum homem irá reparar se tem rugas em&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">Desde que uma mulher tenha brilho nos olhos, nenhum homem irá reparar se tem rugas em volta deles.” </span></p></blockquote>
<p style="text-align: right;"><span style="font-weight: 400;">Dolores Del Río, atriz</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Podemos dizer que as mulheres passam duas vezes pela adolescência: porque depois de termos ultrapassado a puberdade e chegado à vida adulta, entramos novamente numa época de flutuações hormonais e mudanças de humor intensas, bem como transformações físicas – a perimenopausa. Começa por volta dos 43 anos e atinge o seu máximo aos 47-48 anos. Há alterações de sono, suores noturnos e, acima de tudo, flutuações de humor marcadas. Depois, segue-se a menopausa.</span></p>
<h2><b>O que é a menopausa?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A menopausa corresponde a uma etapa da vida da mulher em que ocorre a cessação permanente da menstruação, devido à paragem de funcionamento dos ovários. O início da menopausa só pode ser considerado após um ano do último fluxo menstrual, uma vez que, durante esse intervalo, a mulher ainda pode, ocasionalmente, menstruar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nem todas as mulheres passam pela menopausa da mesma forma. Algumas não sentem os afrontamentos, a irritabilidade, as insónias ou a secura vaginal, enquanto para outras, estes sintomas são tão intensos que interferem com o seu dia-a-dia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante também salientar que a menopausa é, muitas vezes, encarada erradamente como um acontecimento negativo, um marcador de “velhice”. Esta é uma ideia ultrapassada: </span><b>a menopausa é mais uma fase da vida da mulher, para ser vivida em pleno, com pontos positivos e negativos, onde deixamos de precisar de contraceção e ocorre o fim dos períodos menstruais, que podem ser difíceis de suportar para muitas mulheres</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>Com que idade a mulher entra na menopausa?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A idade da menopausa varia de mulher para mulher, podendo acontecer entre os 45 e os 55 anos. Em Portugal, a idade média para a menopausa situa -se nos 51.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos casos em que a menopausa ocorre antes dos 45 anos, consideramos que há uma menopausa precoce, e se surgir após os 55, é tardia.</span></p>
<h2><b>Quais são os sintomas e sinais da menopausa?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Na menopausa ocorrem transformações importantes no organismo da mulher que estão relacionadas com a redução do funcionamento dos ovários, com uma queda marcada da produção de hormonas.</span></p>
<p><b>São sintomas e sinais da menopausa:</b></p>
<ul>
<li><strong>ausência da menstruação;</strong></li>
<li><strong>secura vaginal;</strong></li>
<li><strong>ondas de calor;</strong></li>
<li><strong>suores noturnos;</strong></li>
<li><strong>insónias;</strong></li>
<li><strong>diminuição do desejo sexual;</strong></li>
<li><strong>diminuição da atenção e memória;</strong></li>
<li><strong>perda de massa óssea – osteoporose;</strong></li>
<li><strong>aumento do risco cardiovascular;</strong></li>
<li><strong>alterações na distribuição da gordura corporal;</strong></li>
<li><strong>depressão.</strong></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Há algumas soluções para melhorar as queixas das mulheres na menopausa, mas </span><b>é fundamental fazer uma consulta com o seu ginecologista e ser ele a indicar a terapêutica mais adequada.</b><span style="font-weight: 400;"> Deve ser feita uma avaliação do estado de saúde da mulher, e uma mamografia, para que se possa decidir qual o melhor tratamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesta fase, recomenda-se que a mulher faça consultas regulares com outros profissionais além do ginecologista habitual, especialmente com o cardiologista e, se necessário, com um psicólogo ou psiquiatra. Devido à redução do metabolismo com a menopausa, é habitual que haja algum ganho de peso, aumento do nível de colesterol e da tensão, bem como sintomas de tristeza, baixa autoestima e até depressão.</span></p>
<h2><b>Combater os sintomas da menopausa com alimentação saudável:</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Saber o que comer nesta fase da vida é muito importante, pois </span><b>a alimentação ajuda a diminuir os sintomas da menopausa</b><span style="font-weight: 400;">, como as ondas de calor, ansiedade e insónia, melhorando o bem-estar da mulher. Devemos escolher uma dieta rica em fruta e vegetais, privilegiando o azeite e limitando a ingestão de gorduras saturadas e doces. Também é importante moderar a ingestão de sal e proteínas, que potenciam a eliminação de cálcio pela urina, bem como de bebidas alcoólicas e estimulantes como o café, que favorecem o risco de problemas cardiovasculares e cancro da mama.</span></p>
<p><b>Uma alimentação saudável na menopausa deve incluir:</b></p>
<ul>
<li><strong>produtos ricos em fitoestrogénios, como a soja, e à base de soja, lentilhas, grão, amendoim, sementes de linhaça, farelo de centeio, trigo integral, cevada, sementes de sésamo e semente de abóbora;</strong></li>
<li><strong>legumes, hortaliças e frutas frescas, especialmente citrinos;</strong></li>
<li><strong>alimentos ricos em vitamina A;</strong></li>
<li><strong>legumes como brócolos e espinafres;</strong></li>
<li><strong>alimentos ricos em ómega 3, como peixe, sementes de chia e frutos secos;</strong></li>
<li><strong>alimentos ricos em cálcio e vitamina D: leite e derivados, sardinhas com espinha, leguminosas, cereais integrais, legumes de folha verde, sementes de sésamo, nabo;</strong></li>
<li><strong>ovos (dois a três por semana);</strong></li>
<li><strong>cereais: arroz, batata, massa integral;</strong></li>
<li><strong>azeite.</strong></li>
</ul>
<h2><b>Combater os sintomas da menopausa com exercício físico:</b></h2>
<p><b>As alterações que ocorrem na menopausa fazem com que as mulheres percam cerca de 2% de densidade mineral óssea por ano. O desporto pode ajudar a minimizar o problema.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante manter um estilo de vida ativo: andar a pé, usar as escadas em vez do elevador e evitar passar muitas horas sentada. Além disso, pelo menos três vezes por semana, deve-se praticar um desporto com carga, como corrida ou marcha, dança ou musculação, durante 30 a 45 minutos, para preservar a massa muscular e o peso, estimular a formação óssea e reduzir o risco de problemas cardiovasculares.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O exercício físico deve ser monitorizado e adequado às condições de saúde. É importante ter aconselhamento médico e ser acompanhada por um profissional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do efeito benéfico para a saúde óssea, o exercício físico permite ainda melhorar outras capacidades, nomeadamente a força muscular, a coordenação dos movimentos, o equilíbrio, a postura e a mobilidade, prevenindo quedas. Ajuda a manter um peso adequado, previne a obesidade e a diabetes, melhora a capacidade cardiovascular, facilita a circulação sanguínea e diminui o risco de hipertensão. A nível respiratório, o exercício físico moderado fortalece os pulmões e o coração, e melhora a capacidade respiratória.</span></p>
<h2><b>Como</b> <b>tratar a menopausa? </b></h2>
<p><b>Os tratamentos da menopausa servem para obter um novo equilíbrio no organismo da mulher e para prevenir as consequências da redução natural de hormonas. </b><span style="font-weight: 400;">Nem todas as mulheres vão necessitar de tratamento.</span></p>
<h3><b>.</b> <b>Terapêutica hormonal de substituição (THS)</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">São hormonas sexuais que vão aliviar os sinais e sintomas da menopausa. Podem ser estrogénios ou progestagénios isolados, uma associação estroprogestativa e ainda a tibolona. A escolha depende de cada mulher em concreto. Melhoram principalmente os afrontamentos, mas também a secura vaginal e líbido, e a longo prazo previnem a osteoporose.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estão associados a um aumento do risco de cancro da mama, AVC e embolia pulmonar, em particular quando a terapêutica dura mais de cinco anos, pelo que a THS só deve ser feita por este período máximo.</span></p>
<h3><b>. Derivados da soja</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">São comprimidos à base de derivados da soja que têm uma ação semelhante aos estrogénios. Começaram a ser usados por se verificar que as mulheres asiáticas, que consomem bastante soja, tinham menos queixas na menopausa e menos cancro da mama.</span></p>
<h2><b>E, a sexualidade após a menopausa?</b></h2>
<p><b>A sexualidade é parte fundamental do nosso bem-estar em qualquer idade.</b><span style="font-weight: 400;"> Após a menopausa, podemos continuar a sentir-nos sexy e a viver a nossa vida em pleno, apesar de, durante muito tempo, persistir o mito que depois dos 50 anos acabava a vida sexual.</span></p>
<p><b>Com a menopausa, há algumas mudanças, que variam de mulher para mulher</b><span style="font-weight: 400;">: algumas passam a ter mais prazer com o sexo, por desaparecer o receio de uma gravidez não desejada, outras têm menos desejo e menos prazer devido à diminuição das hormonas produzidas pelos ovários.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A perda dos níveis de estrogénio reduz a lubrificação e a vascularização vaginal, o que pode provocar dor nas relações sexuais. Outras alterações de vida que acontecem na altura da menopausa, como a saída dos filhos de casa, instabilidade no emprego, problemas de saúde, dificuldades familiares ou económicas, podem ter um efeito mais importante na redução da libido do que a menopausa propriamente dita.</span></p>
<p><b>É um mito que depois da menopausa não há interesse sexual ou que a atividade sexual é má para a saúde nesta idade.</b><span style="font-weight: 400;"> É normal que haja</span> <span style="font-weight: 400;">redução do interesse sexual e que possam aparecer outras queixas, que</span> <span style="font-weight: 400;">devem ser esclarecidas com o médico.</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Toda a verdade sobre os copos menstruais</title>
		<link>https://simplyflow.pt/toda-a-verdade-sobre-os-copos-menstruais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Serrano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jul 2018 08:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Ginecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sofia Serrano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já se sabe que a menstruação é algo que a mulher tem de aprender a gerir&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Já se sabe que a menstruação é algo que a mulher tem de aprender a gerir durante toda a sua vida fértil. E, se já há vários métodos contracetivos que permitem não ter o período, a grande maioria das mulheres sabe que mensalmente tem de contar com alguns dias de hemorragias. Há várias opções para estes dias, que dependem da preferência da mulher e eventuais alergias.</span></p>
<h2><b>Pensos higiénicos e tampões </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os estudos que comparam tampões e pensos mostram que são ambos igualmente seguros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os </span><b>pensos higiénicos</b><span style="font-weight: 400;"> são produtos absorventes de proteção externa feminina, podendo ser usados desde o primeiro período. São colocados na parte interna da roupa interior, onde se fixam devido a uma banda autocolante. Também existem opções com abas, para melhor aderência. Durante o dia, devem ser mudados, pelo menos, de 4 em 4 horas, dependendo do fluxo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quanto aos </span><b>tampões</b><span style="font-weight: 400;">, são produtos de proteção feminina interna &#8211; são inseridos no interior da vagina. Um tampão tem a forma de tubo e é constituído por material absorvente e por um fio, que o permite retirar. Para a sua inserção pode ser usado um aplicador, que permite que a mulher não toque no tampão com a mão e facilita a colocação. Estes devem ser trocados no máximo de quatro em quatro horas. No entanto, parecem seguros por um período máximo de 8 horas, sendo que podem ser utilizados durante a noite. Quem ainda não iniciou a vida sexual pode usar os tampões mais pequenos. </span></p>
<h2><b>E, o copo menstrual? </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É uma alternativa aos pensos e tampões, sendo a opção mais ecológica e económica, uma vez que a maioria dos copos menstruais dura cerca de 10 anos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Trata-se de um recipiente, em forma de cone, que é introduzido na vagina durante a menstruação e serve de coletor do sangue. É feito de silicone e existe em vários tamanhos (dependendo se já se tem filhos, do peso e outras variáveis).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É mais fácil introduzi-lo ainda fechado, em forma de “C”, na parte inferior da vagina, e rodá-lo, para se certificar se ficou bem encaixado.Nas primeiras utilizações aconselha-se o uso simultâneo de um penso higiénico, porque pode haver pequenas perdas devido à falta de experiência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É bastante cómodo e prático. Só precisa ser trocado 8 a 12 horas depois. Sempre que é retirado, deve ser lavado em água corrente e sabão, e seco antes de o voltar a colocar, o que nem sempre é fácil nas casas de banho públicas. Sendo que, assim como é aconselhável na primeira utilização, entre ciclos menstruais o copo menstrual deve ser fervido em água, para eliminar eventuais bactérias. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É uma excelente opção para quem faz alergia a pensos e tampões, e para além disso mantém a humidade natural da vagina, minimizando irritações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais informações sobre este tema e outros acerca da saúde da mulher no “</span><a href="https://www.wook.pt/livro/o-livro-da-mulher-sofia-serrano/21683291"><span style="font-weight: 400;">O Livro da Mulher</span></a><span style="font-weight: 400;">”.</span></p>
<p>Nota: Fotografia por <a href="https://www.instagram.com/fuifotografar/">Verónica Silva</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como viver a gravidez durante o Verão?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-viver-a-gravidez-durante-o-verao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Serrano]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jul 2018 08:30:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Férias]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sofia Serrano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estamos no Verão e as férias grandes estão aí à porta. Então e as grávidas, podem&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/como-viver-a-gravidez-durante-o-verao/">Como viver a gravidez durante o Verão?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Estamos no Verão e as férias grandes estão aí à porta. Então e as grávidas, podem viajar sem qualquer problema, precisam de cuidados especiais ou não podem viajar de todo?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em primeiro lugar é fundamental que a grávida fale com o seu médico assistente sobre o assunto: o local das férias, o meio de transporte, a duração da estadia, o tempo de gravidez, se há ou não problemas associados à gravidez&#8230;tudo isto deve ser tido em conta. O médico aconselhará de acordo com o caso específico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois de tudo ok, toca a planear as férias e gozá-las ao máximo &#8211; com os cuidados&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">que as grávidas devem ter.</span></p>
<h2><b>Ficam aqui 6 dicas para aproveitar bem as férias grávida:&nbsp;</b></h2>
<ol>
<li>
<h3><b> Manter níveis baixos de stress&nbsp;</b></h3>
</li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Toda a gente sabe que há sempre um grau elevado de stress associado às malas, chegada ao aeroporto, viagens de carro e tantas outras coisas que acontecem nas férias. E, as grávidas beneficiam muito mais de uma vida tranquila. Mas, isto não quer dizer que fiquem fechadas durante as 40 semanas da gravidez em casa (desde que esteja tudo bem, claro!). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um truque é antecipar e planear tudo:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">sair de casa com alguma antecedência, para não correr o risco de ficar preso no trânsito ou haver alguma complicação no caminho;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">reservar o que for possível antes da viagem: os lugares no avião (os do corredor são melhores porque a grávida precisa de ir várias vezes à casa de banho), refeições especiais (por exemplo, pode haver alguma restrição alimentar durante a gravidez), quartos de hotéis e pousadas (em vez de deixar para marcar à chegada e correr o risco de não ter quarto);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">não encher muito a mala, para que a grávida a consiga carregar. Idealmente usar malas com rodinhas e usar os carrinhos de transporte de malas assim que possível;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">tentar manter o bom humor, mesmo com filas ou atrasos. Sim, as hormonas da gravidez podem ser complicadas e fazer com que tenhamos vontade de gritar ou chorar, mas o melhor é focar na chegada e no relax que as férias vão proporcionar.</span></li>
</ul>
<ol start="2">
<li>
<h3><b> Manter uma alimentação adequada&nbsp;</b></h3>
</li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Não é por estar fora de casa que a grávida deve abandonar os hábitos alimentares corretos. Por isso, é boa ideia levar na mala de mão barras de cereais, fruta ou triângulos de queijo (por exemplo) porque durante a viagem a grávida não deve ficar muitas horas sem comer, correndo o risco de ficar enjoada e com sensação de tonturas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A água também é fundamental, e a hidratação adequada permite que a grávida tolere bem a viagem e não desidrate &#8211; algo que acontece mais frequentemente em viagens de avião.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois da chegar ao destino das férias, devem-se fazer refeições de 2 em 2 ou 3 em 3 horas, equilibradas, sem comer muito de cada vez (grandes refeições causam mais azia) e com os cuidados habituais (por exemplo, não consumir carne mal passada).</span></p>
<ol start="3">
<li>
<h3><b> Manter a energia&nbsp;</b></h3>
</li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Gravidez não é doença, e a grávida pode manter a atividade física nas férias, se o médico assim o aconselhou. A grávida saudável pode fazer caminhadas, visitar museus e jantar fora, mas deve-se lembrar que vai ficar mais cansada que o habitual e que não terá o mesmo ritmo. Por isso, é boa ideia fazer passeios com calma e diariamente tirar umas horas para repousar, dormir uma sesta ou ler um livro na praia com as pernas mais altas. E, se possível, usar e abusar do room service &#8211; uma grávida com energia aproveita muito mais as férias.</span></p>
<ol start="4">
<li>
<h3><b> Ter cuidado com as pernas e pés&nbsp;</b></h3>
</li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Sapatos confortáveis são fundamentais &#8211; devem ser bons para caminhar e largos o suficiente para se os pés incharem depois de uma viagem longa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Longos períodos sentada deixam a grávida com pernas e pés inchados e podem desencadear caibras. Por isso, nas viagens de carro é boa ideia parar a cada hora e meia para esticar as pernas e caminhar um pouco. Numa viagem longa de avião também é boa ideia levantar-se e caminhar um pouco. Quando a grávida estiver sentada, deve ir fazendo movimentos com os pés, para manter a circulação e prevenir coágulos. Se possível, elevar um pouco os pés (por exemplo, apoiá-los na mala de mão). Se o médico recomendar, as meias elásticas durante a viagem podem ser uma boa opção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também é uma boa ideia convencer o marido a fazer uma massagem regular às pernas da grávida ao final de cada dia, ajudando a diminuir o edema.</span></p>
<ol start="5">
<li>
<h3><b> Informar-se sobre as vacinas necessárias&nbsp;</b></h3>
</li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">O ideal é ter feito todas as vacinas 3 meses antes de engravidar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É boa ideia falar com o obstetra sobre o destino das férias para perceber quais os riscos em termos de doenças.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As grávidas devem evitar vacinas feitas a partir de organismos atenuados, como a febre amarela, sarampo, rubéola e outras, pela possibilidade de infectar a mãe e o bebé, e poder ter efeitos adversos. O ideal é recorrer à consulta do viajante e esclarecer caso a caso (esta consulta existe nos centros de saúde ou hospitais).</span></p>
<ol start="6">
<li>
<h3><b> Escolher atividades seguras</b></h3>
</li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Há muitas atividades físicas adequadas para as grávidas, como as caminhadas, natação ou ioga. A grávida vai conhecendo o seu corpo e vai percebendo o que pode ou não fazer. No entanto, há coisas que deve evitar:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">saunas e banheiras de hidromassagem muito quentes, já que se pensa que temperaturas elevadas no início da gravidez podem ser prejudiciais para o feto, e numa fase mais tardia podem baixar muito a tensão e dar sensação de mal-estar e desmaio;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">parques de diversões com mudanças bruscas de direcção e travagens abruptas. Aqui também se incluem escorregas aquáticos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">mergulho e outros desportos que envolvam mudança de pressão;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">surf e equitação, porque têm risco de traumatismo abdominal. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">E quando a grávida estiver cansada, com calor ou desconfortável, é boa ideia diminuir o ritmo ou parar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Boas férias!</span></p>
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		<title>11 respostas que todas as mulheres vão querer saber</title>
		<link>https://simplyflow.pt/11-respostas-que-todas-as-mulheres-vao-querer-saber/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Serrano]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jun 2018 10:51:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Ginecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sofia Serrano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A saúde é meio caminho para felicidade e deve ser uma das prioridades da vida da&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A saúde é meio caminho para felicidade e deve ser uma das prioridades da vida da mulher. Se estivermos bem com o nosso corpo e mente, estamos bem com o mundo!</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Há pequenas dicas que são essenciais para o nosso bem-estar. Confira as respostas a 11 das perguntas que as mulheres sempre quiseram fazer ao seu médico, mas nem sempre têm coragem.</span></p>
<h2><b>1. O ponto G existe mesmo?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com algumas teorias, existe um ponto no interior da cavidade vaginal que é extremamente sensível à pressão profunda, ou seja, é uma pressão firme, só possível em determinadas posições na relação sexual. Fica situado na parede anterior da vagina e a cerca de quatro centímetros da entrada. O tamanho e a localização exata podem variar. Quando estimulado, aumenta de tamanho e conduz ao orgasmo em muitas mulheres.</span></p>
<h2><b>2. A pílula provoca infertilidade?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Não há qualquer evidência que relacione o uso da pílula com a dificuldade em ter filhos.</span></p>
<h2><b>3. A pílula interfere com o desejo sexual?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A pílula, em algumas mulheres, baixa os níveis de testosterona livre, levando a que a libido diminua. Na maior parte dos casos, basta mudar para uma pílula com outra composição para que a mulher sinta que voltou a ser quem era. Nas situações em que isto não é suficiente, o ideal será outra opção em termos de contracepção, pois as pílulas estão associadas ao «adormecimento dos ovários» e ao desaparecimento dos picos hormonais, como sucede, por exemplo, na ovulação, reduzindo o desejo sexual da mulher.</span></p>
<h2><b>4. Os fios do DIU sentem-se durante as relações sexuais? E, o anel vaginal?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Não, os fios do DIU e o anel vaginal não interferem na relação sexual. No caso do anel, se for mais confortável para o casal, pode ser retirado e depois recolocado, podendo ficar até duas horas fora da vagina sem perder a eficácia.</span></p>
<h2><b>5. As mamografias são perigosas?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A mamografia expõe a mulher a uma radiação de baixa dosagem – de uma forma geral, os benefícios do rastreio do cancro da mama são maiores do que os riscos de</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">radiação. É um exame rápido e o desconforto que provoca é mínimo. Sabe-se que a detecção precoce do cancro da mama reduz o risco de morte pela doença 25 a 30%. Por isso, as mamografias ajudam a salvar vidas, devendo ser feitas quando recomendadas pelo médico. Não são perigosas quando efetuadas nestas condições.</span></p>
<h2><b>6. E, os miomas… até que ponto são perigosos?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">São tumores benignos, muito frequentes: mais de metade das mulheres com 35 anos ou mais têm miomas. Nem todos dão sintomas e para um diagnóstico é preciso fazer um exame pélvico, complementado com uma ecografia endovaginal. Nem todos os miomas precisam ser tratados. Se forem pequenos e não derem sintomas, podem ser somente vigiados na consulta anual de ginecologia. Quando há menstruações intensas e prolongadas com coágulos, sensação de peso ou pressão na zona pélvica, entre outros, geralmente é necessário tratar – a cirurgia é uma das opções disponíveis, mas há alternativas.</span></p>
<h2><b>7. Devemos fazer a depilação na área genital? Ou está desaconselhado?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A depilação da área genital depende da sensibilidade da mulher. A frequência deverá ser a menor possível; contudo a extensão da área depilada dependerá do gosto de cada mulher. Uma boa opção será aparar os pelos púbicos sem rapar, para não interferir no equilíbrio da pele.</span></p>
<h2><b>8. Qual é a melhor altura para falar de sexualidade com a minha filha?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Todos os momentos devem ser aproveitados para esclarecer dúvidas relacionadas com a sexualidade &#8211; a propósito de um programa de televisão, um vídeo no youtube, um livro ou uma conversa na escola. Se a ocasião não for oportuna, ou se os pais não se sentirem preparados, podem combinar com a filha falar sobre o assunto noutra altura – e cumprir a promessa – ou nos casos em que há dificuldades nesse assunto, os livros, especialmente para adolescentes que abordam este tema, podem ser uma boa solução.</span></p>
<h2><b>9. E, para levar pela primeira vez ao ginecologista?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Se houver queixas ou sintomas, a consulta deve ser imediata. Nos restantes casos, pode ser uma boa ideia acompanhar a mãe a uma consulta a partir dos 8, 9 anos para conhecerem a(o) médica(o). Depois o ideal será fazer uma consulta de rotina anual a partir da primeira menstruação.</span></p>
<h2><b>10. O que são, afinal, as consideradas dores menstruais ‘normais’?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A dor menstrual relacionada com o período (sem outras causas) surge geralmente no primeiro dia da menstruação e dura geralmente 24 horas. Nalgumas mulheres é mais intenso, noutras muito ligeira.</span></p>
<h2><b>11. Desde que entrei na menopausa quase não me apetece ter relações sexuais e invento constantemente desculpas, porque o meu companheiro está sempre </b><b>disposto a tal… o que devo fazer?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É muito importante conversar com o parceiro sobre o assunto, para perceberem quais as alturas mais favoráveis e quais as posições mais confortáveis, assim como ter tempo para os preliminares. Há também outros modos de ligação física afectiva, como as massagens que são óptimas para manter uma boa relação a dois.</span></p>
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