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	<title>Sofia Pereira, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Sofia Pereira, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Cultive e priorize a autocompaixão</title>
		<link>https://simplyflow.pt/cultive-e-priorize-a-autocompaixao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2025 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[autocompaixão]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Consciente do Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Kristin Neff]]></category>
		<category><![CDATA[Sofia Pereira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autocompaixão é uma palavra ainda pouco compreendida. Atrevo‑me a afirmar que é ainda um conceito pouco usado.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/cultive-e-priorize-a-autocompaixao/">Cultive e priorize a autocompaixão</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No mundo acelerado e hiperconectado em que vivemos, a busca incessante pela produtividade tornou-se quase uma obsessão. Somos constantemente bombardeados por mensagens que nos impelem a fazer mais, ser mais eficientes e alcançar mais em menos tempo. Esta pressão constante para otimizar cada minuto cria um ambiente propício ao stress e à ansiedade. No meio deste turbilhão, é fácil esquecer que somos seres humanos, não máquinas, e que a vida muitas vezes apresenta desafios inesperados. E, como sabe, a vida pode ser muito dura. Existem situações e acontecimentos que nos provocam muito sofrimento, stress e ansiedade, tais como: problemas no trabalho, dificuldades  financeiras, desentendimentos com pessoas de quem gostamos, problemas de saúde, entre outros. Estas situações ou acontecimentos inesperados têm naturalmente um impacto na concretização dos objetivos que nos propomos atingir. E é aqui que entra o «poder» da <strong>autocompaixão, algo que o deve acompanhar ao longo de todo o seu processo de gestão consciente do tempo</strong>.</p>



<p>Autocompaixão é uma palavra ainda pouco compreendida. Atrevo‑me a afirmar que é ainda um conceito pouco usado. E, quando é usado, muitas vezes pode ser interpretado como ter pena de si próprio, gentileza ou até fracasso. Porém, estas definições não correspondem à realidade. Ainda que, em alguns dicionários, se defina autocompaixão apenas como sinónimo de autopiedade, eu defini‑la‑ia como <strong>a capacidade de falar consigo, e tratar‑se da mesma forma com que fala e trata aqueles que ama quando algo de menos bom lhes acontece</strong>. É ser gentil consigo próprio, apoiar‑se, validar‑se, sobretudo nos maus momentos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A autocompaixão tem vindo a ser associada a um sentimento de maior bem‑estar, contribuindo mesmo para a diminuição da ansiedade e depressão, o aumento das competências emocionais para lidar com os problemas de forma mais eficaz e uma maior compaixão dirigida às outras pessoas.</strong></h2>



<p>Segundo <a href="https://www.portoeditora.pt/autor/kristin-neff/2136674" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Kristin Neff</a>, pioneira no campo da investigação da autocompaixão, que conduziu os primeiros estudos empíricos sobre o tema, há quase 20 anos, a autocompaixão representa uma atitude calorosa e de aceitação pelos aspetos negativos do <em>self</em> (essência individual) ou da vida. Neff defende que <em>«ter uma verdadeira atitude autocompassiva pressupõe desejar bem‑estar ao EU,&nbsp; encorajá‑lo a mudar de forma calorosa quando necessário e a retificar padrões de comportamento disfuncionais e dolorosos»</em>.</p>



<p>Relembro-lhe: a nossa vida é curta (cerca de 25 a 30 mil dias) e que nunca conseguirá controlar tudo, imprevistos acontecem. A autocompaixão irá permitir‑lhe tratar‑se a si próprio com amabilidade, manifestando preocupação e apoio para consigo, tal como faria com alguém querido.&nbsp;</p>



<p>O que faz quando vê alguém de quem gosta a confrontar‑se com momentos difíceis na vida ou a enfrentar determinados desafios pessoais? Responde, certamente, com gentileza e não com severo julgamento. Reconhece que a imperfeição faz parte de toda a experiência humana. Por outras palavras, <strong>para haver autocompaixão é necessário reconhecer e aceitar as várias experiências, mesmo aquelas que são dolorosas, ao invés de as ignorar ou exagerar os seus efeitos negativos, castigando‑se</strong>.</p>



<p>A autocompaixão atua como um pai ou uma mãe carinhosos. Mesmo que o seu desempenho na gestão consciente do seu tempo não esteja a ser o que desejaria num determinado dia ou fase da vida, permita‑se aceitar‑se a si mesmo. E, tal como uma mãe, mostre apoio e amor incondicionais a si próprio, reconheça que está tudo bem, mesmo sabendo que não é perfeito. Ninguém é.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como cultivar a autocompaixão?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-S6EX8' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p><strong>Quem é a única pessoa no mundo que está disponível durante as 24 horas do dia para lhe dar atenção e carinho? É isso mesmo, você próprio! </strong>Por isso, quero deixar-lhe um exercício prático, que pode encontrar no meu livro <a href="https://www.presenca.pt/products/como-ter-tempo-para-tudo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">«Como ter tempo para tudo»</a>, cujo objetivo é ajudar a «trabalhar» a autocompaixão:&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Escreva uma carta para si.</strong></h3>



<p>Escrever sobre as nossas imperfeições e qualidades ajuda‑nos a aumentar a consciência sobre elas e, quando combinadas com mudanças na forma e no tom como nos autocriticamos, estamos a desenvolver a autocompaixão e autoestima.</p>



<p>Convido‑o, assim, a escrever uma carta para si, como se estivesse a escrever para um grande amigo. Olhe para si com carinho e compaixão. Escreva sobre as suas imperfeições, mas também sobre as suas conquistas, as suas qualidades. Descreva o quão corajoso tem sido.&nbsp;</p>



<p>Guarde a sua carta. Leia‑a sempre que necessitar de um reforço da presença do seu «EU compassivo».</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma </strong><a href="https://simplyflow.pt/como-gerir-o-tempo-de-forma-consciente/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>gestão consciente do tempo</strong></a><strong> não é apenas sobre cumprir tarefas, mas também sobre como escolher tratar-se nos momentos difíceis.&nbsp;</strong></h2>



<p>Cultivar a autocompaixão é essencial para encarar os imprevistos com serenidade, cuidar do seu bem-estar e seguir em frente com equilíbrio e propósito.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-S6EX8' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como lidar com o que não podemos controlar?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-lidar-com-o-que-nao-podemos-controlar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Dec 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[autocompaixão]]></category>
		<category><![CDATA[Como ter tempo para tudo]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Consciente do Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Kristin Neff]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Sofia Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pode ter o seu dia planeado ao segundo, seguindo todas as estratégias de planeamento consciente; contudo, há algo muito importante que nunca deve desvalorizar: não conseguirá controlar tudo, todos os dias.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading"><strong>Não podemos controlar tudo &#8211; Adote a flexibilidade na gestão consciente do tempo</strong></h2>



<p>Pode ter o seu dia planeado ao segundo, seguindo todas as estratégias de planeamento consciente; contudo, há algo muito importante que nunca deve desvalorizar: não conseguirá controlar tudo, todos os dias. Não controlará imprevistos, filas de trânsito, doenças, atrasos de reuniões, comportamentos desafiantes dos seus filhos, ou mesmo sobre aquele amigo que telefona e precisa de mais tempo para desabafar. Estes acontecimentos podem obrigá-lo a alterar o seu planeamento consciente ou impedir o seu cumprimento à risca. É por isso que a flexibilidade é um dos «superpoderes» fundamentais neste processo de gestão consciente do tempo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><em>Mindset</em></strong><strong> positivo e flexível</strong></h2>



<p>Aceitar que o mundo e as pessoas à nossa volta estão em constante alteração, assim como aceitar o desconhecido e a mudança, é abrir a porta à oportunidade de experimentar algo novo e de nos desafiarmos.</p>



<p>Podemos definir <strong>flexibilidade</strong> como a <strong>capacidade de nos adaptarmos a qualquer circunstância mantendo uma postura positiva e colaborativa</strong>. Mas não se engane, se não incorporar a atenção plena na sua vida e não for deixando de lado o «piloto automático», esta flexibilidade pode ser traduzida em reação e não em ação. O que quero com isto dizer é que, quando temos a noção de que algo nos está a acontecer, temos a possibilidade de decidir o que fazer perante essa situação e estamos, assim, a agir.</p>



<p>Ao ser flexível, será mais capaz de lidar com os vários desafios não programados, sem perder o foco ou a energia nos seus objetivos. Assim, perante os vários estímulos com que o mundo frenético que nos rodeia nos bombardeia, em que impera a «tirania do mais e do urgente», a qual potencia&nbsp; alterações que exigem uma adaptação constante da nossa parte, é este <em>mindset </em>flexível, esta mentalidade adaptativa que lhe irá permitir reagir de forma eficaz a essas circunstâncias, fazendo uma adequada gestão da mudança, focada nos seus objetivos, sempre guiada pelo seu propósito e valores (aquilo que chamo de «o nosso GPS»).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como desenvolver um </strong><strong><em>mindset</em></strong><strong> flexível e positivo, e colocá‑lo em prática no dia a dia?</strong></h2>



<p>Deixo-lhe algumas pistas:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-HeEKx' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Aceite contratempos e mudanças.</strong> Vivemos num mundo em constante alteração. Aceitar o desconhecido e vê-lo como uma oportunidade de experimentar algo novo é fundamental;</li>



<li><strong>Não encare as consequências de um contratempo inesperado como erros.</strong> Falha, fracasso e erro são palavras com conotações negativas que levam a um estado interno de desmotivação, vergonha, impotência e tristeza, além de uma atitude de autocrítica, com reflexos no seu comportamento e nos outros. Acredito que a maior parte dos contratempos inesperados nos trazem uma aprendizagem associada e acrescentam valor à nossa vida;</li>



<li><strong>Adote uma postura confiante e persistente</strong> até atingir o objetivo desejado;</li>



<li><strong>Envolva outras pessoas.</strong> Perante uma situação desafiante não chame a si toda a responsabilidade. Partilhe com os outros os seus pontos de vista, preocupações e soluções. Procure conhecer a perspetiva de outras pessoas sobre o&nbsp; acontecimento. Desta forma estará a permitir a abertura a novas perspetivas, experiências e ideias e, até, a partilha de responsabilidades.</li>
</ol>



<p>Tome nota: <strong>Um <em>mindset</em> flexível e positivo contribui para que abrace o seu crescimento individual, a mudança e inúmeras possibilidades</strong>.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-HeEKx' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Planeamento e organização no regresso ao trabalho</title>
		<link>https://simplyflow.pt/planeamento-e-organizacao-no-regresso-ao-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Consciente do Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Regresso à rotina]]></category>
		<category><![CDATA[Sofia Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um regresso consciente ao trabalho é a chave para uma vida mais consciente, plena e satisfatória.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/planeamento-e-organizacao-no-regresso-ao-trabalho/">Planeamento e organização no regresso ao trabalho</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O regresso ao trabalho e ao ritmo acelerado da nossa vida, após uma pausa mais prolongada, como é o caso das férias, pode ser um desafio significativo. Planear e organizar este regresso é essencial para garantir que o tempo dedicado ao trabalho seja vivido com prazer e tranquilidade e que, por outro lado, continuamos a ter tempo para tudo o resto que é importante na nossa vida.&nbsp;</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-center is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong><em>Não é apenas a nossa esfera profissional que nos define.”</em></strong></p>
</blockquote>



<p>Sim, eu sei que passamos a maior parte do nosso dia a trabalhar. Mas atenção: a nossa vida não se resume apenas à esfera profissional. <strong>É muito importante ter tempo para todas as esferas da nossa vida: pessoal, familiar e profissional. </strong>Encontrar o tão esperado <a href="https://www.sowisetimelab.pt/c%C3%B3pia-agenda" target="_blank" rel="noreferrer noopener">equilíbrio</a>. Para muitos, este conceito de equilíbrio entre as nossas três esferas da vida surge associado à representação de uma “vida perfeita”, muito potenciada pelas revistas, séries, filmes e, ultimamente, redes sociais que nos mostram imagens idílicas, onde se tem tempo para tudo, em que o stress e a ansiedade são inexistentes. Provavelmente, aquelas vidas também o são. E não falo apenas das que fazem parte do mundo da ficção. <strong>O equilíbrio de que falo resulta da harmonia entre as exigências inerentes às diferentes esferas da vida e não ter o mesmo número de minutos para cada uma delas.</strong> Estas exigências variam de pessoa para pessoa, atendendo a que somos pessoas com valores, vivências e expectativas diferentes e em função do ciclo de vida familiar no qual nos encontramos. Este equilíbrio não só melhora a nossa saúde mental, bem-estar geral e satisfação com a vida, como também nos torna mais <a href="https://simplyflow.pt/o-que-e-a-produtividade-consciente/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">produtivos</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Para um regresso ao trabalho de forma consciente, considere:</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>I. Os seus ritmos e limites individuais&nbsp;</strong></h3>



<p>Um dos pressupostos basilares da Gestão Consciente do Tempo é o conhecimento e respeito pelos seus ritmos e limites individuais.  <a href="https://simplyflow.pt/conheca-e-respeite-os-seus-ritmos-e-limites/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Neste artigo</a>, falo de forma mais detalhada sobre estes dois aspetos mas quero que retenha o seguinte: <strong>depois do regresso de férias, evite entrar no mundo frenético em “modo piloto automático” e assuma o compromisso de se respeitar</strong>. </p>



<p>Ignorar estas duas dimensões fundamentais do nosso ser pode levar a um&nbsp; ciclo vicioso de stress, cansaço e insatisfação, comprometendo não apenas o nosso desempenho, mas também a nossa saúde.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>II. Planear, de forma consciente, o seu tempo</strong></h3>



<p>É fácil entender que, quando se define o planeamento do tempo, temos de fazer uma distribuição de atividades por determinados períodos ou blocos desse mesmo tempo. Contudo, tem de existir uma ordem. E o <a href="https://simplyflow.pt/como-gerir-o-tempo-de-forma-consciente/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">planeamento consciente</a> obedece a uma ordem específica.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Use uma agenda</strong></li>
</ol>



<p>Escolha o formato mais indicado: papel, digital. No meu caso, uso a agenda digital, na qual registo todas as atividades por blocos de tempo, e por esferas da vida, dando a possibilidade de partilhar algumas dessas atividades com outras pessoas, dependendo da área em que se integram.</p>



<p>Além da agenda virtual, que me vai dando alertas dos compromissos com os quais me comprometi, uso a agenda em formato papel para ir tomando notas, ao longo do dia, de aspetos que considero importantes e dos quais não me quero esquecer. Podem ser ideias para um novo projeto, pensamentos ou listas de compras que preciso de fazer para casa.</p>



<ol class="wp-block-list" start="2">
<li><strong>Blocos de tempo</strong></li>
</ol>



<p>Utilize a estratégia de criar blocos de tempo para as atividades definidas. Com um início e um fim bem definidos, contemplando pausas entre as várias atividades. Os blocos de tempo contribuem grandemente para a concretização dos seus objetivos. E lembre‑se de que não é suposto definir objetivos apenas para a sua esfera profissional. Também tem objetivos nas esferas pessoal e familiar, pelo que os blocos de tempo deverão contemplar todas estas esferas.</p>



<p><em>“Defina compromissos e prazos consigo e depois discipline</em><em>‑</em><em>se para os cumprir”</em>, deixa bem claro Brian Tracy. A duração destes blocos de tempo variam em função da sua importância.</p>



<ol class="wp-block-list" start="3">
<li><strong>Contemple tempo para todas as suas esferas da vida</strong></li>
</ol>



<p>Quando olhar para a sua agenda deverá conseguir ver todos os blocos de tempo afetos a cada uma das suas esferas da vida. Todas deverão estar contempladas.</p>



<p>E por onde começar?</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-3fjXI' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Bem, pela esfera da vida que deve ser nutrida diariamente e que é fundamental para manter a satisfação de todas as outras: <strong>a pessoal</strong>. Agende, consigo, as atividades afetas à esfera pessoal. Por exemplo, se gosta de tomar o pequeno‑almoço sozinho enquanto lê um capítulo de um livro, sem interrupções e logo de manhã, agende esse compromisso consigo na sua agenda, respeitando os seus ritmos e os seus limites. Se praticar uma atividade física é um dos seus objetivos, coloque as ações que levarão à sua concretização na agenda. Por exemplo: ir às segundas, quintas e sextas‑feiras, das dezoito às dezanove horas, ao ginásio.</p>



<p>No que respeita à <strong>esfera profissional</strong>, delimite os horários de início e términos do seu dia de trabalho. Recordo‑lhe que falámos da importância de definir esses limites anteriormente e do impacto positivo que essa prática tem no equilíbrio entre as suas esferas da vida: pessoal, familiar e profissional.</p>



<p>O mesmo se aplica para a <strong>esfera familiar</strong>: agende os compromissos com os seus familiares. Faça o planeamento tendo presente os seus objetivos. Caso um dos seus objetivos seja passar mais tempo com os seus amigos, então programe atividades para estar com eles, seja uma breve conversa telefónica por semana ou um jantar com uma periodicidade mensal pré definida.</p>



<ol class="wp-block-list" start="4">
<li><strong>Priorize as suas atividades</strong></li>
</ol>



<p>Sei que está neste momento a pensar que a sua vida está inundada de tarefas urgentes. Pois bem, essas naturalmente também devem estar contempladas. E é por isso que deverá definir um bloco específico de tempo para todas.&nbsp;</p>



<p>É fundamental parar para fazer uma análise das suas tarefas, usando, p.e. uma classificação de importância e/ou urgência, como sugere os Stephen Covey:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>quadrante 1: o que é importante e urgente; </li>



<li>quadrante 2: o que é importante, mas não urgente; </li>



<li>quadrante 3: o que não é importante, mas urgente; </li>



<li>quadrante 4: o que não é nem importante nem urgente.</li>
</ul>



<ol class="wp-block-list" start="5">
<li><strong>Pausas</strong></li>
</ol>



<p>Reserve tempo na sua agenda para fazer pausas. Incorporar pausas regulares no seu dia de trabalho não só melhora a sua eficiência, como também promove a saúde cognitiva, permitindo-lhe abordar as tarefas com uma mente mais clara, criativa e resiliente.&nbsp;</p>



<p>As pausas são cruciais para a manutenção e melhoria do desempenho cognitivo. Reservar tempo para pausas regulares durante o dia de trabalho pode proporcionar vários benefícios cognitivos: melhoram a concentração, a memória e a resolução de problemas, aumentam a criatividade e contribuem para a redução da fadiga mental e stress.&nbsp;</p>



<p>Tome nota: <strong>menos pode ser realmente mais e fazer uma pausa pode ser o mais produtivo que pode fazer por si mesmo</strong>.</p>



<ol class="wp-block-list" start="6">
<li><strong>Autorreflexão</strong></li>
</ol>



<p>Encontre um momento e um local e dedique tempo a uma breve reflexão sobre o seu dia.</p>



<p>Permita‑se refletir sobre as questões:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Cumpri o meu planeamento?</li>



<li>Consegui respeitar o tempo que tinha planeado dedicar a cada uma das minhas esferas da vida?</li>



<li>Aprendi alguma coisa nova hoje?</li>



<li>Inspirei ou ajudei alguém?</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>III. Mantenha uma rotina de autocuidado.</strong></h3>



<p>Manter uma rotina de autocuidado é fundamental. Lembre‑se de que, <strong>ao cuidar das suas necessidades pessoais, estará a aumentar a sua capacidade de cuidar e apoiar os outros</strong>. Quando o tempo dedicado ao seu bem‑estar pessoal diminui, muitas vezes os sentimentos negativos são direcionados para si próprio, o que também pode tornar mais difícil sentir compaixão pelos outros.</p>



<p>Assim, mantenha o seu radar bem sintonizado com as suas necessidades pessoais, designadamente:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>cuide do seu sono, da sua alimentação e do seu corpo;</li>



<li>nutra e cultive relacionamentos enriquecedores e positivos;</li>



<li>dedique‑se a atividades que para si têm sentido e lhe dão prazer;</li>



<li>celebre as suas conquistas;</li>



<li>respeite os seus ritmos e os seus limites;</li>



<li>seja fiel aos seus valores e ao seu propósito.</li>
</ul>



<p><strong>Desta forma, confie em mim, conquistará o equilíbrio entre as suas esferas da vida, pessoal, familiar e profissional, e será muito mais feliz.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Regressar ao trabalho de forma consciente é mais do que apenas cumprir tarefas. Trata-se de encontrar harmonia entre as diferentes esferas da vida, respeitar os próprios limites e ritmos, e valorizar o tempo como um recurso precioso.&nbsp;</strong></h2>



<p>Ao adotar estratégias de planeamento consciente e Gestão Consciente do Tempo, podemos transformar o nosso dia a dia, alcançando não só uma maior produtividade, como também um bem-estar profundo e duradouro. <strong>Ao investir em si, no seu equilíbrio e na sua felicidade, estará a preparar-se para enfrentar os desafios com uma mente clara, criativa e resiliente.</strong></p>



<p>Lembre-se: <strong>um regresso consciente ao trabalho é a chave para uma vida mais consciente, plena e satisfatória</strong>.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-3fjXI' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Conheça e respeite os seus ritmos e limites</title>
		<link>https://simplyflow.pt/conheca-e-respeite-os-seus-ritmos-e-limites/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Apr 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Sofia Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta corrida incessante contra o tempo, perdemos, muitas vezes, de vista a importância de parar para conhecer e respeitar os nossos ritmos e limites  individuais.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/conheca-e-respeite-os-seus-ritmos-e-limites/">Conheça e respeite os seus ritmos e limites</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Vivemos num mundo frenético e cada vez mais exigente, no qual a mentalidade&nbsp; predominante é a de “fazer mais”. A pressão constante para fazer mais, alcançar&nbsp; mais e ser mais, influencia todas as esferas da nossa vida: pessoal, familiar e profissional. Nesta corrida incessante contra o tempo, perdemos, muitas vezes, de vista a importância de parar para conhecer e respeitar os nossos ritmos e limites individuais.&nbsp;</strong></p>



<p>Ignorar estas dimensões fundamentais do nosso ser pode levar a um&nbsp; ciclo vicioso de stress, cansaço e insatisfação, comprometendo não apenas o nosso desempenho, mas também a nossa saúde.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ritmos individuais</strong></h2>



<p>Os ritmos individuais são padrões naturais de funcionamento que variam de pessoa&nbsp; para pessoa. Integram vários aspetos, desde os ciclos de sono/vigília até aos&nbsp; horários programados e rotinas diárias.</p>



<p>Um elemento importante quando falamos de ritmos individuais é a cronobiologia,&nbsp; em específico conhecer o nosso cronotipo, categorias baseadas nas preferências&nbsp; naturais das pessoas por diferentes horários ao longo do dia. Existem três tipos&nbsp; principais: os “matutinos”, com picos de energia nas primeiras horas da manhã, e&nbsp; os “vespertinos”, mais ativos e alertas à noite, não esquecendo todos aqueles que&nbsp; se situam entre estes extremos, conhecidas como “indiferentes”. Estima-se que&nbsp; metade da população tenha um cronotipo “indiferente”.</p>



<p>Conhecer o nosso próprio ritmo tem um impacto significativo na nossa saúde, bem-estar, <a href="https://simplyflow.pt/o-que-e-a-produtividade-consciente/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">produtividade</a> e nas nossas relações interpessoais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Limites individuais</strong></h2>



<p>O conceito de limites individuais refere-se às fronteiras psicológicas, emocionais e&nbsp; físicas que cada pessoa estabelece para si mesma em relação aos outros e ao&nbsp; ambiente. Esses limites delimitam o espaço pessoal e definem o que é aceitável ou&nbsp; não em termos de interações, relacionamentos e comportamentos.</p>



<p>As consequências do respeito pelos nossos limites individuais incluem uma maior&nbsp; sensação de bem-estar e satisfação pessoal, relacionamentos mais gratificantes e&nbsp; uma vida mais equilibrada e realizada.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estratégias práticas</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-fzThi' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Saia do “modo piloto automático” e invista no autoconhecimento</strong></h3>



<p>Ficamos, muitas vezes, presos em padrões automáticos de comportamento e  reação, sem realmente refletir sobre as nossas necessidades, desejos e limitações.  Investir no autoconhecimento envolve dedicar tempo e esforço para explorar quem  somos, o que nos motiva e quais são os nossos limites pessoais. Tornarmo-nos  mais conscientes dos nossos pensamentos, sentimentos e comportamentos,  permite-nos identificar padrões prejudiciais ou desgastantes e agir no sentido de os  modificar. Estarmos mais conscientes dos nossos ritmos e limites permite-nos  comunicá-los de forma mais eficaz e tomar decisões que estejam alinhadas com  as nossas necessidades e valores pessoais.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Comunique de forma transparente</strong></h3>



<p>Promova uma comunicação aberta e transparente no seu ambiente de trabalho e&nbsp; com as pessoas com quem se relaciona. Partilhe os seus ritmos e limites&nbsp; individuais com colegas e familiares para que os outros possam respeitá-los.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Faça um planeamento consciente e inteligente</strong></h3>



<p>Agende tarefas e reuniões de acordo com os seus ritmos individuais. Evite agendar&nbsp; tarefas importantes para um período do dia no qual conhece que os seus níveis de&nbsp; foco e energia são mais reduzidos. Reserve as atividades mais desafiadoras para o&nbsp; seu «biological prime time».</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Estabeleça limites e faça pausas</strong></h3>



<p>Proteja a sua saúde física e mental estabelecendo limites firmes em todas as  esferas da sua vida e incorporando <a href="https://www.sowisetimelab.pt/post/pausas-no-trabalho-s%C3%A3o-produtivas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pausas</a> regulares para recarregar a sua energia.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Autocuidado</strong></h3>



<p>Incorpore rotinas regulares de autocuidado, incluindo exercício físico, meditação,&nbsp; atividades relaxantes e prazerosas, bem como tempo de qualidade com as pessoas&nbsp; que são importantes para si.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Desafio final:</strong></h3>



<p>Conhecer e respeitar os ritmos e limites individuais é fundamental para promover a&nbsp; saúde, o bem-estar, a produtividade e relacionamentos saudáveis. A investigação&nbsp; demonstra consistentemente que a adaptação das atividades e a criação de um&nbsp; ambiente que honra os ritmos e limites das pessoas podem resultar em melhorias&nbsp; significativas em todas estas áreas. Ao adotarmos estratégias práticas, estamos a&nbsp; construir um caminho para uma vida mais equilibrada e satisfatória, tanto no&nbsp; trabalho quanto nas relações pessoais.</p>



<p>Deixo-lhe um desafio: permita-se explorar e implementar estas abordagens, pois  conhecer e respeitar os ritmos e limites individuais é um dos pontos de partida para  uma vida mais consciente e sustentável.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-fzThi' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>10 Estratégias para construir uma vida Slow</title>
		<link>https://simplyflow.pt/10-estrategias-para-construir-uma-vida-slow/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Consciente do Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[slow]]></category>
		<category><![CDATA[Slow Movement]]></category>
		<category><![CDATA[Sofia Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Vida slow]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=21432</guid>

					<description><![CDATA[<p>Apesar desta imensa quantidade de informação, continuo a verificar a necessidade de se desmistificar o conceito «Slow». </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>À data, são cerca de 980 000 000 os resultados que o Google mostra, após uma rápida pesquisa em torno do conceito de «Slow Movement». Apesar desta imensa quantidade de informação, continuo a verificar a necessidade de se desmistificar o conceito «Slow».</strong></p>



<p>Para ser Slow não necessita de abandonar a sua vida atual, deixar tudo para trás e ir viver para o campo ou para a floresta, longe de tudo e de todos. Também não precisa de adotar o ritmo de um caracol ou de uma tartaruga para executar as suas tarefas. <strong>Ser Slow não é ser preguiçoso e não ser </strong><a href="https://simplyflow.pt/o-que-e-a-produtividade-consciente/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>produtivo</strong></a><strong>. </strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Vários autores descrevem o Movimento Slow como o Movimento do Equilíbrio. O equilíbrio entre o rápido e o devagar, o mais e o menos.&nbsp;</strong></h2>



<p>Raquel Tavares, fundadora do <a href="https://www.slowmovementportugal.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Slow Movement Portugal</a>, afirma que «ser Slow é sobretudo estabelecer limites à tendência <em>super fast</em>». Para tal, defendo que <strong>é cada vez mais necessário estarmos conscientes dos ritmos e limites individuais</strong>. Para mim, apenas a partir desta consciência individual e consequente disciplina é possível travar o ritmo frenético a que cada um de nós vive. Trata-se, em primeiro lugar, de um trabalho focado no EU, que exige tempo, esforço e energia. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ser Slow é, em primeiro lugar, uma escolha consciente.</strong></h2>



<p>Inspirada pela grande e rica quantidade de informação disponível, apresento-lhe, de seguida e de forma breve, este conceito.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ser Slow é:&nbsp;</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Prolongar o presente e viver sem pressa;</li>



<li>Conhecer e respeitar os ritmos e limites individuais;</li>



<li>Apreciar as pequenas coisas da vida;</li>



<li>Viver presente no momento, aqui e agora;</li>



<li>Fazer uma coisa de cada vez,</li>



<li>Ter <a href="https://simplyflow.pt/como-gerir-o-tempo-de-forma-consciente/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tempo</a> para si e para os outros;</li>



<li>Respeitar os ritmos naturais;</li>



<li>Partilhar vivências, emoções, desejos;</li>



<li>Ter tempo para crescer e brincar;</li>



<li>Saborear a viagem, vivendo cada local;</li>



<li>Ser o contrapeso para o ritmo frenético;</li>



<li>Saborear o prazer das coisas simples;</li>



<li>Produzir e consumir de forma consciente;</li>



<li>Humanizar as relações.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os benefícios de adotar&nbsp; um estilo de vida Slow?</strong></h2>



<p>São várias as evidências de que a adoção de estilo de vida Slow tem um efeito positivo e significativo em diferentes aspetos da nossa vida. Destaco:<strong> bem-estar, felicidade, otimismo, realização pessoal, diminuição de stress, perceção de saúde, criatividade, estilo de vida saudável, gestão de tarefas, tempo em família, humanização das relações, tempo livre, capacidade de concentração, satisfação com a vida</strong>.</p>



<p>Acredito que se esteja a questionar como pode adotar um estilo de vida mais Slow, por isso vou deixar-lhe, agora,&nbsp; 10 estratégias práticas que o podem ajudar a cultivar uma vida Slow em diferentes áreas. Lembre-se de que <strong>o Movimento Slow valoriza a consciência, a apreciação e o equilíbrio</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os primeiros passos para construir uma vida mais slow?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-5MR4a' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Tempo de qualidade para si mesmo</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Reserve momentos diários para a reflexão, meditação ou simplesmente para estar consigo mesmo.</li>



<li>Desconecte-se de dispositivos eletrónicos regularmente para evitar distrações constantes.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Alimentação consciente</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Desfrute de refeições sem pressa. Saboreie e preste atenção à sua refeição.</li>



<li>Experimente cozinhar refeições em casa, valorizando ingredientes locais e sazonais.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Conexão com a natureza</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Passe tempo ao ar livre, aproveite a natureza e respire ar fresco.</li>



<li>Cultive um pequeno jardim ou envolva-se em atividades ao ar livre que aprecie.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Equilíbrio no trabalho</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Defina limites claros entre o trabalho e a vida pessoal.</li>



<li>Introduza pausas curtas durante o dia para relaxar e recarregar.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Cultive relações sociais significativas</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dedique tempo a relacionamentos pessoais, mantendo conexões autênticas.</li>



<li>Participe em atividades com amigos e familiares para fortalecer laços.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>6. Consumo consciente</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Avalie as suas necessidades reais antes de fazer compras impulsivas.</li>



<li>Opte por produtos duradouros e éticos, apoiando práticas sustentáveis.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>7. Atividades criativas e de lazer</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Envolva-se em atividades que o inspirem e tragam alegria, como arte, música ou leitura.</li>



<li>Desenvolva <em>hobbies</em> que promovam o relaxamento e a expressão criativa.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>8. Movimento consciente</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Escolha atividades físicas que aprecie, como caminhadas, yoga, dança ou corrida.</li>



<li>Pratique esses exercícios de forma consciente, isto é, colocando a sua&nbsp; atenção no corpo e na respiração.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>9. Simplificação e organização</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Avalie regularmente os seus compromissos e elimine o que não é essencial.</li>



<li>Mantenha os espaços organizados para promover um ambiente tranquilo.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>10. Aprendizagem contínua</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Explore novas ideias e conhecimentos de forma gradual, sem pressa.</li>



<li>Esteja aberto a mudanças positivas, incorporando-as na sua vida aos poucos.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Lembre-se de que a transição para uma vida Slow é um processo gradual.</strong></h2>



<p><strong>Escolha algumas destas estratégias que ressoam em si e incorpore-as na sua vida aos poucos. A chave está na consistência e na busca de um equilíbrio que seja significativo para si.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-5MR4a' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>O que é a produtividade consciente?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-que-e-a-produtividade-consciente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jan 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade consciente]]></category>
		<category><![CDATA[Sofia Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=21210</guid>

					<description><![CDATA[<p>Será que somos mais produtivos por realizarmos mais em menos tempo? </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Acredita que é mais produtivo se todo o seu tempo estiver preenchido, mesmo que para isso seja necessário abdicar dos seus períodos de descanso (fins de dia, fins de semana, feriados, férias)?&nbsp;</p>



<p>Pense novamente.</p>



<p>É natural que sinta alguma culpa ou medo quando imagina uma vida onde o «não» faz parte da sua vida profissional. Vamos tentar desconstruir, de vez, esse pensamento. Para isso, vamos abordar um conceito: produtividade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O conceito de produtividade</strong></h2>



<p>A produtividade consiste na relação entre alcançar um resultado e o tempo necessário para tal. Desta forma, a produtividade é igual aos resultados obtidos versus o tempo despendido. Então, podemos afirmar que o que consegue realizar com o seu tempo determina a sua produtividade. Até aqui parece‑me claro.</p>



<p>Agora, gostava de introduzir aqui uma nova variável e adicioná‑la ao tempo: <strong>quantidade</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Será que somos mais produtivos por realizarmos mais em menos tempo?&nbsp;</strong></h2>



<p>Embora a pressão do tempo nos condicione a realizar mais coisas, na realidade não estamos a ser produtivos. Não sou eu que o digo, mas, sim, Teresa Amabile, professora americana na <em>Harvard Business School</em>, no seu artigo «Creativity Under the Gun», publicado na <em>Harvard Business Review</em>. Ao estudar a relação criatividade e pressão de tempo, a autora concluiu que a ideia de que trabalhar sob pressão produz melhores resultados é um mito. Pelo contrário: <strong>quanto mais pressionadas as pessoas se sentem, menor será a probabilidade de pensarem criativamente</strong>. A investigação demonstrou, ainda, que havia cada vez menos pensamento criativo à medida que a pressão do tempo aumentava.&nbsp;</p>



<p>Certamente que o ideal seria uma ausência completa de pressão de tempo para a execução de uma determinada tarefa. Contudo, atendendo às exigências que a vida atual nos impõe, é muito provável que isso possa não ser possível. Teremos, assim, de <strong>encontrar estratégias para nos ajudar a fazer um planeamento consciente do nosso tempo e, consequentemente, sermos produtivamente conscientes</strong>. Já lá iremos.</p>



<p>Teresa Amabile deixa‑nos um alerta: «Não se iluda a pensar que a pressão do tempo, por si só, estimula a criatividade. Essa é uma ilusão poderosa, mas ainda assim uma ilusão».</p>



<p>«Porquê?», deve estar a questionar-se. E eu respondo também com uma pergunta à qual gostaria que respondesse de forma sincera:</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como se sente quando está a realizar uma tarefa sob pressão?</strong></h2>



<p>Com ansiedade, stresse, frustração, raiva, insatisfação, podem ter sido algumas das suas respostas. Quando agimos sob pressão, reagimos. Uma reação é uma resposta a um estímulo externo, ou a vários estímulos externos. E quando estamos a reagir nem sempre tomamos as melhores decisões, pois estamos a ser comandados pelo nosso instinto de sobrevivência, pelas nossas emoções mais primitivas, o que nem sempre é racional. Reagir é, por isso, ser‑se expectador, e até deixar‑se levar pelas expectativas dos outros.</p>



<p>Logo, <strong>quando nos deixamos levar pelo ritmo frenético do mundo em que vivemos, e aplicamos esse ritmo às nossas respostas (reações), estas tomam conta de nós, e muitas vezes correspondem apenas às expectativas dos outros e não ao que realmente queremos</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual é o papel que prevalece na sua vida, no momento atual: expectador ou realizador?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-yTLVJ' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Quando o nosso dia começa, temos sempre duas opções: agir ou reagir. Se nos agarrarmos ao telemóvel, por exemplo, com a quantidade de informações disponíveis e tantas distrações que este aparelho nos proporciona, é muito fácil sermos meros expectadores. Para sair deste modo piloto automático de estímulo/reação, é importante ter presente que <strong>necessitamos de ser&nbsp; criadores da nossa história, todos os dias</strong>.</p>



<p>Vejamos: a base da ação (a sua decisão) é uma escolha que, por sua vez, define uma estratégia. Uma <strong>estratégia</strong> rumo à concretização dos seus objetivos, que estarão de acordo com o seu propósito e valores, visando o seu bem‑estar e a sua felicidade. Então, esta tem de ser <strong>consciente</strong>. O leitor tem de<strong> ter a noção do que escolhe para a sua vida, através de um plano de ação consciente, onde cada atitude é necessariamente um ato refletido, escolhido e construído por si</strong>.</p>



<p>Logo, e tal como quando nos propomos a fazer uma viagem, a fazer obras na nossa casa ou a treinar o nosso corpo, <strong>este plano pode e deve ser programado, para que possa alcançar resultados mais eficazes</strong>. Com este plano, de cada vez que se permitir pensar e definir as suas ações, que decidir sobre algo e se responsabilizar por tal, estará a agir e não a reagir.</p>



<p>Isto é fundamental, pois <strong>agir é a base da produtividade consciente</strong>; é aquilo que queremos fazer com o nosso tempo, de forma consciente e não reativa. E, na minha perspetiva, este conceito tem dois grandes pressupostos:</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>1. Estar intencionalmente consciente</strong></h2>



<p>Em primeiro lugar, é estar intencionalmente consciente, momento a momento, do que está a acontecer à nossa volta, à medida que o dia avança e as nossas rotinas vão acompanhando os diferentes horários. Para que esse estado de consciência aconteça, é necessário conduzir toda a nossa atenção sem julgamento, para os sentimentos e pensamentos que vão surgindo enquanto realizamos as nossas tarefas, previamente definidas por nós.</p>



<p>Quando vivemos em modo piloto automático corremos o risco de perder o contacto connosco, com o momento atual e com quem está à nossa volta. Pelo contrário, quando estamos conscientes do momento atual, percebemos se estamos a respeitar o nosso ritmo e os nossos limites, permitindo‑nos redirecionar o nosso percurso ou fazer uma pausa consciente, caso percebamos que estamos a ir para além do que conseguimos. E só o conseguimos fazer porque estamos no momento presente, atentos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>2. A nossa identidade pessoal</strong></h2>



<p>Em segundo lugar, a produtividade consciente contempla a nossa <a href="https://simplyflow.pt/como-gerir-o-tempo-de-forma-consciente/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">identidade pessoal</a>, as três esferas da nossa vida. Quando temos presente os nossos papéis sociais, aqueles que são importantes para nós, parte do  nosso tempo é dedicado aos mesmos. O que quero deixar bem claro, também, é que a produtividade consciente pressupõe uma relação entre os resultados obtidos <em>versus</em> o tempo conscientemente despendido para cada uma das nossas esferas da vida, e não só para a esfera profissional. Esta é uma frase que repito várias vezes: <a href="https://www.academy4you.pt/post/5-dicas-para-um-melhor-equil%C3%ADbrio-entre-a-vida-pessoal-e-profissional" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nós não somos apenas profissionais</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ser conscientemente produtivo é assumir o controlo da sua vida, deixar de entender o conceito de produtividade como estar sempre ocupado e passar a ter um novo entendimento sobre os resultados que pretende atingir.</strong></h2>



<p>Ser‑se conscientemente produtivo <strong>é atingir os nossos objetivos e também usufruir de todas as experiências que essa concretização nos proporciona</strong>. Quando sentimos prazer ao vivenciar as experiências diárias, as pequenas coisas ganham outro brilho. E até os momentos em que não fazemos literalmente nada são valorizados.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Escolha ser conscientemente produtivo (ou produtivo de forma consciente)</strong></h2>



<p>Este é o meu desejo para o ano que agora se inicia: <strong>seja conscientemente produtivo</strong>!</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-yTLVJ' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como gerir o tempo de forma consciente?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-gerir-o-tempo-de-forma-consciente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Nov 2023 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Consciente do Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Sofia Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=20960</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quantas vezes pensa ou verbaliza a frase: “Não tenho tempo”? </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/como-gerir-o-tempo-de-forma-consciente/">Como gerir o tempo de forma consciente?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tenha tempo para tudo o que é importante &#8211; faça uma Gestão Consciente do seu Tempo. </strong></p>



<p>Quantas vezes pensa ou verbaliza a frase: “Não tenho tempo”? Várias, eu sei. Respire, não é o/a único/a. Oito em cada dez pessoas são pobres. Não lhe falo em pobreza material (embora os últimos números nesta matéria sejam assustadores), mas, sim, em termos de tempo. A investigação fala-nos de uma epidemia de pobreza de tempo. Isto quer dizer que <strong>existem muitas tarefas e pouco tempo suficiente para a sua realização</strong>. Também eu sinto esta dificuldade.&nbsp;</p>



<p>Agora, enquanto estou sentada a escrever este artigo, já surgiram na minha cabeça vários pensamentos relacionados com as tarefas que ficaram incompletas e aquelas que tenho de iniciar. Sei que, hoje, não as conseguirei realizar todas, mas tenho a certeza que conseguirei focar-me e concretizar aquelas que são realmente importantes. E escrever este artigo é uma delas. <strong>Gestão Consciente do Tempo é sobre isto: ter </strong><a href="https://www.presenca.pt/products/como-ter-tempo-para-tudo" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>tempo para tudo</strong></a><strong> o que é importante. </strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É tudo uma questão de tempo.&nbsp;</strong></h2>



<p>O primeiro passo, e essa é a minha proposta para este artigo, é que <strong>pare para refletir sobre três dos pressupostos da Gestão Consciente do Tempo</strong>. Ao longo do mesmo, vou desafiá-lo/a a parar e fazer várias reflexões. Preparado/a? Vamos a isso.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A Gestão Consciente do Tempo resulta de uma equação da qual fazem parte vários elementos.</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Contrariar o «modo piloto automático»</strong></h3>



<p><strong>Já pensou na quantidade de coisas que perdemos pelo facto de a nossa atenção estar noutro lado e não focada no que estamos a fazer?</strong></p>



<p>A ciência diz‑nos que:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o ser humano tem quase 40 mil pensamentos todos os dias, mas só consegue processar 3% de todas as informações com que é bombardeado;</li>



<li>o nosso cérebro, hoje, recebe cinco vezes mais informações por dia do que recebia há quarenta anos;</li>



<li>as pessoas passam 47% do tempo em que estão acordadas a pensar em algo que não é aquilo que estão a fazer.</li>
</ul>



<p>Assustador, não é?&nbsp;</p>



<p>Atualmente, na relação do homem com o tempo, <strong>ainda prevalece a cultura do fazer sempre mais, de quantidade em detrimento de qualidade</strong>. E é assim que entramos em modo piloto automático.</p>



<p>Quando estamos verdadeiramente presentes, a nossa experiência altera‑se de forma&nbsp; inesperada. Pense agora em tudo o que passará a ver, ouvir, saborear, tocar, sentir, nas várias dimensões da sua vida se estiver, verdadeiramente, com atenção plena em cada momento. A dificuldade é que <strong>tudo isto só é possível se contrariarmos a tendência da nossa mente em viver no passado e no futuro</strong>. Quando agimos em piloto automático, perdemos a capacidade de viver o que está a acontecer no momento e de agir, conscientemente, perante as situações. Reagimos em vez de agir.</p>



<p>Agora pare e reflita:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-yVMIU' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Olhando para a sua experiência diária, pense em algumas das tarefas que realiza em modo piloto automático. O que ganharia se as realizasse de forma consciente? Escolha uma delas (comece pelas mais simples) e comprometa-se, durante a próxima semana, a executá-la de uma forma consciente. Esteja atento/a a tudo o que vê, ouve e principalmente a tudo o que sente nesta nossa experiência com a realidade.&nbsp;&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Identidade pessoal</strong></h3>



<p>A maioria das pessoas com quem trabalho refere que uma enorme parte do seu tempo é consumida pelas suas esferas profissional e familiar, sendo que apenas uma (muito) pequena fatia do seu tempo está reservada para a esfera pessoal. O que quer isto dizer? Que têm pouco tempo para se dedicar a atividades que nutram a sua esfera pessoal, tais como o exercício físico, a leitura, a espiritualidade, entre outras. Porquê? Porque estão sempre muito ocupadas e não encontram tempo para essas atividades. Também eu já fui essa pessoa.</p>



<p>Quero que pare aqui e retenha uma ideia muito importante: <strong>apesar da esfera profissional absorver grande parte do nosso tempo, nós não somos apenas profissionais</strong>. Nós desempenhamos vários papéis sociais em cada uma das esferas da nossa vida: pessoal, familiar e profissional. Eu, Sofia, sou mulher, mãe, esposa, filha, voluntária, consultora, para referir apenas alguns dos meus papéis sociais que são importantes para mim. E se estes papéis são importantes para mim, a minha satisfação com a vida é maior ou menor consoante o tempo que eu lhes dedico.&nbsp;</p>



<p>A Gestão Consciente do Tempo incentiva‑o/a a <strong>centrar a sua atenção no tempo que dedica a cada uma das suas esferas da vida e respetivos papéis sociais, e ao seu consequente grau de satisfação com o mesmo</strong>. Estou mais ou menos satisfeito/a com a minha vida quanto maior ou menor for o meu sentimento de harmonia em relação ao tempo que dedico a cada uma das minhas diferentes esferas da vida. E é esta harmonia que pode conduzir a um sentimento maior ou menor de equilíbrio.</p>



<p>Tome nota: <strong>todas as esferas da vida se relacionam entre si e todas são&nbsp; importantes</strong>. Todas necessitam de investimento do nosso tempo, para que possamos falar em harmonia, equilíbrio e consequente satisfação com a vida.</p>



<p>Agora pare e reflita:</p>



<p>Identifique quais os papéis sociais que são importantes para si, em cada uma das suas esferas de vida: pessoal, familiar e profissional.&nbsp;</p>



<p>Agora, de 1 a 10 (em que 1 significa nada satisfeito e 10 totalmente satisfeito) avalie o seu grau de satisfação com o tempo que dedica a cada uma das suas esferas de vida e consequentemente a esses papéis sociais.</p>



<p>Esta tomada de consciência é de suma importância para a mudança.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Ritmos e limites individuais&nbsp;&nbsp;</strong></h3>



<p>Um dia possui um número finito de segundos, minutos e horas. Há um limite para o que podemos consumir e produzir.</p>



<p>Todos temos ritmos diferentes para executar determinadas tarefas, que são diferentes dos outros. Para ilustrar o que lhe quero transmitir, pare agora a leitura deste artigo e realize o exercício que lhe proponho de seguida.</p>



<p>Procure uma folha A4 e use o cronómetro (pode ser o do seu <em>smartphone</em>).&nbsp;</p>



<p>A instrução é esta: dobre a folha em 8 partes iguais e cronometre o tempo que demora a&nbsp; realizar esta tarefa.</p>



<p>Já tem a folha e o cronómetro? OK, então 3, 2, 1… pode começar!</p>



<p>Quanto tempo demorou?&nbsp;</p>



<p>Eu levei 15 segundos a concluir esta mesma tarefa. O/A leitor/a poderá ter demorado mais ou menos tempo. O que quero que retenha é que ambos concluímos a tarefa com sucesso, contudo, em tempos diferentes. Eu no meu ritmo e o/a leitor/a no seu.<strong> O seu tempo não é o meu, nem o meu é o seu. E temos que ter isto sempre presente na nossa vida, seja nas nossas esferas de vida pessoal, familiar e profissional, com todas as pessoas com as quais interagimos.&nbsp;</strong></p>



<p>Outro elemento importante para a Gestão Consciente do seu Tempo é <strong>reconhecer e respeitar os seus limites</strong>. Por norma, não nos é fácil comunicar de forma aberta aos outros que temos limites e muito mais difícil nos é transmitir‑lhes que sentimos que esses limites estão a ser ultrapassados. Mas<strong> explicar, de forma gentil e firme, os nossos limites permite alimentar uma relação equilibrada e de confiança para com o outro</strong>.</p>



<p>E quais são as consequências de vivermos sem limites e a um ritmo imposto por terceiros? Um ritmo que não é o nosso, que é o das solicitações dos outros? Stress, ansiedade, frustração, desmotivação são apenas algumas das repercussões a nível emocional. Porque <strong>viver sem limites enfraquece‑nos</strong>. Conduz‑nos à exaustão, à fadiga, deixando‑nos sem energia para nos dedicarmos ao que é realmente importante.</p>



<p>Agora pare e reflita:</p>



<p>Já alguma vez sentiu que o seu espaço estava a ser invadido e sem capacidade de resposta? Identifique uma ou duas situações em que tal aconteceu. O que faria diferente?&nbsp;</p>



<p>Recapitulando:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quando agimos em piloto automático, perdemos a capacidade de viver o que está a acontecer no momento e de agir, conscientemente, perante as situações. Reagimos em vez de agir.</li>



<li>Não somos apenas profissionais e, no tempo que nos resta, somos pais/mães, maridos/esposas, companheiros/companheiras, etc.. Desempenhamos vários papéis, que se distribuem pelas várias esferas da vida: pessoal, profissional e familiar e fazer uma Gestão Consciente do nosso Tempo é nutrir cada um destes papéis importantes, tendo presente que isto tem um impacto brutal no nosso grau de satisfação com a vida.</li>



<li>Todos temos ritmos e limites diferentes e devemos respeitá-los. É preciso mudar o paradigma, pois, <a href="https://simplyflow.pt/equilibrio-super-mulheres-ficcao-ou-realidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">na vida real, não há super‑homens nem super‑mulheres</a>. </li>
</ul>



<p>A partir do momento em que tomamos consciência destes pressupostos <strong>torna‑se mais fácil fazer uma gestão consciente do nosso tempo, tendo em vista a procura do equilíbrio</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Na Gestão Consciente do Tempo o foco é colocado no que é importante, para si, nas diversas esferas da sua vida, naquilo que lhe dá prazer e tem significado, contribuindo, assim, para um aumento dos seus níveis de satisfação com a vida.</strong></h2>



<p>E, a partir de agora, <strong>o que escolhe fazer com o seu tempo</strong>?</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-yVMIU' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Super-mulheres: ficção ou realidade?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/equilibrio-super-mulheres-ficcao-ou-realidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[Como ter tempo para tudo]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Consciente do Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Sofia Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=18906</guid>

					<description><![CDATA[<p>Equilíbrio entre a vida pessoal, familiar e profissional: eu sei que pode parecer-lhe um desafio quase impossível de alcançar. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/equilibrio-super-mulheres-ficcao-ou-realidade/">Super-mulheres: ficção ou realidade?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Sente que os dias de trabalho são longos, mas insuficientes para fazer face a tantas tarefas? Sente que a sua família fica sempre para segundo plano, restrita aos fins de dia, sábados e domingos? Sente ainda que os dias passam, transformam-se em semanas, meses e até anos, e continua a não ter tempo para si? Então este artigo é para si.&nbsp;</strong></p>



<p>Vivemos num mundo de ritmo cada vez mais acelerado.&nbsp;</p>



<p>No trabalho, a pressão por resultados é cada vez maior. As pessoas desdobram-se nas suas funções e o volume de informação é tão grande que chega a assustar. Os dias de trabalho são cada vez mais longos e não são suficientes para dar conta de todas as tarefas.&nbsp;</p>



<p>Na vida pessoal, a saúde é, quase sempre, posta de lado. Há muito pouco tempo livre para o desporto e para se dedicar a tarefas que trazem algum prazer e realização pessoal. As refeições <em>fast-food</em>, grande parte das vezes, substituem as refeições saudáveis. Os projetos pessoais são substituídos por necessidades mais urgentes. A família acaba, por vezes, por ficar em segundo plano, restrita aos fins de dia, sábados e domingos.&nbsp;</p>



<p>Este cenário pode parecer extremo, mas, atualmente, é a realidade de muitas pessoas.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O ritmo frenético do mundo atual&nbsp;</strong></h2>



<p>Vivemos numa cultura de pressa, com a perceção <em>non-stop</em> do mundo, em que as esferas da vida pública e privada se confundem, que traz o trabalho para dentro de casa e em que os limites entre a vida pessoal e a vida laboral são muitas vezes difíceis de definir.&nbsp;</p>



<p><strong>Na relação do homem com o tempo, ainda prevalece a cultura do fazer sempre mais, de quantidade em detrimento de qualidade, que faz transparecer a noção de incapacidade de fazer um bom uso do tempo. </strong>Identifica-se com este cenário? Fique tranquila: não é a única.&nbsp;</p>



<p><strong>O presente está cada vez mais acelerado e tentamos acompanhar esse ritmo, muitas vezes até à exaustão. Mas será que não existe uma alternativa para esta realidade? Será que é possível ter uma vida mais equilibrada, que inclua tempo para si, para a sua família e para o seu trabalho?</strong>&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Equilíbrio entre as esferas de vida pessoal, familiar e profissional&nbsp;</strong></h2>



<p>Sou otimista em relação à possibilidade de a nossa sociedade viver em equilíbrio. Acredito que é possível atingir a harmonia entre as exigências inerentes às diferentes esferas da vida, tendo plena consciência de que estas exigências variam de pessoa para pessoa, atendendo a que somos todos pessoas com valores, vivências e expectativas diferentes. Acredito, ainda, que esta transição para uma vida mais consciente já está a acontecer, embora lentamente.&nbsp;</p>



<p>Mas antes de avançar, quero clarificar este conceito de «equilíbrio» que lhe falo.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Equilíbrio entre a vida pessoal, familiar e profissional: eu sei que pode parecer-lhe um desafio quase impossível de alcançar. </strong></h2>



<p>As oito horas de trabalho diário, previstas por lei, transformam‑se frequentemente em dez ou doze e, mesmo quando já não estamos a trabalhar, os pensamentos sobre o trabalho surgem constantemente na nossa mente. E depois segue‑se o nosso segundo trabalho a tempo inteiro, não é? As tarefas domésticas são uma responsabilidade extra quando chegamos a casa, havendo ainda mais exigências para quem tem filhos, com as suas múltiplas atividades e solicitações. Os níveis de stresse das famílias atuais podem ser enormes.&nbsp;</p>



<p>Para muitos, o equilíbrio entre as nossas três esferas da vida surge associado à representação de uma «vida perfeita», muito potenciada pelas revistas, séries, filmes e, ultimamente, redes sociais que nos mostram imagens idílicas, onde se tem tempo para tudo, em que o stresse e a ansiedade são inexistentes.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O conceito de equilíbrio subjacente à Gestão Consciente do Tempo é aquele que resulta da harmonia entre as exigências inerentes às diferentes esferas da vida.&nbsp;</strong></h2>



<p>E, muito importante, estas exigências variam de pessoa para pessoa, atendendo a que somos pessoas com valores, vivências e expectativas diferentes. É ainda suscetível de sofrer alterações ao longo da vida, de acordo com as diferentes etapas pelas quais vamos passando. Quem está agora a começar a sua carreira profissional procura um equilíbrio diferente de quem se prepara para entrar na reforma, assim como também não tem o mesmo significado para quem é solteiro e sem filhos e para quem integra uma família numerosa. Não se trata de um equilíbrio matemático (no qual o nosso tempo é distribuído, de igual forma, pelas três esferas de vida: pessoal, familiar e profissional), porque cada uma das nossas esferas da vida tem exigências diferentes.&nbsp;</p>



<p>O que a literatura nos diz é que <strong>a esfera do trabalho tem sido considerada aquela que mais pode condicionar as restantes, uma vez que proporciona os recursos económicos necessários para a concretização dos projetos da vida privada, e essa pode ser a principal razão pela qual, hoje, o trabalho consuma uma percentagem crescente do nosso tempo, acabando por se impor</strong>. E este argumento, pode justificar o facto de se viver numa sociedade caracterizada pela competição excessiva, pela procura constante de ter, a pressa e a pressão diária de ser bem‑sucedido. Distanciamo‑nos do tão desejado equilíbrio quando a vertente profissional está em evidente vantagem no que diz respeito ao nosso tempo, e isto reflete‑se na nossa insatisfação para com o mesmo, pois quando comparado com as vertentes pessoal e familiar, acabamos por concluir que temos um reduzido grau de satisfação com a vida.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>As sete leis do equilíbrio </strong></h2>



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			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Existem demasiadas exigências que competem pelo nosso recurso mais limitado: o tempo. Viver uma vida mais consciente significa estar atento aos pormenores que lhe têm escapado, valorizar o essencial, apreciar os pequenos prazeres da vida. Contrarie o modo piloto automático; faça pausas conscientes ao longo do dia. Cada pausa é um momento só seu. Explore e desfrute da dádiva que é o seu tempo;</li>



<li>Permita-se parar e refletir sobre o seu propósito e os seus valores. Estes irão permitir‑lhe uma comunicação consciente consigo e com os outros. O facto de não estar a viver de acordo com os seus valores reflete‑se nas suas emoções e, consequentemente, nos seus comportamentos, impactando negativamente o seu equilíbrio;</li>



<li>A sua identidade não se define apenas pela sua esfera profissional. Permita‑se conhecer, valorizar e nutrir os vários papéis sociais importantes da sua vida. O equilíbrio entre as nossas esferas da vida é uma busca constante e desafiadora;</li>



<li>Dedique tempo e atenção às coisas verdadeiramente importantes da sua vida. Conheça e respeite os seus ritmos e limites individuais. Refletir e reconhecer os seus limites é de suma importância. Lembre‑se de que é importante que estes estejam bem definidos e firmes, para que não desapareçam facilmente nem coloquem em causa os seus objetivos;&nbsp;</li>



<li>Ser conscientemente produtivo é atingir os seus objetivos e também usufruir de todas as experiências que lhe proporcionou essa concretização. É agir em vez de reagir. É ser em vez de fazer. Já pensou na quantidade de coisas que perdemos pelo facto de a nossa atenção estar noutro lado e não focada no que estamos a fazer? Quando estamos verdadeiramente presentes, a nossa experiência altera‑se de forma inesperada;&nbsp;</li>



<li>O planeamento consciente é a ferramenta mais poderosa para aumentar a sua satisfação com a vida. Permite‑lhe evitar as «cascas de banana» (sabotadores do tempo) e atingir a produtividade consciente. Economiza tempo que vai ser precioso para dedicar às tarefas mais importantes;&nbsp;</li>



<li>Aceitar que vive num mundo em constante alteração, onde existe o desconhecido e a mudança, é abrir a porta à oportunidade de experimentar algo novo. Flexibilidade e autocompaixão são imprescindíveis para o equilíbrio da sua vida pessoal, familiar e profissional.&nbsp;</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Super-mulheres: ficção ou realidade? </strong></h2>



<p>Penso que ficou claro, <strong>na vida real não há super‑mulheres</strong>. A busca constante por ter mais, em fazer mais, só a afasta do essencial.<strong> É importante parar e pensar no que é realmente importante para si e investir o seu tempo aí. Ser em vez de fazer.</strong> Só assim conseguirá <a href="https://www.presenca.pt/products/como-ter-tempo-para-tudo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ter tempo para tudo</a> o que é importante</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="668" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/02/como_ter_tempo_para_tudo-668x1024.jpg" alt="equilíbrio" class="wp-image-18908" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/02/como_ter_tempo_para_tudo-668x1024.jpg 668w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/02/como_ter_tempo_para_tudo-196x300.jpg 196w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/02/como_ter_tempo_para_tudo-768x1178.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/02/como_ter_tempo_para_tudo-1002x1536.jpg 1002w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/02/como_ter_tempo_para_tudo-1336x2048.jpg 1336w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/02/como_ter_tempo_para_tudo-460x705.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/02/como_ter_tempo_para_tudo-160x245.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/02/como_ter_tempo_para_tudo-320x491.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/02/como_ter_tempo_para_tudo-480x736.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/02/como_ter_tempo_para_tudo-640x981.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/02/como_ter_tempo_para_tudo-960x1472.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/02/como_ter_tempo_para_tudo-1120x1717.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/02/como_ter_tempo_para_tudo-scaled.jpg 1670w" sizes="(max-width: 668px) 100vw, 668px" /></figure></div>


<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-GHFmy' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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