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	<title>Sofia Pinto Luz, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Sofia Pinto Luz, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<item>
		<title>Primavera: A estação que coloca à prova os alérgicos</title>
		<link>https://simplyflow.pt/primavera-a-estacao-que-coloca-a-prova-os-alergicos-alergias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Pinto Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 05:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[alergias]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Imunoalergologia]]></category>
		<category><![CDATA[primavera]]></category>
		<category><![CDATA[Rinite Alérgica]]></category>
		<category><![CDATA[Sofia Pinto Luz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A primavera é uma estação incrivelmente bela, mas, ao mesmo tempo, pode ser um tormento para quem sofre de alergias aos pólenes. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/primavera-a-estacao-que-coloca-a-prova-os-alergicos-alergias/">Primavera: A estação que coloca à prova os alérgicos</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A chegada da primavera enche os campos e jardins de vida e cor. É uma estação incrivelmente bela, mas, ao mesmo tempo, pode ser um tormento para quem sofre de alergias aos pólenes.</strong></p>



<p>Sem dúvida que esta é a estação do ano que mais coloca à prova as pessoas alérgicas.</p>



<p>Cerca de 30% da população mundial vive agarrada a lenços de papel, espirrando, com o nariz a pingar e, muitas vezes, entupido. Todos temos familiares ou amigos que parecem aceitar viver assim, conformados com uma situação que afeta tanto a qualidade de vida.</p>



<p>Muitas pessoas tomam anti-histamínicos de forma pontual e irregular, sem aconselhamento médico, mascarando apenas os sintomas e não tratando verdadeiramente a doença. Nem todos sabem que <strong>a rinite alérgica deve ser tratada, pois, ao longo dos anos, pode evoluir para asma alérgica</strong>.</p>



<p>Nas pessoas que sofrem de alergia sazonal, os sintomas reaparecem todos os anos na mesma época. A inflamação alérgica é crónica e é ativada em todas as épocas polínicas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os sintomas da alergia?</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Rinite alérgica</strong>: congestão nasal, corrimento nasal (pingar do nariz), espirros, comichão no nariz, nos olhos e na garganta, e também tosse seca.</li>



<li><strong>Alergia ocular</strong>: olhos vermelhos, lacrimejo e comichão.</li>



<li><strong>Asma alérgica</strong>: tosse seca recorrente, pieira, sensação de peso torácico, cansaço e, por vezes, dificuldade em respirar.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Nas últimas décadas, as condições meteorológicas mudaram bastante, tornando-se mais complicado prever as épocas de polinização de cada árvore ou planta.</strong></h2>



<p>Os pólenes que mais frequentemente causam alergia na primavera são os das gramíneas, cuja polinização ocorre entre março e junho.</p>



<p>Quanto aos pólenes das árvores, nos países mediterrânicos, o maior causador de alergia é o pólen da oliveira, que poliniza entre maio e junho.</p>



<p>A <em>Parietária judaica</em> é uma erva que causa frequentemente alergia, sendo também chamada por muitos de alfavaca-de-cobra. Provoca com frequência sintomas alérgicos em duas alturas do ano: abril/maio e setembro/outubro.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>6 Dicas para quem tem alergias na primavera:&nbsp;</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-QPqhX' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>O boletim polínico online, disponível no <a href="https://www.spaic.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC)</a>, fornece informação útil sobre quais os pólenes que circulam na atmosfera ao longo do ano;</li>



<li>Abra as janelas de casa de manhã cedo ou ao início da noite, nas horas de menor concentração de pólenes no ar;</li>



<li>Evite idas ao campo durante os períodos de grande concentração de pólenes;</li>



<li>Use óculos escuros para proteger os olhos do contacto com pólenes;</li>



<li>No carro, mantenha as janelas fechadas;</li>



<li>De mota, use capacete fechado.</li>
</ol>



<p>Habitualmente, quem sofre de <a href="https://simplyflow.pt/rinite-ou-sinusite-eis-a-questao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">rinite alérgica</a> recorre a anti-histamínicos, mas o tratamento desta doença passa por muitas outras possibilidades.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Vacinas para as alergias</strong></h2>



<p>Sabia que as chamadas “vacinas das alergias” (imunoterapia específica) contra, por exemplo, ácaros e pólenes são a única arma terapêutica capaz de mudar o curso da doença alérgica?</p>



<p>Sabia que as “vacinas das alergias” diminuem os sintomas alérgicos, reduzem substancialmente o uso de medicamentos e previnem o aparecimento de asma brônquica?</p>



<p>Sabia que as “vacinas das alergias” têm um papel extremamente importante na prevenção do surgimento de novas alergias ao longo da vida?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Não tem de viver com alergias! Não aceite ser assim! Existem tratamentos muito eficazes.</strong></h2>



<p>Procure uma consulta de especialidade em Imunoalergologia. Esta é uma época importante para avaliar as suas <a href="https://simplyflow.pt/as-alergias-nos-portugueses/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">alergias</a> e estabelecer planos de prevenção e tratamento.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-QPqhX' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Alergia alimentar nas crianças</title>
		<link>https://simplyflow.pt/alergia-alimentar-nas-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Pinto Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jul 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Alergia alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[senhora alergia]]></category>
		<category><![CDATA[Sofia Luz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A alergia alimentar pode surgir em qualquer idade. No entanto, as crianças apresentam maior prevalência desta patologia comparado com os adultos. Quais são as alergias alimentares mais comuns e quais os possíveis sintomas para os quais os pais devem estar alerta?</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/alergia-alimentar-nas-criancas/">Alergia alimentar nas crianças</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A alergia alimentar pode surgir em qualquer idade. No entanto, as crianças apresentam maior prevalência desta patologia comparado com os adultos. </strong><strong>Quais são as alergias alimentares mais comuns e quais os possíveis sintomas para os quais os pais devem estar alerta?</strong></p>



<p>A alergia alimentar está claramente a aumentar. Um estudo americano comprovou que, entre 1997 e 2011, a alergia alimentar em crianças aumentou cerca de 50%.&nbsp;</p>



<p>Os estudos de prevalência desta patologia são muito díspares de país para país, no entanto, atualmente, aceita-se que esta condição afete cerca de 5% dos adultos e 8% das crianças.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Alergia alimentar ou Intolerância alimentar?</strong></h2>



<p>No caso da <strong>alergia alimentar</strong> existe uma reação do sistema imune contra substâncias presentes nos alimentos (alergénios). Esta reação de defesa do nosso organismo pode levar a sintomas ligeiros, mas também a sintomas tão graves que podem levar à morte.</p>



<p>A <strong>intolerância alimentar </strong>corresponde a uma má digestão de determinado alimento. Existe uma incapacidade na degradação alimentar por parte do intestino levando a sintomas exclusivamente gastrointestinais, tais como dores abdominais, gases, obstipação, diarreia e vómitos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são as alergias alimentares mais comuns?</strong></h2>



<p>Os alimentos que mais frequentemente causam alergias são:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Leite,&nbsp;</li><li>Ovo,&nbsp;</li><li>Peixe,&nbsp;</li><li>Trigo,&nbsp;</li><li>Soja,&nbsp;</li><li>Frutos secos,&nbsp;</li><li>Frutos frescos,&nbsp;</li><li>Amendoim,</li><li>Mariscos.&nbsp;</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os possíveis sintomas de alergia alimentar para os quais os pais devem estar alerta?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-4suIR' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Os sintomas de alergia alimentar têm um espectro alargado e muito diverso. No entanto, em caso de alergia ligeira a moderada verifica-se: borbulhas com comichão (urticária), eczema atópico de difícil controlo, inchaço da pele (angioedema), dores abdominais, vómitos, diarreia e/ou fezes com sangue. Em casos mais graves, os sintomas podem ser: dificuldade respiratória, sensação de aperto da garganta, baixa da pressão arterial, aumento da frequência cardíaca, perda de consciência e morte.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que são as canetas de adrenalina?</strong></h2>



<p>São canetas de medicação, de auto administração que os doentes com alergias graves devem ser portadores.</p>



<p>As canetas de adrenalina são o único tratamento eficaz, capaz de reverter um caso grave de alergia alimentar (anafilaxia). Ou seja, em caso de anafilaxia, faz parte do plano de ação administrar a injeção (a caneta de adrenalina) na coxa e seguir de imediato para um serviço de urgência.</p>



<p>Desde 06 Novembro de 2020 que estas canetas são comparticipadas a 100% pelo Estado, o que foi uma ajuda fundamental para muitas famílias.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conheça o projecto “Senhora Alergia”:&nbsp;</strong></h2>



<p>“<a href="https://www.facebook.com/senhoraalergia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Senhora Alergia</a>” é uma plataforma onde se pretende descomplicar a alergia alimentar através de publicações diárias, umas vezes mais técnicas outras mais práticas &#8211; receitas, truques e dicas. Toda a informação partilhada é segura e tem apenas um objetivo concreto: ajudar famílias a lidar com o problema da alergia alimentar. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É possível viver com uma &#8220;Senhora Alergia&#8221;.</strong></h2>



<p>É de facto um desafio quando chega a hora de deixar um filho na escola ou de fazer uma simples refeição num restaurante. Ter de garantir que todos percebem que não basta não ingerir o alergénio, é preciso ter a certeza de que qualquer alimento ingerido não esteve em contacto com o alergénio.</p>



<p>A ausência de programas de educação alimentar inclusiva e de formação obrigatória de todos os funcionários das Escolas e dos Restaurantes faz com que, atualmente, em Portugal, os pais de crianças alérgicas sejam os verdadeiros educadores e formadores da comunidade.Por isso, um dos pressupostos da “<a href="https://www.instagram.com/senhora_alergia/?hl=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Senhora Alergia</a>” é mostrar a doentes e familiares que <strong>é possível viver uma vida normal mesmo com uma alergia alimentar</strong>. Ou seja, <strong>não existe necessidade de isolamento, desde que se esteja bem informado para garantir sempre a segurança necessária</strong>.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-4suIR' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Rinite ou Sinusite? Eis a questão!</title>
		<link>https://simplyflow.pt/rinite-ou-sinusite-eis-a-questao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Pinto Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2020 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Rinite]]></category>
		<category><![CDATA[Rinite Alérgica]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sinusite]]></category>
		<category><![CDATA[sinusite crónica]]></category>
		<category><![CDATA[Sofia Luz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tanto a Rinite como a Sinusite são doenças comuns que interferem significativamente na qualidade de vida, na atividade profissional e na vida social das pessoas afetadas. E a semelhança entre estas duas doenças faz com que muita gente tenha dificuldade em diferenciar, sendo uma confusão comum.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/rinite-ou-sinusite-eis-a-questao/">Rinite ou Sinusite? Eis a questão!</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Muitas pessoas confundem os termos Rinite e Sinusite. Aliás, na minha consulta de Imunoalergologia é frequente ouvir a frase: “Dra., não sei bem se tenho Rinite ou Sinusite&#8230; Se calhar até tenho as duas!”. A semelhança destas duas doenças faz com que muita gente tenha dificuldade em diferenciar, sendo uma confusão comum.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Rinite ou Sinusite?</strong></h2>



<p>Tanto a Rinite como a Sinusite são inflamações e muitos trabalhos defendem que a contiguidade e continuidade anatómica entre as fossas nasais e os seios perinasais leve frequentemente a que a Sinusite aguda seja uma complicação da Rinite Alérgica.</p>



<p>Vamos por partes…</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é a Rinite?</strong></h2>



<p><strong>É uma inflamação da mucosa nasal (revestimento interno do nariz).</strong></p>



<p>Existem vários tipos de Rinite, o mais conhecido e mais frequente é a Rinite Alérgica. Os alergénios (ácaros, pólens, pêlos, etc.) entram pelo nariz e desencadeiam uma resposta exagerada do sistema imunológico levando a sintomas de espirros, congestão nasal, pingar do nariz, comichão nasal/garganta e tosse. Frequentemente, estão também associados sintomas oculares como olho vermelho, com comichão e lacrimejo.</p>



<p>A doença alérgica tem vindo a aumentar cada vez mais, sendo que, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se que 40% da população possa sofrer de <a href="https://simplyflow.pt/as-alergias-nos-portugueses/">alergias</a>.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é a Sinusite?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-srw42' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p><strong>É uma inflamação dos seios peri-nasais (cavidades ocas que estão à volta do nariz e da face).</strong> Estas cavidades são responsáveis pela produção e drenagem do muco que mantém sempre o nariz húmido e hidratado e que tem uma função protetora das vias respiratórias. </p>



<p>Quando os orifícios de ligação entre os seios peri-nasais e as fossas nasais ficam obstruídos, como acontece, por exemplo, na Rinite Alérgica ou na Rinite Infecciosa (viral ou bacteriana), esses seios podem encher-se de secreções, provocando sintomas de Sinusite: dor de cabeça,  dor na face (pressão sobre o nariz e/ou das maçãs do rosto), secreções amareladas/esverdeadas (muco-purulentas) que escorrem do nariz para a garganta, obstrução nasal, tosse que piora à noite e atrapalha o sono, e algumas vezes também febre. Pode ainda ocorrer uma redução importante do paladar, alterações do olfato e mau hálito. O acumular de muco, causado pela obstrução dos canais de drenagem, cria um ambiente ideal para a proliferação de bactérias. Desta forma, é comum que a inflamação dos seios peri-nasais dê origem a uma infeção bacteriana – Sinusite Bacteriana.</p>



<p>Existem ainda outras causas para obstrução destes canais: desvio de septo nasal, pólipos nasais (crescimento de tecido que bloqueia a passagem de muco), traumatismos dos ossos da face, mudanças bruscas de pressão associadas ao voo ou ao mergulho, má higiene nasal e o uso excessivo de<strong> </strong>descongestionantes nasais e fumo do tabaco.</p>



<p>A Sinusite pode ser aguda, quando dura menos de quatro semanas, ou crónica quando ultrapassa essa duração.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Semelhanças e diferenças no tratamento da Rinite e da Sinusite  </strong></h2>



<p>O tratamento da Rinite e da Sinusite têm pontos em comuns, como utilização de corticoides nasais ou orais e descongestionantes nasais que convém que sejam utilizados durante curtos períodos de tempo. A lavagem nasal e a utilização de sprays nasais salinos pode ser também útil em ambas as situações.</p>



<p>No caso da Rinite Alérgica utilizam-se também anti-histamínicos (medicamentos antialérgicos) e existem ainda as vacinas (imunoterapia específica) contra, por exemplo, ácaros e pólens que ajudam bastante na doença alérgica.</p>



<p>Quando a Sinusite é acompanhada por uma infeção bacteriana é necessário usar antibiótico. Por vezes a cirurgia nasal pode ser necessária nos casos de Sinusite crónica causada por alterações anatómicas, como desvio de septo nasal ou pólipos nasais. Alguns doentes com Sinusite podem beneficiar de tratamentos termais, sendo importante avaliar o seu interesse com o médico assistente.</p>



<p>As vacinas com lisados bacterianos podem ajudar na imunidade contra bactérias e a vacina da gripe pode ser recomendada para algumas pessoas. É também importante apostar na ingestão de líquidos de modo a manter as secreções nasais mais fluidas possíveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Evite a automedicação! </strong></h2>



<p>É muito comum que os doentes comprem os medicamentos vasoconstritores nasais sem terem prescrição médica, pois estes dão um alívio extremamente rápido no caso da obstrução nasal.<strong> Não faça isso!</strong></p>



<p>Estes medicamentos podem causar dependência. O seu uso excessivo pode piorar ainda mais a obstrução nasal, podem reduzir o olfato e em alguns casos levar a distúrbios cardiovasculares.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando procurar um médico? </strong></h2>



<p>Estas doenças habitualmente podem ser tratadas quer por um Imunoalergologista ou por um Otorrinolaringolista. No entanto, fará sentido recorrer a um Imunoalergologista para confirmar ou excluir uma causa alérgica e, eventualmente, ponderar tratamentos mais específicos como a Imunoterapia. Noutras situações, a avaliação e eventual intervenção cirúrgica por um Otorrino pode ser essencial. Habitualmente trabalhamos em equipa, uma especialidade não dispensa a outra.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Afinal a relação entre a Rinite e Sinusite até nem é assim tão difícil de entender!</strong></h2>



<p>Na Rinite existe congestão nasal que se não for tratada pode acabar por levar a uma Sinusite, pois esta última é causada pela acumulação de secreções resultante do bloqueio dos canais do nariz.</p>



<p>Tanto a Rinite como a Sinusite são doenças comuns que interferem significativamente na qualidade de vida, na atividade profissional e na vida social das pessoas afetadas.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-srw42' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>As alergias nos portugueses</title>
		<link>https://simplyflow.pt/as-alergias-nos-portugueses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Pinto Luz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2020 11:56:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[alergias]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sofia Luz]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=12093</guid>

					<description><![CDATA[<p>3 milhões de portugueses não adoram a primavera, nem o início do verão porque&#160; vivem agarrados&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/as-alergias-nos-portugueses/">As alergias nos portugueses</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>3 milhões de portugueses não adoram a primavera, nem o início do verão porque&nbsp; vivem agarrados a lenços de papel!&nbsp;</p>



<p>Sabia que:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>1/3 dos portugueses sofre de alergia?</li><li>30% dos portugueses sofrem de rinite alérgica?</li><li>18% dos portugueses têm queixas de conjuntivite alérgica?</li><li>10% dos portugueses têm asma?</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Porque motivo as alergias têm vindo a aumentar nas últimas décadas? </strong></h2>



<p>A doença alérgica tem tido um aumento exponencial nas últimas décadas nos países desenvolvidos. <strong>Acredita-se que este fenómeno esteja relacionado com o aumento da poluição atmosférica, a crescente utilização de antibióticos e a diminuição do contato dos seres humanos com a terra e com bactérias.</strong> Este é um dos “preços do progresso”.</p>



<p><strong>Além disto a base genética é de extrema importância. </strong>O risco de rinite alérgica aumenta 50% quando um dos pais é alérgico e ultrapassa os 80% quando ambos os progenitores o são.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Alergias de Primavera: </strong></h2>



<p>As chamadas “Alergias de Primavera” <strong>caracterizam-se por espirros, comichão no nariz/olhos, obstrução nasal, pingar do nariz e olhos vermelhos</strong>. Tecnicamente estes sintomas traduzem uma doença chamada Rinite Alérgica. O nosso sistema imunitário assume como inimigas determinadas substâncias (pólenes) consideradas habitualmente banais e faz disparar um alerta interno que leva a uma cascata de reações que culminam nos sintomas de Rinoconjuntivite Alérgica.&nbsp;</p>



<p>Em Portugal os pólenes mais frequentemente implicados na doença alérgica são os das gramíneas, cuja polinização ocorre de março a junho. Outro pólen frequente é o da Oliveira que poliniza de maio a junho. A Parietária Judaica (alfavaca-de-cobra) é uma erva com dois picos de polinização anual, um primeiro em abril e maio e um segundo em setembro e outubro. <strong>As condições meteorológicas têm mudado muito nas últimas décadas o que gera alguma confusão nas estações do ano tornando-se difícil prever as épocas polínicas.</strong></p>



<p>Este tipo de alergia de caráter sazonal volta a aparecer na primavera seguinte. Existe uma inflamação crónica que é ativada todas as primaveras pelos aeroalergénios que andam no ar.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É normal ter alergias quando chega o calor? </strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-DYlrP' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>É muito habitual a desvalorização da doença alérgica e ser quase assumido como normal ter alergias mal chega o tempo quente. <strong>A habituação a estes sintomas primaveris leva a um decréscimo importante da qualidade de vida dos doentes.</strong> Os doentes tomam anti-histamínicos de forma pontual e irregular mascarando sintomas em vez de tratar a doença. A rinite alérgica deve ser tratada pois pode evoluir para asma alérgica com o passar dos anos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando consultar um Imunoalergologista? </strong></h2>



<p><strong>Se existem sintomas compatíveis com uma possível alergia, deve consultar um Imunoalergologista e fazer os exames necessários.</strong>&nbsp;</p>



<p>Os sintomas de rinite podem ser aliviados com alguns sprays nasais e com anti-histamínicos. Muitas vezes é possível prescrever “vacinas das alergias” (Imunoterapia específica) de modo a controlar a evolução da doença, minimizar os sintomas, diminuir o uso de fármacos e inibir a evolução da rinite para a asma.</p>



<p>Embora não exista cura para as Alergias, <strong>existem maneiras de controlar os sintomas e ter qualidade de vida na época polínica</strong>.</p>



<p>Este ano os espirros foram especialmente embaraçosos para estes doentes. Não é raro, ver-se as pessoas a afastar-se de quem espirra especialmente quando se está numa fila a aguardar a vez de entrar num espaço público. Como se pode ver, nem todo o espirro é sintoma da COVID-19&#8230;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>&nbsp;Conselhos: </strong></h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Informe-se sobre os pólenes que circulam no ar. Consulte o boletim polínico disponível no <a href="https://www.spaic.pt/">Site da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica</a>;</li><li>Evite idas ao campo durante os períodos de grande concentração de pólenes;</li><li>Proteja os olhos com óculos escuros durante o dia;</li><li>Abra as janelas de sua casa ou de manhã muito cedo ou apenas ao início da noite;</li><li>Ande de carro de janelas fechadas;&nbsp;</li><li>Ande de mota com capacetes fechados.</li></ul>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-DYlrP' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/as-alergias-nos-portugueses/">As alergias nos portugueses</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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