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	<title>Sílvia Dias, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Sílvia Dias, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>O amor e a saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sílvia Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Feb 2025 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Casais]]></category>
		<category><![CDATA[dia dos namorados]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sílvia Dias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A verdade é que os relacionamentos amorosos saudáveis não só nutrem o “coração”, como também promovem a saúde física e mental.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-amor-e-a-saude/">O amor e a saúde</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No Dia dos Namorados celebramos o amor, uma conexão especial entre duas pessoas que se amam. Contudo, sabias que o amor vai muito além dessa conexão emocional e traz inúmeros benefícios a quem se abre a ele? A verdade é que os relacionamentos amorosos saudáveis não só nutrem o “coração”, como também promovem a saúde física e mental. Neste artigo, exploramos como um relacionamento amoroso pode ser um verdadeiro elixir para o corpo e a mente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5 Benefícios do amor na saúde física:</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Redução de stress</strong></h3>



<p>Um dos principais benefícios do amor, num relacionamento amoroso saudável, é a redução do stress.</p>



<p>Ter alguém ao nosso lado para partilhar as alegrias e os desafios da vida pode aliviar a pressão emocional. Estudos mostram que a presença de um parceiro amoroso ajuda a diminuir os níveis de cortisol (e de ansiedade), promovendo uma sensação de calma e segurança.</p>



<p>Quando temos um relacionamento saudável, sentimo-nos apoiados emocionalmente, o que nos faz sentir mais calmos, seguros e tranquilos, e, consequentemente, ajuda-nos a lidar melhor com os desafios que a vida nos apresenta.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Saúde cardiovascular</strong></h3>



<p>O amor também tem um impacto positivo na saúde do coração.</p>



<p>As pessoas que estão em relacionamentos saudáveis e felizes tendem a ter pressão arterial mais baixa e um menor risco de doenças cardíacas. Investigações mostram que a solidão aumenta a pressão arterial e duplica o risco de um ataque cardíaco!</p>



<p>Para além disso, a conexão emocional e o apoio mútuo podem incentivar os casais a ter hábitos de vida mais saudáveis – como, por exemplo, a prática de exercício físico regular e uma alimentação equilibrada.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Longevidade</strong></h3>



<p>Estudos indicam que o amor pode até aumentar a longevidade – homens e mulheres casados tendem a viver mais anos de vida, relativamente aos solteiros. Estar num relacionamento saudável e feliz pode oferecer apoio e suporte emocional e físico, fatores que contribuem para uma vida mais longa e saudável.&nbsp;</p>



<p>Para além disso, quando estamos em relacionamentos amorosos saudáveis tendemos a ter maior motivação para cuidar de nós mesmos, o que leva a termos maiores e melhores cuidados de saúde e, assim, prevenir doenças.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Fortalecimento do sistema imunológico</strong></h3>



<p>O amor também pode fortalecer o sistema imunológico. Estudos sugerem que o suporte emocional de um parceiro pode melhorar a resposta imunológica, ajudando o corpo a combater infeções e doenças. Isso deve-se, em parte, à redução de <a href="https://simplyflow.pt/como-abandonar-padroes-de-stress-e-abrandar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">stress</a>, que, quando elevado, pode enfraquecer a imunidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Melhoria na qualidade do sono</strong></h3>



<p>Ter um parceiro amoroso pode ajudar a melhorar a qualidade do sono, já que a segurança emocional pode facilitar um sono mais profundo e reparador.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>6 Benefícios do amor na saúde psicológica:</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-FhpZE' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Menos depressão e ansiedade</strong></h3>



<p>Quando estamos próximos fisicamente, somos tocados, abraçados, beijamos ou fazemos <a href="https://silviadias.pt/silvia-dias/a-intimidade-no-casal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">amor</a> com a pessoa que amamos somos inundados por oxitocina e vasopressina – as “hormonas do amor”. Estas duas hormonas activam determinadas zonas cerebrais e somos inundados com substâncias calmantes e geradoras de felicidade, como a dopamina, que bloqueiam a libertação do cortisol, diminuindo assim a ansiedade e o stress.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Aumento da autoestima</strong></h3>



<p>Estar num relacionamento amoroso saudável e feliz pode elevar a nossa autoestima e a nossa autoconfiança. As investigações dizem-nos que quando nos sentimos amados, tendemos a compreendermo-nos e a gostarmos mais de nós próprios.&nbsp;</p>



<p>Para além disso, um parceiro que oferece amor e aceitação incondicional ajuda-nos a cultivar uma imagem mais positiva de nós mesmos. E isto leva a sentirmo-nos mais confiantes no nosso valor, nas várias áreas da nossa vida, promovendo um ciclo de bem-estar.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Apoio emocional</strong></h3>



<p>Os relacionamentos amorosos saudáveis oferecem-nos uma sensação de suporte e apoio emocional essencial. Ter alguém com quem podemos partilhar as nossas preocupações, os nossos medos e as nossas alegrias é fundamental para a saúde mental, pois faz-nos sentir seguros, suportados e não sozinhos. Esse suporte pode ajudar a reduzir os sintomas de ansiedade e depressão, promovendo um estado emocional mais equilibrado.</p>



<p>Quando nos sentimos suportados e apoiados pelo nosso parceiro sentimos que temos um porto de abrigo ou um refúgio nas “tempestades da vida”. E independentemente do que acontecer, podemos contar com ele, pois ele vai estar ali sempre para nós.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Crescimento pessoal</strong></h3>



<p>Um relacionamento amoroso leva-nos a um crescimento e desenvolvimento pessoal. Quando estamos numa relação amorosa tendemos a ter objectivos juntos e a prossegui-los juntos, como também nos leva a encarar desafios juntos. Juntos, podem explorar novas experiências, aprender um com o outro e crescer como pessoas.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Sentido de pertença&nbsp;</strong></h3>



<p>O amor proporciona um profundo sentido de pertença e conexão, e isso é fundamental para nos sentirmos aceites e amados. Esta ligação emocional é fundamental para o bem-estar psicológico. Sabermos que temos alguém que se importa genuinamente connosco pode trazer uma sensação de segurança e felicidade duradoura.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>6. Redução da solidão&nbsp;</strong></h3>



<p>Ter um relacionamento amoroso saudável é sentir que não estamos sozinhos, mesmo em momentos que fisicamente não estamos juntos, e isto promove um estado mental mais positivo.&nbsp;</p>



<p>Estudos mostram-nos que, mesmo que tenhamos alimentos e abrigo, podemos morrer de <a href="https://www.instagram.com/silviadias.psicologa/p/DFGhjpKs7WN/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">solidão</a>. Nós precisamos de vínculos emocionais para sobreviver e para estarmos física e mentalmente saudáveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Embora os benefícios dos relacionamentos amorosos sejam claros, é importante lembrar que cada relacionamento é único. Não se trata apenas de termos ou não relacionamentos amorosos, a qualidade desses relacionamentos é fundamental.&nbsp;&nbsp;</strong></h2>



<p>A qualidade da comunicação, o respeito mútuo e a disponibilidade para resolver conflitos, de forma vulnerável, são fundamentais para que estes benefícios se concretizem. Além disso, o bem-estar individual também deve ser priorizado, pois a saúde emocional de cada parceiro é essencial para a saúde do relacionamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Neste Dia dos Namorados é importante lembrar que o amor vai muito além das flores e dos chocolates. </strong></h2>



<p><strong>Um relacionamento amoroso saudável é uma fonte poderosa de benefícios físicos e mentais que podem transformar as nossas vidas. Ao cultivar o amor e a conexão com o nosso parceiro, não só fortalecemos o nosso vínculo, como também promovemos a nossa saúde e bem-estar.</strong></p>



<p>Por isso, celebre o amor hoje e sempre, e lembre-se: <strong>cuidar do seu </strong><a href="https://simplyflow.pt/quais-sao-as-bases-para-um-relacionamento-solido/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>relacionamento</strong></a><strong> é cuidar de si mesmo</strong>. Que neste Dia dos Namorados encontre não apenas romance, mas também saúde e felicidade ao lado de quem ama.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-FhpZE' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<title>Quais são as bases para um relacionamento sólido?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/quais-sao-as-bases-para-um-relacionamento-solido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sílvia Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 May 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Casal]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos amorosos]]></category>
		<category><![CDATA[Silvia Dias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ser um casal é um dos maiores desafios do ser humano. Uma relação a dois nem sempre é fácil e tornar essa relação num relacionamento sólido ainda mais desafiante pode ser.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ser um casal é um dos maiores desafios do ser humano. Uma relação a dois nem sempre é fácil e </strong><a href="https://simplyflow.pt/terapia-de-casal-sera-que-precisamos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>tornar essa relação num relacionamento sólido ainda mais desafiante pode ser</strong></a>.</p>



<p>Todos os dias escuto várias pessoas e casais, tristes, a queixarem-se que não têm um relacionamento sólido, feliz e duradouro.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um relacionamento sólido, duradouro, forte e feliz é construído a dois, todos dias, dia após dia.</strong></h2>



<p>A paixão foi apenas o ponto de partida para juntos construírem bases fortes e seguras, que são fundamentais para que possam caminhar de mãos dadas, de forma segura, forte e saudável.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E quais são as bases fundamentais para um relacionamento forte e saudável?</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Amor</strong></h3>



<p>Nós precisamos do amor na vida, assim como precisamos de oxigénio para viver. As evidências científicas que comprovam isto são já muitas. Cada vez mais os estudos nos mostram que não somos apenas animais sociais, mas animais que necessitam de uma ligação mais próxima com o outro para sobreviver.</p>



<p>Consideramo-nos cada vez mais seres evoluídos e independentes, mas, na verdade, contemos uma parte do nosso cérebro completamente instintiva. Esta parte faz com que sejamos seres básicos e vulneráveis, que necessitam de sentir amor e de amar. E isso é positivo! Depois de compreendermos e aceitarmos esta característica em nós, como parte integrante da nossa natureza humana, podemos chegar de forma mais rápida e fácil à origem dos problemas nas relações de casal e, assim, fortalecer a nossa relação.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Confiança&nbsp;</strong></h3>



<p>Sentir que a pessoa que amamos está disponível e em presença, que é o nosso porto de abrigo na vida e que podemos contar com ela nas tempestades da vida, sem nos abandonar ou rejeitar, traz confiança na relação, tornando-a mais forte e segura. Isso faz com que o casal consiga conversar sobre assuntos difíceis e desconfortáveis, não porque não sentem medo de deixarem de ser amados, ou porque não sentem vergonha do que vão partilhar, mas porque têm a coragem de atravessar juntos toda essa vulnerabilidade, tornando-os mais próximos e com uma conexão mais forte e segura.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Vulnerabilidade e Intimidade</strong></h3>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-FSbHD' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Sentirmo-nos vulneráveis é sentirmo-nos totalmente expostos, a “nu”, sem capas, sem proteções (com tudo aquilo que gostamos e não gostamos em nós, com os nossos medos mais profundos, as nossas vergonhas mais escondidas), darmo-nos a conhecer ao outro e conhecer o outro desta mesma forma, é a chave para um relacionamento profundo.</p>



<p>É sentirmos que estamos numa “sala de medo”, repleta de perigos que nos podem magoar realmente. Ser vulnerável é estar nessa “sala”, enfrentando-nos com um cenário de incerteza e expor as nossas emoções, mostrando as nossas partes mais sensíveis e que mais escondemos e protegemos. E correr este risco não tem nada de fraqueza, mas tem muito de coragem e de vulnerabilidade. A intimidade mostra, despe, aprofunda, mergulha e conecta.</p>



<p>As relações marcadas pela <a href="https://simplyflow.pt/a-intimidade-no-casal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">intimidade</a> são aquelas em que ambos mostram a sua vulnerabilidade, atravessando riscos, confiando que quem ama vai aceitar o outro com tudo o que é, de bom e de menos bom, e que quer ficar ao seu lado.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Comunicação</strong></h3>



<p>Todos os casais se relacionam através de uma dança própria e específica. Para se ter uma relação forte, segura e saudável, o casal têm de observar a sua <a href="https://simplyflow.pt/a-danca-do-casal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dança</a>. Às vezes essa dança liga-os e aproxima-os, outras vezes afasta-os e separa-os.</p>



<p>Quando o casal consegue aceder, identificar, organizar e expressar as suas emoções e consequentemente, comunicar as suas necessidades emocionais de forma vulnerável, a dança sintoniza-se. O casal sente-se seguro e a conexão fortalece-se.</p>



<p>Quando o casal não comunica de forma vulnerável, a dança desintoniza-se, não se sente escutado, compreendido e podem ficar presos à crítica, ao ataque, à zanga, aos silêncios e o casal vai-se afastando cada vez mais, colocando em risco por vezes a sua relação.</p>



<p>Só nesta forma vulnerável de comunicar é que o casal se sente compreendido, cuidado, amado e seguro. E é nesta possibilidade que podemos voltar a confiar e a sentir não só que o amor é seguro como também é sanador.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Aceitação&nbsp;</strong></h3>



<p>Os casais felizes passam por momentos muito tristes juntos, faz parte. Todos nós preferimos os dias fáceis, leves e felizes, mas o amor cresce nesses dias e nos dias mais difíceis, e por vezes mais tristes do casal. Aceitar todos esses momentos de forma unida é essencial.</p>



<p>Na <a href="https://silviadias.pt/jornada-do-casal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">jornada do casal</a>, existam curvas, contracurvas ou estradas sinuosas, contudo se o casal estiver conectado emocionalmente de forma sólida e segura, não perde o equilíbrio com estes obstáculos e quando se desequilibra ambos sentem que podem contar com a ajuda um do outro e seguir caminho juntos.</p>



<p>A estabilidade passa por momentos de muitas instabilidades. Os casais mais fortes aprendem a contar um com o outro nos momentos de maior vulnerabilidade.&nbsp;</p>



<p>Amores-perfeitos só existem flores, não entre casais. Todos os casais são amores perfeitamente imperfeitos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>6. Maturidade emocional</strong></h3>



<p>Nesses momentos de instabilidade no casal é fundamental ser-se capaz de recorrer e solicitar ao outro apoio emocional, isso é um sinal de grande força e de saúde mental e emocional. Só assim o casal tem maturidade emocional para se ajudar a co-regular nas suas emoções difíceis e fases desafiantes.</p>



<p>Caso contrário, dentro do casal, cada pessoa está em autossuficiência com as suas emoções e necessidades, e autoregula-se de forma independente, o que faz com que cada um, com o tempo, se sinta ainda mais sozinho e lute um contra o outro, como se ambos fossem inimigos, tornando o lar num campo de batalha.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>7. Compromisso</strong></h3>



<p>A construção destas bases e pilares para que o relacionamento se torne sólido, forte e seguro é possível, desde que exista amor e compromisso para construir uma conexão segura.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Atualmente, sabemos que construir estas bases num relacionamento amoroso nos torna vulneráveis, mas também sabemos que nunca nos sentimos tão fortes e confiantes como quando temos a certeza de que somos amados.</strong></h2>



<p>Quando sentimos uma conexão segura com a pessoa que amamos, isso fortalece-nos.&nbsp;</p>



<p>Quando nos sentimos seguramente ligados à pessoa que amamos, compreendemo-nos melhor e gostamos mais de nós, e isso faz com que nos sintamos mais seguros e confiantes na vida.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-FSbHD' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>A dança do casal</title>
		<link>https://simplyflow.pt/a-danca-do-casal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sílvia Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Feb 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Casais]]></category>
		<category><![CDATA[Casal]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Silvia Dias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todos os casais se relacionam através de uma dança própria e específica. Às vezes essa dança liga-os e aproxima-os, outras vezes afasta-os e separa-os.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/a-danca-do-casal/">A dança do casal</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Todos os casais se relacionam através de uma dança própria e específica. Às vezes essa dança liga-os e aproxima-os, outras vezes afasta-os e separa-os. E é impressionante como isso às vezes muda tão rapidamente e toca tão intensa e profundamente o casal.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas, afinal o que muda?</strong></h2>



<p>O que muda é a música que pauta essa dança de <a href="https://simplyflow.pt/a-intimidade-no-casal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">intimidade no casal</a>. E a música são as emoções que se movem dentro de cada um dos elementos do casal e entre o casal.</p>



<p>Quando o casal consegue aceder, identificar, organizar e expressar as suas emoções e consequentemente, comunicar as suas necessidades emocionais de forma vulnerável, a música é escutada e a dança sintonizada. O casal sente-se seguro e a conexão fortalece-se. Contudo, muitas vezes essa música não é escutada e a crítica e o ataque aparecem, a zanga instala-se, os silêncios surgem e o casal “pisa-se” nessa dança que os afasta cada vez mais e que os leva, por vezes, a dançar sozinhos. O casal fica preso nesta dança ou “não dança” e é muito difícil voltar, sozinho, a sintonizar-se.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando o casal fica preso numa dança dessintonizada as discussões iniciam-se e o casal angustiado, ao tentar conectar-se, fica então preso a sequências negativas de interação onde expressam emoções secundárias.</strong></h2>



<p>As emoções secundárias são as emoções mais relativas, como a raiva, o ressentimento, a frustração. E estas manifestam-se como reação às <a href="https://simplyflow.pt/a-familia-das-emocoes-habita-em-nos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">emoções</a> primárias, que são mais vulneráveis e profundas, como, por exemplo, a tristeza e o medo. Ou seja, muitas vezes, o casal está a sentir-se com medo ou a sentir-se triste, contudo o que expressa é a zanga, a crítica, a acusação ou mesmo o evitamento, isolando-se. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Presos neste ciclo negativo, o casal vai-se afastando cada vez mais, com mais medo, mais tristeza, mais frustração e consequentemente, mais insegurança. E sem ajuda, é muito difícil sair desse ciclo e voltar a conectar-se.</strong></h2>



<p>Comunicar as emoções mais vulneráveis e profundas é uma aprendizagem do casal, que muitas vezes acha que sabe e que é fácil, mas que na prática é muito desafiante, principalmente em momentos onde a sua dança volta a dessintonizar-se.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando o casal fica preso num ciclo negativo, onde as emoções primárias, mais profundas e vulneráveis não são acedidas e comunicadas, o casal fica “refém” em 3 principais padrões básicos de comunicação, que os leva a “espirais negativas” cada vez mais difíceis de ultrapassar e que acabam por destruir a relação de casal.</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-JPaY5' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1.º “Tu…” <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/2194.png" alt="↔" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> “E tu…”</strong></h3>



<p>Este é aquele padrão em que ambos se culpabilizam mutuamente, que atacam e contra-atacam, magoando-se e afastando-se cada vez mais.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2.º “Tu&#8230; tu&#8230; tu&#8230;.” Vs. Silêncio ou ausência&nbsp;</strong></h3>



<p>Este padrão instala-se quando um dos elementos do casal nos diz que o outro não fala, não comunica e que isso o faz sentir desvalorizado ou sozinho. E quanto mais a pessoa se sente sozinha ou desvalorizada, mais ela protesta, mais ela grita, mais ela se zanga e critica o outro. E quanto mais isto acontece, mais o outro evita e se fecha, sentindo-se criticado e frustrado, por muitas vezes não saber mais o que fazer.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3.º Silêncio Vs. Silêncio</strong></h3>



<p>Este padrão começa a surgir, quando os elementos do casal começam a desistir e a já não falar, a não expressar as suas necessidades e emoções e a congelá-las. <em>“Eu já desisti de falar.”</em> A desistência, o silêncio, a apatia e o distanciamento instalam-se na relação do casal.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Todos os padrões tornam-se muito dolorosos para o casal e são um perigo para a sua relação, pois o resultado é o afastamento e a possibilidade de separação.&nbsp;</strong></h2>



<p>No entanto, o que posso dizer é que ainda pode haver esperança na <a href="https://silviadias.pt/silvia-dias/todos-queremos-relacionamentos-mais-felizes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">relação</a> e com <a href="https://simplyflow.pt/terapia-de-casal-sera-que-precisamos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ajuda</a> o casal pode ultrapassar este padrão, voltando-se a ligar. </p>



<p><strong>Não percas a esperança, porque onde há Amor há Esperança. Pede ajuda.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-JPaY5' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/a-danca-do-casal/">A dança do casal</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como deixar de repetir padrões?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-deixar-de-repetir-padroes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sílvia Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Padrões]]></category>
		<category><![CDATA[Sílvia Dias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cada vez mais se vê pessoas a darem-se conta de vários padrões que influenciam toda a sua vida – a sua forma de estar, de viver e até de se relacionar.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/como-deixar-de-repetir-padroes/">Como deixar de repetir padrões?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Numa era em que, felizmente as pessoas, estão cada vez mais conscientes da importância do autoconhecimento, cada vez mais se vê pessoas a darem-se conta de vários padrões que influenciam toda a sua vida – a sua forma de estar, de viver e até de se relacionar.</strong></p>



<p>Com isto, vemos também, muitas vezes, cada vez mais as pessoas à procura destes padrões na esperança que o conhecimento e a compreensão deles os façam erradicar. Outras tentam lutar contra estes, entrando numa guerra completamente invencível, e em que apenas o cansaço, a frustração e a tristeza irão ganhar.</p>



<p><strong>Mas afinal, como podemos deixar de repetir padrões na nossa vida?</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Trata-se de um caminho complexo, individual e único de cada pessoa.&nbsp;</strong></h2>



<p>Nem todos os caminhos são iguais para todos e nem todos os caminhos servem para todos.&nbsp;</p>



<p><strong>E, se há algo comum nestes caminhos é que a compreensão cognitiva do caminho é insuficiente e ineficaz nesta mudança. Todos os caminhos são experienciais, que é como quem diz, vivenciados no corpo, ao nível das memórias celulares, onde podemos encontrar as memórias emocionais.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Contudo, deixo aqui 4 etapas comuns neste processo de mudança:</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Consciência</strong></h3>



<p>Não é possível trabalhar-se um padrão sem primeiro de tudo identificá-lo, <strong>tomar consciência dele: quais os gatilhos, o que o despoleta, que pensamentos gera que leva a determinadas </strong><a href="https://simplyflow.pt/a-familia-das-emocoes-habita-em-nos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>emoções</strong></a><strong> e sensações corporais e quais as suas tendências de ação, ou seja, que comportamentos leva a que a pessoa a ter.</strong></p>



<p><strong>Muitos pessoas centram-se demasiado em saber a origem do padrão, contudo saber a origem não é a saída, como por vezes pode tornar-se uma verdadeira prisão</strong>, pois enquanto se ocupam da origem, não investem na consciência de como ele aparece, o que causa, o que faz sentir e o que leva a fazer. Identificar a origem pode ser uma grande armadilha do ego, em manter a pessoa no mesmo padrão, sendo este já a zona conhecida e de conforto.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Aceitação</strong></h3>



<p>A maior parte das pessoas ao tomar consciência de cada padrão (refiro-me aqui a padrões que geram desconforto e que limitam) quer de imediato eliminá-lo, lutando contra ele, recorrendo a estratégias, terapias ou até mesmo profissionais que possam ajudar a erradicá-lo. Só que quanto mais a pessoa luta contra, mais parece que este aumenta e se torna cada vez mais indomável.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A verdade é que a saída é para dentro.&nbsp;</strong></h4>



<p><strong>Mais do que lutar contra este padrão, o caminho é a aceitação.</strong> Tudo o que existe necessita de ser olhado, sentido, escutado e incluído.&nbsp;</p>



<p>Talvez esta etapa seja a mais desafiante de todas. <strong>É a etapa que nos convida a uma rendição, a um voltar ao húmus e reconhecer a grandeza da vida dentro e fora de nós. É confiar e permitir-se sentir no corpo, tudo o que há para sentir que o padrão traz. É respirar tudo o que se move dentro, é abraçar, acolher, e no final, integrar. É um trabalho vivencial, experiencial ao nível do corpo, onde o cognitivo não consegue entrar, compreender e muitas vezes relatar. É um caminho da alma onde, muitas vezes o Mistério é o guia.</strong></p>



<p>Enquanto a primeira etapa, normalmente, pode ser mais curta, esta segunda etapa, pode durar minutos, horas, dias, semanas, meses ou anos. <strong>Convida-nos a ter paciência, respeitando os ritos e ritmos da vida e, em especial, a uma auto-compaixão profunda de nós e do caminho. É uma etapa que nos leva à vulnerabilidade, à humildade e que nos leva de volta à nossa grande humanidade.</strong></p>



<p>Contudo, esta etapa apenas pode acontecer numa relação e num ambiente seguros, protegidos, de grande empatia e validação, pautados por grande nível de <a href="https://www.instagram.com/p/CyvO9dhLKQg/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Amor</a>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Intenção</strong></h3>



<p>Depois da segunda etapa bem consolidada, o que fica dentro é uma sensação de paz.</p>



<p><strong>O padrão deixa de ser um inimigo e torna-se muitas vezes um aliado que traz uma mensagem valiosa.</strong> A guerra deixa de existir e há uma intenção de que juntos, de forma consciente, podemos fazer diferente. No início, nem sempre a pessoa consegue fazer diferente, faz parte do caminho, contudo reconhece o que aconteceu naquele momento, assumindo o seu poder pessoal. E com o tempo (não há um tempo específico e difere de pessoa para pessoa), o padrão antigo começa a ser “substituído” por outro novo, mais positivo para a pessoa.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Ação</strong></h3>



<p>Esta última etapa complementa a anterior. Quando a pessoa se dá conta dos aspectos identificados na etapa 1 sobre o padrão antigo, há um recuperar do poder pessoal e nas primeiras vezes há uma escolha consciente de fazer diferente, mesmo que a tendência seja “o antigo hábito”.</p>



<p><strong>Esta última etapa requer da pessoa uma vontade e esforço em querer fazer diferente e simultaneamente um acontecer da etapa 2, agora de uma forma autónoma e confiando e reconhecendo os seus recursos internos, que outrora vivenciou numa relação terapêutica.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Costumo dizer que deixar de repetir um padrão é como a passagem por 3 salas distintas: </strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-TO3JL' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>a sala da ignorância</strong> (em que o padrão acontece na vida da pessoa, sem que ela tenha consciência);&nbsp;</li>



<li><strong>a sala da aprendizagem</strong> (em que se dão estas 4 etapas descritas);&nbsp;</li>



<li><strong>e a sala da sabedoria</strong> (onde no final, apenas fica a sabedoria e já nem nos lembramos mais do padrão).</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É um processo alquímico.</strong></h2>



<p><strong>Uma mudança experiencial e não cognitiva</strong>, onde a teoria pouco vale a não ser à necessidade de controlo da mente.</p>



<p><strong>É um processo para </strong><a href="https://simplyflow.pt/como-atravessar-com-coragem-os-momentos-de-crise/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>corajosos</strong></a><strong>, heróis e heroínas da sua própria vida e da sua própria história.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-TO3JL' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Terapia de Casal? Será que precisamos?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/terapia-de-casal-sera-que-precisamos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sílvia Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2023 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Casal]]></category>
		<category><![CDATA[intimidade no casal]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Sílvia Dias]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia de casal]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=20661</guid>

					<description><![CDATA[<p>A terapia de casal não deve ser apenas considerada quando o casal já se encontra à beira da rutura, o terapeuta de casal pode surgir bastante mais cedo na vida do casal, numa óptica preventiva e não só numa perspectiva remediativa.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading"><strong>1+1 é igual a 3 e é para este terceiro elemento – “o nós” – que na terapia de casal vamos olhar.</strong> </h2>



<p><strong>Cada “1” representa um dos elementos do casal, com a sua individualidade e especificidade, com a sua história e passado, com as suas vivências e aprendizagens. Para que nasça “o casal”, o “3”, essa entidade vai para além da mera soma de ambos os algarismos 1, é necessário que se crie uma identidade conjunta, um “nós”.</strong></p>



<p>Trata-se de um terceiro elemento com características próprias, assumindo-se um compromisso com o novo sistema conjugal. Mas, <strong>Ser um casal é um dos maiores desafios do ser humano</strong>. Uma relação a dois nem sempre é fácil.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um casal é composto por pessoas de dois mundos diferentes que têm de se unir para formar uma equipa fundada no Amor.</strong></h2>



<p>Esta união é feita através de um caminho em constante movimento e evolução, que abarca muitas vezes conflitos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cada um dos elementos do casal traz sempre consigo uma bagagem para a relação, mais ou menos complexa e conseguir um «nós», que integre ambas as bagagens, carregadas de crenças e histórias de vida, expectativas e receios, sonhos e conflitos internos, perspectivas e frustrações, modelos de relação e sistemas familiares de origem, é um grande desafio.</strong></h2>



<p>Para que a conjugação e união destes mundos, ou destas bagagens, funcione, para além do respeito, do compromisso, da cedência, da cumplicidade, da compaixão, da amizade e do Amor, é imprescindível haver partilha e comunicação, o que levará à <a href="https://simplyflow.pt/a-intimidade-no-casal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">intimidade do casal</a>. Nos dias de hoje, muitas vezes não há tempo e disponibilidade para manter esta intimidade no casal. As preocupações, as exigências do dia a dia, o tempo dedicado aos filhos, a conciliação entre a vida familiar e profissional, a gestão económica, as divergências não resolvidas ou assumidas e os conflitos facilmente levam a um padrão de comunicação disfuncional, poluído com críticas, recriminações, projeções de culpas e em casos mais extremos, de palavras duras que provocam mágoa e frustração. E isto faz com que o casal se afaste dessa intimidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ser casal só é possível quando os dois crescem, aprofundando e evoluindo dentro da </strong><a href="https://silviadias.pt/silvia-dias/todos-queremos-relacionamentos-mais-felizes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>relação</strong></a><strong>, e, por vezes, o casal precisa de um espaço e tempo de acompanhamento para poder continuar este caminho.</strong></h2>



<p><strong>A terapia de casal é um recurso valioso para ajudar o casal a encontrar este espaço e este tempo, para que este reencontre a sua intimidade e possa continuar a construir a relação de forma plena, íntima, criativa, forte e feliz.</strong></p>



<p>Um espaço próprio de escuta e recetividade, marcado pela neutralidade e imparcialidade, para que ambos os elementos do casal possam expor as suas necessidades, angústias, objetivos e expectativas, implicando-os ativamente no processo de mudança.</p>



<p>A terapia ajuda o casal a descentrar-se da necessidade em identificar um culpado, a identificar padrões de comportamento que causam sofrimento, a refletir e a (re)construir uma comunicação clara e funcional, encontrando soluções alternativas e de compromisso.</p>



<p>O terapeuta de casal é um buscador das necessidades e desejos, que se escondem atrás das queixas, das acusações e dos silêncios, de forma a abrir espaço à vulnerabilidade no casal e este encontre novamente o seu sentido e a sua força.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É neste caminho, que o terapeuta ajuda a que o casal se olhe verdadeiramente e se “reconheça”, recordando o que os uniu, ajudando a (re)construir a intimidade e a identidade deste “nós”, que se foi perdendo.</strong></h2>



<p>É também neste “percorrer e descobrir o caminho”, que, por vezes, pode chegar-se à conclusão que o melhor para o casal é separar-se e a melhor solução é prosseguirem por caminhos distintos. Neste caso, o psicoterapeuta é uma ajuda fundamental para o casal, não só nesta constatação, como num processo de separação menos doloroso e mais harmonioso.</p>



<p>No entanto,<strong> a terapia de casal não deve ser apenas considerada quando o casal já se encontra à beira da rutura, o terapeuta de casal pode surgir bastante mais cedo na vida do casal, numa óptica preventiva e não só numa perspectiva remediativa. </strong>E, muito importante&#8230;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A terapia de casal deve ser uma decisão refletida e acordada entre os dois elementos, pois só resulta quando os dois elementos do casal estão envolvidos e disponíveis para o processo.</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Em que situações é importante a terapia de casal?</strong></h3>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-bIFQO' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quando há dificuldades de comunicação entre o casal;</li>



<li>Quando as diferenças são fator de afastamento entre os elementos do casal;</li>



<li>Quando há afastamento e distanciamento emocional;</li>



<li>Quando há perda de cumplicidade entre o casal;</li>



<li>Quando há dificuldades relacionados com outras fases do Ciclo Vital da Família (infertilidade, o nascimento de um filho, a entrada dos filhos na adolescência, a saída dos filhos de casa, situações de desemprego, de <a href="https://simplyflow.pt/como-atravessar-com-coragem-os-momentos-de-crise/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">crise</a> e dificuldades financeiras);</li>



<li>Quando há dificuldades a nível da intimidade e sexualidade do casal;</li>



<li>Quando há infidelidade no casal;</li>



<li>Quando há uma relação onde existem muitos conflitos entre o casal;</li>



<li>Quando o casal equaciona a separação.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Em que situações a terapia de casal pode não ser eficaz?</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quando pelo menos um dos elementos não sente já amor pelo outro;</li>



<li>Quando existem relações extraconjugais a decorrer no momento de terapia;</li>



<li>Quando existe uma adição presente em pelo menos um dos elementos do casal;</li>



<li>Quando existe medo de retaliação por parte de um dos elementos do casal, sobre o que é partilhado em terapia.</li>
</ul>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-bIFQO' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como atravessar com coragem os momentos de crise?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-atravessar-com-coragem-os-momentos-de-crise/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sílvia Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2023 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Sílvia Dias]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atravessar uma crise é, por vezes, profundamente doloroso e desconfortável, pois nunca sabemos quanto tempo vai durar e nem conhecemos o caminho para sair. E quanto mais pressa temos em sair dessa crise, mais a Vida nos pede para render e confiar.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A vida também é feita de crises, “mudanças de pele”, por vezes bastante dolorosas, que nos fazem parar, olhar e colocar tudo em perspectiva na nossa vida. Um divórcio, uma doença, um desemprego, uma morte, algo que mexe verdadeiramente connosco e que parece abanar com toda a estrutura que construímos num fazer constante inquestionável.</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>Eu já não sei quem sou.”</em></p>



<p><em>“Eu não me reconheço.”&nbsp;</em></p>



<p><em>“Eu consegui supostamente tudo, mas não me sinto feliz.”</em></p>



<p><em>“Eu sinto-me vazia/o.”&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</em></p>
</blockquote>



<p>Estas são expressões frequentemente ouvidas por quem atravessa um momento de crise pessoal e não sabe, naquele momento, onde se agarrar, porque já não reconhece nada que lhe faça sentido.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estas crises podem ser vividas individualmente e/ou em </strong><a href="https://simplyflow.pt/a-intimidade-no-casal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>casal</strong></a><strong>, apenas substituíramos o “eu”, pelo “nós”.</strong></h2>



<p>Algo se perdeu no caminho do “Ter” e o que ficou sacrificado foi a ligação com a alma. A sensação de vazio surge e permanece, e entra-se numa verdadeira aridez espiritual.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Atravessar uma crise é atravessar um deserto, sem se saber onde se está e para onde caminhar; é caminhar sozinha num caminho escuro, repleto de nevoeiro, com apenas a luz suficiente para se dar o próximo passo.</strong></h2>



<p>Atravessar uma crise é, por vezes, profundamente doloroso e desconfortável, pois nunca sabemos quanto tempo vai durar e nem conhecemos o caminho para sair. E quanto mais pressa temos em sair dessa crise, mais a Vida nos pede para render e confiar.</p>



<p>Costumo dizer que, em adolescentes, quando tínhamos um desgosto de amor íamos para casa, chorávamos sozinhas e ainda ouvíamos músicas o mais tristes possíveis e chorávamos ainda mais. Depois de algum tempo de fazer isto vinha um alívio e uma serenidade, e mais tarde abríamo-nos novamente para amar. Não sabíamos, mas a alma sabia que só escavando ainda mais fundo, permitindo-nos sentir o que havia para sentir, poderíamos atravessar e encontrar a saída, sem nela pensar.</p>



<p>Uma vez por ano, as serpentes mudam de pele. Nessa mudança de pele, há um momento em que a pele velha cai, ainda a nova não nasceu e a serpente fica em carne viva, profundamente vulnerável, sem saber quando a pele nova vai surgir.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Atravessar uma crise é passar por uma mudança de pele. E isto, por vezes, é um processo profundamente doloroso que nos obriga a conectar com as dores, os medos e as feridas mais profundas dentro de nós mesmas.</strong></h2>



<p><strong>E enquanto a pele não nasce, só nos resta rendermo-nos e confiar que a pele há de nascer. </strong></p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-MKNfA' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p><strong>É um reaprender a “Ser”, a silenciar vozes que nos dizem que temos de “Fazer” e escutar atentamente a nossa voz interna do nosso coração. E para “Ser” é preciso ter </strong><a href="https://simplyflow.pt/a-coragem-para-ser-feliz/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>coragem</strong></a><strong> e sacro-ofício (trabalho sagrado).</strong></p>



<p>É voltar ao húmus (à humildade), às raízes e recuperar a ligação que se perdeu. E para isso vamos ter de dizer não a muita coisa e cortar com velhas formas, que há tanto tempo nos habituámos e pensámos que eram nossas.&nbsp;</p>



<p>Atravessar, com coragem, momentos de crise é caminhar numa noite escura, e apesar do medo, da falta de controlo e da incerteza, continuar a caminhar, confiando que é através desse mesmo caminhar que um dia se vá encontrar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Contudo, por mais que se tente explicar como se pode atravessar momentos de crise, com coragem, nunca a vivência pessoal e de cada pessoa vai caber em palavras, por serem tão redutoras para uma dimensão que é vivida pela alma.</strong></h2>



<p><strong>Nestas travessias da alma, a </strong><a href="https://silviadias.pt/psicoterapia-individual/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>psicoterapia</strong></a><strong> pode ajudar.</strong> Um espaço sagrado, confidencial, sem julgamento, de partilha e escuta, onde a pessoa se entrega, de forma honesta e segura, a um mergulho profundo de reflexão e crescimento, em direção a si. Um caminho de compromisso, feito de olhares, tons e sentidos que leva à essência de quem se É. <strong>Um encontro vivencial de silêncio profundo onde respiramos a humanidade e a vulnerabilidade, e onde mergulhamos para dentro, abraçando e aceitando o que há e o que vem. </strong></p>



<p><strong>Com crises todos nós nos deparamos. Atravessá-las com coragem, dizendo “Sim” à travessia, isso é só mesmo para determinados heróis e heroínas, que escolhem sem saber, travar a maior batalha de sempre, a que é travada dentro de nós, connosco mesmos e esta não é uma batalha para cobardes.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-MKNfA' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como abandonar padrões de stress e abrandar?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-abandonar-padroes-de-stress-e-abrandar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sílvia Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jun 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Abrandar]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Sílvia Dias]]></category>
		<category><![CDATA[stress]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=17773</guid>

					<description><![CDATA[<p>Vivemos num ritmo “esquizofrénico” que nos leva a ficar presos em padrões de stress elevado, sem conseguirmos abrandar. E se o coração parar? Talvez esta fosse uma questão que devêssemos colocar a nós mesmos todos os dias e respirar para que nos pudéssemos reconectar.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Vivemos num ritmo “esquizofrénico” que nos leva a ficar presos em padrões de stress elevado, sem conseguirmos abrandar. E se o coração parar? Talvez esta fosse uma questão que devêssemos colocar a nós mesmos todos os dias e respirar para que nos pudéssemos reconectar.</strong></p>



<p>Depois de vivermos um ritmo alucinante nestes últimos anos, marcados por uma pandemia, vários confinamentos e/ou isolamentos, distanciamento físico de quem mais gostamos, abraços e “beijinhos” não permitidos ou desaconselhados, perdas de trabalho, mudanças de rotinas diárias e assumir de papéis inesperados durante dias com “mais de 24h” (mãe, professora dos filhos, dona de casa “às vezes muito desesperada”, esposa, companheira, amante e profissional exemplar em que o horário de trabalho se confunde com o horário de descanso), um início de uma guerra em plena Europa, o receio da guerra se alargar, o acolhimento dos refugiados,&nbsp; os valores da inflação, o voltar à “normalidade” com muito pouco de “normal”, o “corre-corre” habitual entre casa-escola-trabalho leva-nos de “mansinho” com “é só mais bocadinho…” a um piloto automático diário e a padrões de stress elevados, pautados por uma sobrecarga, diria que, “sobrenatural”.</p>



<p><strong>Agimos, ou pelo menos tentamos, através de uma velocidade supersónica, que muitas vezes se assemelha à natureza tecnológica, onde tudo é descrito com o prefixo “fast”, quando na verdade esquecemo-nos que não somos super-homens, nem super-mulheres e que a nossa verdadeira natureza é a humana.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Vivemos num ritmo frenético, como se fosse imposto pelo exterior, sem nada questionar.</strong></h2>



<p><strong>Se vives assim, está na altura de tirar o pé do acelerador, andar mais devagar, serenar a mente e acalmar, especialmente, o coração, que não bate para sempre, antes que a vida “te tire o tapete e fiques caída no meio do chão”.</strong></p>



<p>Costumo dizer que vivemos “adictos” a padrões de stress elevados, sem darmos por isso, e que quando temos um tempo e um espaço livre caímos num vazio, perdidos, sem saber o que fazer.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É altura de abrandar, viver mais devagar e desfrutar.</strong></h2>



<p><strong>É tempo de nos escutarmos, de nos respeitarmos, de nos conectarmos ao nosso ritmo e de parar.</strong></p>



<p><strong>É tempo de nos libertarmo-nos da “pressa” e da “urgência” de uma vida contemporânea e de reencontrarmos a paz dentro de nós.</strong></p>



<p><strong>É tempo de voltarmos a “casa” (que é como quem diz, voltar ao corpo e deixar mais a cabeça em paz).</strong></p>



<p><strong>É tempo de voltarmos ao ritmo da alma, ao “Ser” e não priorizarmos tanto o “Fazer”.</strong></p>



<p>Para abrandar não é preciso escondermo-nos no alto de uma montanha, viver numa gruta ou fugir para o campo (se bem que são opções bem tentadoras e que, por vezes, também fazem muito bem), mas, sim, trazer pequenos rituais que nos possam ajudar a viver o nosso dia-a-dia, de uma forma mais “slow” e mais presente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como abandonar padrões de stress e abrandar?</strong></h2>



<p>Deixo aqui algumas dicas que podem ajudar:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-p85gB' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Descansar e Relaxar</strong></h3>



<p>Perdemos a capacidade de descansar. Fazer nada é das coisas mais produtivas que existem e fazemos tão pouco.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Viver uma vida mais offline e menos online</strong></h3>



<p>Desconecta-te mais vezes do email, das redes sociais e conecta-te mais aos “<em>whatsapp’s”</em> reais, que acontecem “no aqui e no agora” e no formato presencial.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Viver uma vida com prazer</strong></h3>



<p>Porque a vida são “só dois dias”, não os preenchas só com trabalho. Escolhe viver com prazer: pratica um <em>hobbie</em>, partilha momentos com a família e/ou amigos, tira férias, dança, saboreia um copo de vinho, janta à luz das velas, vê um pôr do sol, contempla a lua, lê, passeia na natureza e sente os cheiros, fotografa, cozinha com gosto e degusta os diferentes paladares… As possibilidades são infinitas e a escolha é tua, desde que sintas prazer.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Dormir e escolher os melhores alimentos para o corpo</strong></h3>



<p>Lembra-te, o nosso corpo é um sistema, também ele biológico, e precisa de bom “combustível” para se regular e equilibrar.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. </strong>&nbsp;<strong>Viver com uma postura “mindful”</strong></h3>



<p>Vive mais presente (no aqui e no agora), mais atento a ti, conectado ao corpo, à respiração, às sensações e às tuas emoções. Quanto mais presente viveres, mais facilmente consegues lidar com os desafios da vida.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Definir limites e respeitar-se</strong></h3>



<p>Respeita o teu ritmo e os teus <a href="https://simplyflow.pt/solsticio-de-inverno/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ciclos</a>, escolhe-te mais, “não’s” ao exterior podem ser “sim’s” a ti mesma.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Confiar na Vida</strong></h3>



<p>Confia mais em ti e na Vida. Confiar é acreditar sem ver (ainda), mesmo no meio das tempestades. A vida apoia sempre e “trabalha” sempre a teu favor, mesmo que em muitos momentos não pareça dessa forma.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Pedir ajuda é um acto de coragem</strong></h3>



<p>Só os corajosos é que pedem ajuda. Pedir ajuda é um acto de humildade e, por isso, repleto de tanta força.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Autoconhecimento é fundamental</strong></h3>



<p>E sem autoconhecimento, sem virar para dentro, como podes ter a capacidade de colocares na prática os 8 pontos anteriores? Não podes. Investe em ti, faz psicoterapia e/ou inscreve-te em programas de autoconhecimento que te ajudem a fazer escolhas mais conscientes e mais autónomas (que é como quem diz – melhores), para ti.</p>



<p><strong>Podia dar muitas mais sugestões, mas a ideia é, na verdade, parares e mergulhares dentro de ti, conheceres-te, reencontrares-te. E isto é um caminho que se faz com persistência e estrutura, passo a passo, para que quando os “ventos” da vida virem, os alicerces se mantenham fundos, fortes e consistentes.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É, também, um caminho de Amor, muito Amor por ti, que nem sempre é o mais fácil.</strong></h2>



<p>Para te ajudar neste caminho de abrandar e de Amor por ti, vou abrir muito em breve as candidaturas da 12.ª edição da <a href="https://silviadias.pt/jornada-do-ser/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornada do Ser</a>, uma jornada de 9 meses, de 36 semanas de gestação, onde te podes transformar. No dia 29/6 às 21h vou realizar um <a href="https://www.instagram.com/p/Ceefl3dLQlP/?utm_source=ig_web_copy_link" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Webinar Online Gratuito</a>, onde vou falar sobre esta Jornada e onde podes também escutar testemunhos de pessoas reais que já fizeram este caminho. Para te inscreveres clica <a href="https://docs.google.com/forms/d/1P_hxgaovDhIl2KDN-0bA5UoLdCPVzM9WIiy3M1N8Hv4/viewform?edit_requested=true" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



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		<title>Liberta a Mulher Selvagem que habita em ti</title>
		<link>https://simplyflow.pt/liberta-a-mulher-selvagem-que-habita-em-ti/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sílvia Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Mar 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Sílvia Dias]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dentro de todas as mulheres habita um lado profundo, misterioso, inteiro e ainda intacto. Um lado que sussurra sempre que se está atenta, uma força arquetípica com raízes extensas e de uma sabedoria ancestral. Um lado que foi reprimido, oprimido e desvalorizado durante décadas, por valores patriarcais. Esse lado é o lado da Mulher Selvagem que continua à espera que todas as mulheres o procurem, reencontrem, resgatem e libertem.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dentro de todas as mulheres habita um lado profundo, misterioso, inteiro e ainda intacto. Um lado que sussurra sempre que se está atenta, uma força arquetípica com raízes extensas e de uma sabedoria ancestral. Um lado que foi reprimido, oprimido e desvalorizado durante décadas, por valores patriarcais. Esse lado é o lado da Mulher Selvagem que continua à espera que todas as mulheres o procurem, reencontrem, resgatem e libertem.</strong></p>



<p>Soterradas pelas tarefas profissionais e familiares, num piloto automático sem “botão de STOP”, <strong>a mulher moderna perdeu a ligação à sua natureza selvagem</strong>. Agora, para a poder reencontrar e libertar, deverá fazer um longo caminho, muitas vezes solitário, sombrio e árido. É o caminho de regresso a casa, ao húmus, à alma, a <strong>quem se É verdadeiramente</strong>. E só pode ser feito através de um <strong>autoconhecimento</strong> profundo de si mesma, pautado por muita <strong>auto-compaixão</strong> e <strong>humanidade</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Reencontrar e libertar a Mulher Selvagem é ligar-se ao lado mais instintivo, que fareja e intui, e ousa seguir o coração, mesmo que todos não concordem.&nbsp;</strong></h2>



<p>É conectar-se ao corpo e aos <a href="https://simplyflow.pt/solsticio-de-inverno/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ciclos</a>, onde habita a alma, e escutar os ritmos da Terra.  </p>



<p>É reencontrar as forças que a habitam e buscar os recursos mais íntimos.&nbsp;</p>



<p>É dominar o silêncio, escutar as suas <a href="https://simplyflow.pt/a-familia-das-emocoes-habita-em-nos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">emoções</a> e reconhecer os seus limites e sombras. </p>



<p>É acolher as suas dores não se deixando intimidar pelas suas feridas. É pedir ajuda e resgatar a sua força na vulnerabilidade.</p>



<p>Libertar a Mulher Selvagem é despertar o lado criativo e fazer florescer a vida. É acariciar o seu próprio corpo e sentir a textura da sua pele. É vivenciar o prazer da sua sexualidade sem culpa e habitar o corpo com confiança e integridade.&nbsp;</p>



<p>É buscar relacionamentos significativos, profundos e saudáveis e saber quando ir embora e quando ficar.&nbsp;</p>



<p>É não ficar enclausurada num emprego ou num estado de espírito pequeno demais para a sua dimensão.&nbsp;</p>



<p>É ser ceifadora e criadora da sua própria vida, independentemente do que a sociedade lhe diz. É carregar as cicatrizes da vida e seguir orgulhosa da mulher que é.</p>



<p>É cultivar a sua observadora interna e trazer o sagrado à vida mundana. É entrar num mercado, como entra num mosteiro.&nbsp; É dar e receber e saber que merece.&nbsp;</p>



<p>É deixar o controlo e confiar que a Vida lhe traz o que necessita. É render-se à Vida, morrer e renascer quantas vezes forem precisas, para viver com a leveza e a humildade do seu coração.&nbsp;</p>



<p>É honrar a sua origem e estar ao serviço da humanidade. É reverenciar a Vida e religar-se diariamente. É amar-se e sentir profundamente no seu corpo, na sua alma e no seu coração.&nbsp;</p>



<p><strong>É libertar-se e apenas </strong><a href="https://silviadias.pt/jornada-do-ser/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Ser</strong></a> e isso está em vias de extinção.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por isso, mulher “faz-te ao caminho”! </strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-uFfpo' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Olha para dentro e<strong> liberta a tua Mulher Selvagem, pois ela é essencial para a tua saúde mental e espiritual</strong>. Sem ela corres o risco de cair num vazio e num cansaço, onde tudo perde o sentido… Até o de viver.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-uFfpo' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<item>
		<title>A intimidade no casal</title>
		<link>https://simplyflow.pt/a-intimidade-no-casal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sílvia Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Feb 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Casais]]></category>
		<category><![CDATA[Casal]]></category>
		<category><![CDATA[intimidade]]></category>
		<category><![CDATA[intimidade no casal]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[relações]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Amorosas]]></category>
		<category><![CDATA[Sílvia Dias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As relações marcadas pela intimidade são aquelas em que ambos mostram a sua vulnerabilidade, confiando que quem ama vai aceitar o outro com tudo o que é, de bom e de menos bom, e que quer ficar ao seu lado. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A intimidade no casal está muito associada à intimidade física e sexual, contudo vai muito para além disso.</strong></p>



<p>A palavra “intimidade” deriva do latim “intimus”, que significa “mais profundo.” Esta profundidade vai muito mais além do que a proximidade física num casal. Então, podemos dizer que quando falamos em intimidade no casal, estamos a falar sobre “relação profunda no casal”.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="mas-o-que-e-uma-relacao-profunda-no-casal"><strong>Mas o que é uma “relação profunda no casal”?</strong></h2>



<p>Uma relação íntima ou profunda é uma relação de autodescoberta e descoberta do outro ao mesmo tempo.&nbsp;</p>



<p>É uma caminhada em casal, onde se cresce e se evolui individualmente através da relação.</p>



<p>É conhecer-me bem e conhecer bem o outro. É conhecer bem as minhas <a href="https://simplyflow.pt/a-familia-das-emocoes-habita-em-nos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">emoções</a> e necessidades e conhecer bem as emoções e necessidades do outro.</p>



<p>É estar aberta com e para o outro, mesmo com os meus medos e a minha vergonha.</p>



<p>É estar conectada com o outro sem segredos.</p>



<p>É aceitar-me e aceitar o outro tal como ele, sem tirar, nem pôr.</p>



<p>É expressar o que sinto e dar espaço ao outro para expressar o que sente.</p>



<p>É permitir-me olhar o outro e reconhecer-me nele. É permitir-me ser vista pelo outro.</p>



<p>É “desnudar-me” emocionalmente para o outro e mostrar-lhe tudo o que sou, com todos os aspectos que amo em mim e com todos os aspectos que eu não gosto e detesto em mim e não mostro a ninguém.&nbsp;</p>



<p>É entregar-me na totalidade e profundamente ao outro, sem “rede segurança”, ou seja, é “pegar” na minha alma e colocá-la nas mãos do outro, sem saber o que o outro vai fazer com ela.&nbsp;</p>



<p>É render-me e confiar.&nbsp;</p>



<p>É entrar num espaço de vulnerabilidade, um espaço onde muitas vezes vem ao de cima o medo de falhar, de não ser suficiente (boa), de não ser aprovada, de ser rejeitada ou mesmo de ser abandonada.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="as-relacoes-marcadas-pela-intimidade-sao-aquelas-em-que-ambos-mostram-a-sua-vulnerabilidade-confiando-que-quem-ama-vai-aceitar-o-outro-com-tudo-o-que-e-de-bom-e-de-menos-bom-e-que-quer-ficar-ao-seu-lado"><strong>As relações marcadas pela intimidade são aquelas em que ambos mostram a sua vulnerabilidade, confiando que quem ama vai aceitar o outro com tudo o que é, de bom e de menos bom, e que quer ficar ao seu lado</strong>. </h2>



<p>E para que isso possa acontecer é muito importante estarem presentes alguns “ingredientes” na relação, tais como: a <strong>Segurança</strong>, a <strong>Confiança</strong>, a <strong>Honestidade</strong>, o <strong>Compromisso</strong>, a <strong>Consciência</strong>, a <strong>Conexão</strong>, a <strong>Comunicação</strong> e a <strong>Empatia</strong>.&nbsp;</p>



<p>Na prática, o que podemos fazer para desenvolvermos cada vez mais estes “ingredientes” e consequentemente a intimidade no casal?</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="como-desenvolver-a-intimidade-no-casal"><strong>Como desenvolver a intimidade no casal?</strong></h2>



<p>Viver a intimidade como prática sagrada no casal, fazendo da relação com o outro um espaço sagrado em que estamos profundamente comprometidos.</p>



<p>Como?</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-b7lBm' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list"><li><strong>Tornando o tempo em casal como uma prioridade</strong>, no meio de tantas tarefas das checklist enormes do dia-a-dia;</li><li><strong>Planear momentos de intimidade no casal</strong>, não só através da relação sexual;</li><li><strong>Estar presente para o outro</strong>, numa atitude mindful, sem telemóveis ou distrações hi-tech;</li><li><strong>Partilhar acontecimentos do seu dia</strong>;</li><li><strong>Realizar actividades juntos</strong> (cozinhar juntos, ir ao cinema, praticar um desporto);</li><li><strong>Dar abraços</strong> (de longa duração);</li><li><strong>Ter momentos de ternura</strong>, através do toque, do afecto do contacto de “pele com pele”;</li><li><strong>Fazer uma massagem ao outro</strong>;&nbsp;</li><li><strong>Olharem-se olhos nos olhos durante alguns minutos</strong>, como se fosse a primeira vez (através de uma mente de principiante);</li><li><strong>Agradecer ao outro</strong>;</li><li><strong>Elogiar o outro</strong> (“Hoje gostei muito que…”);</li><li><strong>Dar a mão </strong>na fila do cinema ou do supermercado (ou não importa o lugar) ou mesmo ver um filme ou TV de mãos dadas;</li><li><strong>Fazer amor</strong>;</li><li><strong>Escutar o outro</strong>, sem interromper e sem dar soluções, e reconhecendo as capacidades do outro (elas só querem ser ouvidas, e eles só querem ser reconhecidos);</li><li>E o mais importante, <strong>aceitar o outro como ele é</strong>, em vez de o tentar mudar tendo em conta a nossa medida.&nbsp;</li></ol>



<h2 class="wp-block-heading" id="onde-existe-amor-existe-esperanca"><strong>Onde existe Amor, existe esperança.</strong></h2>



<p>E caso seja difícil fazer isto ou alguns dos “ingredientes” já se perderam pelo caminho na relação, pede ajuda, façam <a href="https://silviadias.pt/terapia-de-casal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">terapia de casal</a>, porque<strong> onde existe Amor, existe esperança e é possível relembrar o que se perdeu</strong>.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-b7lBm' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<item>
		<title>“Deixar fluir” ou Desresponsabilização?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/deixar-fluir-ou-desresponsabilizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sílvia Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jan 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Sílvia Dias]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há quem use a expressão “estou a deixar fluir” ou mesmo “deixa fluir”. São expressões da New Age Movement que “caem” e parecem sempre bem, do género “estou muito conectada comigo, com a Vida e com o Universo, e agora é só deixar fluir”. Só que não…</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Há quem use a expressão “estou a deixar fluir” ou mesmo “deixa fluir”. São expressões da New Age Movement que “caem” e parecem sempre bem, do género “estou muito conectada comigo, com a Vida e com o Universo, e agora é só deixar fluir”. Só que não… Entramos num bypass espiritual, desconectados e desenraizados da realidade, desresponsabilizando-nos do que quer que seja que nos aconteça. Entregamos o poder aos outros, a factores externos, ao cosmos e a mais um “par de botas”, para não assumirmos a responsabilidade das nossas ações (ou da falta delas) e das suas consequências. E isto é preocupante!</strong></p>



<p>Em cada início do ano pedimos desejos, colocamos as nossas intenções, fazemos uma festa e depois “sentamo-nos à espera” que tudo se concretize, “deixamos fluir”. E, claro que, na maioria das vezes, chegamos ao final de cada ano continuando nessa onda e permanecemos praticamente iguais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A verdade é que todos nós queremos mudar.&nbsp;</strong></h2>



<p>Todos queremos crescer, evoluir e tornarmo-nos melhor pessoas, mas não fazendo (praticamente) nada.</p>



<p><strong>Mudar implica compromisso e responsabilidade.</strong> Só que isso é desafiante, especialmente numa época de “fast” tudo em que vivemos, onde apenas clicando num botão conseguimos ter comida, um date ou até mesmo sexo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas, afinal o que é isso de “deixar fluir”?</strong></h2>



<p>Costumo dizer que quando não sabes onde estás e para onde queres ir, vais para onde “o vento te leva”, completamente vítima de tudo o que te rodeia, apesar de acreditares que estás a “deixar fluir”. E isso chama-se, em bom português, <strong>Desresponsabilização</strong>! Sim, é esta a palavra, por mais que custe ler.</p>



<p>Para deixarmos fluir, que é como quem diz: «Agora que fizeste a tua parte, assumiste a tua responsabilidade, sabes onde estás, sabes para onde queres ir e já fizeste tudo aquilo que podias fazer… Agora tens a “tarefa” mais difícil de todas: Confiar ou “Deixar fluir”, ou até mesmo, largar o controlo, porque aquilo que podias “controlar” (se lhe podermos chamar desta forma) já o fizeste». E, <strong>“deixar fluir”, na verdade, é muito difícil porque nenhum de nós gosta de deixar o controlo</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Deixar fluir é trabalhar na estrutura do que se É para se Ser.&nbsp;</strong></h2>



<p>Sim, às vezes, é tão complexo, como entender esta frase anterior.</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-fqGJ8' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Portanto, aquilo que te sugiro no início deste ano é fazeres a festa, colocares as tuas intenções, pedires os teus desejos e depois passares à ação durante o ano e levares à prática, nos verdadeiros sentidos das palavras, a responsabilização, o compromisso, a entrega de ti mesma e a consistência. E, assim, entre tudo isto, vais “deixando fluir”, confiando na Vida, porque o que depende de ti, já o fizeste.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Não te adies, porque se o fizeres, nem assumes a responsabilidade, nem o teu poder pessoal e muito menos “deixas fluir”.</strong></h2>



<p>Então, <strong>agarra esta possibilidade que este novo ano te está a dar para fazeres diferente e manifestares todo o teu potencial enquanto Ser que és, pois só assim podes dar-te a ti, dar ao outro e dar ao mundo</strong>.</p>



<p>E o mundo está à tua espera… Há muito, muito tempo!</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-fqGJ8' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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