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	<title>Rute Agulhas, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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		<title>Porque é importante potenciar a empatia nas crianças e jovens?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rute Agulhas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
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		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando vemos as estatísticas sobre a violência cometida por jovens, dirigida aos seus pares ou a adultos, questionamo-nos como é possível. Porque evidenciam tantos jovens comportamentos agressivos, por vezes até de forma gratuita, sem que se percebam as suas motivações?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quando vemos as estatísticas sobre a violência cometida por jovens, dirigida aos seus pares ou a adultos, questionamo-nos como é possível. Porque evidenciam tantos jovens comportamentos agressivos, por vezes até de forma gratuita, sem que se percebam as suas motivações? E o que leva ainda tantos jovens a assistirem passivamente a atos violentos, sem que nada façam – a não ser filmar com o seu telemóvel e partilhar nas redes sociais aquilo que presenciaram? Como podem ser expetadores passivos de situações assim? Perguntamo-nos ainda onde anda a empatia destes jovens? Serão verdadeiramente incapazes de se descentrar e de se colocar no lugar dos outros, sentindo o que os outros sentem e ativando comportamentos de ajuda?</strong></p>



<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), podemos definir violência como “a imposição de um grau significativo de dor e sofrimento evitáveis”. Falamos, assim, de um comportamento antissocial, cujas repercussões têm aumentado, sobretudo nas comunidades mais jovens e entre pares, manifestando-se através de comportamentos desajustados, intencionais e planeados, com a pretensão de causar dano ao outro, seja psicológico, físico e/ou sexual. O espectro da violência é muito amplo e envolve comportamentos com diferentes níveis de gravidade, observando-se frequentemente um processo de escalada.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Muitos são os fatores explicativos da violência, envolvendo variáveis individuais, familiares e sociais, ou seja, do indivíduo e da sua trajetória de vida, bem como do seu contexto imediato e também mais alargado. Não podemos, por isso, estabelecer relações de causa-efeito lineares e dizer que o fator x é a causa da violência. Não é assim tão simples.&nbsp;</strong></h2>



<p>Relativamente ao chamado “efeito de espetador”, onde a empatia individual é substituída pela apatia coletiva, observa-se uma difusão da responsabilidade &#8211; a responsabilidade de ajudar o outro deixa de estar centrada apenas numa pessoa, dilui-se por todos os que assistem e, assim, minimiza-se a culpa individual. Além disso, em algumas situações específicas, como ao presenciar uma agressão, os espectadores podem sentir conflitos internos &#8211; por um lado, e de acordo com os seus valores e princípios éticos, pensam que devem ajudar e tal seria mesmo uma obrigação moral; por outro lado, sentem medos, que podem ser racionais e lógicos, como o medo de também poderem ser agredidos, de a sua ajuda não ser bem recebida ou de virem a ser envolvidos num processo judicial. Este conflito interno pode ser paralisador e por isso vemos, tantas vezes, uma plateia de espetadores totalmente parada, sem ajudarem quem precisa.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E porque é que potenciar a empatia pode ser importante? </strong></h2>



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			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>A empatia é a capacidade psicológica de&nbsp;sentir o que sentiria a outra pessoa, caso estivesse na mesma situação vivenciada por ela. É tentar compreender sentimentos e emoções, procurando experimentar o que sente outro indivíduo. A empatia está intimamente ligada ao altruísmo &#8211; amor e interesse pelo próximo &#8211; e à capacidade de ajudar. Assim, podemos dizer que a empatia leva as pessoas a ajudarem-se umas às outras.&nbsp;</p>



<p>Sabemos que as crianças mais novas são mais imaturas do ponto de vista do seu desenvolvimento e caracterizam-se ainda por uma elevada autocentração, que vai diminuindo à medida que crescem, voltando depois a aumentar na fase da adolescência. Significa isto que <strong>existem duas faixas etárias especialmente desafiantes para o desenvolvimento da empatia – a idade pré-escolar e a adolescência</strong>.&nbsp;</p>



<p>A empatia desenvolve-se ao longo do tempo e é em muito influenciada pelos modelos disponíveis – ou seja, os pais que são, desde logo, os principais modelos dos filhos, devem ter presente o impacto que os seus comportamentos têm no desenvolvimento da empatia dos mais novos. A empatia pode também ser potenciada nas mais pequenas coisas do dia-a-dia, pelo que todas as oportunidades devem ser aproveitadas – uma ida ao parque infantil, uma brincadeira com amigos ou mesmo uma interação com um animal podem suscitar a reflexão sobre o que significa tentar perceber como se sente o outro, como me sentiria eu naquela situação, e em que medida posso ajudar.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-80xqi' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<title>Álbum de Famílias</title>
		<link>https://simplyflow.pt/album-de-familias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rute Agulhas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 May 2023 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Álbum de Famílias]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Rute Agulhas]]></category>
		<category><![CDATA[Susana Amorim]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando pensámos em escrever este livro, começámos por tentar escutar as crianças, tentando entender o que era, na sua perspetiva, uma família. As respostas que encontrámos surpreenderam-nos de forma muito positiva, na medida em que ficou claro que são os afetos que definem uma família, e não os laços de sangue.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>«A minha família é pior do que as famílias dos meus amigos», referiu-me, em tempos, o André, de 7 anos de idade.&nbsp;</p>



<p>«Porque dizes isso?», perguntei, intrigada.&nbsp;</p>



<p>«Porque as famílias dos meus amigos têm um pai e uma mãe… a minha não tem».&nbsp;</p>



<p>O desabafo desta criança conduz-nos à reflexão sobre o facto de não existirem famílias melhores ou piores, desde que em todas elas exista aquilo que mais importa: <strong>amor</strong>, <strong>cuidado</strong> e <strong>proteção</strong>.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="999" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/05/Capa_AlbumFamilias-1024x999.jpg" alt="Álbum de Famílias" class="wp-image-19165" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/05/Capa_AlbumFamilias-1024x999.jpg 1024w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/05/Capa_AlbumFamilias-300x293.jpg 300w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/05/Capa_AlbumFamilias-768x749.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/05/Capa_AlbumFamilias-460x449.jpg 460w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/05/Capa_AlbumFamilias-160x156.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/05/Capa_AlbumFamilias-320x312.jpg 320w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/05/Capa_AlbumFamilias-480x468.jpg 480w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/05/Capa_AlbumFamilias-640x624.jpg 640w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/05/Capa_AlbumFamilias-960x936.jpg 960w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/05/Capa_AlbumFamilias-1120x1092.jpg 1120w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/05/Capa_AlbumFamilias.jpg 1500w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>Quando pensámos em escrever <a href="https://www.penguinlivros.pt/loja/fabula/livro/album-de-familias/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">este livro</a>, começámos por tentar escutar as crianças, tentando entender o que era, na sua perspetiva, uma família. As respostas que encontrámos surpreenderam-nos de forma muito positiva, na medida em que ficou claro que <strong>são os afetos que definem uma família</strong>, e não os laços de sangue. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O amor é a «cola» que une as pessoas de uma família, disse-nos uma das crianças que entrevistamos.&nbsp;</strong></h2>



<p>As famílias podem ser compostas por um pai e uma mãe, ou apenas um deles, dois pais ou duas mães, tios, <a href="https://simplyflow.pt/avos-onde-o-passado-presente-e-futuro-se-encontram/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">avós</a> ou outras pessoas. Podem também ser famílias ou casas que acolhem crianças em situação de perigo. Algumas crianças são adotadas e nasceram do amor dos corações. Outras, ainda, têm os pais separados e vivem em duas casas, de forma alternada. São tantas as possibilidades que não as conseguimos aqui enumerar todas!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Álbum de Famílias</strong></h2>



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			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>E é assim que a Esperança, que vive numa família com muitas pessoas em que os afetos se somam e multiplicam, vai à descoberta das diferentes realidades que existem. Acompanhar a Esperança e os seus amigos ao longo das páginas deste livro é despir preconceitos e estereótipos, desconstruir falsas ideias e abrir os braços à diversidade.&nbsp;</p>



<p><strong>Neste Dia da Família, pensemos antes no Dia das Famílias… porque falamos, afinal, de uma realidade que é plural.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-ZUTxr' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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