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	<title>Rosa Basto, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Rosa Basto, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>O que é a Agorafobia?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-que-e-a-agorafobia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosa Basto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Oct 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[agorafobia]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Rosa Basto]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O agorafóbico não consegue desvincular-se das crenças irracionais, o que pode levar a comportamentos de fuga em relação a situações potencialmente ameaçadoras, limitando cada vez mais a sua qualidade de vida.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-que-e-a-agorafobia/">O que é a Agorafobia?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Agorafobia pode ser traduzida mais como o medo de ter medo.</strong> É a ansiedade associada a essa perturbação, classificada como antecipatória, já que se baseia no <strong>medo de se sentir mal e não poder chegar a um hospital ou obter socorro com facilidade</strong>. A antecipação da sensação de mal-estar é tão intensa que pode originar um episódio de <a href="https://simplyflow.pt/perturbacao-de-panico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pânico</a>. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A Agorafobia é uma perturbação que afeta a qualidade de vida.&nbsp;</strong></h2>



<p>É uma perturbação marcada por um estado de ansiedade exacerbada, que aparece sempre que a pessoa se encontra em locais ou situações dos quais seria difícil sair, caso se sentisse mal (túneis, pontes, grandes avenidas, autocarros lotados, comboios, metro, barcos, festas, ajuntamentos de pessoas, etc.).</p>



<p>O agorafóbico não consegue desvincular-se das crenças irracionais, o que pode levar a comportamentos de fuga em relação a situações potencialmente ameaçadoras (ir a cinemas, concertos, centros comerciais, etc.), limitando cada vez mais a sua qualidade de vida. No clímax do problema, tais pessoas só se sentem verdadeiramente bem em casa (de preferência, acompanhadas) ou no seu carro – por ser visto como um prolongamento do lar por funcionar como um meio rápido para lá chegar, em caso de aflição.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O agravamento da situação condiciona de forma brutal o quotidiano dessas pessoas.&nbsp;</strong></h2>



<p>Atividades simples, como ir ao supermercado, ao cabeleireiro ou ao ginásio, deixarão de poder ser concretizadas sem acompanhamento, visto que o agorafóbico tenderá a pensar: “E, se eu me sentir mal, quem é que vai estar lá para me ajudar?”.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os sintomas mais frequentes?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-KX73v' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Taquicardia;</li><li>Tonturas;</li><li>Tremor;</li><li>Medo de enlouquecer ou perder o controlo;</li><li>Falta de ar ou sensação de sufocação;</li><li>Sudação;</li><li>Despersonalização ou desrealização;</li><li>Dor ou desconforto torácico;</li><li>Arrepios ou calores;</li><li>Medo de morrer;</li><li>Náuseas.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><a href="https://simplyflow.pt/o-que-e-a-hipnoterapia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Hipnoterapia</strong></a><strong>: ferramenta de tratamento</strong></h2>



<p>De acordo com o histórico emocional e os conteúdos inconscientes do paciente, é possível atribuir novos significados a acontecimentos ou interpretações que trazem as <a href="https://www.facebook.com/clinicadrarosabasto/videos/526055168693391/?__xts__[0]=68.ARC5kXRqur3zHRvICZO7DJZyHr59V-BsCiY7WaV3KVb7vjcohQ7ATr61ZDHOtSIt5-4rfNOfK2a-RpfYtPsXDwy-uTMKoSWNz1KR2aYSFLzyCiHg8oR8eI-cFLwjoN3qbF0bun4eppOdlJoryf14op-LiK9DBri8kujYAyS85mHijWA9PzEpcmjsVbHOzoYQoOEoOfLrDSoi-rKz-ZJJIoNU9xZX4XofqY6IFauw12d3OJlc7Cvr92gqIzYVYrX1bkd7z9-HCn4BgzNbZvWeanoJedRZ1cWwlOgm3cVb0wLXnJu_hfrm3XMs-wahuDo&amp;__tn__=-R" target="_blank" rel="noreferrer noopener">crenças</a> de desamparo e desproteção, ensinando o paciente a diferenciar o que realmente é uma situação de risco e o que é apenas um padrão que foi criado ao longo dos anos. É muito importante, ainda, trabalhar questões da personalidade — como excesso de responsabilidade, autocrítica e perfecionismo. Isso porque as pessoas com estas caraterísticas apresentam, normalmente, dificuldades para lidar com situações inesperadas, o que pode trazer um alto nível de stress e ansiedade, desencadeando a crise.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-KX73v' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Perturbação de pânico</title>
		<link>https://simplyflow.pt/perturbacao-de-panico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosa Basto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jun 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques de Pânico]]></category>
		<category><![CDATA[Crises de Pânico]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Pânico]]></category>
		<category><![CDATA[Perturbação de Pânico]]></category>
		<category><![CDATA[Rosa Basto]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome do Pânico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Síndrome do Pânico é um distúrbio psicológico que leva uma pessoa a ter diversas crises de medo, pavor e angústia, sem um motivo real para desencadear a reação. Apesar da complexidade deste distúrbio, tem cura quando é devidamente tratada com profissionais qualificados.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Distúrbio do Pânico caracteriza-se pela ocorrência espontânea e inesperada de ataques de pânico, isto é, períodos distintos de medo intenso que podem variar entre vários ataques por dia e apenas poucos por ano. Costuma ser acompanhado por Agorafobia, o medo de ficar sozinho em lugares públicos (como supermercados, shoppings…), particularmente naqueles dos quais seria difícil ter uma saída rápida durante o curso de um ataque de pânico.</strong></p>



<p>A Síndrome do Pânico é um distúrbio psicológico que leva uma pessoa a ter diversas crises de medo, pavor e angústia, sem um motivo real para desencadear a reação. Apesar da complexidade deste distúrbio, a Síndrome do Pânico tem cura quando é devidamente tratada com profissionais qualificados.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que acontece durante um ataque de pânico?</strong></h2>



<p>Um ataque de pânico acontece subitamente em qualquer situação e momento do dia – seja durante uma reunião de trabalho, seja a conduzir, enquanto limpa a casa ou até mesmo a dormir.&nbsp;</p>



<p>As crises de pânico são caracterizadas por períodos de <strong>intensa ansiedade</strong>, que duram em média dez minutos e que começam de forma inesperada, gerando uma série de outros sintomas que se tornam incontroláveis. Durante uma crise, <strong>a pessoa tem a sensação de que vai morrer, o seu coração acelera, o corpo começa a ter suores frios e fica trémulo</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os sintomas?</strong></h2>



<p>Sintomas físicos:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Palpitação, ritmo cardíaco acelerado e taquicardia;</li><li>Sudorese e tremores;</li><li>Dificuldade para respirar, falta de ar e sensação de sufoco;</li><li>Calafrios e náuseas;</li><li>Dores no peito e desconforto;</li><li>Dor de cabeça, tontura e até desmaios.</li></ul>



<p>Sintomas emocionais:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Medo da morte iminente;</li><li>Ansiedade exagerada e descontrolada;</li><li>Medo de perder o controlo;</li><li>Medo de uma tragédia iminente;</li><li>Sentimentos de desproteção e desamparo;</li><li>Sensação de estar fora da realidade.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são as causas?</strong></h2>



<p>Embora não exista uma causa específica, <strong>existe um conjunto de fatores internos e externos que podem desencadear o desenvolvimento deste distúrbio</strong>:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-MSIsB' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Fatores internos: predisposição genética, stress, excesso de autoexigência, falta de resiliência, desequilíbrio emocional;</li><li>Fatores externos: morte de alguém próximo, traumas como acidente, assalto, mudanças radicais na vida ou histórico de abuso sexual e outros traumas de infância.</li></ul>



<p>Neurologicamente, o Distúrbio do Pânico é causado pelo desequilíbrio dos neurotransmissores – em alguns momentos, uma falha na comunicação entre as células transmite a informação de que a pessoa precisa de se proteger e reagir a uma situação de risco que, na verdade, não existe.</p>



<p>Sob o ponto de vista da inteligência emocional, o principal fator que desencadeia a Síndrome do Pânico é a relação afetiva materna, desde a gestação até ao momento atual. As pessoas que desenvolvem a síndrome carregam uma crença de desamparo e desproteção em relação à mãe – seja por algum trauma em que tenha passado medo ou abandono profundos, seja por alguma interpretação distorcida que foi dada pela criança. Por exemplo, uma criança pode interpretar que o pai ou a mãe o abandonam sempre que saem para trabalhar e demoram a chegar, e cresce com essa sensação de desproteção e desamparo. Até mesmo uma mãe que esteve muito ansiosa durante a gestação pode passar essa característica para o seu filho e esse excesso de ansiedade pode desencadear a Síndrome do Pânico.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A Síndrome do Pânico tem cura?</strong></h2>



<p><strong>A cura da Síndrome do Pânico está na descoberta e na ressignificação das suas causas.</strong> Na maioria dos casos, são necessários alguns medicamentos para agir no sistema nervoso central, equilibrando os neurotransmissores e diminuindo a ansiedade da pessoa. Porém, o uso de medicamentos vai apenas aliviar os sintomas sem tratar o real motivo que desencadeou a doença. Caso contrário não haveria tanta gente a sofrer desta perturbação, não é? Quando não olhamos para as questões psicológicas e emocionais, por mais camufladas que estejam, elas permanecem vivas dentro de nós, podendo manifestar-se a qualquer momento. É importante uma boa terapia para levar ao equilíbrio emocional da pessoa que sofre deste distúrbio, e, assim que se trabalha a causa, ele tende a desaparecer.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Hoje em dia existem muitas abordagens para trabalhar a ansiedade, que é a base da perturbação de pânico. Eu, nas <a href="https://www.drarosabasto.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">minhas clínicas</a> trabalho com a <a href="https://simplyflow.pt/o-que-e-a-hipnoterapia/">hipnose clínica</a>, com o meu método de trabalho – protocolo Diamante. Os resultados estão à vista com imensos testemunhos de quem já fez a terapia e se entregou ao processo terapêutico. O sorriso de volta aos rostos dos nossos pacientes é a nossa maior motivação!</p>



<p>Quem se permite tratar tem como compensação <a href="https://simplyflow.pt/comece-a-viver-agora/"><strong>começar a viver</strong></a><strong> a vida que merece ter!</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-MSIsB' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Estarei numa relação tóxica?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/estarei-numa-relacao-toxica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosa Basto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2019 08:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Amorosas]]></category>
		<category><![CDATA[relações tóxicas]]></category>
		<category><![CDATA[Rosa Basto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existem alguns sinais que são indicadores de quando uma relação está vulnerável. Normalmente, identificam-se na forma&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Existem alguns sinais que são indicadores de quando uma relação está vulnerável. Normalmente, identificam-se na forma da comunicação do casal, o aparecimento de uma terceira pessoa ou a quebra da sexualidade.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É muito comum ver pessoas que chegam ao nosso consultório presas, emocionalmente, a uma relação amorosa mal resolvida do passado em que um, a determinado momento, foi rejeitado ou traído mas ficou preso àquela situação. Chegam mesmo a aceitar esmolas carinhosas, vivendo de pequenas ofertas de amor, de poucos afetos, quase como se estivesse a pedir migalhas de amor, e quem sobrevive de migalhas de amor é pobre, e por isso, vive mal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Impedem-se de dar início a um novo capítulo da sua vida! Talvez lhe possa parecer inacreditável, mas já conheci muitas pessoas obcecadas durante décadas a fio por uma relação destas.</span></p>
<h2><b>As relações tóxicas condicionam o futuro mas, de certa forma, foram condicionadas pelo passado. Como é que isto acontece?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes de mais é importante perceber, que todos nós temos antecedentes, e todos temos modelos de homem, mulher, bem como de família.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A sociedade e os fatores culturais exercem um papel fundamental. </span><b>Os pais são as referências dos filhos quando estes desenvolvem as suas próprias famílias</b><span style="font-weight: 400;">, por isso, pessoas com famílias desestruturadas cujas referências/modelos são, por exemplo, um pai rígido, agressivo ou violento, um homem que não soube amar a mãe, e o modelo de mãe é de uma mulher sofrida que aguenta a dor quase como uma cruz, irão atrair para si este mesmo padrão, reproduzindo, em certa medida, aquilo que sempre viram como comportamentos “normais”.</span></p>
<p><b>Como estes padrões se repetem constantemente, a pessoa fica confusa deixando de perceber onde errou para tal estar a acontecer.</b><span style="font-weight: 400;"> O resultado vai ser uma profunda baixa de auto-estima, tão profunda que muitas vezes conduz à ideação suicida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Claro que nem toda a gente vive desta forma a experiência amorosa, mas é interessante perceber que este padrão existe. Por isso, a primeira sugestão que lhe dou, caso este seja o seu caso, é que </span><b>procure ajuda para perdoar e limpar o passado, antes de continuar nessa espiral de relações em que acaba sempre por sair magoado e com feridas cada vez mais profundas.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A terapia ajuda a criar estratégias de auto-confiança e segurança para que o afeto que tanto lhe falta, venha primeiro de dentro, para que depois se faça repercutir para fora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem outras pessoas que, apesar de não terem tido histórias como as que referi, sofrem da </span><b>“perturbação da personalidade dependente”</b><i><span style="font-weight: 400;">. </span></i><span style="font-weight: 400;">Estes casos específicos diferem dos outros pelo simples facto de que a personalidade é algo que não se altera, faz parte intrínseca da pessoa, sendo a genética um dos fatores predominantes a influenciar a personalidade. Apesar da personalidade não se mudar, o que se pode mudar é a adaptabilidade e a flexibilidade das pessoas que, de resto, não se diferencia muito da abordagem dos casos que referi anteriormente, apenas nestes últimos o reforço deve ser continuado.</span></p>
<h4><b>Dica</b></h4>
<p><b>Trabalhe o amor próprio, o respeito a si mesmo, pois quem não se sabe amar, não se respeita, logo não se dá ao respeito para com os demais.</b></p>
<h2><b>Como detetar se está numa relação tóxica?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando as </span><b>discussões</b><span style="font-weight: 400;"> fazem parte do dia-a-dia do casal, surgem “por tudo e por nada” e se sobrepõem às conversas sadias e positivas, este pode ser o sinal de alerta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro sinal de perigo é a </span><b>crítica</b><span style="font-weight: 400;">. Nos casais em crise a crítica é frequente e acaba por transformar-se numa lista de ataques pessoais que corrói a relação. Os membros do casal deixam de expressar as suas necessidades e passam a atacar-se constantemente. É muito frequente ouvi-los iniciar as suas frases com: “Tu…” em vez de “Eu…”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este sucessivo escalavre leva sistematicamente ao aparecimento de outro sinal de perigo: o </span><b>desprezo.</b></p>
<p><b>Na realidade, à medida que as dificuldades de comunicação se complicam, os membros do casal deixam de se preocupar com o respeito mútuo e dirigem-se por um caminho muito arriscado</b><span style="font-weight: 400;">, marcado por expressões sarcásticas que são muitas vezes descritas como piadas inofensivas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Contudo, elas visam um humor mais sarcástico do que propriamente inofensivo para ofender o parceiro amoroso/cônjuge. Estas situações levam muitas das vezes à violência verbal e física.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um outro sinal de perigo tem a ver com a </span><b>postura de defesa</b><span style="font-weight: 400;"> que um ou os dois assumem em relação ao outro. A posição do</span><b> braço de ferro</b><span style="font-weight: 400;"> é também um dos grandes factores de risco para uma relação amorosa.</span></p>
<p><b>O orgulho impede a capacidade de pedir desculpa e nenhum dos membros do casal consegue perceber que errou.</b><span style="font-weight: 400;"> Os pedidos de desculpa esgotam e as tentativas de reconciliação são cada vez menores, dando lugar a amuos ou graves discussões. Quando esta panorâmica atinge um nível tão degradado, o ambiente familiar é totalmente insuportável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para além disso, um dos frequentes sinais no final desta escalada é o </span><b>isolamento</b><span style="font-weight: 400;">. Algumas vezes, um dos membros do casal isola-se sobre si mesmo, para evitar as críticas e as discussões. Estes casos são mais evidentes em casais com relações de longa data. Por exemplo, com o pretexto do marido ressonar a mulher vai dormir para outro quarto, como solução de não ter que “aturar” o protestar do marido.</span></p>
<p><b>Quanto maior for o afastamento entre o casal, menor será a frequência das meiguices.  </b><span style="font-weight: 400;">Não raras vezes, o comportamento público destes casais não indicia sequer que se trata de uma relação amorosa – não trocam carinhos, não dão as mãos, etc. Mais parecem duas pessoas que se suportam e se detestam!</span></p>
<h2><b>Luto de uma relação</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos nossos dias, muitas separações conjugais/amorosas têm acontecido. Divórcio/separação tornou-se lugar-comum, onde crescem novas formas de família. Os separados educam tanto os seus como os filhos dos outros. Geram-se conflitos e muita confusão de papéis se impõe na retomada da nova identidade para novamente entrar na vida social.</span></p>
<p><b>Além desta nova atitude antecede a dor da perda e o sofrimento.</b><span style="font-weight: 400;"> Para alguns, a separação é um alívio, mas para muitos outros acresce um sofrimento enorme, levando mesmo à suscetibilidade de sofrer uma perturbação emocional profunda, como é o caso da depressão Major.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Geralmente, existem situações na nossa caminhada que são tão intensas que vivemos uma perda como um luto. As separações são uma dor que precisa de ser enfrentada com realismo e muita ajuda pessoal, espiritual e, muitas vezes, acompanhada por algum profissional de saúde.</span></p>
<h4><b>Dica</b></h4>
<p><b>A comunicação é a chave que encurta as distâncias. Procure o entendimento, uma comunicação mais próxima e, se necessário, a terapia de casal que promove estratégias fantásticas de aproximação.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, o mais importante é saber o que o faz feliz, o que quer para si. E só depois entregar-se ao amor. Sei que parece um cliché mas permita-se primeiro a ser feliz consigo, a ser auto-suficiente, para que numa relação com alguém, tudo o que venha seja amor em dose dupla!</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que é a hipnoterapia?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-que-e-a-hipnoterapia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosa Basto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jan 2019 08:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Hipnoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Rosa Basto]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é a hipnoterapia ou a hipnose clínica? Eu gosto de dizer que a hipnose&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><b>O que é a hipnoterapia ou a hipnose clínica?</b></h2>
<p><b>Eu gosto de dizer que a hipnose é um estado ampliado de consciência que se atinge, geralmente, através da combinação da imaginação, da concentração da atenção e do desejo de envolvimento, disponibilizando-nos para imaginar determinadas situações e reagir-lhes emocionalmente.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que o hipnoterapeuta faz é levar o paciente, num estado seguro e tranquilo, através da indução hipnótica, aos momentos traumáticos e bloqueados na mente inconsciente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sabemos que a mente inconsciente é o reservatório das experiências vividas pela pessoa, e, assim que acedemos a essas experiências, através das técnicas que dispomos na hipnoterapia, levamos o paciente a libertar a carga emocional e a carga que acabou por somatizar no corpo associada a esse momento/evento problema. Na hipnose é possível dissociar a pessoa do evento e conseguir ver a situação de uma outra forma, dando-lhe uma nova compreensão. Quando a pessoa recorda o evento como se ainda estivesse a viver o problema, tudo se torna mais difícil, enquanto no transe podemos levar a pessoa a ver a situação sem aquela carga emocional do momento traumático, dissociando-a. Ao compreender sob outro ponto de vista aquela mesma situação, levando recursos, liberta a emoção envolvida do processo doloroso, colocando uma emoção saudável nesse lugar.</span></p>
<p><b>A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a hipnose clínica válida e recomenda-a no tratamento da ansiedade, da asma, da depressão, do síndrome do cólon irritável e, até, nos cuidados paliativos.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eu utilizo a hipnose clínica em todos os casos do foro psicológico e tenho tido excelentes resultados. Abordo todas as perturbações associadas aos quadros de ansiedade e de depressão, como são exemplo: as fobias, os ataques de pânico, as agorafobias, as várias formas de depressão, desde a depressão Major até à depressão reativa, as perturbações alimentares, como a anorexia e a bulimia e tantas outras. Hoje em dia, utilizo a hipnose clínica no controlo da dor, nas doenças autoimunes e nas doenças oncológicas. </span><b>A nossa mente é capaz de mudar o nosso estado físico e mental, por isso, quando educamos as pessoas que se sentem mal a comunicarem positivamente com elas próprias, em primeiro lugar, e depois com os outros, tudo pode mudar. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os bons resultados sempre acontecem quando as crenças dos pacientes são trabalhadas, ou seja, quando as pessoas têm crenças limitantes, ficam impedidas de sonhar e viver. O meu trabalho incide nesse aspeto fundamental; fazendo uma psicoeducação no seu processo de vida, as pessoas aprendem a ter crenças facilitadoras para poderem sonhar e concretizarem os seus objetivos de forma saudável e feliz!</span></p>
<h2><b>A sensação de estar hipnotizado&nbsp;</b></h2>
<p><b>O transe hipnótico é algo natural e acontece a todos nós em algum momento durante o nosso dia-a-dia. A sensação de estar hipnotizado não é nova, nem desconhecida, é algo a que o nosso corpo e a nossa mente estão naturalmente habituados</b><span style="font-weight: 400;">; talvez seja como conduzir um carro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por vezes, vamos a conduzir e deixamos de prestar atenção ao que estamos a fazer e a nossa mente entra em devaneio, ou seja, entramos em piloto automático. Chegamos ao local que nos destinávamos a ir sem dar conta, não é? Outras vezes, estamos a ler um livro e ficamos tão envolvidos que até parece que estamos a viver a situação, sentimos as sensações que o autor nos descreve como se as estivéssemos a viver. </span><b>Numa sessão de hipnoterapia, o que o hipnoterapeuta faz, como facilitador, é utilizar esse recurso natural que o paciente já tem, orientando-o a ir ao encontro das emoções que precisam de ser trabalhadas.</b><span style="font-weight: 400;"> Vivendo as emoções boas como se estivesse no momento, ancorando essas sensações positivas no paciente. Noutros casos, quando o paciente sofre com algum evento mais negativo, fazemos o contrário, dissociamos o paciente daquela ‘cena traumática’, fazendo-o ver por outro ponto de vista. Às vezes, utilizamos um pouco das duas, levamos recursos positivos para uma situação que era má e o cérebro grava a experiência de outra forma e tudo muda. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando as pessoas estão em transe, o terreno mental está mais fértil e mais maleável, dando-nos a possibilidade de mudar as situações como foram vividas. O cérebro acredita naquilo que imagina e faz sentido para a pessoa. Se não fosse assim, as pessoas não teriam tantos medos, não acha? Os medos só são verdadeiramente medos porque as pessoas os imaginam muito bem e trazem essa realidade para elas próprias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A minha maior alegria é poder mostrar a Terapia Diamante® como um método bastante válido e desmistificar algumas crenças à volta da hipnose clínica. Mostrar </span><b>uma terapia natural e não invasiva que pode dar mais qualidade de vida às pessoas</b><span style="font-weight: 400;">. Acima de tudo, levar alegria, fé e esperança a todas as pessoas!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nota: Fotografia por </span><a href="https://www.instagram.com/fuifotografar/"><span style="font-weight: 400;">Verónica Silva</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Vencer a depressão</title>
		<link>https://simplyflow.pt/vencer-a-depressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosa Basto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Aug 2018 08:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Rosa Basto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 121 milhões de pessoas sofrem de depressão. É a&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 121 milhões de pessoas sofrem de depressão. É a quarta principal causa de incapacitação em todo o mundo e, de acordo com projeções da OMS, em 2030 será o mal mais prevalente do planeta, ultrapassando mesmo o cancro e algumas doenças infeciosas. Trata-se de um distúrbio que não deixa marcas aparentes, é difícil de ser diagnosticado por exames de imagem e, muitas vezes, é confundido com uma tristeza normal.</span></p>
<h2><b>O que é a depressão? </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Depressão ou Distúrbio Depressivo Maior &#8211; ou ainda depressão maior &#8211; é uma doença que afeta principalmente o humor psicológico, apesar de não se restringir a isso. Afeta a saúde, o corpo, os pensamentos e a forma de compreender do deprimido, mas também o modo de se relacionar com o mundo. A depressão faz com que o indivíduo seja acometido por uma sensação de tristeza profunda, falta de energia, desânimo e desinteresse. Dependendo do grau da depressão, até mesmo as coisas que pessoa mais gostava de fazer se tornam cansativas e enfadonhas. Alguém com o humor deprimido (baixo), anda devagar, fala pouco, apresenta baixa autoestima e baixa autoconfiança. </span></p>
<h2><b>Quais as causas da depressão? </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Acredita-se que esta condição seja causada por uma combinação de fatores genéticos, ambientais e psicológicos. Entre os fatores de risco está a história de depressão na família, alterações significativas na vida, determinados medicamentos, problemas de saúde crónicos e consumo de drogas. </span></p>
<h2><b>Como é feito o diagnóstico de depressão? </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O diagnóstico de distúrbio depressivo maior tem por base a descrição das experiências por parte da pessoa e a avaliação do respectivo estado mental.</span></p>
<h2><b>Identifique os sintomas: </b></h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Humor depressivo durante a maior parte do dia; </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Diminuição de interesse ou prazer em quase todas as atividades: </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Perda de peso (sem dieta) ou aumento de peso significativo; </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Diminuição ou aumento diário do apetite; </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Insónia ou hipersónia (necessidade de dormir muito); </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Inibição/lentidão de movimentos; </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Agitação; </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Náuseas, alterações gastrointestinais; </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Fadiga ou perda de energia;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Sentimentos de desvalorização ou culpa excessiva; </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Pensamentos recorrentes acerca da morte, ideias de suicídio ou tentativas de suicídio. </span></li>
</ul>
<h2><b>Qual é o tratamento? </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando a doença está num estado grave é necessário combinar o aconselhamento psiquiátrico com a medicação e psicoterapia/hipnoterapia. Nos casos mais simples, e no início da doença, a psicoterapia e/ou hipnoterapia podem ser suficientes. Nas </span><a href="https://www.drarosabasto.com/"><span style="font-weight: 400;">minhas clínicas</span></a><span style="font-weight: 400;">, os psicólogos trabalham segundo o meu método de trabalho, que é A Terapia Diamante®, uma abordagem terapêutica com a técnica da hipnose e programação da mente.</span></p>
<h2><b>De que forma ajudamos? </b></h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Favorecemos a mudança dos comportamentos ineficientes e trabalhamos as questões motivacionais para comportamentos eficientes; </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Potenciamos a alteração da relação com as distorções de pensamento que contribuíram para o pensamento negativista que carateriza o estado depressivo; </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Trabalhamos as crenças limitantes do paciente, ajudando-o a elaborar novas crenças facilitadoras para o futuro; </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Levamos o paciente a focar-se em situações futuras positivas para reforçar as suas necessidades e trabalhar expetativas realistas; </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Vamos à origem do problema através da técnica regressão na idade, entre muitas outras no método da Terapia Diamante®, para libertar a carga emocional que esteja recalcada. Assim, o paciente irá alcançar o bem-estar.</span></li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>O que é uma fobia?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-que-e-uma-fobia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosa Basto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jul 2018 08:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Fobias]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Rosa Basto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que existam 400 milhões de pessoas com algum tipo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b>A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que existam 400 milhões de pessoas com algum tipo de fobia. Estudos epidemiológicos recentes demonstraram que as fobias são a perturbação mais comum em todo o mundo, estimando-se que entre 5 a 10% da população seja afetada por estas condições perturbadoras e, por vezes, incapacitantes. Mas, afinal o que é mesmo uma fobia? E, porque limita o nosso dia a dia?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sentir medo é normal, as situações desconhecidas podem conduzir a algum tipo de ansiedade. Ter medo pode definir-se como uma sensação de perigo ou que algo mau está prestes a acontecer, sendo, no geral, acompanhado por sintomas físicos que incomodam bastante. Este tipo de medo contribui para uma prevenção antecipada, de forma a não sermos afetados. A isto chama-se </span><b>ansiedade funcional</b><span style="font-weight: 400;">. Quando esse medo é desproporcional à ameaça, por definição irracional, com fortíssimos sinais de perigo, e também seguido de evitação das situações causadoras de medo, é denominado </span><b>fobia, medo patológico ou ansiedade disfuncional</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<h2><b>O que é uma fobia? </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As fobias referem-se ao medo excessivo de um objeto, circunstância ou situação específica, fazendo parte do quadro de perturbações de ansiedade. </span><b>Existem três grandes ramos de fobias: fobia específica, fobia social e agorafobia</b><span style="font-weight: 400;">. A fobia específica, mais comum nas mulheres, é o medo intenso e persistente de um objeto ou situação (medo de cães, de andar de elevador ou avião, conduzir, cobras, aranhas, etc.), enquanto a fobia social, mais popular entre os homens, é o medo intenso e persistente de situações em que possa ocorrer embaraço e humilhação (medo de falar em público, de serem observados e avaliados, etc.). Por outro lado, as pessoas com agorafobia evitam situações em que seria difícil obter ajuda, como em espaços fechados, ruas movimentadas ou locais que as façam sentir encurraladas (shoppings, túneis, pontes, autoestradas). </span></p>
<p><b>Um dos grandes motivos que leva as pessoas a desenvolverem fobias deve-se ao estado de ansiedade extrema em que se encontram.</b><span style="font-weight: 400;"> Atualmente, é comum as pessoas desempenharem múltiplas funções em simultâneo, gerando stress &#8211; que é ansiedade generalizada. No entanto, não podemos dissociar esta explicação dos diversos fatores que despoletam estes quadros de ansiedade, nem do facto de existirem pessoas que são mais propensas para o efeito, devido à sua condição genética e história de vida. Esta sintomatologia acompanhada pelo pânico ou mesmo ataques de pânico leva a que os pacientes fóbicos evitem a todo o custo as situações que desencadeiam o processo fóbico, alterando por completo as suas rotinas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outros mecanismos de associação entre o objeto (situação) e as emoções fóbicas incluem a modelagem, que normalmente acontece quando o indivíduo observa a reação dos outros e transfere a informação, sendo advertida ou até ensinada a ter medo. Quantas vezes não ouvimos um adulto a dizer a uma criança que se ela se portar mal aparece um cão mau? E, quantas vezes um adulto manifesta à frente de uma criança o seu próprio medo fóbico? A criança observa e aprende o mesmo medo. Podemos ainda referir dois fatores que surgem como consequência de evitar as situações que desencadeiam a fobia. O primeiro é deixar de acreditar que se possui recursos para lidar com os sintomas e, por isso, ficamos dependentes de alguém para nos dirigirmos a qualquer lugar. O segundo fator prende-se com a supervalorização dos sintomas. Estas pessoas acham que vão morrer, ter um ataque cardíaco ou que possuem uma doença grave. O catastrofismo dos sintomas leva estes pacientes a um desespero e aumento crescente na busca de cuidados médicos e psicológicos.</span></p>
<h2><b>Quais as causas?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As causas são bastante variadas e muitas vezes desconhecidas. Existem fortes indícios de que a fobia possa estar relacionada com o histórico familiar, levando a crer que fatores genéticos representam um papel importante na origem do medo persistente e irracional. No entanto, sabe-se também que as fobias podem ter uma ligação direta com traumas e situações passadas. Isso acontece, porque a maioria dos problemas emocionais e comportamentais é desencadeada pelas dificuldades enfrentadas ao longo da vida. Todos passamos por momentos difíceis, mas algumas pessoas desenvolvem sentimentos de angústia, que podem evoluir para um quadro de fobia.</span></p>
<h2><b>Factores de risco </b></h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><b>Idade</b><span style="font-weight: 400;"> &#8211;</span> <span style="font-weight: 400;">Alguns tipos de fobia desenvolvem-se cedo. Outras podem ocorrer durante a adolescência e há aquelas que também surgem no início da vida adulta;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>História familiar</b><span style="font-weight: 400;"> &#8211; Se alguém da família tiver algum tipo de fobia, existem mais possibilidades de desenvolvê-la também. Mas, os especialistas suspeitam que as crianças são capazes de adquirir fobias somente observando as reações de alguém próximo; </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Temperamento</b><span style="font-weight: 400;"> &#8211; O risco de se desenvolver uma fobia específica aumenta se tiver temperamento difícil ou um comportamento mais inibido e retraído do que o normal; </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Evento traumático</b><span style="font-weight: 400;"> &#8211; Passar por uma situação traumática ou por uma série de eventos traumáticos podem levar ao desenvolvimento de uma fobia.</span></li>
</ul>
<h2><b>Quais são os sintomas? </b></h2>
<p><b>Os sinais e sintomas dependem do tipo de fobia.</b><span style="font-weight: 400;"> No entanto, independentemente do tipo, algumas características são notadas em todos os indivíduos, tais como:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Sentimento de pânico incontrolável, terror ou temor em relação a uma situação de pouco ou nenhum perigo real.;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Sensação de que deve evitar uma situação, algo ou alguém que teme;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Incapacidade de levar a vida normalmente, por causa de um medo ilógico;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Presença e aparecimento de algumas reações físicas e psicológicas, como sudorese, taquicardia, dificuldade para respirar, sensação de pânico e ansiedade intensos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Saber que o medo que sente é irracional e exagerado, mas ser incapaz de o controlar.</span></li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Compreender a Síndrome do Pânico</title>
		<link>https://simplyflow.pt/compreender-a-sindrome-do-panico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosa Basto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jun 2018 08:30:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Rosa Basto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Síndrome do Pânico, também conhecida como Perturbação de Pânico, atinge mais de 170 milhões de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Síndrome do Pânico, também conhecida como Perturbação de Pânico, atinge mais de 170 milhões de pessoas em todo o mundo, prejudicando severamente a qualidade de vida de quem sofre deste problema. Isto porque a partir desta perturbação podem surgir outras tantas, tais como: depressão, ansiedade generalizada, agorafobia, fobia social, etc. </span></p>
<h2><b>O que é a Síndrome do Pânico? </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A Síndrome do Pânico é um distúrbio psicológico que leva uma pessoa a ter diversas crises de medo, pavor e angústia, sem motivo real para desencadear tal reação. As crises de pânico são caracterizadas por períodos de intensa ansiedade que duram em média dez minutos e que começam de forma inesperada. Durante uma crise, a pessoa tem a sensação de que vai morrer, o seu coração acelera, o corpo começa a ter suores frios e fica trémulo. Apesar da complexidade deste distúrbio, a Síndrome do Pânico tem cura quando é devidamente tratada com profissionais qualificados. </span></p>
<h2><b>Quais são os sintomas da Síndrome do Pânico?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Um ataque de pânico acontece subitamente em qualquer situação e em qualquer momento do dia &#8211; seja durante uma reunião de trabalho, seja a conduzir, enquanto limpa a casa e se dedica às lides domésticas ou até mesmo a dormir. Durante a crise, uma ansiedade, sem aparente motivo, surge em segundos, gerando uma série de outros sintomas que rapidamente se tornam incontroláveis. </span></p>
<h3><b>Sintomas físicos: </b></h3>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Palpitação, ritmo cardíaco acelerado e taquicardia; </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Sudorese e tremores;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Dificuldade em respirar, falta de ar e sensação de sufoco;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Calafrios e náuseas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Dores no peito e desconforto;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Dor de cabeça, tontura e até desmaios.</span></li>
</ul>
<h3><b>Sintomas emocionais: </b></h3>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Medo da morte iminente; </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Ansiedade exagerada e descontrolada; </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Medo de perder o controlo; </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Medo de uma tragédia iminente; </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Sentimentos de desproteção e desamparo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Sensação de estar fora da realidade. </span></li>
</ul>
<h2><b>Quais são as causas da Síndrome do Pânico? </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora não existe uma causa específica da Síndrome do Pânico, existe um conjunto de fatores internos e externos que podem desencadear o desenvolvimento deste distúrbio psicológico, tais como: </span></p>
<h3><b>Factores internos: </b></h3>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Pré-disposição genética;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Stress;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Excesso de autoexigência;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Falta de resiliência;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Desequilíbrio emocional.</span></li>
</ul>
<h3><b>Factores externos: </b></h3>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Morte de alguém próximo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Traumas como acidentes, assaltos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Mudanças radicais na vida; </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">HIstórico de abusos sexuais;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Outros traumas de infância. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Neurologicamente, o distúrbio do pânico é causado pelo desequilíbrio dos neurotransmissores &#8211; em alguns momentos, uma falha na comunicação entre as células transmite a informação de que a pessoa precisa de se proteger e reagir a uma situação de risco que, na verdade, não existe. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sob o ponto de vista da inteligência emocional, o principal fator que desencadeia a Síndrome do Pânico é a relação afetiva materna, desde a gestação até ao momento actual. As pessoas que desenvolvem esta síndrome carregam uma crença de desamparo e desproteção em relação à mãe &#8211; seja por algum trauma em que tenha passado medo ou abandono profundos, seja por alguma interpretação distorcida que foi dada pela criança. Por exemplo, uma criança pode interpretar que o pai e/ou a mãe a abandonam sempre que saem para trabalhar e demoram a chegar &#8211; e, assim, a criança cresce com essa sensação de desproteção e desamparo. Até mesmo uma mãe que esteve muito ansiosa durante a gestação pode passar essa característica para o respectivo filho, e esse excesso de ansiedade pode desencadear a Síndrome de Pânico. </span></p>
<h2><b>Existe cura para a Síndrome de Pânico? </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A cura da Síndrome de Pânico está na descoberta e na ressignificação das respectivas causas. Na maioria dos casos são necessários alguns medicamentos para agir no sistema nervoso central, equilibrando os neurotransmissores e diminuindo a ansiedade da pessoa. Porém, o uso de medicamentos apenas vai  aliviar os sintomas sem tratar o real motivo que desencadeou a doença. Quando não olhamos para as questões psicológicas e emocionais, por mais camufladas que estejam, elas permanecem vivas dentro de nós, podendo manifestar-se a qualquer momento. </span></p>
<h2><b>A Hipnoterapia como ferramenta de tratamento </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o histórico emocional e os conteúdos inconscientes do paciente, é possível atribuir novos significados a acontecimentos ou interpretações que trazem as crenças de desamparo e desproteção, ensinando o paciente a diferenciar o que realmente é uma situação de risco e o que é apenas um padrão que foi criado ao longo dos anos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É muito importante, ainda, trabalhar questões da personalidade &#8211; como excesso de responsabilidade, autocrítica e perfeccionismo. Isso porque as pessoas com estas características apresentam, normalmente, dificuldades para lidar com situações inesperadas, o que pode trazer um alto nível de stress e ansiedade, desencadeando a crise. </span></p>
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