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	<title>Rita Ribeiro, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Rita Ribeiro, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Os diferentes tipos de sal</title>
		<link>https://simplyflow.pt/os-diferentes-tipos-de-sal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Dec 2023 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existem vários tipos de sal que variam, essencialmente, entre o sabor, cor, textura, composição de sais minerais e grau de processamento. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/os-diferentes-tipos-de-sal/">Os diferentes tipos de sal</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O sal é um mineral formado pelo cloreto de sódio (NaCl) que pode ter origem na água do mar ou em minas terrestres. Além do seu interesse na culinária, o sal é, também, utilizado em processos de conservação de alimentos, como na produção de carnes curadas e em conservas. Vivemos num país cujo panorama gastronómico é bem provido da adição de sal, como forma de intensificar e melhorar o sabor dos vários pratos culinários, mas educar para uma utilização mais moderada do sal será importante quando o assunto é saúde.</strong></p>



<p>O sódio pode encontrar-se naturalmente na composição dos alimentos, mas a grande maioria é obtida através da adição, seja durante o fabrico de alimentos processados, ou o que é adicionado durante o processo de confecção e tempero dos alimentos. O sal presente nos alimentos/bebidas é uma das principais fontes de obtenção de sódio do organismo e, <strong>quando consumido em quantidades adequadas, o sódio, é importante para inúmeras funções no nosso organismo </strong>(ex: contração e relaxamento muscular, transmissão de impulsos nervosos).</p>



<p>No entanto, <strong>quando consumido em excesso, além de dificultar o correto funcionamento de mecanismos de compensação pelo nosso organismo, promove o aumento da pressão arterial, associando-se ao aparecimento de inúmeras doenças crónicas</strong>, nomeadamente à hipertensão arterial (HTA) e às doenças cardiovasculares (DCV), aumentando, por sua vez, o risco de mortalidade por acidente vascular cerebral (AVC) e exercendo um impacto negativo na saúde. Sendo Portugal um dos países da Europa que apresenta maior taxa de mortalidade provocada por AVC, em que a hipertensão arterial é um dos fatores de risco mais relevantes, <strong>o controlo e redução no consumo de sal é de extrema importância</strong>. Estima-se, ainda, que, no nosso país, a prevalência da hipertensão arterial na população adulta portuguesa seja de 42,1%, de acordo com o estudo PHYSA (<em>Portuguese Hypertension and Salt Study</em>).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que recomenda a Organização Mundial de Saúde?</strong></h2>



<p>A <a href="https://www.who.int/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Organização Mundial de Saúde (OMS)</a> recomenda um consumo máximo de 5g de sal por dia, para adultos (o equivalente a uma colher de chá rasa) e até 3g diárias para as crianças, sendo que 5g de sal correspondem a 2g de sódio. Estima-se que, em média, os portugueses consumam cerca de 10,7g diárias de sal, o dobro da quantidade recomendada pela OMS, de acordo com o estudo PHYSA. <strong>A redução no consumo diário de sal para valores inferiores a 5g permite diminuir em 23% o risco de AVC e em 17% o risco de desenvolver doença cardiovascular.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Alimentos a evitar</strong></h2>



<p>O pão, tostas, sopa, produtos de charcutaria e salsicharia e alimentos ultraprocessados em geral são os alimentos que mais contribuem para o aumento da ingestão de sal, tendo já vindo a ser implementadas medidas no sentido de atuar ao nível da redução do sal nestes produtos. Inclusivamente, a <a href="https://www.dgs.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Direção Geral da Saúde (DGS)</a> lançou uma ferramenta interessante, e útil, que auxilia na interpretação de rótulos e da informação nutricional, em particular do teor de sal, intitulada “<a href="https://alimentacaosaudavel.dgs.pt/descodificador-de-rotulos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Descodificador de Rótulos</a>”. De uma maneira geral será interessante <strong>evitar alimentos/bebidas que contenham mais de 5% da dose diária recomendada (DDR) de sódio ou com mais de 1,5g de sal por 100g (0,6g de sódio)</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Diferentes tipos de sal</strong></h2>



<p>Existem vários tipos de sal que variam, essencialmente, entre o sabor, cor, textura, composição de sais minerais e grau de processamento. No presente artigo abordarei o referente aos seguintes tipos de sal: sal refinado, sal marinho, flor de sal, sal iodado, sal rosa dos himalais, sal kosher, sal negro.</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-hw09A' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Sal refinado: </strong>o mais comum e conhecido como o “sal de mesa” que é obtido através da evaporação da água do mar e passa, posteriormente, por um processo de refinamento, onde lhe são retiradas as impurezas, bem como os sais minerais;</li>



<li><strong>Sal marinho:</strong> igualmente obtido pela evaporação da água do mar, mas menos processado, não passando pelo processo de refinamento, o que permite preservar os minerais, dispensar a adição de outros ingredientes químicos e apresenta menor teor de sódio que o sal refinado;</li>



<li><strong>Flor de sal:</strong> fina flor do sal marinho, colhido artesanalmente e apresenta um teor de sódio superior ao sal refinado, mas os grãos são mais finos e menos densos;</li>



<li><strong>Sal iodado:</strong> o sal enriquecido com iodo. Surgiu como forma de compensar a carência frequente de iodo da maior parte da população, sendo a forma mais económica e simples de aumentar o aporte de iodo na alimentação;</li>



<li><strong>Sal rosa dos himalaias:</strong> extraído das montanhas do Himalaia. Apesar de ser uma opção com um teor de sais minerais superior, não o torna uma melhor opção, nem uma opção mais saudável, como é bastante disseminado, uma vez que os minerais estão presentes numa quantidade baixa, exigindo uma necessidade de ingestão de sal em quantidades elevadas para obtenção desses benefícios;</li>



<li><strong>Sal kosher:</strong> é um sal não refinado, sem aditivos, com menos teor de sódio e frequentemente utilizado para preparar carnes kosher na culinária judaica. Apresenta grãos irregulares e com tamanho semelhante ao sal grosso;</li>



<li><strong>Sal negro: </strong>obtido em minas de sal rochosas vulcânicas, apresenta um sabor forte e sulfúrico e apresenta um teor de sódio semelhante ao sal refinado.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5 Estratégias para reduzir o consumo de sal:</strong></h2>



<p>Tendo em conta a elevada prevalência dos fatores de risco das doenças cardiovasculares em Portugal, torna-se essencial atuar ao nível da prevenção, pelo que será interessante adotar algumas estratégias para reduzir o consumo de sal:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Reduzir a quantidade de sal adicionada ao tempero e confeção dos alimentos;</li>



<li>Evitar ter o saleiro na mesa (existe maior tendência em ir adicionando);</li>



<li>Substituir o sal por especiarias, ervas aromáticas e sumo de limão como forma de conferir sabor aos alimentos;</li>



<li>Ler os rótulos alimentares e informação nutricional dos alimentos e bebidas no ato de compra, escolhendo os que apresentem menor teor de sal;</li>



<li>Evitar o consumo frequente de alimentos ultraprocessados, que apresentam um teor de sal elevado (batatas fritas de pacote, bolachas, produtos de salsicharia e charcutaria, queijos, sopas embaladas/instantâneas, refeições pré-feitas/enlatadas, molhos, caldos concentrados).&nbsp;</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Recomendação final:</strong></h2>



<p>Em suma, não existe um melhor tipo de sal a utilizar. Apesar de alguns tipos poderem apresentar algumas características nutricionais mais interessante que outros, todos contêm sódio, pelo que a sua utilização terá que ser sempre controlada. Utilizar um sal com menor teor de sódio na sua constituição pode ser interessante, assim como a utilização de sal iodado como forma de colmatar a carência de iodo. No entanto, <strong>independentemente do tipo de sal utilizado, o mais importante será respeitar as quantidades diárias recomendadas e moderar/utilizar pouco sal na confeção e tempero dos alimentos, bem como reduzir o consumo de </strong><a href="https://simplyflow.pt/porque-nos-caem-mal-certos-alimentos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>alimentos</strong></a><strong> e bebidas que sejam maiores fornecedores de sódio</strong>.</p>



<p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Porque nos caem mal certos alimentos?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/porque-nos-caem-mal-certos-alimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Oct 2023 06:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos indigestos]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Rita Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os alimentos que consumimos podem ser uma fonte de nutrição ou de desconforto, dependendo da forma como o nosso corpo os processa.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A saúde do nosso sistema gastrointestinal desempenha um papel fundamental para o nosso bem-estar geral. Os alimentos que consumimos podem ser uma fonte de nutrição ou de desconforto, dependendo da forma como o nosso corpo os processa. Se alguma vez se questionou porque se sente tão desconfortável após o consumo de determinado alimento, então este artigo é para si!&nbsp;</strong> </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os alimentos mais indigestos?</strong></h2>



<p>Existem inúmeros alimentos que podem, mais facilmente, ser propícios a causar maior desconforto gastrointestinal, de entre os quais destaco:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>alimentos muito ricos em gordura</strong> (ex: fritos, folhados, carnes gordas, enchidos, <em>fast food</em>) requerem um maior tempo de digestão, pelo que o esvaziamento gástrico é mais lento, podendo ser mais propícios a causar algum desconforto gastrointestinal;</li>



<li>alimentos como <strong>alho</strong>, <strong>cebola</strong>, <strong>couves</strong>, <strong>brócolos</strong>, <strong>couve-flor</strong> e <strong>alimentos mais ricos num determinado conjunto de hidratos de carbono chamados de FODMAPs</strong> (<em>Fermentable Oligosaccharides, Disaccharides, Monosaccharides, and Polyols</em>), cuja absorção é particularmente lenta ou inexistente no intestino delgado, podendo ser mais facilmente fermentáveis pelas bactérias intestinais, o que pode resultar na produção de gás;</li>



<li><strong>alimentos que contenham lactose</strong> (ex: leite) para quem seja intolerante ou tenha algum tipo de desconforto associado à sua digestão;</li>



<li><strong>leguminosas e alimentos integrais</strong>, que, apesar de saudáveis e com um teor de fibra interessante, podem mais facilmente contribuir para inchaço abdominal e flatulência;</li>



<li><strong>bebidas gaseificadas</strong> podem exacerbar sintomas como refluxo, azia e flatulência;</li>



<li><strong>polióis</strong> (ex: xilitol, sorbitol), vulgarmente encontrados em pastilhas elásticas e produtos <em>diet/light</em>, podem apresentar um efeito laxante promovendo o inchaço abdominal e dificultando a digestão.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Devemos evitá-los?</strong></h2>



<p>Sempre que o consumo de determinados alimentos provoque, ou contribua para o agravamento de determinados sintomas de natureza gastrointestinal, <strong>o seu consumo deve ser avaliado no sentido de limitar ou eliminar, consoante tolerância individual</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que fazer em caso de os consumir e nos sentirmos menos bem?</strong></h2>



<p>Avaliar se a sintomatologia alivia com a retirada ou limitação no consumo de determinados alimentos; mastigar os alimentos com calma, de forma a melhorar o processo digestivo e evitar engolir demasiado ar, por exemplo, através de um consumo muito frequente de pastilhas elásticas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como identificá-los e aos seus sintomas?</strong></h2>



<p>Existem uma série de sintomas gastrointestinais mais comuns que incluem <strong>flatulência, inchaço, azia, diarreia, cólicas, entre outros,</strong> que podem estar na origem de alimentos que não são tão bem tolerados pelo organismo, tais como os que fazem parte das características referidas anteriormente. Neste sentido, há que avaliar, com recurso a diários alimentares e tentativa-erro/associação de sintomas, a fim de se conseguir identificar quais os alimentos que podem estar na origem da indisposição ou associados a uma agravamento dos sintomas. Vale ressalvar que <strong>os testes múltiplos de intolerâncias alimentares não serão um diagnóstico útil nem servirão para este efeito, uma vez que não apresentam fundamentação científica, podendo, inclusivamente, levar à eliminação de determinados alimentos/grupos alimentares nutricionalmente interessantes, de forma desnecessária, podendo comprometer a saúde</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Porque é que nos caem tão mal?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-e3jag' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Por um lado, uma alimentação desequilibrada, pouco variada e pouco interessante do ponto de vista nutricional e com um consumo frequente e abundante de bebidas alcoólicas, alimentos açucarados e <em>fast food </em>não irá ser benéfica para a saúde gastrointestinal. Por outro, existem alimentos que reúnem um conjunto de características que os podem tornar mais facilmente fermentáveis e menos bem digeridos pelo organismo, como é o caso dos referidos anteriormente. No entanto, é sempre importante avaliar de forma individual, a presença de alimentos que possam estar a causar desconforto a fim de melhorar, não só o processo digestivo, como também a sintomatologia gastrointestinal apresentada. Além disso, comportamentos mais básicos, mas igualmente importantes que contribuem para o auxílio de um correto processo digestivo, incluem uma mastigação adequada, pelo que comer de forma demasiado rápida pode não auxiliar numa boa digestão.&nbsp;Também será interessante perceber e avaliar se existe alguma patologia de base que também possa ser uma condicionante à ingestão de determinados alimentos. A título de exemplo, na presença de <a href="https://simplyflow.pt/refluxo-gastro-esofagico-uma-doenca-da-modernidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Refluxo Gastroesofágico</a> será essencial controlar/limitar o consumo de alimentos e preparações culinárias com muita adição de gordura e/ou condimentos, alimentos mais ácidos, cafeína, assim como bebidas alcoólicas, uma vez que podem, mais facilmente, causar desconforto e/ou exacerbar os sintomas associados à condição clínica.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-e3jag' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>O que é a Doença Celíaca?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-que-e-a-doenca-celiaca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 May 2023 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[doença celíaca]]></category>
		<category><![CDATA[Glúten]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Rita Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tratamento da doença celíaca passa exclusivamente por uma alimentação isenta de glúten para toda a vida, uma vez que que as manifestações clínicas e as complicações podem surgir mesmo com quantidades mínimas desta proteína.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-que-e-a-doenca-celiaca/">O que é a Doença Celíaca?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Doença Celíaca</strong> é uma doença crónica, auto-imune que ocorre em indivíduos com predisposição genética, sendo causada pela permanente sensibilidade ao glúten. Nestes casos, a ingestão de glúten dá origem a um estado de inflamação crónica na mucosa intestinal, o que desencadeia uma série de reações imunológicas contra o próprio intestino que modificam a sua mucosa, resultando na atrofia das vilosidades intestinais que, consequentemente, resulta na diminuição da capacidade de absorção dos nutrientes.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é o glúten?</strong></h2>



<p>O<strong> glúten</strong> é um conjunto de proteínas que se encontra presente no endoesperma dos seguintes cereais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Trigo;</li>



<li>Cevada (incluindo o malte);</li>



<li>Centeio;</li>



<li>Aveia (por contaminação cruzada).</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Alguns sinais e sintomas típicos da Doença Celíaca:</strong></h2>



<p>As manifestações clínicas podem envolver outros órgãos e sistemas que não apenas o trato gastrointestinal. <strong>Os sintomas mais comuns são: prisão de ventre, diarreia, dor e distensão abdominal, flatulência, atraso de crescimento, diminuição de apetite, perda de peso, atrofia muscular, esteatorreia, atrofia muscular, </strong><a href="https://simplyflow.pt/compreender-a-anemia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>anemia</strong></a><strong> e aftas recorrentes, dores ósseas e cãibras, alterações comportamentais, alterações de humor, cansaço crónico.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como é feito o diagnóstico?</strong></h2>



<p>Após avaliação clínica dos sinais e sintomas listados anteriormente, será importante um diagnóstico apropriado de Doença Celíaca (DC), uma vez que <strong>a presença de sintomas não é suficiente para a realização do diagnóstico. Neste sentido, será essencial aplicar os seguintes critérios de diagnóstico</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Análises ao sangue e fezes</strong> (a fim de confirmar existência de absorção inadequada de nutrientes);</li>



<li><strong>Teste serológicos </strong>(a fim de verificar a presença de anticorpos da DC anti gliadina, anti endomísio e anti transglutaminase);</li>



<li><strong>Biópsia ao intestino </strong>(a fim de confirmar o diagnóstico).</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual é o tratamento?</strong></h2>



<p><strong>O tratamento da doença celíaca passa exclusivamente por uma&nbsp;alimentação isenta de glúten para toda a vida</strong>, uma vez que que as manifestações clínicas e as complicações podem surgir mesmo com quantidades mínimas desta proteína.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Grãos, farinhas e amigos </strong><strong>sem glúten</strong><strong>:&nbsp;</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Amaranto;</li>



<li>Araruta;</li>



<li>Farinhas de leguminosas (grão-de-bico, feijão, fava, ervilha);</li>



<li>Trigo-sarraceno;</li>



<li>Milho (amido de milho, farelo de milho);</li>



<li>Sementes de linhaça;</li>



<li>Millet;</li>



<li>Farinhas de frutos oleaginosos (avelã, amêndoa, noz);</li>



<li>Fécula de batata, amido de batata;</li>



<li>Quinoa;</li>



<li>Arroz;</li>



<li>Farinha de soja;</li>



<li>Tapioca;</li>



<li>Teff.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ingredientes permitidos:&nbsp;</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Glicose;</li>



<li>Xarope de glicose;</li>



<li>Dextrina, dextrose;</li>



<li>Maltodextrina, dextrina de malte;</li>



<li>Sorbitol, maltitol e lecitina de soja;</li>



<li>Goma xantana, goma guar e inulina;</li>



<li>Levedura;</li>



<li>Todos os aditivos E-xxx, exceto o grupo do E14xx.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Grãos, farinhas e amidos </strong><strong>com glúten</strong><strong>:&nbsp;</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Cevada;</li>



<li>Centeio;</li>



<li>Aveia;&nbsp;</li>



<li>Couscous;&nbsp;</li>



<li>Trigo (farelo de trigo, gérmen de trigo, amido de trigo);</li>



<li>Kamut;</li>



<li>Durum;</li>



<li>Einkorn;</li>



<li>Graham;</li>



<li>Seitan;</li>



<li>Semolina;</li>



<li>Espelta;</li>



<li>Triticale.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ingredientes proibidos: </strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-Z5pVL' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Trigo;</li>



<li>Centeio;</li>



<li>Cevada;</li>



<li>Aveia e seus amidos;</li>



<li>Cereais (não especificados);</li>



<li>Amido ou amido modificados (sem indicar a origem);</li>



<li>Proteína vegetal (sem indicar a origem);</li>



<li>Fibras alimentares (sem indicar a origem);</li>



<li>Proteína hidrolisada do trigo (sem indicar a origem);</li>



<li>Malte, extrato e xarope de malte;</li>



<li>Aditivos do grupo E-14xx.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“Que alimentos posso consumir livremente?”&nbsp;</strong></h2>



<p>Estes são <strong>alimentos que não contêm glúten</strong>:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Batata e batata doce;&nbsp;</li>



<li>Arroz;&nbsp;</li>



<li>Amaranto;</li>



<li>Quinoa;</li>



<li>Milho;</li>



<li>Mandioca;</li>



<li>Tapioca;</li>



<li>Trigo sarraceno;</li>



<li>Alfarroba;</li>



<li>Araruta;</li>



<li>Sorgo;</li>



<li>Açúcar, mel, melaço;</li>



<li>Compotas e marmeladas caseiras;</li>



<li>Carne, pescado, ovos, marisco;</li>



<li>Tofu;</li>



<li>Hortofrutícolas;</li>



<li>Leguminosas;</li>



<li>Frutos oleaginosos;</li>



<li>Sementes;</li>



<li>Leite simples;</li>



<li>Iogurtes naturais e de aromas;</li>



<li>Queijo fresco;</li>



<li>Requeijão;</li>



<li>Azeite e óleos vegetais;</li>



<li>Sal, flor de sal, especiarias, ervas aromáticas;</li>



<li>Água, chá, infusões;</li>



<li>Café e café descafeinado puro;</li>



<li>Vinho, vinho do Porto, espumante, champanhe;</li>



<li>Bebidas destiladas (whisky, rum, vodka, gin);</li>



<li>Fermento biológico fresco e seco;</li>



<li>Néctares e sumos de fruta naturais e gaseificados.&nbsp;</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Que alimentos podem conter glúten?&nbsp;</strong></h2>



<p>Segue-se uma lista de alimentos que podem conter glúten, sendo que fica aqui a indicação que <strong>é sempre necessária uma leitura atenta dos rótulos</strong>:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Broa de milho;</li>



<li>Queijos industriais e iogurtes de pedaços/cremosos;</li>



<li>Leite achocolatado, maltados e aromatizados;</li>



<li>Bebidas vegetais;</li>



<li>Carnes processadas (carne picada, salsichas, hambúrgueres, almôndegas);</li>



<li>Refeições prontas, produtos pré-cozinhados, congelados, ultracongelados, enlatados, patés, produtos de charcutaria (fiambre, chouriço);</li>



<li>Produtos de soja (salsichas, hambúrgueres);</li>



<li>Preparados à base de batata (puré de batata instantâneo, pré-fritas, noisettes);</li>



<li>Caldos de cozinha, caril, vinagre, polpa de tomate e molhos industriais (ketchup, maionese, mostarda, chutney, inglês), temperos e misturas de especiarias;</li>



<li>Natas, manteigas, margarinas e banhas industriais;</li>



<li>Batatas fritas de pacote com sabor e outros snacks/aperitivos salgados;</li>



<li>Gelados, frutas em calda ou cristalizadas;</li>



<li>Compotas de fruta comerciais e figos secos;</li>



<li>Sumos concentrados e instantâneos (em pó);</li>



<li>Sobremesas instantâneas, gelatinas e chocolates;</li>



<li>Açúcar em pó (glacé);</li>



<li>Guloseimas, rebuçados, gomas, pastilhas;</li>



<li>Fermento químico (em pó);</li>



<li>Vinagre de cereais, miso e balsâmico;</li>



<li>Miso;</li>



<li>Refrigerantes, sumos concentrados e instantâneos (em pó).</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“Quais os alimentos que contêm glúten e não devo consumir?”</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Farinhas e amidos de trigo (gérmen de trigo, trigo duro (durum), triticale, espelta, kamut, bulgur, einkorn, emmer);</li>



<li>Centeio, cevada;</li>



<li>Aveia e derivados sem a menção “isento de glúten”;</li>



<li>Massas alimentícias secas e frescas;</li>



<li>Pão, broa de milho, pão de alfarroba, bagel, croutons, grissinos, produtos de pastelaria e confeitaria, bolachas e biscoitos;</li>



<li>Iogurtes com cereais;</li>



<li>Barras de cereais;</li>



<li>Queijo creme e queijos comerciais de composição desconhecida;</li>



<li>Farinheira e alheira e outros enchidos;</li>



<li>Pizzas, lasanha, canellones e raviolis;</li>



<li>Salgados (rissóis, croquetes, etc.) e panados;</li>



<li>Delícias do mar, surimis e variantes;</li>



<li>Rolo de carne;</li>



<li>Seitan;&nbsp;</li>



<li>Cerveja, malte e extrato de malte;</li>



<li>Compotas ou sumos industriais com espessantes desconhecidos;</li>



<li>Molho bechamel, molho de soja;</li>



<li>Chocolate com bolacha e/ou cereais;</li>



<li>Sopas em creme, pó e de pacote;</li>



<li>Sobremesas instantâneas;</li>



<li>Gelados e cones de gelado;</li>



<li>Cereais de pequeno-almoço.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“Que alimentos devo procurar no supermercado?”</strong></h2>



<p><strong>Todos os listados anteriormente na secção de alimentos livres de glúten e todos os produtos alimentares que contiverem o logotipo APC (específico para celíacos &#8211; alimentos sem glúten)</strong>.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="225" height="224" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/05/logotipo-APC.png" alt="" class="wp-image-19169" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/05/logotipo-APC.png 225w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/05/logotipo-APC-150x150.png 150w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/05/logotipo-APC-100x100.png 100w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/05/logotipo-APC-160x159.png 160w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></figure></div>


<p>Em caso de dúvida, para uma escolha adequada dos alimentos, <strong>é essencial a leitura dos rótulos</strong>, devendo procurar no rótulo e na lista de ingredientes a presença de alimentos/ingredientes proibidos e as menções: “pode conter vestígios de glúten/cereais com glúten” ou outras menções do mesmo género. Rejeitar produtos alimentares que incluam na sua composição: farinha, espessantes, malte, extrato de malte, amido, amido modificado, cereais, emulsionantes, estabilizantes, proteínas vegetais, proteínas vegetais hidrolisadas, goma vegetal.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-Z5pVL' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-que-e-a-doenca-celiaca/">O que é a Doença Celíaca?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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