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	<title>Paula Torres, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Paula Torres, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Como ensinar as crianças a arrumar?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/organizacao-como-ensinar-as-criancas-a-arrumar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 May 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[arrumação]]></category>
		<category><![CDATA[Arrumar]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
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		<category><![CDATA[organização]]></category>
		<category><![CDATA[Paula Torres]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ensinar as crianças a arrumar, não é fácil, dá trabalho, exige paciência (muita!), exige persistência, exige consistência (exemplo), mas é um investimento importantíssimo.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/organizacao-como-ensinar-as-criancas-a-arrumar/">Como ensinar as crianças a arrumar?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Como Consultora de organização, já perdi a conta às vezes que ouvi mães (e alguns pais) desesperadas. “Como faço para que os meus filhos sejam mais arrumados?”, perguntam-me.&nbsp;</strong></p>



<p>A primeira coisa que lhes digo sempre é: <strong>começando por dar o exemplo e sabendo depois conquistá-los para a organização</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como ensinar às crianças a importância da organização?</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>&#8211; Dar o exemplo</strong></h3>



<p>É sobejamente sabido que <strong>o exemplo educa mais do que qualquer sermão</strong>. No entanto, <strong>nem sempre os pais se apercebem de que a desarrumação dos filhos é muitas vezes um espelho dos modelos que eles próprios passam</strong>. E nem sempre é totalmente óbvio o modelo que estão a absorver.</p>



<p>Vou dar um exemplo: uma cliente minha queixava-se que as filhas largavam os sapatos na sala de qualquer maneira. Nem ela nem o marido faziam isso, por isso achava que não era por falta de exemplo. No entanto, quando explorei e observei as suas dinâmicas, percebi que era comum ela e o marido largarem casacos, malas ou pastas na sala, quando chegavam a casa. Na ótica das suas crianças, isso era entendido como sendo admissível largar na sala o que trazemos da rua &#8211; neste caso os sapatos &#8211; em vez de colocar no seu lugar. Para elas não havia diferença entre largar um casaco ou um par de sapatos, e no fundo tinham razão&#8230;</p>



<p>O tema resolveu-se criando uma zona de apoio na entrada, onde todos podiam colocar e arrumar o que traziam quando chegavam a casa, como os casacos e os sapatos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>&#8211; Conquistar para a organização</strong></h3>



<p><strong>Se queremos ter resultados no longo prazo, a organização não pode ser imposta.</strong> O que devemos fazer é assegurar que transmitimos o porquê, ou seja, <strong>levar a criança a entender porque é importante ser organizada</strong>, e quais os benefícios para ela de ter as suas coisas e o seu quarto, arrumados. Ou seja, vamos ter de a conquistar para a organização. E para isso, os pais têm, em primeiro lugar, de ver também a <a href="https://simplyflow.pt/como-comecar-a-organizar-a-casa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">organização</a> como algo positivo, que traz inúmeros benefícios para a nossa vida, e nunca como algo negativo ou um castigo.</p>



<p>Tendo criado um ambiente de exemplo positivo e de atitude positiva perante a organização, podemos então criar, numa criança, comportamentos de organização em 3 fases:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-Dhp9W' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list"><li><strong>Criando a competência</strong>:<strong> </strong>Quantas vezes ouvimos os pais simplesmente dizer “Vai arrumar o teu quarto!” ou “Guarda já os teus brinquedos!”. Para nós adultos, se tivermos boas técnicas de organização e arrumação, sabemos exatamente o que isso significa, as tarefas que temos de realizar e como as devemos efetuar para ter um bom resultado. Mas uma criança à qual nunca foi mostrado e explicado como fazer cada tarefa, mesmo aquelas que a nós nos parecem muito óbvias, não vai saber o que é esperado dela e como o fazer. Assim, o primeiro passo é mostrar e explicar. Repetir as vezes que for preciso&#8230; Não assumir que sabe;</li><li><strong>Encorajando e apoiando</strong>: Estar presente, dando o nosso apoio, com paciência (muita… não vai ficar perfeito, em especial nas primeiras vezes). Elogiar o esforço e o resultado e nunca criticar. Se há algo a corrigir, fazê-lo de uma forma positiva e construtiva;</li><li><strong>Criando a autonomia</strong>: Depois de termos garantido que lhe transmitimos a competência e deixámos claro o nosso apoio, caso ele seja necessário, devemos dar espaço para que a criança possa ser autónoma. Isso pode implicar repensar a forma como planeamos as zonas pelas quais queremos que ela seja responsável, de forma a que possa ter facilmente acesso às suas coisas e poder arrumá-las de volta sem problemas. No fundo é olharmos para os seus espaços e para as suas coisas como se fossemos essa criança e adaptar à sua estatura, desenvolvimento motor, etc.. Para criar crianças autónomas e seguras, temos também de aceitar que as coisas podem não ficar exatamente ao nosso jeito. Dos piores erros que podemos cometer é ir a seguir e fazer novamente&#8230; Isso vai passar duas mensagens à criança: ela não foi competente, capaz e, por outro lado, que mesmo que não faça bem, alguém vai lá fazer por ela. A desmotivação para continuar está instalada&#8230;&nbsp;</li></ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A organização e o envolvimento nas tarefas da casa devem ser introduzidas o mais cedo possível, adaptadas à idade da criança, sempre de uma forma positiva e até divertida.&nbsp;</strong></h2>



<p>Para crianças pequenas, fazer pequenos jogos para efetuarem determinadas tarefas pode funcionar muito bem.</p>



<p><strong>Ensinar as crianças a arrumar, não é fácil, dá trabalho, exige paciência (muita!), exige persistência, exige consistência (exemplo), mas é um investimento importantíssimo, quer para o bem-estar familiar, quer para a aquisição de ferramentas para o seu futuro, em diversas áreas da sua vida. </strong>Por isso, vale cada segundo do nosso esforço&#8230;</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-Dhp9W' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<title>Porque é tão difícil o desapego?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/porque-e-tao-dificil-o-desapego/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Apr 2022 09:52:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[Casa]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Paula Torres]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma casa cheia de coisas que não usamos (algumas nem sequer gostamos...), mas que não conseguimos deixar ir. Soa-lhe familiar? </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/porque-e-tao-dificil-o-desapego/">Porque é tão difícil o desapego?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Uma casa cheia de coisas que não usamos (algumas nem sequer gostamos&#8230;), mas que não conseguimos deixar ir. Soa-lhe familiar? Fique a saber que não está sozinha… Afinal, porque é tão difícil praticar o desapego?</strong></p>



<p>A dificuldade no desapego é o principal motivo que impede muitas pessoas de conseguirem libertar-se do que já não faz sentido manter, e poderem assim viver em casas mais leves, mais fáceis de manter organizadas e de limpar.</p>



<p>Ter apego a alguns objetos que nos recordam momentos importantes e felizes do passado é perfeitamente compreensível e até saudável. Agora, <strong>quando o apego excessivo passa a condicionar a nossa vivência no presente, quando temos mais coisas em casa associadas ao nosso passado do que ao nosso presente, a quem somos hoje, então, aí sim, passamos a ter um problema e está na hora de aprender a deixar ir</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3 razões pelas quais é tão difícil praticar o desapego:</strong></h2>



<p>São três as principais razões pelas quais nos é, por vezes, tão difícil desapegar:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Apego desfocado ao passado</strong></h3>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-EoTlC' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Chamo-lhe apego desfocado porque <strong>confundimos as memórias e vivências felizes do passado com objetos físicos que nos recordam as mesmas</strong>.</p>



<p>Ter um objeto especial que nos recorda um momento feliz da nossa vida na nossa casa, que nos faz sorrir e nos inspira alegria cada vez que olhamos para ele, é uma coisa. Outra é quando dizemos que não conseguimos desfazer-nos de inúmeras coisas que entopem a nossa casa e as quais, muitas vezes, nem sequer estão a ser honradas, mas, sim, enfiadas no fundo de um armário ou gaveta, num sótão ou numa arrecadação.&nbsp;</p>



<p>Para mim foi libertador quando entendi que podia perfeitamente ser fiel e honrar momentos importantes e felizes do meu passado, sem ter de carregar com inúmeras recordações físicas dos mesmos. <strong>Essas vivências e memórias são parte integrante de nós. Estão guardadas da forma mais especial de todas: na nossa mente e no nosso coração.&nbsp;</strong></p>



<p>Gosto de fazer esta comparação: as memórias são as nossas raízes, que nos alimentam, que nos dão um sentimento de origem e de pertença, mas os objetos físicos excessivos que associamos às mesmas, podem ser uma âncora, condicionando-nos e impedindo-nos de viver em pleno o nosso presente, não abrindo espaço para as coisas que nos representam hoje.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Receio do futuro</strong></h3>



<p><strong>É o famoso “pode ainda dar jeito”&#8230;</strong></p>



<p>Principalmente para quem foi educado a guardar quase tudo para alguma eventualidade (como muitas de nós fomos), é muito difícil por vezes deixar ir, devido ao receio de que nos possa vir a fazer falta no futuro. E vamos assim entupindo a casa de coisas que não usamos, mas que achamos sempre que ainda podemos vir a usar&#8230;</p>



<p><strong>Saber fazer uma reflexão consciente e honesta sobre a real probabilidade de essa “eventualidade” vir de facto a ocorrer e agir depois, de acordo com a resposta a que chegamos, é a única forma de conseguirmos ultrapassar esse bloqueio.&nbsp;</strong></p>



<p>Na quase totalidade dos casos, são coisas que acabam por nunca vir de facto a fazer falta ou, se fizerem, arranjamos facilmente uma alternativa. E que, quase nunca, justificam o espaço físico e mental que ocupam nas nossas casas, às vezes anos a fio!</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. O sentimento de culpa</strong></h3>



<p>A culpa tolda-nos o julgamento em diferentes situações.&nbsp;</p>



<p>Por exemplo, <strong>a culpa em deixar ir porque nos foi oferecido:</strong>&nbsp;</p>



<p>Quantas vezes mantemos em casa coisas que nos ofereceram, que não usamos (e às vezes nem sequer gostamos), devido a este sentimento de culpa?</p>



<p>Também eu sentia muitas vezes isso, em especial se tinha sido alguém mais próximo a oferecer. Até que percebi que <strong>o verdadeiro propósito de um presente é cumprido no momento da troca</strong>: alguém nos oferece algo para demonstrar o seu afeto, ou para ter uma atenção connosco, e nós manifestamos a nossa gratidão em relação a esse gesto. Se, depois desse momento da troca, aquele objeto físico não nos reflete, se não tem nada a ver connosco (acontece muitas vezes que quem oferece escolhe de acordo com os seus próprios gostos e não dos da pessoa a quem vai oferecer), <strong>devemos sentir-nos livres para deixar ir esse objeto</strong>. Afinal, <strong>mantê-lo por culpa, sem o usar, não é a melhor forma de honrar algo que nos foi oferecido</strong>. <strong>Podemos, e devemos, dar-lhe uma nova oportunidade, doando-o, e permitindo que outras pessoas que o possam apreciar tenham acesso ao mesmo.&nbsp;</strong></p>



<p>Outro exemplo, <strong>a culpa em deixar ir porque foi caro:</strong></p>



<p>Eu costumo dizer que nunca devemos comprar nada só porque é barato, nem manter nada só porque foi caro.</p>



<p><strong>O valor que foi investido naquele objeto já foi gasto. O facto de o mantermos, sem usar, na nossa casa, por culpa, não vai trazer-nos esse valor de volta.</strong> O melhor a fazer nestes casos é aceitar a aprendizagem que tivemos, doar a quem possa apreciá-lo mais do que nós, ou até vender e, aí sim, recuperar parte do montante que gastámos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Manter apenas o essencial.&nbsp;</strong></h2>



<p>Aprender a praticar o desapego do que <a href="https://www.facebook.com/paulatorres.organizer/posts/pfbid02Hcph9QgGiGRB5Pzg7Ba99TMg8wNgiSSZpN2DZR5MgGXQxGwsQ5wxd4KAAr9GAtSdl?__cft__[0]=AZWQfFMOKj_6fF0Ui50HpQk1rR7EY_rnJtpfs5F0qI7sZdVMrrHJZtXyk7w2Ugi8eEqRYmixeXvnqMHUFJV6FpPuCwrKsljrjY-OOrFixRZEuzV6crsuzln6VIm0IRdcbWxMdYB39KlQk0n03HtzYRknNfQGWETo-cc9qAHqDzaprkfZdkMVD8BlTBVdUYNqANk&amp;__tn__=%2CO%2CP-R" target="_blank" rel="noreferrer noopener">já não faz sentido manter na nossa casa</a> e na nossa vida é a única forma de podermos viver em casas mais leves e <a href="https://simplyflow.pt/como-comecar-a-organizar-a-casa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">organizadas</a>, onde decidimos manter apenas aquilo que nos é essencial, que usamos, ou que mantemos só porque nos faz feliz só de olhar para eles.</p>



<p><strong>Uma casa em que honramos o passado, mas em que abrimos espaço (físico, mental e emocional) para o presente, para a pessoa que somos e queremos ser.</strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-EoTlC' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<item>
		<title>Como começar a organizar a casa?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-comecar-a-organizar-a-casa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Feb 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[WORK-LIFE BALANCE]]></category>
		<category><![CDATA[Casa]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[organização]]></category>
		<category><![CDATA[Organizar a casa]]></category>
		<category><![CDATA[Paula Torres]]></category>
		<category><![CDATA[Work-Life Balance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das maiores dificuldades que a maior parte das pessoas sente quando quer organizar a sua casa é saber por onde começar. Ou então começam, mas sem ter claro qual o processo a seguir e rapidamente desistem, o que só faz aumentar a sensação de desconforto e frustração… Por isso, hoje trago aqui alguns dos pontos fundamentais a ter em conta para garantir que o processo de organização da casa é bem sucedido.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/como-comecar-a-organizar-a-casa/">Como começar a organizar a casa?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Uma das maiores dificuldades que a maior parte das pessoas sente quando quer organizar a sua casa é saber por onde começar. Sentem-se desconfortáveis nas suas casas, sentem que a desorganização que se instalou não as reflete, sentem-se frustradas e ansiosas e, no entanto, muitas vezes ficam paralisadas sem saber sequer como começar. Ou então começam, mas sem ter claro qual o processo a seguir e rapidamente desistem, o que só faz aumentar a sensação de desconforto e frustração… Por isso, hoje trago aqui alguns dos pontos fundamentais a ter em conta para garantir que o processo de organização da casa é bem sucedido.</strong></p>



<p>Falo daquilo que eu chamo de processo de organização de transformação, não da organização de manutenção, que será depois, obviamente, também chave para assegurar que o resultado se mantém no tempo.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="por-onde-comecar-para-ter-uma-casa-mais-organizada"><strong>Por onde começar para ter uma casa mais organizada?</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading" id="1-o-porque-ou-para-que"><strong>1. O “Porquê” ou “Para quê”?</strong></h3>



<p>Devemos começar por entender qual é o nosso “porquê”, ou melhor, o nosso “para quê”.&nbsp;</p>



<p><strong>Estamos a falar de um processo de transformação que nos vai exigir compromisso e dedicação. Saber qual é a intenção por detrás disso é fundamental. </strong>Recomendo sempre que se questionem qual é o verdadeiro objetivo, ou melhor, o benefício que pretendem alcançar. Parece muito óbvio e fácil, mas nem sempre é&#8230; No entanto, encontrar a resposta a esta pergunta é chave para garantir que teremos a motivação para seguir até ao fim.</p>



<p>O “para quê” vai ser diferente para cada pessoa. Vou dar alguns exemplos:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li>“Quero organizar a minha casa para ter um ambiente leve e sereno para o qual voltar ao final do dia, para poder recarregar-me e sentir-me mais forte para lidar com os desafios do dia a dia”;&nbsp;</li><li>“Quero organizar a minha casa para me sentir mais confiante quando convido amigos”;&nbsp;</li><li>“Quero organizar a minha casa para que as coisas fluam melhor e possa passar mais tempo a brincar com os meus filhos”.&nbsp;</li></ul>



<p>Cada pessoa encontrará uma resposta diferente.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="2-motivacao-e-compromisso"><strong>2. Motivação e Compromisso</strong></h3>



<p>Depois de termos claro o nosso “para quê”, fica mais fácil garantirmos a nossa motivação, pois sabemos exatamente o que queremos alcançar. É, porém, fundamental garantirmos que assumimos o compromisso, ou seja, que nos comprometemos de facto com o processo e que lhe damos prioridade.</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-R6Phi' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Sejamos honestos: provavelmente raramente nos vai apetecer organizar… Se ficamos à mercê da vontade, do apetecer, provavelmente nunca avançamos. É, por isso, importante que <strong>tratemos o processo de organização da nossa casa como qualquer outro projeto na nossa vida a que damos prioridade e importância</strong>: arranjamos tempo para ele, marcamos na nossa agenda e honramos esse compromisso.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="3-ter-claro-o-caminho"><strong>3. Ter claro o caminho</strong></h3>



<p>Este é novamente um dos maiores desafios: <strong>às vezes até arranjamos a motivação para começar, mas depois rapidamente ficamos perdidas, sem saber como prosseguir</strong>.</p>



<p>Uma das questões que convém avaliar antes de começar é se sentimos que temos a capacidade de fazermos esta jornada sozinhas, ou se, pelo contrário, sentimos que necessitamos da ajuda de alguém que nos oriente no percurso, nos acompanhe no processo, garanta que mantemos a motivação e nos ajude a desbloquear nas múltiplas tomadas de decisão que teremos de fazer.</p>



<p>Qualquer pessoa tem em si a capacidade de organizar a sua casa sozinha, tal como tem a capacidade de treinar sozinha ou de implementar um regime de alimentação equilibrada sozinha. No entanto, termos ao nosso lado alguém especializado pode fazer toda a diferença.</p>



<p>Existe ainda muito a crença de que pedir ajuda é reconhecer um fracasso. Nada poderia estar mais errado! <strong>A organização é uma competência, e, como tal, aprende-se. </strong>Não nasce connosco. Mesmo quando parece que temos esse talento inato, ele provavelmente é o resultado de ensinamentos ou observações às quais fomos expostas desde cedo.</p>



<p>Assim, quando não temos claro o caminho, quando sentimos que <a href="https://www.facebook.com/paulatorres.organizer/posts/4998206336858855" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ficamos à deriva</a>, é importante ter ao lado alguém especializado a nos orientar. Para as pessoas mais autónomas, poderão pesquisar os vários métodos de organização e identificar aquele com que se sentem mais confortáveis. O importante é mesmo saber que etapas vamos seguir.</p>



<p>Por exemplo, um dos erros que muitas vezes se comete é começar a “organizar” sem antes fazer uma seleção, uma triagem de tudo o que temos, escolhendo o que realmente queremos manter, deixando ir o restante. Quando não selecionamos antes, não estamos a organizar, estamos simplesmente a arrumar.</p>



<p>A parte mais importante, que deverá ser sempre a primeira, de qualquer processo de organização, é a seleção e o descarte.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="estes-3-pontos-sao-a-base-de-partida-essencial-para-que-se-possamos-ter-um-processo-de-organizacao-bem-sucedido"><strong>Estes 3 pontos são a base de partida essencial para que se possamos ter um processo de organização bem sucedido.</strong></h2>



<p>Sem eles, será só mais uma intenção de Ano Novo que ficou novamente pelo caminho&#8230;</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-R6Phi' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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