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	<title>Mauro Paulino, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Mauro Paulino, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Um pequeno passo dos maus-tratos a animais aos maus-tratos a pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mauro Paulino]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Aug 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Animais e Pessoas]]></category>
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		<category><![CDATA[Link para a violência contra pessoas e Intervenção assistida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vários estudos têm vindo a demonstrar a relação que existe entre a violência contra animais e outros tipos de violência, nomeadamente a violência doméstica, a violência contra crianças ou quaisquer outras formas de violência interpessoal. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/um-pequeno-passo-dos-maus-tratos-a-animais-aos-maus-tratos-a-pessoas/">Um pequeno passo dos maus-tratos a animais aos maus-tratos a pessoas</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Vários estudos têm vindo a demonstrar a relação que existe entre a violência contra animais e outros tipos de violência, nomeadamente a violência doméstica, a violência contra crianças ou quaisquer outras formas de violência interpessoal. Basta uma breve pesquisa na realidade noticiosa nacional para encontrarmos vários casos, envolvendo maus-tratos a cães, gatos, ou até mesmo outros animais, num claro contraste do que é uma relação saudável e afetuosa entre espécies.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Laços entre pessoas e animais</strong></h2>



<p>O vínculo entre os humanos e os animais existe desde os primórdios, mas a sua valorização é mais recente. A substituição do termo animal de estimação por animal de companhia reflete, exatamente, o papel dos animais, enquanto fonte de lazer, conforto e apoio social, bem como a importância da ligação.</p>



<p>Os animais de companhia têm um papel relevante ao nível da saúde física e mental, nas diferentes etapas da vida. Se estivermos a falar de um casal com filhos pequenos, saiba que a relação estabelecida entre um animal de companhia e uma criança transmite uma sensação de valorização e de bem-estar e, por sua vez, são desenvolvidas competências de socialização, no sentido da comunicação, sensibilidade social e confiança interpessoal. Também para ilustrar, se estivermos a falar de pessoas idosas, os animais ajudam a adotar um estilo de vida ativo e saudável, promovem a estimulação física e cognitiva, ajudam a estabelecer uma rotina diária estruturada, devido às refeições, às caminhadas e cuidados regulares, estimulam emoções positivas e providenciam sentimentos de proteção.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando o laço existente entre pessoas e animais é marcado por violência</strong></h2>



<p>O papel dos animais nas dinâmicas familiares dá-nos informação sobre o que está a ocorrer na família, inclusive cenários de violência. As vítimas animais, cães ou gatos, mas também pássaros, tartarugas ou coelhos, por exemplo, servem para os agressores exercitarem o gosto pela violência e praticarem essa opção com progressiva dessensibilização.</p>



<p>Os maus-tratos a animais parecem ser a ponta do iceberg, não só estatístico, mas também na sua relação com outros fenómenos de violência em geral. No caso de os agressores de violência doméstica que exercem também violência contra os animais, o objetivo passa por explorar o vínculo emocional que as vítimas têm com os seus animais de companhia como forma de as chantagear emocionalmente e coagir a permanecer em silêncio ou a retomar o relacionamento.</p>



<p>Por isso, se deve considerar que uma situação de maus-tratos a animais pode estar relacionada com outro tipo de violência familiar que já esteja a ocorrer, pode prever formas de violência futura, pode ser usada para intimidar, coagir ou controlar vítimas humanas e a ocorrência de múltiplas formas de violência aumenta a violência futura.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que se sabe sobre quem maltrata animais?</strong></h2>



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			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Estima-se que os agressores de animais sejam maioritariamente do sexo masculino, surgindo as mulheres mais associadas a contextos de negligência, abandono ou acumulação. Os agressores adultos de animais têm maior probabilidade de ter um histórico de violência <a href="https://simplyflow.pt/familia-familias-toxicas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">familiar</a> na infância, ou ter sido expostos, direta ou indiretamente, a situações de maus-tratos a animais. Num estudo com 97 infratores, 25% dos agressores foram diagnosticados com uma ou mais perturbações psicológicas.</p>



<p>Os maiores níveis de crueldade animal estão relacionados com o abuso de álcool, perturbações da personalidade, jogo patológico e histórico familiar antissocial. Há também referência a níveis mais baixos de empatia e falta de preocupação moral.</p>



<p>Pensando mais na infância, é importante referir que existe uma relação sólida entre a crueldade infantil aos animais e traços psicopáticos precoces, assim como uma maior relação entre atos de crueldade contra animais na infância e a agressividade e atividades antissociais mais persistentes quando adultos. Por isso, caso tenha conhecimento de alguma <a href="https://simplyflow.pt/a-crianca-que-foi-teria-orgulho-no-adulto-que-e-hoje/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">criança</a> ou adolescente que seja violento para com animais, poderá encará-lo como uma bandeira vermelha para que se proceda a uma intervenção especializada o mais atempada possível.</p>



<p>Por exemplo, numa análise de 20 atiradores em massa, identificou-se que a maioria tinha sido cruel com animais durante a infância e aqueles que tinham uma história de abuso de animais tendiam a ser mais jovens no momento da sua ofensa, comparativamente aos que não registavam histórico.</p>


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<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="400" height="574" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/07/9789896931063_animais_e_pessoas_capa_200_kb_988214683625e6e342937d.jpg" alt="maus-tratos" class="wp-image-17971" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/07/9789896931063_animais_e_pessoas_capa_200_kb_988214683625e6e342937d.jpg 400w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/07/9789896931063_animais_e_pessoas_capa_200_kb_988214683625e6e342937d-209x300.jpg 209w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/07/9789896931063_animais_e_pessoas_capa_200_kb_988214683625e6e342937d-160x230.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2022/07/9789896931063_animais_e_pessoas_capa_200_kb_988214683625e6e342937d-320x459.jpg 320w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></figure></div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Animais e Pessoas – O livro que motiva uma campanha de sensibilização com várias figuras públicas</strong></h2>



<p>Em maio deste ano, foi publicado o livro “<a href="https://www.pactor.pt/pt/catalogo/ciencias-sociais-ciencias-forenses/ciencias-forenses-criminologia/animais-e-pessoas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Animais e Pessoas: Maus-tratos a animais, Link para a violência contra pessoas e Intervenção assistida</a>”, coordenado por mim, pela advogada Sandra Horta e pelo Provedor dos Animais da Câmara Municipal de Lisboa, Pedro Emanuel Paiva, contando com o importante contributo de diversos autores. Os direitos de autor revertem para a <a href="https://associacaovidaautonoma.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Associação Vida Autónoma</a>, uma instituição que acolhe pessoas sem abrigo juntamente com os seus animais de companhia.</p>



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<iframe title="Apresentação do livro: “Animais e Pessoas&quot;" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/7QHB2OS1MvE?feature=oembed&#038;enablejsapi=1&#038;origin=https://simplyflow.pt" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
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<p>Partindo desta obra, várias figuras públicas uniram-se em campanha de sensibilização contra os maus-tratos a animais e os benefícios da presença do animal para a saúde mental, a qual foi captada pela lente da <a href="https://www.shotsandcuts.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Shots &amp; Cuts</a> e conta com o apoio institucional da <a href="https://www.lisboa.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Câmara Municipal de Lisboa</a>, da <a href="https://www.pactor.pt/pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pactor Editora</a>, da <a href="https://www.mind.com.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mind | Psicologia Clínica e Forense</a>, entre outras entidades. <strong>A sociedade não pode ficar indiferente a este tema.</strong></p>



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		<title>Famílias tóxicas</title>
		<link>https://simplyflow.pt/familia-familias-toxicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mauro Paulino]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jul 2022 14:48:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Traumas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reconhecer que a família ou um elemento familiar não esteve afetivamente disponível é sempre uma tarefa desafiante.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/familia-familias-toxicas/">Famílias tóxicas</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma questão recorrente do trabalho relativo à recuperação psicológica de pessoas passa por se abordar o papel desempenhado pela sua família de origem nos abusos ou sofrimento que experienciam ao longo da vida. No fundo, é como se ficasse uma ferida aberta que aumenta a vulnerabilidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que podemos entender como família tóxica?</strong></h2>



<p>Podemos chamar de família tóxica ou familiares tóxicos qualquer família ou elemento disfuncional caracterizado pelo abuso e pelo trauma, gerador de sofrimento e que promovem guiões de vida mais vulneráveis, permitindo que a vítima deste registo tóxico se converta mais facilmente em vítima de outros abusos, uma vez atingida a idade adulta. Pela evolução e dinâmica dos comportamentos tóxicos, quase nunca as vítimas reconhecem a toxicidade encoberta que vivenciam.</p>



<p>Quando o perpetrador de um trauma é uma figura parental de apego primária, o problema para a criança é duplo. Por um lado, tem de sobreviver à experiência traumática. Por outro, tem de lidar com uma figura parental que é abusiva ou negligente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Experiências tóxicas</strong></h2>



<p>Podemos referir, a título de exemplo, a intrusão reiterada nos limites da <a href="https://simplyflow.pt/a-crianca-que-foi-teria-orgulho-no-adulto-que-e-hoje/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">criança</a>, não permitindo aprender que o respeito pelos próprios limites é algo que se deve exigir aos outros; o abuso e a exploração habituais, tornando-os triviais; o cuidado e a proteção da criança não existiam ou não eram prioritários; a insegurança e a imprevisibilidade da violência, levando a que a criança perca a capacidade de estar vigilante; a inconsistência e a inconstância que conduz à redução da capacidade de discernir; os segredos e a distorção da comunicação, com prejuízo na capacidade da criança contactar com as suas próprias emoções; o sentimento de inadequação ou indignidade que fizeram com que a criança não se sinta digna de amor; a sedução vivida em contexto familiar, podendo, no futuro, tornar-se mais vulnerável a quem, de forma, manipuladora lhe faça promessas.</p>



<p>Desta forma, <strong>as famílias podem manifestar um registo mais instável emocionalmente, mais violenta e abusiva ou mais manipuladora</strong>.</p>



<p>É raro que estas experiências de abuso nas famílias se dê de forma aberta ou manifesta, acontecendo, não raras vezes, sob a máscara de uma figura que, apesar de procurar destruir e aniquilar, realiza juras de amor, cuidado ou proteção, que soam a verdade junto de terceiros (outros familiares e amigos).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sequelas psicológicas de uma família ou familiar tóxico</strong></h2>



<p>As possibilidades são várias. Algumas pessoas chegam à sessão e afirmam não se lembrar de praticamente nada da sua infância, o que pode ser um sinal de experiências adversas severas, que, às vezes, é necessário recuperar através do EMDR (Eye Movement Desensitization and Reprocessing), um modelo terapêutico de dessensibilização e reprocessamento através do movimento ocular. Outros sinais possíveis envolvem sentir como se estivesse fora do corpo, ter frequentes esquecimentos relativos a lapsos de tempo em que estiveram “ausentes”, estar com a cabeça “noutro sítio”, ter pensamentos permanentes na vida diária, que retiram a pessoa do aqui e agora, ou viver numa fantasia romântica, imaginando aventuras, amores idealizados.</p>



<p><strong>A dor de viver ou ter vivido num ambiente tóxico pode envolver ideias negativas de si própria, autossabotagem (da felicidade ou dos êxitos), condutas autodestrutivas e autolesivas, adições, bem como a submissão, a negação, a dependência afetiva ou a necessidade constante de agradar, independentemente do sofrimento causado na própria.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É possível superar?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-r8dUL' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Reconhecer que a família ou um elemento familiar não esteve afetivamente disponível é sempre uma tarefa desafiante. Percorrer o caminho que vai da zanga, do ódio até ao aceitar da dor e da tristeza sentidas durante a infância permite que a vida possa seguir, finalmente, em frente. <strong>Este é um caminho terapêutico que muito beneficia de intervenção psicológica especializada.</strong></p>



<p>As soluções pouco eficazes que o adulto ensaia hoje para tentar tapar o trauma infantil de ontem tendem a não resultar. <strong>Não escolheu uma família tóxica, mas pode optar por deixar de continuar a ser vítima desse registo penoso. </strong>É necessário procurar novas soluções e mostra-me a prática clínica que <strong>é maravilhoso constatar como muitas pessoas se libertam da dor, da tristeza, da ira, da culpa, da vergonha</strong>.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-r8dUL' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<item>
		<title>A criança que foi teria orgulho no adulto que é hoje?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/a-crianca-que-foi-teria-orgulho-no-adulto-que-e-hoje/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mauro Paulino]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jun 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Mauro Paulino]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[superação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já tinha pensado sobre esta questão? A que resposta chegou?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Já tinha pensado sobre esta questão? A que resposta chegou?</strong></p>



<p>Existem adultos que associam, ainda que em silêncio, a infância a experiências negativas, algumas até traumáticas. Outros há que acreditam que tiveram uma infância dita “normal” ou até mesmo “boa”, vindo a descobrir, após uma profunda reflexão, que andaram, defensivamente, a iludir-se a si próprios.</p>



<p>A psicóloga alemã Stefanie Stahl escreveu que <strong>os que não encontram um lar dentro de si jamais descobrirão um no exterior</strong>, como forma de remeter para as influências da infância. É aqui que surge o conhecido <strong>conceito de “criança interior”</strong>, como a soma das impressões que ficaram em nós da infância, isto é, as boas e as más, que vivemos através da relação com os nossos pais ou outras pessoas importantes para nós.</p>



<p>Apesar dos sonhos e vontades que se tem em criança, nem sempre é possível beneficiar de um lugar tranquilo e securizante, levando a posturas e comportamentos durante a idade adulta que entristeceriam, no mínimo, a criança que se foi.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os primeiros anos de vida são muito importantes no desenvolvimento humano.&nbsp;</strong></h2>



<p>É durante esse período que a estrutura do cérebro ganha forma e a maneira como a mãe e o pai tratam de nós passa ser o plano, o modelo para todas as nossas relações futuras. Por outras palavras, <strong>o vínculo com os nossos pais ensina-nos a olhar para nós e também para os relacionamentos interpessoais</strong>.</p>



<p>Em traços simples, podemos identificar como necessidades psicológicas básicas, a necessidade de criar vínculos, de autonomia e segurança, de sentir prazer e de reforçar a autoestima. Ao frustrarmos estas necessidades na infância pela negligência, rejeição e/ou pelo abuso comprometemos um saudável desenvolvimento, podendo entrar-se numa espiral de defesas (por exemplo, reprimir a realidade, sede de poder, agressividade, perfeccionismo, isolamento) ou sintomatologia psicopatológica.</p>



<p><strong>Tais vivências não têm que significar uma condenação eterna à infelicidade, desperdiçando toda a vida adulta.</strong> Dependendo das experiências adversas vividas na infância, é possível superar e ressignificar esse passado, de modo que o adulto de hoje conforte a criança interior e a criança que foi tenha orgulho no adulto em que se tornou, apesar das dificuldades pelas quais possa ter passado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A superação das experiências adversas na infância</strong></h2>



<p>Partilho em seguida possíveis estratégias cognitivas e comportamentais que podem ajudar na autogestão e a reescrever memórias antigas e, consequentemente, a iniciar ou retomar a sintonia com a vida, tais como:</p>



<ol class="wp-block-list"><li><strong>Desconstrua as suas certezas negativas, que, na verdade, são consequência das influências da infância.</strong> Por exemplo, não era sua responsabilidade, enquanto criança, compreender e satisfazer as necessidades dos seus pais, como se tivesse de se comportar de uma determinada maneira para fazer com que a amassem;</li><li><strong>Enquanto adulto, pode definir a atitude e a abordagem que irá adotar perante futuras ocorrências. </strong>Questione qualquer relacionamento com base no papel que nele desempenha. Mesmo em contexto terapêutico, quando os clientes esperam assistir passivamente à intervenção psicológica, achando que é o psicólogo a fazer o trabalho todo e consideram esse trabalho como um serviço prestado, os progressos estão bastante condicionados;</li><li><strong>Aprenda a dizer que não.</strong> Uma das principais questões que as pessoas cuja criança interior se considera fraca enfrenta é a dificuldade em dizer que não, acabando por concordar em fazer favores contra a sua vontade. Com isso, acaba ressentida com a outra pessoa, causando mais prejuízo no relacionamento, do que se tivesse simplesmente dito que não.</li></ol>



<p>A investigação aponta diversos fatores relacionados com as características da própria pessoa (vinculação, coeficiente intelectual, autoestima) e do(s) causador(es) das experiências negativas (quanto maior a relação de proximidade com a criança, maior o risco de impacto), com o suporte do meio (estatuto socioeconómico da área de residência da criança, áreas desportivas, culturais e escolares) e com as características dos eventos adversos (gravidade, frequência, duração) que podem interferir nos efeitos negativos para a saúde.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><strong><strong>A mais-valia da ajuda psicológica</strong></strong></strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-d8KtU' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Se, por vezes, a superação e ressignificação de que se necessita pode suceder ao longo da vida através do envolvimento noutros relacionamentos saudáveis, é tão ou mais verdade de que em muitos casos há quem necessite de um formato específico de relação, concretamente uma relação terapêutica com psicólogo habilitado para o efeito. Adiar esse pedido de ajuda apenas potencia o sofrimento.</p>



<p>Existem estratégias de intervenção psicológica sustentadas em evidência científica e com clara vantagem de custo-eficácia que visam a resolução das angústias associadas a memórias ou eventos traumáticos, permitindo uma resolução adaptativa com claros benefícios no seu quotidiano. <strong>É possível falarmos na diminuição ou eliminação da tensão emocional e no desenvolvimento de cognições positivas que curarão a sua criança interior e permitirão que o seu adulto seja motivo de orgulho, mas também de superação.</strong> Vamos a isso?</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-d8KtU' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Fake news: Quais os perigos para a saúde mental?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/fake-news-quais-os-perigos-para-a-saude-mental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mauro Paulino]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Feb 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[fake news]]></category>
		<category><![CDATA[Mauro Paulino]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias falsas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta avalanche de notícias falsas não parece estar a desaparecer, mas temos o poder de questionar e nos adaptarmos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Termos acesso a muita informação não significa que a mesma seja verdadeira e de qualidade… As falsas notícias, amplamente conhecidas como fake news, têm vindo a tornar-se numa questão mundial e têm vindo a tocar praticamente todos os aspetos da nossa vida. Em grande parte, pela revolução trazida pelo digital e pelos conteúdos relacionados com a pandemia.</strong></p>



<p>Estudos recentes, a propósito da Covid-19, mostram que as pessoas podem redistribuir conteúdos falsos com a intenção de ajudar e alertar os outros. Ou seja, o altruísmo, enquanto tentativa de ajudar terceiros, foi considerado como um forte indicador da partilha de fake news relacionadas com a pandemia. Ainda assim, apesar destas boas intenções, <strong>a divulgação de notícias falsas sobre saúde pode pôr em risco a segurança das pessoas</strong>, potenciando falsas medidas de precaução, que conduzem a graves danos.</p>



<p>Por isso, a Psicologia tem vindo a dedicar atenção ao tema das fake news e já alertou para os perigos deste tipo de conteúdo na saúde mental.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="nem-tudo-o-que-parece-e"><strong>Nem tudo o que parece, é&#8230;</strong></h2>



<p><strong>As fake news passam, não raras vezes, por verdadeiras porque são apresentadas, de forma subtil, como se se tratasse de notícias legítimas, mas, na verdade, transmitem deliberadamente conteúdo falso e enganador.</strong>&nbsp;</p>



<p>Existem pelo menos três pontos-chave relativamente ao tema:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>a confusão sobre os factos;</li><li>as histórias fabricadas para prejudicar a imagem de determinadas figuras ou entidades;</li><li>a repetição com a finalidade de criar familiaridade com o conteúdo falso, lançando dúvidas sobre os factos.</li></ul>



<p>Neste universo, podemos incluir notícias falsas, rumores, mitos, teorias da conspiração, embustes, bem como conteúdos enganosos ou errados.</p>



<p>É também importante referir que, como todos os seres humanos, os jornalistas prestam mais atenção à informação que confirma as suas próprias atitudes e crenças do que a informação que, por oposição, as infirma. Assim, as decisões noticiosas tendem a ser influenciadas pelas suas próprias crenças, ou pela corrente do que outros jornalistas estão também a publicar.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="as-fake-news-sao-um-inimigo-da-saude-mental"><strong>As fake news são um inimigo da saúde mental.</strong></h2>



<p>Se tivermos em linha de conta que as fake news <strong>têm como objetivo final manipular a opinião pública</strong>, facilmente compreendemos que pretendem provocar uma resposta emocional no destinatário. Por isso, <strong>podem suscitar sentimentos de raiva, desconfiança, ansiedade e mesmo sintomas depressivos, distorcendo a perceção da realidade</strong>.</p>



<p>A investigação aponta o constante consumo de informação noticiosa, sobretudo quando proveniente de fontes menos credíveis, como um importante fator explicativo de preocupação. Se já com informação verdadeira é sabido que a exposição contínua à quantidade enorme de notícias e publicações nos mais variados meios leva o nosso sistema de alerta e medo a estar constantemente ativado, quanto mais com fake news. Não é por acaso que várias entidades na área da saúde mental recomendaram, ao invés de um bombardeamento quase constante, que possa escolher dois momentos por dia para receber atualizações de notícias e optar por um ou dois canais de informação credíveis para o fazer.</p>



<p>Por sua vez, reconhecer ou perceber as fake news como informação falsa pode também suscitar sentimentos de raiva e frustração, especialmente se o leitor se sentir impotente perante as circunstâncias suscitadas pelo tema. É certo que o facto de os estímulos individuais variarem de pessoa para pessoa interfere na intensidade com que as consequências podem ser sentidas e manifestadas.</p>



<p>Com tanta desinformação a ser publicada como verdade, o autor Steven Stosny avançou com o termo “perturbação do stresse do título da notícia” (headline stress disorder). Ou seja, para muitas pessoas, os alertas contínuos de fontes noticiosas, particularmente menos credíveis, resultam em sentimentos negativos como ansiedade, desespero e tristeza.</p>



<p>Ao analisar-se o fenómeno das fake news na saúde, observou-se que <strong>os conteúdos podem causar alterações psicológicas, como respostas de pânico, sintomas depressivos e maior cansaço</strong>. Por outras palavras, v<strong>erificou-se que as fake news relativas a questões de saúde</strong>, como sucede na pandemia, <strong>constituem uma ameaça para a saúde pública</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="o-autocuidado-envolve-tambem-o-que-se-ve-ouve-e-le"><strong>O autocuidado envolve também o que se vê, ouve e lê</strong></h2>



<p>Esta avalanche de notícias falsas não parece estar a desaparecer, mas <strong>temos o poder de questionar e nos adaptarmos</strong>.</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-F3jOa' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>É necessário cuidar de nós mesmos e evitar a exposição a informação não apropriada e não confiável, com notícias falsas ou notícias carregadas de sensacionalismo e em experiências não baseadas em dados reais. Acompanhe os factos e não os rumores e a desinformação.&nbsp;</p>



<p>Na dúvida, interrogue-se, pergunte-se:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Podem ser dados mais pormenores?</li><li>Pode ser dado um exemplo ou uma demonstração?</li><li>Como posso verificar essa informação?</li><li>Como podemos olhar para isto de uma perspetiva diferente?</li><li>Qual a fonte da informação?</li><li>Quais as credenciais do autor da informação?</li><li>A fundamentação da informação é baseada em método científico?</li><li>Qual a data da publicação?</li><li>O que está para além do título?</li></ul>



<p>Se sente que os meios de comunicação estão a ser fonte de pressão, desligue a ficha, numa espécie de detox. Se os conteúdos são demasiado constantes e confusos, afaste-se e procure o rigor e a excelência da informação, de preferência baseada em evidência científica.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-F3jOa' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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