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	<title>Marta Padilha, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Marta Padilha, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>Lipedema: O que é e como prevenir?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/lipedema-o-que-e-e-como-prevenir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marta Padilha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2025 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Lipedema]]></category>
		<category><![CDATA[Marta Padilha]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O lipedema é uma doença crónica e progressiva que afecta cerca de 10% da população feminina mundial.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O lipedema é uma doença crónica e progressiva que afecta cerca de 10% da população feminina mundial. Apesar de ser uma condição frequentemente desvalorizada, a sua inclusão no CID-11 (Classificação Internacional de Doenças) no início de 2022 trouxe maior visibilidade e estudo a esta patologia. Muitas vezes confundida com obesidade ou linfedema — uma condição diferente relacionada com o sistema linfático —, esta doença gera frustração em quem a vive, já que os esforços para a controlar muitas vezes não produzem resultados visíveis.</strong></p>



<p>O lipedema caracteriza-se pela acumulação excessiva de gordura na zona inferior do corpo, especialmente nas ancas, pernas e tornozelos. Esta acumulação ocorre de forma simétrica nos membros inferiores, mas provoca desproporção corporal, pois afecta apenas a parte inferior do corpo, com excepção das mãos e dos pés. Apenas em alguns casos, pode também afectar os braços.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os sintomas associados?</strong></h2>



<p>Para além disso, provoca <strong>dor ao toque e à palpação</strong>, <strong>hematomas e equimoses frequentes</strong>, bem como sintomas de <strong>pernas cansadas e pesadas</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual é a evolução da doença?&nbsp;</strong></h2>



<p>Sendo uma doença crónica, o lipedema <strong>não tem cura</strong>. Quando não controlado, pode evoluir, agravando os sintomas.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estádios e tipos do lipedema</strong></h2>



<p>Existem <strong>quatro estádios</strong> da doença, caracterizados por um aumento progressivo da gordura acumulada, da dor, do desconforto e por alterações na pele. E, dependendo da localização anatómica, são identificados<strong> cinco tipos diferentes</strong> de lipedema.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A importância do diagnóstico precoce</strong></h2>



<p><strong>O diagnóstico precoce feito por um médico especialista e o início de um tratamento adequado são extremamente importantes para evitar a progressão da doença.&nbsp;</strong></p>



<p>As pacientes relatam frequentemente um grande sentimento de frustração após inúmeras consultas, anos de buscas e tratamentos ineficazes, sendo um alívio encontrar finalmente um nome para uma condição que tanto afecta o seu quotidiano.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são as causas e os fatores de risco?</strong></h2>



<p>Apesar de não ter uma causa exclusiva determinada, acredita-se que o lipedema tenha uma <strong>forte componente hereditária</strong>. <strong>Desequilíbrios hormonais</strong>, como défice de progesterona e excesso de estrogénio, são apontados como possíveis fatores desencadeantes.</p>



<p>A doença afecta sobretudo mulheres na puberdade ou a partir dos 30 anos. Quando não controlada, pode evoluir para linfedema, atingindo o sistema linfático.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como prevenir os sintomas e a progressão do lipedema?</strong></h2>



<p>Embora não seja possível prevenir o seu aparecimento, é possível prevenir os sintomas e a sua progressão. Para isso, é essencial adoptar um “estilo de vida anti-inflamatório”, baseado nos seguintes pilares:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-9xlQ7' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Gestão do peso</strong>: Embora mulheres magras também possam ter lipedema, o controlo do peso é fundamental para melhorar os sintomas, o aspecto e a funcionalidade;</li>



<li><strong>Alimentação</strong>: A dieta deve ser anti-inflamatória, ajustada às necessidades nutricionais e clínicas individuais de cada mulher. Os alimentos processados e ultraprocessados, ricos em sódio e químicos pró-inflamatórios, tais como: enlatados, enchidos, <em>fast food</em> e comidas hipercalóricas e pouco nutritivas, devem ser eliminados da alimentação. A regularidade das refeições também é um fator a ter em atenção, assim como o bom funcionamento intestinal, pois a absorção de nutrientes e a eliminação de tóxicos, se não for feita corretamente, pode dificultar todo o controlo da condição;</li>



<li><strong>Treino e actividade física</strong>: O lipedema está associado a alterações do tecido conjuntivo e da unidade muscular. As mulheres com lipedema têm menor força e massa muscular nas zonas afetadas, sendo a resposta ao treino específico também inferior. A alteração do tecido conjuntivo faz com que as articulações sejam mais laxas, sendo muito mais frequente a instabilidade articular o que leva a maior risco de lesão articular, mas também uma maior associação a patologia articular, tais como genu valgo, pé plano, instabilidade da charneira lombo sagrada ou disfunção da anca. Por este motivo, o treino muscular ou treino de força é fundamental; ajuda a controlar o risco de lesão, melhora a funcionalidade, melhora a inflamação, aumenta a força e a massa muscular, ajuda a controlar o peso, já para não falar em todo o benefício geral associado. Estão contraindicados os exercícios de impacto, pois aumentam o risco de lesão e favorecem a fibrose do tecido subcutâneo. Estão indicados os exercícios aquáticos, pois a pressão da água ajuda também na microcirculação;</li>



<li><strong>Suplementação específica: </strong>Neste ponto torna-se imprescindível explicar que não há um produto concreto. A suplementação é adequada a cada mulher e a cada fase de vida. Pode ser necessário um ajuste diferente caso a paciente tenha 20 anos, esteja em pós-parto ou na menopausa;</li>



<li><strong>Melhorar a retenção e o edema</strong>: Mesmo que não exista insuficiência venosa associada, a utilização de meias de compressão pode ajudar e muito nesta sintomatologia. É necessária a adequação da compressão e a sua utilização diária. A drenagem linfática, seja manual ou mecânica, assim como a utilização de várias medidas na área estética, tem o seu papel no controlo da retenção, inflamação e aspecto da pele. A hidratação diária da pele, a utilização de banhos pouco quentes, a escovação a seco e a massagem de intensidade ligeira, formam parte do autocuidado específico desta condição;</li>



<li><strong>Controlar e/ou tratar as comorbilidades associadas</strong>: O lipedema está frequentemente associado a outras situações clínicas, tais como: excesso de peso e ou obesidade; <a href="https://simplyflow.pt/o-que-e-o-hipotiroidismo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">hipotiroidismo</a>; depressão; alergias; disbiose intestinal; insuficiência venosa; entre outras. A situação emocional e psicológica não pode ser descurada. Existem muitas mulheres com lipedema que se sentem frustradas, tristes, com dificuldade na socialização e com baixa autoestima, associado à dificuldade na compreensão e gestão da sua condição.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma abordagem terapêutica multidisciplinar e personalizada</strong></h2>



<p>A abordagem desta <a href="https://martapadilha.pt/lipedema/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">doença</a> tem vários pilares que devem ser considerados, pois cada um tem expressões diferentes em cada paciente. Assim, cada mulher deve ser avaliada de forma única, para que o plano terapêutico seja personalizado por médicos, nutricionistas, técnicos de exercício e terapeutas com formação e experiência nesta condição específica. O objetivo desta equipa multidisciplinar será, em conjunto com a paciente, gerir a sua condição e melhorar a sua qualidade de vida.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-9xlQ7' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<item>
		<title>5 pilares fundamentais da Medicina Anti-Aging</title>
		<link>https://simplyflow.pt/5-pilares-fundamentais-da-medicina-anti-aging/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marta Padilha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jan 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Marta Padilha]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Anti-Aging]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não nos podemos esquecer que somos o resultado das nossas atitudes, comportamentos e opções. Por isso, devemos ter uma postura ativa, assertiva e participativa perante a nossa própria vida.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/5-pilares-fundamentais-da-medicina-anti-aging/">5 pilares fundamentais da Medicina Anti-Aging</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Todos temos o desejo de ter saúde e sem a qual a vida não tem o mesmo significado. Mas, não nos podemos esquecer que somos o resultado das nossas atitudes, comportamentos e opções. Por isso, devemos ter uma postura ativa, assertiva e participativa perante a nossa própria vida. Os benefícios e os prazeres produzidos são, simultaneamente, imediatos e a longo prazo. Mas, como pode a Medicina Anti-Aging ajudar a obter uma melhor qualidade de vida?</strong></p>



<p><strong>A nossa maior preocupação deve ser a prevenção da doença, a promoção da saúde e, como tal, mudar hábitos e condutas no estilo de vida que são lesivos ao organismo.</strong> Assim, é fundamental intervir na alimentação, na gestão do stress, nos hábitos de sono e de exercício físico, porque há uma maior prevalência de patologias como a obesidade, diabetes, hipertensão arterial, entre outras doenças associadas aos maus hábitos da população.</p>



<p>Acredito que é fundamental, como tudo na vida, haver<strong> equilíbrio </strong>e não fazer disto algo castrador e penoso, porque devemos sentir-nos bem connosco, antes de mudar qualquer atitude que poderá guiar à nossa felicidade, tendo uma atitude &nbsp; preventiva, mas não demasiada fundamentalista.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5 pilares fundamentais da Medicina Anti-Aging:</strong></h2>



<p>O antienvelhecimento, numa abordagem da Medicina Anti-Aging, assenta em 5 pilares fundamentais que são simultaneamente as áreas de intervenção clínica.</p>



<ol class="wp-block-list"><li><strong>Modulação hormonal;&nbsp;</strong></li><li><strong>Suplementação não hormonal;&nbsp;</strong></li><li><strong>Exercício físico;&nbsp;</strong></li><li><strong>Nutrição funcional;&nbsp;</strong></li><li><strong>Gestão do stress.&nbsp;</strong></li></ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É da conjugação de esforços nestas áreas que se consegue promover uma melhor qualidade de vida e prevenir as doenças relacionadas com o envelhecimento.</strong></h2>



<p>Note-se que quando falamos de Medicina Anti-Aging estamos perante um tipo de<strong> medicina personalizada e individualizada </strong>que tem em conta cada história, caso e percurso, oferecendo resultados imediatos na qualidade de vida dos pacientes.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Suplementação hormonal&nbsp;</strong></h3>



<p>Dos  referidos pilares da medicina do antienvelhecimento (Medicina Anti-Aging), a <a href="https://simplyflow.pt/o-que-e-a-modulacao-hormonal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">modulação hormonal</a> é encarada como tudo o que leva ao aperfeiçoamento de todo o processo hormonal, ou seja, ao melhoramento da formação, libertação, transporte, ação e metabolização hormonal.</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-o3OrW' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p><strong>Os sintomas da deficiência hormonal podem manifestar-se com uma frequência muito maior do que julgamos, mas, infelizmente, a maior parte das pessoas acaba por se habituar a sentir os sintomas, julgando que é da idade, stress ou outras causas, ignorando completamente que esses sinais e sintomas podem provocar danos na sua saúde física e mental.</strong></p>



<p>Todas as pessoas começam a perder as suas hormonas, ao ritmo de 1 a 3% ao ano, por volta dos 30-35 anos. A partir dessa idade, o organismo passa a exigir muito mais das hormonas do que a sua capacidade de produzir. É importante entender que as hormonas não decrescem porque envelhecemos, mas envelhecemos porque as hormonas diminuem. No entanto, é crucial esclarecer que <strong>a pessoa equilibrada do ponto de vista hormonal também envelhece, mas a um ritmo controlado, o que irá permitir reduzir os danos de saúde</strong>.&nbsp;</p>



<p>Quando este equilíbrio fica descompensado, seja pelo envelhecimento fisiológico ou por determinadas patologias podemos instituir a administração das hormonas em défice, nomeadamente sob a forma hormonas bioidênticas (ou seja, hormonas química e estruturalmente iguais às nossas) que podem ser administradas por via oral, vaginal, transdérmica ou ainda na forma de chip.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Sintomas da deficiência hormonal:</strong></h4>



<p>Os sintomas da deficiência hormonal podem ocorrer em qualquer parte do corpo, pois existem recetores hormonais em todas as células do nosso organismo. São comuns à maioria das pessoas e variam consoante o sexo.&nbsp;</p>



<p>Nas mulheres, manifesta-se com:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Irritabilidade;</li><li>Alteração da qualidade do sono;</li><li>Dificuldade em perder peso;</li><li>Alteração&nbsp; da memória;</li><li>Diminuição da líbido e secura vaginal, entre outros.</li></ul>



<p>No sexo masculino, ocorre:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Dificuldade em perder peso;</li><li>Aumento do perímetro abdominal;</li><li>Diminuição da líbido;</li><li>Alteração da memória;</li><li>Irritabilidade;</li><li>Diminuição do número de ereções matinais, entre outros.</li></ul>



<p>Note-se, no entanto, que <strong>cada pessoa é única e cada corpo é diferente e, por essa razão, o seu grau de envelhecimento é também exclusivo de cada indivíduo</strong>. Por este conjunto de razões, são necessárias, para a determinação desses mesmos défices hormonais, técnicas individuais, nas quais se incluem exames de imagem e exames laboratoriais, devendo estes serem realizados por vezes em alturas específicas (por exemplo: determinadas fases do ciclo menstrual da mulher).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Suplementação não hormonal&nbsp;</strong></h3>



<p>A suplementação não hormonal também <strong>deve ser individual e personalizada</strong>, uma vez que défices destes elementos provocam défices hormonais. As hormonas, para serem produzidas e para conseguirem desempenhar as suas funções, necessitam de vitaminas e minerais, sendo que <strong>o seu consumo regular deve ser supervisionado por um médico ou nutricionista</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Exercício físico</strong></h3>



<p>Os benefícios da prática de atividade física para a saúde e qualidade de vida de pessoas de todas as idades estão bem documentados na literatura científica. De facto, <strong>a prática de exercício físico é fundamental para aumentar a saúde, o bem-estar e a qualidade de vida</strong>, sendo capaz de melhorar a circulação sanguínea, fortalecer o sistema imunitário, acelerar o metabolismo, diminuir o risco de doenças cardiovasculares e prevenir a osteoporose, entre outras.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Os principais benefícios das atividades físicas são:</strong></h4>



<ul class="wp-block-list"><li>Combater o excesso de <a href="https://www.instagram.com/p/CXeBwZvLE4I/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">peso</a>;</li><li>Redução da tensão arterial;</li><li>Controlo da glicemia;</li><li>Fortalecimento dos ossos e articulações;</li><li>Aumentar a força e a resistência muscular;</li><li>Promover a sensação de bem-estar;</li><li>Fortalecer o sistema imunitário.</li></ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Nutrição Funcional&nbsp;</strong></h3>



<p><strong>A nutrição funcional rastreia os sintomas, sinais e características de cada indivíduo e relaciona-os com a carência ou excesso dos nutrientes, corrigindo os desequilíbrios nutricionais que geram sobrecarga no sistema imunitário.</strong></p>



<p>Estas alterações do equilíbrio desencadeiam processos alérgicos tardios, os quais acabam por provocar doenças crónicas, tais como obesidade, depressão, fibromialgia, artrite reumatóide, síndrome do pânico, osteoporose, diabetes, distúrbios de comportamento e hiperatividade infantil, alteração na performance física.</p>



<p>Os conceitos da nutrição funcional abrangem a genética, a intervenção clínica na biologia dos sistemas e a compreensão da influência de fatores ambientais e de estilo de vida no surgimento e progressão da doença.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A nutrição clínica funcional possui cinco princípios básicos:</strong></h4>



<ul class="wp-block-list"><li>Individualidade bioquímica;</li><li>Tratamento centrado no paciente;</li><li>Equilíbrio nutricional e biodisponibilidade de nutrientes;</li><li>Vitalidade positiva;</li><li>Inter-relações pela teia de processos bioquímicos.</li></ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>. Gestão do stress</strong></h3>



<p>Segundo a definição do conceituado médico endocrinologista Selye, no já longínquo ano de 1956, <strong>o stress é uma reação do organismo que ocorre em consequência de situações que exigem adaptações além do seu limite</strong>. Atualmente, os estudos sobre stress abrangem não apenas as consequências no corpo e na mente humana, mas também as suas implicações para a qualidade de vida da sociedade.&nbsp;</p>



<p>O stress pode afetar a saúde, a qualidade de vida e a sensação de bem-estar como um todo. Pode ser agudo &#8211; por exemplo: um acontecimento dramático, como uma discussão ou um acidente- ou stress crónico &#8211; quando são situações arrastadas. O impacto que tem na nossa vida depende de várias componentes, como o contexto social e económico, a predisposição genética ou o ambiente em que vivemos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A maneira como lidamos com o stress é diferente, sendo por isso variável a sua sintomatologia.&nbsp;</strong></h4>



<p>Os sintomas físicos são geralmente os seguintes:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li>dores lombares;</li><li>dores de cabeça;</li><li>dores de barriga;</li><li>dores musculares;&nbsp;</li><li>taquicardia;&nbsp;</li><li>tensão arterial alta;</li><li>tonturas e náuseas;&nbsp;</li><li>zumbidos e suores frios nas mãos e pés;</li><li>diarreia ou obstipação;&nbsp;</li><li>sensação de cansaço,&nbsp;</li><li>alterações do padrão do sono (excesso de sono, dificuldade em dormir).</li></ul>



<p>A <strong>longa exposição ao stress pode refletir-se nas nossas ações</strong>. Os sintomas comportamentais mais frequentes são: alterações do apetite; boca seca e dificuldades em engolir; bruxismo; tiques nervosos; aumento do consumo de álcool, tabaco e drogas.</p>



<p>O stress crónico pode levar a problemas graves de saúde, como a depressão, ansiedade, doenças cardiovasculares (hipertensão arterial, enfarte agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral), disfunções sexuais, doenças gastrointestinais, queda e fragilidade no cabelo, doenças da pele e obesidade.&nbsp;</p>



<p>Por isso, <strong>é crucial haver uma boa gestão do stress no dia-a-dia, na busca de uma melhoria da saúde mental e do bem-estar</strong>.</p>



<p>Não é possível encontrar um tratamento milagroso para o stress que seja eficaz em todas as pessoas porque cada uma possui mecanismos próprios para lidar com o fenómeno. Deste modo, é importante experimentar diferentes técnicas e estratégias.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão: </strong></h2>



<p>O facto de tomarmos o envelhecimento como uma inevitabilidade não signiﬁca que não possamos agir sobre ele. Na realidade, <strong>a forma como cada um de nós escolhe viver a vida inﬂuencia, determinantemente, a degradação do nosso organismo e, assim, o ritmo de envelhecimento</strong>. Se cuidarmos mais de nós próprios, se estivermos atentos às particularidades do nosso organismo e soubermos como evitar que este adoeça, teremos, seguramente, mais hipóteses de tornar a vida mais extensa e com melhor qualidade.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-o3OrW' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>O que é o Hipotiroidismo?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-que-e-o-hipotiroidismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marta Padilha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jun 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Anti-Aging]]></category>
		<category><![CDATA[Antiaging]]></category>
		<category><![CDATA[Hipotiroidismo]]></category>
		<category><![CDATA[Marta Padilha]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Anti-Aging]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[tiroide]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Hipotiroidismo pode afetar qualquer pessoa, de qualquer idade. É, no entanto, mais frequente no sexo feminino e tende a desenvolver-se quando envelhecemos. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A tiróide é uma glândula essencial para o nosso bem-estar. A maioria das pessoas desconhece a sua existência, nem sabe onde fica localizada. No entanto, grande parte do nosso corpo é regulado pela tiróide e quando existe algum desequilíbrio desta glândula todo o funcionamento do nosso corpo é afectado, como, por exemplo, em casos de hipotiroidismo.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é a tiróide?</strong></h2>



<p>A tiróide tem uma forma semelhante a uma borboleta, com um peso de até 25 gramas no adulto e fica localizada na parte da frente do pescoço. Esta pequena glândula<strong> controla todo o metabolismo do corpo &#8211; ajuda a manter o funcionamento cerebral, a temperatura corporal, o nível de energia, o sono, o humor e o desejo sexual</strong>.</p>



<p>De forma resumida, <strong>as principais hormonas produzidas pela tiróide são a T3 (triiodotironina) e a T4 (tiroxina)</strong>, e a sua produção e secreção são reguladas por um mecanismo de feedback negativo. Estas hormonas <strong>têm um extraordinário impacto na nossa saúde e no nosso peso</strong>, sendo muitas vezes essa relevância ignorada e incompreendida.&nbsp;</p>



<p>Os <strong>problemas na tiróide podem aparecer em qualquer fase da vida</strong>, desde da infância à terceira idade, sendo, no entanto, mais comum em mulheres.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é o Hipotiroidismo?</strong></h2>



<p>O&nbsp; <strong>Hipotiroidismo</strong> é caracterizado pela baixa atividade da tiróide e resulta da queda da produção das hormonas T3 e T4.&nbsp;</p>



<p>O Hipotiroidismo pode afetar qualquer pessoa, de qualquer idade. É, no entanto, mais frequente no sexo feminino e tende a desenvolver-se quando envelhecemos. Existem também casos detectados durante a infância e até em bebés recém-nascidos, uma vez que é possível detectar esta patologia através do teste do pezinho feito nos primeiros dias de vida.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os sintomas de Hipotiroidismo?</strong></h2>



<p>Os sintomas desta patologia podem variar de acordo com as caraterísticas individuais. No entanto, os principais sintomas são:</p>



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			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Aumento de peso</strong> &#8211; A baixa produção de hormonas tiroideias faz o corpo desacelerar o seu metabolismo de modo que o corpo passa a queimar calorias mais devagar. Ou seja, à medida que o metabolismo desacelera, as células precisam de menos energia e o corpo armazena calorias extra em forma de gordura;</li><li><strong>Fadiga, sonolência, bocejos e exaustão</strong> &#8211; As pessoas com hipotiroidismo estão sempre cansadas, com níveis baixos de energias e mesmo ao acordar já parecem estar cansadas;</li><li><strong>Dores articulares, dores musculares e cãibras </strong>&#8211; As pessoas apresentam articulações e músculos rígidos, dolorosos e sensíveis;</li><li><strong>Sensação de estar sempre com frio</strong>;</li><li><strong>Sudorese (transpiração) diminuída</strong> &#8211; Se o metabolismo está diminuído há uma menor perda de calor corporal;</li><li><strong>Obstipação (prisão de ventre)</strong> &#8211; O hipotiroidismo também desacelera o metabolismo intestinal, as pessoas apresentam também distensão abdominal e flatulência (gases);</li><li><strong>Depressão</strong> &#8211; Existe um retardamento da função cerebral assim como a diminuição da produção da serotonina (“a hormona da felicidade”) levando a sentimentos de pessimismo, inadequação e incapacidade de desfrutar do prazer. A depressão é um dos diagnósticos mais frequentes de hipotiroidismo;</li><li><strong>Problemas de pele </strong>– rosácea;&nbsp;</li><li><strong>Problemas de cabelo</strong> &#8211; cabelo mais fino, quebradiço e com mais queda;&nbsp;</li><li><strong>Problemas de unhas </strong>– quebradiças com estrias e com crescimento lento;&nbsp;</li><li><strong>Retenção de líquidos na zona da face (cara e olhos), mãos, pés e pernas</strong>;</li><li><strong>Problemas menstruais e infertilidade</strong> &#8211; Frequentemente as mulheres com hipotiroidismo têm alterações nos seus períodos menstruais, que tanto podem ser irregulares e longos, com fluxo abundante, quer com pouco fluxo ou até mesmo inexistente;&nbsp;</li><li><strong>Reflexos mais lentos</strong>;&nbsp;</li><li><strong>Diminuição do desejo sexual</strong>;&nbsp;</li><li><strong>Voz rouca</strong>;&nbsp;</li><li><strong>Colesterol elevado</strong>;&nbsp;</li><li><strong>Hipertensão arterial</strong>;&nbsp;</li><li><strong>Frequência cardíaca baixa</strong>;&nbsp;</li><li><strong>Anemia</strong>;&nbsp;</li><li><strong>Alergias ou urticária</strong>;&nbsp;</li><li><strong>Sinusite</strong> &#8211; episódios frequentes.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como é feito o diagnóstico?&nbsp;</strong></h2>



<p>O diagnóstico baseia-se na clínica e exame objetivo, ou seja, através da avaliação dos sinais e sintomas de cada paciente e de exames complementares de diagnóstico, tais como: ecografia da tiróide&nbsp; e análises laboratoriais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual é o tratamento? Existe curta? </strong></h2>



<p>O tratamento é baseado nos 5 pilares do <a href="https://www.martapadilha.pt/anti-aging">Anti-Aging</a>: <strong>nutrição funcional</strong>, <strong>exercício físico</strong>, <strong>gestão do sono</strong>, <strong>suplementação não hormonal</strong> (a maioria das pessoas com hipotiroidismo tem défice de zinco, selénio, magnésio) e <strong>terapia hormonal </strong>ajustada aos valores analíticos apresentados pela análises.</p>



<p></div>
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		<title>O que é a modulação hormonal?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-que-e-a-modulacao-hormonal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marta Padilha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jan 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Anti-Aging]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo São]]></category>
		<category><![CDATA[Marta Padilha]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Anti-Aging]]></category>
		<category><![CDATA[Modulação hormonal]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=13753</guid>

					<description><![CDATA[<p>O envelhecimento é um fenómeno natural e os sintomas do défice hormonal são comuns à maioria das pessoas, mas variam consoante o sexo. Saiba como a modulação hormonal e a medicina Anti-Aging podem ajudar a promover a sua qualidade de vida e longevidade.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><strong>Sabia que a partir dos 30 anos o nosso corpo começa a perder entre 1 a 3% das hormonas benéficas ao nosso organismo? Por isso, a partir dos 40 anos conseguimos ver os primeiros sinais de défice hormonal. Conheça a modulação hormonal, um dos 5 pilares do Anti-Aging, uma medicina personalizada e individualizada que tem como objetivo detectar, prevenir e tratar atempadamente doenças decorrentes do envelhecimento, promovendo, assim, a qualidade de vida e a longevidade.&nbsp;</strong></strong></p>



<p>O envelhecimento é um fenómeno natural em que existe um declínio progressivo das capacidades de vários sistemas, órgãos e hormonas como estrogénios, progesterona, testosterona, DHEA, cortisol, hormonas tiroideias entre outras. A partir dos 30, 35 anos, o nosso corpo começa a perder entre 1 a 3% das hormonas benéficas ao nosso organismo, o que faz com que <strong>por volta dos 40 anos</strong>, consigamos ver os <strong>primeiros sinais de défice hormonal</strong>. <strong>Os sintomas do défice hormonal são comuns à maioria das pessoas, mas variam consoante o sexo</strong>.&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>No caso das mulheres:</strong> irritabilidade, alteração da qualidade do sono, dificuldade em perder peso, alteração da memória, diminuição da líbido, secura vaginal, entre outros. Estes fatores são normalmente agravados com a chegada da menopausa.&nbsp;</li><li><strong>No caso dos homens:</strong> dificuldade em perder peso, aumento do perímetro abdominal, diminuição da líbido, alteração da memória, irritabilidade, diminuição do número de ereções matinais, entre outros.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cada pessoa é única e cada corpo diferente.</strong></h2>



<p>Mas, cada pessoa é única e cada corpo diferente, por isso, o seu grau de envelhecimento é também ele exclusivo. Por estas razões,<strong> são necessárias técnicas individuais e únicas para cada indivíduo</strong>, sendo, no entanto, necessário realizar <strong>exames imagiológicos e exames laboratoriais</strong>, devendo estes serem realizados na altura correta do ciclo menstrual.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual o propósito da medicina Anti-Aging?</strong></h2>



<p>A <a href="https://www.martapadilha.pt/anti-aging">Medicina Anti-Aging</a> é uma área médica que se dedica à <strong>promoção da qualidade de vida e longevidade</strong>. Os objectivos desta prática médica focam-se em <strong>detectar, prevenir e tratar atempadamente doenças decorrentes do envelhecimento que podem estar camufladas por sintomas que pensamos conhecer, mas que podem apresentar um quadro clínico muito mais complexo do que imaginamos</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os 5 pilares fundamentais da medicina Anti-Aging:</strong></h2>



<p>O Anti-Aging assenta em 5 pilares fundamentais:&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list"><li><strong>Modulação hormonal</strong>;</li><li><strong>Suplementação não hormonal</strong>;</li><li><strong>Exercício físico</strong>;</li><li><strong>Nutrição funcional</strong>;</li><li><strong>Gestão do stress</strong>.&nbsp;</li></ol>



<p>Só assim conseguimos promover uma melhor qualidade de vida e prevenir as doenças relacionadas com o envelhecimento.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Esta é uma medicina personalizada e individualizada.&nbsp;</strong></h2>



<p>Estamos perante um tipo de medicina personalizada e individualizada que <strong>tem em conta cada história, caso e percurso, oferecendo resultados imediatos na qualidade de vida dos pacientes</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é a modulação hormonal?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-NKebc' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>A modulação hormonal <strong>é tudo o que leva ao aperfeiçoamento de todo o processo hormonal, ou seja, ao melhoramento da formação, libertação, transporte, ação e metabolização hormonal</strong>. Para tal temos de ter em consideração&nbsp; a alimentação, exercício físico, gestão do stress, suplementação não hormonal e reposição hormonal. Este último “processo” é da exclusividade médica. Mas, terá de ser um médico com uma visão holística porque podemos fazer reposição hormonal sem modulação hormonal, recorrendo a hormonas bioidênticas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que são as hormonas bioidênticas?&nbsp;</strong></h2>



<p>Estas são moléculas que são, estrutural e quimicamente, iguais às que são naturalmente produzidas pelo corpo humano. Por esta razão, os nossos receptores estão preparados para as receber, não havendo efeitos secundários, nem rejeição por parte do organismo e o fígado não as identifica como estranhas, estando preparado para as metabolizar evitando a sua acumulação.&nbsp;</p>



<p>Já as hormonas não bioidênticas, como têm uma estrutura igual à nossa, os nossos receptores não estão preparados para elas, não havendo o encaixe (chave-fechadura), não ocorrendo uma boa metabolização no fígado, podendo até estas transformarem em metabólitos prejudiciais para o nosso organismo.</p>



<p>É de realçar que as hormonas bioidênticas produzidas pela indústria farmacêutica podem ser adquiridas em qualquer farmácia. São utilizadas por vários colegas de diversas especialidades, como por exemplo, a progesterona bioidêntica que é indicada para as grávidas que têm risco de parto prematuro.&nbsp;</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-NKebc' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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