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	<title>Mário Morais de Almeida, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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		<title>Como é viver sempre com alergias?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-e-viver-sempre-com-alergias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mário Morais de Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2018 10:18:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Morais de Almeida]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estamos no século XXI a viver com as nossas alergias. Muitas vezes em silêncio. E, elas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Estamos no século XXI a viver com as nossas alergias. Muitas vezes em silêncio. E, elas a falarem bem alto. A tosse, a pieira, os espirros, a congestão nasal, a comichão, o cansaço, tanto cansaço; Fazem-se ouvir tão bem, em mim, nos nossos filhos, nos avós, nos colegas, na escola, na rua…</span></p>
<h2><b>As doenças alérgicas são ainda pouco valorizadas.</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de serem conhecidas desde a Antiguidade, as doenças alérgicas são ainda pouco valorizadas, estão pouco diagnosticadas e tremendamente maltratadas. </span><b>Com quadros de gravidade muito variável, que em alguns casos podem pôr a vida em risco, afetam a vida de muitos portugueses. De um terço da população!</b></p>
<h2><b>Quais as principais doenças alérgicas?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre as principais doenças alérgicas, temos a</span><b> asma</b><span style="font-weight: 400;"> em 10% da população e a </span><b>rinite alérgica</b><span style="font-weight: 400;"> que atinge mais de 20%. Quase todos os asmáticos têm rinite e, dos que sofrem de rinite, mais de 70% tem conjuntivite alérgica e mais de um terço tem asma. A associação de sintomas de vários órgãos ajuda no diagnóstico. Depois temos </span><b>alergias na pele</b><span style="font-weight: 400;">, como a </span><b>dermatite atópica</b><span style="font-weight: 400;"> e a </span><b>urticária</b><span style="font-weight: 400;">, que afetam 10% e 20% da população em algum momento da vida. E, existem outras alergias que podem ser muito graves, como as </span><b>alergias a alimentos, a medicamentos e a insetos</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>Quais os sintomas das alergias?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas alergias </span><b>os sintomas passam por comichão e pingo no nariz, espirros, nariz tapado, tosse, falta de ar, pieira, comichão e descamação ou manchas na pele, inchaços</b><span style="font-weight: 400;">… E, é algo que se repete ao longo do tempo. Podemos pensar que estamos constipados e até podemos admitir que, passadas semanas, surja uma nova constipação. Mas, torna-se estranho quando se mantém meses, se repete com frequência e nos afeta muito, sempre de lenço na mão, a espirrar e a tossir e, em muitos casos, cada vez com mais falta de ar. Valorizemos os sintomas. E, não só…</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Certamente conhece pessoas que sofrem de hipertensão arterial; sabe que para além da dieta e da medicação têm de medir regularmente a pressão arterial e fazer alguns exames para avaliar e prevenir as consequências da situação. Quem sofre de diabetes, mede os níveis de açúcar no sangue e com frequência avalia com vários exames, o controlo da sua doença. E, quem tem asma? Sabe que é uma doença alérgica crónica que tem controlo? Sabe que a maioria dos asmáticos não avalia a sua doença nem sabe a que é alérgico? Sabe como se avalia o controlo da asma? E, afinal, o que é o controlo? É não ter sintomas diurnos nem noturnos, tendo uma vida produtiva, física e psiquicamente ativa, não ter crises, necessitar de pouca medicação de alívio, ter uma função pulmonar normal.</span></p>
<h2><b>Sabe se é asmático?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">De facto, quem “sofre” de asma, efetivamente sofre. Na maioria dos casos, crianças ou adultos, apenas existe medicação durante as crises. Consegue correr? E, rir? Dorme bem? Subir escadas é possível? O que é que deixa de fazer por ser asmático? E, os seus filhos? Já agora, sabe se é asmático?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem métodos que permitem determinar o controlo desta situação crónica: questionários de avaliação e provas funcionais respiratórias, estas últimas facilmente realizadas a partir da idade escolar, completam-se na avaliação e caraterização do seu problema. Diz-nos a experiência que tais metodologias não são conhecidas pela maioria dos asmáticos e, no entanto, já fizeram muitas análises e radiografias…</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A evicção alergénica, associada à promoção de estilos de vida favoráveis (atenção ao tabaco e à exposição a poluentes, cuidado com os ácaros do pó, fungos e insetos, atenção aos pólenes e fungos da atmosfera, praticar exercício,&#8230;), é enquadrada na terapêutica farmacológica: </span><b>se uma medicação de controlo, essencialmente anti-inflamatória, prolongada, é frequentemente necessária, algo que tem de estar sempre presente, é a medicação de crise</b><span style="font-weight: 400;"> – um terço dos asmáticos que morrem correspondem a casos de asma ligeira em que a medicação de crise não estava disponível&#8230; E, tanto que podia ter evitado…</span></p>
<h2><b>O que fazer em caso de doença alérgica?</b></h2>
<p><b>É verdade, podemos fazer tratamentos para controlar a alergia e passar bem durante muito tempo.</b><span style="font-weight: 400;"> Por exemplo, as vacinas antialérgicas são muito eficazes e modificam favoravelmente o quadro clínico. Mas, continuam a não ser comparticipadas. E, o acesso a medicamentos biológicos inovadores indicados no tratamento das alergias mais graves está muito dificultado…</span></p>
<p><b>No tratamento da rinite, os medicamentos mais usados são os anti-histamínicos não sedativos e os corticoides de aplicação nasal</b><span style="font-weight: 400;"> dos quais os alérgicos referem ter muito medo. Mas, devem é ter receio dos vasoconstritores nasais que não devem ser usados mais de 3 a 5 dias, existindo alérgicos que andam meses ou anos a pôr estas gotas no nariz! Tal prática pode lesar irreversivelmente a mucosa nasal ou desencadear hipertensão arterial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se pensarmos </span><b>no tratamento da asma, há medicamentos de alívio imediato e outros para o controlo a longo prazo: broncodilatadores e corticoides, por via inalada</b><span style="font-weight: 400;">, são excelentes. </span><b>Há ainda tratamentos antileucotrienos que podem melhorar ao mesmo tempo a asma e a rinite.</b></p>
<p><b>Nas alergias da pele o tratamento passa muito pela hidratação. Depois, a aplicação local de corticoides no agravamento da dermatite destaca-se,</b><span style="font-weight: 400;"> sendo lamentável que os medicamentos indicados nos casos mais graves sejam pouco comparticipados. De facto, quem tem as alergias mais graves quase não tem apoio! Até os próprios hidratantes, que são a base do tratamento, não têm comparticipação. </span><b>No caso da urticária, os anti-histamínicos não sedativos são essenciais na obtenção do controlo.</b></p>
<h2><b>Porque existem cada vez mais pessoas com alergias?</b></h2>
<p><b>Há vários fatores responsáveis por haver cada vez mais doenças alérgicas, e para estas serem de maior gravidade. Temos uma alimentação menos tradicional, associada a aumento de peso e a problemas de obesidade. Passamos cada vez mais tempo em frente da televisão, somos mais sedentários. </b><span style="font-weight: 400;">É preciso diagnosticar, tratar, mas também alterar hábitos alimentares e estimular o exercício, porque uma boa condição física também é fundamental para controlar as doenças alérgicas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A alergia não tem de ser o “lobo mau” da nossa vida. Um alérgico pode ser um campeão em cada dia, brincar com os seus filhos e com os amigos, fazer as suas atividades normais e não ter de faltar à escola nem ao trabalho por causa da doença.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fale com os profissionais de saúde. Procure o apoio das associações de doentes. Informe-se, controle-se. Tenha uma vida sem limitações.</span></p>
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		<title>Sobreviver às alergias</title>
		<link>https://simplyflow.pt/sobreviver-as-alergias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mário Morais de Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Mar 2018 08:34:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Morais de Almeida]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Porque existem tantas alergias nesta estação? As alergias são a reacção exagerada do organismo humano em&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/sobreviver-as-alergias/">Sobreviver às alergias</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><b>Porque existem tantas alergias nesta estação? </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As alergias são a reacção exagerada do organismo humano em resposta ao ambiente que nos rodeia. Quando existe uma doença alérgica estamos em luta contra algo que devíamos tolerar: “as alergias são um excesso de defesas”. E, os “inimigos” podem ser alergénios de ácaros, de animais, de alimentos, de medicamentos e … de pólenes. Por isso é que esta época é tão complicada para quem sofre de alergias. </span></p>
<h2><b>E, quais são as alergias mais frequentes na Primavera?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A rinite é a manifestação alérgica mais comum, sendo uma das doenças crónicas mais frequentes. Os sintomas são espirros, nariz congestionado, comichão e pingo no nariz. E, estas queixas associam-se com muita frequência a sintomas oculares de conjuntivite alérgica: olho vermelho, com comichão, lacrimejo e sensação de corpo estranho. E, as complicações podem ser muitas, quer da doença, quer de tratamentos mal orientados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A asma identifica-se por sintomas de tosse, dificuldade em respirar, opressão no peito, pieira e cansaço, sendo uma causa frequente de faltas à escola e ao trabalho, de idas ao serviço de urgência e de internamentos hospitalares. Pode mesmo ser causa de morte. A limitação da qualidade de vida é frequente. Tosse, pieira ou dificuldade em respirar desencadeadas pelos esforços físicos, riso ou choro são achados frequentes, mas que não devem ocorrer numa asma que se quer controlada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E, não podemos esquecer as alergias na pele, que frequentemente provocam muita comichão, como é o caso da urticária e do eczema.  </span></p>
<h2><b>Podemos evitar as alergias?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim! As doenças alérgicas não têm cura, mas podem e devem ser controladas através de um programa de prevenção. E, que não é feita só com medicamentos. Diagnosticar o mais cedo possível, tratar, prevenir e controlar. É, até, bem simples se fizermos o caminho certo.</span></p>
<h2><b>Que tipos de tratamento existem?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O tratamento divide-se em várias etapas, mas assenta sempre num diagnóstico bem feito. E, este, com demasiada frequência, não foi ainda efectuado em especial nas crianças. E, não é muito difícil de o fazer, seja na criança, seja no adulto. Fale com os profissionais de saúde e refira os seus sintomas ou os dos seus filhos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem ainda alguns aspectos fundamentais que deve ter em atenção:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; a educação do doente e da sua família / conviventes;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; a evicção de factores de agravamento, como são, por exemplo, a redução da exposição aos alergénios como acontece na Primavera ou a limitação da exposição a poluentes com destaque para o fumo de tabaco e também a redução da ocorrência de infeções; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; o tratamento dos episódios agudos ou crises, nomeadamente com recurso a antihistamínicos não sedativos;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; o planeamento do tratamento preventivo ou de controlo, recorrendo a medicamentos anti-alérgicos ou anti-inflamatórios por períodos mais ou menos prolongados; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; a indicação de vacinas antialérgicas receitadas por alergologistas, que são um tratamento específico com grande eficácia.</span></p>
<h2><b>5 dicas para evitar as alergias aos pólenes </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para os doentes alérgicos aos pólenes, para além da toma de medicamentos, algumas medidas podem ser muito úteis:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">conhecer o boletim polínico da região (disponível no site da SPAIC: </span><a href="http://www.spaic.pt"><span style="font-weight: 400;">www.spaic.pt</span></a><span style="font-weight: 400;">);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">planear viagens (trabalho ou férias), elegendo meses e locais livres do(s) pólen(s) para os quais é alérgico; </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">evitar ir para o campo durante os períodos de grande concentração de pólenes;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">usar óculos escuros no exterior dos edifícios;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">viajar com as janelas do carro fechadas e os motociclistas devem usar capacete integral.</span></li>
</ol>
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