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	<title>Mariana Caldeira, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Mariana Caldeira, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>12 Estratégias para gerir o stress e a ansiedade no Natal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Caldeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAMÍLIA]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
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		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Relações familiares tóxicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pouco falamos sobre isto, mas a verdade é que o Natal pode pesar para quem tem de estar com familiares mais difíceis.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/12-estrategias-para-gerir-o-stress-e-a-ansiedade-no-natal/">12 Estratégias para gerir o stress e a ansiedade no Natal</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Chegou o tão temido mês para tantas pessoas. Pouco falamos sobre isto, mas a verdade é que o Natal pode pesar para quem tem de estar com familiares mais difíceis. Vivemos numa sociedade que dá muita importância à família, e de facto a família é importante, mas também pode causar muitos danos. Estas crenças sociais fazem com que a maioria das pessoas sinta uma pressão muito grande para que o Natal seja vivido em família.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O lado menos falado do Natal…</strong></h2>



<p>À partida, esta época implica convívios familiares e estes momentos são propícios para situações que podem ser muito desconfortáveis, tais como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Comentários sobre o nosso corpo ou o que comemos;</li>



<li>Perguntas mais intrusivas sobre a nossa vida privada;</li>



<li>Comparações com outros familiares;</li>



<li>Críticas, cobranças, chantagens emocionais. </li>
</ul>



<p>Estas situações, para além de causarem um grande desconforto, são muito difíceis de gerir emocionalmente e podem efetivamente causar danos na nossa autoestima. E tudo isto pode ser verdadeiramente pesado para quem tem famílias mais difíceis.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><em>“Natal é família, amor e união.”</em></strong><strong> Mas, será que é mesmo assim para todos?</strong></h2>



<p>Numa altura em que se ouvem músicas de Natal por todo o lado, em que a publicidade promove estes encontros familiares em torno da mesa e em que parece que não existe sequer a possibilidade de podermos pensar num Natal diferente, porque <em>“Natal é família, amor e união”</em>, há de facto quem fique num lugar, simbolicamente falando, muito desafiante.&nbsp;</p>



<p>Quando nos encontramos neste lugar, em que não sentimos o tal amor e união, podemos acreditar que estamos errados, que o problema é nosso. Afinal, parece que todas as outras pessoas à nossa volta gostam do Natal e são felizes nesta época, exceto nós! E quando tentamos falar sobre o que sentimos, somos desvalorizados porque <em>“família é família</em>”. Esta invalidação pode atingir proporções maiores quando pensamos e sentimos que não temos uma família boa para nós porque não somos merecedores e/ou não somos suficientemente bons.</p>



<p>Importa desconstruir estas crenças, porque não é por ser família que temos de aceitar maus-tratos, humilhações, manipulações, entre outros. E não é por ser Natal que temos de estar com quem nos faz sentir mal.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O desafio de fazer diferente</strong></h2>



<p>Mas falar é fácil, e a realidade não é assim tão simples. Muitas vezes deixar de passar o Natal com a família implica ficarmos sozinhos, e isso também cria um grande peso. Implica também sentir o julgamento dos outros, nomeadamente de familiares, e isso pode causar muita angústia e até culpa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como gerir o stress e a ansiedade no Natal?</strong></h2>



<p>Como sei que, à partida, não é fácil fazer diferente, deixo, de seguida, algumas estratégias para gerir a ansiedade desta época:</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-tCrNo' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Seleciona os conteúdos que consomes nas redes sociais;</li>



<li>Aumenta os momentos de autocuidado;</li>



<li>Dá atenção e espaço ao que sentes. As tuas emoções são válidas e precisam de ser geridas;</li>



<li>Respeita os teus limites e protege-te de situações que causem desconforto (como por exemplo: ir a centros comerciais, ir a jantares de Natal, etc.);</li>



<li>Promove momentos sociais com pessoas que te façam sentir bem;</li>



<li>Organiza os dias das festividades de forma que estejas menos tempo com pessoas que te causem desconforto;</li>



<li>Pede apoio a alguém da tua confiança para te ajudar a sair de situações ou conversas desconfortáveis (podem ter um sinal, por exemplo);</li>



<li>Estabelece limites, mesmo que indiretos (como por exemplo: sair das situações), para que não haja tanto espaço para estares nessas situações desconfortáveis;</li>



<li>Permite-te comer de forma livre para evitar um ciclo de restrições e de exageros. Lembra-te que perdido por cem é só perdido por cem, não é perdido por mil;</li>



<li>Identifica os teus gatilhos (aquilo que os outros dizem ou fazem e que te levam a reagir de forma mais exagerada) e respira fundo nessas situações, não vais resolver nada nestes contextos;</li>



<li>Ajusta as tuas expectativas em relação aos presentes, às refeições, às pessoas e às suas atitudes;</li>



<li>Cria uma distância emocional. Aceita que não podes mudar os outros e que aquilo que os outros fazem diz mais sobre eles do que sobre ti;</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E porque não procurar ajuda profissional?</strong></h2>



<p>Pode ser importante procurar ajuda. <strong>A terapia proporciona um espaço seguro que nos permite pensar sobre </strong><a href="https://simplyflow.pt/tudo-o-que-se-passa-aqui-dentro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>tudo o que temos cá dentro</strong></a>.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-tCrNo' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<title>Tudo o que se passa aqui dentro</title>
		<link>https://simplyflow.pt/tudo-o-que-se-passa-aqui-dentro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Caldeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 May 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Mariana Caldeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Tudo o que se passa aqui dentro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este é um livro que aborda essencialmente a importância que a infância tem na nossa vida e que desconstrói crenças sobre a família.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/tudo-o-que-se-passa-aqui-dentro/">Tudo o que se passa aqui dentro</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ninguém imagina o que se passa dentro das nossas casas, das nossas cabeças e dos nossos corações. “Tudo o que se passa aqui dentro” é o título do meu livro, que representa tão bem a bagagem invisível que todos nós carregamos. Quando falo em bagagem estou a referir-me à carga emocional, ao que vivemos e experienciamos durante a nossa vida, com a nossa família.&nbsp;</strong></p>



<p>Este é um livro que aborda essencialmente a importância que a infância tem na nossa vida e que desconstrói crenças sobre a família. Este também é um livro que aprofunda as relações (familiares) tóxicas e as suas consequências, mas também aponta caminhos para lidar com elas. Acima de tudo, este é um livro transformador que pretende trazer leveza à vida dos leitores.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quantas vezes ouvimos dizer que “família é família”, que “não há ninguém que goste mais de ti do que a tua família” ou que “tens de ter paciência, só tens esta família”?&nbsp;</strong></h2>



<p>Mas será que a família deve continuar a ser olhada como uma instituição sagrada e intocável? E quando esta família é causadora de mal-estar? Enquanto sociedade não estaremos a provocar mais danos ao incentivar uma ideia de família “perfeita” que muitas vezes não corresponde à realidade?</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-aX3OE' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Quando nascemos ficamos completamente dependentes dos nossos pais (ou outras figuras de referência) e essas relações serão as mais impactantes da nossa vida, porque enquanto crianças vamos acreditar que aquilo que os nossos pais dizem e aquilo que nos fazem sentir é a única verdade. Daí a nossa infância ser um reflexo de quem nós somos enquanto adultos, porque vamos ter sempre dentro de nós a criança que um dia já fomos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Grande parte das nossas dificuldades de relacionamento – tanto connosco próprios como com os outros – vem daquilo que vivemos na nossa infância e adolescência.&nbsp;</strong></h2>



<p>A forma como os nossos pais nos fizeram sentir, como olharam para nós e como falaram connosco vai tornar-se nas vozes que vamos ter dentro da nossa cabeça e que nos vão acompanhar durante a vida. Quantas vezes queremos dizer alguma coisa e ouvimos silenciosamente dentro da nossa cabeça &#8211; “é melhor não dizeres nada, só vais dizer asneiras”? Provavelmente isto acontece porque nos fizeram acreditar que não éramos bons o suficiente, que não éramos dignos de ter opiniões ou que as nossas opiniões não valiam de nada.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ninguém imagina o peso que cada um de nós carrega, mas a verdade é que, de forma inconsciente, esse peso tem repercussões na nossa vida adulta e influencia a forma como reagimos e como nos protegemos.&nbsp;</strong></h2>



<p>São estes gatilhos e mecanismos de defesa que nos tornam muitas vezes reativos ou, por outro lado, inativos. Quantas vezes não temos reações muito exageradas? Quantas vezes não fugimos das situações que não queremos enfrentar? Quantas vezes não boicotamos relações com medo de sofrer? Todos estes mecanismos são uma resposta às nossas feridas emocionais.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/FL_tudo_o_que_se_passa_aqui_dentro-2-768x1024.jpg" alt="Tudo o que se passa aqui dentro" class="wp-image-22071" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/FL_tudo_o_que_se_passa_aqui_dentro-2-768x1024.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/FL_tudo_o_que_se_passa_aqui_dentro-2-225x300.jpg 225w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/FL_tudo_o_que_se_passa_aqui_dentro-2-1152x1536.jpg 1152w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/FL_tudo_o_que_se_passa_aqui_dentro-2-1536x2048.jpg 1536w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/FL_tudo_o_que_se_passa_aqui_dentro-2-scaled.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/FL_tudo_o_que_se_passa_aqui_dentro-2-1170x1560.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/05/FL_tudo_o_que_se_passa_aqui_dentro-2-585x780.jpg 585w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<p></p>



<p><a href="https://www.contrapontoeditores.pt/produtos/ficha/tudo-o-que-se-passa-aqui-dentro/29618237" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Este livro</a> aborda todas estas questões de forma muito simples e empática, porque não é fácil olhar para dentro de nós e enfrentar a realidade. No entanto, só quando percorremos este caminho de tomada de consciência é que vamos conseguir curar feridas e fazer diferente. Ninguém merece viver com pesos tão injustos, mas só depende de cada um de nós querer (ou não) olhar para eles.</p>



<p class="has-small-font-size">Nota: Fotografias por <a href="https://www.instagram.com/fuifotografar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Verónica Silva</a></p>



<p></div>
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