<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Maria Antónia Frasquilho, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
	<atom:link href="https://simplyflow.pt/author/maria-antonia-frasquilho/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://simplyflow.pt/author/maria-antonia-frasquilho/</link>
	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 26 Jun 2024 09:11:42 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2023/05/logo.png</url>
	<title>Maria Antónia Frasquilho, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
	<link>https://simplyflow.pt/author/maria-antonia-frasquilho/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Afinal, é possível prevenir o burnout?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/afinal-e-possivel-prevenir-o-burnout/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Antónia Frasquilho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jul 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MENTE SÃ]]></category>
		<category><![CDATA[Burnout]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Antónia Frasquilho]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Sã]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[prevenir]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://simplyflow.pt/?p=22322</guid>

					<description><![CDATA[<p>Alcançar literacia geral e desenvolver competências para lidar com a vida são fundamentais na promoção da saúde. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/afinal-e-possivel-prevenir-o-burnout/">Afinal, é possível prevenir o burnout?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Sem dúvida que é possível prevenir o burnout. O estado de colapso laboral, caracterizado por exaustão, despersonalização e insatisfação profissional, resulta de uma longa, insidiosa e dolorosa consumição no trabalho. Para evitar esse caminho, é essencial adotar medidas preventivas.</strong></p>



<p><strong>A melhor prevenção começa com a promoção da saúde e a adoção de estilos de vida saudáveis, sempre que possível. </strong>Embora os determinantes da saúde sejam variados e possam incluir doenças graves, pobreza, catástrofes e guerras, é crucial reagir de forma positiva às adversidades. Em Portugal, a maioria das pessoas não enfrenta essas extremas adversidades, o que permite uma visão mais otimista e realizável de uma vida boa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Alcançar literacia geral e desenvolver competências para lidar com a vida são fundamentais na promoção da saúde.&nbsp;</strong></h2>



<p>A resiliência, que não é algo estável nem inato, mas, sim, uma habilidade aprendida e treinada, permite enfrentar, superar e fortalecer-se com as adversidades. O autoconhecimento é essencial para atuar de forma resiliente, compreendendo os próprios potenciais, recursos e limitações. Quem não se conhece, não entende para onde quer ir. Assim, sem autoconhecimento, é mais fácil perder-se e chegar ao burnout.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ter as ideias no lugar é outro alicerce.&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>É necessário ter uma visão realista do mundo</strong>, aceitando que o mundo não é um lugar perfeito e que frustrações fazem parte do quotidiano. Evitar transformar pequenos contratempos em dramas é crucial. Não se confunda acontecimentos desconfortáveis mas que fazem parte plena do existir com traumas insuportáveis. Há excessiva tendência para se ser “floco de neve”, um pequeno melindre é facilmente transformado em drama. Precisamos de mais ação construtiva, de menos medo, de mais determinação na construção do bem comum. A ação construtiva, a confiança em si mesmo, a capacidade de reconhecer erros e a disposição para aprender são alicerces para a boa saúde mental. E, a saúde relacional, que inclui a capacidade de colaborar e apoiar, é igualmente importante.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os sinais de alerta de burnout?</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-HAmq0' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>No caso do burnout são sinais de alerta: o perfeccionismo, a idealização das coisas e fraca tolerância à frustração, a dependência obsessiva pelo trabalho, a pressa crescente, o desejo de ter controlo total, o só se sentir válido se for o melhor, se estiver sempre disponível ou se puser tudo e todos à frente das suas necessidades. Renunciar a essas armadilhas mentais já é prevenção.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Há mesmo que interiorizar como somos e o que nos assenta melhor.&nbsp;</strong></h2>



<p>Hoje em dia está na moda defender um abrandar da velocidade, um apostar na simplicidade, de contemplar as paisagens próximas, de não querer muito, de apreciar mais o momento do que o atingir de metas, de não se incomodar com as chatices do mundo. Faz-se valer a construção duma espécie de casulo mental para nos sentirmos protegidos. E tal, por si só, não é necessariamente válido. O que seria de nós sem os fazedores, aqueles que se dedicaram às causas do mundo, mesmo sofrendo com isso? Sem heróis como Madame Curie, pioneira no estudo da radioatividade; Martin Luther King Jr., ativista dos direitos civis na luta contra a segregação racial e autor do célebre discurso “I Have a Dream”; e Florence Nightingale, fundadora da enfermagem moderna, que se expôs durante períodos de guerra? Sofreram, sem dúvida &#8211; e muito! &#8211; mas não acabaram em “apagão físico e mental” (burnout). Porquê? Tinham um propósito e um sentido de vida, e demonstraram resiliência, sem dúvida.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Todos somos diferentes. Alguns têm mais tolerância às adversidades, outros menos.&nbsp;</strong></h2>



<p>Há quem prefira um dia a dia rotineiro e organizado, enquanto outros se sentem mais à vontade com a criatividade e o imprevisto. Alguns fazem dos seus sonhos um fluxo pacificador e estão tão absorvidos em realizá-los que não se cansam. Mas também há quem prefira o recato, a meditação e o deixar andar. Alguns privilegiam o evoluir internamente em busca de um sentido de si, enquanto outros preferem agir externamente, não como seres superficiais mundanos, mas como agentes capazes de deixar um legado à humanidade. Não se classifique como pior ou melhor pessoa, mais ou menos válido. <strong>Precisamos de respeitar a diversidade e que cada um saiba respeitar a sua integridade.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O segredo é a arte do equilíbrio impermanente numa corda que é a vida, totalmente instável. Saber até onde pode ir sem causar dano a si mesmo.&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>Seja a pessoa que pode ser, mas não seja categórico, ninguém é definitivo. Cada dia é uma oportunidade de desenvolvimento.</strong> Pode afinar o melhor uso do tempo, a alimentação mais propícia, investir no relaxamento mental que pode ser exercício físico, convívio social, realização de atividades criativas, dançar, cantar, explorar o mundo, descansar, dormir, tudo serve. Atenção: cada qual tem as suas preferências, não se deixem conduzir como acéfalos. É um erro “relaxar à força com o método X ou Y”. A maioria acaba pior do que quando começou.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Respeitem a cada passo os vossos limites e para isso há que estar atento aos sinais de que está a entrar em perda séria no trabalho.&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>O corpo fala. É preciso escutá-lo</strong>: insónias, sensação de cansaço exagerado, nervosismo, percepção de maior distração, falta de memória, dificuldades de raciocínio, dores de tensão muscular, alterações do apetite, diarreias, palpitações, tensão alta, maior tendência a adoecer, seja qual for a área. Estes são avisos análogos à sensação de que já não se consegue ter o desempenho de antigamente, de que se tem de levar o trabalho para casa, que já não se pode ter vida social e que o lazer simplesmente não tem lugar. Quando a exasperação da luta dá lugar ao esgotamento depressivo, quando se perde a esperança, reage com cinismo ou é conflitual, já é vítima de stress mal gerido. Degrada-se e, simultaneamente, degrada o ambiente relacional e produtivo com a sua severa insatisfação, o que pode levar à procrastinação, erro, acidentes e, eventualmente, ao burnout. Pior do que o primeiro burnout é o segundo, e o terceiro pode ser fatal. É por isso que deve passar do lugar de vítima para o de corresponsável pelo seu bem-estar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Reconhecer e procurar ajuda profissional</strong></h2>



<p>O que faz com esses avisos? Não os reconhece, abafa-os, tenta resolver sozinho? Errado! O mal cresce como uma bola de neve. <strong>A prevenção passa por procurar assistência, e quanto antes melhor.</strong> Tem preconceito quanto à vida emocional, acha que as doenças mentais são uma vergonha, que ir ao psiquiatra é para malucos? Pior! A prevenção é fazer a coisa certa. Certo é dirigir-se ao cardiologista se tem sintomas cardíacos. Certo é ir ao obstetra se está grávida. Certo é consultar um médico psiquiatra se está em sofrimento mental. Sugere-se que construa com ele o seu próprio e único plano de tratamento e recuperação. Poderá necessitar de baixa médica ou não, de tomar medicamentos ou não, mas o aconselhamento e a psicoterapia têm de fazer parte. Seja um parceiro ativo, mas não complique. Há pessoas que primeiro precisam de deixar de tentar controlar tudo, pois são como vírus para si mesmas e vampiros da energia dos outros.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E quanto à responsabilidade dos empregadores?&nbsp;</strong></h2>



<p><strong>Se o burnout é uma condição de trabalho que excedeu as capacidades da pessoa de se proteger ou superar, então é no trabalho que se deve fazer a prevenção.</strong> Todos sabem que ritmos infernais, sobrecargas, desorganização, trabalho por turnos sem as devidas pausas compensatórias, ausência de meios suficientes, quer humanos quer materiais, desregulação das exigências e das compensações, e assédio moral são causas certas para o burnout. Mas é muito mais do que isto. Todos os chamados fatores de risco psicossocial causam stress negativo. Se a exposição do trabalhador for prolongada, e se este, devido às suas características pessoais e de contexto de vida, não conseguir defender a sua integridade físico-psíquica, temos burnout que poderia ter sido evitado. Daí que existam orientações legislativas, regulamentos e compromissos para a defesa da saúde e segurança do trabalhador. Serão cumpridos? Quando não são, o trabalhador deve afirmar-se e pugnar pelos seus direitos. A participação nesta área é muito importante, quer diretamente, quer através dos representantes dos trabalhadores ou recorrendo aos serviços de medicina do trabalho e de saúde e segurança, ou até à ACT &#8211; Autoridade para as Condições de Trabalho.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Burnout: Um guia completo de prevenção, tratamento e reabilitação</strong></h2>



<p>No livro que escrevi “<a href="https://www.presenca.pt/products/burnout" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Burnout: Um Guia Completo de Prevenção, Tratamento e Reabilitação</a>” constam dicas importantes ao nível individual, das empresas e dessa interação holística, sistémica, tão dinâmica e abrangente como é a vida global. A melhor sugestão é não receie o mundo em tamanha mudança, seja versátil, seja um analista, um descobridor de soluções, um visionário, um colaborador e um fazedor. Mantenha os bons valores em tudo o que faz. Respeite os outros e a si mesmo. Perante as dificuldades, quando o vento sopra contra nós, ajeite a vela, equilibre-se e desequilibre-se com a mesma garra esperançosa. Persista mas não teime, às vezes há que deixar-se ir com as ondas. Viaje a vida acompanhado, a jornada fica mais fácil e pode ir mais longe. Construa propósitos e dê sentido à sua existência. Viva cada dia o melhor que for possível. Seja suficientemente bom naquilo que faz. Seja uma pessoa de bem.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="698" height="1024" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/06/Burnout_MAIL-698x1024.jpg" alt="" class="wp-image-22323" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/06/Burnout_MAIL-698x1024.jpg 698w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/06/Burnout_MAIL-205x300.jpg 205w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/06/Burnout_MAIL-768x1126.jpg 768w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/06/Burnout_MAIL-1047x1536.jpg 1047w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/06/Burnout_MAIL-1397x2048.jpg 1397w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/06/Burnout_MAIL-1920x2816.jpg 1920w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/06/Burnout_MAIL-1170x1716.jpg 1170w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/06/Burnout_MAIL-585x858.jpg 585w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2024/06/Burnout_MAIL-scaled.jpg 1746w" sizes="(max-width: 698px) 100vw, 698px" /></figure></div>


<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-HAmq0' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/afinal-e-possivel-prevenir-o-burnout/">Afinal, é possível prevenir o burnout?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/

Page Caching using Disk: Enhanced 

Served from: simplyflow.pt @ 2026-05-27 23:07:02 by W3 Total Cache
-->