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	<title>Margarida Albuquerque e Gisela Guedes, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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		<title>Fui mãe e não estou bem. É normal?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Margarida Albuquerque e Gisela Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 May 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Não existindo nada de errado em realçar a felicidade que a maternidade traz, reconhecer o que existe para lá desse lado é a melhor maneira de não deixar que o lado cor-de-rosa fique ofuscado.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/fui-mae-e-nao-estou-bem-e-normal/">Fui mãe e não estou bem. É normal?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>É comum associar-se maternidade apenas a felicidade. No entanto, a experiência mostra que são muitas as mulheres e casais que encontram nesta fase da vida uma realidade diferente. Será normal? Surpreendentemente sim! A boa notícia é que há estratégias para melhor lidar com os desafios para que o lado cor-de-rosa da maternidade não seja assim tão ofuscado.</strong></p>



<p>O nascimento de um filho traz consigo momentos únicos, incomparáveis e até com toques de magia. Porém, esta ideia de felicidade teima em tentar esconder o outro lado da maternidade. Na verdade, esta fase requer um ajustamento na forma de pensar, sentir e no estilo de vida, e isso pode ser desafiante. Desde o momento em que se deseja engravidar, à gravidez, parto até ao pós-parto e ao «novo eu», os desafios desta transição de vida de mulher sem filhos para mulher mãe, ou mãe de um filho para mãe de dois filhos são imensos. Manter o bem-estar nesta fase da vida pode ser difícil e, por vezes, a doença mental aparece. Mesmo que não apareça doença, a saúde mental – que significa uma sensação de bem-estar, de qualidade de vida, de se sentir satisfeito – pode ficar comprometida.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-center is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>E pouco a pouco, desaparecemos. Desaparece a nossa identidade, desaparece a nossa vontade, desaparece o nosso tempo. (…) Tudo o que pensamos, comemos, vestimos, falamos, tem como epicentro o bebé e as suas necessidades. Há que encontrar o nosso Eu na aventura da maternidade.”</p><cite>Testemunho de uma mãe</cite></blockquote>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os desafios da gravidez</strong></h2>



<p>Não é só em líquido amniótico que o bebé está envolto, mas também em emoções. Planeada, desejada ou não, <strong>a gravidez é sempre feita também de emoções e estas começam desde cedo a ter um forte impacto no dia-a-dia da mulher</strong>. Desde logo porque existe um acordo tácito na sociedade de que nas primeiras 12 semanas de gravidez, a boa-nova deve ser guardada dado o risco de a gravidez não evoluir favoravelmente. Ora, se para algumas mulheres isto é fácil de aceitar, para outras gera uma sensação de desconforto, medo e inquietação. Em alguns casos, leva a uma estranha sensação de solidão, numa fase que era supostamente de muita alegria e em que alguns sintomas físicos muito incomodativos (como cansaço ou náuseas) se manifestam. Se se sente desta maneira, saiba que não está sozinha. Não existem certos, nem errados. <strong>Faça aquilo que sente que está em harmonia com o que pensa</strong>. </p>



<p>Também as mil e uma histórias que são partilhadas com as mulheres durante a gravidez podem ser fonte de grande ansiedade. Desde o tipo de parto, à amamentação, aos produtos para o bebé, dicas de educação e/ou gestão do dia-a-dia, tudo é tema de conversa. Pode acontecer que o façam para a prevenir ou por nenhum motivo em particular, normalmente pensando ser algo inócuo. Mas, na realidade, estão a ser causadores de emoções desagradáveis. Cada mulher reage diferentemente quando colocada na mesma situação, logo <strong>o mais importante é que transmita sempre aquilo que sente e deixe transparecer quando não está interessada em determinada opinião</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>20% das mulheres experimentam algum problema de saúde mental durante a gravidez e o pós-parto</strong></h2>



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<p>É importante ter noção de que cerca de 20% das mulheres experimentam algum problema de saúde mental durante a gravidez e o pós-parto, sendo que em alguns desses casos se trata mesmo de doença mental. <strong>Ao contrário do que possa parecer, a maternidade não protege a mulher de doença e esta aparece sempre que há um desequilíbrio entre fatores protetores (suporte social, empoderamento, sentimento de integração, entre outros) e fatores de risco (isolamento, pobreza, violência, rejeição social, entre outros).</strong> A doença tem implicações não só na mulher, mas também no novo ser que aí vem. Por isso é tão importante saber que <strong>a ansiedade e depressão são as doenças mais comuns na gravidez</strong>. Se está grávida ou no período pós-parto ou se acompanha alguma mulher, alguma mãe nesse contexto, sempre que esta sinta ou pareça sentir:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li>cansaço durante o dia que se acompanha de dificuldade em adormecer ou manter o sono;&nbsp;</li><li>aumento ou diminuição do apetite;&nbsp;</li><li>tristeza persistente com incapacidade de desfrutar de momentos de lazer;</li><li>preocupações constantes com a gravidez e com o bem-estar do bebé e/ou pensamentos negativos como de que «é um peso para alguém» ou «não anda cá a fazer nada»;</li></ul>



<p><strong>Peça ajuda</strong>. Comente o que sente com quem é próximo de si. Pedir ajuda é um ato de autoconsideração e uma preocupação indireta com o seu bebé. De seguida fale com um profissional de saúde com quem se sinta à vontade (o/a obstetra, o/a enfermeiro/a, o/a médico/a de família) para que lhe seja dada a ajuda adequada.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O pós-parto como ele é</strong></h2>



<p>O parto é uma avalanche de emoções, de dores físicas e cansaço. Segue-se o período pós-parto em que <strong>oito em cada dez mulheres vão sentir os chamados baby blues nos dias que se seguem ao parto</strong>. Esta é uma condição que se caracteriza por <strong>irritabilidade</strong>, <strong>choro fácil sem motivo aparente</strong> e <strong>tristeza</strong>. Surgem três a quatro dias após o parto e desaparecem espontaneamente entre o 11.º e 14.º dia. Sendo uma condição tão comum e normal, é curioso que não seja assim tão conhecida&#8230; <strong>O tratamento para estes sintomas é de suporte, o que quer dizer que quem rodeia a mulher deve saber que isto acontece e, assim, dar-lhe o máximo apoio possível. </strong>Se os sintomas não desaparecerem ao final de 14 dias, pode estar a evoluir para uma doença. Novamente, a ansiedade e depressão são as mais comuns. Sempre que os sintomas se prolonguem no tempo, deve pedir ajuda a profissionais de saúde capazes de a orientar para um diagnóstico adequado e devido tratamento.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Acabou a licença, o regresso ao trabalho</strong></h2>



<p>Finda a licença de maternidade, é tempo de voltar «à vida prévia». Mas, a vida prévia já não existe&#8230; <strong>O que existe agora é uma nova versão da mulher que se tornou mãe</strong>. Assim sendo, o regresso ao trabalho é novamente uma fase desafiante. Nem as próprias mulheres, nem os colegas de trabalho podem prever na totalidade como irá correr este retorno. É possível que a mulher sinta que perdeu capacidades técnicas, que não tem o mesmo ritmo de trabalho e até sentir alguma «culpa» por deixar o bebé para ir trabalhar. Tudo isso é normal e requer tempo para ajustamento. Nesta fase, <strong>é fundamental que se cultive o autocuidado para proteger a saúde mental</strong>.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="400" height="614" src="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/05/O_Lado_Emocional_da_Maternidade_WEB.jpg" alt="mãe" class="wp-image-14902" srcset="https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/05/O_Lado_Emocional_da_Maternidade_WEB.jpg 400w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/05/O_Lado_Emocional_da_Maternidade_WEB-195x300.jpg 195w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/05/O_Lado_Emocional_da_Maternidade_WEB-160x246.jpg 160w, https://simplyflow.pt/wp-content/uploads/2021/05/O_Lado_Emocional_da_Maternidade_WEB-320x491.jpg 320w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption><strong><a href="https://www.presenca.pt/products/o-lado-emocional-da-maternidade" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O Lado Emocional da Maternidade</a></strong></figcaption></figure></div>



<p>Não existindo nada de errado em realçar a felicidade que a maternidade traz, reconhecer o que existe para lá desse lado é a melhor maneira de não deixar que o lado cor-de-rosa fique ofuscado.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-CixSJ' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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