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	<title>Mafalda Pinhão, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Mafalda Pinhão, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>10 formas de diminuir o nosso desperdício de forma gratuita</title>
		<link>https://simplyflow.pt/10-formas-de-diminuir-o-nosso-desperdicio-de-forma-gratuita/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mafalda Pinhão]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Oct 2021 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SUSTENTABILIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mafalda Pinhão]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diminuirmos o nosso desperdício diário não precisa de passar por adquirir novos produtos, substituir outros ou gastar mais para que tenhamos um impacto mais sustentável.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Existe uma ideia, em certa medida, de que para sermos mais sustentáveis precisamos de adquirir novos materiais, mais sustentáveis que os anteriores. Mas a verdade é que a maior parte do nosso desperdício reside nas escolhas diárias que fazemos. A boa notícia é que basta um pequeno ajuste, uma fase de adaptação, para serem naturalizadas escolhas mais sustentáveis nas nossas rotinas.&nbsp;</strong></p>



<p>Diminuirmos o nosso desperdício diário não precisa de passar por adquirir novos produtos, substituir outros ou gastar mais para que tenhamos um impacto mais sustentável. Passa, sim, por <strong>repensar a forma como interagimos com o nosso mundo exterior</strong>.</p>



<p>Aqui estão <strong>10 formas simples de diminuirmos o nosso desperdício</strong> sem, por isso, diminuirmos o valor da nossa carteira:</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>1. Reutilizar t-shirts e toalhas velhas para panos de limpeza</strong></h2>



<p>É habitual que ao longo de anos de utilização, t-shirts, toalhas ou outros tecidos acabem por se desgastar e não sirvam para o propósito que sempre tiveram. No entanto, podemos cortar esses tecidos em pedaços de tamanhos diferentes e reutilizá-los para novas funções, como, por exemplo, para panos de limpeza domésticos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>2. Quando tomamos banho, podemos armazenar a água inicial&nbsp;</strong></h2>



<p>Levante a mão quem liga a torneira quando vai tomar banho e a água quente demora a chegar (me!). Essa água acaba por ser desperdiçada se não a armazenarmos noutro local, por isso ter um dispensador, um alguidar ou outro objeto que sirva para esse propósito poupa o recurso mais importante da Terra. Simultaneamente poupamos também dinheiro ao reutilizarmos essa água para outras funções como: regar plantas, utilizar para recarga de autoclismo, fazer sopa, lavar as mãos, etc..</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3. Limpar os ouvidos com toalhas</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-KEHJF' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>Como assim não precisamos de utilizar cotonetes para limpar os nossos ouvidos? Na verdade, não é o objeto mais recomendado para o fazer e, por isso, uma alternativa possível poderá ser depois do banho limpar os ouvidos, ainda molhados, com uma toalha em vez de utilizar cotonetes de material descartável, todos ou quase todos os dias.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>4. Trocar roupa</strong></h2>



<p>Não precisamos de gastar dinheiro para ter um armário novo. Muitas vezes as pessoas que estão à nossa volta têm <a href="https://simplyflow.pt/o-que-e-o-consumo-consciente/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">exatamente aquilo que precisamos e/ou queremos</a>, sem termos a necessidade de comprar algo novo. Poupamos na carteira e nos recursos, ao mesmo tempo que inovamos o nosso armário dando vida ao que já existe.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5. Deixar a roupa num cabide na casa de banho durante o banho, em vez de a passar a ferro</strong></h2>



<p>Se alguma peça de roupa necessitar de ser passada a ferro, podemos durante o banho colocá-la num cabide na porta e os vapores, resultado de um duche quente, irão ter a função de dar o efeito liso que o ferro oferece à roupa sem necessidade de gastarmos energia, tempo e dinheiro.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>6. Bidé como papel higiénico</strong><strong></strong></h2>



<p>Uma prática (ainda) não muito popular, mas das que provavelmente faz&nbsp; mais sentido adotar.</p>



<p>Utilizar papel higiénico, para além do gasto de água e recursos durante a sua produção, não é a opção mais higiénica e, muito menos, a mais sustentável. Por isso, utilizarmos um bidé portátil ou o nosso próprio bidé para nos lavarmos e toalhas em formato pequeno para nos secarmos (como aquelas que podemos reutilizar através de t-shirts ou toalhas antigas) para realizar a nossa higiene, poupa muitos recursos e acabamos por nos sentir mais limpos e limpas e mais amigos e amigas do ambiente!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>7. Priorizar a máquina de lavar louça ao invés de lavagem manual&nbsp;</strong></h2>



<p>Tentar ao máximo não lavar a louça à mão ou passar a louça por água antes de a colocar na máquina, melhorando o programa que utilizamos na nossa máquina de lavar louça, o produto que estamos a utilizar ou ambos para que possamos diminuir ainda mais o gasto de água de forma desnecessária.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>8. Preparar as compras</strong></h2>



<p>Back to basics! Preparar as nossas compras ajuda-nos a refletir sobre as refeições que vamos realizar durante a semana, o que, por sua vez, também evita que exista desperdício alimentar porque assim a comida não acaba por ficar esquecida no frigorífico e/ou na despensa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>9. Compostar&nbsp;</strong></h2>



<p>É gratuito e existem já diversas formas de o fazer, tanto em casa ao criar o nosso próprio compostor, ou adquirindo um sistema já desenhado para esse propósito, como de forma comunitária através de algumas freguesias ou hortas urbanas espalhadas pela cidade. Basta querer!&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>10. Dormir&nbsp;</strong></h2>



<p>Dormir bem é uma das principais bases para um estilo de vida saudável e, por isso, também para um estilo de vida mais sustentável. Assim, e dado que, ao dormirmos as horas necessárias estamos mais aptos e mais claros para poder tomar decisões de uma forma mais ponderada e, muitas vezes isso quererá dizer mais sustentável, esta poderá ser uma das medidas mais importantes para cuidarmos do mundo à nossa volta através do nosso poder de decisão diário.</p>



<p><strong>Se cuidarmos do nosso bem-estar interior e exterior, diminuirmos o nosso </strong><a href="https://simplyflow.pt/o-que-e-o-consumo-consciente/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>consumo</strong></a><strong> e reutilizarmos aquilo que já temos, teremos a chave para o sucesso de diminuir o nosso desperdício.&nbsp;</strong></p>



<p>Bons ajustes!</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-KEHJF' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<title>Como diminuir a nossa produção de resíduos?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/como-diminuir-a-nossa-producao-de-residuos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mafalda Pinhão]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jul 2021 14:51:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SUSTENTABILIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Lixo]]></category>
		<category><![CDATA[Mafalda Pinhão]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Resíduos]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Repensar sobre as nossas escolhas diárias de consumo e no impacto que estas têm. Ao repensarmos ganhamos uma consciência de que, de facto, tudo o que fazemos tem um impacto, seja este positivo ou negativo.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Segundo o relatório do Estado do Ambiente, em 2018, cada português produziu em média 1,38 quilos de resíduos urbanos por dia. O que corresponde ao valor de 505 quilos por pessoa e a um total de 4,94 milhões de toneladas, no final dos 365 dias. Este resultado confirmou uma tendência de que o aumento da produção de resíduos se encontra diretamente relacionada com a melhoria da situação económica do país. Isto significa que o consumo se encontra vinculado a uma constante deterioração do mundo natural. Mas, porque será que uma melhoria económica não significa mais recursos para produzir e consumir diferente e melhor?</strong></p>



<p>Em criança, lembro-me que a geração dos meus pais não sabia o significado de reciclar, nem se preocupavam com essa hipótese. E, no meio de tantos mitos, lembro-me também que foi a minha geração que os ensinou a compreenderem a importância da reciclagem. Hoje esta é uma questão mais do que compreendida ou, pelo menos, já bastante debatida. Mas, talvez esteja na altura de a aprofundar um pouco mais.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A ilusão do «deitar fora»</strong></h2>



<p>É preciso que exista uma mudança de paradigma sobre o que significa a expressão «deitar fora». <strong>Esta expressão oferece uma falsa ideia de que existe «lá fora», quando apenas existe cá dentro.</strong></p>



<p>Longe da vista, longe do coração não se aplica apenas a um desgosto de amor, mas, no fundo, a tudo o que nos rodeia. Por que, uma vez que não estejamos em contacto direto com o impacto que os nossos resíduos têm em termos ambientais e sociais, nem tenhamos de lidar, pelo menos diretamente com o mesmo, tudo se torna mais facilitado. E isto quer dizer que <strong>«deitar fora» tornou-se uma das ações mais inconscientes que existe, onde não existe a perceção de que algo que deitámos «fora» há 20 anos, pode ainda existir por aí, algures</strong>. Aparentemente parece não nos implicar, ao mesmo tempo que nos implica, e bastante.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O conceito de lixo é, no fundo, um erro de design.&nbsp;</strong></h2>



<p>É um erro quando o final de vida de um produto ou material não é considerado, quando as cidades não foram preparadas para a circularidade, e as empresas muito menos, e quando todos nós, enquanto consumidores, seguimos as tendências e as conveniências de consumo.</p>



<p><strong>É preciso criar-se responsabilidade sobre os produtos que se colocam no mundo. Uma responsabilidade que implica amor. Amor pela Natureza e pelos recursos dela extraídos, amor pelo impacto que esse produto poderá ter no consumidor e amor pelo fim de vida do mesmo. Um fim de vida que não implique destruição, mas regeneração, criatividade e utilidade.</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-center is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>If it can’t be reduced, reused, repaired, rebuilt, refurbished, refinished, resold, recycled, or composted, then it should be restricted, re-designed or removed from production.”</p><cite>Pete Seeger</cite></blockquote>



<p><strong>No fundo, a questão primária deverá ser que: se um produto não apresenta possibilidade de se reciclado, reutilizado ou transformado, não deveria ser criado em primeiro lugar. Claro que existem exceções, mas esta deveria ser a norma e não o contrário.</strong></p>



<p>Esta mudança de paradigma precisa de acontecer a todos os níveis sociais e económicos; para que um/a CEO de uma grande empresa, um/a governador/a, um/a deputado/a, um/a consumidor/a consiga mudar e transformar o que está ao seu alcance, produzir melhor e consumir diferente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os 8 R’s</strong></h2>



<p>Os três grandes R’s orientadores das práticas de resíduos (Reduzir, Reutilizar e Reciclar) talvez possam estar um pouco incompletos, por isso acrescentar mais uns poderá ajudar a trilhar um novo caminho, para criar um novo mundo.</p>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-O3MeE' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list"><li><strong>Respeitar</strong> todas as formas de vida. O respeito é a base de toda a potencial harmonia, em todas as diferentes esferas, tanto da nossa vida como de tudo aquilo que nos rodeia;</li><li><strong>Reintegrar </strong>o que pertence à Natureza. O nosso lixo orgânico tem um potencial imenso de regeneração e circularidade quando temos a oportunidade de realizar a <a href="https://simplyflow.pt/7-perguntas-e-respostas-sobre-a-compostagem/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">compostagem</a>. Fazer compostagem devolve à terra o que é seu, diminui os gases de efeito de estufa e diminui o lixo que iria parar aos aterros. Este produz o «húmus», adubo natural e muito nutritivo, para ser utilizado em hortas e no cultivo de novos alimentos. Podemos procurar hortas comunitárias ou até ter o nosso próprio composto em casa;</li><li><strong>Repensar</strong> sobre as nossas escolhas diárias de consumo e no impacto que estas têm. Ao repensarmos ganhamos uma consciência de que, de facto, tudo o que fazemos tem um impacto, seja este positivo ou negativo. O <a href="https://simplyflow.pt/o-que-e-o-consumo-consciente/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">consumo consciente</a> é um grande aliado neste ponto.</li><li><strong>Recusar</strong> materiais ou produtos que explorem a Natureza, seja em que estágio for, desde a extração ao seu descarte. Ao recusarmos estamos a reivindicar que valores (não) queremos consumir e ver nos produtos que utilizamos, seja: exploração intensiva, exploração humana, animal ou outro;</li><li><strong>Reduzir</strong> o nosso consumo. Tal como se viu no estudo apresentado, o consumismo apresenta uma relação direta com a destruição do nosso planeta. Ao reduzirmos, estamos também a reduzir o nosso impacto menos positivo e a agir com uma maior consciência, responsabilidade e respeito pelo mundo, pelos outros e por nós;</li><li><strong>Reutilizar</strong> aquilo que seria, eventualmente, considerado «lixo», dando-lhe outro destino ou propósito. O que para alguns é considerado lixo, para outros poderá ser uma solução;</li><li><strong>Reparar </strong>o que podemos reparar. Reutilizar e reparar aumenta o tempo de vida útil do produto ou material diminuindo a quantidade de resíduos que iriam parar aos aterros. E diminui, também, a necessidade de consumir de forma automática;</li><li><strong>Reciclar</strong> em último caso, numa situação em que o produto não tem mais nenhuma forma de ser reutilizado ou reparado. O que diminui os nossos resíduos, e, também, a necessidade de extração e exploração do mundo natural, uma vez que os materiais já se encontram introduzidos na cadeia de produção para recriar novos produtos. </li></ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma mudança de cada vez</strong></h2>



<p>Em vez de utilizar a palavra «mudar», que pode trazer uma ideia de desconforto e de desconhecido, podemos ver como <strong>um «ajuste» da nossa perceção sobre os nossos próprios resíduos</strong>, que resulta numa melhoria da «saúde» do planeta e da nossa também.&nbsp;</p>



<p><strong>Todas as mudanças e transformações se fazem um passinho de cada vez.</strong> O caminho faz-se caminhando. Por isso, <strong>essa é também a forma mais sustentável de fazer estas transições</strong>. Para que não sintamos o peso do mundo nos ombros ou o sentimento de culpa associado ao pensamento de que «devíamos e podíamos» estar a fazer mais e melhor.&nbsp;</p>



<p><strong>Cada pequena ação tem impacto e faz a diferença</strong>, mas não podemos desvalorizar a nossa saúde mental e para que isso aconteça é preciso existir um equilíbrio entre estas duas vertentes.</p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-center is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>We don&#8217;t need a handful of people doing zero waste perfectly. We need millions of people doing it imperfectly.”</p><cite><a href="https://www.instagram.com/zerowastechef/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Anne-Marie Bonneau</a></cite></blockquote>



<p><strong>Uma mudança exterior requer uma mudança interior. As mudanças de perspetiva sobre o conceito de «lixo» transformam-se quando reestruturamos a forma como vemos o mundo e nos relacionados com ele, e quando reestruturamos também que impacto queremos ter enquanto cá estivermos. </strong></p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-O3MeE' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>O que é o consumo consciente?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-que-e-o-consumo-consciente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mafalda Pinhão]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jun 2021 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SUSTENTABILIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo consciente]]></category>
		<category><![CDATA[Mafalda Pinhão]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nem tudo tem de ter um propósito e um significado calculado no que diz respeito às coisas que queremos, que gostamos ou que precisamos. No entanto, é importante relembrar a diferença entre aquilo que consideramos indispensável e dispensável nas nossas vidas, para que realizemos escolhas mais intencionais e, por isso, mais conscientes.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Temos o hábito de caracterizar o ser humano pela sua (in)capacidade de consumir bens materiais. E, apesar de todos nós precisarmos de consumir, seja: comida, luz, água, roupa, (…), existe, de uma forma clara, uma grande diferença entre consumo dito «normal» e o chamado «consciente». </strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-center is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>You cannot get through a single day without having an impact on the world around you. What you do makes a difference, and you have to decide what kind of difference you want to make.”</p><cite>Jane Goodall</cite></blockquote>



<p>O <strong>consumo consciente</strong> pratica-se através da mudança de um ponto de vista isolado e separado do mundo alheio, para um <strong>ponto de vista interconectado e empático com tudo aquilo que nos rodeia</strong>.&nbsp;</p>



<p>A interconexão e a empatia em nada têm a ver com o consumismo, exceto no facto de que quando é preciso, e quando faz sentido consumir, esta visão vinga na forma como se torna predominante em relação às escolhas que fazemos no nosso dia-a-dia.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Consumo Consciente: Uma autodescoberta interior e exterior</strong></h2>



<p>É crucial que nos preocupemos com o exterior, neste caso com as condutas que a marca segue em todos os seus parâmetros tanto a nível ambiental como social. Mas, como em tudo, não deixa de ser igualmente importante olhar para dentro. E isso significa exatamente o quê? Que não teremos toda a nossa atenção em coisas que se calhar não conseguimos saber ou controlar assim tão bem – o que pode, muitas vezes, criar alguma frustração e ansiedade &#8211; mas, sim, no que realmente conseguimos transformar, começando do lado de dentro, do nosso interior.</p>



<p>Isso passa por <strong>compreender as motivações do nosso consumo</strong>, onde decidimos colocar o nosso dinheiro e porquê, através de perguntas como:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Quando estou menos bem, quais são os meus impulsos de consumo? E porquê?</li><li>Estou a realizar esta compra para suprir uma necessidade emocional mais profunda?</li><li>Qual a minha intenção em comprar este produto? Preciso mesmo dele?&nbsp;</li><li>Estou a entregar o meu poder e a confiar o meu bem-estar nesta compra?</li><li>Há algo que já tenha que possa substituir esta compra?</li><li>Consigo pedir emprestado?</li><li>Fará sentido, e será possível, alugar o produto/serviço?&nbsp;</li><li>Posso comprar em 2.ª mão?</li><li>Posso adquirir o que quero/preciso, contribuindo para um negócio local?</li></ul>



<p>Como em qualquer sistema, tudo se influencia. E, por isso, <strong>o consumo consciente</strong>, que acaba por ser uma rede bastante complexa, <strong>não passa apenas pelo foco na marca ou empresa em si, nem só em nós e nas nossas respectivas motivações de consumo</strong>. <strong>Passa por aliar estes dois mundos e ter formas de navegar sobre eles sem violência, sem medo ou culpa</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O Ser antes do Ter&nbsp;</strong></h2>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-center is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>The end of consumerism and accumulation is the beginning of the joy of living.»&nbsp;</p><cite>Vandana Shiva</cite></blockquote>



<p>Vivemos repletos de estímulos comerciais, que nos incentivam a consumir, cada vez mais, e mais, e mais. Transmitidos subliminarmente através da ideia de que a nossa alegria de viver ou felicidade última se encontra no Ter, quando vamos descobrir que, na verdade, sempre esteve (e sempre estará) no Ser.&nbsp;</p>



<p>É claro que o Ter nos poderá oferecer qualidade de vida material, a única e crucial questão é que não será a verdadeira resolução para uma vida mais plena, mais alegre, mais «completa», pelo menos numa perspetiva de longo prazo, claro. Apesar de nos tentarem convencer precisamente do contrário.&nbsp;</p>



<p>Habituamo-nos, também, a que não exista transparência no mercado, e muito por isso, não a exigimos e não a sabemos calcular. Seja transparência social, ambiental ou, até, económica.&nbsp;</p>



<p>Temos uma crença inconsciente de que os produtos aparecem feitos, de uma forma incógnita e como que por magia, e <strong>não desenvolvemos um espírito crítico sobre as matérias que são utilizadas, como foram produzidas, onde, por quem e em que condições laborais se encontram esses seres, que também são humanos</strong>. Tal como nós. E fazer este exercício poderá parecer bastante pesado e difícil. Mas não é o que parece. Porque <strong>antes de existir o consumidor, existe o indivíduo</strong>. Porque <strong>antes de existir consumo consciente, é urgente que se desenvolva uma diminuição desse mesmo consumo</strong>.&nbsp;</p>



<p>Por outras palavras, <strong>é urgente que se desenvolva uma redefinição da necessidade de consumo</strong>. Para que antes do «vote with your dollar», consigamos compreender que <strong>não se trata primeiramente, e apenas, de consumir melhor, mas de consumir menos. Muito menos</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-center is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>We are going to have to live more economically than we do. And we can do that and, I believe we will do it more happily, not less happily. And that the excesses the capitalist system has brought us, have got to be curbed somehow.”</p><cite>David Attenborough</cite></blockquote>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>10 Formas de consumir de forma mais responsável &#8211; ambiental e socialmente:</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-5Jq4V' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<ol class="wp-block-list"><li><strong>Sempre que possível comprar ou adquirir em segunda mão </strong>&#8211; Comprar ou adquirir coisas que já existem é a melhor forma de pouparmos o planeta, e a nossa carteira!</li><li><strong>Apoiar negócios locais </strong>&#8211;<strong> </strong>Que pequenos negócios existem à nossa volta para os quais podemos contribuir?</li><li><strong>Pedir emprestado</strong> &#8211; Muitas vezes as pessoas que estão mais próximas de nós têm exatamente aquilo que precisamos: não esquecer este recurso é muito importante, e útil.</li><li><strong>Comprar apenas aquilo que precisamos</strong> &#8211; Nem tudo tem de ter um propósito e um significado calculado no que diz respeito às coisas que queremos, que gostamos ou que precisamos. No entanto, é importante relembrar a diferença entre aquilo que consideramos indispensável e dispensável nas nossas vidas, para que realizemos escolhas mais intencionais e, por isso, mais conscientes.</li><li><strong>Antes de uma compra considerar o pós ciclo de vida do produto </strong>&#8211; Esse produto consegue ser reciclado? Ou composto? A marca que o criou tem estas questões em consideração?</li><li><strong>Escolher comprar através de negócios que colocam o planeta e as pessoas em primeiro lugar</strong> &#8211; Como, por exemplo, através de empresas que sejam detentoras dos certificados «Fair Trade» ou «B corp» ou empresas que, apesar de não estarem sob a segurança de nenhum destes símbolos, realizam um trabalho notável na ética de produção e comunicação da marca.</li><li><strong>Aprender a fazer upcycling com aquilo que já temos</strong> &#8211; Existem muitas coisas às quais podemos oferecer um novo propósito e uma segunda vida. Já existem várias fontes online onde podemos retirar algumas ideias mais criativas!</li><li><strong>Procurar investir em qualidade e menos em quantidade</strong> &#8211; Se comprarmos coisas em quantidade, que têm pouca qualidade, estaremos provavelmente a gastar mais a longo prazo do que se investimos num produto realmente bom que dure muito tempo. Ter menos pode significar mais!</li><li><strong>Aprender a cuidar mais e melhor daquilo que já temos, prolongando o ciclo de vida dos mesmos </strong>&#8211; Aprender a lavar a nossa roupa nas condições certas, a retirar borbotos, a coser e a ter cuidados específicos, são exemplos de formas de prolongar as coisas que já são nossas, sem criar uma necessidade prematura de adquirir coisas novas.</li><li><strong>Ter presente que sempre que investimos em alguma coisa, estamos a «votar» com o nosso dinheiro</strong> &#8211; E como diria Mahatma Gandhi, sejamos a mudança que queremos ver no mundo.</li></ol>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-center is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>The environment and the economy are really both two sides of the same coin. If we cannot sustain the environment, we cannot sustain ourselves.”</p><cite>Wangari Maathai</cite></blockquote>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sustentabilidade sem justiça social, não é sustentabilidade!</strong></h2>



<p>Não podemos falar de consumo consciente de uma forma completa sem trazer a questão da inclusão e justiça social.</p>



<p>Se no sistema em que nos inserimos somos incapazes de tratar todos &#8211; independentemente da sua cor de pele, das suas crenças religiosas, da sua orientação sexual, de onde vivem e de onde vêm – com respeito e dignidade, há pouca probabilidade de cuidarmos competentemente daquilo pelo qual dependemos: a <a href="https://simplyflow.pt/e-urgente-a-natureza/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Natureza</a>, a biodiversidade, o mundo natural. Através de uma visão sistémica e interseccional, a realidade e o futuro das duas encontram-se constantemente interligadas e não poderá existir uma sem a outra, pois são o reverso de uma mesma moeda.&nbsp;</p>



<p>Muitas vezes não existe capacidade financeira para comprar de forma mais responsável, mais amiga do ambiente e da humanidade. O que faz com que a sustentabilidade no consumo ainda seja um pouco limitada e elitista, e, por isso, também injusta. De facto, muitos produtos considerados mais sustentáveis são mais dispendiosos e requerem um maior investimento do que outros convencionais. Mas a culpa não é do consumidor.&nbsp;</p>



<p>Muito frequentemente, as pessoas e comunidades mais afetadas pela irresponsabilidade corporativa são as mesmas que não têm grande liberdade e poder de escolha sobre o seu próprio consumo.&nbsp;</p>



<p>Se quando consumimos, estamos a dar um sinal do que queremos ver mais no mundo, com a sustentabilidade a crescer cada vez mais, só podemos esperar que a demanda seja cada vez maior e que a acessibilidade a produtos de produções mais sustentáveis e responsáveis também. Aliado também a uma mudança de paradigma profunda no mundo da produção. O que dará, por fim, a possibilidade, a liberdade e o direito de escolha a produtos que fazem a diferença à maior parte da população com menos possibilidades. Este direito deve ser universal, pois <strong>já não se trata de uma questão de preferência, mas de uma necessidade de criar um mundo mais justo e mais sustentável, do qual depende o nosso futuro</strong>.&nbsp;</p>



<p>Mas mais uma vez, <strong>consumir de forma sustentável não precisa de passar por fazer grandes investimentos, mas procurar outras pequenas formas alternativas, e às vezes tradicionais, de consumo. E dar valor a tudo aquilo o que já possuímos e que já existe no mundo</strong>.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-center is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>We will never have a perfect world, but it’s not romantic or naive to work toward a better one.”</p><cite>Steven Pinker</cite></blockquote>



<p>Não será unicamente o consumo consciente que nos salvará, mas nada se encontra isolado e <strong>todas as pequenas ações (todas mesmo), contam para a criação de um presente e futuro mais harmonioso na nossa única e verdadeira Casa, que é a Terra</strong>.&nbsp;</p>



<p>No micro está o segredo para uma transformação macro.&nbsp;</p>



<p>No poder individual, reside a força coletiva.</p>



<p>E como uma professora minha costumava dizer: “Se quiserem mudar o mundo, comecem pela vossa casa”.</p>



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