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	<title>Luís Uva, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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	<description>Bem-vindos à plataforma “Simply Flow by Fátima Lopes”, totalmente dedicada à saúde e bem-estar.</description>
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	<title>Luís Uva, autor em Simply Flow by Fátima Lopes</title>
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		<title>7 Mitos e verdades sobre a pele no verão</title>
		<link>https://simplyflow.pt/7-mitos-e-verdades-sobre-a-pele-no-verao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luís Uva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jul 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Dermatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Uva]]></category>
		<category><![CDATA[pele]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Verão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a chegada do verão, surgem muitas dúvidas sobre como cuidar da pele de forma adequada.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/7-mitos-e-verdades-sobre-a-pele-no-verao/">7 Mitos e verdades sobre a pele no verão</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Com a chegada do verão, surgem muitas dúvidas sobre como cuidar da pele de forma adequada. Saiba quais os cuidados que deve ter com o protetor solar, a hidratação e a proteção contra insetos, entre outros aspetos importantes para manter a sua pele saudável durante esta estação. </strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>1. Como saber se o protetor solar do verão passado ainda está bom?</strong></h2>



<p>Os sinais de alerta são o cheiro e a textura. Se a textura ou o cheiro forem diferentes da primeira vez que o comprou, o produto pode não estar bom. Por norma, ao fim de 6 meses, perde a validade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>2. Vale a pena usar protetores solares com Fator de Proteção Solar (FPS) abaixo dos 50?</strong></h2>



<p>Em condições ideais, um protetor solar com maior proteção FPS e cobertura de amplo espectro oferece mais proteção contra <a href="https://simplyflow.pt/como-lidar-com-as-queimaduras-solares/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">queimaduras solares</a>, danos causados ​​por UVA e danos ao ADN do que produtos comparáveis ​​com valores de FPS mais baixos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3. Os bronzeadores também protegem do sol?</strong></h2>



<p>O bronzeador não oferece proteção solar adequada e facilita as ocorrências de queimaduras, gerando danos e a desidratação da pele, devendo sempre ser acompanhado com a devida proteção solar prévia.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>4. Onde devemos colocar repelente de insectos para este ser mais eficaz?</strong></h2>



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			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<p>O repelente deve ser colocado em extremidades como pulsos e tornozelos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5. Porque seca tanto a pele no verão?</strong></h2>



<p>O cloro, o sal do mar, o vento, a areia e o sol contribuem para a secura da pele. Nesta altura, visto tomarmos mais vezes banho ou irmos a banhos, o nosso óleo natural da pele vai sendo eliminado com a água. Para colmatar a mesma, devemos ter uma rotina de cuidados consistente e usar proteção solar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>6. Que cuidados extra devemos ter nesta estação do ano?</strong></h2>



<p>Os cuidados extra a ter durante o verão passa pela proteção solar consistente e a devida preparação da pele.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>7. Quais são os cuidados a ter em relação a depilação e exposição ao sol?</strong></h2>



<p>Se fizer <a href="https://simplyflow.pt/depilacao-a-laser-sim-ou-nao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">depilação a laser</a> deverá evitar banhos de sol durante 3 semanas visto a pele, nestes dias, poder estar mais sensível, podendo o sol causar alguma irritação. Para além de proteger a pele do sol, o protetor solar ajuda a hidratá-la e a fazer com que não apresente queimaduras solares.</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-kfDtS' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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		<title>O que é a psoríase?</title>
		<link>https://simplyflow.pt/o-que-e-a-psoriase/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luís Uva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Oct 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Dermatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Uva]]></category>
		<category><![CDATA[Psoríase]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A psoríase é uma doença inflamatória crónica do foro imunológico, que não é contagiosa e pode surgir em qualquer idade. Esta patologia leva ao aparecimento de novas células a uma velocidade acima do normal.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://simplyflow.pt/o-que-e-a-psoriase/">O que é a psoríase?</a> aparece primeiro em <a href="https://simplyflow.pt">Simply Flow by Fátima Lopes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente, a psoríase afeta 1 a 3% da população mundial. Atinge tanto homens como mulheres, e diferentes etnias. Sendo que a etnia caucasiana é a que sofre mais deste distúrbio, rondando os 3,5%, quando comparado com a etnia afro-americana, sendo quase inexistente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A psoríase é uma doença inflamatória crónica do foro imunológico, que não é contagiosa e pode surgir em qualquer idade.&nbsp;</strong></h2>



<p>A psoríase é uma doença de pele frequente, de evolução crónica errática, que resulta de uma combinação entre predisposição genética poligénica e factores ambientais ou externos. Embora o prognóstico vital seja benigno, é uma doença estigmatizante, tendo muitas vezes como consequência doenças psíquicas, como ansiedade e depressão, que influenciam o quotidiano.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Viver com psoríase nem sempre é um processo fácil.&nbsp;</strong></h2>



<p>Ainda existe muita discriminação e muitos problemas a nível da aceitação pessoal, levando mesmo a depressões, falta de confiança e, em casos extremos, suicídio.</p>



<p>Esta patologia leva ao aparecimento de novas células a uma velocidade acima do normal. A pele, em média, tende a renovar entre 21 a 28 dias.&nbsp; Todavia, uma pessoa que sofra de psoríase tende a ter renovação celular a cada 4/7 dias. A velocidade acelerada faz com que a pele não tenha tempo de se renovar totalmente, acabando por manifestar-se através de uma mancha vermelha e descamativa, arredondada, bem delimitada. A cor varia entre o rosa e o vermelho vivo, e as escamas são habitualmente esbranquiçadas, espessas, pouco aderentes, comparáveis a fragmentos de cera. Este tipo de manchas <strong>pode manifestar-se em todo o corpo, contudo existe maior frequência em zonas como: joelhos, cotovelos, mãos, pernas e couro cabeludo</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como se faz o diagnóstico da psoríase?&nbsp;</strong></h2>



<p>O diagnóstico da psoríase é sobretudo clínico. Por norma avalia-se o aspeto, a localização, o tipo de lesões, mas também em que estado se apresenta a doença e se existem antecedentes familiares. Algo importante para o diagnóstico é o chamado sinal de Auspitz, que é o aparecimento de fino ponteado hemorrágico quando se remove a escama que cobre a lesão.&nbsp;</p>



<p>Contudo, o diagnóstico clínico nem sempre é simples e, por isso, em casos de dúvida realiza-se a biopsia cutânea para decifrar o diagnóstico.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A psoríase não é detetável no sangue, e, por isso, a visita regular a um dermatologista torna-se muito importante no que toca à prevenção, diagnóstico e tratamento.&nbsp;</strong></h2>



<p>Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a psoríase já <strong>é considerada uma doença não contagiosa grave</strong>, sendo que um diagnóstico precoce é muito importante. Isto porque a maioria dos casos acaba por sofrer devido ao diagnóstico tardio e/ou a tratamentos inadequados para este tipo de doença.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Existem 6 tipos de psoríase:</strong></h2>



<div class='yrm-content yrm-content-1' id='yrm-LQA5M' data-show-status='false'>
			<div id='yrm-cntent-1' class='yrm-inner-content-wrapper yrm-cntent-1'></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Psoríase em placas</strong></h3>



<p>Esta é a forma mais comum desta patologia. Caracteriza-se pelo aparecimento de manchas avermelhadas com relevo, juntamente com aglomerados de células mortas de cor branca ou prateada. No que diz respeito ao número ou dimensão varia de doente para doente. Este tipo de psoríase tem mais incidência nos joelhos, cotovelos, couro cabeludo, contudo por norma são lesões assintomáticas.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Psoríase gutata&nbsp;</strong></h3>



<p>A psoríase gutata, ou em gota, é o segundo tipo de psoríase mais comum, e acontece por norma em crianças e jovens, muitas vezes como consequência de uma faringite. O seu aspecto é em forma de gota e são lesões de menor dimensão. Pode desaparecer acontecendo um único episódio ou evoluir para uma psoríase em placa.&nbsp;&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Psoríase inversa</strong></h3>



<p>Tende a aparecer em zonas onde existem dobras como as axilas, as virilhas, os joelhos, zona interior do antebraço ou até mesmo em regiões intra-mamárias. Esta apresenta lesões de cor avermelhada, com muito brilho, mas sem qualquer tipo de escama, o que faz com que o diagnóstico seja mais complexo.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Psoríase Ungueal&nbsp;</strong></h3>



<p>Esta patologia afeta os dedos e o crescimento normal das unhas das mãos e dos pés, fazendo com que estas engrossem, escamem ou apresentem manchas amarelas. Em alguns casos mais graves acaba por se descolar da pele ou até mesmo esfarelar. Sendo um aspecto bastante visível, principalmente no que concerne às mãos, esta acaba por ter consequências ao nível do stress, depressão e em alguns casos impotência funcional.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Psoríase pustulosa</strong></h3>



<p>Apresenta-se em forma de pequenas bolhas que têm na sua consistência pus. Esta incide mais nas palmas das mãos e dos pés e tem tendência a criar fissuras dolorosas e uma descamação excessiva. Para além de todos estes sintomas, ao contrário de todas as outras causas febre, mal estar, dores e em alguns vómitos. Este acaba por ser um tipo de psoríase mais de tratar, uma vez que muitos dos casos evoluem para psoríase crónica.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>6. Psoríase eritrodérmica</strong></h3>



<p>É o tipo de psoríase mais grave e, simultaneamente, mais raro, dado que representa apenas 3% de todos os casos conhecidos de psoríase. Manifesta-se em todo o corpo, em tons de vermelho e com inflamações graves. Esta acaba por ser muito prejudicial porque não permite que a pele cumpra com algumas das suas funções, como é o caso de ser uma barreira protetora.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cuidados a ter:&nbsp;</strong></h2>



<p>Existem alguns cuidados que as pessoas com psoríase devem ter, tais como:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li>ter uma alimentação equilibrada;</li><li>beber muita água;&nbsp;</li><li>praticar exercício regularmente;</li><li>não fumar;</li><li>hidratar diariamente a pele;</li><li>controlar stress e ansiedade.&nbsp;</li></ul>



<p>Estes dois últimos fatores são muito importantes, porque mexem com todo o corpo e, sendo uma doença do foro imunológico, acabarão por trazer consequências.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A psoríase tem cura?</strong></h2>



<p>Por ser uma doença autoimune e crónica <strong>não existe ainda cura</strong>.<strong> Todavia, com a evolução da medicina têm se visto grandes avanços. Atualmente as opções terapêuticas não curam, mas ajudam a controlar a doença, com consequente melhoria na sua qualidade de vida.</strong> Por norma, os fracos resultados estão associados, por um lado, a altos níveis de frustração que fazem com que as pessoas desistam dos tratamentos. Por outro lado, a esquecimento por parte do doente devido a ter pouca sintomatologia.</p>



<p>O objetivo do tratamento da psoríase é induzir remissão ou obter controlo da doença. <strong>A escolha da terapêutica deve ser individualizada, após adequada avaliação clínica</strong>, e depende da experiência do médico e colaboração activa do doente. Importa acentuar que o aspecto clínico e cronicidade da psoríase interferem com a qualidade de vida do indivíduo, e que qualquer esquema de tratamento deve ter em conta este facto.</p>



<p>Na <a href="https://www.personalderma.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Personal Derma</a> dispomos de um tratamento denominado por Exciplex, que, através da emissão de um tipo de luz específica chamada MEL (Monochromatic Excimer Light – Luz Excimer Monocromática), torna possível controlar os efeitos da doença. A MEL foi já comprovada em mais de 200 estudos clínicos como um tratamento eficaz para a psoríase, vitiligo e outras doenças autoimunes.</p>



<p>Em suma, <strong>o acompanhamento médico é fundamental em todas as ocasiões e esta não é exceção</strong>.&nbsp;</p>



<p></div>
		</div><div class='yrm-btn-wrapper yrm-btn-wrapper-1'><div class='yrm-content-gradient-1 yrm-content-gradient'></div><span title='' data-less-title='' data-more-title='' class='yrm-toggle-expand  yrm-toggle-expand-1' data-rel='yrm-LQA5M' data-more='Ler mais' data-less='Ler menos'><span class='yrm-text-wrapper'><span class="yrm-button-text-1">Ler mais</span></span></span></div>
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